SulAmérica divulga lucro de R$ 209,2 milhões no semestre, queda de 10%

Proporcionar a melhor experiência de marca para o cliente, o corretor e demais públicos está no centro da estratégia de negócios

A SulAmérica divulgou lucro líquido de R$ 80,6 milhões no segundo trimestre de 2017 e de R$ 209,2 milhões no primeiro semestre. A receita operacional líquida foi de R$ 4,4 bilhões no trimestre, 5,7% superior ao segundo trimestre de 2016, e de R$ 8,6 bilhões no acumulado do ano, 7,6% acima do registrado no mesmo período do ano anterior, segundo dados divulgados pela empresa nesta quinta-feira.

Segundo o grupo, o segundo trimestre habitualmente reflete efeitos de sazonalidade, especialmente no segmento de saúde. Desse modo, a sinistralidade mais alta deste segmento impactou negativamente nosso desempenho operacional no período que, por outro lado, apresentou ganhos em despesas administrativas e custos de comercialização. Além disso, acrescenta, como já era esperado para este trimestre, a taxa básica de juros (Selic) média mais baixa implicou em uma menor contribuição do resultado financeiro.

O lucro líquido no segundo trimestre foi 36,3% inferior ao registrado no segundo trimestre de 2016, que fora um segundo trimestre recorde para a SulAmérica. No acumulado dos seis primeiros meses, o lucro líquido apresentou redução de 10% em relação a 2016. Nosso retorno sobre o patrimônio médio (ROAE) foi de 13,5% nos últimos doze meses. O índice combinado chegou a 102,9%.

O seguro saúde e odontológico manteve um bom ritmo de vendas novas e uma estratégia de retenção de portfólio acertada, informa. “Isso nos permitiu continuar apresentando crescimento na base de segurados. Com isso, encerramos o trimestre com crescimento importante de receitas nos planos coletivos, além do bom desempenho apresentado pelos planos administrados”, comenta Gabriel Portella, presidente da SulAmérica, em nota.

Os planos odontológicos continuaram apresentando desempenho relevante tanto em receitas quanto em número de membros segurados, com aumentos de 16,4% e 6,4%, respectivamente, em relação ao 2T16.

O desempenho dos seguros de automóveis começa a mostrar sinais de recuperação, registrando crescimento de receitas e melhora na sinistralidade em relação ao 1T17. O segmento, porém, segue impactado por elevada taxa de frequência de furto e roubo de veículos em várias regiões do Brasil e uma lenta recuperação na venda de veículos novos.

Nas outras linhas de negócios, o grupo destaca o bom resultado no segmento de massificados, que apresentou crescimento relevante de receita e sinistralidade em queda, além do crescimento dos prêmios de seguros de vida e das receitas de capitalização.

Resultado Trimestral – 2o trimestre de 2017

• Receitas totais de R$ 4,4 bilhões (+5,7%) no 2T17 e R$8,6 bilhões no 1S17 (+7,6%)
• Lucro líquido de R$ 80,6 milhões no 2T17 e R$ 209,2 milhões no 1S17
• Índice de despesas administrativas atinge 8,4% da receita, com ganho de 0,6 p.p.
• Carteira de beneficiários de saúde e odonto ultrapassa 3,0 milhões (+2,7%) de vidas
• Retorno sobre o patrimônio líquido médio de 13,5% nos últimos doze meses

Sobe e desce no ranking de lucro das seguradoras no 1o. semestre de 2017

O mercado segurador registrou lucro líquido de R$ 6,45 bilhões no primeiro semestre de 2017, equivalente a 15% do prêmio ganho. O valor também significa uma queda de 9% em relação ao mesmo valor registrado em mesmo período do ano anterior.

O ganho representa uma rentabilidade (anualizada) sobre o patrimônio de 18%. Apesar de ser três pontos percentuais menor do que o registrado em junho de 2016, é uma rentabilidade atraente, tendo em vista apenas o balanço mundial da AIG divulgado hoje, com ROE de 6%. BB Seguros, AIG e Caixa apresentam ROE de 59%, 57% e 45%, respectivamente. Realmente pontos fora da curva.

O grupo Bradesco Seguros lidera o ranking de lucro líquido disparado, segundo dados divulgados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), agrupados pela consultoria Siscorp e obtidos pelo blog Sonho Seguro. O grupo registrou no primeiro semestre lucro líquido de R$ 2 bilhões, o que presenta 32% do prêmio ganho e 24% sobre o PL. No mesmo período do ano passado o Bradesco exibia lucro de R$ 2,2 bilhões.

Em segundo lugar temos o grupo BB Mapfre, com R$ 1,3 bilhão no primeiro semestre deste ano, praticamente estável ao ano passado. Em terceiro aparece a Caixa Seguros, com R$ 785 milhões, que passou na frente do Itaú, provavelmente pelo ganho que vem tendo com a Youse, a plataforma digital para vendas de produtos do grupo. A rentabilidade sobre PL da Caixa chega a invejáveis 45%, muito por conta da atuação em seguro habitacional. No primeiro semestre de 2016, a Caixa lucrou R$ 664 milhões.

O maior banco privado do Brasil caiu para o quarto lugar, com lucro líquido de R$ 732 milhões no primeiro semestre deste ano e rentabilidade sobre PL de 14%. O ganho do Itaú neste semestre ficou muito aquém dos R$ 1,3 bilhão do primeiro semestre de 2016, principalmente porque o grupo deixou de atuar em diversos ramos para focar apenas em produtos massificados de pessoas, patrimoniais, prestamista, previdência e capitalização. No balanço do segundo trimestre divulgado nesta semana, o Itaú informou que a redução foi devido principalmente à menor margem financeira gerencial no segmento de Saúde e pelo menor resultado de equivalência patrimonial da nossa participação no IRB.

Outra novidade é a Zurich ultrapassar a Porto Seguro. Enquanto o grupo suíço apresentou ganho de R$ 358 milhões, o grupo controlado pela família Garfinkel registrou lucro de R$ 323 milhões no mesmo período. Em comunicado, a Porto Seguro divulgou que o resultdo do segundo trimestre foi favorecido pelo benefício fiscal referente ao pagamento da primeira parte do JPC (juros sobre capital próprio) no valor de R$ 243 milhões. Desconsiderando esse efeito, o lucro do período seria 1% menor e o do primeiro semestre reduziria em 6%.

A SulAmérica, que divulga hoje seus resultados após o fechamento do mercado, aparece em sétimo lugar no ranking da Siscorp, com ganho de R$ 148 milhões e rentabilidade anualizada sobre o PL de 6%, o segundo menor percentual no clube das 10 maiores em lucro. A Icatu aparece em oitavo, com R$ 130 milhões em lucro.

As outras colocações também surpreendem. AIG, que era o maior prejuízo no ano passado, agora aparece em nono lugar em lucro, com R$ 102 milhões no semestre e 57% de rentabilidade sobre o PL. E em décimo aparece a Unimed, com ganho de R$ 77 milhões de janeiro a junho de 2017, com ROE de 17%.

Perdas – Grande mudança entre os maiores prejuízos neste primeiro semestre comprada a 2016, quando tínhamos Allianz (R$ 99,9 milhões), AIG (R$ 80,9 milhões), Generali (R$ 60,6 milhões), Royal (R$ 37,4 milhões) e AXA (R$ 27,1 milhões). Agora a AIG passou para a nona maior em lucro líquido do setor. Já Allianz e Generali seguem no vermelho, porém com um volume muito menor. Genenali (R$ 53,2 milhões), Alllianz (R$ 45,5 milhões), AXA (R$ 32,5 milhões), Sompo (R$ 20,9 milhões) e XL (R$ 9,7 milhões). Vale lembrar que todas elas estão investindo em tecnologia, consumindo o lucro que poderia ser distribuído aos acionistas, mas que garante a sobrevivência em um mundo em transformação digital.

Grandes shows acirram disputa em seguros, o que beneficia todos com proteção e mitigação de riscos

O Brasil tem sido um Porto Seguro para pop stars, como Paul McCartney, que chega ao Brasil novamente no segundo semestre deste ano, junto com ColdPlay e vários outros. Marisa Monte já começou a vender ingressos para a temporada de novembro do show com Paulinho da Viola. O Lolapaluza anunciou nesta semana que o evento terá três dias, um a mais do que as edições anteriores. E tudo isso precisa de seguro. Seguro que cobre vários tipos de perdas financeiras dos produtores.

O seguro, aliás, tem sido uma exigência dos investidores, que querem a garantia da realização do show e de que terão seu lucro mesmo na ocorrência de uma desistência do pop Star, como fez recentemente Justin Beber, que cancelou a turnê alegando cansaço físico. Enfim, imprevistos acontecem e se estiverem mensurados e com garantias, ok.

Vale lembrar o filme Jurassic Park. Como muitos são jovens e não assistiram o episódio inicial, vou contar. A trama começa com o dono do parque recebendo os inspetores de riscos das seguradoras. Ele tinha de fazer isso para conseguir abrir o parque e também por exigência dos investidores, que não permitem que o parque comece a operar sem um seguro que garanta danos causados a terceiros.

O Brasil chega nesse patamar de sustentabilidade um dia. Tenho certeza. Esta caminhando para isso. Uma prova é o cinema. Em julho entrou em cartaz nos cinemas brasileiros o novo filme protagonizado por Selton Mello: Soundtrack. A obra tem o apoio da consultoria e corretora de seguros Aon. Ciente do seu papel junto as comunidades e no desenvolvimento sustentável dos negócios, ao invés de oferecer apenas um apoio financeiro para a realização do filme, a Aon fez um estudo dos riscos envolvidos nas etapas de pré-produção, produção e pós-produção e desenhou o pacote de seguros. A seguradora escolhida foi a Chubb, uma das pioneiras no segmento.

A produção cinematográfica é exposta a muitos riscos. É fundamental chamar a atenção dessa indústria para a existência de pacotes de seguros que compreendem essas possibilidades e mitigam eventuais problemas. Dessa forma, o cinema brasileiro terá exibições melhores e mais seguras. “Nossa primeira preocupação foi entender, em termos gerais, como os diretores pretendiam executar o filme. Precisávamos conhecer o cenário de riscos, a equipe envolvida, equipamentos, objetos cenográficos, condições e locações onde as cenas seriam filmadas. Todo o briefing da produção, desde a pré-produção até a pós-produção”, comenta Midiã Borges, Especialista em Riscos e Seguros para Entretenimento e Eventos na Aon Brasil, em nota divulgada à imprensa.

O desenho do pacote de seguros do filme reuniu coberturas como seguro de acidentes pessoais para a equipe e os prestadores de serviço, morte acidental e por qualquer causa, invalidez permanente total ou parcial, além de assistência médica e odontológica. “Essas coberturas ajudam a formalizar as relações de trabalho. A indústria cinematográfica ainda tem muita informalidade e os seguros oferecem apoio para esses trabalhadores, contribuindo com a profissionalização do setor”, defende Midiã.

“Diante de um projeto cinematográfico, do seu gênesis até seu último momento, que é após o seu lançamento, nós estamos sempre administrando riscos”, analisa Julio Uchoa, produtor executivo do SoundTrack.

Com o objetivo de dar tranquilidade aos produtores, também foram consideradas outras coberturas importantes que muitos não se atentam na hora da contratação como: o seguro de responsabilidade civil, que cobre reembolso por danos involuntários, materiais e corporais, causados a terceiros, decorrentes de acidentes relacionados com as atividades exercidas para produção e realização da filmagem; o seguro de não comparecimento, que serve para reembolsar os custos de produção caso um artista fundamental, ou até mesmo o diretor do filme, não possa comparecer à gravação em um determinado dia; o seguro designado como suporte, para indenizar o segurado caso algum acidente provoque a perda do HD onde o filme está armazenado; e proteção de equipamentos cinematográficos, para ressarcir o valor de equipamentos de gravação, sonorização e projeção, objetos cenográficos, figurinos ou veículos de cena que por algum motivo sejam danificados durante as filmagens ou até mesmo roubados.

“Proporcionalmente, o custo do seguro é tão barato comparado ao custo da produção cinematográfica, que a exposição aos riscos não compensa, mas ainda é preciso quebrar alguns paradigmas e desenvolver uma cultura de seguros no segmento audiovisual brasileiro. Esse é o nosso papel como consultoria: analisar e cuidar dos riscos dando tranquilidade para os produtores realizarem sua arte”, acredita Midiã.

Curiosidades: acidentes durante gravações resultam no pagamento de grandes indenizações

Infelizmente, acidentes no estúdio são relativamente comuns e podem resultar em ferimentos e fatalidades, multas e indenizações. “Nos Estados Unidos e Europa, poucas produtoras se arriscam a iniciar projetos sem coberturas completas para as mais variadas situações. Com o amadurecimento do cinema nacional, essa percepção também está se desenvolvendo no Brasil”, afirma a especialista em Riscos e Seguros para Entretenimento e Eventos da Aon Brasil.

Algumas das principais empresas cinematográficas do mundo compilaram dados de acidentes em estúdios desde o ano 2.000 até hoje. Ao todo, foram registradas 37 mortes. “Mesmo que a produção seja muito cuidadosa e os riscos extremamente bem gerenciados, acidentes acontecem”, diz Midiã Borges.

De fato, existem diversas histórias públicas de acidentes em grandes produções. Durante a filmagem de Guerra nas Estrelas: O despertar da Força, uma porta hidráulica da nave espacial Millenium Falcon foi fechada no momento errado e quebrou a perna esquerda do ator Harrison Ford. O evento desencadeou uma investigação do departamento de Saúde e Segurança do Reino Unido, que aplicou uma multa de £ 1,6 milhão na produtora do filme. Na época, o responsável pela apuração disse que havia “risco de morte”. Felizmente, Harrison Ford sobreviveu.
O ator britânico Roy Kinnear não teve a mesma sorte na filmagem de O retorno dos Mosqueteiros. Ao filmar uma cena com um cavalo, ele sofreu uma queda, quebrou a bacia, teve uma hemorragia interna e morreu no dia seguinte em um hospital em Madri. A família do ator processou a produtora e recebeu £ 650 mil de indenização.

Durante a gravação de uma sequência de ação para o filme Cyborg, de 1989, o ator Jean-Claude Van Damme acidentalmente acertou o colega Jason Rock Pinckney no olho esquerdo. Pinckney perdeu a visão daquele olho e Van Damme teve que pagar uma indenização de quase US$ 500 mil.

“Na medida em que a indústria amadurece, seus riscos vão se tornando mais complexos. A produção audiovisual brasileira está em transformação e agora precisa desenvolver um olhar de gerenciamento de riscos”, conclui Midiã.

Zurich investe em APPs para avaliar e prevenir riscos

A Zurich, seguradora global, com 78 anos de experiência no Brasil, desenvolveu o Zurich Risk Advisor, único aplicativo do mercado a oferecer acesso a ferramentas de avaliação e prevenção de riscos e o disponibiliza gratuitamente para o mercado. De acordo com Carlos Cortés, Head de Risk Engineering da Zurich Brasil, é uma ferramenta que permite compreender riscos e potencial impacto sobre o negócio.

“A Zurich tem como missão conhecer os riscos e oferecer soluções para que as pessoas possam se proteger contra eles e tem atuação sustentada por três pilares: foco no cliente, inovação e simplificação. Dessa forma, nossas equipes buscam ajudar os clientes a conhecerem mais sobre a sua cadeia de valor, alavancar as avaliações de riscos e planejar ações de melhoria de risco de acordo com o seu orçamento”, explica o executivo.

Conheça as duas funções do aplicativo Zurich Risk Advisor – “What If” e “Self Risk Assessment”:

What If – O módulo é de fácil utilização e tem visual intuitivo. Para cada item, o usuário preenche suas informações e vai incluindo assim parâmetros fundamentais para uma melhor avaliação dos riscos. Com essas informações o usuário poderá priorizar as ações de melhoria de riscos. O módulo avalia possibilidades de incêndio, quebra de máquinas, interrupção de negócios, inundações, ventos e tempestades, bem como de responsabilidade civil geral e de produtos.

Na sequência de uma avaliação de riscos feita por um engenheiro da Zurich, este módulo permite aos usuários priorizar as ações de melhoria de riscos testando o impacto de cada uma delas sobre a pontuação geral. Um gráfico de fácil leitura sinaliza a classificação da qualidade dos riscos e apresenta descrições detalhadas das melhores práticas de controle, técnicas de mitigação e ideias de melhoria de risco para os diferentes fatores que contribuem com resultado final.

Self Risk Assessment

Em formato de questionário de múltipla escolha, o relatório, permite a autoavaliação do risco de incêndio e é baseado na metodologia e nas práticas recomentadas pelo Risk Engineering da Zurich, levando o usuário diretamente ao conhecimento de prevenção e melhores práticas da seguradora.

Uma vez que o usuário tenha completado o questionário, a classificação de riscos é apresentada em um gráfico de fácil compreensão, bem como os resultados detalhados para cada categoria de riscos e ações de melhoria recomendadas. Toda a informação é, então, compilada em um relatório (em formato PDF) que resume a avaliação e ações recomendadas. Este relatório pode ser compartilhado com outras pessoas.

Para acessar o Zurich Risk Advisor e realizar a avaliação, o usuário pode fazer o download do aplicativo nas lojas da plataforma iOS e Android, ou acessando via web através do site no endereço: https://riskadvisor.zurich.com/?lng=pt.

Allianz investe no Sul de Minas Gerais; unidade atenderá 30 cidades

Na terça-feira, 8, o espanhol Miguel Pérez Jaime, presidente, Eduardo Grillo, diretor executivo Comercial e Market Management, e Ricardo Zhouri, diretor regional Minas Gerais e Centro-Oeste, inauguram em Pouso Alegre a 63ª filial da Allianz Seguros, subsidiária brasileira do Grupo Allianz, o maior grupo segurador do mundo. A unidade localizada no Sul de Minas Gerais é a nona do estado e atenderá mais de 30 cidades, como Itajubá, Extrema e Santa Rita do Sapucaí.

A estrutura própria é uma demanda ocasionada pelo desenvolvimento da região, que vem potencializando negócios. Pouso Alegre e as cidades vizinhas, com a economia calcada no comércio e serviço, atualmente vivem um boom industrial, o que faz a Allianz ficar atenta às oportunidades de seguros ligados a empresas (incluindo produtos de Vida), construções e transportes.

A operação ainda estará fortemente voltada à comercialização de Massificados, como Automóvel, Residência e Condomínio. Esses ramos, além de estarem no centro da estratégia da seguradora em todo o país, ainda contam com o fato de o Sul de Minas Gerais ter 102,6 mil veículos seguráveis (21 mil em Pouso Alegre) e mais de 300 mil domicílios; só em Pouso Alegre são 48,3 mil, sendo 91% urbanos (dado IBGE). A filial ainda permitirá a seguradora aumentar a sua presença na região e intensificar o relacionamento com os corretores de seguros, o seu principal canal de vendas.

AIG divulga lucro de US$ 1,1 bi no segundo trimestre

O American International Group divulgou lucro líquido de US$ 1,1 bilhão, ou US $ 1,19 por ação diluída, no segundo trimestre de 2017, em comparação com US$ 1,9 bilhão, ou US$ 1,68 por ação diluída, no trimestre anterior, refletindo perdas de capital líquidas realizadas de US$ 69 milhões em comparação com os ganhos de capital líquidos realizados de US$ 1,0 bilhão há um ano.

O lucro operacional pós-imposto foi de US$ 1,4 bilhão, ou US$ 1,53 por ação diluída, no segundo trimestre de 2017, em comparação com US $ 1,3 bilhão, ou US $ 1,15 por ação diluída.

“Nossos resultados do segundo trimestre mostram o valor das diversas empresas da AIG e as oportunidades que temos de crescer lucrativamente”, disse Brian Duperreault, presidente e CEO. “Construiremos a forte marca da AIG ao maximizar o valor de nossa abrangência internacional, o que nos distingue de muitos de nossos concorrentes. Embora as condições do mercado permaneçam desafiadoras, estamos comprometidos com a subscrição disciplinada e focados em investir em um crescimento lucrativo “.

Alan D. Schnitzer, CEO da Travelers, assume também como presidente do Conselho

O Conselho de Administração da Travelers Companies anunciou que elegerá por unanimidade Alan D. Schnitzer, atual CEO, como seu próximo presidente do Conselho, com vigência imediata. Ele sucede a John H. Dasburg, que assumirá o cargo de conselheiro independente, um papel que ele ocupou antes de se tornar presidente do conselho.

Em nota divulgada à imprensa, Dasburg disse: “Durante esse período de mudanças sem precedentes para o setor de seguros, o Conselho acredita que a empresa e seus acionistas ganham quando se combina os papéis de presidente e de CEO. Alan tornou-se CEO e a empresa fortaleceu suas vantagens competitivas e avançou significativamente suas agendas estratégicas de inovação digital, continuando a oferecer resultados financeiros destacados do setor. A visão de Alan orientará a empresa a permanecer como líder da indústria e aproveitar as oportunidades atuais”.

Schnitzer afirmou estar honrado e grato pelo apoio e confiança do Conselho. “Agradeço a liderança de John e fiquei satisfeito pelo fato de o Conselho continuar a beneficiar da sua visão e orientação”, acrescentando que “com o apoio do Conselho de Administração, espero continuar trabalhando com a equipe de liderança sênior à medida que contribuímos com nosso forte histórico de entrega de valor significativo para os acionistas”.

O Conselho de Administração também anunciou que elegeu Clarence Otis Jr ao Conselho de Administração, efetivado imediatamente, totalizando agora 13 diretores. Otis foi nomeado como membro dos mercados de remuneração, investimento e capitais e também nomeado para comitês de governança. Otis é o ex-presidente e CEO da Darden Restaurants Inc.

A Travelers Companies Inc.é uma das seguradoras em posição de liderança no mercado norte-americano de seguros para veículos, residências e empresas. Componente da Dow Jones Industrial Average, a Travelers tem cerca de 30 mil funcionários e gerou uma receita de aproximadamente US$ 27 bilhões em 2016.

Seguradora Líder-DPVAT registra redução no volume de indenizações pagas no primeiro semestre

Release

A Seguradora Líder-DPVAT, responsável pela operação do Seguro DPVAT, pagou 192.187 mil indenizações de janeiro a junho de 2017, incluindo casos de morte, invalidez permanente e despesas médico-hospitalares decorrentes de acidentes de trânsito no Brasil. O número é 9% menor que o primeiro semestre do ano passado, quando foram registradas 210.334 indenizações. Apesar da redução no número total de indenizações pagas, os dados ainda apontam crescimento em indenizações por morte, que registraram aumento de 27% em relação aos primeiros seis meses de 2016. No total, foram 19.367 indenizações pagas para herdeiros de vítimas fatais.

Segundo o diretor-presidente da Seguradora Líder-DPVAT, Ismar Tôrres, a análise das estatísticas do Seguro DPVAT pode contribuir para o desenvolvimento de ações de prevenção de acidentes mais efetivas. “Seguindo as tendências dos anos anteriores, a motocicleta representou a maior parte das indenizações, 74%, apesar de representar apenas 27% da frota nacional. E os acidentes estão concentrados em um público muito jovem, entre 25 e 34 anos. Na última semana comemoramos o Dia do Motociclista e apresentar esses números nos deixa desolados”, pondera Tôrres.

Sobre a análise dos óbitos, o Sudeste foi a região que concentrou a maior incidência dos acidentes dessa natureza (35%). Já o Nordeste aparece logo em seguida, com 31% das indenizações por morte, tendo maior participação das motocicletas nessa estatística. O Nordeste concentra apenas 17% do total de veículos do país, destacando o alto índice de fatalidade em acidentes envolvendo motos.

Proteção contra fraudes – No primeiro semestre de 2017, a área de Combate à Fraude da Seguradora Líder-DPVAT mapeou 7.089 tentativas de fraude. Em valores reais no período, a Seguradora Líder-DPVAT evitou perdas da ordem de R$ 90,4 milhões. Somando esses recursos àqueles decorrentes de negativas técnicas e ações judiciais ganhas (por julgamento do mérito), a Seguradora deixou de pagar indenizações que, se consumadas, elevariam as perdas a R$ 432,3 milhões. “O combate sistemático às fraudes poderá propiciar uma proposta de alteração na lei para aumentar os valores das importâncias seguradas, que estão sem alteração há dez anos. Isso beneficiará as verdadeiras e necessitadas vítimas, quando involuntariamente são envolvidas nos acidentes de trânsito”, reforçou Tôrres.

Vítimas – Assim como nos últimos anos, a maior incidência de indenizações pagas, no primeiro semestre de 2017, foi para vítimas do sexo masculino (um total de 75%). Nesse período, a faixa etária mais atingida foi a de 18 a 34 anos, um total de 94.167 mil indenizações. No período analisado, os motoristas (58%) foram as principais vítimas. Em indenizações fatais, eles representaram 56% das indenizações pagas e 57% em acidentes com sequelas permanentes. Nesse cenário, formado por 82.125 motoristas, 73.024 eram motociclistas, um total de 89%. Os pedestres ficaram em segundo lugar nas indenizações por morte no período (26%), assim como nos acidentes com invalidez permanente (30%) e despesas médicas-hospitalares (17%).

Seguro DPVAT em números :

Acidentes por tipo de veículo:

Motocicletas: 141.964 (74%)

Automóveis: 36.252 (19%)

Caminhões e picapes – 6.361 (3%)

Ônibus, micro-ônibus e vans – 3.497 (2%)

Ciclomotores (veículos de duas rodas de até 50 cilindradas) – 4.113 (2%)

Indenizações pagas por Região:

Nordeste – 61.510 (32%)

Sudeste -56.373 (29%)

Sul – 37.722 (20%)

Centro-Oeste – 19.867 (10%)

Norte – 16.715 (9%)

Link com o Boletim Semestral de 2017 completo:

Corretora de seguros e gestora de benefícios ItsSeg compra MBS

Comunicado

A It’sSeg Company, que tem como controlador o fundo inglês Actis, dá mais um passo para a consolidação do mercado brasileiro de corretagem de seguros e gestão de benefícios. A companhia anuncia nesta quarta-feira, 2, a compra do controle da empresa de gestão de benefícios MBS, uma das maiores do país no segmento. Com a operação, a companhia chega à marca de 800 clientes e 1 milhão de vidas administradas no país e passa a integrar o ranking das 5 maiores gestoras de planos de saúde e seguros de vida corporativos do mercado brasileiro.

A It´sSeg foi criada em meados de 2014 pelo executivo Thomaz Menezes (ex-presidente da corretora de seguros Marsh e ex- presidente do grupo SulAmérica Seguros), em parceria com o fundo inglês Actis, que tem mais de US$ 9 bilhões de ativos sob gestão globalmente. Desde que começou a operar no Brasil, a corretora já comprou seis empresas no país. Antes da MBS, a It´sSeg havia adquirido as corretoras Torres Benefícios, Grupo Raduan, Barela Seguros, Você Clube e PMR Seguros.

A MBS tem 12 anos de mercado e conta com um portfólio de 400 clientes e 300 mil vidas. A companhia tem operações em São Paulo, Jundiaí e região, Rio de Janeiro e Joinville. “A aquisição nos dará maior capilaridade geográfica e praticamente dobra a nossa estrutura corporativa”, diz Menezes.

Antes da compra, a It´sSeg administrava um portfólio de 700 mil vidas e 450 clientes. A companhia opera com todos os produtos de gestão de benefícios. Os serviços incluem análise de carteira, gestão de riscos, gestão de pacientes crônicos, desenho dos programas de seguros e corretagem. A It´sSeg também opera em financial lines (D&O, E&O, etc), planos de saúde PME, coletivos por adesão e ramos elementares, fazendo seguros corporativos para grandes e médias empresas. Com a aquisição, a It´sSeg passa a contar com um time de 530 funcionários.

Mesmo com o cenário econômico ainda instável, a It’sSeg Company pretende continuar investindo no país. “Vamos continuar examinando oportunidades de aquisição, além de investir no crescimento orgânico da operação”, diz Menezes. De acordo com o executivo, o objetivo da empresa é dobrar de tamanho nos próximos 3 anos.

Com a aquisição, os sócios da MBS seguem no negócio. Segundo João Herreros, sócio da MBS, ‘’passar a integrar a plataforma da It´sSeg será extremamente positivo para nossos colaboradores e nossos clientes. Vamos compartilhar as melhores práticas e evoluir na prestação dos nossos serviços. Teremos mais capacidade de investim

Liberty investe em telemetria, vídeos personalizados e outras ações para facilitar o dia a dia do consumidor

Release

A transformação digital das empresas é um tema de evidência em todos os setores brasileiros, inclusive no segmento de seguros. Novas tecnologias e aplicativos possibilitam a melhor experiência entre segurados e empresas ao toque dos dedos – em outras palavras, os consumidores estão cada vez mais mobile e hiperconectados. Segundo a Accenture, atualmente há 110 milhões de internautas no Brasil, sendo que desses, mais de 60 milhões são usuários de smartphones.

Atenta a essa tendência, a Liberty Seguros vem investindo cada vez mais em soluções digitais inovadoras para oferecer experiências únicas para segurados e corretores. Nos últimos anos, a seguradora lançou diversas plataformas mobile para clientes e corretores.

Informação ao toque dos dedos

Como a maioria dos consumidores brasileiros utiliza prioritariamente o smartphone para navegação online, a Liberty Seguros investiu em oferecer facilidade sem custos extras para seus segurados e, de julho a dezembro deste ano, será a primeira seguradora do Brasil a oferecer um app de clientes que não consome os planos de dados do celular. Com ele, os segurados podem visualizar todas as coberturas disponíveis de sua apólice, ter acesso aos seus dados pessoais e aos status das parcelas do seu seguro, além de solicitar serviços ou entrar em contato com a seguradora.

O serviço, reconhecido como Melhor Aplicativo de Seguros do ano pelo prêmio efinance, também possibilita o envio de documentos e relatos por áudio, de forma simples e rápida. Desde março deste ano, a nova versão do aplicativo já teve mais de 15 mil downloads.

Outra inovação que está transformando a maneira de interagir e consumir seguros é o Direção em Conta, programa de telemetria que gera métricas durante a condução e contribui com a segurança no trânsito ao oferecer dicas de direção para segurados e consumidores em geral. Em quase três anos, a Liberty Seguros investiu mais de 1 milhão de reais na iniciativa, valor que engloba desde aplicações da empresa brasileira e do Grupo Liberty Mutual a custos de mídia e descontos oferecidos pelo programa. Desde o seu lançamento, o número de downloads do aplicativo já passa dos quatro mil.

Boas-vindas personalizadas

Outro exemplo de como a Liberty Seguros investe em novos formatos digitais para oferecer um atendimento excepcional e facilitar a consulta de informações, são os vídeos personalizados de boas-vindas. Criado em 2015, o serviço envia informações sobre o corretor, coberturas, valores detalhes de pagamento e serviços online em vídeo exclusivo para segurados que contratam ou renovam seguros de automóveis.

O vídeo também traz um link para que o segurado se cadastre no Meu Espaço Cliente, no qual pode abrir e acompanhar sinistros, obter descontos e benefícios no clube de vantagens, entre outros serviços.

Aposta na transformação contínua

Por último, o aviso online de sinistros é um bom exemplo de como a tecnologia da Liberty Seguros vive em constante aprimoramento: agora com novas funcionalidades, a plataforma pode ser acessada pelos segurados, corretores e terceiros pelo site institucional da seguradora, por meio do Meu Espaço Cliente e do Meu Espaço Corretor. Uma das principais novidades está na usabilidade, com um layout mais intuitivo, textos simples e explicações detalhadas sobre as etapas do processo, facilitando a comunicação por meio de dispositivos móveis, como smartphones e tablets.

“Na Liberty Seguros, estamos sempre mudando, procurando novas iniciativas digitais e ideias para que nossos clientes e parceiros tenham um atendimento excepcional e uma experiência de usuário incrível, seja qual for a plataforma ou forma de contato que eles prefiram”, conta Patrícia Chacon, diretora de Marketing e Estratégia da Liberty Seguros. “O feedback dos segurados e corretores é um dos grandes fatores que impulsionam essa nossa busca por melhorar a todo momento”, completa.