thinkseg recebe 70 corretores para primeiro bate-papo em seu thinkwork

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Na última segunda-feira (31/07), corretores estiverem presentes na sede de thinkseg (thinkwork), em São Paulo, para participar do primeiro encontro realizado pela plataforma de seguros que é 100% mobile. Durante o evento, 70 corretores presentes na reunião assistiram à apresentação do modelo de negócios, por meio de um telão, e tiveram detalhes dos pontos e remuneração que receberão ao atuarem como influenciadores, captando clientes, para a carteira deles no APP thinkseg. São pontos que se multiplicam e, depois, são trocados por dinheiro.

“Foi o primeiro encontro com corretores. Fizemos questão que nossos parceiros conhecessem nossa casa. É o início de um relacionamento pessoal e diferenciado”, explica o CEO da thinkseg, Andre Gregori. Profissionais que atuam na thinkseg (foto) ouviram sugestões e tiraram dúvidas dos corretores ao longo do evento.

Os 70 profissionais visitantes participaram da campanha “Corretor Apaixonado por Inovação”, iniciada em 17 de abril e encerrada em 30 de junho. Do total de mais de 3 mil inscritos, foi selecionado 1 mil corretores. Os encontros com todos serão feitos por etapas para melhor atenção a cada grupo.

O APP thinkseg permite ao corretor acompanhar a carteira de clientes dele, a acessar os contratos, entre outras funcionalidades do portal do corretor no APP thinkseg. Estamos dando um passo significativo para a modernização do setor e a digitalização dos corretores. O formato inovador exige um novo modo de atuação do profissional, ou seja, a digitalização do corretor”, diz Gregori.

No dia a dia, o corretor chega a enviar 20 propostas para resultar em um fechamento. Na thinkseg, tudo isso será diferente. O corretor vai ganhar pela prospecção. Cada iniciativa do corretor será pontuada. Os pontos vão se multiplicando para serem trocados por dinheiro.

“Já estou acostumado a fazer prospecção de clientes para uma empresa norte-americana, recebendo por isso. O modelo de negócio da thinkseg veio de encontro ao nosso objetivo, ou seja, caiu no nosso colo e queremos ganhar mais”, afirma o sócio da SDS Seguros, Deivid Santos, de 35 anos.

O otimismo em relação à possibilidade de aumento da sua carteira de clientes, por meio do APP thinkseg, é compartilhado pela sócia-proprietária da Minghini&Souza Corretora de Seguros, Andréa Minghini, presente no encontro. “Já trabalhamos com a indicação e a captação de clientes por meio das redes sociais. A novo modelo da thinkseg só veio aperfeiçoar esse processo, explica.

Mongeral Aegon está mais uma vez entre as melhores empresas para trabalhar no Rio de Janeiro

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Pela segunda vez consecutiva, a seguradora Mongeral Aegon figura na lista das 50 melhores empresas para se trabalhar no Rio de Janeiro, elaborada pela consultoria internacional Great Place to Work®. O anúncio foi feito ontem, durante cerimônia realizada no Rio de Janeiro. O resultado reflete a percepção de colaboradores e da consultoria sobre as ações de valorização profissional e de qualidade de vida desenvolvidas pela companhia.

“Este novo reconhecimento é consequência de um trabalho intenso que a Mongeral Aegon realiza e um investimento forte da empresa no capital humano, um dos nossos ativos mais importantes”, reforça Carla Muniz, superintendente de Gestão de Pessoas.

Dentre os pontos de maior destaque que levaram à seguradora a esta conquista está o programa de Participação nos Lucros e Resultados (PLR). De acordo com a pesquisa, os colaboradores entendem que a quantia paga pela empresa pelo desempenho do ano anterior é justa.

“Mesmo em anos em que o país vive uma crise, a Mongeral Aegon não deixou de reconhecer financeiramente os seus mais de mil funcionários em todo país através do pagamento da PLR. Uma iniciativa nossa que também explica este entendimento dos nossos funcionários foi a criação de um comitê composto por colaboradores de diferentes níveis hierárquicos para definir os critérios do ano seguinte”, explica Carla.

No último ano, a Mongeral Aegon investiu não apenas na infraestrutura das instalações da companhia, mas também no entorno, melhorando o acesso ao complexo de prédios da matriz da empresa, no Rio de Janeiro. “Este era um ponto de crítica dos colaboradores que a pesquisa de 2014 apontou. Com esta devolutiva, traçamos um plano de ação e, na pesquisa de 2017, já percebemos uma grande melhoria na avaliação dos nossos colaboradores”, complementa a superintendente.

Do ponto de vista da gestão, a seguradora também é bem avaliada. Segundo a Great Place to Work®, os funcionários entendem que há um investimento constante no desenvolvimento de lideranças, seja através de atividades práticas ou por meio de cursos e workshops elaborados pela Universidade Corporativa. Também é destaque o espírito colaborativo, onde os funcionários reconhecem que na Mongeral Aegon as pessoas estão dispostas a dar o máximo de si para o sucesso do trabalho.

“Para manter um bom clima organizacional não existe uma receita de bolo. É preciso que as empresas invistam em ações estruturadas e condizentes com a cultura da companhia. A Mongeral Aegon busca sempre atuar nas três principais esferas que o colaborador valoriza: o reconhecimento, o desenvolvimento e a qualidade de vida”, completa Carla Muniz.

As vagas efetivas e para estágio na Mongeral Aegon em todo o país são divulgadas no Linkedin e na página do Facebook da empresa. Já as oportunidades para profissionais autônomos devem ser buscadas pelo portal Seleção Mongeral Aegon.

Pesquisa da BB Mapfre revela cinco problemas que mais geram prejuízos na manutenção do lar

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A cobertura de danos elétricos é a mais acionada dentre os serviços oferecidos pelo seguro residencial. O dado faz parte de um levantamento produzido pela BB Mapfre e mostra as situações que mais resultaram em gastos com a conservação da residência em 2016.

Ao todo, foram registrados mais de 8,9 mil registros de problemas relacionados à rede elétrica no período, o que corresponde a 46% dos acionamentos e ao pagamento de R$ 32,7 milhões de indenizações aos segurados.

“Essas são ocorrências geradas, em grande parte, por eventos da natureza. A alta incidência de raios no Brasil e as fortes chuvas ocasionam imprevistos com elevado custo de reparação. Por isso, o seguro residencial é uma ferramenta essencial para evitar que o orçamento familiar seja prejudicado diante de imprevistos”, explica Jabis Alexandre, diretor geral de Automóvel e Massificados do GRUPO.

Em segundo lugar está o roubo/furto (21%), com 4,2 mil casos e mais de R$ 20,3 milhões de ressarcimentos pagos. Os casos de vendaval correspondem ao terceiro motivo de maior acionamento (21%), com mais de 4,1 mil casos e ressarcimento total de R$ 18,5 milhões. O quarto lugar no ranking é da cobertura de incêndio/raio/explosão (4%), com 822 chamados e R$ 16,3 milhões em indenizações.

Na sequência, as ocorrências de quebra de vidros correspondem a 3% (622 registros no período), com R$ 947,8 mil pagos aos clientes para a reconstrução do imóvel e aquisição e bens.

Alexandre explica que o seguro residencial é uma “ferramenta de proteção financeira para o maior e mais importante patrimônio físico de muitas famílias, sendo, portanto, fundamental a contratação de uma apólice que conta com coberturas que se enquadram aos possíveis riscos, garantindo um pacote econômico e adequado ao estilo de vida do morador”.

O seguro residencial custa, em média, R$ 350,00 ao ano (podendo ser parcelado em até seis vezes sem juros no débito em conta), variando conforme os detalhes da apólice. O contrato é modular e, além das assistências gratuitas, permite que o cliente inclua coberturas para incêndio, explosão, queda de aeronave, danos elétricos, roubo, quebra de viro, vendaval, proteção para obras de arte, avarias ocorridos com o veículo em garagem e até paisagismo.

Porto Seguro divulga lucro líquido de R$ 454 milhões no semestre, alta de 9%

A Porto Seguro encerrou o segundo trimestre e primeiro semestre do ano com crescimento nos prêmios de seguros, revertendo a queda do primeiro trimestre. O foco da companhia na recomposição das margens proporcionou uma melhora na operação de seguros, resultando em um menor índice combinado. Além disso, os negócios financeiros e serviços obtiveram aumento da rentabilidade. Porém, o resultado financeiro foi menor, explicado principalmente pela queda na taxa de juros e nos índices de inflação.

Na operação de seguros, os prêmios aumentaram 4% no trimestre e 2% no semestre. No seguro de automóvel, foi obtido um crescimento de prêmios consolidado das três marcas de 4% no 2T17, favorecido pelos reajustes de preços, enquanto a frota segurada reduziu 3% (vs. 2T16), em função do ambiente competitivo e da redução da demanda. Contudo, a venda de veículos novos já mostra sinais de recuperação, com um aumento de 4% no semestre (fonte: Anfavea – vs. 1S16). Nos demais seguros, os principais produtos (Saúde, Residência, Vida e Previdência) apresentaram evolução em duplo digito, alinhado com a estratégia da empresa de diversificação dos negócios.

O índice combinado de seguros reduziu 2,5 p.p. no trimestre, atingindo 97,6%, decorrente da redução de 3,0 p.p. na sinistralidade total. A sinistralidade dos seguros de Automóvel e do Saúde decresceram 1,3 p.p. e 5,2 p.p. respectivamente, em função principalmente dos reajustes de preços realizados. Além disso, a sinistralidade dos seguros patrimoniais melhorou 4,3 p.p., beneficiada pela menor incidência de eventos climáticos no trimestre. Por último, os índices de despesas administrativas e de outras despesas operacionais no 2T17 ficaram estáveis, mesmo com a desaceleração dos prêmios ganhos.

As receitas das empresas financeiras e de serviços cresceram 14% no trimestre, intensificadas principalmente pela expansão dos negócios de cartão de crédito, financiamento e telefonia móvel. O indicador de inadimplência das operações de crédito (> 90 dias) encerrou o trimestre em 5,0%, permanecendo 2,3 p.p. melhor em relação aÌ? média de mercado. A participação dos negócios financeiros e serviços no lucro total da empresa aumentou 8 p.p., sendo que a empresa ainda enxerga espaço para expandir de forma estratégica nesses negócios.

O resultado financeiro apresentou um decréscimo de 37% no trimestre, decorrente da redução do CDI médio em 24% e do menor desempenho das aplicações financeiras (ativos de juro real + inflação e renda variável), afetados pelas incertezas no cenário político e pela queda acentuada da inflação. A rentabilidade trimestral da carteira (ex previdência) foi de 2,1% (82% do CDI) e de 5,6% (98% do CDI) no semestre.

O lucro líquido atingiu R$ 238 milhões no 2T17, correspondendo a um aumento de 36% em relação ao mesmo período do ano anterior e o ROAE alcançou 15,0%. No 1S17, o lucro líquido atingiu R$ 454 milhões, com um aumento de 9% (vs. 1S16) e o ROAE atingiu 14,5%. Entretanto, no trimestre o resultado foi favorecido pelo benefício fiscal referente ao pagamento da primeira parte do JCP¹ no valor de R$ 243 milhões. Desconsiderando esse efeito, o lucro do 2T17 seria 1% menor e o do 1S17 reduziria 6%.

Principais Destaques

Receitas totais cresceram 5% no trimestre e 3% no semestre em comparação ao mesmo período do ano anterior.

Crescimento de 4% nos prêmios auferidos de seguros no segundo trimestre e 2% no acumulado do ano.

Lucro líquido no 2T17 de R$ 238 milhões (+36%) e de R$ 454 milhões no 1S17 – sem business combination. Desconsiderando o benefício fiscal referente ao pagamento de JCP, a variação do lucro seria de -1% no trimestre e -6% no semestre.

O ROAE atingiu 15,0% (+3,1 p.p.) no trimestre e 14,5% no semestre (+0,2 p.p.) – sem business combination.

Índice combinado de seguros alcançou 97,6% (-2,5 p.p.) no 2T17 e 98,4% (-1,1 p.p.) no 1S17. O índice combinado ampliado foi de 93,0% (+0,4 p.p.) no 2T17 e de 92,7% (+0,9 p.p.) no 1S17.

Resultado financeiro total de R$ 197 milhões no 2T17 (-37% vs. 2T16) e de R$ 503 milhões no 1S17 (-24% vs. 1S16).

O resultado das aplicações financeiras sem considerar recursos de previdência atingiu R$ 182 milhões no 2T17 (-29% vs. 2T16) e R$ 442 milhões no 1S17 (-18% vs. 1S16), correspondendo a uma rentabilidade de 2,1% (82% do CDI) no trimestre e de 5,6% (98% do CDI) no semestre.

Previsul Seguradora chega aos 111 anos com foco no digital

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Uma seguradora voltada para o futuro, que facilita a vida dos corretores e oferece soluções completas para seus segurados. Assim é a Previsul Seguradora, que completa 111 anos no dia 1º de agosto. Com 4.484 corretores cadastrados, a companhia, que é referência em seguro de pessoas no Brasil, está presente em 12 estados brasileiros, 8 sucursais e 11 escritórios, além da matriz em Porto Alegre (RS).

“Ultrapassar os 100 anos no Brasil é muito raro. Por isso, chegar aos 111 anos representa um marco. A Previsul passou por diversos desafios econômicos e de mercado, e sua capacidade de evolução em todo esse tempo, possibilitou que chegássemos até aqui, sempre buscando garantir as melhores coberturas para as pessoas. Por isso, podemos dizer que a palavra que resume os 111 anos é orgulho”, destaca o presidente, Renato Pedroso.

O principal desafio da empresa, segundo Pedroso, é ser uma companhia moderna que acompanha os movimentos do mercado e busca oferecer, cada vez mais, soluções que possibilitem que as pessoas vivam o hoje de forma mais leve, com a tranquilidade de que o futuro está garantido. “Para isso, investimos cada vez mais em tecnologias que oportunizem mais acesso a informações e que agilizem o contato do corretor com o segurado. Prova disso, é que chegamos aos 111 anos, com muitas novidades”, diz Pedroso.

Uma delas é o Portal do Corretor, canal exclusivo e totalmente digital para que o corretor possa ter acesso a todas as informações sobre cotações e propostas, de uma maneira simples e fácil. O portal permite consultar todo o relacionamento do corretor com a Previsul, como movimentação financeira, pagamento de seguros por apólice e por segurado, além de emitir segunda via de pagamento, de certificado, de boleto registrado.

Para o segurado, está sendo disponibilizado um novo canal que permite acesso completo às informações do seu seguro, tais como faturas, coberturas e assistências além de consultas aos mais diversos serviços.

Outra novidade é o investimento focado no atendimento ao cliente. Visando disponibilizar uma experiência multicanais, a Previsul aposta no atendimento online pelo WhatsApp, no atendimento virtual com o ChatBot no site, além dos Portais do Corretor e do Segurado. “Acreditamos que essas ferramentas digitais possibilitarão ao cliente acesso a diversas informações de seu seguro sem a necessidade de atendimento no 0800. Além destas novidades, lançamos no mês de junho a nova célula de Retenção de Clientes, reforçando com os segurados os benefícios que o seguro proporciona”, afirma Pedroso.

História – A Previsul Seguradora foi fundada em 1906 como Companhia de Seguros Previdência do Sul, na cidade de Porto Alegre. Em 2013, teve suas ações adquiridas pela Caixa Seguradora, quando adotou um novo posicionamento de mercado, com foco em flexibilidade, simplicidade, inovação e modernidade.

Lucro da Itaú Seguridade recua 22,7% no segundo tri, para R$ 601 milhões

O Itaú, maior banco privado do país, divulgou lucro recorrente de R$ 6,169 bilhões entre abril e junho, alta de 10,7% sobre um ano antes. A carteira de crédito total, incluindo avais e fianças, encolheu 3,6% ante mesmo período do ano passado, para 552,35 bilhões de reais.

Na Itaú Seguridade, o lucro líquido recorrente atingiu R$ 601 milhões no segundo trimestre de 2017, redução de 22,7% em relação ao trimestre anterior e redução de 17,4% em relação ao mesmo período do ano anterior.

O Itaú separa os resultados em atividades foco, que consistem na oferta de produtos massificados de pessoas, patrimoniais, prestamista, previdência e capitalização. As demais atividades de seguros correspondem aos produtos de Garantia Estendida, Saúde, nossa participação no IRB e outros.

O lucro líquido recorrente das atividades foco foi de R$ 606 milhões no segundo trimestre de 2017, 14,3% menor em relação ao trimestre anterior, devido principalmente à redução da margem financeira gerencial, explicada parcialmente pela redução do capital alocado, além da menor remuneração dos ativos em comparação com o primeiro trimestre de 2017, e ao aumento de despesas não decorrentes de juros. Em relação ao mesmo período do ano anterior, o lucro líquido recorrente apresentou redução de 10,1%.

As demais atividades de seguros apresentaram, no trimestre, resultado negativo de R$ 6 milhões, redução de R$ 75 milhões em relação ao trimestre anterior, devido principalmente à menor margem financeira gerencial no segmento de Saúde e pelo menor resultado de equivalência patrimonial da nossa participação no IRB.

A estimativa para 2015 permaneceu a mesma, de 0% a 4,5% em resultado e de 0,5% a 4% em vendas.

“Continuamos a concentrar esforços na distribuição por meio de canais próprios e ampliando a oferta de seguros via arquitetura aberta, onde disponibilizamos produtos de seguradoras parceiras aos clientes Itaú”, explica o banco em relatório. Em junho de 2017 o grupo tinha 3,5 milhões de apólices de seguros com parceiros que foram adquiridas por clientes via nossos canais.

A comercialização de seguros e capitalização nos canais bankline/internet, mobile, caixa eletrônico, terminal de caixa e bankfone, representaram 79,2% das vendas a correntistas no trimestre, aumento de 9,6 pontos percentuais em relação ao trimestre anterior. A comercialização de capitalização nesses canais representou 78,0% do total comercializado no período. O valor das vendas de seguros e capitalização a clientes das Agências Digitais representou 14% das vendas totais no segundo trimestre de 2017, aumento de 1,4 ponto percentual em relação ao trimestre anterior.

Ações do IRB estreiam com alta de 4,4% e fecham com valorização de 7,5%, a R$ 29,29

As ações do IRB Brasil Re estreiam na B3 com alta de 4,44%, cotadas a R$ 28,45. No final do pregão, a alta chegou a 7,5%, a R$ 29,29. O Bradesco arrecadou R$ 129 milhões, o Itaú R$ 280,5 milhões e o BB R$ 110,9 milhões. A oferta, precificada em R$ 27,24, movimentou 73.554.000 ações ordinárias (ON, com voto) no valor total de R$ 2,004 bilhões, sem contar os lotes complementares e suplementares.

“Podemos afirmar que, hoje, estamos entre os 10 maiores resseguradores do mundo em valor de mercado”, disse José Carlos Cardoso, presidente do IRB Brasil RE. “Tivemos os 10 maiores investidores do mundo participando da nossa oferta. Desde 2013 esse grupo não participava simultaneamente de um IPO no Brasil”.

“Temos certeza de que esta operação tornará o IRB ainda mais forte para competir no mercado global”, afirma o vice-presidente Financeiro e de Relações com Investidores, Fernando Passos.

Com a realização de seu IPO, o IRB Brasil RE passa a ser a 133ª empresa listada no Novo Mercado, que conduz as empresas ao mais elevado padrão de governança corporativa. As empresas listadas nesse segmento podem emitir apenas ações com direito de voto, as chamadas ações ordinárias (ON).

Tokio Marine lança Auto Popular em três novas praças

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A Tokio Marine anuncia a entrada do seguro popular de auto em três novas praças: Salvador, Campinas e Distrito Federal. O produto já estava em São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Fortaleza, Belo Horizonte, Curitiba e Porto Alegre. O produto visa custar mais em conta. Chega a ser até 50% menor que o dos seguros de carro tradicionais.

“Após uma primeira rodada de muito sucesso, com geração de mais de R$ 1,2 milhão em prêmios em apenas 7 meses, escolhemos lançar o Auto Popular em grandes centros conhecidos pelos potenciais de vendas de seguros Auto. Temos expectativas bastante positivas tanto para clientes, que poderão contar com um seguro de alta qualidade e preço competitivo, quanto para parceiros, que poderão ampliar seu portfólio e, consequentemente, seus negócios” analisa Luiz Padial, Diretor de Automóvel da Tokio Marine.

O seguro Auto Popular faz parte do portfólio Auto da Tokio Marine, um dos mais reconhecidos do mercado e premiado por um dos principais rankings do Brasil, o Estadão Finanças Mais. O produto é destinado a veículos com mais de cinco anos e tem como principal diferença em relação ao seguro tradicional a possibilidade de reparação com as peças novas compatíveis – a exceção ocorre se o conserto envolver peças ligadas à proteção do veículo; nesse caso, o reparo acontece obrigatoriamente com as peças originais. Trata-se, portanto, de um seguro que pode ficar até 50% mais barato do que as opções tradicionais do mercado.

Um dos grandes benefícios que o produto proporciona aos corretores está no fato de 62% de suas vendas até o momento terem sido feitas para clientes que não possuíam seguro, ou seja, o produto está cumprindo seu objetivo de trazer mais consumidores para o mercado segurador “Atingimos o público alvo deste produto, que eram as pessoas que não faziam parte do mercado de seguros de automóvel. Ainda temos uma imensa parte dos veículos no Brasil sem seguros e continuaremos trabalhando para reverter este cenário”, explica Padial.

O foco do Auto Popular da Tokio Marine é a cobertura de colisão e incêndio para danos totais ou parciais, além de assistência 24h completa. Como opcionais, a Seguradora disponibiliza ainda a cobertura compreensiva (roubo e furto, colisão e incêndio), danos a terceiros (RCF-V materiais e corporais) e acidentes pessoais de passageiros. O seguro também oferece diversas opções de carro reserva, serviços de vidros, reparo de para-choque e arranhões na pintura, entre outros benefícios.

Além disso, a Tokio Marine disponibiliza em todos os seus produtos da linha Popular duas opções de franquia: oficina livre ou oficina referenciada, sendo esta última com uma franquia menor. A grande vantagem para o Cliente é que a seleção do tipo de oficina e de seu respectivo valor de franquia será feita apenas no momento do sinistro, mantendo a livre escolha exatamente no modo como é feito no seguro tradicional.

Atualmente, o produto está disponível para os veículos Gol, Voyage, Fox, Astra, Celta, Corsa Classic, Corsa Sedan, Vectra, Uno, Palio, Fiesta, Ká, Clio e i30. Ele atende também um modelo de caminhão (Mercedes Sprinter) e um de utilitário carga (também o modelo Sprinter da Mercedes). A escolha dos veículos foi feita por eles serem os mais bem atendidos pelo “mercado de peças novas compatíveis” nesse momento.

Mercado de seguro D&O deve crescer 15% este ano

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O mercado de seguro de D&O (Director and Officers Liability Insurance), também conhecido como Responsabilidade Civil dos Diretores e Executivos, deve crescer entre 10% e 15% em 2017 e, para os próximos cinco anos a expansão pode chegar a 70%, segundo estimativa do superintendente de linhas financeiras da BR Insurance, Fernando Cirelli. O volume de sinistros registrados na Superintendência de Seguros Privado (Susep) nos cinco primeiros meses do ano soma R$ 90 milhões, ante R$ 27 milhões verificados no mesmo período de 2016. Desde o início da Lava Jato em 2014, até maio deste ano, os sinistros acumulam cerca de R$ 500 milhões.

Em meio as crescentes denúncias de corrupção no Brasil, diretores e executivos de empresas têm buscado se proteger de eventuais processos que possam levar o profissional a ter que utilizar o seu próprio patrimônio para custear honorários de advogados e eventuais indenizações ou acordos.

“Este é um segmento em desenvolvimento. Os executivos estão cada vez mais conscientes de que é preciso separar o patrimônio da sua função atual. É uma prevenção para que o profissional não fique impedido de acessar o seu patrimônio numa eventual ação”, avalia Cirelli.

Os principais sinistros desse tipo de seguro são os que se referem às questões tributárias, ambientais e trabalhistas, e também demandas administrativas de órgãos reguladores como o Banco Central (BC), a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc). O D&O chegou ao Brasil em 1997, com a entrada das multinacionais no País, mas só foi reconhecido a partir de 2002, quando entrou em vigor o Novo Código Civil. Nos Estados Unidos, esse seguro surgiu após o crash da bolsa em 1929, mas ganhou fôlego entre 1970 e 1990.

No início de maio, a Susep divulgou novas regras para o seguro de responsabilidade civil. Entre as mudanças, está a possibilidade de contratação do seguro por pessoa física, cobertura para multas e penalidades cíveis e administrativas, a possível cobertura para o tomador do seguro por atos ilícitos culposos de seus administradores, pagamento diretor ao reclamante, entre outras mudanças. “A mudança deixou o seguro mais eficiente e atualizado para o momento atual”, avalia Cirelli.

Contusões custaram ₤177 a clubes europeus, revela estudo da JLT

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As contusões na última temporada da superliga de futebol da Europa custaram 177 milhões de libras, 20 milhões a mais que o ano anterior. A conta é da JLT, corretora de seguros e resseguros global, que administra apólices de seguros para os principais clubes europeus.

O estudo realizado pela JLT em Londres mostra que foram 713 lesões em 524 partidas. O joelho foi a parte do corpo responsável pelos afastamentos mais longos: 70 dias, em média, apesar de ser o segundo na lista de contusões, custando aos clubes 48,6 milhões de libras. A musculatura posterior da coxa foi a mais contundida (131 lesões) e tirou os jogadores de campo por 31 dias, em média.

O aumento na gravidade das lesões foi um dos fatores que contribuiu para o avanço de 12% no custo. O afastamento médio na temporada 2016/2017 foi de 35 dias. Na temporada anterior ficou abaixo de 30 dias.

O Manchester City foi o clube que mais pagou pelo jogadores lesionados: 18,3 milhões de libras. Foram 30 lesões que afetaram a equipe de Pep Guardiola na temporada. O Manchester United aparece em segundo lugar na lista, com 17,8 milhões de libras.

O jogador do City que passou mais tempo lesionado foi Vicent Kompany, que ficou, no total, 255 dias afastado por diferentes problemas físicos. A lista de lesionados do clube incluiu Sergio Aguero, Raheem Sterling, Leroy Sané, Bacary Sagna e Gabriel Jesus ao longo da temporada.

De acordo com Marcelo Blanquier, diretor e especialista em riscos de esporte e entretenimento da JLT Brasil, diferentemente do que ocorre na Europa, em geral, a cobertura padrão contratada pelos clubes brasileiros é muito básica. Não reembolsa o investimento do clube no atleta nem do agente, que ficam com o prejuízo causado pelo afastamento do jogador em caso de contusão grave.

“A maioria dos clubes tem apenas o seguro de vida tradicional, que cobre o jogador e indeniza a família em caso de acidente, morte etc. Mas não cobre a atividade profissional do jogador. Não existe uma espécie de lucro cessante para quem detém os direitos do jogador”, explica.

Blanquier conta que o mercado brasileiro de seguros já registrou demandas para jogadores de futebol mais valorizados, mas são casos específicos, como apólices de garantia para jogadores já vendidos para o exterior. “Isso é raro. Em geral, os clubes optam por produtos mais baratos. Essa preocupação com seguro ainda não faz parte da cultura brasileira na área de esporte”.