Porto Seguro aprova distribuição de dividendos

Fonte: Reuters

A Porto Seguro (SA:PSSA3) comunicou ao mercado que seu Conselho de Administração aprovou a declaração de dividendos intermediários à conta de reservas de lucros existentes nas demonstrações financeiras de 31 de dezembro de 2017.

Com isso, serão distribuídos um total de R$ 500 milhões, valor que vai representar dividendos de R$ 1,54658453 por ação da companhia, sem retenção de imposto de renda na fonte. A data prevista para pagamento é o dia 7 de junho. A base acionária a ser considerada para o respectivo crédito contábil será aquela correspondente ao final do dia 28 de maio de 2018.

Com isso, a partir de 29 de maio de 2018, as ações da companhia serão negociadas ex- direito aos dividendos. A Companhia esclarece que estes dividendos não serão imputados ao dividendo mínimo obrigatório relativo ao exercício social a ser encerrado em 31 de dezembro de 2018.

No início do mês, a Porto Seguro informou que o lucro líquido da companhia de seguros atingiu R$ 278 milhões no primeiro trimestre, número recorde para o período, representando um crescimento de 29% quando comparado ao mesmo trimestre de 2017.

Esse aumento é proveniente principalmente da evolução do resultado do seguro de auto, que dobrou a lucratividade no período. “Dessa forma, estamos otimistas com a perspectiva de retomada do crescimento econômico, que poderá contribuir tanto para que o setor de seguros continue crescendo acima do PIB nos próximos anos, quanto para a expansão dos demais negócios em que atuamos”, disse a empresa na época.

A Porto Seguro afirma que obteve um resultado operacional três vezes maior, reflexo do melhor Índice Combinado dos últimos 10 anos, ultrapassando os ganhos financeiros do período, apesar da queda da taxa de juros, que afeta as receitas com a aplicação dos recursos da seguradora.

Como o GDPR afeta o mercado de seguros?

O blog Sonho Seguro foi ouvir dois especialistas no assunto para entender como as empresas brasileiras podem ser afetadas pela legislação europeia de proteção de dados ou General Data Protection Resolution (GDPR), que entra em vigor na sexta, 25 de maio. Algumas certezas e muitas dúvidas. Certamente a demanda pelo seguro cibernético aumentou muito. Paralelamente, os pedidos de indenização superaram em muito a expectativa inicial dos atuários. E os clientes se surpreenderam que os custos ficaram muito além do que o seguro cobria.

Eis um segmento que aprende com o dia a dia. E agora tem de aprender também com a nova regra europeia. “Muitas empresas brasileiras buscam entender como podem ser afetadas. E certamente se manuseiam dados, podem ser penalizadas pelas elevadas multas decorrentes do descumprimento da legislação e dos incidentes de vazamento de dados”, explica Thiago Luís Sombra, CIPP/E, sócio da área de Proteção de Dados e Cibersegurança do escritório Mattos Filho.

Sá, da AIG: a quantidade de pedidos de indenização em 2017 foi a mesma do acumulado entre 2013 a 2016

Segundo Flávio Sá, gerente de linhas financeiras da AIG, a maior do mundo em riscos cibernéticos, é importante que as empresas brasileiras fiquem atentas, pois muitas delas sequer sabem que manipulam dados europeus. Apesar da Lei ter sido divulgada há dois anos, há seis meses que começou o corre corre para entendê-la melhor.

O GDPR foi apontado como uma das mudanças de maior impacto global não só na indústria de tecnologia, mas também em setores como as seguradoras e instituições financeiras. O objetivo do GDPR é dar aos usuários estabelecidos na União Europeia maior controle sobre os seus dados pessoais coletados, tratados e armazenados por meio da internet, mediante a imposição de multas de até 4% do faturamento global da empresa ou € 20 milhões para infrações graves. “Essas infrações incluem por exemplo a não notificação das autoridades em até 72hs depois de um incidente de vazamento de dados”, explica Sombra.

 

Segundo estudo da AIG, a quantidade de pedidos de indenização em 2017 foi a mesma do acumulado entre 2013 a 2016. Empresas de serviços profissionais, como advogados e contadores, responderam por 18% das reclamações do seguro cibernético no ano passado, acima dos 6% entre 2013 e 2016. Um crescimento e tanto, promovido por  ataques cibernéticos conhecidos como WannaCry e NotPetya.

 

 

 

 

 

 

 

O seguro de cobertura cibernética pode cobrir sinistros que envolvam comprometimento de sistemas de TI após um ciberataque, perda de informações relevantes para órgãos públicos e empresas, vazamento de dados contábeis e até cobertura por eventuais danos reputacionais.

Sombra: “Somente o tempo dirá se a correspondência entre valores pagos a título de prêmio e risco de sinistro é condizente com o potencial de atuação e imposição de multas”

Para que se tenha uma dimensão do impacto do GDPR no mercado de seguros europeu, o número de corretores oferecendo seguros cibernéticos no Lloyd’s of London cresceu neste ano mais de 20%. Analistas do banco de investimentos Jefferies estimam que o mercado global de seguro cibernético crescerá de pouco menos de US$ 4 bilhões em prêmios este ano para US $ 7 bilhões em 2020.

A forma de mensuração dos riscos para efeito de cálculo dos prêmios e indenizações decorrentes da atuação das autoridades europeias de proteção de dados ainda é uma incógnita, em especial se for considerada a capacidade de sancionar empresas situadas fora da União Europeia, diz Sombra.

Sá, da AIG, que tem participado de inúmeros seminários sobre o tema com a participação de clientes, advogados, corretores e especialistas envolvidos com o tema, afirma que o cenário brasileiro  é bem distinto. “No Brasil há empresas com maturidade maior, mas tem empresas gigantes que não tem esse preocupação ainda para riscos cibernéticos. Temos trabalhado em parceria com mercado de seguranca de informação, mostrando as ferramentas que podem ser oferecidas. O seguro é apenas uma delas.”

Há empresas que tem operação internacional e para essas a oferta da seguradora é emitir uma apólice de riscos cibernéticos no país de origem do risco,  atrelada ao programa mundial. “Esse contrato tem um serviço diferenciado para responder eventual questionamento no país de risco”, explica Sá. Mesmo a empresa que não tem operação na Europa, mas manuseia dados europeus, tem de se preocupar, pois está exposta ao risco da nova lei, que aborda companhias que lidam com dados europeus e não com dados de país”, esclarece o executivo da AIG.

Outro segmento de empresas, segundo a percepção do especialista da AIG, é a que ainda sequer conhece o seu próprio risco. “Para essas, recomendamos prestadoras de serviços especializados, que fazem uma varredura no banco de dados para identificar se a empresa manipula dados de grupos europeus”, conta. “Se a empresa não conhece a base de dados, ela não sabe sequer o risco que corre.”

Tais informações são cruciais para que as seguradoras calculem o preço do seguro. Por ser hoje o risco mais temido no mundo, com forte demanda, certamente o preço do seguro é alto. Sendo assim, quanto mais segurança a empresa tiver, melhor ficará o custo. “O seguro é para um risco residual. Ele cobre apenas uma parte daquilo que todos os investimentos da empresa em segurança não consegue cobrir”, explica Sá. A empresa tem de ter proteção básica para todas as camadas da rede de dados.

“As que não tem o nível mínimo de proteção são recusadas ou o preço é tão elevado que não compensa. A recomendação para esse grupo é que invistam em tecnologia e quando estiver com o processo mais maduro procure novamente a cobertura de seguro, pois certamente encontrará um preço acessível. Uma vez fechado o seguro, o contrato  cobre todos os riscos e faz exigências para emitir a apólice.

Calcular o quanto de perdas um ataque cibernético pode causar, é uma incógnita ainda para segurados e seguradoras, principalmente considerando a estrutura Distributed Ledger Technology, a base do blockchain. Segundo estudo da AIG, enquanto os pagamentos de resgates geraram apenas cerca de US$ 150 milhões, as perdas econômicas totais associadas ao WannaCry são estimadas em US$ 8 bilhões, com meio bilhão de dólares atribuídos a custos diretos e interrupção indireta nos negócios.

Isso mostra que a maioria dessas perdas foi subestimada. Segundo Sombra, somente o tempo dirá se a correspondência entre valores pagos a título de prêmio e risco de sinistro é condizente com o potencial de atuação e imposição de multas que se supõe serem as autoridades europeias capazes de impor.

 

IRB recebe rating Excelente (A-) da A.M.Best

Release

​A agência internacional de classificação de risco A.M. Best revisou as perspectivas do IRB Brasil RE, que recebeu hoje, quinta-feira, dia 24/05, o comunicado oficial elevando sua avaliação de estável para positiva. A instituição ainda concedeu à companhia, mais uma vez, o rating Excelente (A-) de Força Financeira e de Crédito de Emissor de Longo Prazo, destacando como pontos relevantes que justificaram o parecer “a solidez do balanço do IRB, bem como seu forte desempenho operacional, perfil de negócios neutro e gerenciamento de risco corporativo apropriado”.

Essa atualização no panorama futuro do IRB, de acordo com a A.M. Best, foi baseada na flexibilidade financeira da empresa e no forte desempenho operacional – mesmo em um ambiente macroeconômico adverso e ainda desafiador, com taxas de juros mais baixas.

“O upgrade na perspectiva pela AM Best demonstra a confiança que já se deposita na gente. É gratificante ver todo nosso empenho em superar resultados, inovar e conquistar novos negócios se transformando em reconhecimento”, comemora o presidente do IRB, José Carlos Cardoso.

Ele atribui cada conquista da companhia a uma perfeita combinação de experiência e conhecimento do mercado brasileiro, aliados ao que existe de mais moderno no segmento de resseguros global. Apesar do cenário político-econômico brasileiro desfavorável, o IRB se mantém blindado em sua trajetória de expansão no mercado nacional e internacional, firme na estratégia de atuação com foco na América Latina.

A vice-presidente de Riscos e Compliance do IRB, Lucia Valle, complementa reforçando as razões dos ganhos gerais consistentes da empresa nos últimos anos. “Fomos impulsionados por um forte desempenho operacional, mas temos aqui algo que consideramos essencial: uma gestão integrada de riscos eficiente, que nos apoiou na manutenção da nota da A.M. Best e nos elevou na avaliação de perspectiva”, aponta ela.

No comunicado oficial, a A.M. Best ainda destaca que “apesar da queda constante nas taxas de juros, o IRB conseguiu entregar retornos de investimentos superiores, que são substancialmente mais altos no Brasil em relação aos padrões atuais norte-americanos/europeus devido aos rendimentos mais altos. O retorno sobre o patrimônio líquido do IRB também está entre os mais altos para as empresas de resseguro do setor”.

Livro sobre DPVAT ganha segunda edição

Foi lançado nesta quinta-feira, 24 de maio, o livro DPVAT – Teoria e Processo, dos advogados Aldairton Carvalho e Liana Furtado. A segunda edição da obra, publicada primeiro em 2014, que atualiza a análise do Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre diante do Novo Código de Processo Civil de 2015, foi apresentada às principais lideranças do mercado no coração do setor no Rio: o Edifício das Seguradoras, localizado no Centro, em um agradável coquetel.

“Essa obra é fruto de uma advocacia que já contabiliza mais de 100 mil defesas em 16 estados da federação e, hoje, a mais isenta e bem conceituada publicação nas palavras do judiciário em relação ao seguro DPVAT. Passamos cinco anos para desenvolver a primeira edição e, agora, depois de quatro anos, lançamos a segunda. Ela inaugura uma nova fase em matéria desse seguro, que tem se mostrado ao longo dos anos tão difundido e tão importante para a sociedade”, contou Carvalho.

A bagagem adquirida na assessoria jurídica ao Convênio DPVAT, desde 2009, fez com que os autores acompanhassem, desde primeira edição da obra, em 2013, todas as mudanças na regulação do seguro, no valor do prêmio, na inclusão de novas seguradoras ao convênio, entre outros temas. Os especialistas analisam também o aumento do número de indenizações pagas – 400 mil até o final de 2017 – e o forte trabalho de combate à fraude que vêm sendo realizado. Liana Furtado destaca que “é necessário ampliar o conhecimento sobre a matéria para melhor salvaguardar o direito dos cidadãos.”

Durante o lançamento, os autores agradeceram a presença do diretor jurídico da Seguradora Líder, Hélio Bitton, ressaltando a importância da nova fase da seguradora, com diretoria renovada, “composta por um grupo de advogados que a defende e movimenta em todo o país”, nas palavras de Carvalho. Foram citados também, como grandes colaboradores para o desenvolvimento da obra, os advogados José Bonifácio, da sociedade de advogados Aldairton Carvalho, e Maristella Melo, da Seguradora Líder; e o consultor Mário Waichenberg.

Segundo os autores, o objetivo do trabalho é que o leitor, operador ou não do direito, tenha uma ferramenta útil no desvendamento desse seguro. “O seguro DPVAT é, na minha opinião, o melhor seguro que deve ser exportado pelo Brasil. É um produto admirado pelo mundo por conseguir, independente de pagamento ou não, cobrir uma população de 200 milhões de pessoas”, conclui Carvalho.

Caixa Seguridade elege José Raimundo Lima como novo presidente

Reuters e Agência Estado

A Caixa Seguridade, que reúne as participações da Caixa Econômica Federal nas áreas de seguros e previdência, informou que seu conselho de administração elegeu nesta quinta-feira José Raimundo Santos Lima como novo diretor-presidente.

Lima, eleito para mandato até maio de 2020, substitui Raphael Rezende, que presidiu a companhia nos últimos dois anos. Empregado de carreira da Caixa, Lima foi diretor na CaixaPar e diretor de Novos Negócios na Caixa Seguros.

A troca acontece no momento em que a Caixa Econômica negocia com os sócios franceses da CNP Assurance uma extensão do contrato para venda de produtos de seguros no balcão do banco. Simultaneamente, a Caixa Seguridade prepara terreno para se listar na bolsa com uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês).

Segundo a Agência Estado, a nomeação de José Raimundo Santos Lima não pegou bem no mercado. O executivo foi acusado de formação de quadrilha e corrupção passiva na CPI do Cachoeira, arquivada em 2012. Isso vai atrasar o processo de reestruturacao da área de seguros.

Greve dos caminhoneiros. O seguro cobre as perdas?

ESTE POST SERÁ ATUALIZADO AO LONGO DO DIA

Atualização 17h30 – Marsh McLennan

 

“O Seguro de Responsabilidade Civil do Transportador não cobre os prejuízos provocados decorrentes às greves”. Essa é a primeira frase dita nas entrevistas que estou fazendo sobre como o mercado segurador vai atuar diante da greve e das consequencias dela.

Passado o susto, a entrevista continua. Apesar de perdas e danos decorrentes de greves serem riscos excluídos das apólices de seguros, é possível inclui-lo no Seguro de Transporte Nacional e Internacional (importação e exportação) através da cobertura adicional de riscos de greves, lembrando que conforme Decreto Lei 73/66 e regulamentada pela Lei nº 61.867 de dezembro de 1967, são obrigatórias a contratação do RCTR-C pelo Transportador e o Seguro de TN por parte do embarcador.

Caso a cobertura adicional de riscos de greves seja contratada pelo embarcador (não transportador), a mesma garante a cobertura dos prejuízos, exclusivamente, às mercadorias decorrentes da greve, bem como, eventuais ataques nas rodovias por vândalos, quando incendeiam caminhões e roubam as cargas, comentou o diretor em logística da JLT Specialty Brasil, Thiago Gonçalves.

A Mitsui é uma das maiores segurdoras de transportes do pais. Segundo o vice-presidente Hélio Knoshita, o maior apoio e contribuição aos clientes neste momento vêm das empresas gerenciadoras de riscos que, acompanhando diariamente as movimentações dos grevistas, divulga reportes de hora em hora sobre os locais interditados e monitorando os embarques em curso no intuito de redobrar a atenção com o propósito de evitar ocorrências de furto e roubo.

Para aqueles embarques que não estejam em curso, a orientação é permanecer em locais seguros até que o movimento se dissipe. Com relação a coberturas e exclusões, a Mitsui afirmou ser uma condição que depende do tipo de cobertura contratada pelo cliente.

De acordo com Sergio Caron, superintendente de transporte da consultoria de risco e corretora Marsh, as seguradoras estão enviando alertas sobre as regiões com maior probabilidade de manifestações e divulgando recomendações de gerenciamento de risco, visando minimizar a exposição de risco dos seus segurados.

A corretora enviou 7 alertas importantes visando diminuir o impacto da greve de caminhoneiros nas operações de transporte, como evitar rodar nas regiões com manifestações; não iniciar viagem ou reiniciar sem autorização e liberação por parte do transportador; planejar a viagem e evitar os locais de manifestação; pernoite em local protegido e longe dos pontos de manifestações; não tentar furar algum bloqueio que por ventura encontrar durante a vigem; procurar parar em local iluminado e próximo de câmeras de segurança; estar atento e preparado para as condições adversas existentes no percurso;

Segundo a Marsh, algumas empresas estão procurando rotas alternativas no transporte rodoviário (estradas secundárias), tanto para realizar a distribuição de produtos acabados, quanto para a coleta de matéria prima. Tendo em vista que o combustível utilizado nos aeroportos chega predominantemente por via terrestre, as companhias aéreas estão divulgando avisos para que os passageiros verifiquem a situação do aeroporto de saída e também no aeroporto de chegada.

A corretora Marsh explica que o risco de greves é uma exclusão nos seguros de transporte nacional e internacional. Porém, é possível a cobertura adicional para os danos às mercadorias decorrentes de greves, tumultos, motins e comoções civis, mediante a contratação de clausula adicional. Os prejuízos ocasionados às mercadorias decorrentes de atos de grevistas ou até mesmo eventuais ataques nas rodovias realizados por vândalos, quando incendeiam caminhões e roubam suas cargas, estão cobertos pelo seguro de transporte nacional do embarcador quando esse possuir a cobertura adicional para esses riscos em sua apólice.

Continuidade de negócios – Para Roberto Zegarra, vice-presidente sênior da Marsh Risk Consulting na América Latina, diante da situação atual se vê como a preparação prévia e planos de continuidade de negócio podem fazer uma diferença importante nas operações de uma empresa. “A Marsh sempre alerta e ajuda os seus clientes a melhorar a sua resiliência corporativa, o que inclui estar preparado para qualquer situação adversa ou eventualidade, como a disrupção da sua cadeia de valor.

A cadeia de valor não só inclui a matéria prima, embalagem, suprimentos e distribuição do produto terminado, mas também o transporte dos colaboradores, parceiros e insumos necessários para as operações. As empresas que se prepararam e têm planos de resiliência para suas as operações e sua cadeia de valor se destacam durante uma crise e se diferenciam frente a concorrência”, afirma o executivo.

 A recomendação aos segurados é:

  • Não transportar onde existem atos grevistas. Lembramos que não existe cobertura dentro do Seguro de Responsabilidade Civil do Transportador e no caso do embarcador deve existir a cobertura adicional contratada;
  • Mesmo com a cobertura adicional contratada pelo embarcador, informamos que “ má conduta intencional do segurado” não tem cobertura;

Recomendação de gerenciamento de risco:

  • Programação: as saídas dos veículos de carga devem ter a programação de horários e rotas para tráfego diurno e evitar a região afetada pela paralisação. Na impossibilidade de evitar a região, procurar por locais seguros (pátio de transportadores e postos homologados) para paradas e/ou pernoites e aguardar normalização;
  • briefing: antes da saída para uma viagem, além dos itens de segurança do caminhão, também podem ser checados os sensores, atuadores e outros atributos que auxiliam o gerenciamento de risco. Também deve-se repassar as informações da viagem junto ao motorista, enfatizando a necessidade de cumprimento do PGR;
  • rastreamento e monitoramento: dar preferência para veículos que possuam segunda tecnologia. É importante para que o gerenciamento de risco não seja prejudicado caso o veículo tenha problemas por conta dos protestos.

Seguro de vida da SulAmérica é indicado em pesquisa da Proteste

A SulAmérica teve seu produto de vida individual (SulAmérica Vida Individual) apontado como a melhor escolha por quem deseja economizar na proteção, sem deixar de ter serviços satisfatórios. Ao consultar o portal da Proteste, o teste com seguro de vida ainda não consta da relação de serviços.

Segundo comunicado da SulAmerica, a pesquisa realizada pela entidade de defesa dos consumidores Proteste organização que realiza testes de controle de qualidade para melhor decisão de compra, entre outros serviços, e possui diversas publicações voltadas para as relações de consumo; contou com a participação de um comitê de consumidores. Após as seguradoras responderem aos questionários enviados pela empresa, esse comitê pôde avaliar todos os planos individuais disponíveis no mercado.

“O Seguro de Vida Individual tem crescido nos últimos cinco nos cerca de 20% ao ano e a estimativa é que este produto seja o de maior crescimento nos próximos 10 anos, pois o seguro de vida tem sido visto cada vez mais como uma opção de complemento aos planos de previdência e de saúde”, afirma Fabiano Lima, diretor de Vida e Previdência da SulAmérica Seguros.

Além da cobertura obrigatória em caso de morte, o SulAmérica de Vida Individual possui várias coberturas disponíveis para contratação, o que possibilita a personalização do seguro conforme as necessidades de cada segurado. Algumas delas são: invalidez permanente total ou parcial por acidente, morte com extensão ao cônjuge, doenças graves, funeral individual, invalidez funcional total e permanente por doença, entre outras.

Sobre

 Porto Seguro elimina taxa para fundo de previdência Diamante

Release

A partir deste mês, o Porto Seguro Vida e Previdência deixa de cobrar taxa de carregamento nos fundos Diamante e Diamante Plus dos seus planos de previdência privada, voltados para clientes Premium. Além dessa vantagem, foi reduzido de R$ 500 mil para R$ 100 mil o valor de aporte inicial no Diamante Plus. Para o fundo Diamante o valor de aporte inicial mínimo já é de R$ 50 mil.

A estratégia visa beneficiar o contratante, atrair novos negócios e incentivar o investimento em longo prazo. “Numa sociedade em que o número de idosos, com expectativa de vida de 75 anos, está muito maior que o de jovens, a previdência privada é uma boa solução para manter no futuro o mesmo padrão de vida que tinha ao trabalhar, especialmente para os que recebem acima de dez salários mínimos. Trata-se de uma previdência complementar à previdência social”, explica Fernanda Pasquarelli – Diretora de Vida, Previdência e Investimentos da Porto Seguro.

Além dos planos Diamante, o Porto Seguro Vida e Previdência também trabalha com os produtos Rubi voltados para o varejo. “O ponto forte dos planos é a flexibilidade, já que o investidor pode alterar os valores ao longo do tempo, bem como suspender e retomar as contribuições quando desejar, mês a mês ou por meio de aportes eventuais. Nosso objetivo é fortalecer a presença no mercado brasileiro, diversificar nosso portfólio e atender diversos perfis de clientes. Queremos proporcionar uma reeducação financeira com estímulo ao investimento de longo prazo”, complementa Pasquarelli.

Sócios do banco Neon, liquidado pelo BC, são afastados do conselho da Pottencial Seguros

A Pottencial Seguradora divulgou Ata de Reunião realizada no dia 4 de maio na qual o presidente José Salim Mattar Júnior recebeu as cartas de renúncias dos membros do conselho de administração da companhia, Carlos Géo Quick, João de Lima Géo Filho e Renato Medrado Géo. A Ata foi publicada no Diário Oficial desta quinta-feira.

Os executivos são sócios do Banco Neon, instituição que sofreu liquidação extrajudicial do Banco Central no início de maio.

“Vejo com grande interesse a plataforma de seguro do Itaú”

Atuar mais na distribuição de terceiros. Esse foi um dos temas abordados por Candido Bracher, presidente do Itaú Unibanco, em entrevista publicada pelo Valor. O executivo abordou diversos temas, como as eleições  serem um elemento de “incerteza natural” e afetam o crescimento econômico de forma moderada ao postergar decisões de investimentos.

Sobre seguro: “No caso de seguros, vejo com grande interesse a possibilidade de abrir nossa plataforma, de atuar mais na distribuição de produtos de terceiros usando nossa força de distribuição, que é uma das principais do banco e é onde se concentra boa parte da receita em seguros. Já distribuímos seguro dental hoje em dia [da Metlife ]. Todas essas coisas vamos fazer ao longo dos próximos anos. O objetivo na gestão do banco, aquilo que eu gostaria de conseguir, é que o Itaú Unibanco se torne permanentemente preparado para a transformação. Mais do que transformar o banco desse ponto para aquele ponto, é capacitar o banco para para enfrentar transformações constantemente, porque isso é que vai ser a realidade daqui para a frente.”