Diretoria do Sincor-SP assume mais uma gestão

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Com a presença de lideranças políticas, de entidades do mercado de seguros e seguradores, o Sincor-SP (Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo) promoveu a cerimônia de posse da diretoria nesta segunda-feira (28/5), no Mosteiro de São Bento. O grupo de corretores de seguros que compõe a diretoria foi reeleito por aclamação para a gestão 2018-2021.

“Há quatro anos, os corretores de seguros nos deram essa oportunidade de estar sob o comando de um Sindicato com uma forte representação. Agora, depois de grande esforço de todos os profissionais que fazem parte da diretoria, veio o reconhecimento de uma reeleição por aclamação”, lembra o presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo.

Camillo e a diretoria foram eleitos por aclamação durante Assembleia Geral Ordinária, realizada no dia 26 de março, já que a chapa foi a única inscrita para as eleições do Sincor-SP.

Durante a cerimônia de posse, o superintendente da Susep, Joaquim Mendanha de Ataídes, ressaltou o incentivo ao empreendedorismo que o Sincor-SP concedeu aos corretores de seguros nos períodos mais difíceis. “Os olhos dos corretores de seguros se voltaram ao Sincor-SP nos últimos quatro anos. E, para os anos seguintes, tenho certeza de que atrairão muito mais”, completa.

O presidente da Fenacor, Armando Vergílio, lembrou da representatividade do Sincor-SP e da força do Estado de São Paulo no mercado de seguros. “A reeleição de uma diretoria, ainda mais em um Estado tão importante politicamente, é uma grande conquista”, declara.

Representando o presidente da CNseg, Marcio Coriolano, o vice-presidente, Gabriel Portella, lembrou a expectativa que o mercado tinha com a primeira eleição.  “Em 2014, acompanhamos a posse do novo presidente do Sincor-SP, esperançosos com a nova liderança. Hoje, vemos que a entidade se tornou uma grande força a todo o mercado de seguros”, revela.

“A dinâmica que esta diretoria adotou nos últimos anos é um estímulo para continuar um excelente trabalho. Hoje é um dia de festividade e de alegria, mas também de reforçar um compromisso”, ressalta o presidente do SindsegSP, Mauro Batista.

O presidente da Escola Nacional de Seguros, Robert Bittar, lembrou os desafios enfrentados pelo caminho. “Esta gestão foi feita de momentos desafiadores. Isto mostra que todos vocês têm caráter e coragem para enfrentar novos desafios”, completa.

Durante o evento, também foram entregues os certificados de gestão para os diretores que atuaram no período de 2014-2018 e documentos de diplomação para o exercício no novo período.

Projeto de Lei 3139, que se transformou em PL Complementar, tem de ser aprovado pelo Congresso

Diante de tantas versões sobre qual será o andamento político do projeto Projeto de Lei 3139/15, que regulamenta as associações em cooperativas e entidades de autogestão, apresentado pelo relator e deputado Vinicius Carvalho (PRB-SP), eis um roteiro abaixo preparado pela CNseg:
Na Câmara dos Deputados:
1. O PL é de lei ordinária e de autoria de deputado. Por isso, seu despacho inicial foi conclusivo na Comissão Especial.
2. Tendo em vista a natureza do assunto, o parecer do relator Vinicius Carvalho, aprovado pela Comissão Especial, transformou o PL em projeto de lei complementar (PLP).
3. Por isso, o PLP tem que ser votado também pelo Plenário da Câmara dos Deputados, por maioria absoluta (257 votos sim, no mínimo), em votação nominal
4. Em Plenário, ainda pode ser modificado por emendas ou por destaques.
5. Uma vez aprovado na Câmara dos Deputados, o projeto vai para o Senado Federal.
No Senado Federal:
1. É despachado a Comissão ou Comissões, para emissão de parecer.
2. Após exame das comissões, vai a Plenário.
3. Se Senado aprovar sem alteração ou com alteração redacional, o projeto vai à sanção do Presidente da República
4. Se Senado aprovar com alteração de mérito, o projeto volta à Câmara (Comissão Especial e Plenário) para exame dessas alterações.
Resumindo, a Câmara dos Deputados pode acatar ou rejeitar no todo ou em parte as alterações do Senado. Não pode acrescentar nada de novo. O Projeto de Lei foi aprovado em Comissão Especial e será apreciado pelo Plenário da Câmara dos Deputados porque a Comissão o transformou em Projeto de Lei Complementar. Posteriormente, será encaminhado ao Senado Federal.

Leia mais:

https://www.sonhoseguro.com.br/2018/05/depois-de-brigarem-anos-a-fio-seguradoras-e-cooperativas-agora-no-mesmo-barco/

Travelers faz parceria com corretora Process

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A capacidade de ofertar soluções inovadoras em seguros corporativos tem sido um importante fator de fortalecimento dos projetos de seguros ligados a segmentos de pequenas e médias empresas no Brasil. A Travelers Seguros enxerga nesse cenário uma oportunidade para trabalhar com corretoras especializadas, como a Process, na oferta de produtos customizados que atendam às necessidades específicas dos segmentos de infraestrutura e construção civil.

Construir um relacionamento com corretoras especializadas é vital para permitir que a nossa empresa possa atender da melhor forma possível, corporações que requerem alta expertise técnica”, diz Leonardo Semenovitch, diretor presidente da Travelers Seguros no Brasil. “A Process é um exemplo concreto de corretora que vem demonstrando sinergia com a Travelers. Eles possuem uma equipe com profundo conhecimento das necessidades específicas dos setores de construção e infraestrutura. Juntos estamos desenvolvendo programas de seguros aderentes aos riscos específicos das atividades econômicas de seus clientes”.

A Process tem mais de 20 anos de experiência no atendimento a uma vasta gama de negócios, exclusivamente voltado a Pessoas Jurídicas. A corretora se orgulha de trabalhar com seguradoras que oferecem soluções customizadas para amparar os riscos inerentes ao escopo de projeto e operações de cada segurado.

“Atendemos nossos clientes de maneira muito próxima, o que vem sendo essencial para nosso forte crescimento, mesmo em momentos não tão favoráveis da economia do país. Nossa parceria com a Travelers vem trazendo grandes resultados e conquistas em diversos segmentos do nosso mercado, sempre mostrando para o cliente que seu programa de seguros pode ser sob medida e viável economicamente”, explica Cláudio Oliveira, sócio da Process.

Icatu traz Rafael Rosas como superintendente de Canais Digitais

Líder entre as independentes nos segmentos de Vida, Previdência e Capitalização, a Icatu Seguros está mergulhada no ecossistema digital para oferecer a melhor experiência aos seus clientes, futuros clientes, corretores e parceiros. Por isso, reforçou sua área de Experiência Digital e trouxe o administrador de empresas Rafael Rosas para atuar como superintendente.

Rafael construiu sua trajetória profissional no mercado de seguros, com experiência em Saúde, Auto e Residência, e Vida e Previdência. Iniciou a carreira na Bradesco Seguros, em 1999, e também passou pela BB Mafre, como gerente executivo de canais digitais. Por quatro anos, atuou como superintendente de transformação digital na Mongeral, antes de criar duas insurtechs e ter experiências na Singularity University e no Vale do Silício – berços da inovação mundial. Também é palestrante da Funenseg para assuntos relacionados à inovação no mercado de seguros.

O convite feito ao executivo para integrar o time da Icatu é mais um indicativo de como a companhia aposta em inovação. Há cinco anos, por exemplo, a Icatu criou o Laboratório de Inovação, para servir de celeiro aos projetos da casa.

 

Thais Barreto é a nova gerente de marketing da Youse

A Youse, da Caixa Seguradora, anuncia a contratação de Thais Barreto para o cargo de gerente de Marketing de Performance. A executiva passa também a responder como Product Owner da squad de Aquisição, na qual tem como missão otimizar o processo de conquista e gestão de novos clientes.

Swiss Re consegue derrubar liminar para arresto cautelar de bens de Germán Efromovich

Depois de Chubb e Fator conseguirem no final do ano passado o arresto de 200 milhões de ações da Aviança para executar a contra garantia de uma apólice que garantia a entrega de navios encomendados ao estaleiro de Germán Efromovich, agora foi a vez da Swiss Re comemorar.  Na semana passada, a seguradora conseguiu revogar a liminar que suspendia o arresto cautelar de bens dos fiadores contratuais Germán Efromovich, “Synergy Enterprises Corp.” e “Synergy Group Corp.”.

Segundo o acórdão expedido pelo Tribunal da Justiça de São Paulo, as ações em si ainda não foram arrestadas. A ordem é de arresto genérico, de todos os bens. O seguro garantia assegura que o contrato será cumprido dentro das condições acordadas. Se não for, a seguradora indeniza o tomador do crédito e executa as contra garantias.

Germán Efromovich é o controlador do Synergy Group, um grupo diversificado, fundado em 2003 e que inclui estaleiros, empresas médicas, serviços de aviação comercial, petróleo, hotelaria, turismo e agricultura. O Synergy Group é baseado no Rio de Janeiro.

Em 2015, os estaleiros Mauá, Ilha e Eisa Petro Um, todos de German Efromovich, fecharam as portas deixando as encomendas bilionárias literalmente a ver navios. No Maúa, de quatro encomendas, três ficaram inacabadas, com custo aproximado de US$ 87 milhões cada. O Eisa Petri Um foi criado para construir oito navios petroleiros encomendados em janeiro do ano passado pela Transpetro, subsidiária da Petrobras — no valor de R$ 1,4 bilhão.

Valor Econômico publica a Revista de Seguros 2018

A Revista Valor Financeiro –  Seguros, Previdência e Capitalização 2018 circula com a edição do jornal  Valor Econômico para assinantes nesta segunda-feira e também está disponível no portal. A edição traz 21 reportagens ao longo de 80 páginas. Situações de crise provocam impacto negativo para grande maioria das atividades ao mesmo tempo que abrem  novas oportunidades para investir.

No setor de seguro, a antiga máxima de que é melhor prevenir do que remediar tem servido para impulsionar produtos voltados para a preservação do patrimônio e da imagem das empresas arranhadas pela Lava Jato e por outras operações, como seguro judicial, compliance e D&O. Boa leitura.

 

 

ARTIGO: Riscos trazidos pelo GDPR são ou não seguráveis?

por Patrícia Godoy Oliveira, vice-presidente jurídica e de compliance da corretora Aon Brasil

“Hoje entrou em vigor o GDPR (General Data Protection Regulation), a nova lei europeia de proteção de dados. Esta lei, por um lado, cria direitos importantes aos cidadãos europeus e, por outro lado, obrigações às empresas que coletam e processam informações de tais cidadãos. Tais obrigações independem do país de origem da empresa, bastando para tanto que processem dados pessoais de europeus. Assim, empresas brasileiras também podem ser afetadas por tal regulamentação.

Trata-se de fenômeno da extraterritorialidade das leis, cada vez mais utilizada por legislações locais que pretendam atingir entidades fora do país de origem da lei. As legislações anticorrupção são outros exemplos de leis cuja abrangência extrapola os limites do país de origem. O FCPA – Foreign Corrupt Practices Act – e o UK Bribery Act se incluem nesta categoria. O GDPR é, assim, a mais recente lei que extrapola os limites da União Européia, criando obrigações para partes que estão fora da Europa, desde que coletem ou processem dados de cidadãos cujos direitos são protegidos por tal lei.

Alguns pontos merecem especial atenção: a obrigação de notificar as autoridades europeias em 72 (setenta e duas) horas quando houver vazamento de dados pessoais e o valor das multas, que pode chegar a 4% (quatro por cento) do faturamento global somado de todas as empresas de um mesmo grupo econômico, limitado a vinte milhões de euros. As consequências negativas de eventual descumprimento da referida lei, portanto, são inequívocas. E vão muito além do aspecto pecuniário, que em si já é enorme.

A questão que se coloca, então, é se os riscos trazidos por esta nova lei são ou não seguráveis. Esta discussão vem sendo travada no âmbito dos países europeus, e é abordada em estudo interessantíssimo que será publicado em breve pela Aon. Aqui no Brasil, nos parece que estes riscos seriam passíveis de seguro, no âmbito de Cyber RIsks, modalidade que não para de crescer entre empresas que estão preocupadas com todos os riscos que um mundo cada vez mais digital nos traz.

O tema é fascinante e a criatividade das empresas seguradoras será colocada à prova cada vez mais, não só para entenderem os riscos envolvidos, mas também para pensarem em coberturas ou serviços acessórios que tragam valor para além das indenizações monetárias, tais como treinamentos preventivos ou assessorias de crise. Admirável mundo novo no âmbito do seguro!“

 

Depois de brigarem anos a fio, seguradoras e associações agora no mesmo barco

Qual será o tamanho do mercado segurador ao incorporar as cooperativas que hoje atuam com a venda de produtos nos moldes de seguros? A regra abre caminho para as insurtechs que passam a contar com um norte regulatório? Quando essa regra estará valendo? Órgãos reguladores vão conseguir regular e fiscalizar? E os consumidores, serão atendidos em suas necessidades de proteção e custo acessível?

Depois de anos de discussões sobre a legalidade das associações veiculares, tidas como um mercado marginal pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), órgão que regula o mercado segurador, foi aprovado pela Comissão Especial da Câmara dos Deputados um substitutivo do projeto de lei 3139/2015, de autoria do deputado Lucas Vergílio, que cria regras claras para a atuação das cooperativas, com fins lucrativos, que no embalo criou também as entidades de autogestão, sem fins lucrativos, e incluiu o corretor de seguro como obrigatório na venda dos produtos ofertados por essas empresas.

“É uma volta às origens. O seguro opera com diversos clubes, como os P&I Clubs, que consistem em associações mútuas de seguro, que são, ao mesmo tempo, seguradores e segurados. Além disso, muito embora sofisticados em termos empresariais e com ampla expertise em gerenciamento e gestão, os chamados clubes são organizações sem fins lucrativos”, comentam os sócios do Mattos Filho, Thomaz Kastrup e Camila Calais. Vale pontuar que as mútuas existem no mundo inteiro, com regras muito claras e duras todos.

O PL, que tramitava há tempos e tinha 11 propostas de emendas, seguirá agora para votação pelo Plenário da Câmara e depois disso vai para o Senado. Se nada for alterado pelos senadores, a medida terá de ser regulamentada pela Susep, o que pode levar um tempo considerável dado o volume de trabalho que irá demandar da equipe da autarquia. Vale lembrar o caso do PL de resseguro, que levou um ano para ser regulamentado. Neste caso, “acho que a pressão exercida pelas cooperativas e pelos corretores de seguros que entrarão nesse filão fará o processo ser mais rápido”, disse disse uma fonte que pediu anonimato.

Hoje o mercado segurador conta com ativos garantidores acima de R$ 1 trilhão, vendas acima de R$ 200 bilhões sem saúde ou R$ 460 bilhões com saúde, e pouco mais de 100 seguradoras, consolidadas em principais 30 grupos.  Já o real tamanho das associações que atuam com venda de proteções de carro a celular, não se sabe o tamanho. Alguns especialistas chegam a dizer que ele já estava maior do que o mercado regulado. Mas oficialmente não há como mapear, pois as cooperativas são muito pulverizadas em todo o país.

“A cooperativa poderá atuar em todos os ramos de seguros e as associações somente em riscos patrimoniais”, esclarece Camila

Além das cooperativas, entrarão para o guarda-chuva da Susep as entidades de auto gestão (constituídas sob a forma de associações), listadas no PL aprovado pela comissão no dia 22 de maio. As cooperativas de seguros já estavam no Decreto Lei 73/66 que rege o setor e estavam limitadas a áreas específicas para saúde, agrícola e acidente de trabalho. “O PL retira isso e agora pode tudo. A cooperativa poderá atuar em todos os ramos de seguros e as associações somente em riscos patrimoniais”, esclarece Camila.

A diferença é que a autogestão só pode ser constituída sem fins lucrativos e só tem associados. Como o governo ou clubes. Atua com superávit ou déficit, sem sócios ou acionistas. Tem superávit. Não sócios, acionistas. Já as cooperativas podem ter lucro, não têm dono, e sim cooperados e funcionam no mutualismo. Também é preciso considerar que no último ano muitas insurtechs que se veem sem um norte regulatório para seguir e sem capital para cumprir o elevado custo de ser uma seguradoras, passaram a engordar o número de cooperativas para outros segmentos, principalmente proteção para roubo, furto e quebra de celulares e também danos causados à residência. Algumas dessas novatas procuraram seguradoras para garantir a operação, conseguindo assim manter um preço acessível ao consumidor final.

Outros desafios são colocados quando a regulamentação do PL for efetivada. Um deles é com o contencioso de multas que a própria Susep é autora. Estima-se mais de 180 ações contra as entidades de proteção veicular, por prejuízos aos associados, quebra de contratos e obrigações não honradas. Ao todo, essas entidades respondem a mais de 400 ações civis públicas em todo o país. “São valores elevados e que terão de ter um tratamento caso a caso após a regulamentação”, citam os advogados.

Outras questões interessantes para ambos é que elas poderão contratar resseguro e terão  de contar com a atuação de corretores na venda dos produtos, como ocorre nas seguradoras convencionais. Esses profissionais não podem ser acionistas ou sócios de instituição que opere no sistema nacional de seguro privado.

A CNseg e a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) consideram a aprovação da regulação das associações e cooperativas de proteção veicular pela Comissão Especial da Câmara dos Deputados – ocorrida em 22 de maio de 2018 – fundamental conquista para a preservação dos direitos do consumidor no país e a manutenção da justa concorrência.

“Ao estabelecer para as associações e cooperativas de proteção veicular a obediência ao Código de Defesa do Consumidor, a equivalência tributária ao setor segurador e a fiscalização pela Susep, demonstra pleno e merecido respeito ao consumidor e aos demais agentes econômicos do país. A referida regulação, ao prever o corretor de seguros como principal canal de comercialização dos produtos ofertados por essas associações e cooperativas, reforça, ainda mais, o seu caráter técnico”, divulgou a CNseg em nota.

Assim sendo, a boa notícia para o mercado segurador é que ele realmente vai crescer, mesmo se a economia brasileira demorar para decolar. A incorporação das cooperativas, associações e insurtechs poderá levar o mercado para um patamar acima dos atuais 6% de penetração do Produto Interno Bruto (PIB). Susep certamente buscará mais verba do governo para aumentar a equipe e investir em tecnologia para regular o setor mais parrudo. A CNseg e os sindicatos terão mais associados para conquistar. As seguradoras terão de ganhar mais eficiência operacional para reduzir custos e as associações organizar uma parruda estrutura de atendimento aos clientes e aos órgão reguladores.

E, por fim, todos vão buscar os consumidores acostumados a fazer tudo na palma da mão, ou seja, no celular. Pois no final das contas, quem vai determinar se todo esse processo será bem sucedido é o consumidor, o único capaz de fazer o setor crescer ao aceitar comprar serviços e produtos para proteger bens, vida, saúde e finanças. Se bem tratado e respeitado, todos ganham. Certamente as companhias que acreditam que os hábitos de consumo mudaram e que o consumidor é quem decide, terão um futuro pela frente passada a primeira etapa da acirrada concorrência deste novo mercado.

O que muda com o substitutivo

-Transforma as associações de proteção veicular em entidades de autogestão e cooperativas de seguros, que passam a pagar impostos equivalentes aos cobrados das seguradoras tradicionais.

-As associações terão de comprovar a constituição de fundos especiais, reservas técnicas e provisões garantidoras de suas operações, conforme definido pelos órgãos reguladores.

-As associações poderão comercializar apenas a ‘proteção’ contra riscos patrimoniais, sendo impedidas de atuar no ramo de pessoas.

-Associações terão de apresentar notas técnicas atuariais que demonstrem a viabilidade econômico-financeira dos planos, serviços e arranjos contratuais por elas oferecidos.

– Associações e cooperativas que comercializam a proteção veicular terão 180 dias para se regularizarem e se adaptarem aos novos preceitos legais, deixando de operar à margem da lei.

-Associações e cooperativas devem observar questões específicas, como a região de atuação (abrangência) e o tamanho da operadora (número de associados).

Liberty beneficia 44 instituições no programa Isso Tem Valor

Com o objetivo de engajar seus funcionários e materializar a importância das ações de sustentabilidade da empresa, compiladas no programa Isso Tem Valor da companhia, a Liberty Seguros realizou durante os meses de abril e maio a campanha global Serve with Liberty, que envolveu 70% de funcionários da seguradora no Brasil, 71 filiais, beneficiou 44 instituições e arrecadou mais de 23 mil itens.

“A Liberty Seguros quer causar um impacto positivo na sociedade, motivando seus funcionários a fazer o mesmo por meio do voluntariado. Durante o período do Serve With Liberty, dezenas de colaboradores se mobilizaram, comprovando o alinhamento filosófico desse público com os nossos ideais como empresa”, diz Patrícia Chacon, Diretora de marketing e estratégia da Liberty Seguros.

Confira as ações realizadas no Brasil:

Feira Social Mulheres Seguras

Mulheres Seguras é um projeto da Liberty Seguros para promover o empoderamento e o empreendedorismo feminino. Pensando nisso, durante o Serve With Liberty, a empresa promoveu evento no qual mulheres da Academia Burda e do Consulado da Mulher tiveram a oportunidade de expor e vender seus produtos para os mais de mil funcionários da seguradora em São Paulo.

A ideia foi oferecer um espaço onde as empreendedoras pudessem compartilhar ideias, ampliar sua rede de contatos e impulsionar seus negócios.

Carta e Carreira

A Liberty apoia, desde 2017, o CEAP, Centro Educacional Assistencial Profissionalizante, que contribui com o futuro dos jovens da comunidade de Pedreira/Cidade Ademar, em São Paulo, oferecendo cursos técnicos profissionalizantes. Por meio “Programa Liberty Seguros de Educação Profissional”, a companhia oferece junto à instituição curso de Administração com ênfase em Seguros, capacitando jovens interessados em ingressar no mercado de seguros.

Durante o Serve with Liberty, líderes das filiais foram incentivados a inspirar, por meio da troca de mensagens e experiências, os jovens inscritos no curso, a fim de dar uma visão mais próxima do mercado e das oportunidades nesse setor.

Painel dos Sonhos
Os líderes da matriz da Liberty Seguros tiveram um dia de troca de experiências com crianças do Projeto Arrastão, organização sem fins lucrativos que faz o acolhimento e dá suporte às famílias da região do Campo Limpo que vivem em condição de pobreza. Por meio de oficinas de arte,  jovens e executivos compartilharam sonhos e desejos, que puderam ilustrar em lindas pinturas ao longo do dia.

Doar Faz Bem

O movimento visou arrecadar livros e alimentos para a Fundação Julita, organização que atende crianças, adolescentes, suas famílias e a comunidade de forma integral diariamente, no Jardim São Luís, em São Paulo. Ao fim da ação, foram arrecadados mais de 100 livros e mais de 9.3 toneladas de alimento.

Oficina de Alimentos

A seguradora convidou voluntários e jovens atendidos pela Fundação Julita a participarem da oficina de Reaproveitamento de Alimento conduzida pela ONG Banco de Alimento..
Crowdfunding
Em parceria com a Associação Vaga Lume, que promove a leitura e a gestão de bibliotecas comunitárias na região da Amazônia, a Liberty realizou campanha de arrecadação de verba online.

Sangue Bom
Campanha de doação de sangue promovida em toda a companhia que contou com a participação de 147 funcionários da Matriz em São Paulo e também de diversas filiais que doaram sangue em hospitais locais.

Corte Solidário
A seguradora desenvolveu uma ação com a ONG Cabelegria, que deu oportunidade de voluntários cortarem e doarem seus cabelos para confecção de novas perucas para crianças com câncer. 30 funcionários participaram dessa ação, sendo 10 doadores de cabelo, 10 que fizeram apenas corte e 10 compradores de produtos.

Jardins Mais Verdes
Voluntários e crianças do colégio EMEF Campos Salles, de São Paulo, colocaram a mão na massa para revitalizar o espaço verde e criar uma área de recreação para a comunidade.

Para mais informações, acesse: http://libertyseguros.com.br/Pages/sobre-a-liberty/responsabilidade-social.aspx