Riscos ambientais dominam a pesquisa global de percepção do risco publicada hoje pelo Fórum Econômico Mundial

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A perspectiva de um forte crescimento econômico em 2018 apresenta aos líderes uma oportunidade de ouro para abordar sinais de fraqueza severa em muitos dos sistemas complexos que sustentam nosso mundo, como sociedades, economias, relações internacionais e meio ambiente. Essa é a mensagem do Relatório de Riscos Globais 2018, publicada hoje pelo Fórum Econômico Mundial.

O relatório – que todo janeiro compartilha a perspectiva de especialistas globais e decisores sobre os riscos mais significativos que o mundo enfrenta – adverte que estamos lutando para acompanhar o acelerado ritmo de mudança. Destaca inúmeras áreas em que estamos empurrando os sistemas até o limite, das taxas de perda de biodiversidade em níveis próximos da extinção às crescentes preocupações sobre a possibilidade de novas guerras.

O levantamento anual de percepção de riscos globais (GRPS, n a sigla em inglês) sugere que os especialistas estão se preparando para outro ano de maior risco. Quando pedimos a cerca de 1.000 entrevistados por suas opiniões sobre a trajetória dos riscos em 2018, 59% de suas respostas apontaram para uma intensificação dos riscos, em comparação com 7% apontando para a queda dos riscos.

A deterioração da paisagem geopolítica é em parte responsável por essa perspectiva pessimista para 2018, com 93% dos entrevistados dizendo que esperam que as confrontações políticas ou econômicas entre grandes potências devem piorar e quase 80% esperando um aumento nos riscos associados à guerra envolvendo grandes potências.

No entanto, como em 2017, o ambiente é, de longe, a maior preocupação levantada pelos especialistas. Entre os 30 riscos globais que os especialistas foram solicitados a priorizar em termos de probabilidade e impacto, os cinco riscos ambientais – clima extremo; perda de biodiversidade e colapso do ecossistema; grandes desastres naturais; destruição ambiental causada pelo homem; e o fracasso da mitigação e adaptação à mudança climática – foram classificados no topo da lista nas duas dimensões. Os eventos climáticos extremos foram vistos como o risco mais proeminente.

“Uma expansão da recuperação econômica nos favorece com uma oportunidade que não podemos dar ao luxo de desperdiçar, para combater as fraturas que permitimos enfraquecer as instituições, as sociedades e o meio ambiente do mundo. Devemos levar a sério o risco de uma quebra de sistemas globais. Juntos, temos os recursos e os novos conhecimentos científicos e tecnológicos para evitar isso. Acima de tudo, o desafio é encontrar a vontade e impulso para trabalhar em conjunto para um futuro compartilhado “, disse o Professor Klaus Schwab, fundador e presidente executivo do Fórum Econômico Mundial.

De acordo com o GRPS, as ameaças cibernéticas estão crescendo em proeminência, com os ciberataques em larga escala agora ficando em terceiro lugar em termos de probabilidade, enquanto o aumento da dependência cibernética é classificado como o segundo fator mais significativo a moldar a paisagem de riscos globais nos próximos 10 anos.

John Drzik, presidente de Global Risk and Digital da corretora Marsh disse: “A fricção geopolítica está contribuindo para um aumento na escala e na sofisticação dos ataques cibernéticos. Ao mesmo tempo, a exposição cibernética está crescendo à medida que as empresas se tornam mais dependentes da tecnologia. Embora o gerenciamento de risco cibernético esteja melhorando, as empresas e governos precisam investir muito mais em esforços de resiliência se quisermos evitar o mesmo fosso “de proteção” entre as perdas econômicas e seguradas que vemos para as catástrofes naturais”.

Os riscos econômicos, por outro lado, apresentam menos destaque este ano, levando alguns especialistas a se preocuparem de que a melhoria das taxas de crescimento do PIB mundial possa levar à complacência quanto aos riscos estruturais persistentes no sistema econômico e financeiro global. Mesmo assim, a desigualdade ocupa o terceiro lugar entre os fatores de risco subjacentes e a interconexão de riscos mais citada é a diferença entre as conseqüências adversas dos avanços tecnológicos e o alto desemprego estrutural ou o subemprego.

A crescente complexidade e interconexão de nossos sistemas globais pode levar a falhas de feedback, efeitos de limiar e interrupções em cascata. Rupturas repentinas e dramáticas – futuros choques – tornam-se mais prováveis. No Relatório de Riscos Globais deste ano são apresentados 10 cenários curtos de “e se”, não como previsões, mas como estímulo ao pensamento para encorajar os líderes mundiais a avaliar os potenciais choques futuros que podem perturbar rápida e radicalmente seus mundos:

• Colheita sombria: falhas simultâneas na cesta básica ameaçam a suficiência do abastecimento global de alimentos
• Uma rede emaranhada: ‘ervas daninhas’ de Inteligência artificial proliferam e estrangulam a internet
• A morte do comércio: a cascata das guerras comerciais com instituições multilaterais muito fracas para responder
• Deformações da democracia: novas ondas de populismo ameaçam a ordem social em uma ou mais democracias maduras
• Precisão extinção: navios-drones pilotados por inteligência artificial levam a pesca ilegal para novos – e ainda mais insustentáveis – níveis
• No abismo: Outra crise financeira supera as respostas políticas e desencadeia o período do caos
• Inequidade ingerida: Bioengenharia e cognição – drogas fortalecedoras abalam o fosso entre os ricos e destituídos
• Guerra sem regras: o conflito Estado-estado aumenta de forma imprevisível na ausência de regras de guerra cibernéticas acordadas
• Identidade geopolítica: em meio ao fluxo geopolítico, a identidade nacional se torna uma fonte crescente de tensão em torno de fronteiras contestadas
•Walled off: Cyberataques protecionismo e divergência regulatória levam à balcanização da internet

Alison Martin, Chief Risk Officer da Zurich comentou: “Os eventos climáticos extremos foram classificados novamente como o risco global número um por probabilidade e impacto. Os riscos ambientais, juntamente com a crescente vulnerabilidade a outros riscos, agora ameaçam seriamente a base da maioria dos nossos bens comuns. Infelizmente, atualmente observamos uma resposta “muito pequena – muito – tardia” por parte dos governos e organizações para as principais tendências, como a mudança climática. Ainda não é tarde demais para construir um amanhã mais resiliente, mas precisamos agir com um forte senso de urgência para evitar o potencial colapso do sistema. ”

O Global Risks Report 2018 foi desenvolvido com apoio ao longo do último ano da Conselho de Assessoria de Riscos Globais do Fórum Econômico Mundial. Também se beneficia da colaboração contínua com seus parceiros estratégicos Marsh&McLennan Companies e Zurich Insurance Group e seus assessores acadêmicos na Oxford Martin School (Universidade de Oxford), na Universidade Nacional de Cingapura e no Wharton Risk Management and Decision Processes Center (Universidade da Pensilvânia).

Edson Toguchi vai comandar a área de grandes riscos da Sompo Seguros

Um dos principais especialistas do mercado segurador quando o assunto é grandes riscos, Edson Togushi, está de casa nova. Ou melhor, estará. A partir de fevereiro começa um novo desafio. Em julho de 2014 deixou o grupo alemão Allianz para se juntar a equipe da Tokio Marine. Agora deixa a filial local de um dos maiores grupos do Japão para comandar a área de grandes riscos do Brasil da concorrente japonesa Sompo Seguro, que tem o segmento de grandes riscos como um dos principais dentro da estratégias para o Brasil. Sucesso!!!!

Sob o comando de Rogerio Ceni, Fortaleza estreia no Cearense com patrocínio da Thinkseg

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No ano do seu centenário, o Fortaleza Esporte Clube faz sua primeira partida no Campeonato Cearense nesta quarta-feira (17/01), sob o comando do técnico Rogério Ceni, contra o Uniclinic Atlético Clube no Estádio Presidente Vargas, na capital do Ceará. O jogo de amanhã, além de marcar a estreia do novo técnico Rogério Ceni, terá o lançamento da marca Thinkseg na região Nordeste, como patrocinadora de um primeiro time na região que tem a segunda maior população do País.

“Estamos orgulhosos de participar desse momento único do Fortaleza. Depois de oito anos na série C do Campeonato Brasileiro, agora, em 2018, o time inicia o campeonato nacional pela série B. Tão importante quanto a subida de série é a presença do Rogério Ceni no Fortaleza, com projeção nacional, no ano do centenário do clube. É uma honra para a Thinkseg partilhar desse momento, repleto de mudanças positivas”, diz o CEO da Thinkseg, Andre Gregori.

Para o presidente do Fortaleza, Marcelo Paz, a Thinkseg chega com o seu dinamismo para somar forças com o Tricolor do Pici, no ano do centenário do clube. “As duas marcas vão crescer juntos em 2018”, afira Paz.

Ao longo de quatro anos, a marca Thinkseg será visualizada nos jogos do Campeonato Cearense. Ainda pode aparecer em jogos pelo Campeonato Brasileiro. A Thinkseg estará nas barras das mangas da camisa oficial do Fortaleza, nos uniformes de treinos e viagens, nas placas do centro de treinamento e em parte do backdrop do clube, durante as entrevistas coletivas.

No time do Fortaleza, a Thinkseg vai alcançar quase 2 milhões de torcedores em todo Brasil. Também serão realizadas ações de interação da Thinkseg com torcedores no estádio e nas redes sociais do Tricolor do Pici, como Facebook, Twitter, Instagram, e Youtube (com vídeos da TV Leão).

“Nossa intenção, com a parceria de longo prazo com o Fortaleza, também é levar nossa inovação tecnológica, na área de seguros, a uma geração que já nasce conectada e está inserida nos projetos do clube”, diz Gregori.

O Fortaleza tem um trabalho forte e reconhecido com crianças e adolescentes. O clube dispõe do título sócio torcedor, chamado “Leão Kids”, para crianças que frequentam o clube. No entorno do estádio do clube, no bairro do Pici, ainda há suporte para adolescentes integrante das categorias SUB 20 e para os leãozinhos do futebol de salão no SUB 9 e no SUB 11.

O plano de investimentos da marca Thinkseg na área de esportes foi iniciado em abril de 2017, quando o marketplace mobile de seguros iniciou sua primeira ação como um dos patrocinadores do Fluminense durante a final do Campeonato Carioca (FlaFlu). No mês seguinte, em maio, foi a vez do patrocínio da Thinkseg ao Santos Futebol Clube. Ainda no mesmo mês, a marca firmou contrato com o Fluminense Futebol Clube por um ano. Em outra modalidade esportiva, a Thinkseg começou a patrocinar o time de basquete do Flamengo em outubro passado. Neste mês, o contrato com o Fortaleza representa a quarta iniciativa da Thinkseg em times nacionais.

Parcerias com outros times, de diferentes esportes, estão em andamento pela Thinkseg para 2018 e anos seguintes. A agência de marketing esportivo Go Sports, que tem como objetivo ajudar as empresas a ativar suas marcas junto às comunidades esportivas, cuida desses projetos atualmente para a Thinkseg, sendo responsável pelo planejamento esportivo do marketplace.

“Queremos levar ao público da Thinkseg nosso apoio ao esporte, ao bem-estar e às atividades físicas. Um estilo de vida saudável, aliado à inovação tecnológica da Thinkseg, no futuro, vai viabilizar propostas de seguros personalizadas no nosso modelo de negócios”, explica o CEO da Thinkseg.

AGCS identifica os riscos mais temidos em 2018, no mundo e no Brasil

Interrupção dos negócios e riscos cibernéticos são os principais riscos temidos pelos 1.911 especialistas em risco de 80 países entrevistados pela Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS) para a sétima edição do estudo anual Allianz Risk Barometer 2018. Em terceiro lugar entre os temores que podem causar perdas significativas para as empresas estão as catástrofes naturais, desenvolvimento de mercados, mudanças climáticas, novas tecnologias, entre outros. Neste ano o Brasil ganhou relevância no estudo da AGCS. “Neste ano temos uma amostra significativa, com 120 participantes brasileiros na pesquisa global”, comemora Angelo Colombo, CEO para a América Latina do braço de grandes riscos e de resseguro do grupo alemão Allianz.

O ranking de riscos mais temidos do Brasil se diferencia do ranking mundial. Alguns por aspectos óbvios, como catástrofes naturais, que devastam boa parte do mundo e aqui o impacto é mais ameno. Enquanto catástrofe aparece como o terceiro risco mais temido no mundo, aqui figura em sexto lugar. Já a percepção de risco sobre fraude, roubo e corrupção é mais forte no Brasil, sendo o sétimo risco mais temido aqui e o 12o no ranking mundial. Mudança climática tem um peso considerável em ambos. No Brasil o tema aparece em oitavo lugar e no mundo em décimo.

Veja o ranking dos riscos mais temidos no Brasil:

Segundo Colombo, o temor de riscos cibernéticos, que passou a figurar no ranking há cinco anos, na edição de 2018 é o primeiro da lista. No entanto, pouco se vende no Brasil. “Saber que há uma grande percepção das perdas que ataques cibernéticos podem causar e não observar a compra das proteções ofertadas nos sinaliza de que temos de investir mais na divulgação do produto aos nossos clientes”, comenta.

O mercado segurador oferece cobertura para quase todos os riscos que perturbam o sono dos gestores de risco no Brasil, exceto para mudanças regulatórias ou na legislação, como o governo mudar regras do jogo ou sanções na economia, por exemplo, citado como o quarto maior temor.

Para outros, como mudanças climáticas, lucro cessante, perda e reputação, roubo e incêndio, já há seguro sob medida e também serviços de consultoria de mitigação dos riscos para boa parte das perdas dos segurados. “Incêndio é uma das maiores preocupações das seguradoras. Já para os clientes, esse é um risco que aparece em novo lugar no Brasil”, ressalta Colombo.

Um dos exemplos recentes foi o lançamento pela AGCS do seguro paramétrico, com foco em indenizar perdas financeiras e não apenas materiais. “O objetivo desse seguro é ajudar investidores e empresários a organizar o fluxo de caixa diante de imprevistos com indicadores climáticos acima ou abaixo das médias históricas”, explica Colombo. E isso vale não só para a agricultura, como para uma infinidade de segmentos da economia. O objetivo é garantir o fluxo de caixa diante das perdas quando indicadores climáticos ficarem acima ou abaixo da média histórica.

Veja os riscos mais temidos no mundo:

“Pela primeira vez, a interrupção dos negócios e o risco cibernético estão pareados no Allianz Risk Barometer e esses riscos estão cada vez mais interligados”, diz Chris Fischer Hirs, CEO da AGCS. “Sejam o resultado de ataques como o WannaCry, ou, o que é mais frequente, de falhas no sistema, os incidentes cibernéticos são agora uma das principais causas de interrupção dos negócios para as empresas conectadas de hoje cujos ativos primários são muitas vezes dados, plataformas de serviços ou seu grupo de clientes e fornecedores”, diz.

Ele acrescenta, no entanto, que os graves desastres naturais do ano passado nos recordam de que o impacto de perigos perenes também não deve ser subestimado. “Os gerentes de risco enfrentam um ambiente altamente complexo e volátil tanto com relação aos riscos comerciais tradicionais quanto aos novos desafios tecnológicos no futuro “.

A interrupção dos negócios (BI, Business interruption) é o risco mais importante pelo sexto ano consecutivo, liderando as classificações em 13 países e nas regiões da Europa, Ásia-Pacífico e África & Oriente Médio. Nenhum negócio é pequeno demais para ser impactado. As empresas enfrentam um número cada vez maior de cenários, que vão desde exposições tradicionais, como incêndios, desastres naturais e ruptura da cadeia de suprimentos, a novos gatilhos decorrentes da digitalização e da interconectividade, que normalmente ocorrem sem danos físicos, mas com altos prejuízos financeiros. O colapso de sistemas centrais de TI, eventos de terrorismo ou violência política, incidentes relativos à qualidade do produto ou uma mudança regulatória inesperada podem levar as empresas a uma paralisação temporária ou prolongada com um efeito devastador nas receitas.

Pela primeira vez, os incidentes cibernéticos também se classificam como o gatilho de BI mais temido, de acordo com empresas e especialistas em riscos, e a interrupção dos negócios também é considerada o maior motivo de prejuízos, depois incidentes cibernéticos. A simuladora de risco cibernético Cyence, parceira da AGCS e agora integrante do Guidewire Software, estima que o custo médio de uma interrupção da nuvem que dure mais de 12 horas para empresas nos setores financeiro, de saúde e varejo poderia somar US$ 850 milhões na América do Norte e US$ 700 milhões na Europa.

A interrupção dos negócios também é o segundo risco mais subestimado no Allianz Risk Barometer “As empresas podem se surpreender com os motivos, alcance e impacto financeiro reais de uma interrupção e subestimar a complexidade de “retomar os negócios”. Elas devem aprimorar continuamente seus planos de emergência e continuidade dos negócios para refletir o novo ambiente de BI e considerar adequadamente a crescente ameaça cibernética para a interrupção dos negócios”, diz Volker Muench, Especialista em BI e Propriedade Global da AGCS.

Incidentes cibernéticos seguem sua tendência ascendente no Allianz Risk Barometer. Cinco anos atrás, estavam na 15a posição. Em 2018, ocupam a 2a. Múltiplas ameaças, tais como a violação de dados, vulnerabilidade da rede, ataques de hackers ou interrupção dos negócios devida a incidentes cibernéticos fazem com que eles sejam o principal risco para os negócios em 11 países pesquisados e na região das Américas, e número 2 nas regiões da Europa e Ásia-Pacífico. Eles também se classificam como o risco mais subestimado e o principal perigo no longo prazo.

Eventos recentes, tais como os ataques de ransomware WannaCry e Petya causaram grandes prejuízos financeiros para um grande número de empresas. Outros, como a botnet Mirai, o maior ataque distribuído de negação de serviço (DDoS) já ocorrido em grandes plataformas e serviços de Internet na Europa e América do Norte, no final de 2016, demonstram a interconectividade dos riscos e a dependência compartilhada da infraestrutura comum da internet e prestadores de serviços.

Individualmente, falhas de segurança recentemente identificadas em chips de computadores em praticamente todos os dispositivos modernos revelam a vulnerabilidade cibernética das sociedades modernas. A probabilidade de ocorrerem os chamados “furacões cibernéticos”, em que os hackers causarão problemas a um grande número de empresas ao atacar as bases comuns de infraestrutura, continuará a aumentar em 2018.

Enquanto isso, o risco à privacidade retorna com força após grandes eventos de violação de dados nos EUA. O lançamento do Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (GDPR) em toda a Europa em maio de 2018 intensificará ainda mais as investigações, com a perspectiva de mais e maiores multas para empresas que não cumpram os padrões. O prazo para se estar pronto para o GDPR está terminando.

“Em comparação com os EUA, onde as leis de privacidade têm sido rigorosas há décadas e a segurança cibernética e a regulamentação da privacidade estão em constante evolução, as empresas da Europa agora também precisam se preparar para penalidades mais duras e maiores exigências de notificação. Muitas empresas perceberão rapidamente que os problemas de privacidade podem criar custos altos, uma vez que o GDPR esteja totalmente implementado”, afirma a responsável global pela área de Cyber da AGCS, Emy Donavan.

“Experiências anteriores demonstram que a resposta de uma empresa a uma crise cibernética, como uma violação, tem impacto direto nos custos, bem como sobre a reputação e o valor de mercado da empresa. Essa relação se tornará ainda mais estreita com o GDPR “, acrescenta.

As ameaças cibernéticas também variam de acordo com o tamanho da empresa ou a indústria da qual ela faz parte. “As pequenas empresas provavelmente serão paralisadas se forem atingidas por um ataque de resgate ransomware, enquanto empresas maiores são alvo de uma maior variedade de ameaças, como os ataques DDoS que podem sobrecarregar os sistemas”, diz Donavan.

Os resultados do Allianz Risk Barometer mostram que a conscientização da ameaça cibernética está aumentando entre as pequenas e médias empresas, com um salto significativo do número 6 para o número 2 para pequenas empresas, e do número 3 para o número 1 para empresas de médio porte. No que diz respeito à exposição do setor, os incidentes cibernéticos estão no topo para as indústrias de Entretenimento & Mídia, Serviços Financeiros, Tecnologia e Telecomunicações.

Depois do prejuízo recorde de US$ 135 bilhões em perdas seguradas devidas apenas a catástrofes naturais em 20171 – o mais alto de todos – causado pelos furacões Harvey, Irma e Maria nos Estados Unidos e no Caribe, as catástrofes naturais retornam ao grupo dos três principais riscos para os negócios em nível mundial. “O impacto das catástrofes naturais vai muito além dos danos físicos às estruturas nas áreas afetadas. À medida que as indústrias se tornam mais enxutas e mais conectadas, as catástrofes naturais podem perturbar uma grande variedade de setores que podem não parecer diretamente afetados à primeira vista, em todo o mundo “, diz Ali Shahkarami, Diretor de Pesquisa sobre Risco de Catástrofes da AGCS.

Os entrevistados temem que 2017 possa ter sido um prenúncio da crescente intensidade e freqüência dos riscos naturais. As mudanças climáticas/aumento da volatilidade do clima são um novo participante no grupo dos 10 principais do Risk Barometer 2018 e o potencial de prejuízos para as empresas é ainda mais exacerbado pela rápida urbanização nas áreas costeiras.

O impacto dos riscos relacionados às Novas Tecnologias teve grande ascenção no Allianz Risk Barometer, avançando para número 7 no último estudo, a partir do número 10. Ele também se classifica como o segundo maior risco para o futuro a longo prazo, após incidentes cibernéticos, com os quais é estreitamente interligado. A vulnerabilidade de máquinas automáticas ou mesmo autônomas ou de autoaprendizagem a falhas ou ataques cibernéticos maliciosos, como extorsão ou espionagem, aumentará no futuro e poderá ter um impacto significativo se a infraestrutura crítica, como as redes de TI ou o fornecimento de energia, estiverem envolvidas.

“Embora possa haver uma diminuição nos prejuízos pequenos graças à minimização do fator do erro humano pela automação e o monitoramento, isso pode ser substituído pelo potencial de prejuízos em grande escala, se ocorrer um incidente”, explica Michael Bruch, diretor de Tendências Emergentes da AGCS. “As empresas também precisam se preparar para novos riscos à medida que as responsabilidades mudam dos seres humanos para as máquina e, portanto, para o fabricante ou fornecedor de software. A atribuição de responsabilidade e sua cobertura serão muito mais desafiadoras no futuro “.

Cada país, uma preocupação:

Liberty Seguros apoia oito projetos sociais em 2018

A Liberty Seguros selecionou oito projetos sociais para apoiar em 2018, por meio de leis de incentivo à sustentabilidade, cultura e profissionalização. As ações selecionadas estão alinhadas ao posicionamento de Responsabilidade Social da seguradora e reforçam seus principais pilares.

“Em 2018, nosso foco será em expandir a atuação do Isso Tem Valor, programa de responsabilidade social da Liberty Seguros. Aumentamos o número de projetos patrocinados, selecionando aqueles que valorizam a educação, a sustentabilidade, o empreendedorismo e a saúde, além de apresentar grande potencial de impacto social em diferentes regiões do Brasil”, explica Patrícia Chacon, diretora de Marketing e Estratégia da Liberty Seguros.

Os oito projetos que serão ativados em 2018 reforçam o compromisso do Isso tem Valor de ajudar as pessoas a conquistarem, protegerem e preservarem as suas conquistas. São eles:

Virada Sustentável – São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Porto Alegre, Manaus, Ilhabela, Campinas, Valinhos
Realizada desde 2011, a Virada Sustentável é o maior festival de sustentabilidade da América Latina e um dos maiores do mundo, envolvendo a participação de um grande número de organizações e entidades com foco social, artistas, órgãos públicos, empresas, escolas e universidades, coletivos de cultura e movimentos sociais. O evento oferece diversas atividades e conteúdo educativo sobre temas da sustentabilidade e ligados a projetos de impacto social.

Academia Burda – São Paulo (Itaquera)
O projeto tem como finalidade a inclusão social e reinserção no mercado de trabalho de pessoas em situação de alta vulnerabilidade econômica, por meio de oficinas de capacitação em costura. A metodologia de ensino abrange todos os níveis de educação, inclusive possíveis analfabetos funcionais. Os capacitados terão como especialização a produção de figurinos para artes cênicas, nicho no qual existe pouca mão-de-obra qualificada. Além do curso, ao se formar o aluno recebe um kit de materiais, uma máquina de costura e orientação para ter certificação MEI e iniciar imediatamente seu negócio. São 240 vagas, divididas em 12 turmas, para o público jovem, a partir de 18 anos.

CEAP – São Paulo (Cidade Ademar)
Pelo segundo ano consecutivo, a Liberty apoia o CEAP, renovando o “Programa Liberty Seguros de Educação Profissional”, que contribui com o futuro dos jovens da comunidade de Pedreira/Cidade Ademar, em São Paulo, oferecendo curso técnico profissionalizante em Administração com ênfase em Seguros e capacitando-os para ingressar no mercado segurador. As vagas são divulgadas por meio de uma plataforma online, o CEAP Vagas, por meio da qual empresas e seus parceiros poderão contratar alunos e ex-alunos da organização. Cumprindo com o seu papel social, durante o ano, a Liberty aproxima seus funcionários aos alunos através do trabalho voluntário, como na Feira de Inovação e Ciências, na qual funcionários serão mentores dos projetos; visitas dos alunos à Liberty; realização do Aluno Sombra; e palestras de funcionários aos alunos do CEAP.

IOS – Instituto da Oportunidade Profissional – São Paulo (Santana)
O IOS nasceu em 1998 para proporcionar acesso a jovens de baixa renda ao mercado de trabalho por meio de programas de capacitação profissional e educacional. Os ex-alunos, em 2018, serão convidados para fazerem parte da “Incubadora IOS de Empregabilidade”, onde irão participar mensalmente de workshops com dinâmicas. Serão atendidos 120 ex-alunos, de até 17 anos, com deficiência e em situação de alta vulnerabilidade social. Cerca de 66% dos atendidos são absorvidos pelo mercado de trabalho.

Fundação Tênis – Porto Alegre
Também pelo segundo ano consecutivo, a Liberty apoia a Fundação Tênis, que se destaca na região sul por fomentar as atividades esportivas e contribuir para a educação dos jovens com valores olímpicos, além de acompanhar os alunos formados em sua entrada no mercado profissional, oferecendo oficinas e cursos em parceria com instituições. Em Porto Alegre serão mais de 482 alunos impactados e a Fundação também possui um núcleo em São Paulo.

Hospital Angelina Caron – Paraná
A renovação dessa parceria prevê revitalizar e humanizar o atendimento à pessoas idosas no Hospital Angelina Caron, melhorando o serviço de atenção ao paciente. Na iniciativa, a infraestrutura do pronto socorro será revitalizada, assim como as enfermarias e será criada uma unidade de dor torácica (UDT).

Projeto Centro Cultural e de Inclusão Produtiva da Pessoa Idosa de Olinda – Olinda/Recife
O projeto será realizado no abrigo Nossa Senhora de Lourdes, em Olinda (PE), durante 12 meses e contará com a criação de um Centro Cultural que irá promover atividades e eventos que valorizam a cultura local e regional, oferecendo condições necessárias de cidadania, dignidade e a boa convivência intergeracional à população idosa. Serão beneficiados diretamente 60 idosos e 10 cuidadores e indiretamente 120 familiares.

A.C.Camargo Câncer Center – São Paulo
O A.C.Camargo é uma das instituições mais reconhecidas no combate ao câncer do país. São mais de cinco mil profissionais engajados em ações de prevenção, diagnóstico, tratamento, reabilitação e acompanhamento. A Liberty irá patrocinar o Estudo Epidemiológico e Molecular da História Natural do Câncer de Cavidade Oral, que irá auxiliar na compreensão das diferentes etapas da formação e da progressão de lesões indicativas de câncer de boca, para o desenvolvimento de estratégias de tratamento com maior precisão.

Workshop da FenaSaúde sobre política de reajustes de planos de saúde terá transmissão ao vivo

A Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) fechou a programação da segunda edição do Workshop de Análise de Impacto Regulatório, que terá como tema a política de controle de reajustes. O evento ocorrerá no dia 26 de janeiro (sexta-feira), às 9h, no Rio de Janeiro. Com inscrições encerradas, o workshop será transmitido ao vivo pela web. Saiba como acompanhar: https://eventos.cnseg.org.br/eventos/evento/2-workshop-analise-de-impacto-regulatorio-o-controle-de-reajustes/

Na solenidade de abertura, a presidente da FenaSaúde, Solange Beatriz Palheiro Mendes; o presidente da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), Marcio Coriolano; e o secretário-geral da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Suriêtte Santos, irão discorrer um breve cenário do segmento de planos de saúde.

Na sequência, o superintendente de regulação da FenaSaúde, Sandro Leal, apresentará a proposta do workshop sobre a política de controle de reajustes. Antes de iniciar os painéis, a professora associada ao Departamento de Ciências Econômicas, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Mônica Viegas abordará a questão da regulação e a concorrência na estrutura do mercado de Saúde Suplementar.

“Na medida em que os custos médico-hospitalares crescem em ritmo acelerado, tornou-se ainda mais fundamental debater o impacto das regulações nas esferas econômica e financeira, dentro da Saúde Suplementar. Nesse cenário, a política de controle de reajuste dos planos de saúde é tema obrigatório. O atual modelo não parece adequado tanto para as operadoras, que não veem as despesas assistenciais cobertas pelo reajuste e se desinteressam pelo segmento, quanto pelos consumidores, que ficam com limitadas opções para adquirirem planos individuais. O workshop será importante para apontar novos caminhos”, explica Sandro Leal.

Dividido em dois painéis, o primeiro ‘Fundamentos e efeitos do controle de reajustes dos planos individuais’ será ministrado pelos professores da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade, da Universidade de São Paulo (USP), Ana Carolina Maia e João Vinícius de França Carvalho. A palestra será seguida de um debate com as participações do economista e chefe da assessoria especial de Reformas Microeconômicas, do Ministério da Fazenda, João Manoel Pinho Neto; do professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Carlos Ragazzo; da superintendente da SulAmérica, Mônica Nigri; e do especialista em regulação da ANS, João Boaventura Branco de Matos. A moderação desse painel será feita pelo professor de economia, da PUC-RJ, Luiz Roberto Cunha.

Já o segundo painel ‘Alternativas e propostas para um novo modelo de reajuste’ será ministrado pelo professor do Departamento de Economia, do Instituto de Economia, da Universidade de Campinas (UNICAMP), Edgard Pereira. Por sua vez, os debatedores serão o coordenador e professor de economia da FGV, Armando Castelar Pinheiro; a gerente econômico-financeiro e atuarial de produtos da ANS, Daniele Rodrigues de Campos; e o diretor da Bradesco Saúde Flávio Bitter. Essa discussão será moderada pelo diretor-executivo da FenaSaúde, José Cechin.

A FenaSaúde é a entidade do setor referência em estudos da regulação e seus impactos na Saúde Suplementar.

Evento: 2º Workshop de Análise de Impacto Regulatório – Política de controle de reajustes dos planos de saúde
Data: 26 de janeiro (sexta-feira)
Horário: 9h às 13h15
Endereço: Rua Senador Dantas, 74, 16º andar, Centro, Rio de Janeiro (auditório CNseg).
Inscrições para transmissão ao vivo: https://eventos.cnseg.org.br/eventos/evento/2-workshop-analise-de-impacto-regulatorio-o-controle-de-reajustes/

Rede Lojacorr encerra 2017 com produção recorde de R$ 425 milhões

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A Rede Lojacorr, maior rede de corretoras de seguros independentes do Brasil, segue em expansão por todo o país e fechou o ano de 2017 com 600 corretoras pessoas jurídicas e 342 corretores pessoas físicas, totalizando 942 profissionais corretores de seguros integrantes.

Este exército de especialistas da distribuição de seguros respondeu pela produção, somente em 2017, de R$ 424.517.349,40 em prêmio líquido emitido nos diversos ramos de seguros – 33,04% acima de 2016, sendo crescimento de 28,51% em Auto/RE, 56,65% em benefícios e 135,09% em demais ramos. Dezembro teve a maior produção da história da Rede Lojacorr num único mês, somando R$ 42.266.198,63. No total, a Rede reúne 280 mil apólices ativas.

Em seu modelo de negócios, a Rede Lojacorr busca parcerias com as principais seguradoras de todo o Brasil, oferecendo produtos e condições exclusivas para os corretores da rede e, por sua vez, aos clientes. Dessa forma, abre acesso às seguradoras até mesmo aos corretores iniciantes ou de menor porte. Até o fim de 2017, a Rede Lojacorr disponibilizou aos corretores acesso a 36 seguradoras.

Mantendo o processo de expansão por todo o Brasil, a Rede Lojacorr encerrou 2017 com presença em 16 estados, além do Distrito Federal, por meio de 46 Unidades, atendidas por cinco Regionais: Sul, São Paulo, Sudeste (demais estados), Centro-Oeste e Norte/ Nordeste.

Para o diretor Comercial, Geniomar Pereira, os resultados de 2017 demonstram a força da união e cooperação, que fizeram a empresa crescer mesmo em períodos de instabilidade econômica, e o sucesso do modelo de negócios criado pela da Rede Lojacorr. “Somos quase mil corretores, chegando à produção anual de meio milhão de reais, o que é reflexo de um modelo de negócios sério, bem estruturado, e de nosso cuidado no planejamento, no investimento em tecnologias e parcerias com o mercado. Em 2018, com a retomada do desenvolvimento do país, as oportunidades e crescimento serão ainda maiores”, prevê.

Caixa segue no processo de venda do balcão para seguradoras

Agência Estado publicou nesta quinta-feira que a venda do balcão de seguros da Caixa Econômica Federal deve demorar mais para ser concluída. A expectativa do banco público era terminar o negócio até o começo deste ano, para que o contrato com as novas sócias vigorasse a partir deste mês até dezembro de 2040. O próprio presidente da Caixa, Gilberto Occhi, admite que a data mais correta para a conclusão da operação é o primeiro semestre deste ano. Para dar prosseguimento às negociações é preciso assinar o contr ato com a CNP para uma nova joint venture nas áreas de seguro de vida, prestamista e previdência, informa a nota na agência Estado

Ainda segundo o portal Estadão, após postergação anunciada no final do ano passado, uma nova rodada de negociações entre a Caixa Seguridade e a CNP estava prevista para essa semana. A expectativa, mas pode atrasar. Depois de atrair 20 interessados para os outros ramos que não estão dentro do escopo de negociação com a CNP, as seguradoras, especialmente multinacionais, tentam obter aval de suas matrizes para seguir adiante no processo. Pesam, sobretudo, questões de compliance. Além de o negócio compreender cifras elevadas, joga contra ser sócio da Caixa em uma nova empr esa em meio a investigações de casos de corrupção envolvendo o próprio banco e alguns de seus dirigentes.

Luto – Morre, aos 78 anos, Sérgio Alfredo Petzhold

É com profundo pesar que a Academia Nacional de Seguros e Previdência (ANSP) informa o falecimento do Sr. Sérgio Alfredo Petzhold ocorrido no dia 03 de janeiro em Porto Alegre no Rio Grande do Sul.

Com mais de 50 anos de forte atuação no mercado Segurador, Petzhold foi Acadêmico da ANSP até o ano de 2015, além de presidente do SINCOR-RS de 1974 a 1976 e de 1983 a 2006 e um dos fundadores da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor).

A ANSP, em nome de todos os seus membros, solidariza-se aos familiares, amigos e profissionais que tiveram a honra de compartilhar conhecimento com Petzhold.

Ney Dias, ex-Itaú e Porto, assume como diretor geral da Bradesco Auto Re dia 15

Depois de um período sabático, finalmente fica mais claro por que Ney Dias deixou a direção geral de serviços na Porto, onde cuidava da parceria do grupo com o Itaú: vai assumir como diretor geral da Bradesco Auto Re. O anuncio será feito no próximo dia 15. Nem o executivo e nem a Bradesco confirmam a notícia. Mas as minhas fontes confirmam e nunca deram uma pista errada. Vamos aguardar. Dias deixou a Porto em julho de 2017. No LinkedLin consta apenas, por enquanto, “em transição de carreira”. A grande surpresa para muitos executivos envolvidos com o mercado segurador foi a nomeação de um executivo fora do grupo Bradesco, que geralmente privilegia “pratas da casa”.