MetLife nomeia novos líderes para a Ásia

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A MetLife Inc. anuncia a nomeação de Kishore Ponnavolu como presidente da empresa na região da Ásia a partir de 1º de setembro de 2018. Ele será membro do Grupo Executivo da empresa, prestará contas ao presidente do Conselho de Administração e CEO, Steven A. Kandarian, e ficará baseado em Hong Kong.

Além disso, a MetLife anuncia a nomeação de Rebecca Tadikonda como diretora de Mercados de Crescimento Estratégico na Ásia, também assumindo o cargo a partir de 1º de setembro de 2018. Rebecca responderá a Ponnavolu e trabalhará no escritório de Singapura.

Ponnavolu supervisionará diretamente o Japão, a Coréia do Sul, Austrália e o LumenLab, centro de inovação da MetLife Ásia. Os mercados sob a responsabilidade de Rebecca Tadikonda serão Bangladesh, China, Hong Kong, Índia, Malásia, Nepal e Vietnã.

Atualmente, Kishore é diretor das carteiras de Auto e Residencial da MetLife nos Estados Unidos, e Rebecca é diretora executiva de Estratégia da MetLife.

“Kishore tem um histórico comprovado de liderança transformadora que envolve clientes, motiva colaboradores e impulsiona a rentabilidade”, diz Kandarian. O executivo ainda aponta: “Estas habilidades altamente versáteis fazem dele o líder certo para o nosso negócio crescente na Ásia. Estou certo de que ele aumentará ainda mais o nível de sucesso desse negócio”.

Kandarian acrescenta: “Rebecca é uma excelente estrategista que ajudou a MetLife a elevar o foco no cliente, junto a uma distribuição eficiente de capital e um portfólio de negócios mais atraente. Com a experiência dela como consultora de várias empresas em mercados do mundo inteiro, incluindo a Ásia, é a escolha natural para acelerar a criação de valor na região”.

Antes de atuar como diretor de Auto e Residencial, Kishore foi diretor executivo de Estratégia da MetLife entre os anos de 2011 e 2013. Antes de entrar para a MetLife, ocupou cargos da alta gerência na American Express, GE Money, McKinsey and Company e A.T. Kearney Inc. Kishore obteve o doutorado em administração de negócios pela Drexel University em Philadelphia, EUA, e mestrado e bacharelado na Osmania University em Hyderabad, Índia.

Rebecca Tadikonda ingressou na MetLife como diretora executiva de Estratégia em 2014. Anteriormente, ela foi sócia na Bain & Company e também ocupou cargos de marketing na DHL Worldwide Express e na VeriSign. Rebecca tem mestrado em administração de negócios pela Stanford University e é formada em economia pela Dartmouth University.

Além de suas novas responsabilidades, Rebecca continuará sendo diretora executiva de Estratégia até um substituto ser nomeado.

No departamento de Auto e Residencial, o vice-presidente sênior de Gestão de Produtos, Mick Noland, e a vice-presidente de Sinistros, Darla Finchum, serão codiretores interinos das carteiras enquanto a MetLife realiza a busca por um substituto para Ponnavolu.

Liberty Seguros reformula clube de vantagens para clientes aproveitarem o momento

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A Liberty Seguros apresenta o novo Clube Liberty Momentos, plataforma de benefícios que oferece opções de entretenimento, descontos em restaurantes e muitas outras experiências. Assim, a seguradora reforça sua presença no dia a dia dos segurados, para que os clientes, que já contam com um atendimento de qualidade quando precisam do seguro, possam aproveitar também os momentos que importam com a família e amigos.

As vantagens do novo clube estão divididas em diversas categorias, com destaque para entretenimento, gastronomia, viagens e experiências. Para cada segmento, a Liberty fez parcerias com grandes empresas como ChefsClub, MASP, Rubayat, LaMar, PF Chang’s, resort Rio Quente, Viva Experiências, hotéis National Inn e Bourbon, além de diversas opções de entretenimento em todo o Brasil.

Para o lançamento, a Liberty presenteia seus clientes com a isenção do valor de R$ 179,00 na assinatura anual do ChefsClub, maior clube de gastronomia do Brasil, que oferece descontos de 30% a 50% em restaurantes renomados em todo o país. Além disso, a Liberty também proporciona descontos de 25% de desconto na assinatura mensal no aplicativo de cinemas Prime Pass e duas mensalidades grátis no Conect Car, entre outras ofertas.

Os benefícios do novo clube também representam uma oportunidade para os corretores, que podem usufruir das ofertas durante o período de lançamento e também, oferecê-las para os seus clientes, como mais uma vantagem para a contratação ou renovação dos seguros Liberty.

“Queremos oferecer a melhor experiência para nossos clientes, seja com a qualidade de nossos produtos e atendimento, seja com vantagens que vão além do seguro.”, diz Patricia Chacon, diretora de Marketing e Estratégia da Liberty Seguros. “Com o Clube Liberty Momentos, podemos manter um contato próximo com nossos clientes, mesmo quando não estiverem utilizando as assistências e coberturas “, completa.

SulAmérica é confirmada mais uma vez no índice FTSE4Good

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A SulAmérica foi confirmada novamente em um dos mais importantes índices internacionais de sustentabilidade, o FTSE4Good. Composto por empresas com fortes práticas dos fatores ASG (ambiental, social e de governança) – mais conhecida pela sigla em inglês, ESG – a listagem se vale de dados de domínio público, tais como relatórios financeiros e de sustentabilidade, atendendo aos rígidos critérios de seleção que analisam 300 indicadores diversos.

Com base nessa pontuação, a companhia – que é uma das signatárias fundadoras e conselheira da iniciativa dos Princípios para Sustentabilidade em Seguros (PSI) do Programa das Nações Unidas para o meio Ambiente para Instituições Financeiras (UNEP FI) – elevou o score de 3,7 para 3,9, sendo 5 o máximo, com destaque para dimensão da governança e melhora na dimensão social.

Para Tomás Carmona, superintendente de sustentabilidade da SulAmérica, o aumento na pontuação é reconhecimento pelo trabalho constante da seguradora em utilizar os critérios ASG no modelo de negócios, que se traduz em políticas e processos cada vez mais transparentes para clientes e stakeholders. “A confirmação no índice contribui para a SulAmérica atrair investidores que acreditam na agenda de longo prazo e de impacto positivo na sociedade”, complementa Carmona.

O FTSE4Good é aferido pela FTSE (Financial Times Stock Exchange) Rusell, uma divisão da bolsa de valores de Londres. Ele norteia investidores na identificação de empresas que zelam pelas boas práticas de mercado e ainda é uma referência global para fundos de investimentos responsáveis.

AXA finaliza reestruturação de Comitê Executivo

A AXA anunciou hoje a nova composição de seu Comitê Executivo, liderado pela CEO da companhia, Delphine Maisonneuve, que assumiu o posto em julho deste ano. Com a mudança, foram promovidos, Erika Medici à vice-presidência Comercial e Marketing; Fernanda Cortese à Diretora de Transformação, Tecnologia e Inovação; e Igor Di Beo à Diretor de Operações e Sinistros. Completam o Comitê Executivo Alexandre Campos, diretor de Recursos Humanos; Jean-Marc Radureau, vice-presidente de P&C; Paulo Kudler, vice-presidente de Vida e Afinidades; e, Sebastien Guidoni, diretor Financeiro.

“Estamos inaugurando um novo capítulo da AXA no Brasil. Com as bases muito bem estruturadas e um claro posicionamento em grandes riscos e afinidades, temos, agora, a missão de fazer com que a empresa seja reconhecida como um player relevante no segmento de seguros para Pequenas e Médias Empresas em P&C e em Seguro de Vida”, afirma Delphine Maisonneuve, destacando, ainda, que Octávio Bromatti, até então Vice-Presidente Comercial P&C, teve um papel fundamental para estabelecer as bases comerciais da AXA no país. “Agradeço a Octávio por sua contribuição nesses três anos e meio dedicados à empresa”.

Sompo investe em nova área de agronegócios

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A Sompo Seguros acaba de contratar Marcio Martinati, como novo Superintendente de Agronegócio. O executivo chega à companhia com o desafio de desenvolver novos produtos voltado à atividade rural para atender segmento que apresentou 13% de expansão em 2017, segundo dados do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, e foi a atividade com melhor desempenho na composição do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.

Marcio Martinati é formado pela Unicamp em Engenharia Agrícola e conta com pós-graduação em Desenvolvimento de Produtos. Traz como bagagem a experiência de ser responsável pela inserção de grandes companhias de seguros nesse segmento de negócios. Além disso, acumula ampla experiência no desenvolvimento de seguros voltados a lavouras, florestas e rebanhos. O executivo chega à Sompo com a missão de estruturar uma área dedicada para atendimento dos produtores rurais brasileiros e desenvolver produtos e soluções de seguro inovadoras, simples e de fácil compreensão por quem não tem conhecimento ou afinidade com essa categoria de serviços financeiros.

“O mercado de seguros rurais apresenta muitas oportunidades, já que ainda é pouco explorado. Trata-se de um segmento com necessidades bastante específicas e, para atende-lo é necessário conhece-lo a fundo”, considera Martinati. “A Sompo já conta com produtos de destaque na área, como produtos voltados à proteção de equipamentos agrícolas. Agora, vamos contribuir para expandir o leque de opções de seguros com coberturas exclusivas trazendo proteção e tranquilidade aos nossos produtores rurais brasileiros”, conclui.

O primeiro desafio de Martinati será o desenvolvimento de sua equipe, que contará com profissionais com expertise nesse mercado. Além disso, o especialista terá o suporte da da AgriSompo, plataforma global da Sompo International que tem como foco específico soluções de seguro para o segmento rural. “O agronegócio brasileiro, apesar de gigantesco, ainda carece de produtos de seguros que possam contribuir para a tranquilidade do homem do campo, principalmente devido às condições de clima adversas. Vamos nos valer de toda a expertise tanto dos especialistas brasileiros, quanto do suporte do grupo Sompo Holdings para disponibilizar produtos que possam atender ao potencial desse mercado”, acrescenta Adailton Dias, Diretor de Produtos e Sinistros da Sompo Seguros, lembrando que, segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a safra de grãos do Brasil deste ano deve ser a segunda maior da história, com previsão de atingir 228,5 milhões de toneladas e uma área plantada de 61,6 milhões de hectares.

Experiência internacional

A iniciativa está alinhada com a estratégia da Sompo Holdings, de investir em soluções de seguros e resseguros para o agronegócio em escala global. A companhia conta com a AgriSompo, uma plataforma global que trabalha sob uma abordagem de subscrição comum com experiência e tecnologia compartilhadas em uma ampla gama de produtos para a cadeia produtiva do agronegócio. O objetivo da AgriSompo é disponibilizar soluções inovadoras de gerenciamento de riscos agrícolas adaptadas às necessidades dos produtores rurais.

Recentemente, a companhia também anunciou a compra da A&A, S.r.l, empresa que, desde 1996, é líder no mercado italiano de seguros agrícolas. A A&A deve complementar o objetivo da AgriSompo de construir capacidades globais integradas no negócio de seguros agrícolas, tanto alavancando a extensa experiência em seguro agrícola da Sompo quanto adquirindo empresas especializadas nos principais mercados.

Evento propõe a inclusão de cláusula de mediação no seguro auto

por Márcia Alves

Apenas em São Paulo, existem mais de 24 milhões de processos ativos na Justiça. “Se não incentivarmos a adoção de meios alternativos de resolução de conflitos, a Justiça vai quebrar”, disse o juiz Jorge Tosta, durante sua participação no evento “Conciliação e mediação aplicadas ao seguro de automóvel”, realizado no dia 23 de agosto, em São Paulo. O evento foi promovido em parceria pela Associação Internacional de Direito de Seguro (AIDA), Associação Paulista dos Técnicos de Seguro (APTS) e Escola Nacional de Seguros (ENS).

Além da lentidão da justiça e do alto custo dos processos, o resultado de uma demanda judicial nem sempre agrada as partes. “Estou convencido de que a sentença potencializa o conflito”, disse o juiz. A vantagem da conciliação e a mediação em relação à justiça comum, segundo ele, não é apenas a rapidez ou o baixo custo, mas também a solução adequada para determinados tipos de conflitos.

De acordo com o novo Código de Processo de Civil (CPC), se houver vínculos entre as partes, a mediação é mais indicada que a conciliação, cujo foco é apenas o acordo. “Para um acidente de trânsito, por exemplo, em que não há relação entre as partes, a conciliação é mais adequada. Mas, para um conflito envolvendo sócios de uma empresa, em que há uma relação de afeição, a mediação é melhor porque utiliza técnicas próprias que são capazes de restabelecer o diálogo para que as partes cheguem a uma solução”, disse Tosta.

Segundo ele, o caminho para a disseminação desses meios foi aberto com a edição da Resolução 125/2010, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que criou os Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejuscs). O CPC também deu força ao orientar os operadores de direito a estimularem o seu uso, bem como ao permitir o funcionamento de Câmaras privadas de conciliação e mediação, desde que sejam cadastras no Tribunal de Justiça ou Tribunal Regional Federal e obedeçam a alguns requisitos.

Fundo para mediação
Para Vivien Lys, presidente do GNT de Solução de Conflitos da AIDA, a mediação é a melhor porta que existe para resolver inúmeros conflitos no âmbito do seguro, em especial no ramo de automóvel, que é a terceira maior carteira do setor. O Judiciário é outra das portas, mas ela afirma que, às vezes, a sentença favorável ao segurado pode representar prejuízo ao mutualismo. “Mesmo que pense estar ganhando, o segurado ainda pagará essa conta no preço do seguro”, disse.

A arbitragem também é uma opção, sobretudo para demandas vultosas envolvendo seguros de grandes riscos, embora também possa ser aplicada aos seguros massificados. Segundo Vivien Lys, basta que o segurado manifeste esse desejo. Já a mediação, a melhor porta, em sua opinião, pode resolver rapidamente diversos conflitos, evitando a judicialização e prejuízos à imagem da seguradora.

Mas, para que a mediação se torne a principal porta no seguro, Vivien Lys defende a inclusão de cláusula nas apólices. No modelo de cláusula de mediação que apresentou no evento, o prazo para a conclusão do processo foi estabelecido em 60 dias. Segundo ela, atualmente, existem 74 câmaras privadas em São Paulo, reconhecidas pelo Tribunal de Justiça. “São empresas sérias, com preços variáveis, à escolha do consumidor”, disse.

O atuário Pedro Antonio Franceschini fez uma participação especial no evento para explicar o custo financeiro da inclusão da cláusula de mediação na apólice de seguro auto. Com base na análise dos dados de uma seguradora extraídos do site da Susep, ele fez as contas e concluiu que a inclusão da cláusula geraria um acréscimo de apenas R$ 56,00 ao prêmio. “Um custo muito pequeno diante dos benefícios para a seguradora e o segurado”, disse. Vivien Lys concordou e sugeriu que as seguradoras constituam um fundo para todos os conflitos resolvidos por mediação.

Eduardo Damato, gerente jurídico de uma seguradora, trouxe ao evento sua experiência de 12 anos na área. Segundo ele, do lado das seguradoras, a preferência é a mediação. “Ninguém quer mais processo judicial, porque é prejuízo certo. Mesmo ganhando, se perde, porque os custos são altos”, disse.

Entretanto, ele reconhece que existe uma cultura de litigância no país, facilitada por regras que estimulam a ação judicial e pela justiça gratuita concedida até para quem tem condições de pagar. “É fácil e barato litigar no Brasil. Por isso, é difícil conter a judicialização”, afirmou. Uma alternativa, a seu ver, seria a mediação digital. “O foco são as novas gerações”, disse.

O encerramento do evento foi realizado pelo presidente da AIDA, Inaldo Bezerra. A diretora de Ensino Técnico da ENS, Maria Helena Monteiro, e o presidente da APTS, Osmar Bertacini, participaram da abertura do evento.

GBOEX inaugura Galeria Histórica que reúne quadros dos ex-presidentes

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O GBOEX – Previdência e Seguro de Pessoas – inaugurou, nesta quarta-feira (22/08), a Galeria Histórica dos Ex-Presidentes, que reúne de forma inédita quadros de 12 lideranças, que conduziram a entidade durante 60 anos. A exposição de pinturas à óleo integra as atividades de celebração dos 105 anos de fundação da entidade e os 76 anos de criação do Conselho Deliberativo, no presente ano. “Estamos fortalecendo as tradições e a história do GBOEX ao dar visibilidade a esse material que estava no acervo e, com isso, destacar a atuação significativa destes homens na construção da nossa entidade centenária,” pontuou o Presidente do Conselho Deliberativo do GBOEX, Flávio da Cunha Vianna.

Estão retratados nos quadros antigos presidentes que em momentos distintos entre o período de 1913, ano de fundação do GBOEX, e 1973, conduziram a instituição. Idealizada com o intuito de proteger a família militar, a entidade ao longo dos anos vem sendo reconhecida por valorizar a história e buscar constantemente fortalecer a tradição, a solidez e a segurança.

As obras foram feitas em pintura à oléo por Jean Cánovas, professor de origem francesa, já falecido, reconhecido por retratar a história. O artista produziu obras com patronos e personagens históricos de instituições gaúchas e de Unidades militares, onde estão muitos dos seus quadros. O material foi restaurado pelo Ateliê Elias Molduras e fará parte do acervo histórico da instituição.

A convite do presidente do Conselho Deliberativo, Flávio da Cunha Vianna, o descerramento da Galeria Histórica, localizada no Mezanino da sede, foi realizado pelo diretor-presidente do GBOEX, Ilton Roberto Brum de Oliveira, e por Raul Régis de Freitas Lima, assessor jurídico, que é colaborador desde a década de 1970. A cerimônia também reuniu as principais lideranças do mercado de seguros e previdência, além de funcionários e colaboradores da entidade.

Allianz Seguros participa de feira de profissões de empresas e escolas alemãs em São Paulo

Nesta sexta-feira, 24, a Allianz Seguros participa da Feira de Empresas e Escolas Alemãs de São Paulo (FEASP), promovida pela Câmara de Comércio Brasil-Alemanha. Com palestras e workshops sobre diversas profissões, o evento tem por objetivo oferecer orientação profissional aos alunos do Ensino Médio dos colégios Porto Seguro e Humboldt.

Com o tema “Gestão de Risco – Ciências Atuariais”, Adilson Raul Silva, superintendente de Precificação e Excelência Técnica da Allianz Seguros, apresentará aos participantes a profissão na área de Ciências Atuariais, que envolve conceitos de matemática estatística e financeira para analisar riscos e precificar os seguros.

Durante a feira, a equipe de Recursos Humanos e Adilson estarão à disposição dos participantes para tirar dúvidas e aproximar os futuros profissionais à cultura da empresa.

O evento acontece no Colégio Visconde de Porto Seguro – Unidade Morumbi, das 9h às 13h, com a participação de diversas empresas associadas à Câmara de Comércio Brasil-Alemanha.

ARTIGO: A pirâmide está encolhendo… você está preparado?

Por Túlio Fumis, associate partner na Page Executive e líder para as áreas de serviços financeiros e seguros. Executivo sênior e consultor em seguradoras nacionais e multinacionais há mais de vinte anos.

Este mês começaremos a entender um pouco mais sobre um estudo anual que a Page Executive (Page Group) conduz e está indo para a terceira edição. O estudo aponta os maiores desafios que executivos e líderes estão enfrentando no momento, bem como quais são as prováveis tendências e mudanças que estão ocorrendo em relação a assuntos estratégicos.

Espero que as informações compartilhadas neste artigo e nos próximos sirvam para que vocês, profissionais da área de seguros, tenham mais subsídio nas tomadas de decisões, antecipem potenciais oportunidades e preparem um plano de ação para se prepararem de maneira adequada para os desafios que estão surgindo.

O primeiro tópico do estudo, e que exploraremos hoje, fala do “achatamento” da pirâmide de gestão (Flattening the Management Pyramid), como as novas gerações estão contribuindo para uma liderança horizontal e o surgimento de uma nova posição no ambiente organizacional.

De acordo com um recente estudo sobre millennials (geração que se tornou adulta na virada do século), 83% destes profissionais preferem um ambiente com pouquíssima hierarquia, transparente e flexível para trabalharem. A média de idade em empresas como Facebook, Apple e Google é de 28, 30 e 31 anos respectivamente, ou seja, a maioria é de millennials que, como comentado acima, estão confortáveis com estruturas pouco rígidas e ferramentas digitais.

Gestão horizontal não é um novo fenômeno. Desde o século dezessete que os piratas escolhiam o seu Capitão e escreviam seus “códigos de conduta” de forma coletiva. O que tem mudado é que empresas, lideradas pelas de tecnologia, começam a introduzir o conceito de liderança horizontal como um atrativo para os potenciais candidatos a serem recrutados. Uma das razões mais importantes para isto foi o déficit de talentos digitais que viram neste modelo, um atrativo adicional para juntarem-se à empresas que adotam esta prática.

Para empresas de outros setores, como o de seguros, por exemplo, não é o caso. Porém, com o crescente impacto da tecnologia dentro das companhias e natural renovação das gerações na liderança, rapidamente a tendência das empresas tecnológicas irá se espalhar. Não haverá retorno!

Na verdade, o desafio de qualquer empresa, em qualquer setor, é criar um ambiente saudável para todos os colaboradores e não somente para a liderança. Cabe a cada setor entender o que faz sentido para sua cultura e quando é hora de mudar. Várias ferramentas digitais estão sendo usadas para dar suporte a este novo tipo de gestão. Algumas ferramentas permitem que qualquer pessoa faça perguntas durante uma reunião mundial de resultados, por exemplo, e todos os colaboradores podem votar em quais perguntas serão respondidas.

Certamente que para cada história de sucesso dentro deste modelo, há casos de empresas que não se adaptam e retornam para estruturas mais hierárquicas. De qualquer modo, mais e mais empresas estão migrando para este tipo de gestão principalmente por que já se comprovou que os ganhos em inovação e agilidade dentro da organização são enormes. Com a crescente competitividade, quem conseguir engajar os colaboradores para desenvolver novos produtos e melhores serviços, terá uma vantagem competitiva importante e necessária.

Basicamente há quatro tipos de estruturas horizontais (estruturas mais planas) e que podem se adequar à maioria das empresas. Algumas não abandonam completamente a hierarquia tradicional.

Os líderes precisam encontrar o equilíbrio entre as várias gerações dentro de um mesmo local de trabalho, cada uma com suas preferências e “maneiras” de trabalhar. As gerações mais velhas, por exemplo, ao contrário dos millennials, se sentem mais à vontade com estruturas hierarquizadas e menos abertas ao uso de ferramentas digitais.

Outro aspecto importante, principalmente no que se refere à multinacionais, é que a percepção de autoridade e hierarquia, tem uma forte conexão com o tipo de cultura que prevalece no ambiente ou seja, brasileiros pensam de maneira diferente dos suecos que pensam de maneira diferente dos japoneses e por aí vai. Mais um pouco de gasolina na fogueira dos líderes…

Baseado nos desafios mencionados acima, um novo personagem começa a aparecer com mais frequência em empresas pouco hierarquizadas, o CCO – Chief Culture Officer. O aumento do número de CCOs, sugere uma mudança na maneira de pensar de algumas empresas em relação a recursos humanos. Ao invés de continuarem com o tradicional papel do RH, os CCOs focam em como “vender” as organizações de modo a atrair pessoas adequadas.

No início, algumas empresas questionaram o quanto de valor um CCO poderia agregar para o negócio, porém, atualmente, estes profissionais estão se tornando figura chave no sentido de criarem uma força de trabalho colaborativa e inclusiva. Já existe um senso comum de que uma cultura harmônica dentro de uma companhia é um fator muito importante para o sucesso e minimiza o risco de turnover alto ou da presença de muitos colaboradores pouco engajados.

Importante mencionar que a criação desta nova posição necessita de total apoio do CEO porém, este profissional deve estar em contato muito próximo com todos os colaboradores. Ao contrário da visão tradicional, a cultura nestes ambientes cresce da base para o nível superior. O desafio do CCO é exatamente influenciar esta evolução de maneira orgânica.

Em resumo:

Millennials preferem menos hierarquia e ambientes transparentes e flexíveis;
Uma estrutura mais plana suporta melhor inovação e agilidade;
Foram definidos quatro tipos de estrutura horizontal, sendo que a estrutura “plana” é a mais pragmática;

Diferentes gerações e expectativas culturais podem ser um obstáculo na criação de organizações mais planas;

De maneira crescente, o surgimento do Chief Culture Officer tem como objetivo estimular a força de trabalho colaborativa.

Atualmente liderando a área de serviços financeiros e seguros na Page Executive (Page Group), compartilharei mensalmente com o blog dicas sobre carreira, CVs, entrevistas e outros assuntos relacionados a recrutamento e seleção, voltados para empresas e profissionais de seguros.

Até breve!

Bailarinos de projetos sociais fazem apresentação inédita para a imprensa

Com o patrocínio da SulAmerica, jovens bailarinos de duas das principais companhias de dança do País, a Companhia Brasileira de Ballet (CBB), do Rio de Janeiro, e a Escola de Dança, de São Paulo, realizaram hoje uma apresentação exclusiva para imprensa. Segundo o diretor de marketing da seguradora, Zeca Vieira, a exibição marca uma nova fase de patrocínios e incentivos da empresa, voltada a projetos sociais, cujo objetivo é permitir que jovens tenham acesso a novas possibilidades e revelem seus talentos.

“A SulAmérica tem a convicção de que promover eventos culturais pelo País é uma forma de permitir que toda a sociedade tenha mais acesso ao lazer, ampliando seus horizontes. Juntamente a esse pensamento, percebemos nos projetos sociais a possibilidade de impactar positivamente a vida de mais pessoas”, afirma Vieira, em nota.

No começo de 2018, a empresa buscou por programas de formação de jovens talentos nos campos da música, dança e artes cênicas. Seguindo os critérios do edital, optou-se por apoiar a formação dos dançarinos das companhias de balé carioca e paulista. E a apresentação tem o intuito de celebrar esse novo projeto.

“Preparar e formar jovens talentos é uma política da companhia, que internamente estrutura programas bastante sólidos para estudantes. Externalizar essa visão é poder contribuir com a possibilidade de um futuro melhor para os adolescentes e uma sociedade com cada vez mais oportunidades”, declara a diretora de Capital Humano e Sustentabilidade da SulAmérica, Patrícia Coimbra.

E a transformação já está em curso. “Eu vim de Ourinhos para fazer parte da Companhia Brasileira de Ballet e hoje moro na casa da companhia com outros 16 jovens. Não me arrependo um minuto da decisão e sei que o apoio da companhia é fundamental para aguentar a saudade da família e seguir em frente com a realização do meu sonho”, declara a bailarina Flavia Alvim, que reside na moradia que a CBB mantém no Rio de Janeiro para bailarinos de outras regiões.