Canal Seguro: Como se proteger em cada fase da vida com a ajuda do seguro?  

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O setor segurador possui produtos de seguro para cada etapa da vida das pessoas e, do nascimento à aposentadoria, a palavra-chave deve ser planejamento. É o que explica o presidente da Confederação das Seguradoras (CNseg), Marcio Serôa de Araujo Coriolano, em mais um episódio do programa “Papo Seguro”, veiculado no ‘Canal Seguro’, no YouTube.

No vídeo, o presidente da CNseg afirma que, aos 16 anos, o jovem já pode contratar um título de capitalização, “adquirindo o hábito de acumular reservas financeiras, além de concorrer a diversos prêmios”. Já na faculdade, os estudos também podem ser protegidos contra uma eventual perda de renda por meio do seguro.

Após os 30 anos, surgem novos projetos e novas necessidades de seguros para a vida do indivíduo e de sua família, os quais também podem ser facilmente adquiridos.

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Seguro DPVAT tem mais de 116 mil indenizações pagas de janeiro a abril

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O Boletim Estatístico da Seguradora Líder traz os dados consolidados entre janeiro e abril de 2018, período em que foram pagas 116.085 indenizações. O montante é 8% inferior ao registrado no mesmo período do ano passado (126.261). O Seguro DPVAT possui três modalidades de indenização: Morte, Invalidez Permanente e Reembolso de Despesas Assistenciais e Médicas (DAMS). O volume de indenizações por Invalidez Permanente é o mais representativo, com 82.771 pagamentos, 13% menos do que o mesmo período de 2017.

No primeiro quadrimestre de 2018 foram pagas mais de 12 mil indenizações por morte. Os dados de janeiro a abril mantêm tendências verificadas ao longo de 2018 como, por exemplo, a leve redução no comparativo ante 2017. Os homens continuam sendo os principais beneficiários, com 75% dos pagamentos.

A faixa etária de 18 a 34 anos é a que concentra o maior volume de vítimas (cerca de 55,4 mil), indicando que os acidentes de trânsito afetam principalmente pessoas jovens em idade economicamente ativa. A análise do total de indenizações pagas indica ainda que os motoristas foram as vítimas do acidente em 71.227 casos, sendo que entre estes 62.428 (88%) eram motociclistas.

Os acidentes envolvendo motocicletas concentraram 76% das indenizações, ainda que as motos sejam 27% da frota nacional de veículos. No período de janeiro a abril de 2018, a Região Nordeste apresentou o maior volume de indenizações pagas (31%), seguida pela Região Sudeste (29%) e Região Sul (19%). O Nordeste tem apenas a terceira maior frota de veículos de todas as cinco regiões brasileiras.

A Seguradora Líder divulga, mensalmente, os dados de indenizações pagas para que eles se tornem insumos para a construção de políticas públicas que contribuam para um trânsito menos violento. A companhia tem o compromisso de auxiliar na formulação de ações para prevenção de acidentes e educação no trânsito.

 

Segurize é uma da startups selecionadas pelo InovaBra

Sei que jornalista tem de ser imparcial, mas tem coisas que mexem com a gente. Ainda bem. Sinal de que estamos vivos. Fiquei realmente feliz de saber que a Segurize, que vem se construindo dia a dia desde 2016, com força, foco e fé, é uma das sete startups escolhidas pelo Bradesco na 4ª edição do programa inovaBra startups, criado para descobrir projetos inovadores que tenham soluções aplicáveis ou com possibilidade de adaptação no setor de produtos e serviços financeiros. A 4ª edição do InovaBra Startups recebeu 1.517 inscrições de todo o Brasil.

São elas:

Segurize – Santos (SP): Plataforma de indicação de clientes para produtos de seguros que utiliza o conceito de marketing de indicação atrelado a recompensas.

MaxxMobi – Salvador (BA): Plataforma de multiatendimento ao cliente feito por Whatsapp e Telegram.

Dualk – São Paulo (SP): Plataforma capaz de vender microsseguros de forma integrada entre canais online para bancarizados e off-line para desbancarizados.

Banib – Sorocaba (SP): Plataforma para o ramo imobiliário que permite interatividade entre o cliente e o imóvel.

Rankdone – São Paulo (SP): Plataforma de processos de recrutamento com API que utiliza ATS (applicant tracking system).

Dataholics – São Paulo (SP): Plataforma de tecnologia para captação de informações para credit scoring.

PhdRisk – Maringá (PR): Plataforma de análise de crédito que utiliza Inteligência Artificial.

As sete finalistas seguem para a fase de concepção do projeto, na qual receberão orientação para atender a uma necessidade real do Banco. Elas terão apoio no desenvolvimento do produto ou serviço e adaptação da solução ao ambiente do Bradesco. Ao final do programa, as empresas terão a possibilidade de comercializar seus produtos para o Banco, que poderá ainda ser um investidor estratégico.

O CEO da Segurize, Keyton Pedreira, conta que a insurtech surgiu de um aplicativo de vendas direcionado para pessoas em busca uma renda extra para complementar o orçamento familiar. Após o cadastro e a aprovação como ‘segurizer’, os usuários podem indicar os produtos disponíveis a familiares, amigos ou conhecidos.

“Cada indicação que se converte em negócio vale pontos que podem ser trocados por prêmios ou dinheiro”, explica Keyton. Segundo ele, a cada indicação é possível ganhar entre R$ 10 a R$ 100. “Tudo vai depender do produto que gerou a venda. Em automóvel, por exemplo, temos apólices que custam menos e R$ 1 mil e mais de R$ 20 mil”.

A iniciativa agradou e hoje a Segurize já conta com mais de 25 mil pessoas cadastradas. “Esse número é expressivo se considerarmos que o Brasil tem cerca de 50 mil corretores credenciados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), órgão responsável por fiscalizar o setor”, compara.

O alvo da Segurize é abordar pessoas que estão fora do assédio dos bancos, seguradoras e corretoras tradicionais. “As classes A e B recebem ofertas de todos.  Segundo nossas pesquisas, 90% da classe A têm seguro.  Já as pessoas de menor renda, temos apenas 20% com seguro, de acordo com nosso estudo. Muitas vezes nem conta em banco  elas têm e por isso representam um grande potencial de consumo de proteção financeira, tanto para produtos ligados à vida, e saúde como a bens patrimoniais. Queremos ser a primeira oferta para esse público. E com o tempo, a melhora da renda da população e a cultura de seguros avançando, vamos atingir esse público com esse formato de distribuição”, acredita Pedreira.

 

APP afirma que ajuda a reduzir em até 30% o índice de sinistralidade

 

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Criada no último trimestre de 2017 para atuar exclusivamente no segmento corporativo, a Saúde Concierge é uma startup que desenvolveu um sistema tecnológico simples de usar, mas capaz de dar suporte a complexos processos de gestão que visam ajudar a cuidar da saúde das pessoas de uma empresa. Como consequência, os custos com o benefício saúde, das 3500 vidas que que atualmente administra, têm apresentado redução de até 30%.

Para atingir os resultados, a Saúde Concierge utiliza tecnologia WEB e de APP (disponível gratuitamente nos sistemas Android e iOs), a fim de monitorar a condição de saúde dos pacientes, interagindo em tempo real com eles, e sugerindo medidas que possam ser adotadas para a manutenção do estado de saúde atual ou correção/ajustes para a melhoria dessa condição.

“Nossa atuação acontece por meio de multicanais, seja via visitas presenciais de profissionais multidisciplinares, tais como médicos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, enfermeiros ou pelo atendimento humanizado da nossa equipe própria especializada que interage remotamente via central de atendimento”, explica Tatiana Giatti, diretora de marketing da Saúde Concierge.

Para o segmento de saúde, a empresa oferece a gestão de pacientes crônicos (pessoas com diabetes, hipertensão, problemas cardíacos etc.); atendimento médico e domiciliar (sempre de acordo com o grau de complexidade do caso); desospitalização, enviando de um profissional de saúde para acompanhar o paciente ainda no hospital e dar um parecer se está em condições de receber alta e continuar o tratamento em sistema de home care; internação domiciliar (home care diferenciado); aplicação de medicamentos específicos; e tratamentos paliativos, também chamados de Hospice.” Neste último, a intenção é dar conforto e atendimento a pacientes terminais”, completa ela.

Já no caso das seguradoras de Vida e Viagem, a Saúde Concierge elaborou uma grade de serviços que inclui housecall (consultas médicas no local onde o paciente estivar), central de atendimento 24 horas, Hospice e segunda opinião médica.

 

Parecer sobre cooperativas de proteção veicular pode ser votado nesta terça

Fonte: Agência Câmara

A comissão especial que trata do projeto que criminaliza as cooperativas de proteção veicular (PL 3139/15), de autoria do deputado Lucas Vergilio (SD-GO), discute nesta terça-feira (8) o parecer do relator, deputado Vinícius Carvalho (PRB-SP). Esta é a terceira tentativa de votar o relatório.

Em seu parecer, apresentado no mês passado, o relator sugeriu a regularização da atividade. Essas cooperativas funcionam por meio do rateio entre as vítimas de roubos e acidentes envolvendo os veículos contratados. Ou seja, não há pagamento de uma apólice contra riscos futuros como em um seguro tradicional.

Segundo Vinicius Carvalho, essa foi a solução encontrada pelo mercado para driblar o alto custo dos seguros e a recusa de alguns veículos mais antigos por parte das seguradoras. O deputado argumenta que não é possível simplesmente proibir as atividades de 1.700 associações que atendem cerca de 2 milhões de donos de automóveis.

A reunião está marcada para 14h30, no plenário 5.

ÍNTEGRA DA PROPOSTA: PL-3139/2015

Março registra quatro grandes acidentes com navios

Fonte: Portos&Navios

O número de acidentes envolvendo o transporte de cargas marítimo chamou atenção no último mês de março. Diversos navios registraram diferentes tipos de sinistros, de incêndios complexos no porão, passando por tempestades e até colisões entre duas embarcações, causando a perda de contêineres.

Logo no começo do mês, em 3 de março, o “Maersk Shangai” descartou 73 contêineres por conta de uma intensa tempestade na região do Oregon, nos Estados Unidos. Cinco dias depois, o “Maersk Honam” sofreu um grande incêndio a 900 milhas náuticas de Oalhat, em Omã.

No dia 15 de março, um navio carregado com 62 mil toneladas de fertilizantes encalhou no canal de acesso ao Porto de Paranaguá, no estado do Paraná. Já no dia 19 de março, os navios “MV Tolten” e “MV Hamburg Bay” colidiram no Terminal de Karachi, no Paquistão, causando a perda de 21 contêineres que caíram na água.

“Apesar do crescente desenvolvimento da tecnologia nas embarcações, o aumento considerável do comércio marítimo tem contribuído para o número de acidentes, principalmente nas entradas e saídas dos portos”, explica Vanderlei Moghetti, gerente de Sinistros da Argo Seguros. “Além disso, as vezes a falta de cuidado para o acondicionamento da carga nos navios acaba gerando acidentes inesperados”, completa.

Microsseguradora digital a caminho

Uma nota interessante no Diário Oficial de 7 de maio na pág. 182/Seção 3. Consta a declaração de propósito de que Demair Vauz da Silva e Sandra Finger, na condição de únicos acionistas de Company Participações, declaram intenção de alterar o objeto social e também o nome da Company Participações. A empresa passa a chamar Company Seguros e a operar como  microsseguradora digital em microsseguros de pessoas, em qualquer de suas modalidades ou forma.

A empresa é uma sociedade anônima fechada, com sede na cidade de Goiânia, e já atendia ao pré-requisito de capital mínimo requerido para operação em todo território nacional – capital social  de R$ 6 milhões , conforme acordo de acionistas, já registrado na Superintendência de Seguros Privados (Susep).

Luto: Morre, aos 102 anos, Rosa Garfinkel

Morreu na madrugada desta segunda-feira  Rosa Garfinkel, mãe de Jayme Garfinkel, presidente do conselho da Porto Seguros, e avó de Marcelo Blay, CEO da Minuto Seguro. O velório será às 10:00 e o enterro às 13:00 no Cemitério Israelita do Butantã.

Abaixo o comunicado de Jayme:

Rosa Garfinkel foi uma das principais responsáveis pela construção do Grupo Porto Seguro. Um exemplo de sabedoria e de bom senso. Sua persistência e principalmente o seu desprendimento foram cruciais para superarmos grandes desafios ao longo da nossa história.

Aperfeiçoou seus conhecimentos sobre seguros em casa, quando ouvia Abrahão, meu pai, que adquiriu a Porto Seguro em 1972. Seus conselhos foram muito importantes a cada passo que a companhia dava e, em muitos momentos, essenciais para ele e para mim.

O grande desafio veio quando ele faleceu, em 1978, e ela assumiu a presidência da companhia. A partir daí, ela sempre esteve ao meu lado e, juntos, lideramos uma ampla expansão dos nossos ramos de atuação.

Me lembro do prazer que ela sentia em visitar as diversas áreas, para conversar com as pessoas e ouvir um pouco da historia de cada um.

Nos últimos anos, já com a idade muito avançada, ainda me dava conselhos riquíssimos que guardarei para o resto da minha vida. Sempre vou me lembrar dela com muito orgulho e admiração.

Em nome de todos os nossos funcionários, diretores, conselheiros, corretores, prestadores e acionistas, transmitimos um adeus para a minha mãe, nossa querida e eterna Dona Rosa.

Jayme Brasil Garfinkel
Presidente do Conselho da Porto Seguro

Seguro garantia está entre os motivos de pedido de recuperação judicial de Viracopos

ATUALIZAÇAO 07/05/2018 – 17h17 – Apesar de Triunfo Participações e Investimentos (TPI) não conseguir renovar o seguro garantia, como informou nesta segunda-feira, em comunicado ao mercado no qual protocolou o pedido de recuperação de suas controladas Aeroportos Brasil, Aeroportos Brasil Viracopos e Viracopos Estacionamentos, ainda há mais de R$ 290 milhões do remanescente da apólice referente a outorgas de 2017 e 2016 para fazer frente a outorgas e multas já vencidas.

Um pedido de indenização de R$ 240 milhões já foi registrado nas seguradoras líderes, Swiss Re Corporate Solutions e Austral Seguradora, informou uma fonte que pediu anonimato. As seguradoras, caso venham a pagar, buscarão o ressarcimento da TPI, garantidora do seguro e que continua solvente, e poderão ainda buscar seus direitos perante a concessionária. Em janeiro deste ano, a TPI  quitou a dívida de R$ 156 milhões com as seguradoras Swiss Re e Austral. No ano passado, a Anac acionou o seguro-garantia porque o aeroporto deixou de pagar a outorga fixa.

8h30 – A Triunfo Participações e Investimentos (TPI)  protocolou na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) o pedido de recuperação de suas controladas Aeroportos Brasil, Aeroportos Brasil Viracopos e Viracopos Estacionamentos. “Circunstâncias alheias ao controle das sociedades, de seus acionistas diretos e indiretos e de seus administradores, inviabilizaram o atendimento a algumas obrigações contratuais de cunho financeiro, notadamente o pagamento de certas outorgas e, mais recentemente, a renovação da apólice de seguro garantia de execução contratual”, diz o fato relevante enviado à CVM. O maior credor é o BNDES, como financiador direto e subscritor de debêntures. Bradesco, Itaú, Banco do Brasil e Haitong são detentores de créditos, como repassadores do BNDES. E BTG, o próprio Haitong e a Finep são credores do bloco privado.

BB Seguridade registra queda de 10,7% no lucro no 1o. tri de 2018

A BB Seguridade divulgou lucro ajustado de R$ 907,3 milhões no primeiro trimestre de 2018, queda de 8,6% na comparação com o mesmo período do ano anterior. O lucro líquido ficou em R$ 886,4 milhões, com baixa de 10,7%. Segundo comunicado do grupo enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), mesmo com o crescimento de 3,5% no resultado operacional combinado das empresas do grupo, o lucro líquido recuou por consequência da retração da taxa Selic, o que levou o resultado financeiro combinado a uma queda de 37,3% em relação a um ano antes, a R$ 185 milhões.

O volume total de prêmios emitidos de seguros, contribuições de previdência e arrecadação com títulos de capitalização somou R$ 12,7 bilhões no primeiro trimestre, com queda de 13,9% na comparação anual. No segmento SH (vida, habitacional e rural), os prêmios (patrimônio e automóvel), houve expansão de 1,3%, com alta de 4,7% em automóveis. As reservas técnicas de previdência ficaram em R$ 241 bilhões, com alta de 15,6%. A arrecadação com títulos de capitalização totalizou R$ 1,1 bilhão, incremento de 23,3%.