Brasil e Chile lideram retomada econômica da América Latina

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O Country Risk Book, estudo econômico desenvolvido pela Coface, seguradora de crédito francesa e líder de mercado no Brasil, aborda temas como Risco País, tendências macroeconômicas mundiais e as perspectivas políticas para o país. A Avaliação de Risco País da Coface (160 países) é feita numa escala de oito níveis, por ordem ascendente de risco: A1 (risco muito baixo), A2 (risco baixo), A3 (risco bastante aceitável), A4 (risco aceitável), B (risco significativo), C (risco elevado), D (risco muito elevado) e E (risco extremo). A Avaliação de Risco Setorial da Coface (13 setores em 6 regiões geográficas, 24 países que representam quase 85% do PIB mundial) é feita numa escala de quatro níveis: risco baixo, risco médio, risco elevado e risco muito elevado.

O estudo deste ano demonstra que depois de dois anos de recessão, economicamente falando a América Latina voltou a crescer em 2017. De acordo com a economista da Coface para América Latina, Patrícia Krause, ano passado houve uma alta de 1,1% e a estimativa é de +2,4% em 2018. “Esse crescimento deve ser liderado por Brasil e Chile. A estimativa da Argentina foi revisada para baixo por conta da seca e dos recentes acontecimentos”, explica a economista.

Segundo Patricia, as moedas começam a reportar maior volatilidade e, por ora, ainda há espaço para política monetária expansionista na região, com exceção da Argentina e do México. A economista salienta que o longo calendário eleitoral em 2018 e cenário de maior protecionismo global são riscos a serem monitorados. Dia 27 de maio há o 1ºturno na Colômbia, com um possível 2° turno em 17 de junho. “As pesquisas mostram o candidato de direita e anti-acordo de paz liderando as pesquisas”, comenta Patricia.

No México, as eleições serão no dia 1 de julho (um único turno), com o candidato esquerdista Andrés Manuel López Obrador liderando as pesquisas. “No Brasil o cenário ainda é muito incerto, difícil de prever qualquer movimentação política mais assertiva”, declarou a economista, lembrando que as eleições por aqui serão nos dias 7 (1º turno) e 28 de outubro (2º turno).

As taxas de juros na região (AL) ainda estão em níveis historicamente baixos. “Se o prêmio de risco subir abruptamente, bancos centrais ficariam sob pressão para aumentar as taxas”, explica Patricia. Em março deste ano, as taxas eram as seguintes: 2,5% no Chile, 2,75% no Peru, 4,25% na Colômbia, 6,5% no Brasil e 7,5% no México.

Para o Brasil, Patricia destaca que mudou a projeção para PIB de 2018 para 2,5%, ante 2,8% anteriormente. ”Sentimos que o Brasil não terá uma retomada forte e de longo prazo. Essa revisão do PIB se deu em função, principalmente, pelos dados de atividade aquém do esperado no primeiro trimestre do ano. Também começamos a sentir o efeito da forte queda da Selic sobre as taxas cobradas pelos bancos comerciais, mas ela não deve cair mais do que 6,25%; pois, por mais que a inflação esteja baixa, a pressão sobre o câmbio é muito forte”, comenta a economista.

Parece que o crescimento mundial alcançou seu máximo (uma previsão de 3.2%  em 2018 de acordo com a Coface) e está começando a mostrar sinais de fraquezas nos países avançados. A tendência de insolvência empresarial confirma este cenário, em 2017 apresentou uma caída sem precedentes em seus números e em 2018 espera-se uma tendência de baixa: -7% na zona do Euro e -5% nos Estados Unidos. A avaliação de risco país de Portugal foi melhorada para A2, já que o país está aproveitando uma dinâmica boa de crescimento.

Normalmente, o ciclo econômico dos Estados Unidos está à frente dos ciclos de países da Zona do Euro e dos emergentes. Se a confiança das empresas e a taxa de utilização da capacidade de produção dos Estados Unidos sugerem uma duração recorde do ciclo atual, a caída nos lucros corporativos (-10,3% interanual no final de 2017), e o risco de superaquecimento do mercado de trabalho, anunciam uma mudança de fase, depois de vários recordes alcançados em 2017, o índice de confiança das empresas agora demonstra claramente, que o pico máximo foi superado. Este ponto de inflexão coincide com as fortes restrições da oferta e um nível de risco político que permanece alto.

“A retórica protecionista foi desencadeada no mundo desde a eleição de Donald Trump e o espectro de uma guerra comercial poderia explicar a deterioração da confiança das empresas. A Coface espera que o presidente Trump continue anunciando medidas protecionistas antes das eleições que ocorrerão em novembro de 2018, as quais poderiam afetar o desempenho empresarial”, afirma Bart Pattyn, presidente e CEO da Coface América Latina.

Segundo ele, no curto prazo, medidas de imposição de tarifas sobre uma seleção de produtos chineses não teriam impacto significativo na economia real ou sobre a boa dinâmica de comércio mundial (Coface prevê + 3.7% em 2018). No longo prazo, a guerra comercial aberta entre China e Estados Unidos poderia intensificar-se em alguns setores como tecnologia da informação e comunicações.

 Em geral, risco menor para os negócios

Neste contexto de uma demanda mundial crescente, o aumento dos preços de petróleo permitiu que a Coface melhorasse a avaliação de risco para Nigéria que é o oitavo exportador de petróleo, de D para C, assim como também a avaliação do setor de energia no Brasil (risco médio) e Argentina (risco médio). Já no Chile o setor foi revisado para cima, devido aos investimentos em fontes de energia renováveis que o país tem feito nos últimos anos (baixo risco).

A melhora na avaliação do risco país da África do Sul para B, levou em consideração estes fatores, além da recuperação da aceleração econômica, a qual foi impulsionada pela produção do setor químico, que agora se encontra como risco médio e o setor de papel (risco médio), assim como as vendas no varejo que também estão em médio risco. Por outro lado, as commodities mais caras prejudicaram os países importadores como Tunísia, pais cuja avaliação foi rebaixada para C.

Apesar das sanções do ocidente, confirma-se a recuperação da Rússia, tendo o principal motor o consumo doméstico e em menor grau, o retorno dos investimentos empresariais, resultando em uma melhora na avaliação de risco para três setores: químico, agora em risco baixo, papel em risco médio e construção em risco alto.

Comissão de corretores vai apresentar sugestões para venda de seguro em áreas de risco

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Uma iniciativa inédita do Clube dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro (CCS-RJ) vai buscar viabilizar a manutenção dos seguros de automóveis e angariar novos nas regiões mais afetados pelo roubo de carros: Baixada Fluminense, Zona Norte e Zona Oeste, da região Metropolitana do Rio de Janeiro.

Segundo o presidente Jayme Torres, a ideia surgiu no 1º Encontro de Corretores de Seguros da Baixada Fluminense, Zona Norte e Zona Oeste, realizado em 6 de março, que reuniu mais de 200 corretores e seguradores para buscar soluções, visando a comercialização de seguros de automóvel nas áreas de alta incidência de roubos.

“O debate foi valioso e culminou na criação de uma comissão, criada em 9 de maio, composta por sete corretores que estão elaborando uma lista de sugestões a serem apresentadas às seguradoras e ao Sindicato das Seguradoras do RJ-ES”, explicou.

Integram a comissão: Edir de Andrade Danin, Francisco da Silva Negreiros Filho, Leonardo Amorim Pereira, Francisco da Silva Negreiros Filho, delegado do Sincor-RJ na Baixada Fluminense, um dirigente do CCS-RJ, o presidente Jayme Torres, ou Roberto Cabral, presidente da Associação dos Corretores de Seguros da Baixada Fluminense.

O documento final está em elaboração e será apresentado à Mapfre, em 15 de maio. Todas as seguradoras que participaram do evento na Baixada – Bradesco, Porto Seguro, SulAmérica, Tokio Marine -, além do Sindicato das Seguradoras do RJ-ES, irão receber o mesmo documento, contendo as sugestões da comissão.

Carta do Seguro: Auto e Rural mostram desaceleração em março

por Lauro Faria, economista da Escola Nacional de Seguros

No Brasil, dizem, o ano começa mesmo em março. Janeiro e fevereiro são tradicionalmente meses de queda da atividade nos vários mercados pela pausa depois das festas de fim de ano, das férias de verão e do Carnaval. Não surpreende, portanto, que, em março passado, a arrecadação em prêmios e contribuições do mercado segurador regulado pela Susep, de R$ 22 bilhões, tenha crescido 25,4% sobre a arrecadação de fevereiro.

Trata-se de padrão sazonal perfeitamente de acordo com esse período do ano e indicativo de manutenção de crescimento moderado do mercado segurador. Comparando-se períodos mais largos em Ramos Elementares foinotável o desempenho dos seguros Patrimoniais, de Transportes, de Créditos e Garantias e de Garantia Estendida: as arrecadaçõesdesses grupos cresceram, respectivamente, 14,5%, 24,9%, 39,8% e 15% em março de 2018 sobre igual mês de 2017. Também merece destaque a recuperação dos prêmios dos seguros de Responsabilidade Civil e dos seguros Marítimos e Aeronáuticos que de taxas negativas de variação tiveram expansão de 6,7% e 8,2%, respectivamente, em março de 2018 sobre março de 2017.

No polo oposto, chamou atenção, ainda em ramos elementares, a desaceleração de prêmios de seguros de Automóveis (o ramo mais importante do segmento) e de seguros Rurais. De fato, no primeiro caso, a arrecadação aumentou apenas 0,2% em março de 2018 sobre março de 2017, quando nos 12 meses findos em março tinha crescido 7,3% sobre igual período anterior. No caso do seguro Rural, nas mesmas bases de comparação, as taxas de variação passaram de 4,5% (12 meses) para -2,4% (mês/mês do ano anterior). Esses dados produziram desaceleração de prêmios no conjunto dos ramos elementares (sem contar o DPVAT): a taxa de março de 2018 contra igual mês de 2017 mostrou aumento de 5%, inferior às taxas no trimestre (8%) e em 12 meses (7%). São, entretanto, taxas ainda mais nitidamente superiores à inflação, indicativas de crescimento real.

Nas coberturas de Pessoas, a arrecadação do seguro Prestamista continuou com desempenho excepcional: em março de 2018, cresceu 25% sobre março de 2017; no acumulado nos 12 meses findos em março, a variação foi positiva em 22%. Trata-se de indicativo claro da recuperação do crédito na economia, estimulada, certamente, pelos seguidos cortes na taxa Selic. No lado oposto, cabe mencionar a desaceleração dos prêmios de seguros de Vida, que tiveram variação de 1,6% em março de 2018, ante março de 2017, inferior aos 5,7% no acumulado de 12 meses. Finalmente, a modesta recuperação dos aportes ao VGBL em março passado, com acréscimo de 2% contra março de 2017, permitiu que o conjunto dos seguros de Pessoas tivesse expansão de 1,7% nessa mesma base de comparação.

Fatores específicos e gerais operam sobre os diversos ramos de seguros. No caso de Automóveis, o aumento da sinistralidade em certas regiões do país, ligado à criminalidade, é fator restritivo de venda de seguros. Porém, as perspectivas para 2018 ainda são posi-tivas pelo grande aumento da venda de veículos, que teve expansão de 15% no primeiro trimestre de 2018 contra igual trimestre de 2017. Idem para a subvenção ao prêmio no seguro Rural, que é essencial para viabilizar a compra desse seguro.

No caso dos planos de acumulação, a expectativa das taxas de juros, bem como o desenvolvimento nas áreas previdenciária e tributária, é o fator maisimportante. Porém, no geral, a desaceleração do mercado de seguros espelha fato similar verificado na economia nacional. Os dados macroeconômicos continuam mostrando trajetória positiva de crescimento da renda e do emprego, mas em ritmo menor que oocorrido em fins de 2017, provavelmente, em razão das dificuldades políticas e incertezas eleitorais que amplificam os desequilíbrios fiscais da economia. Isso tem levado a contínuas revisões para baixo da estimativa de taxa de crescimento do PIB real em 2018 pelos analistas consultados pelo Banco Central (Bacen). Tais dificuldades e incertezas também empurram para o próximo ano a agenda de aperfeiçoamentos regulatórios necessários ao desenvolvimento da indústria nacional de seguros.

No mercado como um todo, exceto DPVAT, a sinistralidade continuou em queda, situando-se em 41,8% no trimestre janeiro-março de 2018, 4,7 pontos percentuais abaixo do mesmo período de 2017. A sinistralidade dos ramos elementares foi de 49,9%, com queda de 2,8 pontos percentuais na mesma base de comparação, e a do grupo de planos de risco de coberturas de pessoas, de 26,2%, também com queda de 1,6 ponto percentual sobre o mesmo período de 2017. O índice de despesas de comercialização aumentou 0,7 ponto percentual no mercado como um todo, exceto DPVAT, sendo de 25,2% nesse mesmo período e dividindo-se em 22,1% em ramos elementares e 31,1% no grupo de planos de risco de coberturas de pessoas.

A redução da sinistralidade, pela melhora na subscrição de riscos, é o esperado em conjunturas de forte queda das taxas de juros e, consequentemente, do resultado financeiro das seguradoras. Este, nas seguradoras reguladas pela Susep, caiu 17,5% no 1° trimestre de 2018, ante o mesmo período de 2017, mas a queda da sinistralidade permitiu que o lucro líquido agregado crescesse 4,7% nessa base de comparação e, desse modo, que a rentabilidade do patrimônio líquido agregado, anualizada linearmente, fosse de 20,6%, 1,9 ponto percentual abaixo do resultado do primeiro trimestre de 2017.

No setor de Saúde Suplementar, a ANS divulgou os dados de 2017 que mostram uma receita de contraprestações de R$ 181,7 bilhões, 10,8% acima de 2016, bem como sinistralidade de 83%, 0,7 ponto percentual abaixo de 2016. O setor continua às voltas com os problemas anteriores, em particular, a contradição entre a elevada inflação médica e as baixas taxas de expansão de salá-rios e rendas dos beneficiários, dificultando a acessibilidade dos mais pobres e a manutenção da classe média nos planos de saúde.

 

Carta do Seguro: Receita do setor recua no trimestre, puxado por VGBL

Por Márcio Coriolano, presidente da CNseg

Divulgados pela Susep, os dados até março deste ano ainda revelam desaceleração das taxas de crescimento do mercado, embora vários ramos de seguros mostrem extraordinária resiliência. Na comparação entre iguais trimestres, descontados DPVAT e Saúde, a arrecadação geral do setor caiu 0,4%. Entretanto, essa queda foi basicamente influenciada pelo comportamentodos Planos de Acumulação VGBL e PGBL, que involuíram 8,9%.

Por outro lado, além dos destaques citados no título, permanecem com bom desempenho as operações de Crédito e Garantias e Garantia Estendida, na esteira da expansão do crédito pessoal, e o Seguro Habitacional, ainda refletindo a carteira de financiamento dos últimos anos. Já o ramo Rural parecedemonstrar certo esgotamento em seu fôlego de expansão, já que o volume de negócios man- teve-se estável neste trimestre quando comparado com o mesmo período do ano passado.

O comportamento tendencial do mercado de seguros pode ser verificado pelas taxas de crescimento em série de 12 meses móveis. O gráfico a seguir contempla uma série desde dezembro de 2017, segregando os grandes segmentos de pessoas (planos de risco e de acumulação) e Ramos Elementares. É fácil depreender o protagonismo dos denominados “planos de risco de Cobertura de Pessoas”, respondendo bem à demanda por proteção de pessoas e famílias em ambiente de alta volatilidade, e dos “Ramos Elementares”, estescompreendendo amplas coberturas de patrimônios que vão desde residências até meios de transportes, incluindo automóveis.

A arrecadação global do setor de seguros no trimestre foi de R$ 58,4 bilhões, enquanto o total de indenizações pagas foi de R$ 32,3 bilhões. O saldo, em março, das provisões técnicas constituídas para garantir os riscos contratados somou R$ 930,5 bilhões, ou um crescimento de quase 14% comparativamente a março do ano anterior.

ANSP e AIDA promovem palestra na semana ENEF

A Academia Nacional de Seguros e Previdência (ANSP) e a Associação Internacional de Direito de Seguros (AIDA), em parceria, participarão da 5ª Semana Nacional de Educação Financeira.

Gratuito, o evento será realizado no dia 15 de maio, das 9h30 às 12h30, na Associação Comercial de São Paulo (Rua Boa Vista, 51, Centro). As vagas são limitadas. Para se inscrever, os interessados devem enviar nome, empresa, e-mail, telefone e CPF para o e-mail secretaria@anspnet.org.br até 14 de maio.

Programação

5ª Semana Nacional de Educação Financeira – O seguro como elemento da educação financeira e seu impacto na sociedade

9h30 às 9h45 – Abertura

9h45 às 10h30 – Como a educação, em especial a de seguros, pode ser instrumento de educação financeira, com Liliana Caldeira

10h30 às 10h50 – Café

10h50 às 11h30 – Novas Tecnologias e Redes Sociais facilitadores do conhecimento, com Maria Glória Faria

11h30 às 12h10 – A mediação e a conciliação como medidas de educação e economia social, com Vivien Lys e Ana Rita Petraroli

12h20 às 13 horas – A gamificação e as lições da economia, meios lúdicos para o aprendizado econômico, com Sérgio Rangel

Susep apoia três eventos da Semana de Educação Financeira

Como membro do Comitê Nacional de Educação Financeira (Conef), a Superintendência de Seguros Privados (Susep) é co-organizadora e apoiadora de três eventos internacionais que acontecerão nos dias, 15, 16 e 17 de maio no Rio de Janeiro. A iniciativa integra a programação da quinta edição da Semana Nacional de Educação Financeira que terá uma série de ações educacionais e gratuitas com o intuito de disseminar a educação financeira e previdenciária.

Os eventos têm como objetivo ampliar a sinergia entre os supervisores na discussão dos aspectos ambientais, sociais e de governança no mercado de seguros. Em 2016, a Susep aderiu à Iniciativa dos Princípios para Sustentabilidade em Seguros (PSI, sigla em inglês) e tornou-se membro do Fórum de Seguros Sustentáveis para Supervisores de Seguros (SIF) da Iniciativa Financeira do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP-FI).

Agenda Susep | 5ª Semana Nacional de Educação Financeira:

15/05 (terça-feira):

‘Construindo a agenda de sustentabilidade na América Latina’

Evento promovido pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) em parceria com a PSI da Organização das Nações Unidas (ONU) e com apoio da Susep, que reunirá representantes das principais seguradoras da América Latina, reguladores e supervisores de seguros, autoridades governamentais locais e nacionais, organizações da sociedade civil e acadêmicos.

Informações:https://eventos.cnseg.org.br/eventos/evento/construindo-agenda-de-sustentabilidade-em-seguros-na-america-latina/

16/05 (quarta-feira):

‘Quarta reunião do Fórum de Seguros Sustentáveis (SIF)’

A Susep é anfitriã do encontro que atua como uma rede internacional de reguladores e supervisores de seguros para fortalecer a cooperação mútua em desafios e oportunidades relacionados à sustentabilidade, em especial à proteção das classes menos favorecidas contra os efeitos das mudanças climáticas.

Informações: codin.rj@susep.gov.br | Vagas limitadas.

17/05 (quinta-feira):

‘Diálogo de supervisores sobre o impacto da informalidade nos mercados de seguros’

Organizado pela Iniciativa de Acesso a Seguros (A2ii, sigla em inglês), o evento tem como objetivo servir de plataforma para compartilhar informações sobre como a informalidade pode afetar os mercados de seguros, quais são os riscos enfrentados pelos consumidores e qual é o papel dos órgãos supervisores diante de tal cenário.

Informações: codin.rj@susep.gov.br | Vagas limitadas.

SulAmérica faz programação especial para a Semana de Educação Financeira 2018

 
A SulAmérica preparou uma programação especial na Matriz (RJ) e na Sede Pinheiros (SP) para a sua Semana de Educação Financeira, acompanhando o movimento nacional liderado pelo Comitê Nacional de Educação Financeira (CONEF) para promover ações de educação financeira no país.

A Semana de Educação Financeira da SulAmérica chega a sua quinta edição com diversas atividades voltadas para os colaboradores da companhia, seus familiares e funcionários terceirizados. Na pauta, assuntos relacionados à gestão das finanças e saúde financeira. Os temas foram apontados pelos participantes do Programa Piloto de Saúde Financeira – que foi realizado com funcionários da seguradora ao longo de 2017.

“Esse evento, que já faz parte do nosso calendário, é fundamental para reforçar a cultura de cuidado com a saúde financeira tanto dentro quanto fora da companhia. Este ano, nossa Semana de Educação Financeira está mais dinâmica e é mais uma iniciativa para apoiar os colaboradores no alcance do bem-estar financeiro e de um futuro melhor. Além desses dias focados na educação, teremos diversas ações previstas que permitirão que os funcionários estejam sempre em contato com o tema ao longo do ano.” afirma Patrícia Coimbra, diretora de Capital Humano e Sustentabilidade da SulAmérica.

De 14 a 18 de maio, o público poderá participar de palestras com especialistas sobre psicologia econômica e como se aposentar de maneira saudável, além de palestras sobre nossos produtos de Previdência (PrevSAS+)e Investimentos que ajudam a ter um futuro mais tranquilo;. A programação também contará com depoimentos dos colaboradores que participaram Programa Piloto de como eles superaram alguma adversidade financeira.

Longevidade, um tema que transcende o momento econômico do Brasil

Se tem algo que Nilton Molina gosta de falar é sobre longevidade. O presidente do Conselho de Administração da seguradora Mongeral Aegon e do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon realizará duas palestras sobre um dos temas mais importantes nos dias atuais: a longevidade. Molina é um especialista e entusiasta do tema no Brasil.  A primeira delas acontece hoje, 17h, na cidade de Ribeirão Preto. Já no dia 18 de maio, às 14h, o executivo estará em Salvador. As palestras vão abordar números demográficos do país e apontarão para os desafios e oportunidades que a longevidade proporciona a todos e ao mercado.

Como o blog Sonho Seguro não estará presente nas palestras, conversou antes com ele sobre esse tema que tanto interessa a todos, no mundo inteiro. Leia abaixo trechos da entrevista:

Como vê o futuro da longevidade no Brasil diante de tamanha recessão que tira o emprego de 13 milhões de pessoas e com o sucateamento das escolas e de políticas de saúde diante da falta de investimentos do governo?

A longevidade é um tema transversal a toda sociedade, independentemente do momento econômico do país. É um fato que estamos vivendo cada vez mais. Nos últimos 35 anos, a esperança de vida ao nascer aumentou 12,8 anos, chegando a 75,4 anos em 2015. A longevidade não é uma questão de futuro, e sim de presente. Este não é um problema apenas do governo, mas também dos indivíduos e das empresas. No que diz respeito aos entes públicos, por exemplo, é preciso discutir de forma madura a sustentabilidade da seguridade social, assim como o preparo das cidades para esta população, que deve representar 44,4% dos brasileiros em 2060. Já no lado dos indivíduos, também é importante discutir a educação e o planejamento financeiro, como forma de assumir as rédeas e responsabilidade da renda no futuro. Outro aspecto importante é sobre a adoção de hábitos de vida saudáveis, seja pela alimentação, como na prática de exercícios físicos.

Quais as alternativas para educar as pessoas sobre a importância de hábitos saudáveis com corpo/mente e com finanças?

Hoje as pessoas já têm aumentado a consciência sobre os impactos gerados pelas escolhas na alimentação e hábitos. O avanço das pesquisas e a maior disseminação da informação com a internet têm contribuído fortemente com isso. Sobre as finanças, já percebemos alguns movimentos tímidos na inclusão deste tema em discussões ou até mesmo disciplinas em escolas privadas.  Ressalto, no entanto, que é de extrema importância democratizar estes conhecimentos, tanto relacionados à saúde física e financeira. Neste ponto, o governo tem papel fundamental quanto pensamos desde a oferta de merenda até as disciplinas e conteúdos ensinados. As empresas também podem contribuir com este movimento criando mecanismos que promovam a conscientização da população e a oferta de serviços voltados para estes pontos.

Como o tema longevidade, uma preocupação na agenda da População, pode ser incluído na agenda dos presidenciais que estão finalizando as pautas eleitorais para ganharem o voto dos eleitores?

Podemos citar pelo menos três aspectos. O primeiro deles é no que tange o debate sobre a sustentabilidade do sistema previdenciário e suas alternativas para a aposentadoria. O número de contribuintes e o aumento da expectativa de vida são dois pontos importantes que já estão impactando o sistema e que devem ser observados pelos governantes. Ainda ligado a isto, reforço a questão do acesso ao mercado de trabalho do público grisalho. Hoje, percebemos que muitas empresas fecham as portas para estes profissionais. O segundo aspecto é sob o ponto de vista das cidades. Precisamos que os municípios estejam preparados para habitantes cada vez mais longevos. E isso não é apenas na questão de acessibilidades, mas também em toda oferta de serviços de saúde, entretenimento e qualidade de vida desta população.
O terceiro ponto é de que forma esta população chega a esta idade cada vez mais avançada. É inegável que o avanço da medicina nos permitiu isso, mas é preciso disseminar e popularizar o acesso a hábitos de vidas saudáveis, medicina preventiva e tratamentos médicos.

Porto Seguro Vida e Previdência adota assinatura eletrônica

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Com o objetivo de facilitar o dia a dia dos Corretores e dos clientes, o Porto Seguro Vida e Previdência implantou este mês, a assinatura eletrônica para contratação do seguro de vida e previdência privada: proposta, declaração de saúde e portabilidade (de previdência). Agora, o cliente pode assinar as propostas de onde estiver, com mais rapidez e segurança, tudo de forma eletrônica (em seu computador, tablet ou celular), sem burocracia e com a mesma validade jurídica. O segurado conta com guia e telas autoexplicativas e, no caso dos produtos contratados on-line, as orientações já estarão visíveis na própria tela de contratação .

A Porto Seguro registrou, nos dois primeiros meses de 2018, um crescimento de 29% nas vendas do seguro de vida individual em comparação com o mesmo período do ano anterior.

Isso significa que o mercado está em expansão e o objetivo, com esta iniciativa, é proporcionar ainda mais comodidade aos segurados e possíveis clientes. “Estima-se que 40% dos contratos individuais em seguradoras são interrompidos durante a fase de emissão exclusivamente para aguardar o recebimento dos documentos assinados. Com a assinatura eletrônica, há redução do tempo e do gasto com transporte para encaminhar as propostas físicas, tornando a experiência de compra muito mais objetiva.

“Todos estamos numa agenda forte de inovação e de mudanças profundas em como interagimos num mundo cada vez mais digital”, ressalta Fernanda Pasquarelli, Diretora de Vida, Previdência e Investimentos da Porto Seguro. “Neste contexto, a Porto Seguro inova em seu processo de oferta de seguros de vida e planos de previdência. Agora ficou bem mais fácil e rápido para o Corretor fechar uma venda. Inovando nesse processo, deixamos para o Corretor o que há de melhor: o relacionamento com seu cliente”, finaliza Fernanda.

Confira as vantagens da assinatura eletrônica:

– Com ela, é possível ter um contrato pronto ou alterá-lo rapidamente, comunicando em instantes todos os envolvidos por email ou outro meio eletrônico.

– Reduz custo.

– Possibilita mais agilidade para concluir o negócio.

– Aumenta a eficiência e produtividade dos Corretores, que terão mais tempo para fazer visitas a clientes, por exemplo.

– Contribui para a liberação de espaço nas corretoras, pois o Corretor não terá mais que colher as assinaturas dos clientes, protocolar na sucursal e manter o documento original arquivado.

– Substitui Termo de Guarda de documentos.

– Melhora a experiência do cliente com a marca, que passa a ter fácil acesso às informações e compra dos produtos.

– Facilita o controle e a auditoria na prevenção de fraudes.

– Promove a redução dos impactos ambientais, pois diminui o uso de energia elétrica e evita a impressão do papel e o armazenamento de documentos físicos.

 

 

 

 

SulAmérica apresenta case no Lean Summit 2018

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A SulAmérica, maior seguradora independente do País, participa do Lean Summit 2018, evento que será promovido pelo Lean Institute Brasil nos dias 5 e 6 de junho, no Expo Center Norte, em São Paulo. O congresso fomenta o conhecimento e a troca de experiências sobre a prática da metodologia Lean nas empresas, filosofia de gestão que preza pela redução de desperdícios e pela resolução sustentável de problemas com o intuito de agregar ainda mais valor para o cliente.

O vice-presidente de Operações e Tecnologia, Marco Antunes, e a superintendente de Processos, Luciana Gomes, representam a SulAmérica como palestrantes no painel Potencialize os Resultados Aperfeiçoando a Experiência do Cliente, que ocorre no domingo (6), a partir das 10h. Na ocasião, os executivos apresentam, de forma cronológica, os resultados positivos da aplicação Lean no processo de reembolso dos clientes de seguro saúde da companhia.

“A SulAmérica tem adotado a metodologia Lean de forma bem-sucedida em inúmeras áreas. Na operação de reembolso de Seguro Saúde , iniciamos a trajetória de revisão e melhoria há três anos e, desde então, implementamos uma verdadeira transformação na forma como a companhia enxerga e executa o processo, com vantagens reais para a experiência dos clientes. Hoje, o segurado pode solicitar e acompanhar um reembolso totalmente de forma digital, por meio de uma foto tirada pelo próprio smartphone, simples assim!”, afirma Antunes.

Durante a palestra, também serão destaques as iniciativas Lean no processo de prévias de reembolso. Agora o segurado tem acesso via aplicativo da SulAmérica Saúde ao valor a ser reembolsado de consultas, exames, terapias e procedimento cirúrgicos em até três dias úteis. A funcionalidade inédita é mais uma incorporada ao aplicativo , que já registra 1,5 milhão de downloads e está disponível na Google Play (Android) e na Apple Store (iOS).

Esta é a segunda vez que a SulAmérica se apresenta no Lean Summit, que é organizado a cada dois anos. A companhia adota a filosofia Lean em todas as suas frentes de negócios desde 2014 para melhorar a experiência do cliente e aumentar a produtividade. Em março deste ano, a seguradora registrou mais de dois mil colaboradores treinados para aplicação do Lean nas respectivas áreas. A metodologia é aplicada internamente de forma contínua por meio módulos presenciais, e-learning (Universidade Corporativa), além de visitas às áreas (gembas) para compartilhamento de experiências entre as equipes.

Lean Summit 2018 – Transformar o Mundo Resolvendo Problemas

Data: 5 de junho, das 8h30 às 18h15, e 6 de junho, das 8h às 17h30.

Local: Expo Center Norte – Centro de Convenções (Rua José Bernardo Pinto, 333, Vila Guilherme – São Paulo/SP)

Inscrições: www.lean.org.br/lean-summit-2018.aspx