Mercado está mais pessimista

Em uma forte reversão de tendência, o mês de maio foi bastante complicado, com um desânimo muito grande nas respostas das empresas. É o que aponta o ICSS, índice de confiança do mercado, apurado através de pesquisa mensal realizada pela Fenacor.

A pesquisa indica que o mercado de seguros voltou a ficar pessimista (indicadores abaixo de 100 pontos), fato que não acontecia desde julho de 2017. “Isso significa que, nesse momento, as empresas esperam que a situação daqui a seis meses esteja pior do que a situação atual”, diz economista Francisco Faliza, que coordena o estudo.

Sindicatos dos corretores e seguradora Líder discutem comissionamento do DPVAT

Depois de tantas CPIs no Congresso Nacional para investigar o seguro obrigatório DPVAT, a briga agora é entre a os Sindicatos de Corretores de Seguros – Sincor’s e a Seguradora Líder. O seguro registra queda de 22% no primeiro quadrimestre deste ano, comparado ao mesmo período de 2017, para R$ 1,1 bilhão. Em 2017, houve uma queda expressiva do faturamento do seguro DPVAT, de 30%, conforme determinação do governo federal ao final de 2016, ao ajustar os preços desse seguro.
Nota divulgada no último domingo, os corretores informaram que após se reunirem em Assembleia, decidiram, por unanimidade (dos 23 sindicatos presentes), interromper o atendimento ao público no tocante à orientação e à recepção de sinistros do Seguro DPVAT em todo o Brasil.
Segundo a nota, a descontinuidade desse serviço prestado há quase 30 anos, é motivada pela intransigência da Seguradora Líder em não querer manter os termos do contrato mantido com os Sindicatos, propondo novas condições absolutamente inexequíveis e incompatíveis com a estrutura necessária para a manutenção dos serviços. Eles ressaltam que  nesse longo período, da aproximação com autoridades públicas, principalmente a Polícia Militar de cada estado, Detrans, Corpo de Bombeiros (SIAT), Procons e demais órgãos, sempre buscando prestar para a sociedade um serviço sério, qualificado e gratuito”.
A Seguradora Líder retruca a posição. “A seguradora Líder esclarece que não há posição intransigente da Seguradora em relação à rescisão dos contratos de prestação de serviços com os Sindicatos dos Corretores, tendo presente que os termos que estão sendo negociados decorrem de manifestação da própria Susep, em diversas oportunidades e, por último, em abril de 2018, uma vez que se pretende estabelecer novas bases de remuneração em relação àquelas que vigoraram até então.
Segundo a administradora do DPVAT, os contratos de prestação de serviços com os Sindicatos dos Corretores precisam ser ajustados para incorporar novos termos, que deverão seguir o mesmo procedimento e valores pagos aos demais pontos de atendimentos que recepcionam os sinistros do seguro DPVAT, além de estabelecerem regras para pagamento dos serviços de representação e divulgação do DPVAT em suas bases territoriais.
“Portanto, não há orientação da Seguradora Líder de que o trabalho de atendimento às vítimas seja suspenso. Pelo contrário. A Seguradora Líder está trabalhando com os Sindicatos dos Corretores na construção de novos contratos que se adequem às orientações emanadas da Susep, com contraprestações de serviços definidos que possam ser comprovadas”, informa a nota da Líder.

A Seguradora Líder informa à população que todas as informações necessárias para permitir o acesso a seus serviços pelas vítimas de acidentes de trânsito podem ser obtidas no site www.seguradoralider.com.br. As agências dos Correios, seguradoras consorciadas e outros parceiros estão autorizados a receber a documentação necessária para recebimento, nos casos cabíveis, das indenizações, no prazo estimado de 30 dias.

BR Insurance anuncia contratação de ex-Aon, Mauro Camillo

A BR Insurance anunciada contratação do Mauro Camillo como novo diretor comercial de seguros de transportes da BR Insurance. A nomeação faz parte da reestruturação que no presidente Marcos Couto promove desde que assumiu o cargo.

Mauro liderou por 45 anos o departamento de transportes da Aon, gerindo uma carteira de mais de 1000 clientes de todos os portes e segmentos. Além da especialização em seguros de importação, exportação, transporte nacional, cabotagem, fluvial e aéreo nacional, é também um dos fundadores do Clube Internacional de Seguros de Transportes (CIST), onde ocupa atualmente o cargo de Presidente do Conselho Consultivo.

“Mauro foi um dos responsáveis por grande parte da expansão do seguro de transporte no mercado brasileiro e, com certeza será um reforço de peso para nosso time e para o desenvolvimento da carteira de transportes da BR Insurance”, afirma Marcos Couto, presidente da companhia, em nota.

“É gratificante e desafiador, poder contribuir ativamente para o desenvolvimento e expansão da carteira de transportes de uma grande companhia como a BR Insurance. Chego entusiasmado e confiante da nossa capacidade técnica e das inúmeras possibilidades de geração de negócios, reforça Mauro”.

ANS suspende venda de 31 planos de saúde de 12 operadoras

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) determinou a suspensão temporária da comercialização de 31 planos de saúde de 12 operadoras em função de reclamações relacionadas a cobertura assistencial. A medida é resultado do Programa de Monitoramento da Garantia de Atendimento, realizado a cada três meses, e começa a valer na sexta-feira (08/06). Cerca de 115,9 mil beneficiários ficam protegidos – eles continuam a ter assistência regular a que têm direito, mas as operadoras só poderão voltar a vender esses planos para novos contratantes se comprovarem melhoria no atendimento.

O Programa de Monitoramento da Garantia de Atendimento avalia as operadoras a partir das reclamações registradas pelos beneficiários nos canais da ANS. Nesse ciclo, foram consideradas as demandas (como negativas de cobertura e demora no atendimento) recebidas no 1º trimestre de 2018.

A diretora de Normas e Habilitação dos Produtos da ANS, Karla Coelho, explica que o objetivo do monitoramento é estimular as operadoras a qualificarem o atendimento prestado aos consumidores. “Apesar de alguns casos reiterados, percebemos que, em geral, as operadoras têm se esforçado para se manter nas melhores faixas de classificação. Isso mostra que o programa tem atingido seu objetivo, já que o monitoramento da garantia de atendimento é um mecanismo que visa dar uma oportunidade para que as empresas revejam seus fluxos de atendimento e o próprio fluxo operacional”, avalia a diretora.

Paralelamente à suspensão, neste ciclo, houve a reativação de 33 planos de 16 operadoras. A partir do dia 08/06, portanto, esses produtos poderão ser comercializados novamente.

VALOR: Debênture de infraestrutura terá proteção para estrangeiro

O governo pretende dar impulso à negociação de debêntures incentivadas de infraestrutura entre investidores estrangeiros com um novo mecanismo que oferecerá garantias financeiras contra o risco de inadimplência das empresas brasileiras, informa o Valor.

Segundo a reportagem, a ideia é facilitar a compra de títulos de longo prazo pelos investidores do exterior. O presidente da Agência Brasileira Gestora de Fundos Garantidores e Garantias (ABGF), Guilherme Estrada, explica que os investidores topam o risco embutido nos projetos de infraestrutura em si, mas não aceitam o risco cambial.

“Já o banco aceita o risco cambial, mas não o risco de performance do projeto, se será entregue ou não”, explica ele ao jornalsita do Valor. A solução para mitigar o problema é a oferta de um novo seguro que poderá ser contratado pelo emissor das debêntures e com validade até o vencimento dos papéis – eventualmente até o término da concessão. Ele bancará integralmente o risco de calote das empresas brasileiras às instituições financeiras responsáveis pelo “swap” cambial.

Estrada acredita que essas instituições se sentirão mais à vontade para oferecer os “swaps” de longo prazo e viabilizar a compra das debêntures por investidores estrangeiros. Se o mecanismo realmente emplacar, abre-se uma janela importante ao financiamento da infraestrutura no país. A engenharia financeira da operação entrou em fase final de consolidação depois de uma viagem dos diretores da ABGF para Nova York, na primeira quinzena de maio, onde a ideia foi apresentada para grandes investidores e recebeu sugestões de aperfeiçoamento.

Leia a materia completa no portal do Valor Econômico.

 

Armando Vergílio se afasta da presidência da Fenacor para disputar eleições

No dia 6 de maio, o Jornal Opção divulgou que Armando Vergílio, presidente da Fenacor, filiado ao partido Solidariedade em Goiás, havia decidido disputar mandato de deputado estadual. “Ele vai dobrar com o filho, o deputado federal Lucas Vergílio”, diz o texto. O objetivo do empresário, afirma a matéria, é fortalecer a campanha do filho, mas também aumentar a força do Solidariedade na política local (leia-se: no relacionamento com o governo do Estado). Se eleito, vai chegar tentando ser presidente da Assembleia Legislativa. Armando Vergílio iria ocupar a Secretaria de Trabalho do governo de Goiás. Não vai mais. O Solidariedade vai indicar outro nome.

Vergilio, na época, desmentiu a notícia para o blog Sonho Seguro. Mas na última sexta-feira, a Fenacor distribuiu o seguinte comunicado: Em razão do pedido de licença do presidente da Fenacor, Armando Vergílio, o 1º vice-presidente, Robert Bittar, assume a presidência da Federação a partir desta data. Bittar afirma que neste período de interinidade, as ações da Fenacor serão conduzidas da mesma forma de sempre em atendimento às demandas dos filiados e da categoria, e que eventuais fatos novos serão, como de praxe, avaliados pela diretoria da entidade, pois, como dito, trata-se de interinidade e os objetivos da instituição foram sempre claros e definidos.

Ou seja, certamente o mercado segurador terá mais um aliado no Congresso Nacional caso Vergílio pai consiga vencer nas urnas. Vale lembrar que o mercado seguradora tem registrado cerca de 100 mil corretores de seguros e Armando Vergílio foi reeleito presidente da Fenacor para o mandato 2018-2022. “Neste momento em que o mercado e os corretores enfrentam tantos desafios, é fundamental essa demonstração de união das nossas lideranças, para que possamos continuar trabalhando em sinergia na defesa de nossas bandeiras. São os corretores colaborando com o mercado de seguros brasileiro. Corretores e seguradoras estão do mesmo lado e quando essa sinergia ocorre é maravilhosa, acrescentou”, disse ele em cerimônia de posse na abertura do 3° Congresso de Corretores de Seguros do Nordeste, que aconteceu em Maceió, nos dias 31 de maio e 01 de junho.

BTG Pactual lança planos de previdência corporativa em sua plataforma digital

O BTG Pactual digital – plataforma de investimentos 100% online do BTG Pactual – começa a oferecer planos de previdência corporativa. Quando uma empresa adere ao plano, seus funcionários recebem a conta digital sem qualquer custo de abertura, manutenção ou mesmo tarifas para envio de TED ou DOC.

Segundo comunicado do banco, além do acesso via app ou site, o diferencial desse novo plano de previdência corporativa é o conceito de arquitetura aberta, onde o participante tem acesso a gestores independentes como ADAM, SPX, VINCI, CONSTELLATION, além do próprio BTG Pactual Asset”, explica Marcelo Flora, sócio do BTG Pactual e head do BTG Pactual digital e da BTG Pactual Vida e Previdência.

Lançado em dezembro de 2016, o BTG Pactual digital pretende nos próximos quatro anos ter 10% dos atuais R$ 800 bilhões que compõem o mercado de varejo de alta renda.

 

Cobertura acessória de greve dá direito a indenização por perdas com a carga

Ricardo Guirão, diretor de transportes da Aon Brasil, contou um pouco mais ao blog Sonho Seguro sobre como funciona o mercado segurador em relação a greves, visto que esse é um tema que costuma ser recorrente em ano eleitoral. Veja abaixo algumas considerações a respeito da greve dos caminhoneiros, que durou nove dias em todo o país.

Quais perdas podem ser cobertas e quais estão fora do seguro?

No seguro dos embarcadores, proprietários das cargas ou responsáveis legais, se contratado a cobertura adicional de greves estão cobertos as perdas ou danos ocorridos a carga transportada em decorrência da ação de grevistas,  greve,  “locaute”, distúrbios trabalhistas, tumultos ou comoções civis. Não estão cobertos os danos ocorridos a carga em  decorrência da demora,  atraso, não entrega da mercadoria ao destino final e/ou qualquer outro dano que não esteja  diretamente ligado ao dano a carga, ou seja o objeto do seguro.

Que tipo de questões os clientes estão levantando?

Em especial estamos recebendo diversas consultas relativas a cobertura de variação e deterioração de mercadorias refrigeradas ou congeladas. Neste caso, o seguro só garante cobertura se houver dano a carga causado pela ação de grevistas,  greve,  “lock-out”, distúrbios trabalhistas, tumultos ou comoções civis ou quebra de maquinas frigorificas, desde que o cliente tenha tais coberturas contratadas. Salientamos que a simples variação de temperatura ocorrer em decorrência da demora da entrega do destino final, a apólice dentro das coberturas padrões, não contempla amparo securitário. Destacamos ainda que os riscos relacionados a greve não possuem cobertura adicional para os  seguros obrigatórios de transportadores – RCTR-C. 

Como as empresas estão apoiando seus segurados neste momento?

A Aon com o objetivo de apoiar os seus clientes está colocando toda a equipe técnica a disposição dos segurados para tirar dúvidas e poder negociar junto as seguradoras do mercado possíveis prorrogações do prazo de duração dos riscos, possibilidade de inclusão da cobertura de greve  ou aumento do limite de garantia por ocasião de acúmulos de riscos.

Há planos de contingenciamentos já acionados?

Sim, o departamento técnico de transportes da Aon por intermédio da área de marketing divulgou na semana passada  para todos os seus clientes orientações sobre a cobertura de greves e os procedimentos básicos para gerenciamento do risco, comentando sobre os principais tópicos de atenção relacionados ao tema.

Qual a recomendação de gerenciamento de risco neste momento?

Devido às manifestações e paralisações, a Aon orienta:

  • Evitarem as rodovias utilizadas pelos manifestantes e procurar alternativas para o trajeto, sem que a mudança exponha risco ainda maior para o motorista e à carga;
  • Criarem planos de ação específicos com a Gerenciadora de Risco responsável pela operação para informar possível alteração da rota, de horários, paradas etc;
  • Procurarem o máximo de informação sobre as rodovias que desejam trafegar, e sob qualquer dúvida ou alerta de paralisação; não iniciar viagem;
  • Não tentarem passar nas estradas que estão sendo bloqueadas pelos caminhoneiros pois pode haver depredação do veículo e carga;
  • Veí­culos estacionados em Postos de Serviços ao longo de Rodovia devem estar: bloqueados (comando de bloqueio ativo), com monitoramento de contingência com redução da FPP (Frequência de Pedido de Posição) para rastreadores que se enquadram no perfil;
  • Havendo acúmulo de carga nos depósitos, verificar a possibilidade e ampliar a segurança patrimonial em efetivo e/ou nos processos contingenciais (Testar os alarmes e pronta-resposta contratado, criar back-up de imagens CFTV; reforçar os procedimentos de segurança com a equipe etc);
  • Se for necessário manter a carga embarcada nos caminhões durante vários dias, manter o posicionamento do veículo na base de rastreamento enviando o sinal bloqueado e se possível, estacionar os veículos carregados nos fundos dos pátios, com os baús travados e voltados para os muros, com veículos ou carretas vazias a frente, formando um grande paredão;
  • Reforçar a segurança das cargas com equipamentos de redundância (Iscas RF, rastreadores Back-up fixos RF, bloqueadores adicionais etc) e/ou escoltas;
  • Solicitar a Seguradora com no mínimo 72h de antecedência, via corretor, coberturas de seguro e regras adequadas para armazenagens que estarão fora do previsto nas apólices e que deverão ser validadas por todos os interessados.


A cláusula “greve” é exclusão? 

Sim, trata-se de um risco excluído do seguro de transportes sejam eles transportadores ou embarcadores. Porém os embarcadores (donos das cargas ou  responsáveis legais) no transporte nacional ou internacional, podem contratar a cobertura adicional de greve.

Mas há cobertura adicional de greves no seguro transportes?

A Aon orienta aos Clientes a contratar a cobertura adicional de greves “sempre antes da existência de um evento”.  No nosso portfólio 95% de nossos clientes embarcadores já possuem a cobertura inclusa no contrato de seguros. De acordo com a Circular SUSEP nº 354/2007, a Cobertura Adicional de Greves do seguro de transportes de mercadorias têm o objetivo de garantir as perdas e danos à carga transportada causada por:

  1. a) grevistas, “lock-out”, pessoas participando em distúrbios trabalhistas, tumultos ou comoções civis; ou
  2. b) greve, “lock-out”, distúrbios trabalhistas, tumultos ou comoções civis.

Após o início do fato gerador (greves), as Cias Seguradoras podem suspender essa cobertura adicional para futuros embarques mediante aviso prévio, ficando assegurados os riscos em curso.

E o transporte internacional?

Nos transportes internacionais de importação,  muito embora o segurado possa conter a cobertura de greve em seus contratos, destacamos uma preocupação adicional  quanto ao prazo de duração dos riscos das coberturas básicas da apólice. Se estes prazos excederem, o cliente ficará descoberto, portanto é importante que suas apólices  sejam analisadas e que em caso de necessidade, seja solicitada a extensão do prazo de cobertura em tempo.

Allianz faz corte e se aproxima da lucratividade após anos de perdas

O grupo Allianz fez uma grande demissão nesta semana. Cerca de 100 funcionários de diversas áreas foram desligados sem muitas explicações, segundo um grupo que pediu anonimato. Procurada, a seguradora enviou a seguinte nota: “A Allianz Seguros informa que os desligamentos realizados fazem parte de ajustes necessários em sua estrutura para garantir os níveis de produtividade adequados à realidade atual, assegurando seu desenvolvimento sustentável no Brasil. As mudanças realizadas não vão impactar o nível de excelência no atendimento aos corretores e segurados, que, como sempre, podem contar integralmente com a Allianz.”

Segundo alguns funcionários demitidos, a seguradora fez um ajuste de sua equipe numa tentativa de voltar a ser rentável, após dois anos amargando prejuízos desde 2014. No primeiro quadrimestre deste ano a Allianz registrou prejuízo de R$ 419 mil, um resultado muito melhor do que os R$ 29,8 milhões registrados em mesmo período do ano anterior, de acordo com dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), analisados pela consultoria Siscorp, divulgados ontem.

A Allianz não está sozinha neste quesito. A busca por maior rentabilidade e também a redução de custo obtida pela robotização de processos de backoffice tem eliminado empregos em todo o mundo. Pesquisas internacionais citam o mercado segurador como o quarto setor mais afetado pela robotização. Os operadores de telemarketing ocupam a primeira posição, revelou uma pesquisa de Oxford publicada em 2017, após analisar 702 profissões envolvidas com o crescimento da robotização.

Outro  número muito citado em matérias internacionais é de que entre 2015 e 2025 algumas seguradoras da Europa Ocidental cortarão até um quarto de sua equipe à medida que a automação atingir um grau elevado de amadurecimento.

Nos Estados Unidos, segundo estudo da Deloitte, nos próximos 10 anos a automação deverá eliminar 22,7 milhões de funções e criar 13,6 milhões de novos empregos na economia americana, resultando em uma perda líquida de 9,1 milhões de empreg os, o que significa 7%. Uma parcela significativa desse impacto seria sentida em toda a indústria de seguros, já que 51% das tarefas financeiras estão projetadas para serem transformadas pela automação até 2019.

Zurich Foundation adere à campanha Adote um Paciente do GRAACC

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A Zurich Foundation, fundação social da seguradora suíça Zurich, acaba de aderir à campanha Adote um Paciente, realizada pelo GRAACC, instituição sem fins lucrativos, que tem um complexo hospitalar especializado no tratamento do câncer infantojuvenil. A campanha é voltada para empresas e entidades com a intenção de dar suporte ao tratamento de crianças e adolescentes com câncer.

No final de 2017, a Zurich foi a primeira empresa a apoiar a campanha do GRAACC, adotando 20 pacientes. Após conhecimento da iniciativa e impulsionada pela adesão local, a fundação reconheceu a importância e seriedade da campanha e optou por também colaborar com o atendimento a mais 127 pacientes.

Com um orçamento de mais de R$ 123 milhões, o custo médio mensal de um paciente do GRAACC é de R$ 2.800. Este valor é resultado da divisão do orçamento pelo número de pacientes atendidos em um ano. Porém, pode haver variações de acordo com o procedimento realizado. Por ano, a instituição atende mais de 3.700 crianças e adolescentes, entre sessões de quimioterapia, consultas, procedimentos ambulatoriais, cirurgias, transplantes de medula óssea, entre outros.

Para Edson Franco, CEO da Zurich, “apoiar o GRAACC, uma instituição séria e que faz um grande trabalho no combate ao câncer infantil, é mais uma maneira de mostrar a preocupação e atuação em projetos sociais que a Zurich possui nos países em que está presente”.