Zul Digital e Chubb lançam sistema que permite a contratação de seguros em menos de 30 segundos

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A Zul Digital, startup do segmento de mobilidade urbana e líder entre os aplicativos de Zona Azul Digital na cidade de São Paulo, e a Chubb iniciaram no Brasil uma parceria para ofertar seguros em plataformas digitais. “O sistema permite que o consumidor realize a contratação de cada produto da Chubb em menos de 30 segundos”, diz André Brunetta, CEO da Zul Digital, a responsável pelo desenvolvimento do aplicativo pelo qual é feita a aquisição. “Basta que ele baixe o aplicativo e tenha o cartão de crédito cadastrado”, afirma.

São dois seguros. O primeiro deles cobre roubo ou furto qualificado de bolsas, mochilas e pastas, bem como seu conteúdo, enquanto o segundo seguro cobre roubo ou furto qualificado de bens deixados no interior do veículo”, afirma Cláudio Oliveira, diretor comercial da Chubb. Segundo André Brunetta, o planejamento do novo modelo de distribuição de seguros levou em conta fundamentos relacionados com usabilidade, oferta direcionada e meios de pagamento.

Com relação aos critérios de usabilidade, André Brunetta afirma que a experiência de uso do aplicativo foi totalmente concebida para tornar sua utilização extremamente simples e objetiva, permitindo, inclusive, que diferentes perfis de público consigam interagir facilmente. Ao se referir à oferta direcionada, o executivo conta que o desenvolvimento da ferramenta utilizou sistemas de Business Intelligence (BI), um conjunto de informações analisadas para criar e disponibilizar as ofertas no momento certo, direcionando os clientes para o produto ou serviço de maior aderência.

Ao abordar os meios de pagamento, André afirma que, por meio do aplicativo, o usuário pode comprar os tickets de Zona Azul efetuando o pagamento com cartões de crédito, débito, transferência bancária e boleto. “Uma novidade recente é também a venda através de Apple Pay, tecnologia lançada pela Apple para a plataforma iOS”, destaca. Segundo ele, o domínio das diferentes formas de pagamento permitiu oferecer a inovação em todo o processo de venda, de forma que a contratação do seguro se dá em poucos instantes. “É, sem dúvida, o fluxo de contratação mais rápido já oferecido no mercado”, assegura.

Conforme Marco Antonio Gonzaga, Head de Seguros da Zul Digital, o acordo entre a Zul Digital e a Chubb prevê o oferecimento de um amplo portfólio de seguros e serviços desenhados com base na análise do perfil dos usuários. “O portfólio será implantado dentro de um cronograma já estabelecido e poderá ser adaptado conforme os hábitos e perfis dos segurados”, afirma.

O aplicativo da Zul Digital pode ser baixado de forma gratuita por qualquer pessoa na Apple Store ou Google Play – ou através do link https://zul.digital/instalar. Os seguros poderão ser contratados dentro do aplicativo através da aba “Seguros”.

Risco de default soberano chega a US$ 820 milhões em SP, segundo estudo do Lloyd’s of London

O Lloyd’s of London divulgou ontem o CityRisk Index, no qual analisa 22 riscos que ameaçam 279 cidades ao redor do mundo e o potencial de perdas que eles podem causar – um número que chega a US$ 320 bilhões por ano do PIB global.

Entre as cidades latino-americanas, São Paulo se encontra na segunda posição entre as mais ameaçadas, com US$ 6,54 bilhões da sua produção econômica em risco por ano, atrás apenas da Cidade do México. O Rio de Janeiro, com US$ 2,72 bilhões por ano em risco, fica em quinto lugar, com Brasília em décimo (US$ 1,29 bilhão).

Entre as três principais ameaças que pairam a capital paulista se encontram: quebra no mercado, com US$ 2,98 bilhões, o segundo maior valor entre todas as cidades analisadas, conflitos civis, com US$ 830 milhões, e o default soberano de US$ 820 milhões; o segundo maior valor entre as cidades analisadas.

Esta última ameaça também aparece com destaque nas outras cidades brasileiras, em parte devido ao cenário de saída de uma forte depressão, em conjunto com a indefinição política por conta das eleições presidenciais. Em comparação, cidades como Cidade do México e Lima são mais afetadas por ameaças naturais, como tempestades tropicais e terremotos.

Uma ilustração é fornecida por Los Angeles, onde, de acordo com o índice, a estimativa média de perda anual para um terremoto é de US$ 2,7 bilhões do “PIB em Risco”. No entanto, de acordo com o mesmo índice, em um cenário extremo, um terremoto em Los Angeles poderia fazer com que a cidade perdesse até US$ 380,4 bilhões de PIB.

Segundo o presidente do Lloyd’s, Bruce Carnegie-Brown, “nenhuma cidade será completamente livre de riscos. Rupturas sempre ocorrerão, seja o resultado de um furacão ou um ataque cibernético. Criamos esse índice exclusivo para ajudar as cidades em todo o mundo a identificar, entender e quantificar sua exposição ao risco, o que ajudará a priorizar investimentos e criar resiliência”.

“O índice mostra que investir em resiliência – de defesas físicas contra inundação a firewalls e cibersegurança aprimorada, combinadas com seguro – ajudará a reduzir significativamente o impacto de eventos extremos nas cidades, melhorar a estabilidade econômica e aumentar a prosperidade para todos. Peço às seguradoras, governos e empresas que analisem o índice e trabalhem em conjunto para reduzir essas exposições, construindo infraestrutura e instituições mais resilientes”, prosseguiu Carnegie-Brown.

O professor Daniel Ralph, diretor acadêmico do Centro de Estudos de Risco de Cambridge, da Universidade de Cambridge, Judge Business School, acrescentou: “Uma forma de pensar sobre o ‘PIB em Risco’ é quanto de dinheiro que uma cidade prudente precisa separar a cada ano para cobrir o custo de eventos em risco. O Lloyd’s City Risk Index ajuda governos, empresas e o setor de seguros a entender as implicações econômicas de uma variedade de riscos naturais e provocados pelo homem e usa a métrica do ‘PIB em Risco’ para melhorar sua preparação e resiliência.

“Uma das características mais proeminentes do índice é o aumento mundial do risco geopolítico, impulsionado em grande parte pela ameaça de conflitos entre nações e distúrbios civis. Provavelmente veremos esta tendência continuar em um nível global”, finalizou o acadêmico.

As principais tendências identificadas pelo índice são:

  • As ameaças geradas pelo homem estão em ascensão: Estes tipos de ameaças representam 59% de todo o “PIB em Risco” global. O colapso do mercado financeiro é identificado como a maior ameaça à economia global, colocando em média US$ 103,3 bilhões em produção econômica global em risco por ano. Refletindo o crescente nível de instabilidade geopolítica em todo o mundo, o estudo indica que conflitos entre nações é o segundo maior risco – totalizando US$ 80 bilhões de “PIB em Risco”.
  • As alterações climáticas ainda são um grande fator de risco: os riscos relacionados ao clima respondem juntos por US$ 123,0 bilhões de “PIB em Risco”, e espera-se que essa soma cresça à medida que os eventos climáticos extremos se tornarem cada vez mais frequentes e graves. Os eventos climáticos mais custosos são os vendavais, que representam US$ 66,3 bilhões de “PIB em Risco” e as enchentes, o que coloca em risco mais US$ 42,9 bilhões da produção econômica.
  • A maior parte do risco está concentrada em algumas cidades: as 10 cidades com maior “PIB em Risco” enfrentam juntas US$ 126,8 bilhões em perdas potenciais para a produção econômica a cada ano. Isto representa quase um quarto do “PIB em Risco” total e mais do que o montante do “PIB em Risco” na África, no Oriente Médio e na América Latina combinados. Essa descoberta reflete a crescente concentração de riqueza em certas regiões geográficas e, portanto, a vulnerabilidade da economia global a eventos perturbadores.
  • A construção de resiliência é uma prioridade urgente: o índice classifica a resiliência de cada cidade com base em critérios como financiamento para serviços de emergência e níveis de seguro. Se cada cidade do índice melhorasse sua resiliência ao nível mais alto, o “PIB em Risco” global diminuiria em até US$ 73,4 bilhões.

Fenseg esclarece dúvidas sobre danos decorrentes da paralisação e casos de cobertura

Fonte: FenSeg

Perda de produtos, desabastecimento e transtorno para produtores, revendedores e consumidores. A greve dos caminhoneiros apresentou prejuízos em toda a cadeia de produção de bens e mercadorias, do transporte e do consumo final. A paralisação e suas consequências para a economia nacional servem de alerta para a importância de conhecer melhor os diversos tipos de seguros de cargas.

A Federação Nacional de Seguros Gerais (Fenseg) faz um esclarecimento sobre as coberturas disponíveis para este tipo de evento. “Os riscos decorrentes do evento “Greves” encontram-se previstos na Cobertura Adicional de Greves. Essa cobertura inclui as perdas ou danos causados a bens e mercadorias em decorrência direta de greves, tumultos, locaute, motins e comoções civis; exceto os riscos excluídos contidos na respectiva cobertura”, explica Alexandre Leal, presidente da Comissão de Transportes da Fenseg.

Ele explica que, pelo fato de a greve ser classificada como caso fortuito ou de força maior, não cabe responsabilidade do transportador rodoviário. Em razão disso, as apólices de RCTR-C (Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário – Carga) excluem tais riscos e não existem opções de contratação dessa cobertura adicional.

A cobertura adicional de greves encontra-se disponível para contratação pelo proprietário do bem ou mercadoria (embarcador), a qual poderá ser incluída em sua apólice de transporte nacional ou de transporte internacional. Esta última inclui bens ou mercadorias destinadas à exportação ou que tenham sido importadas.

O embarcador, proprietário de bens ou mercadorias deve instruir seus motoristas ou seus transportadores rodoviários, sobre todas as regras e condições no transporte, principalmente quando de produtos que dependam de conservação em ambientes refrigerados ou congelados. “Ou ainda dos produtos perigosos, de seus riscos e consequências, de forma a minimizar qualquer prejuízo à população, ao meio ambiente e à própria mercadoria, procurando evitar que os veículos fiquem estacionados em locais que não permitam o seu controle e deslocamento”, ressalta Alexandre Leal.

Comissão de Defesa do Consumidor debate reajustes, franquia e coparticipação nos planos de saúde

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A Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados realizou, nesta terça-feira (5), uma audiência pública para debater a proposta da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) de regulamentar a cobrança de franquia e coparticipação nos planos de saúde, assim como o cálculo do índice de reajuste dos planos. Em breve, o órgão regulador divulgará o índice anual de majoração dos planos individuais.

O superintendente de Regulação da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), Sandro Leal, afirmou na audiência que os mecanismos de franquia e coparticipação, pelos quais o beneficiário divide os riscos com a operadora, significarão maior possibilidade de escolha por parte dos consumidores, ajudando a manter a sustentabilidade do setor.

Sandro Leal citou, entre as mudanças positivas que a franquia anual propiciará – uma vez que a coparticipação já é comercializada pelas operadoras –, o estímulo à pesquisa de preços de procedimentos, a indicação de tratamentos e terapias baseados na relação custo-efetividade e a queda do valor das mensalidades, em razão de haver mais produtos à disposição. “As pessoas querem produtos mais baratos”, ponderou. Ele citou simulações mostrando que a comercialização de planos com franquia reduzirá o valor dos produtos em até 51%. “Cada consumidor vai olhar sua condição financeira e de saúde e avaliar o que é mais adequado”, disse.

Em relação ao reajuste, o superintendente da FenaSaúde afirmou que a solução não é o controle de preços, como querem alguns: “A experiência histórica no Brasil e no mundo mostra que o controle de preços significa mais escassez de produtos e redução da oferta”. Ele lembrou que o aumento de preços é ruim para as operadoras, porque diminui a demanda e induz a que só os consumidores que mais precisam de tratamento continuem com seus planos. Segundo Leal, o que precisa ser atacado são os custos crescentes da saúde, como o aumento dos preços dos produtos médico-hospitalares, da frequência de utilização e da incorporação tecnológica. “A agenda não é o controle de preços, e sim atacar as origens dos custos”, afirmou.

Também presente à audiência, o gerente geral de Regulação de Estrutura dos Produtos da ANS, Rafael Pereira Vinhas, disse que “não se pode falar de reajuste sem falar na formação de preços dos planos de saúde”. Ele lembrou que os planos operam em regime de mutualismo, em que os que utilizam pouco financiam os que usam muito, como os idosos. “Esse pacto intergeracional precisa se alongar, para equilibrar os custos e as receitas”, afirmou.

Vinhas disse ainda que a ANS tem estudado a mudança da metodologia de cálculo do reajuste das mensalidades dos planos individuais, que hoje é feita com base na média dos reajustes dos planos coletivos, para que o índice passe a refletir melhor a variação dos custos médico-hospitalares dos beneficiários desse tipo de plano. “A ANS também tem envidado esforços para monitorar os reajustes dos planos coletivos, para que expliquem os cálculos utilizados”, ressaltou.

Já o presidente da Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge/RJ-ES), Sérgio Custódio Vieira, destacou os indicadores positivos do setor, como índice de satisfação de 85%, resolução de 97% das queixas enviadas à ANS e apenas 6,4 reclamações a cada 100 mil atendimentos. “Com esses índices, estamos falando do melhor sistema de saúde do mundo”, afirmou.

Participaram também da audiência o subprocurador-geral da República e coordenador da 3ª Câmara de Coordenação e Revisão do Ministério Público Federal, José Elaeres Marques Teixeira; a assessora executiva da Diretoria de Programas Especiais da Fundação Procon (SP), Karla de França; e Igor Britto, representante do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), além dos deputados José Stédile (PSB-RS), Eduardo da Fonte (PP-PE), Celso Russomanno (PRB-SP), Rodrigo Martins (PSB-PI) e Júlio Delgado (PSB-MG).

Nova seguradora de saúde será anunciada em breve, informa o Valor

Novidades em saúde em matéria do Valor. O texto conta que no mundo dos investimentos financeiros com foco em negócios sociais tem seu primeiro resultado no Brasil: retorno de 26% ao ano com uma empresa da área de saúde com alto impacto para a população de baixa renda do país. E quem ganhou foi a Vox Capital, primeira gestora especializada em investimento de impacto no país, que vendeu uma pa rticipação de quase 30% que detinha na TEM, operadora paulista de cartões pré-pagos de saúde, em um movimento casado com a entrada de uma seguradora internacional – cujo nome ainda não pode ser divulgado por estratégia da matriz. O anúncio sobre o novo parceiro deve sair nas próximas semanas.

O Globo: Empresas se preparam para entrar na Justiça

Matéria publicada pelo O Globo conta que as companhias também estão contratando advogados para revisar suas apólices de seguro para entender se há cobertura para prejuízos causados pela greve. Cássio Amaral, sócio da área de seguros do Mattos Filho, explica que uma particularidade das apólices de seguros deve fazer com que os pedidos de indenização sejam limitados. “A grande maioria das apólices de seguro, transporte e lucro cessante exclui sinistros provocados por locaute, greve, tumultos e guerras. Por isso, o impacto deve ser reduzido.”

Senado aprova indicação de diretor da ANS

O plenário do Senado aprovou nesta terça-feira, 5, a indicação do advogado Rogério Scarabel Barbosa para o cargo de diretor da Agência Nacional de Saúde Suplementar. A indicação do Planalto recebeu 39 votos a favor, 12 contra e quatro abstenções.

Houve resistência ao nome do advogado, que já atuou em defesa de operadoras de planos de saúde. Entidades de defesa do consumidor pediram ao Conselho de Ética da Presidência que avaliassem possível conflito de interesses na nomeação de Barbosa.

CNseg divulga livretos explicativos de operações do setor

Fonte: CNseg

A CNseg acaba de lançar três livretos de seu Programa de Educação em Seguros, que somam-se aos sete já existentes.

O livreto “Tópicos especiais – Retrato do mercado de Capitalização – Uma solução de negócios com sorteio, dividido em seis capítulos, aborda a evolução do segmento de Capitalização, com seus quase 90 anos de existência; conceitos básicos envolvendo a legislação relacionada e modalidades existentes, além de números do segmento, que fatura mais de R$ 20 bilhões anualmente, entre outros temas.

O livreto “A atividade seguradora: fundamentos, conceito, história e operação apresenta uma visão ampla da atividade seguradora, os fundamentos e a necessidade do seguro, os conceitos de prevenção de risco e mutualismo, o papel das seguradoras na indústria, além de informações sobre seguros de danos e de pessoas, de saúde e de capitalização.

Já o livreto “Regulamentação do setor segurador” aborda os antecedentes históricos do seguro, que começou a ser operado no Brasil em 1808, com a abertura dos portos; a legislação, dos anos 1960 até a Constituição de 1988; e o formato e princípios da regulamentação contemporânea, indicando as normas relacionadas mais importantes em vigor.

O Programa de Educação em Seguros da CNseg tem o objetivo de contribuir para o fortalecimento da consciência da população e dos poderes constituídos sobre a importância do seguro para a proteção e desenvolvimento dos indivíduos e da sociedade em geral.

Senador comemora aprovação de projeto que obriga à contratação de seguro ambiental por grandes empreendimentos

Fonte: Agência Senado

Em pronunciamento no Plenário ontem, Dia mundial do Meio Ambiente, o senador Valdir Raupp (MDB-RO) comemorou aprovação de projeto dele que obriga à contratação de um seguro ambiental em caso de empreendimentos e atividades para os quais seja exigido o licenciamento ambiental.

Segundo ele, a proposta, aprovada ontem pela Comissão de Meio Ambiente, tem como objetivo garantir a indenização, no caso de responsabilização civil por dano ao meio ambiente. “Para evitar aquilo que aconteceu lá em Mariana, com a Samarco e a Vale do Rio Doce, e tantos outros desastres ecológicos que não tinham cobertura de seguro.”

O senador Valdir Raupp ainda lembrou que, em Rondônia, 60% da vegetação nativa está preservada. Já na Amazônia Legal, que abrange 9 estados e corresponde a 60% do território nacional, 83% de sua vegetação é preservada, acrescentou o senador.

É gentil no trânsito? Se sim, pode ganhar prêmios e descontos com o app Trânsito+gentil da Porto Seguro

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Com o objetivo de contribuir para um trânsito mais gentil e promover o respeito entre os motoristas, o Porto Seguro Auto lança, neste mês, o aplicativo Trânsito+gentil. “Além de contribuir para a melhoria no tráfego, o app pode diminuir o preço do seguro em até 35% no Porto Seguro Auto Jovem (para quem tem entre 18 a 24 anos). Com isso, o Corretor tem mais uma opção para atrair novos negócios e aumentar a sua carteira de clientes”, afirma Jaime Soares, Diretor do Porto Seguro Auto. A plataforma gratuita pode ser baixada pelo Android ou IOS.

De acordo com a Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais (CNseg), estima-se que 70% dos veículos que circulam no Brasil estão descobertos. Ao lançar esse produto, o Porto Seguro Auto estimula a inclusão securitária e incentiva os segurados e não segurados a contribuírem para um trânsito melhor, transformando o bom comportamento em descontos e premiações de R$ 200 a R$ 4.000.

Lógica de descontos – Ao baixar e se cadastrar no app, todos os usuários ganham 3% de desconto ao contratar ou renovar com o Porto Seguro Auto. Além disso, nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Bahia, os motoristas com zero ponto na habilitação somam mais 7%, podendo chegar a 10% no total de descontos.

Já os condutores de 18 a 24 anos, além desses descontos, podem ganhar até 15% pela maneira como dirige e ainda, ao realizar os cursos online Direção Segura e Emocional, garantem mais 10% de desconto no Porto Seguro Auto Jovem, somando-se 35% para este público.

Saiba mais sobre o aplicativo  – Com uma dinâmica baseada na “Gamificação”, o aplicativo propõe uma jornada aos usuários, que passam por diversos desafios e missões para acumular pontos e concorrer aos prêmios que incluem itens, como TV, smartphones, notebook e viagens. Para avaliar a performance do condutor, são utilizadas cinco variáveis: aceleração, frenagem, velocidade, curvas e uso do celular ao volante. O bom desempenho, somado à condução com responsabilidade, dará ao motorista moedas e medalhas online de ouro, prata e bronze.

“O Trânsito+gentil é um projeto que existe há mais de oito anos e diariamente inspira quem está no volante a ser cortês com o próximo. A ideia do app é deixar a experiência no trânsito ainda mais leve, estimulando essa mudança comportamental no motorista por meio de incentivos e recompensas”, afirma Jaime Soares, Diretor do Porto Seguro Auto.

A inteligência emocional é outro ponto importante para que o motorista saiba lidar com momentos de tensão no trânsito. Por conta disso, cursos online e gratuitos sobre Direção Segura e Emocional estarão disponíveis na ferramenta. As “Missões” de rápida interação serão mais uma opção para aumentar a pontuação durante a jornada.

Ao final do mês, os dez primeiros colocados no ranking geral do app serão premiados com base na soma das moedas acumuladas. O critério de desempate é de acordo com a quantidade total de quilômetros rodados e nota adquirida. Já na aba “Amigos”, é possível adicionar as pessoas conhecidas para interação.

Benefícios para o Corretor – O app pode ampliar o relacionamento com o cliente, pois qualquer usuário que não têm vínculo com o Porto Seguro Auto poderá ter uma experiência e, assim, gerar novos negócios ao Corretor. Também beneficia os segurados e possíveis clientes, que terão acesso a descontos e prêmios ao utilizaram o app Trânsito+gentil. O app é mais um atrativo para o Corretor oferecer ao seu cliente. Por isso, é muito importante conhecer suas funcionalidades para explicar e incentivar o uso da ferramenta.