Liberty Seguros apresenta campanha de incentivo para corretores de Comércio e Serviços

A Liberty Seguros apresenta mais uma campanha de incentivo para o público, desta vez com foco na categoria de Comércio e Serviços. Utilizando a metodologia “Vendeu, Ganhou”, até 31 de agosto, as vendas e renovações de produtos nas categorias de Comércio e Serviços com prêmio líquido mínimo de R$ 500 por apólice vão render aos corretores parceiros da seguradora pontos que poderão ser trocados por diversos prêmios.

As premiações – que vão de R$ 250,00 a R$ 800,00 – poderão ser trocados por prêmios em catálogo, como eletroportáteis, cursos, vale-compras, entre outros. Basta vender a partir de duas apólices para participar.

“Os corretores são um canal de extrema importância para o nosso negócio. São eles que fazem o mercado de seguros crescer e evoluir. Iniciativas como as campanhas de incentivo são a nossa forma de reconhecer a importância dessa parceria e incentivá-los a estarem sempre conosco”, explica Marcos Machini, vice-presidente comercial da Liberty Seguros.

Mapfre e BB Seguros patrocinam pilotos da Stock Car

A Mapfre Seguros e a BB Seguros patrocinam os pilotos da Stock Car Átila Abreu e Guga Lima. O apoio a Átila Abreu, realizado pela Mapfre Seguros, começa já na Corrida do Milhão, que acontece no próximo domingo, dia 5, em Goiânia (GO). Considerado um dos principais nomes da Stock Car atualmente, Abreu iniciou sua carreira em 1996 em competições de kart, modalidade na qual foi campeão paulista e bicampeão brasileiro. Com diversos pódios conquistados ao longo da sua história na competição, neste ano, o atleta encara a sua 11ª temporada na Stock Car.

Já a BB Seguros está, desde o início do ano, atuando em parceria com Guga Lima. O jovem piloto de 22 anos possui um currículo considerável, com passagem pela Academia de Pilotos da McLaren, em 2014. Guga começou nas pistas aos 12 anos em competições de kart, em 2009, e permaneceu na categoria por três anos antes de rumar à Europa. Participou da Fórmula Renault e da Fórmula 4 até retornar o Brasil e entrar na Stock Car, em 2015. Hoje, está competindo sua terceira temporada completa. Guga também estará presente na Corrida do Milhão deste domingo.

Os patrocínios aos atletas vão até o fim da temporada 2018 da Stock Car, em dezembro.

 

AL contribui com lucro semestral da corretora inglesa JLT

O JLT Group registrou no primeiro semestre de 2018 um aumento de 10% no lucro antes de impostos, em relação ao mesmo período do ano passado. A receita teve um crescimento total de 3%, subindo para £713,5 milhões e um crescimento orgânico de 4%, com avanços nos três negócios comerciais globais: Specialty, Benefícios e Resseguros.

Os negócios de Specialty da JLT tiveram um bom desempenho durante seu primeiro período sob a nova estrutura de liderança e gestão, alcançando um crescimento orgânico de receita de 4%.

Resseguros alcançou um forte crescimento de receita orgânica de 6%, com novos negócios nas operações do Reino Unido, Europa e Estados Unidos, principalmente em Cyber, Trade Credit e Analytics.

Benefícios alcançou crescimento de receita orgânica de 4%. América Latina e Austrália foram os principais responsáveis pelo resultado com participação no aumento da receita.

O board da companhia declarou um aumento do dividendo intermediário de 12,7p por ação para o período findo em 30 de junho de 2018 (2017: 12,2 p), que será pago em 3 de outubro de 2018 aos acionistas no registro em 24 de agosto de 2018.

Nova audiência pública sobre coparticipação e franquia será em setembro

Comunicado
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) agendou para o dia 4 de setembro, no Rio de Janeiro, nova audiência pública para debater os mecanismos financeiros de regulação: coparticipação e franquia. O objetivo é debater e receber propostas da sociedade, entidades de defesa do consumidor e representantes do setor. O edital de convocação para a audiência foi publicado hoje (3/8) no Diário Oficial da União (DOU). Além deste documento, também já estão disponíveis para consulta, no portal da ANS na internet, o regimento que define as regras de participação na audiência, bem como todos os principais documentos elaborados sobre o tema.

Os mecanismos de coparticipação e franquia são amplamente utilizados pelo mercado de saúde suplementar. Atualmente, cerca de 52% dos beneficiários de planos de saúde médico-hospitalares no país possuem planos com esse tipo de característica. Nos últimos anos houve um substancial crescimento no número de beneficiários que possuem planos com esses mecanismos, demonstrando como esses são amplamente utilizados pelo mercado de planos de saúde: em 2007, cerca de 22% dos beneficiários de planos de saúde tinham planos com coparticipação e/ou franquia. Em números absolutos, em 2007 havia 8 milhões de beneficiários com planos com esses mecanismos e atualmente são mais de 24 milhões de beneficiários.

Por esta razão, a ANS propõe a atualização da regulamentação dos mecanismos financeiros de coparticipação e franquia, uma medida adotada para proteger o consumidor de plano de saúde, definindo limites e isenções de pagamento, bem como a ampliação dos mecanismos de transparência junto ao consumidor.

As discussões sobre esse tema iniciaram em 2005. Em 2016, os debates ganharam mais vigor, com a criação de um Grupo Técnico interáreas criado para discutir a regulamentação. O tema já passou uma audiência pública, duas consultas públicas e uma pesquisa aberta à sociedade. Na segunda-feira (30/7), a ANS decidiu reabrir o debate em função da apreensão que o tema tem causado na sociedade. Dessa forma, a diretoria revogou a decisão que aprovou a Resolução Normativa (RN) nº 433, que somente entraria em vigor no final de 2018, e deliberou pela realização de nova audiência pública. A reabertura das discussões visa reforçar o debate da ANS com a sociedade, que, através da audiência pública, poderá melhor se apropriar e manifestar-se sobre a normativa que atende de maneira mais satisfatória seus interesses e anseios – a CONSU n° 08/98, a RN n° 433/2018 ou ainda outra norma que vier a substituí-la.

O encontro vai acontecer no auditório da Secretaria de Fazenda e Planejamento, no Centro do Rio de Janeiro, das 8h30 às 17h30. A participação na audiência dependerá de inscrição prévia por e-mail, tanto para ouvintes quanto para quem quiser expor uma proposta. São disponibilizadas, no total, 180 vagas para os participantes, sendo 15 reservadas para veículos de imprensa. Caso a data não seja suficiente para exposição e apreciação das propostas, a ANS pode estender a audiência pública para o dia 5/9. A atividade será transmitida ao vivo pelo Periscope.

Após meses de queda, índice de confiança volta a crescer

Fonte: Fenacor

Pesquisa realizada pela Fenacor no final de julho para medir o grau de confiança de donos de corretoras de seguros, seguradores e resseguradores, indica um ligeiro aumento desse índice, de 87,3 para 96,1 em relação ao mês anterior.

Segundo o coordenador do estudo, Francisco Galiza, desde fevereiro o ICSS (indicador que mede o grau de otimismo do mercado) estava em queda. Em julho, esse movimento foi levemente revertido. “Ressalto, porém, que o pessimismo continua, já que o índice está abaixo de 100 pontos, embora em menor intensidade, quando comparado ao número de junho”, frisa Galiza.

Ele acrescenta que esse ganho de julho ainda não compensou as perdas dos meses anteriores. “De qualquer maneira, essa mudança de trajetória é um sinal positivo para o setor”, acentua.

A interpretação econômica é que a confiança testou um patamar máximo de queda (em torno de 90 pontos) e, a partir daí, não conseguiu ultrapassar. Sem falar que os efeitos da greve dos caminhoneiros, ocorrida há dois meses, se diluíram parcialmente, embora a incerteza permaneça alta.

Essa tendência de leve recuperação em julho também atingiu em graus distintos os outros indicadores de confiança do setor, que mensuram o otimismo de corretores e resseguradoras.

Itaú lidera ranking de portabilidade de previdência aberta no semestre

Os dados de portabilidade de planos de previdência privada aberta mostram uma significativa migração de recursos no primeiro semestre deste ano diante da forte concorrência do setor. O Itaú foi o mais beneficiado no período de janeiro a junho de 2018,  ao receber R$ 2,1 bilhões, seguido pela Icatu Seguros, com R$ 1,5 bilhão. Já o Bradesco foi a instituição que registrou a maior perda: R$ 1,7 bilhão, segundo dados divulgados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), analisados pela consultoria Siscorp. O Banco do Brasil também perdeu para os concorrentes R$ 1,4 bilhão no semestre, conforme mostra o quadro abaixo:

IRB Brasil lucra R$ 287 milhões no segundo tri, alta de 24%

O IRB Brasil Re registrou vendas de R$ 1,9 bilhão em prêmios de resseguro no segundo trimestre de 2018, crescimento de 28% em relação ao mesmo período de 2017. No primeiro semestre, o volume atingiu R$ 3,3 bilhões, alta de 17% em relação aos seis meses de 2017. O lucro líquido avança 24% no segundo trimestre de 2018 e 19% no primeiro semestre de 2018, totalizando R$ 287 milhões e R$ 541 milhões, respectivamente.

O resultado de underwriting avançou 78% no segundo trimestre de 2018, totalizando R$ 296 milhões e R$ 553 milhões no primeiro semestre de 2018, 42% de crescimento em relação ao primeiro semestre de 2017. Segundo comunicado, o índice de despesa administrativa saiu de 6,3% no segundo trimestre de 2017 para 5,4% no segundo trimestre de 2018, com a despesa administrativa totalizando R$ 64 milhões. No primeiro semestre de 2018, o índice de despesa administrativa foi de 5,4% uma redução foi de 1,3 ponto percentual, comparativamente ao primeiro semestre de 2017, com a despesa administrativa totalizando R$ 114 milhões.

A rentabilidade da carteira global de ativos passou de 136% do CDI no segundo trimestre de 2017 para 139% do CDI, no mesmo período de 2018. No primeiro semestre de 2018, o desempenho foi de 141% do CDI, 9 pontos percentuais acima do reportado no mesmo período de 2017 de 132% do CDI.

No segundo trimestre de 2018, o volume total de prêmio emitido pelo IRB Brasil RE avançou 27,8% em relação ao segundo trimestre de 2017, totalizando R$ 1.934,4 milhões. Desse montante, R$ 1.213,1 milhão foram prêmios emitidos no Brasil (63%) e R$ 721,3 milhões no exterior (37%). Destaca-se a efetivação de 90 novos contratos no período, tanto no Brasil quanto no exterior.

O prêmio emitido no Brasil atingiu R$ 1,2 bilhão no segundo trimestre de 2018, uma expansão de 15,2% em relação ao segundo trimestre de 2017. Esse crescimento de 15,2% decorre da ampliação no market share da companhia no mercado brasileiro, que passou de 44% no período de abril a maio de 2017 para 46% no período de abril a maio de 2018, de acordo com dados divulgados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep).

Segundo o grupo, a combinação do ganho de market share sustentado pela efetivação de novos contratos no período e pela ampliação de participação em contratos que já integravam o portfólio da companhia, asseguram uma materialização da tendência de crescimento de prêmio emitido no Brasil para os próximos trimestres, uma vez que o accrual de prêmio emitido derivado de contratos proporcionais se dá à razão de 1/12 ao mês.

O prêmio emitido no exterior totalizou R$ 721 milhões no segundo trimestre de 2018, uma expansão de 56,8% em relação ao segundo trimestre de 2017. Deste crescimento, 44,7 pontos percentuais correspondem a um crescimento orgânico na moeda de emissão, ou seja, em dólar; e 12,1 pontos percentuais decorrem da contribuição da variação do câmbio médio no período.

O grupo destacou a efetivação de novos contratos no segundo trimestre de 2018 e a ampliação de participação em contratos existentes, sustentando o crescimento do prêmio emitido no exterior pela companhia, uma vez que o accrual de prêmio emitido derivado de contratos proporcionais se dá à razão de 1/12 ao mês. Os segmentos que lideraram as emissões de prêmio no exterior, foram o de vida e o rural, que conjuntamente, responderam por mais de 60% do prêmio emitido no exterior no segundo trimestre de 2018.

SulAmérica lucra R$ 135,4 milhões no segundo tri, alta de 68%

sulamerica

Comunicado

A SulAmérica (B3: SULA11), maior seguradora independente do País, encerrou o segundo trimestre de 2018 com lucro líquido de R$ 135,4 milhões, aumento expressivo de 68% no comparativo com o mesmo período do ano passado. No semestre, esse crescimento foi de 32,3% frente aos seis primeiros meses de 2017, totalizando R$ 276,8 milhões. As receitas operacionais também registraram alta e alcançaram a marca de R$ 5,1 bilhões no segundo trimestre deste ano, o que representa aumento de 16,7% no comparativo com o mesmo período de 2017.

“Nossos resultados apontam novamente que estamos no caminho certo de aproveitar as oportunidades de crescimento nas diferentes frentes de negócios em que atuamos, alcançando importantes ganhos de rentabilidade. Seguimos consistentes em relação à operação, com estratégia direcionada à disciplina de subscrição de riscos, gestão de capital e controle de custos e despesas. Tudo isso sem perder o foco nos nossos mais de sete milhões de segurados, que acompanham nossos esforços constantes voltados ao lançamento de produtos e serviços inovadores”, afirma o presidente da SulAmérica, Gabriel Portella.

No segmento de saúde e odontológico, as receitas operacionais registraram crescimento de 14,8% no segundo trimestre de 2018 em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, chegando a R$ 3,8 bilhões. No período, todas as carteiras de planos coletivos apresentaram desempenho positivo, mantendo o ritmo dos últimos ciclos, com crescimento nas modalidades PME, odontológico e empresarial/adesão, que registraram aumento de 25,5%, 15,6% e 11,8%, respectivamente, no comparativo com o segundo trimestre de 2017. Os resultados obtidos no período reforçam a atuação da companhia no incentivo a vendas novas, expansão regional e altos índices de retenção de clientes.

Também no segundo trimestre de 2018, a carteira de planos coletivos de saúde e odonto apresentou crescimento de 8,6% na base de clientes em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, totalizando 3,1 milhões de segurados. O aumento no número de beneficiários nos planos de saúde acompanha um cenário de emprego mais favorável no País.

Segundo dados da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) referentes a maio de 2018, em todo o sistema são 47,3 milhões de segurados em saúde e 23 milhões em odontológico, altas de 0,1% e 5,3%, respectivamente, em relação ao mesmo período de 2017. “Os últimos dados apontam para um ciclo interessante de recuperação. Essa evolução somada à força da marca SulAmérica, além das inovações que temos apresentado aos nossos clientes como a plataforma Sharecare, o reembolso digital e o Médico em Casa disponíveis no aplicativo de saúde, têm contribuído para ampliar a experiência do segurado e atrair novos beneficiários”, completa Portella.

No segmento de seguros de automóveis houve a consolidação da trajetória de retomada de crescimento da carteira iniciada no segundo trimestre de 2017. As receitas operacionais registraram aumento de 25,7% no segundo trimestre de 2018 no comparativo com o mesmo período do ano anterior, alcançando R$ 910,0 milhões. Destaque para a sinistralidade que registrou redução expressiva de 7,8 pontos percentuais no primeiro semestre deste ano no comparativo com 2017, alcançando 60,4%.

A frota segurada reflete o ciclo de recuperação no contexto de mercado e totalizou 1,6 milhão de veículos neste segundo trimestre de 2018. O bom desempenho da carteira no período também está relacionado à estratégia da companhia voltada a novas ferramentas de subscrição, foco na adequação dos níveis de exposição a riscos e contínuas melhorias operacionais, além dos investimentos em tecnologia que contemplam a telemetria no aplicativo Auto.Vc.

As demais linhas de negócio da companhia acompanham os resultados positivos registrados pela SulAmérica no período. As receitas operacionais da carteira de massificados atingiram R$ 42,8 milhões no segundo trimestre do ano, aumento de 9,3% em relação ao mesmo período de 2017. A operação de vida volta a apresentar bom desempenho e as receitas operacionais alcançam a marca dos R$ 123,4 milhões no segundo trimestre, alta de 15,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. Já nas reservas de previdência, o aumento foi de 9,6% em relação ao mesmo período de 2017, totalizando R$ 6,6 bilhões. O segmento de capitalização fechou o trimestre com crescimento de 13,2% nas receitas operacionais no comparativo com o mesmo período do ano anterior, alcançando R$ 14 milhões.

A SulAmérica Investimentos fechou o segundo trimestre de 2018 com montante de R$ 37,6 bilhões em ativos sob gestão, aumento de 11,9% no comparativo com 2017. Os resultados acompanham os avanços do volume de ativos de terceiros, ativos próprios da seguradora e de previdência privada, que registraram alta de 10,6%, 17,9% e 9,6%, respectivamente, encerrando o segundo trimestre do ano com R$ 23 bilhões, R$ 8,1 bilhões e R$ 6,6 bilhões.

Corretora inglesa JLT reúne executivos do grupo no Brasil para debater crédito

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Cerca de 20 executivos da especialidade de CPS (riscos de crédito, político e de segurança) da JLT vieram dos Estados Unidos, Londres, Argentina, Chile, Colômbia e Peru para um encontro de alinhamento estratégico no Brasil.

O grupo se reuniu em São Paulo com o head global de crédito do JLT Group, Nick Robson. Entre os objetivos do encontro estão ampliar o conhecimento e a expertise na América do Sul, desenvolver um senso de oportunidade coeso e um plano nos vários países da região e para a região.

“A capacidade da equipe de CPS é bastante alta. Não só do ponto de vista técnico, mas também de vendas e relacionamento com o cliente. Vemos uma grande oportunidade em quase todos os países, e certamente nos cinco principais da América do Sul representados aqui hoje”, afirma o executivo.

Recentemente, a JLT adquiriu a International Risk Consultant (IRC), uma das corretoras líderes no segmento de seguro de crédito e risco político, com operação nos Estados Unidos, Brasil e Ásia. Com a aquisição, a IRC Brasil passou a integrar a divisão de CPS da JLT Specialty Brasil, proporcionando uma maior escala e alcance da corretora nestes mercados.

 

 

Ismar Tôrres começa a colher resultados positivos após 18 meses no comando da Seguradora Líder-DPVAT

Há menos de dois anos no comando, Ismar Tôrres se diz satisfeito de poder apresentar ao Conselho de Administração da Seguradora Líder propostas de melhorias para a administração do Seguro DPVAT, o seguro obrigatório que todo proprietário de veículo deve pagar ao fazer o licenciamento. “São tantas frentes que temos de dividir em temas, pois todos são relevantes e trarão grandes benefícios para a sociedade”, garante o executivo que assumiu a presidência da Líder no final de 2016, sob fogo cruzado. Além de mais de120 projetos em tramitação no Congresso Nacional que envolvem o seguro, no final de 2016 foi encerrada a CPI do DPVAT e divulgada a conclusão de auditoria feita, na Susep, pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

Desde que assumiu, Tôrres e sua equipe vasculham a companhia para entender quais os processos que podem ser melhorados e onde é possível obter ganhos deprodutividade. Muitos contratos foram revisados, outros encerrados e novos fechados com grande economia de escala, cita Tôrres.

Até o fim de 2018 será lançado um aplicativo para o cidadão solicitar a indenização de forma ágil e rápida. Mas como esse assunto ainda é guardado a sete chaves até ser totalmente concluído, o primeiro tema a ser abordado pelo blog Sonho Seguro envolve uma das 19 sugestões sugeridas à Superintendência de Seguros Privados (Susep) pela Líder para aprimorar o DPVAT. Desde março de 2018, a Líder integra a comissão especial criada pela Susep com o intuito de debater melhorias no atualmodelo do seguro obrigatório de acidentes de trânsito do Brasil.

As sugestões fazem parte de um estudo contratado com a consultoria MCKinsey, no qual foram analisados os modelos de seguro de acidentes de trânsito, adotados em 36 países. Uma entre as 19 sugestões, se destaca. O estudo comparou o valor das indenizações no Brasil com os demais países do mundo. O valor da Importância Segurada (IS) no Brasil, congelado há 11 anos, está atrás de países como Indonésia, Nigéria e Bolívia.

A Rússia possui indenização aproximadamente três vezes superior a do Brasil, apesar de o PIB per capita ser próximo. “A nossa sugestão é que em vez de reduzir o preço do seguro, elevar a indenização máxima no Brasil passe de R$ 13,5 mil para R$ 25 mil”, diz. De 2016 para 2017, o preço do DPVAT passou de R$ 105 para R$ 63. Em 2018 uma nova redução, passando a custar R$ 45 por ano.

“Temos apresentado as nossas propostas para vários congressistas, jornalistas e empresas que de alguma forma estejam envolvidos com o DPVAT, para que juntos possamos construir um projeto consistente, independente e inovador do seguro, que reflita efetivamente as necessidades do conjunto da população”, disse. Tôrres ressalta que a CNseg e a FenSeg participaram deste trabalho, manifestando integral concordância com os resultados, posicionamentos e com a proposta apresentada à Susep.

Os temas do estudo da McKinsey estão divididos em quatro princípios: Foco no Cidadão; Sustentabilidade no Modelo; Interações com o Estado; e Alta Eficiência Operacional. Todos serão alvos de posts no blog Sonho Seguro semanalmente, com o objetivo de contribuir com as discussões sobre o atual modelo de operação do Seguro DPVAT, tema em pauta em mais de 120 comissões do Congresso Nacional.