Duas seguradoras entre as 20 empresas multadas pelo Procon por perturbar consumidores

Quem ai já recebeu ligação para comprar um seguro funeral, uma oferta “imperdível” de crédito consignado ou para mudar de plano de operadora? Pois é. Muitos. E a maioria não curte. É possível bloquear essas ligações. Com base na análise da Operação de Boqueio de Telemarketing 2018, que analisou em torno de 25 mil reclamações no Estado de São Paulo, o Procon-SP anunciou na última segunda-feira que vai multar 20 empresas que continuam indevidamente entrando em contato com consumidores. As multas somam inicialmente cerca de R$ 80 milhões. As empresas podem recorrer das multas.

Entre as principais queixas é a insistência na oferta de produtos e serviços por meio de robôs. Duas seguradoras estão entre as 20 citadas.

Conheça a seguir as 20 empresas multadas:

Banco BMG
Banco Bradesco
Banco Pan
Banco Safra
Banco Santander Brasil
Bradesco Seguros
Caixa Econômica Federal
Claro
Cnova Comércio Eletrônico
DR Benefício
Itaú Unibanco
Nextel Telecomunicações
Oi Móvel S.A em Recuperação Judicial
Omega Assist Assistência Funeral Eireli
P & P Marketing e divulgação Eirelli
Porto Seguro Companhia de Seguros
Sky Serviços de Banda Larga
Telefônica Brasil
Tim Celular
Vale Encantado Country Club

Seguros está entre os setores com profissões que devem sucumbir ao avanço tecnológico

Matéria no Infomoney traz estudo do Instituto francês Sapiens sobre profissões que devem sucumbir ao avanço tecnológico. A expectativa é que cerca de 2,1 milhões de trabalhadores concentrados em cinco áreas principais possam ver seus empregos desaparecerem nos próximos anos. São elas: funcionários de bancos e seguradoras, profissionais da área de contabilidade, secretários de escritório, agentes de manutenção e caixas de lojas e supermercados.

O número de empregados do setor bancário e de seguros (como funcionários de guichê, atendentes de call center, funcionários de serviços técnicos e representantes de vendas) recuou 39% na França entre 1986 e 2016. A maior queda aconteceu entre 2010-2016, com uma perda de 22% na força de trabalho. Segundo o estudo, isso ocorreu por conta do surgimento de novas tecnologias financeiras e da digitalização de serviços bancários; a expectativa é de que as vagas sejam extintas até 2051.

Importante ressaltar que a maioria dos especialistas afirma que à medida em que vagas são extintas em empregos “desatualizados”, outras vagas são criadas em áreas que usam novas tecnologias e que podem absorver os profissionais – desde que estes estejam dispostos a se atualizarem.

ANS discute com setor novas propostas para coparticipação e franquia

Fonte: Agência Brasil

Cerca de 200 pessoas, representando 28 entidades, entre representantes de órgãos de defesa do consumidor, operadoras de planos de saúde, prestadores de serviço, entidades do setor e órgãos públicos, participaram hoje (4), no Rio de Janeiro, de audiência pública promovida pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

O objetivo foi debater os mecanismos financeiros de regulação que são a coparticipação e franquia, tendo em vista que a resolução da ANS que estabelecia limite de até 40% de coparticipação dos consumidores nas despesas médicas e hospitalares foi suspensa pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e acabou revogada. Das 28 entidades que estiveram presentes ao evento, 24 apresentaram contribuições para as discussões.

Diretores da ANS presentes ao evento destacaram que a audiência tinha por meta ouvir a sociedade e colher subsídios para a escolha da melhor medida regulatória sobre o tema. Segundo a ANS, era necessário reabrir as discussões ante as preocupações manifestadas pela sociedade com a proposta.

Regulação

Durante a audiência pública, foram relembrados os problemas regulatórios que, de acordo com a ANS, justificam a regulamentação do tema. Entre eles, podem ser mencionadas a ausência de limite para aplicação de coparticipação e franquia; a falta de limites de exposição financeira para proteger o usuário; e a possibilidade de incidência de cobrança sobre qualquer procedimento. Em nota, a ANS deixou claro que se insere no processo visando a “evitar que os problemas já mapeados se perpetuem, prevenir outros que possam se estabelecer e, fundamentalmente, proteger o consumidor”.

As propostas apresentadas destacaram a preocupação com o comprometimento da renda dos consumidores, custos diante do envelhecimento da população e clareza na prestação de informações pelas operadoras.

A ANS analisará todas as propostas feitas durante a audiência para avançar no tema. De acordo com a agência, será produzido relatório com os subsídios coletados, que será disponibilizado no seu endereço eletrônico (www.ans.gov.br). Também as apresentações feitas pelas entidades no evento serão disponibilizadas no portal da ANS.

Oxigênio Aceleradora abre inscrições para o Ignição, seu 7º ciclo de aceleração

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A Oxigênio Aceleradora, da Porto Seguro, abriu nessa semana as inscrições para o seu 7º ciclo de aceleração. Após reformular seu programa, este será o primeiro no modelo Ignição, que irá acelerar de cinco a oito startups e investir R$ 200 mil em cada empresa selecionada. Os empreendedores terão até o dia 21 de outubro para inscrever suas empresas no novo ciclo.

Podem participar startups de todo o País que já possuam produto desenvolvido ou um protótipo funcional, e que tenham sinergia com um dos diversos negócios do Grupo Porto Seguro. “Um dos grandes diferenciais oferecidos aos empreendedores no Ignição, principalmente aos que estão na fase intermediária, é a mentoria concedida sempre por um executivo da Porto Seguro, especialista na área relacionada ao negócio da startup”, destaca Italo Flammia, Diretor de Digital e Inovação da Porto Seguro e Diretor na Oxigênio.

“As possibilidades de fazer negócio com os produtos e serviços do grupo e sua rede de relacionamento também auxiliam no desenvolvimento da nova empresa, agregando portfólio e abrindo portas para ela no mercado”, completa o executivo.

Além das mentorias, durante os quatro meses do programa os empreendedores passam por workshops, palestras e eventos, que permitem o relacionamento com investidores e outras startups. Após esse período, a empresa tem ainda a possibilidade de estender o processo por mais três meses com a Plug and Play, parceira da Oxigênio, no Vale do Silício.

Guilherme Schmidt, CEO da startup Logbee, acelerada no 3º ciclo da Oxigênio e recentemente adquirida por uma grande varejista brasileira, conta sobre a experiência que tiveram. “A Oxigênio criou o ambiente ideal e forneceu os recursos e ferramentas para que a Logbee pudesse dar um grande salto durante os 3 meses de aceleração. Mentores fora de série e um networking capaz de gerar leads de venda, que certamente teríamos muita dificuldade de conseguir se não tivéssemos participado do programa. Recomendamos de olhos fechados”, comenta ele.

A Oxigênio Aceleradora, que completa três anos em setembro, já recebeu mais de 6 mil inscrições para seus programas de aceleração. Até agora, 54 projetos já foram desenvolvidos entre as empresas do Grupo Porto Seguro e as 29 startups aceleradas do 1º ao 5º ciclo.

SERVIÇO

Programa: Ignição.

Período das inscrições: de 4 de setembro a 21 de outubro.

Site para cadastro: www.oxigenioaceleradora.com.br.

Início do 7º ciclo: 28 de janeiro de 2019.

Zurich lança competição global de startups

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Alinhada com a sua estratégia direcionada para o cliente, a Zurich lançou hoje o Campeonato Mundial de Inovação Zurich, sua nova competição global para colaborar com os melhores e mais brilhantes empreendedores e startups do setor de insurtech. O campeonato, que se concentra em startups com produtos ou serviços estabelecidos, oferecerá aos vencedores a oportunidade de aplicar suas soluções com os clientes da Zurich em determinados países. A competição é um passo a mais na meta da Zurich de transformar o setor de seguros.

Acontecendo em mais de 20 países em todo o mundo, o campeonato está buscando nas áreas de mobilidade, casas e prédios inteligentes, saúde digital e planejamento financeiro. A data de encerramento para as inscrições é 30 de setembro de 2018. Elas podem se inscrever através da página do campeonato.

Giovanni Giuliani, diretor de Estratégia, Inovação e Desenvolvimento de Negócios do Grupo, comentou: “A Zurich está comprometida em ser uma seguradora inovadora e direcionada para o cliente e quer acelerar a transformação do seu modelo de negócios ao redirecionar suas ofertas para garantir que elas atendam as necessidades dos atuais clientes com experiência digital.

O Campeonato Mundial de Inovação Zurich dará aos empreendedores a oportunidade para impulsionar a transformação do setor de seguros.

O campeonato inicia hoje em países individuais, com os vencedores gerais avançando para a rodada regional. Os vencedores das rodadas regionais da América do Norte, América Latina, Europa, Oriente Médio e Ásia-Pacífico participarão de uma competição global final. A rodada final acontecerá em fevereiro de 2019, com os vencedores de bronze, prata e ouro recebendo os recursos para implementar um programa piloto com os clientes da Zurich. Os vencedores serão selecionados por jurados especialistas no assunto, líderes de inovação e executivos seniores de negócios.

SulAmérica Saúde redefine a experiência dos clientes com IA

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A SulAmérica, maior seguradora independente do País, passou a utilizar a inteligência artificial (IA) para tornar o atendimento aos clientes de Saúde mais dinâmico, reduzindo o tempo de espera nas ligações, de resolução das solicitações e o volume de chamados na Central de Atendimento. Com o apoio de um assistente virtual disponível no site da companhia e no aplicativo SulAmérica Saúde, os segurados podem resolver questões de menor complexidade de forma ágil e autônoma.

A implementação do assistente virtual com Watson, plataforma de inteligência artificial da IBM na nuvem para os negócios, no atendimento, tem como objetivo oferecer maior precisão e velocidade para responder às solicitações recorrentes. O assistente virtual tem a capacidade de realizar, de forma rápida, consultas que costumam ser solicitadas frequentemente como dúvidas sobre filiais, cobertura de planos, reembolsos e rede referenciada. Em um piloto de dois meses, a solução já lidou com 88 mil chamadas, com índice de retenção de 45%, ou seja, resolução das demandas em um primeiro contato, sem a necessidade de transferência para a Central de Atendimento, permitindo que os agentes de atendimento ao cliente se concentrem em consultas mais desafiadoras e demoradas.

O aplicativo SulAmérica Saúde já representa 86% dos atendimentos aos clientes realizados via assistentes virtuais e 14% das interações com os segurados são realizadas pelo website da seguradora. O assistente virtual com Watson está ajudando a transformar o atendimento ao cliente da companhia e já reduziu em 90% o tempo médio de espera para resolução das solicitações.

“Temos investindo fortemente em inovação para transformar a experiência do cliente e a tecnologia é uma ferramenta viabilizadora de nossas estratégias nesse sentido. A utilização dos assistentes virtuais no atendimento aos clientes SulAmérica Saúde traz ganhos relevantes, especialmente em agilidade e assertividade na resolução de questões simples, algo que sem dúvidas agrega ainda mais valor ao relacionamento do segurado com a companhia”, explica o diretor de Estratégia Digital, Inovação e Tecnologia da SulAmérica, Cristiano Barbieri.

Desde 2017, os chatbots inteligentes têm sido utilizados pela seguradora no atendimento a solicitações dos corretores de seguros que trabalham com produtos SulAmérica Auto. Além de esclarecer dúvidas, a solução permite realizar procedimentos operacionais de menor complexidade, como propostas, pagamentos, atualização cadastral e emissão de segunda via de boletos, sem a necessidade de passar por um profissional de SAC.

O sistema foi treinado para que pudesse identificar uma ampla variedade de problemas relatados pelo cliente. Atualmente ele pode reconhecer e abordar mais de 80% de assuntos da Central.

Entre outras iniciativas da SulAmérica para facilitar o cotidiano dos segurados estão o serviço pioneiro de solicitação de reembolso digital de consultas de até R$ 1000,00 no aplicativo SulAmérica Saúde, realizado com envio de imagem do recibo médico feita pela câmera do smartphone do cliente, e a possibilidade de agendamento médico domiciliar para crianças de até 12 anos e segurados acima de 65 anos, em casos de baixa complexidade.

VALOR: Caixa tem 14 interessados em explorar seguros fora do acordo com a CNP

O Valor informa que depois de anunciar na semana passada a renovação de sua parceria com a francesa CNP Assurances até 2041, para os ramos de seguro de vida e prestamista e de produtos de previdência, a Caixa Seguridade espera concluir ainda este ano o processo para escolher o parceiro para os segmentos restantes: seguro habitacional e carta de crédito, auto e riscos  patrimoniais. Segundo uma fonte a par do assunto, foram identificados 40 grupos globais que se enquadram nas exigências feitas pela Caixa, dos quais 14 assinaram o acordo de confidencialidade para poder participar da disputa.

Se o Museu Nacional tivesse seguro, certamente a destruição seria menor

Ao contrário do Museu da Língua Portuguesa, o Museu Nacional, destruído pelo incêndio no último domingo no Rio de Janeiro, não tinha sistema de incêndio, gerenciamento de risco ou seguro. Alias, se a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ, responsável por administrar o museu, tivesse ao menos cotado o seguro, teria recebido um extenso laudo das seguradoras sobre todas as providências que teria de tomar para conseguir contratar o seguro. Do jeito que estava, certamente nenhuma seguradora aceitaria o risco. Nem do prédio em si, nem do conteúdo nele existente, nem de uma verba para indenizar terceiros prejudicados por tamanha catástrofe.

Reconstrução do Museu da Língua Portuguesa foi orçada em R$ 65 milhões, sendo que R$ 34 milhões veio da apólice de seguro contratada na japonesa Mitsui

Caso tivesse seguro, o prédio poderia contar com uma boa ajuda financeira para ser reconstruído, assim como o Museu da Língua Portuguesa, parcialmente consumido por um incêndio em dezembro de 2015. A obra de reconstrução foi orçada em R$ 65 milhões, sendo que R$ 34 milhões foram pagos pelas seguradoras e resseguradoras, sendo a japonesa Mitsui a líder do contrato.

Outro exemplo. Em novembro de 2013, um incêndio consumiu 90% do Auditório Simón Bolivar, que fica instalado dentro do complexo de prédios do Memorial da América Latina, inaugurado em 1989 com projeto de Oscar Niemeyer. A reforma custou R$ 41,4 milhões, sendo R$ 6,5 milhões pagos pelo seguro contratado na seguradora Marítima, hoje Sompo Seguros.

Na área de museu e arte, o faturamento das seguradoras vem de apólices para exposições temporárias e obras de artes privadas. No Museu Nacional, certamente nem isso conseguiria. Só se corretores e seguradoras fizessem vistas grossas as “gambiarras elétricas” existentes em diversas salas, segundo fotos divulgadas na mídia por engenheiros, arquitetos, visitantes e funcionários.

Apesar do risco iminente de incêndio ser anunciado desde 2004, nada foi feito. Pelo contrário. A situação foi se agravando cada vez mais. E o pedido de verba ao BNDES para a reforma, informam as mídias hoje, só foi liberado depois de ter sido incluído, a pedido do banco, um sistema contra incêndio. Ou seja, a administração seguia contando com a sorte e ignorando a segurança do local e a importância de ter um seguro para imprevistos. Se tivesse cotado o seguro, feito as recomendações de segurança, certamente esta catástrofe teria sido evitada. Mais de 200 mil itens. Uma perda irreparável.

Mas não são só museus que arriscam ficar sem seguro. Tem muita empresa que aposta na sorte. Um número que é muito citado em entrevistas, é que 70% das empresas do Brasil não tem seguro. Apenas 30% da frota circulante de veículos conta com uma proteção securitária. Menos de 10% das casas tem seguro e também pouco se vende em seguro de vida para deixar a família amparada diante da perda do responsável financeiro, seja por morte ou invalidez.

Fica a dica: se quer garantir seus sonhos, gerencie riscos e repasse para as seguradoras aquilo que for realmente imprevisível.

Seguradora argentina Sancor abre filial em São Paulo

Depois de cinco anos no Brasil, a argentina Sancor Seguros chega ao Estado de São Paulo, sua sexta base operacional no país. “Estamos muito felizes em chegar a São Paulo. Temos em nossa estratégia o avanço de pontos no interior do Estado. A nossa companhia tem no DNA a personalização e proximidade com o cliente. E estando no interior conseguimos isto. É um avanço que comemoramos juntamente aos nossos corretores parceiros e colaboradores”, ressalta o diretor geral da Sancor Seguros, Leandro Poretti, em comunicado distribuído à imprensa.

Poretti comemora, e explica, que o interior do estado tem um potencial muito grande para as soluções de seguros que a empresa disponibiliza, nos ramos de Seguros de Pessoas, Patrimoniais, Automóveis e Agronegócios. A região deve trazer um resultado muito positivo para a companhia, “Nós comercializamos seguros em todos os ramos, com o objetivo de faturar mais R$ 460 milhões em prêmios no Brasil em 2018. E, temos ainda o desafio de dobrar a base de corretores parceiros. Como o Estado de São Paulo é um mercado supercompetitivo e altamente maduro, com certeza irá acelerar o processo de crescimento que estamos vivendo”.

Europ Assistance Brasil firma parceria com Fundação Dom Cabral

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A parceria entre a Fundação Dom Cabral, instituição referência em formação acadêmica com experiência empresarial, e a EABR, empresa de assistência 24h no setor de seguros, dará oportunidade aos profissionais da empresa de aprofundar seus conhecimentos e habilidades. O curso, aberto em agosto e com duração até dezembro, foi especialmente elaborado com base nos desafios do planejamento estratégico da empresa. Destina-se a funcionários em cargos executivos em todos os níveis, da gerência à presidência. Cerca de 60 alunos já participam das aulas.

“Nosso foco é alavancar as competências e renovar os conhecimentos de nossos executivos. Queremos estar preparados para os desafios futuros e aumentar o nível de contribuição do time para a competividade do negócio”, diz Claudia Lourenço, diretora de RH da Europ Assistance Brasil. “Em um mês de atividade, o programa já é bastante valorizado pelos participantes, o que gera engajamento e satisfação no ambiente de trabalho”. A ideia, segundo Claudia, é dar continuidade ao curso em 2019, o que permitirá aos participantes desse primeiro módulo obter a certificação da  Dom Cabral de pós-graduação.

O curso foi customizado levando em conta as particularidades dos negócios da Europ Assistance e CEABS, para preparar, com aporte intelectual e acadêmico, os líderes da empresa. As aulas tratarão de temas como: Sociedade em Transformação e Novos Modelos de Negócio; Estratégia e Execução; Gestão de Mercado; Gestão de Pessoas por Potencialidade; Inovação e Projetos Ágeis; e Finanças Corporativas.

Outro programa de sucesso implantado pelo RH da Europ Assistance Brasil é a Academia Corporativa, que beneficia cerca de 100 funcionários ao ano. Destinado aos operadores de Atendimento, Acionamento, SAC ou Help Line, o programa de incentivo educacional permite que empregados de alto desempenho tenham cursos técnicos, graduações, pós-graduações e cursos de idiomas incentivados financeiramente pela EABR.

Criado em 2014, mais de 400 funcionários já foram beneficiados pela Academia. Para participar, o colaborador deve ter, no mínimo, seis meses de empresa e excelente performances nos indicadores da operação: assiduidade, aderência e avaliação de desempenho. A EABR reembolsa, mensalmente, de 50 a 80% do valor do curso, porcentagem que pode aumentar de acordo com o desempenho do funcionário. O processo de inscrição e concessão do benefício ocorrem duas vezes por ano e os cursos mais procurados são os de graduação e inglês.

“O principal objetivo do programa é o desenvolvimento profissional dos funcionários. Internamente percebemos que o incentivo melhorou o desempenho e a produtividade dos operadores, bem como reduziu o absenteísmo”, diz Claudia Lourenço. “Outro benefício importante para a empresa é a retenção de talentos, o que diminui a rotatividade da equipe”.

A Academia Corporativa também tem um segundo pilar, em parceria com diversas instituições de ensino, como universidades e escolas de idiomas. Nessa categoria, instituições parceiras oferecem descontos a todos os funcionários da EABR, em alguns casos com possibilidade de extensão aos familiares do colaborador.