GBOEX apresenta novo serviço da Rede de Convênios: Hospitalar ATS

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O GBOEX Previdência e Seguro de Pessoas fechou parceria com a Hospitalar ATS – Atenção Total à Saúde, de Porto Alegre, para ampliar os benefícios aos associados. A ATS é uma empresa de saúde que oferece diversos serviços, como Atenção Domiciliar (Home Care), com plantão domiciliar com técnico de enfermagem, procedimentos de enfermeiro, atendimento de nutricionista, fisioterapeuta, fonoaudiólogo e terapeuta ocupacional e consulta médica; bem como o ambulatório, com consultas com clínico geral, cardiologista, nutricionista, atendimento para fisioterapia respiratória pediátrica e procedimentos de enfermagem.

“O GBOEX está constantemente ampliando os serviços da Rede de Convênios, proporcionando inúmeras vantagens para os seus associados. A Rede é uma forma de retribuir a fidelidade dos nossos clientes. Quanto mais ele usufrui dessas vantagens mais economiza o valor que investe mensalmente em seu plano”, explica Ana Maria Pinto, assessora de marketing.

A Rede possui mais de 4 mil estabelecimentos parceiros em todo o país, nos segmentos da saúde, entretenimento, alimentação entre outros. O benefício, criado há mais de 40 anos, oferece serviços mais acessíveis e soluções para os associados.

Amil lança faturamento online para médicos e outros prestadores de serviços

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O setor de saúde suplementar contabilizou no ano passado mais de 1,5 bilhão de procedimentos realizados, entre consultas médicas, atendimentos ambulatoriais, exames e terapias, segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Para faturar todo esse volume, operadoras de planos de saúde e prestadores de serviços passam por longos processos. Mas a Amil, uma das maiores operadoras do país, pretende mudar essa realidade com o lançamento de um projeto de faturamento online.

O objetivo é proporcionar mais agilidade, segurança e transparência aos mais de 4 milhões de procedimentos realizados mensalmente e que envolvem seus cerca de 4 milhões de clientes de planos médicos e 18 mil consultórios e clínicas credenciados. A facilidade está sendo testada por 200 prestadores e já tem sido uma aliada na economia de tempo e no ganho de produtividade.

O token – ferramenta lançada pela empresa em agosto do ano passado – integra o processo que será concluído com o faturamento online da conta médica. Ao dirigir-se a um consultório ou clínica, o cliente informa o número da sua carteirinha ao atendente, que reporta à Amil, de forma online, a intenção do atendimento. Um sistema inteligente analisa dados como cobertura, rede credenciada e status do plano do cliente e emite um código de seis dígitos diretamente para o celular dele. Esse código – que o cliente precisa informar ao atendente – confirma que ele está apto a receber atendimento naquele estabelecimento, para o tipo de procedimento desejado.

As informações referentes aos atendimentos realizados são carregadas automaticamente na conta médica do prestador e cruzadas com outras sobre a negociação vigente. Desse modo, o prestador pode fechar o faturamento e enviar a conta para processamento por meio de um simples clique no site da operadora – sem a necessidade de preenchimento de formulários, digitação de contas, geração de protocolos e envio de e-mails. Com isso, a nova ferramenta prevê a redução das glosas provenientes de erros de digitação e de dados durante o faturamento.

Nesse momento de transição, os prestadores possuem alternativas para realizar o atendimento e o faturamento mesmo sem o token, mas a expectativa da empresa é expandir o projeto a 70% de sua rede até o fim do ano, incluindo o desenvolvimento de novas soluções. “Outro ponto importante é que os prestadores também conseguem saber com antecedência quanto irão receber no fim do mês e fazer um planejamento financeiro embasado nesses dados. Todos ganham mais agilidade e segurança nesse processo: clientes, prestadores e a própria operadora de plano de saúde. Estamos acompanhando de perto essa mudança e orientando os prestadores em todas as suas dúvidas, para que eles possam sentir cada vez mais confiança ao executar o faturamento online”, ressalta Daniel Coudry, diretor executivo de Qualidade da Amil.

A fonoaudióloga Bianca Veloso é uma das participantes da fase de testes do projeto e diz que a tecnologia permitiu uma melhora significativa na gestão de seu consultório, localizado na Zona Sul do Rio de Janeiro. “No tempo passado, as guias tinham que ser digitalizadas. Depois que se automatizou o processo, ganhamos mais tempo e reduzimos problemas no recebimento pelos procedimentos realizados, pois o próprio sistema alerta quando há informações erradas. Assim, a gente evita surpresas futuras, retrabalho e glosas”, reforça.

Fábricas Inteligentes trazem novo panorama de riscos

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Os impactos para o mercado de seguros com a chegada da quarta revolução industrial e o surgimento das fábricas inteligentes foram um dos temas apresentados durante o IMPROVE, evento realizado pela seguradora Zurich. Tiago Santana, Engenheiro de Riscos especialista em riscos cibernéticos da companhia no Brasil, apresentou esse panorama de mudanças nos riscos geradas pela nova forma de produção dentro das indústrias.

As fábricas inteligentes são caracterizadas por máquinas interligadas em rede e interagindo entre si sem interferência humana e contam com sistemas de fabricação colaborativo totalmente integrado, que geram respostas em tempo real às mudanças da fábrica e as demandas dos clientes. Essa realidade traz uma série de mudanças nos riscos, como complexa interdependência entre processos, alta vulnerabilidade de infraestruturas críticas, potencial de grandes impactos na interrupção dos negócios, dificuldades para se determinar a responsabilidade de perdas decorridas, maior demanda para proteção de dados e vulnerabilidade a ataques cibernéticos.

Além disso, destaca Santana, os perfis de risco poderão ter formatos diferentes já que, com maior frequência, teremos cenários de risco com baixa probabilidade de ocorrência, porém alta severidade de impacto operacional e financeiro. Também chama atenção nessa mudança que experiências de perdas vivenciadas anteriormente poderão se tornar menos representativas em potenciais perdas futuras, uma vez que o risco está evoluindo e se modificando juntamente com a adoção de novas tecnologias pela indústria. “Seguradoras e provedores de serviços de engenharia de riscos estão dedicando cada vez mais esforços a processos de inovação e adaptação para gerir novos ambientes de riscos, necessidades, produtos e serviços”, afirma o engenheiro.

Tiago Santana também chama a atenção para possíveis alterações na transferência de riscos, já que algumas coberturas se tornarão menos estratégicas, como Responsabilidade Civil – Produtos/ Ambiental/ Empregador devido a implantação de controles mais eficientes e totalmente automatizados. “Outras, porém, terão cada vez mais importância devido a sua crescente complexidade, como Responsabilidade Civil-Profissional, Segurança Cibernética, Interrupção de negócio (BI), Cadeia de suprimentos e Performance “, conclui.

O IMPROVE foi realizado no último mês de agosto, em São Paulo, e reuniu mais de 180 profissionais, entre gestores e engenheiros de risco, bem como corretores e parceiros da seguradora. Todas as palestras e materiais estão disponíveis gratuitamente na página da Zurich.

AIG Seguros anuncia novo diretor de produtos

A AIG Seguros anuncia Edson Souza como seu novo Diretor de Produtos. Na nova posição, ele será responsável por integrar as estratégias de produtos, promover a capacidade e experiência da AIG em subscrição e liderar iniciativas chave para o crescimento e fortalecimento da companhia no país.

Há 20 anos na AIG, Edson assumiu diferentes cargos no Brasil e nos Estados Unidos, além de contar com experiência regional em outras empresas do setor. Mais recentemente, atuou por três anos como Gerente da linha de Seguros Transportes na operação brasileira.

Formado em Relações Internacionais pela Universidade Estácio de Sá do Rio de Janeiro e com MBA em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas, Edson iniciou a carreira na área de seguros e carrega grande experiência, ampla visão de negócios e reconhecimento no mercado.

MetLife incentiva financeiramente clientes que trabalham pela equidade de gênero em suas empresas

Para estimular a equidade de gênero, a MetLife – uma das principais companhias de serviços financeiros do mundo – decidiu oferecer benefícios a novos clientes que, assim como a seguradora, investem em ambientes e condições de trabalho que favorecem o fortalecimento do papel da mulher em seu quadro de colaboradores. A companhia, com 150 anos de atuação, é a primeira no segmento de seguros e pessoas no Brasil a beneficiar financeiramente empresas que compactuam de seus mesmos princípios de igualdade entre gêneros.

“Desde 2013, desenvolvemos um trabalho consistente em prol da equidade de gênero entre nossos colaboradores. Agora que estamos em um estágio mais maduro nesse assunto, decidimos estender nossa atuação e incentivar as ações dos clientes”, afirma Patrícia Magalhães, superintendente de produtos da MetLife.

O embaixador da empresa para Diversidade na América Latina, Raphael de Carvalho – presidente da seguradora, diz que o tema precisa avançar muito não só entre brasileiros, mas em países latinos de modo geral. “Assumimos o compromisso de fazer parte desse esforço de maior conscientização, e isso passa pelo alcance de um número cada vez maior de pessoas”, acrescenta o executivo.

As taxas diferenciadas da MetLife começam a ser aplicadas a partir de 31 de agosto, em linha com as comemorações do Dia Internacional da Igualdade da Mulher (26/8). O benefício, que reduzirá o boleto final em até 3%, vale para novos clientes corporativos de seguros de vida que tenham as seguintes características: equipes a partir de 250 funcionários, com pelo menos 40% de mulheres, e capital segurado médio (quantia máxima a ser paga pela seguradora em caso de sinistro) em nome de profissionais do gênero feminino na proporção de 90% ou mais (o que indica uma condição salarial mais equilibrada entre homens e mulheres).

“Reduzir a desigualdade de gênero nas várias dimensões em que ela se manifesta é essencial para o desenvolvimento econômico. Já se provou que mulheres tornam as empresas mais lucrativas, pelo potencial de inovação e atenuação dos riscos que elas têm. Estamos avançando bem dentro de casa e precisamos também apoiar nossos clientes nessa jornada”, defende Carvalho.

Tokio Marine lucra R$ 196,8 milhões no primeiro semestre

A Tokio Marine fechou o primeiro semestre com um crescimento de 6,5% no mercado em que atua (sem VGBL, Saúde e Previdência), com a emissão de R$ 2,47 bilhões em prêmios. O lucro líquido no período atingiu R$ 196,8 milhões e superou R$ 153,8 milhões registrados ao longo de todo o ano passado. O Índice Combinado ficou em 93,1%, com destaque para a queda de nove pontos percentuais no índice de sinistralidade, de 61,5% para 52,5%.

“Estamos colhendo os resultados de uma estratégia bem-sucedida, responsável por fazer a Seguradora triplicar de tamanho nos últimos seis anos. Além de manter as despesas administrativas controladas, seguimos com o nosso planejamento alicerçado pelos pilares de Crescimento Sustentável, Rentabilidade, Qualidade e Inovação de Produtos e Serviços”, afirma o presidente da Tokio Marine, José Adalberto Ferrara.

O executivo também destaca o momento de recuperação do mercado segurador, que cresceu 7,3% no semestre – também considerando apenas os segmentos em que a Companhia atua. “A Tokio Marine continua acreditando na recuperação econômica do Brasil e mantém os investimentos para ofertar produtos e serviços de excelência que atendam às necessidades de nossos Corretores, Assessorias e Clientes”, comenta Ferrara.

Sociedade quer penalidades mais duras para uso de celular no trânsito, segundo pesquisa

Deixar o celular fora do alcance tem sido a única saída das pessoas para não cair na tentação de olhar uma mensagem recebida ou postar algo nas redes sociais. Adriana Aguilar tomou uma atitude radical. Antes de sair de casa checa o caminho no aplicativo Waze e guarda o telefone na mochila dentro do porta-malas. “Assim eu evito a tentação de fazer do carro um escritório durante o caminho. Aprendi a duras penas”, conta ela, citando duas colisões por se distrair com o smartphone.

Cada vez mais o celular assume o papel de vilão dos acidentes de trânsito. Uma pesquisa encomendada pela Seguradora Líder, administradora do Seguro DPVAT, ao Datafolha, avaliou a percepção da população brasileira sobre o trânsito no país e levantou as principais necessidades. Educação no trânsito é uma das prioridades citadas pela sociedade. O Datafolha ouviu 2.606 pessoas em diversas regiões do Brasil entre os dias 13 e 21 de junho de 2018.

Na percepção dos brasileiros, nos últimos dois anos, houve aumento no uso do celular ao dirigir, assim como o consumo de álcool. Para 72% dos brasileiros entrevistados, o uso do celular no carro enquanto se está dirigindo é a infração que mais cresceu nos últimos anos. Em seguida, a população sinalizou como principais causas de acidentes a velocidade acima do permitido (55%) e a direção sob efeito de bebidas alcoólicas (51%).

Cerca de 78% dos entrevistados reconhecem que o uso de celular ao dirigir provoca muitos acidentes de trânsito. Para 70% dos brasileiros ouvidos pela pesquisa, o consumo de álcool é responsável por grande parte dos acidentes e não diminuiu com a fiscalização com bafômetro e o aumento da multa.

Os motociclistas também são citados como vilões. Cerca de 63% da população acredita que a maioria dos motociclistas não respeita as regras de trânsito e está sempre conduzindo o veículo em alta velocidade. Segundo dados do DPVAT, os acidentes com motocicletas foram responsáveis por 74% das indenizações pagas pelo Seguro DPVAT.

Os pedestres e os ciclistas também têm sua parcela de culpa nos acidentes, segundo 55% dos entrevistados. Segundo a pesquisa, os pedestres também são vítimas de acidentes de trânsito, pois não prestam atenção nos semáforos para atravessar ou realizam a travessia fora das faixas de pedestre. 51% das pessoas ouvidas no estudo opinaram ainda sobre os acidentes envolvendo ciclistas. Para elas, a maioria das ocorrências acontece porque os ciclistas circulam fora da ciclo faixa ou de vias próprias.

Uma das sugestões dos entrevistados para melhorar esses indicadores é ter penalidades mais duras, afirmaram 75% dos brasileiros. Cerca de 54% dos entrevistados consideram que a fiscalização no trânsito no Brasil ainda é ineficiente e só serve para alimentar a indústria das multas e aumentar a arrecadação dos governos. 44% da população acreditam que os limites de velocidade não resolvem os problemas de segurança de trânsito.

O estudo também avaliou o conhecimento da população sobre o Seguro DPVAT. Cerca de 83% dos brasileiros afirmaram conhecer o Seguro DPVAT. 69% revelaram saber que qualquer pessoa que seja vítima de um acidente de trânsito que tenha danos corporais ou morte terá direito ao pagamento de uma indenização em dinheiro pelo Seguro DPVAT.

Os entrevistados, 64%, também garantiram ter conhecimento de que o DPVAT oferece coberturas para: morte, invalidez permanente e reembolso de despesas médicas e hospitalares em casos de acidentes de trânsito para motoristas, passageiros e pedestres.

No entanto, apenas 24% dos ouvidos admitiram saber que, do total arrecadado com o seguro, 45% são repassados ao SUS, para atendimento médico-hospitalar às vítimas de acidentes de trânsito em todo país, e 5% ao Denatran, para programas destinados à prevenção de acidentes e educação no trânsito. Segundo a pesquisa, o conhecimento sobre o DPVAT ainda é maior entre homens, com 25 anos ou mais, de maior classe econômica, e condutores de veículos.

Caixa Seguridade assina novo acordo com CNP Assurances até 2041

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A Caixa Seguridade fechou novo acordo com os franceses da CNP Assurances, que pagarão 4,65 bilhões de reais para poder vender produtos das áreas de vida, prestamista e previdência até 2041 nas agências da Caixa Econômica Federal, informou a Reuters.

Na prática, a Caixa Seguridade renova em novas bases um antigo acordo que tem com a CNP Assurances e que vence em 2021. Um impasse na longa negociação entre os sócios para renovação foi um dos motivos que levaram a Caixa Seguridade a desistir de listar suas ações na bolsa paulista no ano passado.

Na nova joint venture, batizada de Caixa Seguros Holding, a Caixa Seguridade terá 60 por cento do capital, mas apenas 49 por cento das ações ordinárias, enquanto a CNP terá 40 por cento do capital, mas 51 por cento das ações votantes.

A atual parceria será mantida e a Caixa Seguridade e suas subsidiárias poderão trabalhar no mercado fora do balcão do banco, atuado com novas marcas distintas da Caixa.

A CNP aceitou abrir mão da exclusividade dos ramos logo que a Caixa Seguridade encontrar novos parceiros, o que a empresa brasileira afirma esperar acontecer até dezembro. Os ramos são seguros habitacional, auto, riscos patrimoniais e consórcios.

A Caixa Seguridade também estendeu uma parceria de exclusividade na corretagem com a Wiz até fevereiro de 2021, com as mesmas métricas de comissão atuais. Finalizado este prazo, a Caixa Seguridade abrirá concorrência para escolher um prestador de serviços de corretagem.

O Valor informou que em relação aos novos parceiros para os ramos habitacional, automóveis e riscos patrimoniais e diversos, além de consórcios, a Caixa Seguridade terá uma participação total de 60% na nova joint venture, sendo que controlará 49% das ações ordinárias. A CNP ficará com os 40% restantes do capital total, mas 51% das ordinárias.

O novo parceiro precisa ter operações relevantes no Brasil ou globalmente, em pelo menos uma das linhas em que a empresa brasileira opera. No caso de companhias estrangeiras, o valor de mercado (ou patrimônio líquido, no caso de empresa de capital fechado) precisa ser maior do que US$ 1,5 bilhão. Para empresas brasileiras essa exigência cai para US$ 300 milhões. A Caixa Seguridade diz que pode descontinuar conversas com os potenciais parceiros que tenham operações de “bancassurance” no Brasil, se entender que existe risco deles aliciarem clientes após ter acesso a sua base de dados.

Youse faz troca de CEO; sai Eldes Mattiuzzo e Álvaro Anton assume

Eldes Mattiuzzo deixa o cargo de CEO da Youse, plataforma de venda de seguro digital da Caixa Seguradora, em meados de setembro, segundo comunicado feito ao conselho do grupo. Ele esteve à frente da Youse nos últimos três anos, enfrentando momentos tensos por ter tido a coragem de desbravar o modelo de insurtech no Brasil. Assume Álvaro Anton, diretor de tecnologia da Youse e até então o braço direito do CEO. No ano passado, a Youse contabilizou a venda de 150 mil apólices vendidas. Segundo fontes que pediram anonimado, Mattiuzzo aceitou uma “excelente” proposta, para levar tecnlogia para uma empresa de entretenimento, o Telecine, da Globosat. Certamente a história do mercado segurador poderá ser contada antes da Youse e depois da Youse. Vamos aguardar a confirmação e mais detalhes dos próximos passos da Caixa.

Tokio Marine contrata Joaquim Neto, especialista para fomentar área de seguros rurais

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Focada em ser uma forte competidora no ramo de seguro para o agronegócio, a Tokio Marine anuncia a contratação de Joaquim Neto como gerente de Produto Safras. Com 18 anos de experiência em seguros rurais, o executivo chega com a missão de ampliar a participação da companhia no setor, especialmente a partir do desenvolvimento de novos produtos e relacionamento com os corretores especialistas.

“O agronegócio hoje representa cerca de 40% do PIB Brasileiro e a Tokio Marine tem muito apetite de aumentar sua participação nesse mercado, que movimenta cerca de R$ 2 bilhões ao ano no País. Estou muito motivado e tenho plena confiança de que o time de Safras vai prover soluções completas de proteção aos produtores rurais, contribuindo para a estratégia de crescimento e rentabilidade da Companhia”, afirma Joaquim Neto.

“Estamos bastante confiantes quanto à continuidade do nosso projeto de atuar de forma abrangente no agronegócio. O ramo de seguro rural é extremamente especializado e com a chegada do Joaquim, vamos oferecer produtos customizados, que cubram especialmente condições climáticas adversas que afetem a produção agrícola”, reforça o diretor executivo de produtos pessoa jurídica, Felipe Smith, a quem a nova gerência está ligada.