Com juros em queda, cresce aposta em ativos que envolvem riscos de seguros

ILS. Uma sigla tão pequena mas com um grande poder. Insurance Linked Securities ou Investimentos Ligados a Seguros são uma opção financeira para investidores que buscam retorno elevado e diversificação na carteira de investimentos. Podemos dizer que concorre com o resseguro tradicional, uma vez que se trata de uma aposta direta do investidor de que um risco de seguros não irá causar perdas significativas. Se derem sorte, lucram . Se não, perdem. Mas esse não é mercado para todos. É para investidores experientes, com muito dinheiro e que tem apetite por riscos, geralmente catastróficos.

Pelo crescimento mundial deste produto financeiro, há muita gente com esse perfil. O ILS tem atraído investidores e por essa razão tem sido tema de importantes eventos internacionais de seguros, realizados em locais regados pelo luxo, como o tradicional Rend Vouz de Resseguros, que aconteceu em Monte Carlo, Mônaco, no início de setembro, como também no Insurance Forum Argentina, realizado entre 24 e 26 de setembro em Bariloche, na Patagonia Argentina. “Temos grande interesse em desenvolver esse produto no Brasil”, conta Rodrigo Botti, CEO da resseguradora local Terra Brasis, que esteve presentem em ambos eventos.

A primeira vista, o exótico ILS concorre com o tradicional resseguros. No caso dos resseguradores, o prêmio pago pelas seguradoras que compraram resseguro vira lucro. Ou perdas com o pagamento das garantias contratadas para que as seguradoras façam frente às indenizações a seus segurados. No caso dos investidores, o mesmo acontece, com outras nomenclaturas. O investidor contabiliza lucro no fundo administrado ou amarga perdas que vão depender das condições negociadas. Pode perder só a rentabilidade estimada, parte ou o total do principal investido.

Em fevereiro do ano passado, a Terra Brasis emitiu um ILS, visando fomentar o desenvolvimento de um mercado de capitais para risco seguráveis no Brasil. A emissão do título, no valor de US$ 5 milhões, marca a estreia de uma resseguradora brasileira neste tipo de operação. O Alpha Terra Validus I (ATV 1), listado nas Bermudas, cobre a exposição a riscos de danos a bens ligados a catástrofes naturais da Terra Brasis na América Latina, incluindo o Brasil.

“O ILS é uma tecnologia nova mas que já impacta o mercado de seguros no Brasil. Hoje é possível transferir riscos brasileiros para o exterior, através de resseguradoras offshore autorizadas a atuar no pais e no exterior transferir estes riscos para o mercado de capitais. Foi o que fizemos com a emissão do ATV 1. Seria muito vantajoso desenvolver esta tecnologia no Brasil, permitindo também a transferência de riscos de seguros para o mercado de capitais doméstico. Podemos vislumbrar sua utilização em várias linhas de negócio, incluindo Agro, seguros relacionados a projetos de infraestrutura, saúde e outros”, explica Botti.

Pode parecer uma contradição uma resseguradora querer atuar num segmento, que aparentemente é concorrente. Entretanto, temos vistos uma convergência crescente entre resseguradores e brokers de resseguros e o mercado de ILS. Um dos temas mais discutidos no encontro de Monte Carlo este ano foi a recente compra da Nephila, maior fundo de ILS do mundo, pela Markel que é um tradicional segurador americano. Antes deles, a AIG comprou a AlphaCat outro grande fundo de ILS. Todos os grandes brokers de resseguro hoje possuem departamentos dedicados a emissão e negociação de ILS.

O CEO da Terra Brasis, que tem o Banco Brasil Plural e o IFC, braço do Banco Mundial, como acionistas, não comenta rumores de bastidores do setor sobre uma possível união com a resseguradora Austral, já citada em várias notícias com candidatas a terem um sócio para a operação de seguros e de resseguros. Unidas, galgariam várias posições do ranking local de resseguros, alcançando o segundo lugar, superadas apenas pelo IRB Brasil Re, o maior do Brasil e da América Latina.

O IRB, por sua vez, também gera rumores nos bastidores do mundo do resseguro. Segundo publicou a coluna de Lauro Jardim, no jornal carioca O Globo, o namoro que já dura mais de um ano ensaia um avanço no mercado brasileiro. Ele se refere a venda de uma fatia do IRB Brasil para a Berkshire Hathaway, do megainvestidor Warren Buffett.

Uma das explicações para tantas “fofocas” sobre fusões e aquisições no mundo do resseguro é a transformação que a tecnologia traz ao mercado segurador. O resseguro é visto como um veículo de apoio para que as seguradoras ingressem em novos mercados, como automóvel com telemetria, doenças graves e seguros voltados ao agronegócio, para citar apenas alguns ramos. “Só em saúde temos um campo imenso para atuar. Em seguros, o volume de vendas chega a R$ 80 bilhões. Saúde tem o dobro disso: R$ 160 bilhões por ano em vendas. E há potencial para muitos produtos serem desenvolvidos neste segmento”, afirma Botti.

É certo que qualquer decisão dos investidores vai aguardar o resultado das eleições presidenciais no Brasil. Pelo que tenho ouvido dos investidores, o otimismo com o Brasil é grande. Certamente vai demorar mais para alcançar um crescimento como o registrado entre 2008 a 2013, mas todos são unânimes em afirmar que a indústria de seguros seguirá num ciclo virtuoso diante da baixa penetração do seguro no Produto Interno Bruto, de apenas 6%, considerando seguros, previdência e saúde. Sem saúde, a participação cai para menos de 4%, muito abaixo dos 8% da média mundial.

Infraestrutura atrai investidores, que aguardam bons projetos e mais transparência na gestão de PPPs

A construção de economias resilientes, a promoção de investimentos de longo prazo em infraestrutura sustentável, o seguro 2.0 para fazer frente à ruptura tecnológica e a questão da globalização dos mercados de seguros e resseguros foram os temas do Fórum de Seguros 2018 realizado no âmbito do G20, na cidade de San Carlos de Bariloche.

“O seguro é capaz de ser protagonista no desenvolvimento da economia e é nosso desafio gerar as condições para fornecer alternativas de investimento de longo prazo em infra-estrutura para criar economias resilientes e contribuir para o desenvolvimento de nossos países de forma inclusiva”, afirmou Juan Pazo, superintendente de Seguros da Argentina, que coordenou a realização do evento com apoio do governo argentino, juntamente com o comitê executivo formado por Adrián Werthein, acionista da Expert ART, Alejandro Simon, CEO da Sancor Seguros; José Cardoso, presidente do IRB Brasil Re, Recaredo Arias, presidente da GFIA (Federação Global de Associações de Seguros) e Toyonari Sasaki, vice-presidente da Associação de Seguradoras do Japão.

Temos um pacote de US$ 8 bilhões em projetos de parceria público-privada (PPP) para atrair mais investimentos, com boa parte deles já com processos licitatórios em andamento, diz Pazo

De um lado investidores buscando investimentos que tragam bom retorno para remunerar os planos de previdência e seguro de vida administrados pelas seguradoras. As companhias de seguros detêm aproximadamente US$ 30 trilhões em ativos, muitos dos quais protegem as obrigações dos segurados. De outro, governos com poucos recursos para investir em infraestrutura. Estudo da Geneva Association (GA) revela que o deficit global de investimentos em infraestrutura estimado para ser reduzido até 2035 é de US$ 5,5 trilhões.

Os países emergentes lideram a lista de projetos. “Diante de taxas de juros baixas, os projetos de infraestrutura são uma das alternativas para casar investimentos administrados pelas seguradoras de fundos de pensão, bem como traz diversificação do portfólio de investimentos, concentrado em títulos de renda fixa”, comentou Anna Maria D’Hulster, secretária geral da entidade que reúne os principais CEOs de seguros e de resseguros do mundo.

A América Latina tem uma necessidade de investimentos em infraestrutura que alcança US$ 8,5 trilhões, segundo informou Pazo. Para tanto, tem um pacote de US$ 8 bilhões em projetos de parceria público-privada (PPP) para atrair mais investimentos, com boa parte deles já em andamento em processos licitatórios. Segundo fontes entrevistadas no evento, a Argentina oferece condições interessantes para os investidores, com retornos atrativos diante da taxa de juros em curso no país. Ele afirmou que indústria de seguros tem oportunidade de diversificar seus investimentos em diversas frentes de projetos, bem como vender garantias securitárias para gerenciar o risco dos governos e garantir que as obras sejam concluídas mesmo diante de imprevistos.

“Estamos em um momento decisivo na história, com mudanças nas estruturas políticas, econômicas e sociais tradicionais. Todas essas variáveis forçam os diferentes atores políticos e econômicos a trabalhar juntos para facilitar fontes de financiamento de longo prazo em infraestrutura que contribuam para criar desenvolvimento e resiliência em cenários cada vez mais voláteis “, insiste Pazo.

Santos: Brasil e Argentina precisam melhorar a relação de risco e retorno

No entanto, assim como o Brasil, falta o grau de investimento para receber recursos mais significativos dos investidores. No Brasil, além do grau de investimento, os investidores aguardam o resultado das eleições. “A Generali criou recentemente um fundo com 1 bilhão de euros para investir em infraestrutura. Atualmente, o fundo conta com aplicações no México e no Chile”, disse Antonio Cássio dos Santos, CEO para Américas e Europa do Sul do grupo Generali. “Brasil e Argentina precisam melhorar a relação de risco e retorno antes que possam atrair mais recursos de longo prazo de investidores institucionais estrangeiros”, afirmou.

Levy: “Essa certamente é uma importante agenda para 2019 e estou certo de que o envolvimento de todos já tem surtido bons efeitos”

Tal passo vem sendo dado pelos órgão reguladores dos países, que agora enfrentam desafios políticos para que a economia possa voltar a crescer de forma mais significativa. Joaquim Levy, executivo-chefe financeiro do Banco Mundial e ex-ministro da Fazenda do Brasil, afirmou em vídeo que a indústria do seguros tem um importante papel como investidora institucional e também como gerenciadora de riscos ao vender seguro garantia para mitigar riscos das operações financeiras desenhadas para financiar grandes projetos. “Essa certamente é uma importante agenda para 2019 e estou certo de que o envolvimento de todos já tem surtido bons efeitos”.

Os órgãos reguladores estão reunidos no evento para garantir a solvência das seguradoras e evitar que elas invistam os recursos que administram dos segurados em ativos de riscos. “Esse tem sido a principal preocupação da discussão do grupo de reguladores internacionals”, afirma Gustavo Caldas, da Superintendência de Seguros Privados (Susep), que participa das discussões em Bariloche. “As estruturas regulatórias podem garantir que os consumidores recebam produtos adequados e acessíveis, que atendam às suas necessidades de gerenciamento de riscos, contribuindo para apoiar a estabilidade econômica”, afirmou Jonathan Dixon, diretor geral da International Association of Insurance Supervisors (IAIS).

Rodney Lester, consultor do Banco Mundial, destacou que o setor de seguros existe há cerca de 300 anos, mas 99% da reforma regulatória ocorreu nos últimos 20 anos. Segundo ele, os principais pontos de ruptura que aceleraram a mudança para a regulamentação baseada em risco para as seguradoras foram a Crise Financeira Asiática e o fracasso das seguradoras tradicionais na Europa e no Japão após a queda abrupta das taxas de juros nos anos 90, que corroeram parte da poupança dos clientes. “Precisamos encontrar uma abordagem que reconheça a natureza de longo prazo de muitos contratos de seguro e não exponha o capital de solvência a grandes oscilações de curto prazo nos valores dos ativos”, afirma.

Toyonarri Sadaki, vice-presidente da Associação de Seguradoras do Japão, afirmou que as companhias japonesas enfrentam o grande desafio de rentabilizar os planos de previdência diante das taxas de juros baixas e aumento da longevidade no país, com um número enorme de pessoas acima de 100 anos.”As companhias querem diversificar seus investimentos, mas isso requer bons ativos, com regras claras, transparentes e riscos mitigados”.

A Argentina fez um grande esforço para simplificar e modernizar o arcabouço regulatório do setor para atrair um número maior de companhias do setor para atuar no país. Muitos grupos estrangeiros deixaram a Argentina no último governo em razão de mudanças nas regras de resseguro e de seguros. No ano passado, por exemplo, promoveu uma abertura do mercado de resseguros praticamente igual ao do Brasil, com proteção do mercado local que será reduzida em etapas.

Pazo afirmou que “copiou” a abertura de resseguros feita no Brasil e viajou o mundo no último ano para consolidar as normas adotadas em seguros e finanças. Assinou oito convenções internacionais e também cumpre todas as exigências da Comissão Nacional de Valores, tornando o setor transparente e apto para fazer parte ao G20. Também busca facilitar novos produtos, de planos de previdência a seguro paramétrico para produtores rurais. Em previdência, Pazo tem consultores brasileiros para viabilizar produtos como PGBL e VGBL

O presidente da CNseg, Marcio Coriolano, destacou que o Brasil é líder de arrecadação de seguros na região da América Latina e Caribe, ao registrar US$ 83,3 bilhões em prêmios de um total de US$ 167,8 bilhões em 2017. “O setor de seguros precisa estar incorporado com mais efetividade nas agendas macro e microeconômicas do governo para ser ainda mais presente na proteção da sociedade e no papel de destacado investidor institucional, formando poupanças. É importante que o mercado de seguros e resseguros tenha um encontro exclusivo no âmbito do G20, com a participação dos representantes mais influentes do mercado segurador mundial”, disse aos jornalistas presentes no evento.

É importante que o mercado de seguros e resseguros tenha um encontro exclusivo no âmbito do G20, com a participação dos representantes mais influentes do mercado segurador mundial, diz Coriolano

O evento é um fato histórico para o setor de seguros, pois é a primeira vez que o setor se une à agenda de discussão da G-20. “Vim participar pois é muito relevante que o setor participe das discussões do G-20. Temos convicção da importância do seguro e do resseguro para o desenvolvimento de economias resilientes. Por isso debates como esse são importantes para o aprimoramento da indústria de seguros dentro de um quadro de previsibilidade e compromisso com as melhores práticas em todo o mundo”, finalizou Coriolano, da CNseg.

José Carlos Cardoso, CEO do IRB Brasil RE, líder em resseguros na América Latina, foi convidado para participar da rodada de debates do Insurance Forum. Ele participa hoje do painel Globalização de Negócios: o papel do mercado global de resseguros, trazendo importantes dados da resseguradora, que em quatro anos obteve a mais bem-sucedida história de turnaround do Brasil, de R$ 2,7 bilhões para R$ 20,4 bilhões de valor de mercado.

A jornalista viajou para Bariloche a convite do IRB Brasil Re

Hanover vende Chaucer para China Reinsurance

O Hanover Insurance Group concordou em vender o Chaucer, seu negócio de especialidades internacionais focado no Lloyd’s, para a China Reinsurance Group Corp por um total de US$ 950 milhões. A seguradora disse que a transação permitirá que ela se concentre em expandir seus negócios domésticos. A Hanover adquiriu a Chaucer em 2011 em um negócio de US $ 474 milhões.

“Nossa decisão de vender a Chaucer seguiu uma extensa revisão estratégica e uma consideração cuidadosa”, disse John C. Roche, presidente e diretor executivo da The Hanover. “Esta transação nos permitirá aproveitar o momento de crescimento em nossos negócios de propriedades e acidentes domésticos, à medida que continuamos avançando nossa estratégia de longo prazo e proporcionando retornos ainda melhores aos acionistas.”

O preço de compra inclui uma contraprestação em dinheiro da China Re de US$ 865 milhões e um dividendo pré-assinatura da Chaucer de US$ 85 milhões, recebido no segundo trimestre deste ano.

A transação está prevista para ser fechada no final deste ano ou no primeiro trimestre do próximo ano. O fechamento está sujeito a aprovações regulatórias, incluindo a Autoridade de Regulamentação Prudencial, o Lloyd’s de Londres, e exigiu aprovações das entidades reguladoras da República Popular da China, além da aprovação dos acionistas da China Re.

A consideração total, ajustada para o dividendo pré-assinatura, representa um múltiplo de 1,66 vezes o patrimônio tangível da Chaucer de US $ 520 milhões em 30 de junho de 2018.

A Hanover estima que a venda resultará em um ganho líquido após os impostos GAAP, que será registrado em operações descontinuadas na execução da venda.

Lloyd’s of London retorna ao lucro no semestre

O Lloyd’s de Londres retornou ao lucro no primeiro semestre, após uma perda em 2017 provocada por um ano recorde de catástrofes. O mercado de seguros e resseguros registrou lucro antes dos impostos de 600 milhões de libras (US$ 795 milhões) no primeiro semestre, impulsionado por melhorias nos preços e crescimento em algumas linhas lucrativas. O lucro antes dos impostos no primeiro semestre do ano passado foi de 1,2 bilhão de libras.

O Lloyd’s de Londres se concentrou em cortar custos e melhorar seu desempenho de subscrição após uma série de catástrofes naturais que levaram o mercado de seguros especializados a uma perda de 2 bilhões de libras, a primeira em seis anos.

Liberty Seguros lança ferramenta “Meu Marketing” para corretores

Release

Pensando na praticidade do corretor no momento de de oferecer produtos e serviços aos clientes e com o objetivo de digitalizar cada vez mais seu dia a dia, a Liberty Seguros acaba de lançar mais uma ferramenta para facilitar a entrada de seus parceiros no ambiente online, a ferramenta Meu Marketing.

A nova solução digital, localizada dentro do Meu Espaço Corretor, no site da seguradora, oferece aos corretores parceiros uma série de materiais de comunicação pré-formatados para que eles possam personalizar com seus logotipos, dados para contato e conteúdo, de acordo com as suas necessidades.

O projeto, realizado pela equipe de marketing da seguradora foi cocriado e prototipado junto a corretores parceiros, através de feedbacks colhidos no Conselho de Corretores, encontro que conecta os profissionais e os porta-vozes da companhia, para discutirem temas prioritários que serão trabalhados em conjunto. Os principais objetivos da ferramenta é ajudar os corretores da companhia a oferecer produtos de forma digital, profissionalizar a comunicação entre clientes e parceiros e estreitar ainda mais o relacionamento com esse público.

Dentre os formatos de comunicação disponibilizados estão peças para Whatsapp, imagens para o Facebook e conteúdos para serem disparados por email, tudo pronto e no formato certo para serem personalizados e enviados diretamente para os clientes ou publicados nas redes sociais.

O Meu Marketing faz parte do conjunto de iniciativas da Liberty para que o corretor cresça com a Liberty, como a recém-lançada Academia Digital – treinamento inovador que tem como principal objetivo habilitar os corretores a promover os produtos de seguro nas mídias sociais e a alcançar potenciais clientes.

“A Liberty Seguros trabalha constantemente para desenvolver os corretores parceiros para que cresçam com a companhia”, afirma Helen Eles, Superintendente de Marketing de Produtos e Canais da Liberty Seguros. “Após o lançamento da Academia Digital, desenvolvida para capacitá-los a expandir sua atuação por meio das mídias digitais, focamos no desenvolvimento do Meu Marketing que viabiliza os conteúdos necessários para que o corretor possa atuar nesse ambiente, contando com todo o suporte da Liberty”, completa.

AIG anuncia aquisição do grupo de Seguros Glatfelter

A American International Group, Inc. (AIG) anunciou que entrou em um acordo definitivo para adquirir o Grupo de Seguros Glatfelter (“Glatfelter”), corretora e empresa de seguros que presta serviços completos para programas especializados e operações de varejo. Com sede em Nova Iorque, Pennsylvania, a Glatfelter oferece programa de alta qualidade, garantindo recursos que acelerarão o posicionamento estratégico dos negócios de Seguros Gerais da AIG. Os termos da transação não foram divulgados.

Fundo SulAmérica Tático FI Multimercado agora está disponível na plataforma da XP Investimentos

Release

Recém-completado um ano de criação, o Fundo Tático FIM registrou excelente consistência de retorno aliada à baixa correlação, destacando-o frente a seus pares de mercado. O produto agora passa a ser ofertado também através da plataforma da XP Investimentos.

A estratégia do produto é aplicar em ativos financeiros de diversas classes, sendo composto por renda variável, renda fixa (somente risco de mercado) e moedas, sempre de forma muito dinâmica. Outro ponto é o modelo desenvolvido para avaliar a matriz de correlação entre ativos domésticos, commodities e mercados. Essas táticas combinadas fizeram com que, desde o início, o SulAmérica Fundo Tático FIM alcançasse retorno equivalente a 139,06% do CDI.

A XP nasceu há 15 anos, com o objetivo de transformar a maneira com que os brasileiros lidam com investimentos. Focado no ensino simples e descomplicado, hoje conta com 350 mil clientes ativos, mais de R$100 bilhões sob custódia e virou referência sobre o assunto.

“Consideramos a parceria com a XP bastante estratégica e que pode gerar ainda mais valor para o cliente da plataforma com a oferta do Tático, já que a alocação no fundo permite ao cliente diversificar os investimentos com uma performance consistente. Estamos muito satisfeitos em poder dar maior visibilidade a mais um fundo da SulAmérica, já que o alcance e a confiança que os potenciais clientes têm nos produtos que são distribuídos através da plataforma são grandes”, declara Marcelo Mello, vice-presidente de Vida, Investimentos e Previdência da companhia.

A SulAmérica Investimentos possui outros 8 fundos na Plataforma XP, além de mais 7 produtos de previdência.

Com US$ 30 trilhões em ativos, pesos pesados do setor debatem resiliência, infraestrutura e tecnologia no Insurance Forum Argentina

O Insurance Forum Argentina começa nesta segunda-feira e termina no dia 26, em Bariloche, Argentina. Trata-se da primeira reunião internacional do setor de seguros dos países membros do G-20, no qual os líderes do setor internacional trocarão experiências, idéias e propostas sobre os desafios do mercado global de seguros.

A ideia de criar um evento exclusivo para falar de resseguro e seguro surgiu a reboque da Argentina estar sediando as discussões do G-20 neste ano. O comitê organizador do evento de seguros está responsável por mostrar ao mundo a importância da indústria de seguros como um mecanismo de proteção social para promover a estabilidade e crescimento financeiro e econômico no contexto maior do G-20, que tem como temas a “guerra comercial”, “a regulamentação financeira” e a “redução, até 2035, do déficit global em infraestrutura”, que chega a US$ 5,5 trilhões.

Nos sentimos honrados em ser um dos coordenadores de um evento com tal ineditismo, diz Cardoso, do IRB

“O objetivo geral é apresentar aos líderes do G-20 o papel das seguradoras como provedores de soluções para alguns dos problemas mais urgentes que o mundo enfrenta hoje, como a falta de recursos para projetos de infraestrutura, um tema que muito significa para todos nós”, comentou José Carlos Cardoso, CEO do IRB Brasil Re, maior ressegurador do Brasil e da América Latina, e também um dos coordenadores do evento.

O convite para a participação do IRB no painel é fundamentada na expressão da fatia de mercado do grupo na America Latina, liderança e resultados obtidos pelo corpo diretivo. “Em quatro anos, tivemos a mais bem-sucedida história de turnaround do país: de R$2,7 bilhões para R$ 20,4 bilhões de valor de mercado, o que nos tornou o oitavo maior ressegurador do mundo”, cita Cardoso.

A abertura será marcada por um coquetel aos convidados, no Llau Llau Hotel, um dos mais charmosos da Patagonia Argentina.

Economias resilientes – As discussões temáticas começam na terça-feira. A primeira delas é “Construindo economias resilientes”, as 9h15.O debate tem como objetivo ressaltar o importante papel que o setor de seguros desempenha no apoio à resiliência e estabilidade da economia, fornecendo proteção financeira a indivíduos e empresas contra os riscos que enfrentam ao longo de suas vidas, seja devido a riscos naturais que afetam seus ativos e meios de subsistência, riscos relacionados a economias insuficientes para aposentadoria ou eventos que afetam a capacidade de geração de renda.

Nos casos em que o setor segurador não oferece um amplo leque de proteção contra esses riscos, eles são muitas vezes transferido para o Estado, representando um risco para as finanças públicas e para a economia em geral, além de gerar um potencial de atrasos na recuperação financeira. A disponibilidade de produtos de seguros que podem ajudar indivíduos e empresas a enfrentar esses riscos e criar melhores oportunidades para planejamento futuro é importante para que as economias cresçam e se desenvolvam de forma resiliente.

As estruturas regulatórias podem garantir que os consumidores recebam produtos adequados e acessíveis, que atendam às suas necessidades de gerenciamento de riscos, contribuindo para apoiar a estabilidade econômica. Microsseguro é um dos pontos do debate.

Neste painel participam Toyonari Sasaki, vice-presidente da Life Insurance Association of Japan; Manuel Aguilera Verduzco, diretor geral do Servicio de Estudos da Mapfre; Shaun Tarbuck, chefe executivo do ICMIF; Rodney Lester, especialista do Center International and Strategic Studies (CSIS); Girish Kulkarni, CEO da Star Union Dai-ichi Life Insurance; e Mike McGavick, CEO da XL Group Ltd. O moderador do painel será Masamichi Kono, Deputy Secretary-General, da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OECD).

Investidor Institucional – O segundo painel da terça feira tem como objetivo debater o papel de investidor institucional da indústria de seguros. As companhias de seguros detêm aproximadamente US$ 30 trilhões em ativos, muitos dos quais protegem as obrigações dos segurados. Nos últimos anos, o conjunto de fundos de longo prazo de empresas seguradoras é cada vez mais visto como uma fonte potencial de financiamento para as necessidades de investimento da economia, especialmente no contexto de padrões regulatórios mais elevados no setor bancário.

No entanto, o principal objetivo da regulamentação de seguros é garantir a proteção do segurado, inclusive por meio da solvência das seguradoras. Assim, as decisões de investimento das seguradoras devem apoiar sua capacidade de cumprir suas obrigações para com os segurados, o que pode causar tensão com o desejo de ter mais investimento em infraestrutura e outros investimentos de longo prazo.

Nikhil da Victoria Lobo, líder da Swiss Re Americas, participará do painel sobre infraestrutura

Para as seguradoras investirem em classes de ativos que tenham uma longa duração ou gerem riscos maiores, o gerenciamento da exigência de capital é uma consideração importante. Portanto, equilibrar a necessidade de capital adequado e, ao mesmo tempo, permitir que as seguradoras tenham maior espaço para investir nessas classes de ativos tornou-se uma questão cada vez mais importante para os reguladores de seguros e para as seguradoras.

Participam deste painel Nikhil da Victoria Lobo, líder da Swiss Re Americas; Graham Clarke, CEO da Asia Affinity; Joan Lamm-Tennant, CEO da BlueMarble Inc; Rowan Douglas, da Willis Tower Watson; Javier Gonzalez Fraga, presidente do The National Bank of Argentina.

Digitalização. Esse será o tema do painel da tarde de terça-feira. A digitalização da economia é onipresente com implicações para o setor de seguros, em termos de oportunidades para o desenvolvimento de novos produtos e coberturas, canais de distribuição e grandes fontes de dados para subscrição de produtos de seguros e riscos relacionados à digitalização.

O potencial de novas tecnologias e inovação para permitir uma cobertura de seguro maior e melhorar os processos de subscrição de seguros e gestão de sinistros exige que os reguladores de seguros garantam que as seguradoras existentes e as novas introduzam os novos modelos em seus processos de negócios de maneira apropriada.

Inga Beale, CEO do Lloyd’s of London, participará do debate sobre os desafios das insurtechs

Por outro lado, a implantação e a dependência de novas tecnologias podem criar riscos: para as operações das seguradoras e para a subscrição de novos riscos, como o risco cibernético, e para os consumidores, cuja segurança pode ser comprometida como resultado da análise de big data.
Isso dá origem à necessidade de que as conseqüências não intencionais de novas tecnologias e inovações sejam cuidadosamente monitoradas e incentiva a aplicação de novas tecnologias e inovações. Assegurar esse equilíbrio criaria oportunidades para o setor de seguros, bem como o potencial para melhorar a cobertura do cliente.

Para debater esse tema tão atual e sensível, o Insurance Fórum conta com Inga Beale, CEO do Lloyd’s of London; Claudia Dill, Latam CEO Zurich; Bernard Spitz, da FFA Chair; Julie McPeak, president da NAIC e comissário do departamento de comércio e seguro do Tennessee; Romain Launay, COO do grupo SCOR, Group e Jeffrey Chen, CEO da chinesa ZhongAn.

Resseguro – Na quarta-feira, último dia dos debates, o tema será o resseguro. E para isso não poderia faltar o IRB Brasil Re, maior ressegurador da América Latina. O CEO José Carlos Cardoso será um dos palestrantes no painel “Negócios globalizados – a regulamentação global do mercado de resseguro. A proposta do painel é discutir o suporte que os mercados internacionais de resseguros (tradicionais e alternativos) podem dar às seguradoras, tanto para acessar novos mercados como contribuir para a diversificação dos riscos através das fronteiras.

Para isso, garantir a disponibilidade de resseguro internacional de maneira aberta e transparente, inclusive por meio de transações internacionais, é importante para permitir que as seguradoras tenham capacidade de seguro suficiente. O tom do debate visa maior abertura, sem impedimentos indevidos sobre o acesso aos mercados internacionais. A OCDE fornece uma estrutura para os países que se comprometerem a ter mercados abertos e transparentes em uma estrutura multilateral, além de apoiar discussões sobre como isso pode ser alcançado.

Também participam Eric A. Cioppa, presidente da NAIC e Superintendente do Maine Bureau of Insurance; Alejandro Simón, CEO da Sancor Seguros; John M. Huff, presidente e CEO da Association of Bermuda Insurers & Reinsurers; Francis Bouchard, Head of Communication and Public Affairs da Zurich; e Anja Biendarra, CEO da Munich Re Bogotá.

 

A jornalista viajou a convite do IRB Brasil Re

Warren Buffett pode comprar fatia de uma das melhores empresas da bolsa brasileira

Fonte: Infomoney

Segundo colunista do jornal O Globo, executivos do IRB Brasil e Ajit Jain, co-CEO Berkshire Hathaway, têm reunião marcada em Nova York, logo após eleição brasileira

Um namoro que já dura mais de um ano ensaia um avanço no mercado brasileiro. Conforme informa o jornalista Lauro Jardim em sua coluna no jornal O Globo, a venda de uma fatia do IRB Brasil (IRBR3) para a Berkshire Hathaway, do megainvestidor Warren Buffett, passou a ser uma possibilidade concreta.

Notícias sobre o interesse do bilionário na companhia de resseguros já circulavam desde antes do IPO (Oferta Pública Inicial, da sigla em inglês), ocorrido no final de julho do ano passado.

Segundo o jornalista, duas semanas atrás, os executivos José Carlos Cardoso e Fernando Passos, presidente e vice-presidente do IRB, reuniram-se com Ajit Jain, co-CEO da Berkshire, em Monte Carlo. Uma nova conversa estaria marcada para uma semana após as eleições brasileiras, em Nova York. Na imprensa internacional, Ajit Jain é tratado como defensor do negócio com a companhia de seguros.

O resseguro é o sistema de seguro das empresas seguradoras. Ou seja, o IRB assume o compromisso de indenizar – total ou parcialmente – as companhias de seguros por danos que possam acontecer devido às apólices de seguros vendidas por elas. Assim, a empresa de resseguro ajuda a reduzir os riscos das seguradoras.

Desde a entrada na B3, o IRB mais que dobrou seu valor de mercado e tem animado investidores e analistas. Apenas no acumulado deste ano, os papéis da companhia já subiram 93,6%, enquanto o Ibovespa avançou 3,9%. Apesar das expectativas cada vez mais elevadas, a companhia continua surpreendendo especialistas, que se sentem confortáveis em dobrar a aposta.

As ações do IRB Brasil estão na bolsa, com participação de 7,4%. Desde sua criação, em janeiro de 2016, até o início de setembro, o ganho acumulado do portfólio superava os 95%, contra alta de 75% do Ibovespa no mesmo período.

CNseg promove debate sobre prevenção à lavagem de dinheiro, governança, risco e compliance do setor

Release

Na quinta-feira (20/09), a CNseg – Confederação da Seguradoras – realizou, em São Paulo, o 12° Seminário de Controles Internos e Compliance. Com o tema “Governança e Controles Internos em Seguros: onde estamos e para onde vamos”, o evento reuniu mais de 250 profissionais das áreas de gestão de risco, governança e compliance do mercado segurador brasileiro.

O diretor técnico da CNSeg, Alexandre Leal, antes de iniciar a programação do evento, transmitiu mensagem especial do presidente Marcio Coriolano: “a CNseg tem orgulho de patrocinar este evento. É preciso comemorar os avanços do setor no campo da governança e compliance. Estamos progredindo nas melhores práticas nessa área, o que certamente contribui para a transparéncia, solidez e solvência das seguradoras. Não é por acaso, portanto, que o setor segurador brasileiro atravessou, sem sobressaltos, o período de dificuldades a partir de 2008 e a crise recessiva mais recente. Que tenham todos um excelente evento”.

Na abertura do evento, a importância da governança e compliance para o setor de seguros foi destacada por Alexandre Leal. “Um setor como o nosso, em que a confiança é base da relação, quer seja pelo aspecto da promessa de se pagar uma indenização caso uma determinada situação ocorra, quer seja pelo relacionamento de longo prazo que certos produtos têm como característica, não pode relaxar em relação a esses aspectos”, afirmou.

Participaram da mesa de abertura do Seminário Thiago Barata, coordenador da Coordenação de Monitoramento de Riscos da Susep, que destacou “a busca incansável em atingir o ponto de excelência, estimulando a elevar o padrão”; Simone Negrão, diretora de Governança, Controles Internos e Compliance do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre; e Ângelo Calori, vice-presidente do Instituto dos Profissionais de Prevenção à Lavagem de Dinheiro e ao Financiamento do Terrorismo.

Em seguida, Thiago Barata, da Susep, junto com o diretor adjunto da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Cesar Brenha, e o diretor de Compliance, Riscos, Atuária e M&A da SulAmérica, Reinaldo Amorim, abordaram o tema “A gestão de riscos integrada aos controles internos e governança corporativa”. Brenha afirmou que ”nos últimos anos mais de 100 operadoras foram liquidadas e em 100% dos casos havia problemas graves de controles internos”.

Em complemento, Assízio Oliveira, que esteve à frente da Comissão de Controles Internos da CNseg por 12 anos e foi homenageado no evento, trouxe a reflexão a respeito da necessidade de rever o papel e atuação do auditor, que sofrerá grandes mudanças com as novas normas que estão prestes a serem instituídas. Para exemplificar, Assízio elencou diversas funções, até então desempenhadas e entendidas como sendo do escopo do auditor, que passarão ser do escopo do compliance. “Estamos preparados para tudo isso? Senão estamos prontos, vamos estudar, vamos atrás”, provocou ele, concluindo com o testemunho de sua própria experiência, que incluiu uma remodelagem profissional a partir do autoconhecimento, que o levou à sua essência que, ao longo do tempo e influências, vai sendo modificada.

No painel “Como uma governança corporativa efetiva contribui na valorização da sua empresa perante o mercado, investidores e consumidores”, a diretora geral do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), Heloísa Bedicks, destacou a evolução da governança corporativa nas últimas duas décadas, desde que o termo foi cunhado pela entidade em 1999.

Concluindo as apresentações do dia, o filósofo Luiz Pondé fez um resumo da ética a partir das três principais vertentes teóricas fazendo uma análise em comparação à têmpera brasileira. “O conceito central para se falar em comportamento ético no Brasil é a cordialidade, que, também é um elogio, mas significa que o brasileiro tem uma tendência à informalidade. Cordialidade, nesse contexto, significa dificuldade de seguir e se comportar de acordo com normas formais prévias”, explicou.

CNseg lança mais dois livretos do Programa de Educação em Seguros

Durante o 12° Seminário de Controles Internos e Compliance, a CNseg também lançou duas novas publicações do Programa de Educação: “Governança, Risco e Compliance (GRC) no Setor de Seguros”, que integra a série “A operação de seguros”, e “Prevenção à Lavagem de Dinheiro e Combate ao Financiamento do Terrorismo”, primeiro volume da série “Regulação “.

O livreto sobre GRC no mercado segurador traz os avanços e destaca a importância do tema para a sustentabilidade do negócio das empresas, bem como os desafios e benefícios da consolidação do GRC. Já a publicação sobre Prevenção à Lavagem de Dinheiro e Combate ao Financiamento do Terrorismo, demonstra as ações adotadas pelo mercado segurador para evitar que os produtos oferecidos pelo setor sejam empregados para a prática desses ilícitos.

Com esses dois lançamentos, já somam 12 livretos que fazem parte do Programa Educação em Seguros, e se encontram disponíveis para consulta no portal da CNseg:
http://cnseg.org.br/cnseg/publicacoes/livretos-de-educacao-em-seguros/

O Programa é composto por ações dirigidas a consumidores, poderes executivo, legislativo e judiciário, imprensa e entidades de defesa do consumidor. Seu objetivo é levar conhecimento estruturado e informações qualificadas sobre os seguros à sociedade em geral e fornecer informações a todos para ajudar na tomada de decisões, em relação à proteção de sua saúde e patrimônio, e à formação de pecúlios e renda. Mais informações podem ser obtidas em www.cnseg.org.br.