Nesta última quarta-feira (26/09), a Confederação das Seguradoras realizou a 8ª edição da Conferência de Proteção do Consumidor de Seguros, em São Paulo. O evento reuniu profissionais do setor de seguros, representantes do governo, de entidades de defesa do consumidor e da sociedade civil, dispostos a debater aperfeiçoamentos nas relações entre consumidores, mercado e demais públicos.
Em sua mensagem de abertura, a vice-presidente da CNseg, presidente da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) e sponsor (patrona) da ênfase do consumidor do planejamento estratégico da CNseg, Solange Beatriz Palheiros Mendes, destacou o consumidor como “foco da atenção, missão e trabalho da CNseg”, principalmente, na visão do presidente da Confederação, Marcio Coriolano, que colocou a educação em seguros na agenda de prioridades do setor. Por estar participando do Insurance Forum, que integra a agenda do G-20 realizado na Argentina, Coriolano enviou sua mensagem: “É preciso comemorar os avanços do setor nas relações com o consumidor. Temos progredido para adotar as melhores práticas nessa área e para o melhor entendimento do consumidor sobre o setor e seus produtos”.
A presidente da FenaSaúde ressaltou ainda que, cada vez mais, as empresas buscam compreender as expectativas e necessidades do consumidor. “Não podemos esquecer que o consumidor é a razão de ser do nosso negócio e, respaldado pelo Código de Defesa do Consumidor, está cada vez mais empoderado e consciente, assumindo papel preponderante, nas relações de consumo.”
Em seu pronunciamento de abertura, o presidente do Sindicato das Seguradoras, Previdência e Capitalização do Estado de São Paulo (Sindseg-SP), Mauro Batista, também pontuou o conhecimento como fator estratégico e a importância do entendimento mútuo. “Temos feito grandes esforços e investimentos para entender mais o cliente e para que ele também entenda o nosso segmento, que tem características bem peculiares. O seguro é indispensável à vida humana”.
O diretor-presidente substituto da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Leandro Fonseca da Silva, admitiu os desafios que o setor ainda enfrenta, mas lembrou também os avanços já feitos nos últimos 10 anos. “De fato, os problemas existem e jogar luz sobre eles nos ajuda a ter um setor melhor. Mas não vamos perder de vista a evolução”. Ele citou o alto índice resolutivo do sistema de intermediações criado pela ANS: a cada 5 reclamações, 4 são resolvidas.
O superintendente da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Joaquim Mendanha de Ataídes, apontou o canal de ouvidoria como ferramenta fundamental para garantir a qualidade. Segundo ele, “um mercado de seguros forte requer um regulador forte e um consumidor bem protegido e mais bem informado, frentes nas quais a Susep vem atuando por meio da supervisão contínua das seguradoras para avaliar o cumprimento das normas, visando a antecipação de problemas”.
Representando os órgãos de proteção do consumidor e destacando a importância do diálogo, a secretária nacional do consumidor da Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça, Ana Lúcia Vasconcelos, ressaltou com exemplos os pontos a serem melhorados. “Tivemos muitos avanços, mas ainda precisamos de melhorias. Ainda temos contratos de difícil compreensão e contratos por adesão, que não aceitam alterações. Outro problema é a capacitação adequada dos profissionais para comercialização de seguros, como nos casos de garantia estendida”.
A conferência contou também com os painéis: “A falácia da racionalidade e do comportamento do consumidor”; “O papel das ouvidorias como ferramenta estratégica de melhoria de produtos e processos”; “Tecnologia aplicada ao desenvolvimento de produtos e processos centrados no consumidor”; “O papel das ouvidorias como ferramenta estratégica de melhoria de produtos e processos”; “Colóquios de proteção do consumidor de seguros: trajetória e perspectivas – painel de procons e seguradoras” e “O princípio da reserva do possível”.
Livretos – A CNseg lançou o livreto “Canais de Atendimento” durante a 8ª edição da Conferência de Proteção do Consumidor de Seguros, que integra o Programa de Educação em Seguros. A publicação apresenta as diferenças de cada canal disponível aos consumidores- Central de Atendimento, SAC, Ouvidorias- e explica as funcionalidades de cada modalidade. O livreto está disponível também em versão eletrônica, podendo ser consultado no portal da CNseg: http://cnseg.org.br/cnseg/publicacoes/livretos-de-educacao-em-seguros/.
O Valor publicou o especial Agronegócio. Em 2017, segundo dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Universidade de São Paulo (Cepea/USP), o agronegócio respondeu por 21,59% do Produto Interno Bruto (PIB). Somando toda a cadeia produtiva (agricultura, agropecuária, silvicultura, máquinas e implementos, fertilizantes, defensivos, entre outros insumos), o PIB do agronegócio somou R$ 1,4 trilhão em 2017. Só as exportações movimentaram US$ 96 bilhões, gerando saldo positivo de US$ 81,8 bilhões na conta corrente do país.
Neste contexto, o seguro rural tem sido uma pauta importante dos presidenciais, traz matéria publicada no Valor.
Apesar de ter terminado, o Fórum de Seguros 2018 só será concluído com a divulgação do documento final previsto para ser divulgado ainda nesta semana. O evento começou no dia 24 e terminou no dia 26 para os participantes. Mas o comitê de reguladores mundiais de seguros permaneceu reunido em San Carlos de Bariloche com o comitê organizador para discutir quais as propostas e compromissos serão entregues para a cúpula do G20 em novembro, com o objetivo de alcançar consenso e desenhar políticas públicas. A imprensa ainda aguarda esse documento para divulgar, prometido para esta semana.
Na coletiva de imprensa no final do evento, na tarde do dia 26, os organizadores afirmaram que o setor de seguros teve pela primeira vez na história no âmbito do G20, discussões relevantes. “Não foi só um blábláblá. Foram discussões relevantes, com porta-vozes das maiores empresas do mundo e reguladores, mais interessados em ver o mercado crescer com foco na defesa do consumidor e solvência das companhias do que apenas decretar regras e fazê-las serem cumpridas”, disse José Cardoso, CEO do IRB Brasil Re, um dos coordenadores do evento liderado pela Argentina.
Em dois dias de trabalho, que envolveu mais de 300 empresas líderes na indústria global, decidiu-se dar prioridade ao papel institucional do seguro através de investimentos na economia real, fazendo um impacto direto nas sociedades para desenvolver o crescimento dos países. Adrían Werthein, presidente do Fórum de Seguros, enfatizou que “o mundo dos seguros surge com uma identidade própria, onde hoje o seguro é visto como um vetor de negócios para financiar a infraestrutura e criar desenvolvimento”. Ele acrescentou: “O setor de seguros é um gerador de recursos próprios que podem ser direcionados para projetos de longo prazo”.
“O mais importante é que o setor de seguros conseguiu ter um papel dentro do G20 e um papel de investidor institucional, reconhecendo o valor que tem para o desenvolvimento de uma economia. Eu nunca vi a interação de reguladores e indústria como nesta reunião. Todos nós trabalhamos em uma agenda comum para que possa ser elevada aos líderes do G20 “, disse Juan Pazo, Superintendente de Seguros da Nação.
Gabinete do Secretário de Finanças, Santiago Bausili participou do encerramento do Fórum Seguro 2018 e disse: “Houve discussões muito interessantes, mas que se destaca é a contribuição para o seguro para a criação de economias resilientes. De uma perspectiva mais ampla, o seguro é uma indústria resiliente “. Nesse sentido, ele acrescentou: “Não consigo parar de pensar que há muito espaço para a indústria de seguros se expandir e encontrar novos desafios”.
Dada a importância do fórum, o presidente da Nação, Mauricio Macri, deu uma mensagem de boas-vindas aos participantes através de um vídeo gravado, no qual ele explicou que “é a tarefa deste governo criar as condições adequadas e apropriadas para que as seguradoras, como grandes investidores de longo prazo, podem financiar projetos na economia real, beneficiando diretamente o desenvolvimento de nosso país gerando empregos genuínos. ”
Em nome do governo, esteve presente na abertura ministro dos Transportes, Guillermo Dietrich, que observou que “a indústria de seguros é um dos principais investidores institucionais do mundo e hoje pode ser um protagonista nesse processo de mudança: através de investimentos que criam empregos, vão gerar oportunidades para todos os argentinos”.
Cardoso também ressaltou que o IRB mantém a liderança do resseguro na região por ter um corpo diretivo destacado. O IRB foi eleito como a empresa com os melhores executivos de serviços financeiros não bancários da América Latina pelo Institutional Investor, principal premiação para executivos no mundo. A empresa competiu com seguradoras, bolsa de valores, empresas de cartão de crédito, assets e corretoras, sendo escolhido pelo voto de mais de 920 investidores e analistas de 384 instituições financeiras internacionais que possuem negócios da América Latina.
Neste ranking, os executivos da empresa estão entre os tops Chief Executive Officer (CEO), Chief Financial Officer (CFO) e profissionais de Relações com Investidores (RI) da América Latina neste ano. Cardoso e o vice-presidente Financeiro e de Relações com Investidores, Fernando Passos, conquistaram o segundo e primeiro lugares, como CEO e CFO, respectivamente. Já a vice-liderança entre os melhores profissionais de Relações com Investidores nesta mesma categoria é da gerente de Relações com Investidores do IRB, Sandra Matsumoto.
Legenda da foto: Juan Pazo, Superintendente Nacional de Seguros, Toyonari Sasaki, Vice Presidente da Associação de Seguros de Vida do Japão, José Cardoso, Presidente do IRB (Instituto Brasileiro de Resseguros); Adrián Werthein presidente do Comitê Executivo da reunião e acionista da Expert ART; e Alejandro Simon, CEO da Sancor Seguros.
Num tom tranquilo, mas com duras críticas, a representante de uma das maiores resseguradoras do mundo deu um recado firme aos organizadores do Insurance Forum Argentina, que debateu durante três dias temas relevantes no âmbito do G-20: “Barreiras comerciais no resseguro são um atraso”, afirmou Anja Biendarra, CEO da Munich Re na Colômbia, uma das palestrantes do painel “Negócios globalizados – a regulamentação global do mercado de resseguro”.
Anja mencionou que 44 países aumentaram o proteções a seus mercados locais nos últimos anos, incluindo a Alemanha o país de sua companhia, que exige que (re)seguradoras tenham presença local em seu divórcio com o Reino Unido. Estados Unidos são criticados por obrigar o deposito de colateral para negócios de resseguro feito com resseguradoras fora do pais. Brasil e Argentina são criticados no mundo ressegurador por manterem a exigência de que 40% de todo contrato de resseguro seja ofertado inicialmente para as resseguradoras locais. Os concorrentes vêem isso como barreiras comerciais e protecionismo.
Apesar de o Brasil e Argentina estarem indo na contramão, ao liberarem seus mercados antes monopolizados, ambos ainda tem um caminho a trilhar para acabar com barreiras comerciais. A primeira pergunta do mediador Jonathan Dixon, secretário geral do International Association of Insurance Supervisors (IAIS), foi direcionada ao CEO José Carlos Cardoso, presidente do IRB Brasil Re, questionando a legislação brasileira. Cardoso citou números de crescimento do mercado brasileiro após a abertura, em 2017, com a chegada de mais de 100 players mundiais. Desses, 16 são cadastrados como ressegurados locais, como Munich Re, Swiss Re, AIG, AXA, Scor, Mapfre entre os grupos mundiais. “Há muitas oportunidades no mercado brasileiro para todos em diversos segmentos, do rural a projetos de infraestrutura”, citou.
Cardoso enfatizou como o seguro e o resseguro subsidiam o crescimento dos setores industriais em diferentes níveis. Abordou ainda, de forma pragmática, como o mercado global de seguros contribui para amenizar as perdas com as grandes catástrofes. “O impacto é ainda maior atualmente com a alta severidade das catástrofes naturais, por conta de fatores diversos, entre eles o aquecimento global. O seguro e resseguro são fundamentais para recuperar e restabelecer as economias afetadas e o meio ambiente”.
O IRB lidera o segmento de locais. Dos prêmios totais de resseguros emitidos próximos de R$ 5 bilhões no primeiro semestre deste ano, o IRB foi responsável por R$ 3,3 bilhões, alta de 17% em relação aos seis primeiros meses de 2017. Depois de perder o monopólio, o IRB passou a ter uma participação em torno de 30% e neste ano contabiliza 46%. “Com apenas um ano após nosso IPO, temos resultados expressivos. Investimos em um corpo técnico especializado, serviços, tecnologia, novos produtos e aprimoramos muito o atendimento aos nossos clientes. E isso tem nos ajudado a crescer”, disse o presidente do IRB.
Cardoso comentou que em quatro anos a empresa teve a mais bem-sucedida história de turnaround do país, de R$ 2,7 bilhões para R$ 20,4 bilhões de valor de mercado. Resultado esse que tornou o IRB o oitavo maior ressegurador do mundo, sendo a líder em resseguros da América Latina e umas das maiores empresas do Brasil.
O IRB também é dono do maior lucro no período: R$ 541 milhões, avanço de 19% em relação ao mesmo período de 2017. Desde a abertura de capital, as ações do IRB acumulam valorização superior a 40% e hoje fazem parte da recomendação da carteira de investimento sugeridas pelos principais analistas do mercado de capital.
A Argentina, por sua vez, usou o modelo de abertura de resseguro do Brasil como modelo, como citou o Superintendente de Seguros da Argentina, Juan Pazo. Há também a preferência de oferta aos ressegurados locais. As cedentes argentinas podem colocar diretamente negócios com resseguradores admitidos até um máximo de 50% de seus prêmios cedidos por contrato a partir de 1º de julho, até 60% em 2018 e até 75% em 2019. A diferença está que na Argentina, a própria superintendência pode mudar a regra e tornar o mercado totalmente aberto. No Brasil, para isso acontecer é preciso uma lei complementar, o que significa uma burocracia e uma política muito maior para que o sistema atual mude.
“Ter um mercado de resseguro livre significa ampliar a concorrência, com produtos e preços diferenciados”, argumentou Anja, da Munich Re
Além de Brasil e Argentina, mercados como China, India e Indonesia também constavam no pedido aos órgãos reguladores sobre o fim das barreiras. “ “O protecionismo eleva o custo do resseguro, prejudica os consumidores e toda a sociedade ao reduzir o consumo de resseguro que visa mitigar os riscos das seguradoras e tornar o seguro um produto mais acessível as pessoas e ao próprio governo”, reforçou a executiva da Munich Re. Ela frisou que a baixa penetração de seguros faz com que as imensas perdas causadas por desastres climáticos custe caro para os países, pois os governos tem recursos limitados e como consequência tem limitações para socorrer a população atingida e recuperar a economia. “Ter um mercado de resseguro livre significa ampliar a concorrência, com produtos e preços diferenciados”, argumentou.
Francis Bouchard, responsável pela área de comunicações e relações públicas da Zurich, já adotou um estilo mais brincalhão em sua apresentação, mas seguiu na mesma linha de Anja. “O crescimento de governos populistas elevam as medidas protecionistas e isso atrapalha o mundo de resseguros, que tem como característica ser um mercado global de pulverização de riscos catastróficos”. Segundo ele, a Zurich tem buscado ajudar os gestores de riscos das corporações a gerenciar apólices globais, pois as barreiras trazem um problema a mais para ser gerenciado. Ele também ressaltou a importância do resseguro para o desenvolvimento do mercado de seguros, ao cita o resseguro ajuda a elevar a penetração do seguro por meio do apoio técnico e financeiro dado às seguradoras, as motivando a entrar em riscos declinados ou não explorados.
O presidente da Associação de Seguros e Resseguros das Bermudas, John Huff, defendeu também que os órgãos reguladores olhem para o tema com mais ênfase, a fim de que as empresas privadas possam assumir mais riscos que hoje ficam sob a tutela dos governos. “Somos especialistas nisso e podemos contribuir para que perdas catastróficas tenham cobertura para que os prejudicados possam se recuperar mais rapidamente”, argumentou.
Dixon finalizou o painel afirmando que os participantes do painel, bem como os integrantes da IAIS reconhecem que barreiras criam risco. “Acredito que todos farão um esforço para que os supervisores locais coloquem em prática medidas que acabem com o protecionismo, de acordo com as metas discutidas no âmbito da organização de cooperação entre os países.”
A seguradora Markel promoveu nesta semana palestra online sobre “Seguro e Rentabilidade”, que está à disposição, a partir de hoje, no YouTube. Durante a transmissão realizada ao vivo, o diretor Técnico da Seguradora, Marcio Rios, esclarece dúvidas que podem auxiliar na decisão sobre a contratação de coberturas para os cultivos de soja, milho, trigo, algodão e cana-de-açucar.
O conteúdo é voltado produtores, corretores, distribuidores de insumos, enfim, para todos os atores da cadeia do agronegócio interessados em um seguro climático diferenciado, cujo modelo é formatado de acordo com cada perfil.
A interação foi intensa durante o webinar. Dezenas de dúvidas foram tiradas, desde locais de atuação da seguradora, formação de preço, níveis de cobertura, gatilhos de ativação, e até mesmo colocada a expectativa de produtores de algumas regiões do Brasil por novos produtos da Markel.
Hoje a seguradora oferece dois tipos de seguro, o que cobre o custo de produção e o de produtividade, no caso de intempérie. Mas, segundo Marcio Rios, esse anseio por novidades não será frustrado: “Estamos em fase adiantada no desenvolvimento de novas soluções e em breve estaremos comercializando”.
Começa na quinta-feira e termina no sábado o Congresso Nacional dos Corretores de Seguros, o maior evento da categoria e que neste ano com com mais de 10 mil inscritos. Alexandre Camillo, licenciado do posto de presidente do maior sindicato da categoria, Sincor-SP, para concorrer a uma vaga de deputado estadual, conversou com o blog Sonho Seguro sobre o cenário atual que marca a realização do evento.
Como você vê o futuro do mercado de seguros?
Alexandre Camillo – Vejo o mercado de seguros no futuro com o dinamismo que sempre teve. O mercado de seguros é um mercado atraente, e esta atratividade é o que acaba ocasionando momentos de intranquilidades e visões de oportunidades. Hoje, sempre que alguém for mapear onde investir recursos financeiros, de tecnologia e intelecto, o mercado de seguros certamente será identificado como um deles. Atuamos em um mercado que, apesar do momento que passa o país, cresce 9% ao ano. É um mercado com um potencial quase incomparável, o que gera todo este dinamismo. Por isso vejo um futuro ainda maravilhoso para o mercado de seguros.
E dos corretores de seguros?
Alexandre Camillo – Totalmente inseridos neste contexto. Talvez as abordagens junto ao cliente serão modificadas, o cliente certamente terá novidades em opções. A abordagem ao cliente hoje já é diferente, várias são as formas de chegar a ele, mas certamente o corretor de seguros tem muito potencial ainda para ser a melhor opção de o cliente de adquirir um produto de seguros, pautado muito pela complexidade do produto e pela confiança que é necessária para se ter este produto. Então eu vejo o corretor de seguros com um desenvolvimento muito grande pela frente e uma participação de mercado ainda em desenvolvimento muito grande. Mesmo no mundo desenvolvido ainda ocorre de forma marcante a presença do corretor de seguros.
Se eleito, quais suas prioridades como parlamentar?
Alexandre Camillo – Sendo eleito, certamente vou querer ser um instrumento de representação política do setor – quero deixar isso bastante claro. Assim, vou mapear todas as necessidades do corretor de seguros no setor, questões tributárias, de regulamentação, de combate a ações ilegais que atacam a instituição seguro, mapear todos os projetos de lei que já existem sobre seguro para ver em quais eu posso atuar, fazendo força a favor ou contrária, e como parlamentar vou identificar projetos de lei que fomentem o desenvolvimento do mercado de seguros. Mas claro não serei parlamentar somente do setor ou do corretor de seguros, eu terei compromisso com o eleitor de uma forma geral e com todos que apoiam a nossa candidatura, por isso atuarei também em quatro áreas prioritárias, passando pela saúde, pela segurança pública, pela longevidade (cuidado com o idoso) e, fundamentalmente, pelo cuidado com a gestão eficiente do recurso público.
A MetLife, uma das principais companhias de serviços financeiros do mundo, disponibiliza produtos individuais em Dental e promove ações especiais para corretores na 18ª edição do Congresso Nacional dos Corretores de Seguros (Conec), que acontece entre os dia 27 a 29 de outubro no Centro de Exposição Transamérica, na zona Sul de São Paulo.
Para receber seus principais parceiros de negócios e apresentar as novidades, a empresa preparou um espaço interativo com 100m². Com os planos dentais individuais o corretor ampliará seu portfolio, conquistando novas oportunidades de negócios para ampliar sua carteira. Serão três novos produtos – ‘Sorria Mais Essencial’, ‘Sorria Mais Infantil’ e ‘Sorria Mais Essencial Doc’ – que contam com uma ampla cobertura e atendimento em uma rede credenciada com mais de 45 mil opções em todo o território nacional.
Raphael de Carvalho fará parte da plenária “Longevidade: Vida, Previdência e Saúde – O homem e o futuro do seguro”
Ainda durante o evento, o presidente da MetLife, Raphael de Carvalho, fará parte da plenária “Longevidade: Vida, Previdência e Saúde – O homem e o futuro do seguro”, abordando como uma vida mais longeva irá impactar o modelo de negócios das seguradoras e corretoras nos próximos anos. Com mediação de Heródoto Barbeiro, a plenária compõe a grade do terceiro dia do evento, em 29/9, às 11h10.
A MetLife também levará ao corretor parceiro mais oportunidades de negócios e premiará os visitantes que participarem de seu jogo interativo com incentivos e bônus de acordo com a categoria do corretor no Be Metlife, o programa de relacionamento da companhia. Os corretores que ainda não fazem parte do programa são bem-vindos e também serão contemplados.
“O Conec é uma ocasião para estreitar os laços e parcerias, mas também para estimularmos o debate sobre novas tendências e discussão do papel social do mercado de seguros”, aponta Raphael de Carvalho. Todo os dias, a partir das 18h, a companhia espera corretores e profissionais do mercado de seguros para seu habitual happy hour, selando e celebrando mais um ano de parceria.
Além da MetLife, outras seguradoras divulgaram releases sobre a participação no maior e mais importante evento do ano da categoria, que conta com mais de 10 mil inscritos:
SulAmérica – A companhia chega ao Conec com foco tanto em temas relacionados à tecnologia e inovação como no relacionamento com os corretores e o futuro dos negócios no mercado segurador. Ao longo dos três dias de programação, no Transamérica ExpoCenter, em São Paulo, a companhia participará de debates com executivos e profissionais do mercado, e receberá seus parceiros no estande para estreitar ainda mais o relacionamento com os corretores presentes no evento.
O presidente da SulAmérica, Gabriel Portella, terá espaço de fala na manhã do segundo dia do evento, quando abordará o papel do mercado de seguros para construir o futuro. Já o vice-presidente Comercial da companhia, André Lauzana, destacará, no primeiro painel do terceiro dia do Conec, como a tecnologia do presente – vista como ingrediente catalisador de negócios – prepara o corretor do futuro.
“Os corretores de seguros são fundamentais para construirmos o futuro do mercado segurador. Precisamos valorizar ainda mais este profissional para que ele abrace todas as oportunidades que este mundo dinâmico e em constante transformação trará. Queremos estar lado a lado com os corretores nessa trajetória que, sem dúvida, continuará sendo de muito sucesso”, enfatiza Portella.
Para que os parceiros se sintam em casa, o estande da SulAmérica tem 250 metros quadrados com diversas atividades de entretenimento para os corretores, tendo como tema a Rússia – próximo destino dos corretores que se destacarem no Programa de Reconhecimento ao Corretor (PRA). Além disso, todos que passarem pela feira poderão viver a verdadeira experiência de uma feira gastronômica, com um cardápio voltado aos costumes do país euroasiático. O estande terá, ainda, uma barraca de matrioskas – tradicional brinquedo artesanal russo – e cenários para fotos.
Além das referências russas, a SulAmérica reforçará, no contato com os corretores de seguros, todos os pilares que formam e sustentam o PRA: infraestrutura, suporte à estratégia, atendimento e eventos e treinamentos, que, juntos, culminam no incentivo e reconhecimento às melhores performances no programa.
“A presença da SulAmérica no Conec reforça nossa parceria com o Sincor e com os corretores. Os temas abordados este ano nos painéis são relevantes para o mercado segurador e precisamos debatê-los para, juntos, construirmos o futuro. Conhecer nossos clientes, apresentar uma oferta completa, com conveniência e prestação de serviços e usar a tecnologia para facilitar o dia a dia são essenciais para entregarmos uma experiência de consumo diferenciada aos segurados”, comenta Lauzana.
A SulAmérica promoverá, ainda, durante o Conec, o reencontro dos jovens que participaram das 11 edições do Corretor Nova Geração, projeto que visa preparar filhos de corretores para assumirem os negócios no futuro. São esperados diversos destes profissionais para uma confraternização especial, um momento para resgatar as memórias, trocar conhecimento e fortalecer ainda mais o relacionamento que a seguradora mantém com seus parceiros da nova geração.
Zurich – Os executivos da Zurich poderão receber os corretores e parceiros para estreitar relacionamento e ampliar negócios, com destaque para o segmento de linhas pessoais – Automóvel, Residencial e Empresarial (PME’s). Os corretores que visitarem o estande poderão ainda ter mais detalhes do Programa de Relacionamento Experiência Zurich, iniciativa inovadora da companhia que reúne todos os benefícios de forma simplificada, oferecendo vantagens e incentivos aos parceiros de negócios.
Um dos destaques do Programa são os encontros que a Zurich tem promovido, duas vezes por mês, nas cidades em que possui filiais. “É um modelo informal de aproximação dos executivos da companhia com os corretores. Com isso, buscamos entender as dificuldades e particularidades de cada região. O diferencial, em tempos de relações digitais, é resgatar o relacionamento pessoal, a troca de conhecimento e proporcionar momentos agradáveis para nossos parceiros”, afirma Marcio Benevides, diretor executivo de Distribuição, da companhia.
A participação da Zurich no Conec também terá a presença do CEO, Edson Franco, no painel Papel do Mercado de Seguros na Construção do Futuro, que será realizado no dia 28, às 9h. “Esta é uma oportunidade ímpar para troca de conhecimento entre os profissionais do mercado, visando sempre buscar e discutir alternativas e soluções para, cada vez mais, ampliar a atuação e o desenvolvimento do nosso setor”, destaca o CEO.
HDI Seguros – O presidente da HDI Seguros, Murilo Riedel, e o vice-presidente técnico Fabio Leme, participarão do evento com as palestras “O papel do mercado segurador na construção do futuro” e “O carro do futuro e o mercado de seguros”, respectivamente, no segundo dia do Congresso (28).
“Ao falarmos de futuro é crucial destacar o forte papel das seguradoras que investem na transformação digital para mais solidez dos negócios. As mudanças tecnológicas de hoje vão moldar como o segmento operará nos próximos anos e precisamos estar preparados. O Conec é, sem dúvida, um importante fórum para essas discussões já que reúne nossos principais parceiros de negócios, que são os corretores”, avalia Riedel.
Para Fabio Leme, o ramo automotivo é o que mais deve se transformar. “Ter um automóvel não é mais o principal desejo dos jovens. A forma como as pessoas se locomovem e suas prioridades, como agilidade e bem-estar, devem ser consideradas pelo mercado segurador”, destaca o executivo.
Além da participação nos debates, a HDI disponibilizará aos corretores um estande com diversas atrações. O local contará com jogos interativos, massagens, brindes e bar com drinques e sorvete Haagen Dazs, tradicionalmente oferecido pela seguradora. A HDI aderiu ainda a ação Passaporte do Bem, que arrecada fundos para instituições beneficentes.
Allianz Seguros – A Allianz Seguros levará ao Congresso o Allianz Auto Instituto Ayrton Senna, o Allianz Residência, Allianz Vida e o Allianz Saúde PME5 inteiramente automatizados. Tanto a cotação quanto emissão de apólices desses produtos estão disponíveis na ponta, ou seja, o corretor faz todo o processo de forma online, no Allianznet.
“O corretor é e sempre será o nosso principal canal de vendas. Assim, investimos em ações que aumentem a produtividade das corretoras, diversifiquem as carteiras e atendam às necessidades dos nossos clientes. Para isso, utilizamos a tecnologia como solução de conectividade e autonomia aos nossos parceiros e simplificação de processos e produtos, para que eles se tornem cada vez mais intuitivos e as cotações fiquem ágeis”, afirma Eduard Folch, presidente da companhia.
A seguradora receberá os corretores de seguros em seu estande “Allianz Parque”, que contará com telas interativas detalhando as principais inovações dos produtos. “A equipe Comercial ainda terá em mãos tablets para que os corretores possam simular cálculos do Auto, Residência e Vida e vivenciar a experiência de cotar produtos da Allianz em segundos”, conta Eduardo Grillo, diretor executivo Comercial da Allianz Seguros.
Mapfre – No dia 28, o CEO da Mapfre Seguros, Luis Gutiérrez, participará do painel “Papel do Mercado de Seguros na Construção do Futuro”, onde abordará temas relacionados às atuais tendências de consumo, formas dos corretores se prepararem para o novo consumidor, as tecnologias na corretagem, entre outras. O painel terá a participação dos presidentes das principais companhias de seguros e terá a mediação de Boris Ber, presidente do Sincor-SP.
“O mercado segurador está em um acelerado processo de transformação. As novas tecnologias, como os carros autônomos, por exemplo, já são uma realidade e demandarão soluções que acompanhem estas mudanças. Esses processos estão sendo puxados por um consumidor que está cada vez mais conectado e demanda respostas cada vez mais rápidas. Por isso, é muito importante para nós essa troca de experiências com os corretores, que estão próximos dos segurados e conseguem traduzir quais os anseios desse novo cliente”, comenta Gutiérrez.
Neste ano, o estande da companhia no evento contará com a presença de executivos de diferentes regiões do País que ficarão à disposição dos corretores. Além de poder interagir com todos os diretores territoriais da empresa em um mesmo local, os visitantes poderão conversar também com diretores técnicos; gerentes de sucursais de São Paulo e assessores Comerciais e gerentes que foram vencedores nacionais de campanha exclusiva de vendas realizadas pela companhia.
Porto Seguro – Para receber os Corretores, a Porto Seguro preparou um estande onde os visitantes poderão conhecer mais sobre os produtos e serviços oferecidos pela seguradora, com atrações interativas e entrega de brindes, além da presença dos executivos da companhia. “O Conec é uma excelente oportunidade para nos unirmos aos corretores de seguros para debatermos sobre o atual momento do setor, trocarmos experiências e entendermos as melhores práticas, tendências e possibilidades de evolução para o mercado”, comenta Roberto Santos, presidente da Porto Seguro.
Além do estande, os executivos da companhia participarão de três plenárias. No dia 28, às 9h, o presidente da seguradora participará da discussão sobre o “Papel do mercado de seguros na construção do futuro”, e às 11h, Rivaldo Leite, diretor Geral da empresa, integrará o debate sobre “O carro do futuro e o mercado de seguros”. No dia 29, às 9h, o superintendente Executivo de Planejamento Comercial da Porto Seguro, Eduardo Weber, irá realizar uma apresentação sobre o tema “Insurtech: tecnologia do presente – Preparando para o futuro da corretagem de seguros”.
Tokio Marine – Durante o Conec, o presidente da Tokio Marine, José Adalberto Ferrara, e o diretor de Tecnologia, Wilson Leal, participarão de painéis a respeito do futuro do mercado e do papel das insurtechs, respectivamente. Também representarão a companhia e recepcionarão parceiros de negócios os diretores estatutários, diretores e superintendentes comercias, além de gerentes de sucursais de todas as regiões do País.
A seguradora ainda vai expor a plataforma Brokertech, especialmente desenvolvida para a capacitação de seus parceiros de negócios. A plataforma permite que corretores e assessorias ampliem o conhecimento sobre 16 ferramentas digitais já disponibilizadas pela Tokio Marine, divididas em quatro módulos: Empreendedorismo Digital; Vendas; Marketing Digital e Gestão Eficiente.
“A tecnologia é uma aliada do corretor, sobretudo na agilização de processos, abordagem comercial, realização de negócios e ampliação da base de Clientes. Por isso, estamos investindo cada vez mais em tecnologia com dois objetivos principais: auxiliar nosso Corretor a vender mais e reduzir seu trabalho operacional”, explica afirma o diretor executivo comercial da companhia, Valmir Rodrigues.
Mitsui Sumitomo – A Mitsui Sumitomo Seguros estará com um stand para receber os participantes do evento e parceiros de negócios, e expor seu portfólio de seguros massificados e corporativos. Durante a feira os corretores terão a oportunidade de interagir com os executivos da seguradora, entre eles o vice-presidente Hélio Kinoshita e o presidente Masayuki Nagano. “O Conec é um dos eventos mais importantes do mercado segurador no Brasil e uma grande oportunidade para fortalecer ainda mais o relacionamento com os Corretores, além da troca de informações e experiências”, ressalta o vice-presidente da companhia, Hélio Kinoshita.
Sompo Seguros – Durante os três dias de evento, está programada uma série de iniciativas de relacionamento com os corretores de seguros no stand com a participação de todos os principais executivos da companhia, além de ações de ativação da marca. Francisco Caiuby Vidigal Filho, presidente da seguradora, será um dos executivos participantes no painel “Papel do Mercado de Seguros na Construção do Futuro”, que acontece às 9h do dia 28.
Na ocasião o executivo deve debater temas como o desenvolvimento de novas tecnologias e atribuição novas aplicações a ferramentas já disponíveis no mercado para melhorar o dia-a-dia do corretor e do segurado, os desafios para superar as expectativas de experiência do cliente durante sua jornada na interação com a seguradora e a relevância do mercado de seguros comunicar sua função social.
Icatu Seguros – A Icatu Seguros vai apresentar as ações do programa Mais+Icatu durante o 18º Conec. A empresa permitirá o corretor de seguros conhecer os investimentos da companhia na área de capacitação, entre eles a plataforma online Educatu, que promove diversos treinamentos de forma gratuita, e as facilidades da contratação digital.
O aplicativo Mais+Icatu fornece planos de benefício, além de informações sobre produtos e campanhas. A ferramenta também permite o compartilhamento de lâminas, facilitando a divulgação para sua carteira de clientes. É possível ainda habilitar uma notificação para não perder as novidades. O app já poderá ser baixado durante o Conec, numa fase experimental, já que a empresa também quer ouvir a opinião dos usuários para promover melhorias e incrementos.
A companhia vai participar ainda de importantes discussões para o setor. Guilherme Hinrichsen, vice-presidente comercial regional São Paulo da Icatu Seguros, será um dos integrantes do painel “Longevidade: Vida, Previdência, Saúde – O homem e o futuro do seguro”, que acontece no dia 29, às 11h, com moderação do jornalista Heródoto Barbeiro.
“O tema Longevidade é fundamental dentro da nossa missão de oferecer as melhores soluções de proteção e planejamento financeiro para cada fase da vida. O encontro será uma ótima oportunidade para discutir como um planejamento adequado deve buscar mitigar riscos em um horizonte de longo prazo”, avalia Hinrichsen.
Argo Seguros – A Argo Seguros aproveitará a edição deste ano para mostrar seus novos produtos digitais, além de focar na experiência do corretor de seguros. Entre as novidades estarão seguros para Equipamentos Odontológicos; de Responsabilidade Civil Profissional para Profissionais da Saúde; de Responsabilidade Civil Geral na área de Lazer e Turismo, e também em Educação e Cultura; além de Transportes de Cargas com Apólice Anual.
“Teremos também três telas interativas para que os corretores de seguros possam sentir na prática como é fácil e rápido operar com os nossos produtos digitais”, explica Fernando Cantreras, coordenador de Marketing da empresa. “Quem ainda não teve a oportunidade de trabalhar conosco, poderá ter essa experiência durante o Conec”, completa.
Por fim, a seguradora estará participando também do “Passaporte do Bem”, um projeto social organizado pelo Sincor-SP, que tem por objetivo arrecadar recursos para ajudar instituições beneficentes do Estado de São Paulo nas suas mais diversas necessidades. Os corretores que visitarem o estande da companhia receberão um carimbo e participarão de um sorteio especial.
CNseg – O presidente da CNseg, Marcio Coriolano, foi uma das lideranças que participaram da solenidade de abertura do 18º Congresso Corretores de Seguros (CONEC), em 27 de setembro, em São Paulo.
Em seu discurso para uma plateia lotada, Marcio Coriolano destacou que o papel de protagonismo do setor pode se dar em várias áreas sensíveis ou estratégicas, como previdência, saúde, sustentabilidade, infraestrutura ou inclusão social, a partir de seguros para proteger pequenos e médios patrimônios e facilitar a cobertura de vida e rendas.
Nesta sexta-feira à tarde, o presidente Marcio Coriolano participará também do talkshow “Política e o setor de seguros – pauta construtiva para o futuro”. Ele será um dos debatedores.
Escola Nacional de Seguros – O presidente da Escola, Robert Bittar, estará na mesa solene de abertura, e será um dos debatedores do painel “Política e o setor de seguros – pauta construtiva para o futuro”, que acontecerá no dia 28, às 14h. O debate será conduzido pelo jornalista Ricardo Boechat e contará com a participação de grandes personalidades do mercado de seguros. A Escola também estará presente com estande na Exposeg, feira de negócios que acontece simultaneamente ao congresso. No espaço, os congressistas terão a oportunidade de conhecer mais sobre produtos educacionais, adquirir publicações com descontos especiais para o evento e participar de ações interativas com distribuição de brindes.
Renatrudes Pontes Pereira Costa, 62 anos, teve a vida modificada por um acidente. Em abril de 2017, ela saía de um evento em que trabalhava quando, ao atravessar a rua, um motorista avançou o sinal e a atropelou. Com a necessidade de passar por cirurgias para recuperar o movimento do ombro direito, ela precisou adiar a formatura na faculdade de Serviço Social, que aconteceria naquele semestre.
Renatrudes é uma das participantes do Programa Recomeço, lançado oficialmente pela Seguradora Líder, que administra o DVPAT, e que tem a missão de colaborar para a ressocialização e reinserção dos beneficiários do Seguro DPVAT no mercado de trabalho.
Na última década, foram cerca de 4 milhões de vítimas indenizadas pelo Seguro DPVAT. Destas, mais de 3 milhões passaram a conviver com algum tipo de invalidez, sendo que a maioria tem entre dezoito e trinta e quatro anos. Isso representa uma parte considerável da população economicamente ativa que, muitas vezes, acaba sendo afastada do mercado de trabalho por conta das sequelas. “Um novo futuro começa agora”, disse Ismar Tôrres, CEO da Seguradora Líder, no lançamento do Projeto Recomeço. “Acreditamos que o papel do seguro DPVAT no amparo às vítimas de acidentes de trânsito não deve estar restrito ao pagamento de indenizações”.
“Foi uma ajuda muito importante, em uma hora boa”, diz Renatrudes. Apesar de não ter conseguido se formar com sua turma, ela concluiu a faculdade no primeiro semestre de 2018 e aos poucos volta ao trabalho em eventos. Mas sonha em começar a atuar na área em que se formou. “Serviço Social é o meu sonho. Se depender de mim, estou disponível para isso”.
O Programa Recomeço permite que o beneficiário do Seguro DPVAT cadastre o seu currículo no banco de dados do Portal de Oportunidades e participe de programas de capacitação e de qualificação profissional. As empresas parceiras, por outro lado, disponibilizam suas vagas, voltadas para pessoas com deficiência, nesse Portal para um processo de recrutamento e seleção.
As empresas que quiserem aderir precisam solicitar o seu cadastro através do e-mail recomeco@seguradoralider.com.br. A empresa então receberá suas informações personalizadas para acesso e a partir daí poderá disponibilizar as vagas e conferir os currículos de candidatos. O programa é aberto para empresas de todo o Brasil e não há limite de vagas que podem ser oferecidas.
Entenda o Seguro DPVAT
O que é – O Seguro DPVAT é garantido para todos os brasileiros em caso de acidentes de trânsito. “Ele é pago uma vez por ano pelos proprietários de veículos automotores e indeniza vítimas de acidentes de trânsito ocorridos em território nacional”, explica o superintendente de Operações da Seguradora Líder, Arthur Fróes.
Quem tem direito – O seguro é direito de qualquer pessoa envolvida em acidentes automotivos terrestres que envolvam carros, motos, caminhões, caminhonetes, ônibus e tratores. Não é preciso ter veículo e pagar o seguro para ter direito à indenização.
As coberturas – O Seguro DPVAT indeniza vítimas e beneficiários em casos de morte, invalidez permanente total ou parcial, além de fazer o reembolso de despesas médicas e suplementares na rede privada de saúde. Nos casos de morte, a indenização, de R$ 13.500, é paga aos herdeiros legais da vítima. Esse mesmo valor é o teto para pagamentos em casos de invalidez permanente e, ele varia de acordo com a gravidade das sequelas. Já para despesas médicas, o reembolso é de até R$ 2,7 mil.
Como solicitar – Dar entrada no Seguro DPVAT é gratuito e os próprios beneficiários podem solicitar a indenização em um dos mais de 8 mil pontos de atendimento no Brasil. Para cada cobertura pleiteada há uma lista de documentos que devem ser entregues em um desses pontos. Todas as informações estão disponíveis no EstamosAquiParaVoce.com.br
O Seguro DPVAT conta com uma ampla rede de atendimento. Para informações e consulta de andamento de processos de indenização, é preciso entrar em contato com a Central de Atendimento, das 8h às 20h, através dos telefones 4020-1596, para Regiões Metropolitanas, e 0800 022 12 04 para outras regiões. No caso de reclamações ou sugestões, o SAC está disponível 24 horas por dia no 0800 022 8189. As pessoas com deficiência auditiva e de fala podem entrar em contato com o 0800 022 12 06.
ILS. Uma sigla tão pequena mas com um grande poder. Insurance Linked Securities ou Investimentos Ligados a Seguros são uma opção financeira para investidores que buscam retorno elevado e diversificação na carteira de investimentos. Podemos dizer que concorre com o resseguro tradicional, uma vez que se trata de uma aposta direta do investidor de que um risco de seguros não irá causar perdas significativas. Se derem sorte, lucram . Se não, perdem. Mas esse não é mercado para todos. É para investidores experientes, com muito dinheiro e que tem apetite por riscos, geralmente catastróficos.
Pelo crescimento mundial deste produto financeiro, há muita gente com esse perfil. O ILS tem atraído investidores e por essa razão tem sido tema de importantes eventos internacionais de seguros, realizados em locais regados pelo luxo, como o tradicional Rend Vouz de Resseguros, que aconteceu em Monte Carlo, Mônaco, no início de setembro, como também no Insurance Forum Argentina, realizado entre 24 e 26 de setembro em Bariloche, na Patagonia Argentina. “Temos grande interesse em desenvolver esse produto no Brasil”, conta Rodrigo Botti, CEO da resseguradora local Terra Brasis, que esteve presentem em ambos eventos.
A primeira vista, o exótico ILS concorre com o tradicional resseguros. No caso dos resseguradores, o prêmio pago pelas seguradoras que compraram resseguro vira lucro. Ou perdas com o pagamento das garantias contratadas para que as seguradoras façam frente às indenizações a seus segurados. No caso dos investidores, o mesmo acontece, com outras nomenclaturas. O investidor contabiliza lucro no fundo administrado ou amarga perdas que vão depender das condições negociadas. Pode perder só a rentabilidade estimada, parte ou o total do principal investido.
Em fevereiro do ano passado, a Terra Brasis emitiu um ILS, visando fomentar o desenvolvimento de um mercado de capitais para risco seguráveis no Brasil. A emissão do título, no valor de US$ 5 milhões, marca a estreia de uma resseguradora brasileira neste tipo de operação. O Alpha Terra Validus I (ATV 1), listado nas Bermudas, cobre a exposição a riscos de danos a bens ligados a catástrofes naturais da Terra Brasis na América Latina, incluindo o Brasil.
“O ILS é uma tecnologia nova mas que já impacta o mercado de seguros no Brasil. Hoje é possível transferir riscos brasileiros para o exterior, através de resseguradoras offshore autorizadas a atuar no pais e no exterior transferir estes riscos para o mercado de capitais. Foi o que fizemos com a emissão do ATV 1. Seria muito vantajoso desenvolver esta tecnologia no Brasil, permitindo também a transferência de riscos de seguros para o mercado de capitais doméstico. Podemos vislumbrar sua utilização em várias linhas de negócio, incluindo Agro, seguros relacionados a projetos de infraestrutura, saúde e outros”, explica Botti.
Pode parecer uma contradição uma resseguradora querer atuar num segmento, que aparentemente é concorrente. Entretanto, temos vistos uma convergência crescente entre resseguradores e brokers de resseguros e o mercado de ILS. Um dos temas mais discutidos no encontro de Monte Carlo este ano foi a recente compra da Nephila, maior fundo de ILS do mundo, pela Markel que é um tradicional segurador americano. Antes deles, a AIG comprou a AlphaCat outro grande fundo de ILS. Todos os grandes brokers de resseguro hoje possuem departamentos dedicados a emissão e negociação de ILS.
O CEO da Terra Brasis, que tem o Banco Brasil Plural e o IFC, braço do Banco Mundial, como acionistas, não comenta rumores de bastidores do setor sobre uma possível união com a resseguradora Austral, já citada em várias notícias com candidatas a terem um sócio para a operação de seguros e de resseguros. Unidas, galgariam várias posições do ranking local de resseguros, alcançando o segundo lugar, superadas apenas pelo IRB Brasil Re, o maior do Brasil e da América Latina.
O IRB, por sua vez, também gera rumores nos bastidores do mundo do resseguro. Segundo publicou a coluna de Lauro Jardim, no jornal carioca O Globo, o namoro que já dura mais de um ano ensaia um avanço no mercado brasileiro. Ele se refere a venda de uma fatia do IRB Brasil para a Berkshire Hathaway, do megainvestidor Warren Buffett.
Uma das explicações para tantas “fofocas” sobre fusões e aquisições no mundo do resseguro é a transformação que a tecnologia traz ao mercado segurador. O resseguro é visto como um veículo de apoio para que as seguradoras ingressem em novos mercados, como automóvel com telemetria, doenças graves e seguros voltados ao agronegócio, para citar apenas alguns ramos. “Só em saúde temos um campo imenso para atuar. Em seguros, o volume de vendas chega a R$ 80 bilhões. Saúde tem o dobro disso: R$ 160 bilhões por ano em vendas. E há potencial para muitos produtos serem desenvolvidos neste segmento”, afirma Botti.
É certo que qualquer decisão dos investidores vai aguardar o resultado das eleições presidenciais no Brasil. Pelo que tenho ouvido dos investidores, o otimismo com o Brasil é grande. Certamente vai demorar mais para alcançar um crescimento como o registrado entre 2008 a 2013, mas todos são unânimes em afirmar que a indústria de seguros seguirá num ciclo virtuoso diante da baixa penetração do seguro no Produto Interno Bruto, de apenas 6%, considerando seguros, previdência e saúde. Sem saúde, a participação cai para menos de 4%, muito abaixo dos 8% da média mundial.
A construção de economias resilientes, a promoção de investimentos de longo prazo em infraestrutura sustentável, o seguro 2.0 para fazer frente à ruptura tecnológica e a questão da globalização dos mercados de seguros e resseguros foram os temas do Fórum de Seguros 2018 realizado no âmbito do G20, na cidade de San Carlos de Bariloche.
“O seguro é capaz de ser protagonista no desenvolvimento da economia e é nosso desafio gerar as condições para fornecer alternativas de investimento de longo prazo em infra-estrutura para criar economias resilientes e contribuir para o desenvolvimento de nossos países de forma inclusiva”, afirmou Juan Pazo, superintendente de Seguros da Argentina, que coordenou a realização do evento com apoio do governo argentino, juntamente com o comitê executivo formado por Adrián Werthein, acionista da Expert ART, Alejandro Simon, CEO da Sancor Seguros; José Cardoso, presidente do IRB Brasil Re, Recaredo Arias, presidente da GFIA (Federação Global de Associações de Seguros) e Toyonari Sasaki, vice-presidente da Associação de Seguradoras do Japão.
Temos um pacote de US$ 8 bilhões em projetos de parceria público-privada (PPP) para atrair mais investimentos, com boa parte deles já com processos licitatórios em andamento, diz Pazo
De um lado investidores buscando investimentos que tragam bom retorno para remunerar os planos de previdência e seguro de vida administrados pelas seguradoras. As companhias de seguros detêm aproximadamente US$ 30 trilhões em ativos, muitos dos quais protegem as obrigações dos segurados. De outro, governos com poucos recursos para investir em infraestrutura. Estudo da Geneva Association (GA) revela que o deficit global de investimentos em infraestrutura estimado para ser reduzido até 2035 é de US$ 5,5 trilhões.
Os países emergentes lideram a lista de projetos. “Diante de taxas de juros baixas, os projetos de infraestrutura são uma das alternativas para casar investimentos administrados pelas seguradoras de fundos de pensão, bem como traz diversificação do portfólio de investimentos, concentrado em títulos de renda fixa”, comentou Anna Maria D’Hulster, secretária geral da entidade que reúne os principais CEOs de seguros e de resseguros do mundo.
A América Latina tem uma necessidade de investimentos em infraestrutura que alcança US$ 8,5 trilhões, segundo informou Pazo. Para tanto, tem um pacote de US$ 8 bilhões em projetos de parceria público-privada (PPP) para atrair mais investimentos, com boa parte deles já em andamento em processos licitatórios. Segundo fontes entrevistadas no evento, a Argentina oferece condições interessantes para os investidores, com retornos atrativos diante da taxa de juros em curso no país. Ele afirmou que indústria de seguros tem oportunidade de diversificar seus investimentos em diversas frentes de projetos, bem como vender garantias securitárias para gerenciar o risco dos governos e garantir que as obras sejam concluídas mesmo diante de imprevistos.
“Estamos em um momento decisivo na história, com mudanças nas estruturas políticas, econômicas e sociais tradicionais. Todas essas variáveis forçam os diferentes atores políticos e econômicos a trabalhar juntos para facilitar fontes de financiamento de longo prazo em infraestrutura que contribuam para criar desenvolvimento e resiliência em cenários cada vez mais voláteis “, insiste Pazo.
Santos: Brasil e Argentina precisam melhorar a relação de risco e retorno
No entanto, assim como o Brasil, falta o grau de investimento para receber recursos mais significativos dos investidores. No Brasil, além do grau de investimento, os investidores aguardam o resultado das eleições. “A Generali criou recentemente um fundo com 1 bilhão de euros para investir em infraestrutura. Atualmente, o fundo conta com aplicações no México e no Chile”, disse Antonio Cássio dos Santos, CEO para Américas e Europa do Sul do grupo Generali. “Brasil e Argentina precisam melhorar a relação de risco e retorno antes que possam atrair mais recursos de longo prazo de investidores institucionais estrangeiros”, afirmou.
Levy: “Essa certamente é uma importante agenda para 2019 e estou certo de que o envolvimento de todos já tem surtido bons efeitos”
Tal passo vem sendo dado pelos órgão reguladores dos países, que agora enfrentam desafios políticos para que a economia possa voltar a crescer de forma mais significativa. Joaquim Levy, executivo-chefe financeiro do Banco Mundial e ex-ministro da Fazenda do Brasil, afirmou em vídeo que a indústria do seguros tem um importante papel como investidora institucional e também como gerenciadora de riscos ao vender seguro garantia para mitigar riscos das operações financeiras desenhadas para financiar grandes projetos. “Essa certamente é uma importante agenda para 2019 e estou certo de que o envolvimento de todos já tem surtido bons efeitos”.
Os órgãos reguladores estão reunidos no evento para garantir a solvência das seguradoras e evitar que elas invistam os recursos que administram dos segurados em ativos de riscos. “Esse tem sido a principal preocupação da discussão do grupo de reguladores internacionals”, afirma Gustavo Caldas, da Superintendência de Seguros Privados (Susep), que participa das discussões em Bariloche. “As estruturas regulatórias podem garantir que os consumidores recebam produtos adequados e acessíveis, que atendam às suas necessidades de gerenciamento de riscos, contribuindo para apoiar a estabilidade econômica”, afirmou Jonathan Dixon, diretor geral da International Association of Insurance Supervisors (IAIS).
Rodney Lester, consultor do Banco Mundial, destacou que o setor de seguros existe há cerca de 300 anos, mas 99% da reforma regulatória ocorreu nos últimos 20 anos. Segundo ele, os principais pontos de ruptura que aceleraram a mudança para a regulamentação baseada em risco para as seguradoras foram a Crise Financeira Asiática e o fracasso das seguradoras tradicionais na Europa e no Japão após a queda abrupta das taxas de juros nos anos 90, que corroeram parte da poupança dos clientes. “Precisamos encontrar uma abordagem que reconheça a natureza de longo prazo de muitos contratos de seguro e não exponha o capital de solvência a grandes oscilações de curto prazo nos valores dos ativos”, afirma.
Toyonarri Sadaki, vice-presidente da Associação de Seguradoras do Japão, afirmou que as companhias japonesas enfrentam o grande desafio de rentabilizar os planos de previdência diante das taxas de juros baixas e aumento da longevidade no país, com um número enorme de pessoas acima de 100 anos.”As companhias querem diversificar seus investimentos, mas isso requer bons ativos, com regras claras, transparentes e riscos mitigados”.
A Argentina fez um grande esforço para simplificar e modernizar o arcabouço regulatório do setor para atrair um número maior de companhias do setor para atuar no país. Muitos grupos estrangeiros deixaram a Argentina no último governo em razão de mudanças nas regras de resseguro e de seguros. No ano passado, por exemplo, promoveu uma abertura do mercado de resseguros praticamente igual ao do Brasil, com proteção do mercado local que será reduzida em etapas.
Pazo afirmou que “copiou” a abertura de resseguros feita no Brasil e viajou o mundo no último ano para consolidar as normas adotadas em seguros e finanças. Assinou oito convenções internacionais e também cumpre todas as exigências da Comissão Nacional de Valores, tornando o setor transparente e apto para fazer parte ao G20. Também busca facilitar novos produtos, de planos de previdência a seguro paramétrico para produtores rurais. Em previdência, Pazo tem consultores brasileiros para viabilizar produtos como PGBL e VGBL
O presidente da CNseg, Marcio Coriolano, destacou que o Brasil é líder de arrecadação de seguros na região da América Latina e Caribe, ao registrar US$ 83,3 bilhões em prêmios de um total de US$ 167,8 bilhões em 2017. “O setor de seguros precisa estar incorporado com mais efetividade nas agendas macro e microeconômicas do governo para ser ainda mais presente na proteção da sociedade e no papel de destacado investidor institucional, formando poupanças. É importante que o mercado de seguros e resseguros tenha um encontro exclusivo no âmbito do G20, com a participação dos representantes mais influentes do mercado segurador mundial”, disse aos jornalistas presentes no evento.
É importante que o mercado de seguros e resseguros tenha um encontro exclusivo no âmbito do G20, com a participação dos representantes mais influentes do mercado segurador mundial, diz Coriolano
O evento é um fato histórico para o setor de seguros, pois é a primeira vez que o setor se une à agenda de discussão da G-20. “Vim participar pois é muito relevante que o setor participe das discussões do G-20. Temos convicção da importância do seguro e do resseguro para o desenvolvimento de economias resilientes. Por isso debates como esse são importantes para o aprimoramento da indústria de seguros dentro de um quadro de previsibilidade e compromisso com as melhores práticas em todo o mundo”, finalizou Coriolano, da CNseg.
José Carlos Cardoso, CEO do IRB Brasil RE, líder em resseguros na América Latina, foi convidado para participar da rodada de debates do Insurance Forum. Ele participa hoje do painel Globalização de Negócios: o papel do mercado global de resseguros, trazendo importantes dados da resseguradora, que em quatro anos obteve a mais bem-sucedida história de turnaround do Brasil, de R$ 2,7 bilhões para R$ 20,4 bilhões de valor de mercado.
A jornalista viajou para Bariloche a convite do IRB Brasil Re
Este site utiliza cookies para aprimorar a sua experiência enquanto navega. Desses cookies, os que são categorizados como necessários são armazenados no seu navegador visto que são essenciais para o funcionamento básico do site. Nós também usamos cookies de terceiros que nos ajudam a analisar e entender como você usa o site — esses só são armazenados no seu navegador mediante a sua autorização. Você também tem a opção de cancelar esses cookies, mas isso pode impactar a sua experiência de navegação.
Cookies necessários são absolutamente essenciais para este site funcionar de forma apropriada. Esta categoria só inclui cookies os quais garantem funcionalidades básicas e recursos de segurança do site. Esses cookies não armazenam nenhuma informação pessoal.