O Conselho de Administração da Assicurazioni Generali S.p.A (“Generali” ou o “Grupo”), presidido por Gabriele Galateri di Genola, aprovou o novo plano estratégico de três anos da Generali, o Generali 2021: Reunindo Forças para Acelerar o Crescimento.
O plano mostra a ambição do grupo de liderar o setor europeu de seguros para pessoas físicas, profissionais e PMEs, construindo uma plataforma global concentrada em gestão de ativos e buscando oportunidades em mercados de alto potencial. A Generali hoje é líder em seguros na Europa, com 63 bilhões de euros em prêmios e tem a capacidade de alavancar uma poderosa rede de distribuição que inclui mais de 150 mil agentes e vendedores em seus principais mercados.
Após completar o plano de recuperação financeira (2012-2015) e operacional (2016-2018), a Generali alcançou um índice combinado de P&C de 92,8% e uma margem de novos negócios em seguro de Vida de 39,2% em 2017. A Generali também lançou uma estratégia concentrada em gestão de ativos em 2017, com 487 bilhões de euros em ativos sob gestão.
“A Generali vai continuar focando na geração e gestão de capital para financiar oportunidades de crescimento em mercados estratégicos e impulsionar a inovação e transformação digital em todos os lugares que operamos”, disse em nota o executivo-chefe da companhia, Philippe Donnet. Em entrevista para o Financial Times, ele afirmou que a Generali já já reservou 4 bilhões de euros para impulsionar o crescimento, tanto organicamente quanto por meio de aquisições.
A estratégia Generali 2021 está centrada em torno de quatro principais temas:
• Os mercados de seguros europeus continuarão atraentes. A alta acumulação de recursos privados apoiará a venda de produtos de Vida e Gestão de Ativos, enquanto as tendências demográficas e a redução nos gastos públicos impulsionarão o desenvolvimento de serviços de aposentadoria, saúde e bem-estar.
• Os mercados de Varejo e PME estão impulsionando o crescimento rentável. Os clientes de varejo desempenharão um papel fundamental nos negócios de seguros futuros, ao passo que o segmento de pequenas e médias empresas é uma oportunidade essencial nos mercados centrais, como a Itália e a Alemanha.
• Uma oferta integrada de Seguros e Gestão de Ativos é fundamental para os clientes em todo o mundo. Os clientes estão buscando produtos integrados de Vida e Gestão de Ativos para proteger e aumentar seus ativos, à medida que mudanças macro e demográficas estão aumentando a demanda por soluções inovadoras de P&C e Saúde. Essa integração reflete a mudança do foco de “produtos” para “clientes” e de “proteção e indenização” para “prevenção e manutenção”.
• Distribuição física fortalecida e não substituída por plataformas digitais. As redes de distribuição física continuarão sendo uma vantagem competitiva no setor, uma vez que são cada vez mais habilitadas por ferramentas digitais, o que permitirá maior satisfação do cliente, produtividade e eficiências.
“Essa visão estratégica clara e diferenciada nos fortalece para consolidarmos a liderança na Europa em clientes de varejo e de pequenas e médias empresas, expandir operações em mercados de alto potencial e desenvolver uma plataforma global de gestão de ativos”, disse CEO do Grupo Generali Philippe Donnet. Ao mesmo tempo, a Generali continuará se concentrando em gerar e gerenciar capital para financiar oportunidades de crescimento em mercados-chave e impulsionar a inovação e a transformação digital onde quer que operemos. Graças a este conjunto de ações, a Generali alcançará entre 6 e 8% de crescimento médio anual de lucro por ação ao longo do horizonte do plano.
Como parte do Generali 2021, o grupo está empenhado em entregar lucro crescente por ação, com uma meta de taxa de crescimento anual composta de 6% a 8% para o período 2018-21. Haverá uma série de fatores positivos para essa meta, incluindo maior rentabilidade principal dos negócios de seguros e gestão de ativos da Generali, maior eficiência com uma meta adicional de redução de despesas de 200 milhões de euros em mercados maduros até 2021, gerenciamento ativo de despesas de juros e redistribuição de capital para apoiar iniciativas de crescimento rentável.
A Generali também está empenhada em entregar retornos mais altos aos acionistas por meio de um dividendo sustentável e crescente, apoiado por uma meta de remuneração de 55% a 65% durante o período do plano. A rentabilidade atraente será entregue através de um retorno médio das ações pretendido de mais de 11,5%.
R$ 250 bilhões em investimentos em infraestrutura. Essa é somente uma primeira cifra que a equipe de transição do governo de Jair Bolsonaro projeta para dar vazão aos projetos de infraestrutura necessários para colocar o Brasil em um patamar considerado ainda mediano até o final do governo, em 2022. Um estudo elaborado pelo Fórum Econômico Mundial a partir da análise de dados de 137 países colocou o Brasil em 73o lugar no ranking global de qualidade de infraestrutura. “Precisamos mudar isso com bons projetos e segurança jurídica”, citou o professor da Universidade de Brasília Paulo César Coutinho, diretor do Centro de Estudos de Regulação de Mercados (Cerme), que participa da elaboração do plano para infraestrutura de Jair Bolsonaro, coordenado pelo general Oswaldo Ferreira.
Ele foi um dos mais de 150 executivos que participaram do Seminário de Infraestrtura promovido pelo BTG Pactual, JLT e Nelson Wilians Advogados. A pauta do encontro tinha um objetivo certo: destravar os investimentos privados para projetos de infraestrutura. “Dinheiro há de sobra. Faltam bons projetos, segurança jurídica, acelerar licenciamentos ambientais, simplificar regulamentações entre outras iniciativas”, disse ele ao blog Sonho Seguro.
Ricardo Amorim: Se o cenário externo não degringolar antes da equipe econômica ter lidado com tudo isso, o Brasil terá um ambiente macroeconômico positivo e que ajudará muito na tomada de decisão dos investidores”
Todos os participantes se mostraram animados com o novo governo que sinaliza intenção de resolver boa parte dos gargalos de infraestrutura. “Se isso realmente acontecer, o efeito sobre a taxa de investimento da economia será comemorado”, citou Ricardo Amorim, durante sua palestra sobre o cenário político na América Latina. “Se o cenário externo não degringolar antes da equipe econômica ter lidado com tudo isso, o Brasil terá um ambiente macroeconômico positivo e que ajudará muito na tomada de decisão dos investidores”, comentou.
O ministro Nelson Jobim também mostrou otimismo com o Brasil conseguir vencer os desafios e avançar nas reformas que são necessárias, como a da Previdência e a Fiscal. “Mas precisamos esperar a posse não só do presidente em 1o. de janeiro, como também do líder do Senado e do Congresso para ver como fica”, alertou. “Montar bons projetos exige lucidez e pensar com certa frieza. Temos de deixar passar as duas manifestações típicas de uma eleição: a euforia dos vitoriosos e as catarses dos derrotados. Depois disso se começa a criar formas de entendimento. Afinal, a democracia é uma forma de bom senso”, disse ele aos participantes.
Jobim: “Temos de deixar passar as duas manifestações típicas de uma eleição: a euforia dos vitoriosos e as catarses dos derrotados”
Se tudo caminhar como todos desejam, sem solavancos externos, com união de todos para tirar o Brasil da crise, independente de egos políticos e com parlamentares trabalhando para o Brasil, a aposta é que o capital será farto para a maior economia da América Latina. “Investidores do mundo todo têm apetite pelo Brasil. Novos instrumentos financeiros para a captação de recursos no exterior devem ser lançados se o mercado estiver a favor. A tarefa do novo governo é enorme e depende de todos, principalmente de bons projetos e de segurança jurídica”, reforçou Roberto Sallouti, CEO e membro do Conselho de Administração do BTG Pactual.
Os estudos sobre infraestrutura abrangem as mais diversas áreas, incluindo ferrovias, rodovias, portos, aeroportos, saneamento e petróleo e gás. A equipe de transição de Bolsonaro tem sinalizado que dará continuidade aos projetos do PPI do governo Michel Temer. Estão previstos leilões de 12 aeroportos, de quatro terminais portuários e lotes na área de óleo e gás. No total, 17 editais devem ser publicados ainda este ano, com previsão de leilão para os primeiros dias do governo Bolsonaro. Até o final de 2018, estão marcados leilões de 18 linhas de transmissão, de um terminal portuário e da Loteria Instantânea Exclusiva (Lotex), lista a Agência Brasil.
Além de concordar que o Brasil precisa investir muito mais em infraestrutura, algo como pelo menos 5% do PIB ao ano, também é consenso que é preciso estruturar bons projetos. “Precisamos alimentar o diálogo para superar o cenário de insegurança e sermos capazes de elaborar bons Project Finance e boas estrutura financeiras corporativas”, acrescentou o advogado Marcos Pessanha, da Wilians.
Alvaro Eyler, CEO da JLT Seguros, também revelou o otimismo do grupo com a mudança de governo. “Os investimentos em infraestrutura vão movimentar muito o setor de seguros. Somos o maior broker para infraestrutura no mundo e como grandes obras precisam de soluções inovadoras estamos aqui para nos colocar a disposição para ajudar a todos a mitigar riscos”, disse.
Dito isso, Tatiana Moura, executiva de riscos da corretora JLT, citou o leque de produtos que o mercado segurador tem a oferecer, que vão desde a cobertura de responsabilidade civil para a emissão de debêntures para captar recursos para os projetos até riscos de engenharia que mitigam os riscos do empreendimento já em funcionamento. “Produtos no mercado de seguros não faltam. Há muita oferta e capacidade. O que é precisamos é discutir qual o risco que cada parte envolvida vai assumir, pois as seguradoras não aceitam 100% do risco”, frisou ela em sua apresentação.
Ela contou que trabalha há 22 anos no setor e é uma grande entusiasta de projetos de infraestrutura. “O mercado mudou muito. Antes tínhamos grandes empreendedores, sócios de uma Sociedade de Propósito Específico (SPE) e também participantes de um consórcio construtor que queria construir os próprios projetos. Isso tornava a análise dos projetos mais fáceis. Tínhamos ativos e balanços para respaldo do projeto. Deixamos de falar de Project finance para falar de Corporate Finance. Isso facilitava a vida de todos, inclusive das seguradoras”, ressaltou.
Tatiana Moura, da JLT: “Temos no mercado segurador apetite para uma parcela do risco. Não para 100% como querem bancos de fomento. É preciso alocar o risco para cada stake holders”
No entanto, pós Lava Jato, com a falência de grandes grupos, principalmente no segmento de construção, a situação se complicou. “Temos hoje quatro grandes tipos de empreendedores entrando nos projetos”, citou. Empreendedor que é especialista do mercado e com a crise identificou projetos que queria desenvolver. Este empreendedor chega sem balanço forte e sem ativos. O segundo já existia e são os “private equity”, que apostam em portfolios no Brasil. O terceiro grupo de empreendedores é formado por empresas estrangeiras, como chineses, indianos entre outros, que são gigantes lá fora, mas aqui não. O último tipo de empreender que já existia mas agora aparece mais são empresas interessadas em investir para melhorar a própria produção, principalmente do setor agrícola.
“O desafio é: como estruturar projetos se não tenho um grande balanço por trás. Tenho um banco que analisa a taxa de retorno do project finance, seguradoras que sabem avaliar capacidade de perfomar e de construir, e empreendedores que querem que o negócio dê certo, mas não querem tomar 100% do risco. Esse é o brilhantismos do project finance, que depende do fluxo de caixa do projeto. Mapear e alocar o risco para que todos tenham a sua parcela”, afirmou.
Tatiana acrescentou: “Temos no mercado segurador apetite para uma parcela do risco. Não para 100% como querem bancos de fomento. É preciso alocar o risco para cada stake holders e assim construir um programa de seguros essencial para mitigar riscos de projetos. Empreendedores tem de tomar decisões vitais na estruturação dos projetos, com uma análise do projeto básico condizente com a análise do projeto executivo. Temos de achar um equilíbrio entre o partilhamento de risco, se não o Brasil não vai desenvolver bons projetos”, sentenciou a executiva.
A mensagem que ficou do evento é simples: o futuro do Brasil depende do empenho de todos em assumir responsabilidades e riscos dentro de uma agenda pautada por compliance e governança colocada em prática no dia a dia. Feito isso, o país do futuro passa a ser uma realidade com benefícios financeiros e sociais para toda a nação.
A SulAmérica comemora o crescimento acima do setor nos planos de previdência quanto para os seguros de vida, de acodo com dados consolidados até setembro da Superintendência de Seguros Privados (Susep). De forma geral, os produtos de vida da companhia cresceram 14% em vendas ante 9% do mercado. No seguro de vida coletivo o crescimento foi de 8,5% contra 4,5%; já no seguro de vida individual foi 16,8% frente aos 7,3% apresentados pelo setor. No segmento de seguro viagem, o desempenho da SulAmérica foi ainda mais expressivo: 108,7% de crescimento ante 3,6% do mercado.
“Esse efeito é fruto de todo investimento que fazemos para desenvolver novas coberturas, como o DIT (diária por incapacidade temporária), e ferramentas para facilitar a administração dos planos. O VidaWeb é um exemplo, pois permite ao cliente ou corretor de plano coletivo realizar consulta, movimentações, acompanhar emissões de faturamento de forma muito mais simples e eficaz”, declara o Diretor de Vida e Previdência da SulAmérica, Fabiano Lima.
Os fundos de previdência também se destacaram. O volume de reservas de PGBL e VGBL da seguradora subiu 13,6%, enquanto a média de mercado foi de 10,5%. E em termos de captação, a SulAmérica cresceu 14,2%, em um período difícil para o setor, que teve redução de 8,8%. “Dados assim reforçam nossa estratégia de diversificação de investimentos e venda consultiva, levando a melhor solução para cada família”, afirma Fabiano.
A Tokio Marine informou que ampliou a oferta do Auto Popular para todo o território nacional. O produto é mais uma alternativa que poderá ser oferecida pelos Parceiros de Negócios para aumentar suas carteiras de Clientes. Lançado há apenas dois anos pela Seguradora, o Auto Popular é voltado para veículos de passeio, utilitários de carga e caminhões com mais de cinco anos e pode ficar até 50% mais barato que seguros tradicionais.
“Buscamos oferecer mais uma opção de proteção para os milhões de carros que não têm seguro no Brasil. No primeiro ano de comercialização do Auto Popular, por exemplo, 70% das vendas foram de seguros novos, ou seja, Clientes que antes não haviam tido a oportunidade de adquirir um seguro para seus veículos. Isso reforça nossa crença de que a modalidade permite a difusão da cultura de Seguro no País”, afirma Luiz Padial, Diretor de Automóvel da Tokio Marine. O executivo reforça, ainda, que quando o seguro foi lançado, ele era oferecido apenas em duas cidades. Em menos de dois anos, a Tokio Marine já conseguiu ampliar a oferta para todo o Brasil, e as expectativas são de bons resultados com essa expansão.
Com foco em veículos com mais de cinco anos, o Tokio Marine Auto Popular inclui cobertura de colisão e incêndio, para danos totais ou parciais, e assistência 24 horas completa. O diferencial desse produto é a possibilidade de reparos com peças novas compatíveis para itens que não sejam de segurança, o que viabiliza um preço significativamente mais competitivo. Para o caso de inexistência de uma peça nova compatível, o conserto será feito com a mesma peça utilizada no seguro tradicional, assim como é feito com os itens de segurança. “Outro ponto importante é que, apesar de a circular permitir o conserto com peças usadas, a Tokio Marine optou em não as utilizar”, reitera Padial.
Novo Guia permite a comparação de rede hospitalar e de preços entre planos
Quem nunca ficou em dúvida sobre qual o plano de saúde mais adequado às suas necessidades? Para ajudar o consumidor nessa escolha, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) está atualizando o Guia ANS de Planos de Saúde. A ferramenta passa a permitir a comparação entre planos e exibe informações importantes para orientar a decisão do consumidor, como a rede hospitalar credenciada de cada produto e o preço máximo que a operadora poderá cobrar pelo plano médico-hospitalar.
Acesse o Guia ANS de Planos de Saúde
A ferramenta auxiliará o consumidor que estiver interessado em contratar um plano de saúde e é voltada também ao já beneficiário do setor que deseje realizar portabilidade de carências. Cada consulta terá prazo de validade de 5 dias e passará a gerar um número de protocolo que poderá ser acessado pelo consumidor através do próprio Guia ANS, trazendo todas as informações do plano escolhido.
“O processo de atualização do Guia ANS está em maturação há um tempo na Agência para que o formato final atendesse, ao máximo, às necessidades do consumidor. Acreditamos que essa nova ferramenta vai contribuir muito para subsidiar a escolha do cidadão, pelo acesso intuitivo e fácil navegação, além de trazer mais transparência para o mercado de planos de saúde. É uma proposta que acompanha os valores da ANS e incentiva o dinamismo do setor”, afirma Rogério Scarabel, diretor de Normas e Habilitação dos Produtos da ANS.
Para ajudar o usuário a navegar no Guia ANS de Planos de Saúde e fazer corretamente as buscas, a ANS preparou dois tutoriais, disponíveis em seu canal do YouTube. Acesse o tutorial para Pesquisa de Planos de Saúde e o tutorial para Portabilidade de Carências. A primeira versão do Guia ANS foi disponibilizada para os consumidores em 2009, dando agora lugar à nova ferramenta.
Não é contratação
É importante que o consumidor saiba que a ferramenta disponibiliza uma consulta aos planos existentes para contratação, mas que a contratação do plano de saúde não é mediada pela ANS. Para fazer a contratação ou a portabilidade de carências, é necessário que o consumidor busque diretamente a operadora ou a administradora de benefícios do plano selecionado. É possível imprimir o resultado das buscas do Guia ANS através da própria ferramenta, para facilitar na hora da contratação, ou receber a consulta por e-mail. O acesso também ficará disponível no próprio Guia ANS, mediante apresentação de CPF e data de nascimento.
Atenção aos planos coletivos
É importante lembrar que somente pode contratar um plano de saúde coletivo por adesão quem tiver vínculo com associação profissional, classista ou setorial. Já os planos coletivos empresariais só podem ser contratados por representantes de empresas ou empresários individuais.
Avaliação das operadoras
Outra novidade do Guia ANS é a disponibilização de informações sobre o desempenho das operadoras em indicadores de qualificação, como o IDSS e o Monitoramento da Garantia de Atendimento. O consumidor também pode ver na ferramenta caso a operadora esteja em algum regime especial (direção técnica ou fiscal).
Você acha que o IRB Brasil RE deve ser incluído na lista de privaticações? Segundo fontes do mercado financeiro presentes em seminário sobre infraestrutura promovido pelo BTG Pactual, JLT e Nelson Wilians Advogados, essa é a questão que o o fundador e presidente do conselho de administração da locadora de veículos Localiza, Salim Mattar, tem feito aos executivos desde que aceitou a assumir a Secretaria-Geral de Desestatização e Desimobilização, que fará parte do Ministério da Economia no governo do presidente eleito Jair Bolsonaro.
Mattar chefiará o órgão responsável pelas privatizações que serão feitas na gestão de Bolsonaro, que tomará posse em 1º de janeiro. Não há uma resposta comum, segundo fontes que pediram anonimato. Os acionistas do IRB são BB Seguros Participações (15,2%); Bradesco Seguros (15,2%); governo brasileiro (11,7%); Itaú Seguros (11,1%); e Fundos de Investimentos em Participações Barcelona (7,4%).
O governo tem a golden share do IRB, maior ressegurador do Brasil. Para uns, manter o controle do IRB traz beneficio para o governo. Tanto do ponto de vista da rentabilidade paga, como acreditam ser importante para apoiar os projetos de infraestrutura que devem vir nos próximos anos, com investimentos estimados em R$ 250 bilhões até 2022.
Já outras fontes afirmam não ser estratégico que um país tenha participação acionária num ressegurador. “Sair agora pode ser interessante, num momento em que o mercado de capitais precifica a ação do IRB positivamente. O ressegurador terá um grande desafio, num horizonte de longo prazo, de manter as métricas de retorno nos níveis reportados atualmente”, citou um dos presentes.
O IRB tem sido citado como a ação preferida dos analistas financeiros. Somente em novembro, cinco deles recomendaram a compra do papel. Nos nove meses de 2018, o lucro líquido apresentou uma expansão de 25,1% em relação a 2017, passando de R$ 675,9 milhões para R$ 845,9 milhões em 2018. O ROAE de 31% expandiu cerca de 5 pontos percentuais sobre 2017, de 26%. Esse resultado reflete o crescimento do resultado operacional mais que compensando a redução do resultado financeiro nos períodos, em função da queda da taxa Selic.
Procurado, o IRB preferiu não se pronunciar.
Em reunião realizada ontem na Apimec, o vice-presidente financeiro e de relações com investidores da resseguradora, Fernando Passos, afirmou que as projeções para o novo governo trarão um crescimento significativo para o mercado ressegurador. Além da expectativa quanto ao andamento dos projetos de infraestrutura, a possibilidade de privatizações e outros projetos estão no radar do segmento. Além das expectativas voltadas para a possibilidade de privatizações, retomada de obras de infraestrutura e de leilões de postos de petróleo, a companhia também aposta em Proagro e VGBL, informou o DCI na edição desta terça-feira.
O executivo ressaltou ainda os leilões de blocos para exploração de petróleo como um catalisador para os negócios no setor de óleo e gás. “Já se fala em R$ 100 bilhões de outorga, o que seria suficiente para provocar um salto no número de seguros para garantir licitações”, disse ele, segundo informou o Valor. Passos citou ainda o programa de possíveis privatizações que pode ser levado a cabo pelo novo governo. “Se for concretizado, para resseguradores é bastante animador, porque boa parte das empresas públicas ou não compram ou compram seguros em volume inferior aos pares privados”, afirmou.
Foto: da esquerda para direita: Carlos Magnarelli, Patricia Chacon, Luis Rasquilha, Marcos Machini
Enquanto muitos ainda discutem o que fazer para crescer, a Liberty Seguros colhe os benefícios dos investimentos em inovação que se tornaram mais intensos nos últimos três anos. “Inovar vai muito além do investimento financeiro. É mudar todo dia. Contabilizamos cerca de 40 mil processos operacionais alterados dentro da companhia no último ano, fruto de ideias de funcionários e de parceiros que nos chegam todo dia”, contou o CEO Carlos Magnarelli no evento Next 5, nome do estudo de tendências realizado pela seguradora em parceria Inova Consulting para mapear as mudanças de comportamento de consumidores pelos próximos 5 anos e usado para desenvolver produtos e serviços.
Dividido em quatro grandes temas – “Sociedade fluida”, “Tecnologia a serviço das pessoas”, “Ter ou experimentar”, e “Sustentabilidade humana” – o Estudo Next5 aborda assuntos como flexibilização, novos formatos de famílias, big data, cultura de personalização e plataformas, sempre ressaltando a relação e a importância de cada um deles para o setor de seguros (veja um resumo no final deste texto). “A capacidade de entender a mudança e ajustar-se a ela em termos de liderança, portfólio e ações a adotar, estão na pauta das empresas que querem sobreviver em tempos conturbados. Acredito que um terço dos corretores já entendeu que a mudança é urgente; um terço já está no caminho; e um terço não acredita nas mudanças e vai se perder no caminho”, diz o autor do estudo, Luis Rasquilha, ao blog Sonho Seguro.
Magnarelli: O corretor é nosso único canal de vendas. Temos muito trabalho pela frente para conquistarmos milhares de consumidores que estão fora do mercado
Cerca de 150 corretores ouviram atentos a apresentação sobre as tendências de consumo para os próximos anos e o que a Liberty tem feito para garantir a melhoria contínua para que eles e seus clientes tenham uma experiência diferenciada com a seguradora. “Tudo está mudando muito rápido e temos de acompanhar essas tendências para ampliarmos nossos negócios”, disse o corretor Ednir Fornazzari, responsável pelo Clube dos Corretores de Seguros de Osasco e Região. “Fico mais aliviado, pois a Minuto Seguros possui diversos dos atributos necessários para a 4a. onda”, acrescentou o CEO da corretora, Marcelo Blay.
Antes das tendências, Magnarelli apresentou os resultados consolidados nos primeiros nove meses deste ano. O grupo apresentou crescimento nas vendas em todas as linhas de negócios acima da média do mercado. Também exibe lucratividade em ascensão. De janeiro a setembro deste ano, a Liberty registrou vendas de R$ 2,6 bilhões, crescimento de 16,3%, enquanto o mercado decresceu 0,2%. Considerando-se auto, a maior carteira da companhia, o avanço foi de 13,7%, com prêmios de R$ 2,1 bilhões, enquanto o segmento avançou apenas 3,8%. O lucro líquido até setembro chegou a R$ 156 milhões. O Índice Combinado, relação entre receitas e despesas, situou-se em 95%. O ROE chegou a 15%, segundo dados da Susep analisados pela consultoria Siscorp.
“Os números mostram que estamos no caminho certo. O corretor é nosso único canal de vendas. Temos muito trabalho pela frente para conquistarmos milhares de consumidores que estão fora do mercado”, acrescentou Magnarelli. Um dos pilares do crescimento do seguro de carro neste ano é a nova marca Aliro, que surgiu dos debates realizados com corretores sobre como atender melhor seus clientes. A marca traz uma precificação mais assertiva, o que permite oferecer produtos mais flexíveis e customizados conforme o comportamento de cada segurado.
“Em novembro, o Aliro completa um ano. Cerca de 48% dos clientes que compraram esse seguro de auto mais “fit” nunca fizeram seguro antes. Ou seja, estamos atingindo um público novo, que pode nos ajudar a avançar na estagnada, há décadas, estatística de 30% da frota seguradora”, contou Marcos Machini, vice-presidente comercial da Liberty. Ele também destacou a independência do corretor. “Trazemos inovações e muitos profissionais pensam: estão repassando o trabalho para nós. E não é isso. A tecnologia e os novos meios de comunicação permitem que os corretores tenham liberdade de executar as coisas sem ter de ligar ou esperar por um atendimento da seguradora. Isso traz agilidade para todos”.
Machini: “Em um dia vendemos o equivalente a um mês com a estratégia do Life Day
Segundo Machini, ações como o “Life Day“, em que o corretor recebe uma lista dos potenciais clientes de auto com perfil para comprar seguro de vida, tem dado muito certo. “Em um dia vendemos o equivalente a um mês com essa estratégia. Juntos podemos crescer mais e mais nos próximos anos, pois estamos conectados com as tendências do futuro, que dividimos com vocês no estudo Next”, disse ele.
Patricia Chacon, diretora de marketing e estratégia, detalhou outras ações inovadoras que ajudam a companhia a se destacar no mercado segurador brasileiro, desde novos produtos até ações que visam uma sociedade mais justa e equilibrada. “Quando falamos de inovação estamos falando de pessoas que pensam em trazer novidades para as pessoas a sua volta. Estudos mostram que equipes que têm diversas opiniões são mais produtivas do que equipes homogêneas”, disse ela citando.
Um dos destaques é o Projeto Isso Tem Valor, dedicado a desenvolvimento da responsabilidade social. Com a iniciativa, a seguradora promove, dentro e fora da empresa, ações sociais para compartilhar seus valores com a sociedade. O projeto está dividido em três pilares: Educação e Empreendedorismo, Boas Práticas e Preservação e Conscientização em Seguros. Cerca de 44 instituições já foram beneficiadas, com programas como o Ensino Profissional, com apoio ao CEAP, Centro Educacional Assistencial Profissionalizante, que contribui com o futuro dos jovens da comunidade de Pedreira/Cidade Ademar, em São Paulo, oferecendo cursos técnicos profissionalizantes. Mulheres Seguras é um outro programa, que oferece cursos e treinamentos para dar poder ao público feminino na realização de seus sonhos.
Patricia: Estudos mostram que a equipes formadas por diversas opiniões e que respeitam a diversidade são mais produtivas do que equipes homogêneas
Outras ações envolvem desde o treinamento dos corretores em redes sociais como o programa Meu Marketing para ensinar corretores a usaram toda a potencialidade das redes sociais como Facebook e LinkedIn, até a criação de produtos diferenciados para aumentar a receita do corretor e reduzir a burocracia para o cliente.
Boa parte das ideias citadas surgiu com o Programa Acelera Minha Ideia, lançado em 2015, que dá suporte ao funcionário para promover a integração, desenvolver e reconhecer ideias inovadoras para a empresa. Em 2017, o desafio teve como tema “Como tornar a Liberty Seguros a primeira escolha dos Corretores, Segurados e/ou Funcionários?”. A ideia vencedora começou a ser prototipada no início de 2018 e já está em fase de testes.
Em 2017, o grupo lançou o Laboratório de Inovação, conhecido como NAVE. Além disso, a Liberty Seguros aposta no movimento de inovação aberta, intitulado Liberty Open Colab, que visa potencializar e ampliar a capacidade interna de inovação, através da abertura a startups e instituições de ensino que trazem uma injeção de agilidade, tecnologia e conhecimento ao dia a dia.
Patricia também destacou como o uso da Internet das Coisas, por exemplo, resulta em um aumento da eficiência dos processos internos e está cada vez mais presente em pontos de contato com parceiros e clientes, como no caso do Direção em Conta, lançado em 2015. Após analisar a forma que os condutores dirigem, permite à Liberty oferecer uma precificação justa, além de incentivar a direção segura. Outro exemplo é a LIA, novo chatbot da Liberty Seguros em parceria com a Mondial, que oferece serviços de assistência 24 horas, como abertura de solicitação de guincho, solicitação de conserto no local do sinistro, envio de localização via chat e retorno do atendimento por telefone em caso de perda de conexão.
“A mudança de mindset e a construção da cultura de inovação dentro da companhia são fruto de um trabalho de longo prazo”, ressaltam os executivos da Liberty. “A Liberty Seguros acredita que, ao longo dos anos, como fortalecimento dessa cultura dentro da empresa e o desenvolvimento de iniciativas e soluções voltadas para a inovação, as barreiras ficarão cada vez menores”, finaliza Carlos Magnarelli.
Quatro tendências destacadas pela Liberty Seguros:
Novos empreendedores – Motivada em parte pela crise econômica, a nova geração de trabalhadores tem buscado trabalhos mais flexíveis, diferentes das carreiras tradicionais. Muitos desses jovens, que não se identificam com a visão de nenhuma grande empresa, criam suas próprias startups. É um desafio para o corretor e para as seguradoras se comunicar com esse público, que cada vez mais demanda diferentes tipos de proteção para seus bens e suas experiências.
Pets sim, filhos não – Com mais pessoas priorizando carreira e atrasando, ou até mesmo deixando de lado, a escolha de ter filhos, os pets se tornaram membros da família. Esse movimento de humanização do animal representa uma grande oportunidade para o mercado de seguros, seja por meio de produtos exclusivos para pets, seja pelos serviços atrelados, como a Assistência Pet da Liberty.
Conectividade – Desde pedir comida, até acessar o saldo da conta bancária, a internet e os aplicativos de celular são a resposta para muitos problemas do nosso cotidiano. Com tantos serviços digitais sob demanda e com resposta rápida, os consumidores passam a exigir a mesma lógica dos seguros. Aplicações com tecnologias que facilitem a vida das pessoas, ajudem na prevenção e tornem o seguro mais que um serviço, uma experiência, podem ser o principal motivo para o cliente escolher determinada marca em vez de seu concorrente daqui pra frente.
Carros semi-autônomos – Parece que estamos falando de um futuro muito distante, mas nem tanto: até 2020, 98% de todos os carros produzindo no mundo terão conexão com a internet. Carros de luxo hoje já dão alertas para motoristas cansados e freiam sozinhos, mudanças que transformam, aos poucos, os tipos de riscos dos veículos. Além disso, o processamento de dados trouxe aos seguros a oportunidade de analisar mais a fundo o perfil de cada cliente, o que transforma a precificação desses produtos, como Francisco Galiza mostrou aqui no Conexão Liberty. A Liberty já caminha nesse sentido com o Direção em Conta.
Na abertura do 44º Fórum Nacional de Juizados Especiais (Fonaje), a presidente da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), Solange Beatriz Palheiro Mendes, participou, nesta quarta-feira (21), do primeiro painel ‘Judicialização da Saúde no Brasil’. Solange Beatriz dividiu a mesa – presidida por Alexandre Chini, juiz auxiliar do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) – com o professor Nelson Nery Júnior. O evento é uma realização do Instituto Justiça e Cidadania, em parceria com o Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ).
“Falar de saúde é bem complexo. Os dilemas da saúde pública e privada são os mesmos, como a questão do financiamento dos serviços e do acesso aos procedimentos. A Saúde Suplementar enfrenta uma crise de sustentabilidade. O financiamento já vem sendo discutido há mais tempo, mas hoje estamos falando também sobre o modelo de assistência, muito voltado para o atendimento com especialistas. Hoje, sabemos que o que importa é a coordenação do cuidado, olhar o beneficiário de maneira holística, a partir do modelo de Atenção Primária à Saúde (APS). É necessária a mudança de modelo de assistência e já está na hora de vermos a saúde a partir de indicadores de resultados”, afirmou Solange Beatriz. A presidente da Federação apresentou aos presentes um panorama do setor de Saúde Suplementar e enumerou os itens mais judicializados: contratos antigos; reajustes anuais e por mudança de faixa etária; amplitudes e negativas de cobertura; rede prestadora de serviços; direitos de aposentados e demitidos; carência e reembolso.
“Informação e transparência são fundamentais. Nada melhor do que juntar as partes envolvidas para que cada um possa mostrar seus problemas e seus desafios. O Poder Judiciário é de acesso a toda a população brasileira. Os juizados especiais têm o desafio de tomar decisões. Quando há judicialização na saúde pública pessoas deixam de ser atendidas para que se possa custear o benefício de outras. Na saúde privada, a judicialização vira custos e todos acabam pagando mais caro. É a questão do interesse individual, que nem sempre está respaldado na legislação, versus o interesse coletivo”, explicou.
Além disso, a presidente ainda apontou uma certa incompreensão em relação ao que está previsto no Rol obrigatório de procedimentos, a necessidade de uma análise prévia sobre o custo-efetividade de novas tecnologias em comparação com as já utilizadas e menos onerosas, e defendeu o direto a uma segunda ou terceira opinião médica, além da constituição de juntas de profissionais para garantir sempre o melhor atendimento aos beneficiários de planos de saúde.
Solange Beatriz também apresentou sugestões para avanços no segmento: estudos prévios sobre o custo-efetividade de novas tecnologias em comparação com as já utilizadas e impacto para a coletividade. Segundo ela, devem ser avaliadas as consequências das decisões a longo prazo, de forma a contrabalançar os impactos coletivos e o respeito aos contratos e às cláusulas sobre abrangência de cobertura.
Durante o evento, o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Antonio Saldanha Palheiro defendeu a aplicação do ordenamento jurídico nas decisões judiciais, instrumento importante para a manutenção da segurança jurídica. Ele ressaltou que ao fazer deliberações conforme os seus valores, o juiz poderá cometer injustiça. O ministro lembrou que o ativismo judicial pode ser usado nas esferas progressista ou conservadora. Uma das objeções feitas ao ativismo judicial está no risco de politização do Judiciário. O Juizado Especial, disse ele, oferece um ordenamento próprio, resultado de decisões traçadas no entendimento consolidado entre os magistrados. Segundo o ministro, a atividade judiciária é a pacificação do conflito e a aplicação do ordenamento jurídico é a garantia da legalidade das relações sociais. Concluiu que “os fins não justificam os meios”.
O 44º Fonaje acontece entre os dias 21 e 23 de novembro com o tema ‘Judicialização das Relações Sociais’, com a presença de diversas autoridades. Nesta edição está sendo discutida a atuação das agências reguladoras na atividade econômica e na geração de demandas. O Ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Antonio Saldanha Palheiro fez a palestra de abertura sobre ‘A Intervenção Judicial nas Relações Sociais’. Na quinta-feira, dia 22, o Ministro do STJ Luis Felipe Salomão fará palestra sobre ‘A Matriz Constitucional dos Juizados Especiais – 30 anos de CRFB’ e, no dia 23, o Ministro Luiz Fux, vice-presidente do STJ, realizará a palestra de encerramento sobre ‘Os Juizados Especiais e a Análise Econômica do Direito’. As inscrições estão encerradas.
Marcelo Blay, CEO da Minuto Seguros e que tem mergulhado nos últimos anos nos temas inovação, startups, insurtechs e tudo relacionado as tendências do futuro, recomenda o livro “Organizações Exponenciais” de Ismail, Van Gess e Malone. “Trata-se de uma leitura importantíssima para quem quer entender como criar uma empresa ou adaptar uma existente, independente do porte, para sobreviver na revolução digital que estamos experimentando. Parafraseando Milton Nascimento e Beto Guedes, “nada será como antes”, diz ele ao blog Sonho Seguro.
Quem se interessar, o livro está disponível nas principais livrarias do país e também pode ser baixado na versão online. Custa cerca de R$ 40 em papel e R$ 30 na versão e-book. A resenha do livro destaca que nenhuma empresa poderá acompanhar o ritmo de crescimento definido pelas organizações exponenciais, se não estiverem dispostas a realizar algo radicalmente novo – uma nova visão da organização que seja tão tecnologicamente inteligente, adaptável e abrangente quanto o novo mundo em que vai operar – e, no final de tudo, transformar.
Os autores pesquisaram exaustivamente os padrões das empresas exponenciais mais importantes do mundo nos últimos seis anos, tais como Waze, Tesla, Airbnb, Uber, Xiaomi, Netflix, Valve, Google (Ventures), GitHub, Quirky e 60 outras empresas, tais como GE, Haier, Coca Cola, Amazon, Citibank e ING Bank e entrevistaram mais de 70 líderes globais e pensadores, para trazer uma nova e ampla visão sobre as tendências organizacionais e tecnológicas essenciais, que podem ser aplicadas nas startups, empresas de médio porte e nas grandes organizações.
A coluna Radar Online, da Veja.com, informa que a equipe de Paulo Guedes quer fundir a Susep e a Previc, criando um novo órgão fiscalizador para seguros e previdência privada. Segundo o texto, o nome que está na mesa para dirigi-lo é o de Cássio Cabral, um ex-diretor da Susep exonerado em novembro do ano passado. “Cabral é indicação de um antigo personagem do setor de seguros: Henrique Brandão, presidente do sindicato dos Corretores do Rio”, enfatiza a nota.
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