ARTIGO: Sustentabilidade, indústria de Seguros e o G20

Por Fabio Basilone*

Foi realizado em Bariloche, nos dias 25 e 26 de setembro passado, o I Fórum de Seguros integrando a agenda do G20. Esse primeiro encontro, incluído em tão importante evento de líderes mundiais, demonstra pelo menos dois pontos relevantes, quase paradoxais, que merecem a atenção dos profissionais da indústria de seguros.

O primeiro aspecto é a relevância reconhecida da indústria de seguros na macroeconomia mundial, por ser notadamente um suporte fundamental para o crescimento econômico sustentável. Projetado para proteger indivíduos, empresas, cidades ou responsabilidades federais, o mercado de seguros é a ponte para vincular eventos inesperados de perda ao desejado nível social de normalidade.

Como os Estados não têm recursos para indefinidamente proteger as economias dos acidentes possíveis, é importante criar um esforço contínuo que vise (1) a produção de informações sobre riscos para criar produtos específicos (2) o desenvolvimento de toda a estrutura legal e cultural para abraçar esses novos produtos e (3) a formação de parcerias entre os governos e o setor privado para consolidar todos os avanços.

Existem vários motivos pelos quais os Estados não podem absorver sozinhos os deveres que envolvem soluções econômicas para eventos seguráveis, tais como a falta de recursos disponíveis livres de compromissos com seus respectivos orçamentos, as economias informais e suas consequências como realidade para muitos países e ainda, a grande dificuldade para gerenciar todas as implicações de um programa de seguro sofisticado.

O fato é que os eventos não segurados que atingem a sociedade, decorrentes de catástrofes naturais, pandemias ou qualquer outro evento de grandes proporções, sempre se traduzirão em custos para os indivíduos por meio do gasto público.

Para exemplificar, no ano de 2017, cerca de apenas 20% dos USD320 bilhões de perdas econômicas causadas por catástrofes foram protegidos sob algum mecanismo de seguro. O saldo remanescente foi deixado para os governos e seus orçamentos já bastante pressionados. Tais prejuízos, de uma maneira ou de outra, terminarão como um peso extra no custo de vida do cidadão, especialmente para a camada mais pobre da sociedade.

Embora o setor de seguros e todos as suas particularidades esteja bem desenvolvido em todo o mundo, incluindo regulamentações, canais de distribuição e mecanismos financeiros, é no nível da sociedade que ele encontra o elo mais fraco. E é justo nesse local que a indústria passa por enormes frustrações quando e onde uma perda segurável atinge um segmento da sociedade que não estava suficientemente organizado para comprar a devida proteção necessária.

O segundo ponto a ser destacado é o porque de tão relevante alavanca de sustentabilidade só agora ter ganho notoriedade a ponto de encontrar espaço na agenda do G20?

A resposta a esse questionamento talvez responda também parte importante dos 80% de perdas não garantidas no ano de 2017. É necessário trabalhar para desenvolver uma cultura de sustentabilidade que se preocupe em levar para os mais diversos níveis na sociedade, incluindo a esfera pública, a percepção quanto ao risco e o seguro como uma solução.

*Engenheiro, tem especialização em Engenharia Econômica pela UFRJ e em Liderança de Inovação e Mudanças pela York St. J. University, CEO da área de Wholesale e Fundador da SOM.US Holdings América Latina, Fabio Basilone tem mais de 30 anos de experiência, passando pela fundação da Cooper Gay Swett & Crawford no Brasil e pelo corpo diretivo de Aon Benfield e Heath Lambert. Diretor do IBRACOR, atua para melhora do mercado segurador na América Latina e Acadêmico da Academia Nacional de Seguros e Previdência – ANSP.

IRB disputa a safra de renovação dos seguros marítimos

Começa neste mês e vai até fevereiro de 2019 a disputa pelos maiores contratos de seguros marítimos no Brasil e no mundo. E o IRB Brasil RE, maior ressegurador da América Latina, quer abocanhar uma boa fatia do mercado local. Esta é a primeira vez que um player doméstico entra para disputar um segmento dominado até então por players internacionais”, conta Flávio Hasenclever Borges, gerente de Riscos de Transportes, Marítimos e Aviação do IRB Brasil RE, que lançou neste ano um produto em parceria com a Mapfre Seguros.

Pouco se fala no Brasil de um seguro chamado P&I (Protection and Indemnity), mas quem atua no segmento tem sentido a pressão da concorrência mundial. Trata-se de um seguro muito especializado, que fornece cobertura a armadores, operadores e afretadores no que diz respeito às suas responsabilidades por perdas causadas a terceiros na operação comercial de embarcações. “O P&I é um seguro ofertado dentro do pacote de dois seguros essenciais para a proteção de embarcações. Por enquanto, o IRB terá como foco apenas a cobertura para armadores e operadores”, explica Flávio.

O segmento de riscos marítimos pode ser basicamente dividido em dois grandes grupos, um relacionado ao dano em si das embarcações e o segundo concernente à responsabilidade civil dos armadores. O maior deles é conhecido como “casco” e é ofertado aos armadores, com coberturas para perdas causadas ao casco do navio, no motor e no maquinário. E, por fim, o P&I, que garante os riscos de responsabilidade civil causados pelo navio, seja por colisão a outra embarcação, por danos provocados ao cais, docas, equipamentos ou instalações portuárias, poluição ambiental, danos às cargas transportadas entre outras perdas causadas a terceiros.

A novidade no Brasil é que o seguro P&I, disponibilizado até o ano passado apenas por players estrangeiros, conta agora com uma oferta local. Em janeiro deste ano, a Mapfre Seguros e o IRB Brasil RE fecharam uma parceria para viabilizar a oferta de uma apólice com clausulados desenhados sob medida para clientes brasileiros, obedecendo a todas as peculiaridades do produto no mercado mundial.

“O produto da Mapfre Seguros com resseguro do IRB Brasil RE garante os riscos de responsabilidade civil dos armadores causados pelo navio, seja por colisão, danos às cargas transportadas, poluição ambiental, remoção de destroços, lesão corporal da tripulação ou passageiros, entre outros”, explica Roberta Musolino, da Mapfre. A apólice local contempla embarcações de navegação marítima ou interior e oferece um limite de cobertura de até US$ 500 milhões.

Esta é a primeira vez que um player doméstico entra para disputar um segmento dominado até então por players internacionais”, conta Flávio Hasenclever Borges

No exterior, há duas formas de contratação do seguro P&I. A primeira se dá por meio das seguradoras, com valores fixos, ou por meio dos clubes de P&I, que surgiram em meados do século XIX com o objetivo de complementar a apólice comercial do casco do navio.

No Brasil, o produto é comercializado de forma similar ao mercado de prêmio fixo. Em geral, as grandes frotas brasileiras contratam o produto no exterior usando esses clubes. E quando ocorre um sinistro de um navio coberto pelo P&I, as indenizações são rateadas entre todos os membros do clube.

Atualmente, há aproximadamente 4,5 mil embarcações comerciais operando no Brasil, segundo a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), e muitas delas não contratam esse seguro por desconhecimento ou falta de acesso, comenta Flávio Hasenclever do IRB. Acidentes com navios são mais comuns do que se imagina, mas poucos espaços têm na mídia. Em todo o mundo, as perdas totais de remessas totalizaram 94 (acidentes) em 2017, abaixo das 98 em 2016, segundo o estudo “Safety and Shipping Review”, divulgado neste ano. Entre as perdas nas cargas transportadas por navios, as mais conhecidas são por catástrofes naturais, colisão, encalhe, incêndio e ataques de piratas.

Um dos piores acidentes registrados neste ano foi em abril, quando o porta-contêineres MSC Daniela (foto), um dos maiores navio de cargas do mundo, com capacidade para 14 mil contêineres, pegou fogo. A embarcação seguia para Cingapura, quando as chamas iluminaram o oceano Índico a 33 milhas marítimas do porto de Colombo, no Sri Lanka. O navio transportava cargas diversas, inclusive perigosas e o combate ao incêndio durou mais de dez dias.

Flávio cita uma curiosidade em relação a este seguro. Historicamente, o ano dos Clubes de P&I começa no dia 20 de fevereiro ao meio dia (horário de Greenwich/ Inglaterra). Este é o dia em que os portos do mar Báltico reabrem após o gelo do inverno, viabilizando o comércio entre os navios mercantes.

Para mais informações sobre o produto, a Inter Risks Services desenvolveu o portal https://www.pandi-brasil.com.br, que tem como principal missão difundir o seguro de P&I no Brasil, expandir a conscientização sobre os riscos inerentes à operação de embarcações em suas mais diversas atividades e atuar como um espaço de troca de experiência no gerenciamento de riscos entre os diversos agentes envolvidos no transporte aquaviário.

MetLife anuncia novo gerente para Paraná e interior de Santa Catarina

Leandro Medeiros é o novo gerente comercial da Metlife para Curitiba, Londrina, Blumenau e Joinville, nos estados do Paraná e Santa Catarina. Formado em Publicidade e Propaganda, Medeiros atua no mercado segurador desde 2002 e responderá diretamente a João Levandowski, diretor responsável pela região Sul do país, na companhia desde 2004. Medeiros terá entre seus principais objetivos estar ainda mais próximo dos corretores parceiros para incrementar os resultados da companhia na região e atrair novas parcerias comercias para produtos individuais e para o mercado de PME. Antes de se juntar ao time da MetLife, Leandro Medeiros acumulou passagens por Bradesco, Zurich, Odontoprev e Icatu, onde ocupou o cargo de superintendente regional.

Generali Brasil anuncia patrocínio ao Museu Nacional de Belas Artes

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A Generali Brasil Seguros, subsidiária do Grupo Generali, firmou acordo de apoio à cultura com a Associação de Amigos do Belas Artes (ABA) a partir de outubro deste ano. Esta parceria faz parte do planejamento do grupo em contribuir no investimento ao Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro.

Fernando Kalache, presidente da ABA, comemora a parceria. “A Associação de Amigos precisa de iniciativas como a da Generali para poder continuar apoiando as ações e missões do Museu Nacional de Belas Artes”, ressaltou.

Ajudar na proteção da arte e da história nesse país é, para nós, algo natural, diz Michelle

O edifício, projetado em 1908 para sediar a Escola Nacional de Belas artes, fica situado no centro histórico do Rio de Janeiro. Passou a integrar o Museu por um Decreto do presidente Getúlio Vargas em 1937. Hoje é a instituição que possui a maior e mais importante coleção de arte brasileira do século XIX, concentrando um acervo de setenta mil itens entre pinturas, desenhos, gravuras, esculturas, objetos, documentos e livros.

Para Mônica Xexeo, diretora do Museu, a iniciativa é um passo fundamental de valorização à cultura. “Estamos seguros de que esta parceria com a Generali permitirá abrir novas perspectivas para a arte, a memória e o patrimônio cultural brasileiro”, afirmou a diretora.

“Estamos felizes de poder patrocinar o Museu. Ajudar na proteção da arte e da história nesse país é, para nós e pelo Grupo Generali inteiro, algo natural e em linha com nossa missão de assegurar os momentos mais bonitos de nossos segurados, corretores e parceiros. Isso é ainda mais importante depois do terrível destino do Museu Natural do Rio”, destacou Michele Cherubini, Diretor de Estratégia e Novos Negócios da Generali Brasil.

Quais os riscos de comprar na black friday?

Três perguntas do blog Sonho Seguro para Marco Mendes, especialista em seguro para riscos cibernéticos da Aon Brasil, sobre a segurança cibernética em comprar na Black Friday.

Quais os riscos de comprar na black friday?

A Black Friday é uma data comercial muito esperada pelo consumidor e pelo varejo brasileiro. Para o consumidor, pois é sua chance de fazer determinadas aquisições numa condição comercial supostamente não encontrada em outra época do ano; já o varejista espera aumentar expressivamente o volume de saídas de seu estoque, ganhando em escalas, mas a verdade é que vendendo qualquer tipo de produto ou serviço Black Friday é uma oportunidade de alavancar as vendas.

Assim como nos EUA, a época é conhecida por conta das promoções e descontos oferecidos durante um curto período de tempo. Nessa época nota-se um aumento expressivo no número de acesso a sites e portais de compra, bem como na quantidade horas que as pessoas acabam ficando conectadas fazendo pesquisas e efetivamente compras em ecommerces.

Esse enorme fluxo de atividades na internet é um prato cheio para os cibercriminosos. O volume de informações disponibilizadas, a maior permanência na web, a necessidade da realização de cadastros online e de fornecer dados bancários em ambientes digitais, a falta de preparo de alguns sites e até mesmo o aspecto psicológico dos consumidores aumentam as oportunidades para os crimes cibernéticos.

Em eventos como a Black Friday, as informações dos consumidores ficam mais facilmente expostas e suscetíveis a crimes cibernéticos. Toda atenção é bem-vinda. Os consumidores devem dar preferências para lojas virtuais que tenham certificações de segurança, redobrar atenção com logins e senhas, evitar acessar equipamentos e redes públicas, além de tomar os cuidados ao abrir ou responder e-mails promocionais. Com a rápida evolução da tecnologia nos últimos anos é necessário ainda: prestar atenção em aplicativos fantasmas que supostamente facilitariam a comunicação entre empresa e consumidor, anúncios promocionais falsos em meio às ferramentas de navegação, plataformas de meios de pagamento frágeis e redes Esses são alguns exemplos de precauções aconselháveis para os consumidores pagarem, e receberem, apenas aquilo que adquiriram na Black Friday 2018. Numa data como essa, a paciência e a precaução são os maiores aliados dos consumidores, já o preparo e a segurança são os maiores aliados dos vendedores.

Como se proteger de eventuais hackers?

Quando se trata de Black Friday é importante que as empresas se unam e se comuniquem, revelem umas às outras as vulnerabilidades encontradas e os desafios superados, comunicação e interação mercadológica é fundamental para o desenvolvimento da resiliência corporativa. O mesmo vale para os consumidores, usar o poder das redes sociais com o propósito de alertar outros consumidores em prol do consumo seguro e consciente!

O risco cibernético deve ser considerado, desde sempre, por todas as áreas e níveis hierárquicos dos colaboradores das empresas, independentemente de seu porte ou área de atuação. O risco deve ser tratado com frequência e prioridade, se pensar em algo especificamente para um período especifico, como a Black Friday, pode não ser tão eficiente e seguro.

O tratamento do risco é multidisciplinar e envolve diversas atuações enfáticas em cima do assunto. No lado de riscos e seguros, o tratamento também é múltiplo e deve-se usar mais de uma apólice para se fazer um tratamento eficaz do risco. As mais importantes apólices são as de Cyber – Riscos Cibernéticos e Crime – Fraude Corporativa.

Essas apólices podem prever diversas situações como:

· Custo de Defesa relacionada à reclamação de terceiros no que tange o vazamento de seus dados – e custos relacionados a resposta ao incidente de violação de privacidade de informações pessoais ou corporativas sob responsabilidade do segurado;
· Restituição da imagem pessoal e corporativa para mitigar os danos à reputação;
· Custos de notificação e monitoramento de uma violação de dados necessária para evitar a disseminação dos dados sensíveis e maior perda pelo uso indevido dos dados vazados;
· Extorsão resultante de uma ameaça de segurança;
· Lucros cessantes que o segurado sofreu em uma interrupção de rede por conta de falha na segurança da rede;
· Perdas financeiras da companhia contratante decorrente de fraudes eletrônicas e os custos de Investigação e apuração dessas fraudes.

O cenário ideal seria um consultor, ou especialista, em riscos cibernéticos fizesse um análise específica da empresa para que assim fosse possível sugerir a melhor cobertura para os negócios daquela companhia.

E se mesmo tomando os cuidados necessários, tiver os dados roubados, há como pedir indenização para o portal que fez a oferta?

A Aon tem um estudo chamado Índice Aon de Maturidade em Riscos. Ele examina práticas e estruturas específicas relacionadas às dez características das empresas. Conforme sua atividade e necessidade, a presença desses fatores, em menor ou maior escala, pode representar um modelo interessante para gestão de riscos. O mesmo pode ser aplicado na questão de riscos cibernéticos.

As características são:

· Compreensão e compromisso do conselho com a gestão de riscos como fator crítico para a tomada de decisões e geração de valor.
· Um executivo de nível sênior que dirija e facilite processos-chave e o desenvolvimento da gestão de riscos.
· Transparência na comunicação de riscos.
· Uma cultura de riscos que estimule engajamento e responsabilização em todos os níveis da organização.
· Identificação de riscos existentes e emergentes através do uso de dados e informações internas e externas.
· Participação de interessados-chave no desenvolvimento da estratégia e determinação da política de gestão de riscos.
· Coleta formal e incorporação de informações sobre riscos operacionais e financeiros na tomada de decisões.
· Integração de percepções de gestão de riscos nos processos de capital humano para estimular desempenho empresarial sustentável.
· Uso de métodos de quantificação sofisticados para entender os riscos e demonstrar o valor adicionado através de gestão de riscos.
· Trabalhar com o foco de evitar e mitigar riscos para gerar valor

SulAmérica debate gestão inteligente da saúde

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A Diretora Técnica e de Relacionamento com Clientes de Saúde e Odonto da companhia, Raquel Giglio, esteve entre os debatedores sobre a sustentabilidade da cadeia de saúde suplementar

A SulAmérica, maior seguradora independente do País, esteve presente no evento Supplementary Health, organizado pela plataforma de encontros corporativos EBDI, no dia 12 de novembro, no Hotel Grand Mercure São Paulo Ibirapuera. A Diretora Técnica e de Relacionamento com Clientes de Saúde e Odonto da companhia, Raquel Giglio, participou do debate “Saúde suplementar: como sustentar os insustentáveis custos?”, sobre os desafios de tornar o setor mais sustentável.

É fundamental que haja um movimento de evolução do modelo atual de saúde suplementar para uma gestão mais assertiva, que torne o sistema eficaz e justo para todos. Vemos soluções no horizonte que podem ser implementadas, por meio da integração entre todos os agentes envolvidos”, explica a executiva. Também participaram da mesa Ana Quadros, Head de Compliance do Hospital das Clínicas, Gláucio de Oliveira Nangino, Superintendente de Assistência ao SUS da Santa Casa de Misericórdia de Belo Horizonte, e Renato Velloso Dias Cardoso, CEO do Dr. Consulta.

O Supplementary Health reuniu, nos dias 12 e 13 de novembro, cerca de 50 especialistas do setor para discutir a questão do equilíbrio na saúde suplementar. O evento se baseia em quatro pilares: os impactos do cenário econômico no setor, ética e transparência, sustentabilidade financeira e os novos modelos de negócio.

Receita da Capitalização atinge R$ 15,5 bilhões entre janeiro e setembro

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Entre janeiro e setembro, as empresas de Capitalização registraram uma receita de R$ 15,5 bilhões, montante 2,6% superior ao registrado no mesmo período no ano passado. “O resultado sinaliza uma reação positiva do mercado, ainda que o cenário seja desafiador”, avalia Marcos Coltri, presidente da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap).

No período, foram pagos R$ 807 milhões em sorteios a clientes de todo o país. O valor equivale à entrega de R$ 4,2 milhões em prêmios por dia útil. O setor injetou na economia R$ R$12,9 bilhões, valores relativos a resgates finais e antecipados realizados por clientes. Esse montante foi 5,5% menor, se comparado aos primeiros nove meses do ano passado, indicando um movimento de consumo consciente e também que as pessoas começam a deixar suas economias guardadas por mais tempo, possivelmente porque não estão com tanta necessidade de lançar mão de suas reservas para fazer frente a emergências financeiras. As reservas técnicas, constituídas pelos recursos dos clientes que estão com títulos ativos, somaram R$ 29,3 bilhões, registrando um aumento de 2,2%.

No primeiro semestre, ANS repassou R$ 365 milhões ao SUS

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Dados até o final de junho estão detalhados na última edição do boletim informativo divulgado nesta quinta-feira

No primeiro semestre do ano, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) repassou ao Sistema Único de Saúde (SUS) um total de R$ 365,13 milhões relativos ao ressarcimento. O valor representa mais de 62% do total repassado ao longo do ano inteiro de 2017. Os dados consolidados do período estão na sexta edição do Boletim Informativo do Ressarcimento, divulgado nesta quinta-feira (22/11).

“Os resultados alcançados até junho nos permitem concluir com segurança que teremos, em 2018, um novo recorde de repasse ao SUS. Esses valores crescentes demonstram o acerto das melhorias implementadas no processo de cobrança pela ANS”, avalia o diretor de Desenvolvimento Setorial Rodrigo Aguiar. “Com a divulgação desse boletim, a Agência confere a transparência necessária para que a sociedade compreenda e acompanhe aperfeiçoamento do ressarcimento no setor de saúde suplementar”, acrescenta o diretor.

Desde 2000, ano em que a agência reguladora foi criada e iniciaram as cobranças, a ANS cobrou das operadoras de planos de saúde R$ 3,74 bilhões, que equivalem a cerca de 2,5 milhões de atendimentos realizados no SUS. Desse total, R$ 2,43 bilhões (cerca de 65%) foram pagos pelas operadoras e encaminhados ao Fundo Nacional de Saúde. Do saldo restante, R$ 1,01 bilhão são débitos vencidos e não pagos, dos quais R$ 685,39 milhões já foram inscritos em dívida ativa; e R$ 292,46 milhões estão com a cobrança suspensa por decisão judicial. Nesse período, 2017 foi o ano em que a ANS alcançou o maior valor anual já repassado ao Fundo, totalizando R$ 585,41 milhões. Isso representa um incremento de 85,52% em comparação ao ano de 2016.

A identificação de atendimentos de beneficiários de planos na rede pública é obtida pela ANS após um cruzamento de dados das operadoras e informações registradas no SUS por Autorização de Internação Hospitalar (AIH) e Autorização de Procedimento Ambulatorial (APAC). O resultado do cruzamento é enviado para as operadoras, que podem acatar a cobrança ou contestá-la.

Dívida ativa – O não pagamento do ressarcimento, após regular processo administrativo, resulta na inscrição da operadora em dívida ativa e no Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal (CADIN), bem como a cobrança judicial. De janeiro a junho de 2018, a ANS encaminhou R$ 48,49 milhões para inscrição em dívida ativa. Desde 2000, o ressarcimento ao SUS já encaminhou para inscrição em Dívida Ativa R$ 685,39 milhões.

Fenacor divulga relação dos finalistas do “Prêmio Nacional de Jornalismo em Seguros”

Cinco finalistas do Valor Econômico no Prêmio Fenacor de Jornalismo 2018! Eu 👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼😘😍, Sergio Tauhata, Felipe Datt, Marcus Lopes e um artigo da executiva da Prudential Aura Rebelo publicado no jornal concorrem em diversas categorias. Vamos torcer!!!!

Segue o pdf da minha matéria para quem se interessar.

Meu muito obrigada às fontes maravilhosas que me deram conteúdo diferenciado para escrever sobre seguros financeiros. https://www.fenacor.org.br/…/conteudo/materias/5689/eyfffdm…

Vejam a lista completa no link da Fenacor.

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A Comissão de Seleção do “Prêmio Nacional de Jornalismo em Seguros 2018” – organizado pela Fenacor, com o apoio da Escola Nacional de Seguros e da CNseg – definiu a lista dos 70 finalistas em sete categorias. Agora, a Comissão de Julgamento elegerá os três vencedores por modalidade.
O grande evento de premiação será realizado no Museu do Amanhã (Rio de Janeiro), no dia 07 de dezembro, a partir das 20 horas.

No total, 21 trabalhos serão agraciados nas seguintes categorias: “Mídia Impressa”, “Televisão”, “Rádio”, “Webjornalismo”, “Mídia Especializada”, “Categoria Especial Corretores de Seguros” e “Fenacor 50 anos”. O primeiro colocado em cada categoria receberá R$ 30 mil; o segundo, R$ 10 mil; e o terceiro, R$ 5 mil.

Em seu terceiro ano, o “Prêmio Nacional de Jornalismo em Seguros” superou as edições anteriores em número de inscrições, com um total de 796 trabalhos inscritos, o que consolida a sua posição de destaque entre as premiações voltadas para o reconhecimento do papel da imprensa na disseminação da importância do seguro para a sociedade brasileira.

No caso da “Categoria Especial Corretores de Seguros”, o primeiro colocado terá direito ainda a uma viagem para a Itália.

Vale destacar ainda a intensa participação de corretores de seguros e de outros profissionais do mercado na categoria “Fenacor 50 anos”, criada exclusivamente para este ano e que integra as comemorações do cinquentenário da Federação.

Black Friday: Zurich dá dicas para compras online mais seguras

A Black Friday está chegando e com ela centenas de milhares de promoções. A data, que se originou nos Estados Unidos, marca o fim do Dia de Ação de Graças e o início dos preparativos para as festas de fim de ano. A proposta é liquidar os produtos das prateleiras e abrir espaço para as novidades do Natal.

A data, marcada pelo alto consumo, tomou o planeta e abriu espaço para diversos riscos àqueles menos preparados na rede. Navegar em sites suspeitos ou clicar em links de origem desconhecida são algumas das ameaças durante a Black Friday. Pensando nisso, o time de segurança da informação da Zurich reuniu aqui algumas dicas para quem quer encher os carrinhos virtuais livre de dores de cabeça e rugas de preocupação.

O site – Mesmo frente ao grande número de ofertas disponíveis na web, é importante que o cliente faça suas compras em sites de confiança e que confira duas vezes se o endereço da loja está escrito de maneira correta. Deve-se certificar que o endereço online começa com “https” e possui o símbolo de um cadeado, que sinaliza que o cliente está compartilhando dados em um site de confiança. Evitar ofertas recebidas através de e-mails desconhecidos e pop-ups também é sempre recomendável – especialmente em épocas como essa. Ao fim da compra, o usuário deve devidamente fazer o logout da loja online e salvar uma cópia do e-mail de confirmação da compra.

Os dados – É essencial manter o antivírus e sistema operacional sempre atualizados. É uma maneira simples de garantir que os dados pessoais do comprador estejam protegidos. Informações, como datas de nascimento e números de documento, podem ser um sinal de alerta. Usar senhas diferentes para cada site também dificulta que alguém invada a conta do cliente.

O banco – O cliente deve ter controle regular de todas as movimentações bancárias de sua conta, para, no caso de encontrar algo suspeito, poder notificar o banco o quanto antes. Evitar a utilização de cartões de débito também é altamente recomendado. Os cartões de crédito são recomendados uma vez que a maioria das empresas operadoras possui proteção contra fraudes.

O computador – Em hipótese alguma se deve utilizar um computador público para a efetuação de qualquer tipo de pagamento. É importante fazer logout de toda e qualquer conta à qual o consumidor possa estar conectado. Para casos em que o comprador está usando seu computador pessoal em uma área pública, é preferível a utilização de conexões privadas para a efetuação de compras e, ainda assim, deve-se ter total atenção que não hajam pessoas tentando bisbilhotar as informações pessoais detalhadas na tela.