Marcelo Homburger assume em janeiro o comando da AON

Mais uma notícia de vai e vem de executivos neste fim de ano. Marcelo Homburger assume em janeiro o comando da AON, uma das maiores corretores de seguros do Brasil e também do mundo. Há 12 anos no grupo, atualmente ele ocupava o cargo de vice-presidente de riscos comerciais. Marcelo Munerato assumirá o comando da estratégia comercial para a América Latina.

Em agosto deste ano, a Aon anunciou Paulo Jorge Rascão Cardoso como novo vice-presidente executivo de Saúde e Benefícios no Brasil. Com mais de 20 anos de experiência em gestão de saúde privada e três anos de atuação na gestão do sistema público de saúde brasileiro, Cardoso assumiu a liderança do segmento de Saúde e Benefícios da companhia.

Itaú venderá planos de saúde da Amil, informa Valor

O Valor informa que o banco Itaú Unibanco deu mais um passo para tornar sua corretora de seguros uma plataforma aberta de distribuição de produtos e anunciou uma parceria para a venda de planos de saúde da operadora Amil. No total, a corretora do Itaú já fechou parcerias em 13 tipos de seguros, com nove empresas diferentes. Como exemplo, em seguros de carro há uma parceria com a seguradora Porto Seguro; em planos odontológicos, com a Metlife; na cobertura para celulares, com a Chubb; e em seguro de vida, com a Prudential.

Abaixo o release divulgado pelo Itaú

A Itaú Corretora de Seguros ampliou seu portfólio ao fechar contrato para distribuição de planos de saúde Amil, nas cidades de São Paulo e Guarulhos. A contratação pode ser feita presencialmente em uma das 52 unidades do banco que possuem um consultor de seguros ou por atendimento remoto de um corretor, caso a agência do cliente não possua o profissional no local.

Acrescentar o plano de saúde entre as opções oferecidas aos clientes faz parte da estratégia de ampliação da carteira de Seguros, que trabalha com plataforma aberta, com o objetivo de oferecer os melhores produtos com foco nas necessidades dos clientes.

“Fizemos mudanças em nosso modelo de negócios porque queremos proporcionar as melhores opções e condições do mercado. Com a Amil, conseguimos conversar com um público bastante importante de pessoas físicas, que ainda não está totalmente coberto pelo mercado. Agora, podemos atender, especialmente, quem não tem acesso ao benefício por meio de uma empresa”, explicou Luiz Fernando Butori, diretor do Itaú Unibanco.

Para o diretor executivo de Crescimento da Amil, Mario Saddy, a parceria com o Itaú é um avanço no sistema multicanal da operadora. “Essa é mais uma aposta para ampliar o acesso e a comodidade dos consumidores no momento de adquirir um plano de saúde”, destaca. Hoje, a operadora possui mais de 4 milhões de beneficiários de planos médicos, que contam com uma ampla cobertura de serviços por meio dos atendimentos em hospitais próprios e credenciados.

Inicialmente, o produto oferecido será o Amil Fácil, plano de saúde individual com cobertura regional. Um dos diferenciais do produto é o acesso às clínicas Amil Espaço Saúde – unidades que contam com médicos de família, enfermeiros e agentes de saúde, além de fisioterapeutas, nutricionistas e psicólogos. Nesses locais, os pacientes também podem se engajar em programas de prevenção e de promoção da saúde, como combate ao tabagismo, planejamento familiar e emagrecimento. Hoje, esse modelo já atende a 220 mil beneficiários em 34 endereços em São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Paraná e Pernambuco. Outro diferencial é o telefone Amil Ligue Saúde, com funcionamento 24 horas, 7 dias por semana. O canal dispõe de enfermeiros e médicos capacitados para orientar os beneficiários sobre exames, primeiros socorros, sintomas de doenças e dúvidas sobre o uso de medicamentos prescritos em consulta médica.

Seguradoras poderão vender quatro tipos de planos de anuidades

Depois de muitos anos em discussão, a Susep divulgou hoje a Resolução nº 370 aprovada pelo Conselho Nacional de Seguro Privado (CNSP) em reunião do último dia 13 que dispõe sobre as condições para operação de sociedades seguradoras especializadas em anuidades, contrato que visa o pagamento de renda continuada, e dá outras providências.

Estão previstos quatro planos de rendas:

– Vida com Renda Imediata (VRI), quando o plano de seguro de pessoas garantir o pagamento do capital segurado, sob a forma de renda imediata;

– Plano de Renda Imediata (PRI), quando o plano de previdência garantir o pagamento do benefício por sobrevivência, sob a forma de renda imediata;

– Vida com Renda Diferida (VRD), quando o plano de seguro de pessoas garantir o pagamento do capital segurado por sobrevivência, sob a forma de renda diferida;

– Plano de Renda Diferida (PRD), quando o plano de previdência garantir o pagamento do benefício por sobrevivência, sob a forma de renda diferida.

Veja abaixo a íntegra:

Superintendência de Seguros Privados

Resolução nº 370, de 13 de dezembro de 2018

Dispõe sobre as condições para operação de soci edades seguradoras especializadas em anuidades e dá outras providências.

A SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS – SUSEP , no uso da atribuição que lhe confere o art. 34, inciso XI, do Decreto nº 60.459, de 13 de março de 1967, torna público que o CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS – CNSP, em sessão ordinária realizada em 12 de dezembro de 2018, tendo em vista o disposto nos incisos II, IV, VI, XI do artigo 32 do Decreto-lei nº 73, de 21 de novembro de 1966, e considerando o que consta do Processo Susep nº 15414.622050/2018-95, resolve,

CAPÍTULO I

DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS

Art.1º Dispor sobre as condições para operação de sociedades seguradoras especializadas em anuidades e dá outras providências.

Parágrafo único. Considerar-se-ão, para efeitos desta Resolução, os conceitos abaixo:

anuidade: contrato que visa o pagamento de renda continuada;

assistido: pessoa física em gozo do recebimento do benefício sob a forma de renda;

EFPC: entidade fechada de previdência complementar;

plano: plano de seguro de pessoas ou de previdência complementar aberta com cobertura por sobrevivência;

renda: série de pagamentos periódicos a que tem direito o assistido (ou assistidos), de acordo com a estrutura do plano; e

seguradora: sociedade seguradora especializada em anuidades, autorizada a operar seguros de pessoas.

Art.2º Aplicam-se às sociedades seguradoras especializadas em anuidades as normas de constituição e funcionamento aplicáveis às demais sociedades seguradoras.

CAPÍTULO II

DAS COBERTURAS

Art.3º A sociedade seguradora especializada em anuidades poderá comercializar, exclusivamente, cobertura por sobrevivência, em planos de seguros de pessoas ou planos de previdência complementar aberta, com pagamento do capital segurado ou do benefício sob a forma de renda imediata ou diferida.

Parágrafo único. A seguradora poderá comercializar cobertura de sobrevivência de assistido de EFPC, nos termos da regulamentação específica, desde que a adesão ao contrato entre a seguradora e EFPC se dê na data de concessão do benefício de renda pela EFPC ou ao fim do pagamento do benefício de renda pela EFPC.

Art.4º Os planos deverão prever rendas calculadas com base em componente atuarial, e serão dos seguintes tipos:

I – Vida com Renda Imediata (VRI), quando o plano de seguro de pessoas garantir o pagamento do capital segurado, sob a forma de renda imediata;

II – Plano de Renda Imediata (PRI), quando o plano de previdência garantir o pagamento do benefício por sobrevivência, sob a forma de renda imediata;

III – Vida com Renda Diferida (VRD), quando o plano de seguro de pessoas garantir o pagamento do capital segurado por sobrevivência, sob a forma de renda diferida; e

IV – Plano de Renda Diferida (PRD), quando o plano de previdência garantir o pagamento do benefício por sobrevivência, sob a forma de renda diferida.

Art.5º Poderão ser estruturad os planos individuais ou coletivos.

Art.6º O custeio do plano dar-se-á por meio de prêmio ou contribuição única, portabilidade ou transferência de recursos prevista no §2º do art.33 da Lei Complementar nº 109, de 29 de maio de 2001.

§1º Somente os planos de previdência complementar aberta com cobertura por sobrevivência poderão receber a transferência de recursos prevista no §2º do art.33 da Lei Complementar nº 109, de 29 de maio de 2001, que se destinará exclusivamente à contratação de renda vitalícia.

§2º Os planos de seguros de pessoas com cobertura por sobrevivência poderão receber portabilidade, exclusivamente, de outros planos de seguros de pessoas com cobertura por sobrevivência.

§3º Os planos de previdência complementar aberta com cobertura por sobrevivência poderão receber portabilidade de outros planos de previdência complementar aberta com cobertura por sobrevivência ou de planos de previdência complementar fechada operados por EFPC.

§4º Cada aporte, observadas as condições previstas no plano, seja por prêmio, contribuição, portabilidade ou transferência, implicará na contratação de uma nova renda.

Art. 7º No caso de contratação de renda diferida, a data de concessão da renda diferida será a data de contratação ou adesão ao plano.

§1º A seguradora iniciará o pagamento do benefício de renda ao final do período de diferimento da renda diferida, se o assistido permanecer vivo.

& #167;2º Durante o período de diferimento da renda, que seja estruturado de forma exclusivamente financeira, na ocorrência de morte, invalidez ou doença grave do assistido, conforme previsto no plano, os recursos serão postos à disposição do assistido ou do(s) beneficiário(s), para recebimento à vista ou para pagamento de renda.

§3º Aplicam-se à contratação de renda diferida as mesmas disposições estabelecidas em normativos para planos de renda imediata.

Art. 8º É vedado o resgate ou portabilidade dos recursos aportados ao plano.

CAPÍTULO III

DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 9º Aos casos não previstos nesta Resolução aplicam-se as disposições legais e regulamentares em vigor para operação de cobertura por sobrevivência oferecida em planos de seguros de pessoas ou de previdência complementar aberta.

Art. 10. Fica a SUSEP autorizada a baixar normas complementares.

Art. 11. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.

JOAQUIM MENDANHA DE ATAÍDES

Superintendente

Fipe detalha estudo sobre reforma da Previdência encomendado por FenaPrevi, CNseg, Abrapp e ICSS

Release

“Uma solução definitiva para a questão da previdência social”. É assim que o economista e pesquisador da Fipe, Hélio Zylberstajn, resume a proposta de reforma da previdência encaminhada nesta terça-feira, 18, à equipe de transição do governo Bolsonaro pela entidade, com o apoio da FenaPrevi, CNseg, Abrapp e ICSS. “Mesmo que a chamada reforma paramétrica consiga estancar o déficit da previdência em um patamar de 6,5% do Produto Interno Bruto (PIB), como indicam os estudos da Fipe, o rombo voltará a crescer devido ao rápido envelhecimento da população brasileira. “Por isso estamos propondo uma solução de substituição progressiva do antigo modelo por um novo, que tornará o sistema previdenciário financeiramente sustentável a longo prazo”, afirma Edson Franco, presidente da FenaPrevi. A implantação da Nova Previdência não vai gerar ônus adicionais e nem afetará cerca de 75% dos brasileiros.

A longo prazo, os ganhos serão expressivos para toda a sociedade, pois haverá redução substancial das alíquotas de contribuição das empresas e dos indivíduos, impulsionando a formação de poupança interna, absolutamente necessária para o financiar o investimento e o desenvolvimento. “É um sistema socialmente mais justo, já que se trata de uma Nova Previdência para todos, celetistas, autônomos, funcionários públicos e militares”, sem privilégios, explica Hélio Zylberstajn. A criação da nova previdência está associada a uma reforma paramétrica do modelo atual. De acordo com a proposta, a adoção de uma idade mínima de aposentadoria, uma das principais medidas da reforma paramétrica, afetará apenas 6% da população brasileira atual.

REFORMA ESTRUTURAL

Os quatro pilares da nova previdência

A Nova Previdência se assenta em 4 pilares. Ela valerá para todos os que nasceram a partir de 2005, indistintamente. Cobrirá todos, celetistas, funcionários públicos e militares. Será um sistema único e universal. Diferentemente dos vários sistemas que hoje existem no Brasil, a Nova Previdência procurará atender prioritariamente os que compõem a base da pirâmide social.

Em síntese, os quatro pilares da nova previdência são:

O primeiro pilar é a RBI, que é a Renda Básica do Idoso, que passa a valer a partir da aprovação da reforma. Todos os que completarem 65 anos, receberão um benefício de R$ 550,00, independentemente de terem contribuído ou não para a previdência. Terão direito ao RBI os nascidos a partir de 2005. A idade mínima para recebimento dos benefícios será de 65 anos para os homens. Para as mulheres, com dois ou mais filhos, se prevê uma redução de cinco anos nessa idade mínima. Pessoas com deficiência também receberão uma renda básica. O custeio da RBI ficará por conta do Tesouro Nacional.

No segundo pilar, estarão aqueles que contribuírem para a previdência, e receberão pelo INSS, uma aposentadoria de R$ 550 (valor mínimo) a R$ 1.650 (valor máximo). Como todos terão direito ao RBI, o benefício total, para os que terão pelo menos 40 anos de contribuição, será de no mínimo R$ 1.100 e máximo de R$ 2.200. Para se aposentar, além da idade mínima de 65 anos, o trabalhador deverá ter contribuído por pelo menos 40 anos. Mulheres com 2 filhos ou mais terão que contribuir por 35 anos, como reconhecimento da dupla função que desempenham. A regra de cálculo do benefício do segundo pilar será proporcional ao tempo de contribuição para a previdência. Se contribuiu por 1 ano, será de 1/40 e assim por diante. Hoje, no Brasil, a renda média do trabalhador é de R$2.200. Isso significa que o novo sistema proporcionará aos 75% de trabalhadores que ganham até R$2.200 uma reposição integral da sua renda quando se aposentarem.

No terceiro pilar, a nova previdência ganha outra característica, que é o da capitalização. Será direcionado para os 25% de brasileiros que se encontram no topo da pirâmide social do país. Para quem recebe acima de R$ 2.200, pelo menos 30% dos depósitos no FGTS serão redirecionados para contas individuais de capitalização compulsória. A conta do FGTS na nova previdência será vinculada ao CPF dos indivíduos e ganhará portabilidade automaticamente. Os recursos serão geridos por instituições especializadas, de livre escolha dos indivíduos. Uma parte dos recursos se destinará também à contratação de seguro para o caso de morte e invalidez antes da aposentadoria.

Os depósitos do FGTS na nova previdência inicialmente formarão um pequeno fundo individual, correspondente a três salários de cada pessoa, que substituirá o atual seguro desemprego. O atual sistema permanecerá como está para os que já estão no mercado de trabalho e não desejarem fazer a opção pela nova previdência. O estoque de recursos do FGTS também permanecerá sendo gerido nas mesmas bases atuais.

Todos os novos militares e funcionários públicos estarão incluídos nesse terceiro pilar porque a Nova Previdência é um sistema único. Os que ganham menos que R$2.200 continuarão a operar suas contas de FGTS nos moldes atuais. Para eles, as regras para saque do FGTS permanecerão iguais (compra da casa própria, demissão involuntária, etc.).

O quarto pilar é a previdência complementar voluntária, nos moldes dos planos de previdência privada existentes atualmente.

QUEM AFETA?

Novo modelo para os nascidos a partir de 200

Para cerca de 75% dos brasileiros o novo modelo proposto pela Fipe, FenaPrevi, Abrapp, Fenaseg e ICSS não cria nenhum ônus – exceto pelas mudanças já previstas na chamada reforma paramétrica, como adoção de idade mínima nas aposentadorias, redução do pagamento de pensões em certos casos e alterações na fórmula de cálculo das contribuições.

A Nova Previdência se assenta em quatro pilares e valerá para todos os que nasceram a partir de 2005 e que ingressarão no mercado de trabalho a partir de 2020, indistintamente. Cobrirá todos, celetistas, funcionários públicos e militares. Será um sistema único e universal. Diferentemente dos vários sistemas que hoje existem no Brasil, a Nova Previdência procurará atender prioritariamente os que compõem a base da pirâmide social.

CUSTEIO DA TRANSIÇÃO

Proposta desonera folha no longo prazo

O argumento para a resistência à adoção de uma nova previdência tem sido o chamado custo de transição. Pelas simulações do projeto Fipe, FenaPrevi, Abrapp, Fenaseg e ICSS a transição se torna viável. O modelo de repartição é sem dúvida ótimo quando se tem muito mais jovens contribuindo do que idosos recebendo benefícios. No entanto, o Brasil está em quadro demográfico de envelhecimento da população, e o modelo de repartição não mais se sustenta, isoladamente.

De acordo com a proposta, ao longo do tempo, a contribuição para a previdência sobre a folha de pagamentos poderá ser gradativamente reduzida, até corresponder, em 50 anos, a 5% para os indivíduos (sobre o teto de R$ 2.200) e 5% para as empresas. Significará uma redução considerável de encargos e um estímulo ao emprego e à formalização. Atualmente a contribuição total – empresas e trabalhadores – chega a corresponder a 31% da folha de pagamentos, no caso do RGPS, e não é suficiente para cobrir o déficit, mesmo que se faça uma reforma paramétrica.

Com a nova previdência, os nascidos a partir de 2005 que entrarem no mercado de trabalho recolherão 8% dos seus salários até o teto de R$5.600 de hoje. Recolherão também uma alíquota adicional de até 3% para equalizar suas contribuições com as dos trabalhadores que estão no velho sistema. As empresas recolherão 20% sobre o valor integral dos salários. Com o tempo, à medida que o sistema antigo se reduzir, as alíquotas de contribuição serão gradativamente reduzidas. Quando o sistema antigo desaparecer e houver apenas a nova previdência, as alíquotas deverão ser de 5% para os trabalhadores, até R$2.200 e 5% para as empresas, aplicada sobre o salário integral. Comparadas às alíquotas e aos tetos de incidência de hoje, percebe-se o enorme alívio que a nova previdência trará ao mercado de trabalho. Para quem ganha até R$ 2.200, nada muda, seja na contribuição ou no futuro benefício, pois os segurados estarão sob o regime geral, com o modelo de repartição.

Haverá necessidade de um fundo de transição, já plenamente previsto nos artigos 249 e 250 da Constituição, para ajudar no custeio da velha previdência e apressar a redução das alíquotas de contribuição. Propomos que esse fundo seja composto por 40% dos recursos arrecadados pelo PIS e que hoje se destinam ao BNDES. A arrecadação anual do PIS está em torno de R$ 60 bilhões, de modo que o fundo da transição terá uma receita anual, originária dessa fonte, da ordem de R$ 24 bilhões. O fundo poderá receber ainda ativos da União e dos entes federativos. Já se prevê a criação de fundos imobiliários reunindo imóveis de propriedade da União para reforçar o fundo de transição. Recursos da União provenientes da exploração de reservatórios de petróleo e gás na camada do pré-sal também poderão igualmente reforça-lo.

Especialmente em relação ao FGTS, não haverá interferência sobre o estoque de recursos e nas regras para os já presentes no mercado de trabalho. No entanto, para os entrantes que estarão compulsoriamente ou optarem por aderir ao Pilar III, além de pelo menos 30% dos depósitos do FGTS se destinarem à capitalização das contas individuais da nova previdência, a multa rescisória paga pelas empresas no caso de demissão sem justa causa não mais se destinará a ao demitido. O valor será recolhido ao Tesouro, que, por sua vez, destinará os recursos para a formação do fundo individual compulsório, substituto do seguro desemprego, equivalente a até três salários, daqueles que ganham até R$ 2.200. A iniciativa contribuirá para redução da rotatividade no mercado de trabalho. As empresas continuarão igualmente punidas em caso demissão, mas o trabalhador não se sentirá mais tentado a forçar uma demissão com objetivo de receber o valor da multa.

Os trabalhadores que ganham acima de R$2.200 acumularão em seus fundos de capitalização os recursos originários do FGTS. Com esse fundo, na data de elegibilidade ele será capaz de comprar uma renda vitalícia complementar de forma a obter uma aposentadoria maior do que os R$2.200 que ele terá com os pilares 1 e 2. Quanto mais ele destinar de recursos do FGTS para esse fundo maior será o nível de reposição de renda que obterá, vis a vis o salário que tinha quando estava em seu período laboral. Por exemplo, um trabalhador que tenha salário médio de contribuição próximo de R$ 3 mil, conseguirá obter a reposição integral deste mesmo salário, destinando aproximadamente 60% do seu FGTS para o pilar 3 (considerando o somatório das rendas originadas pelos 3 pilares).

Já um brasileiro cujo salário médio seja de R$ 4 mil ao longo de sua vida profissional, também conseguiria reposição próxima de 100% do seu salário, destinando, neste caso, a totalidade do FGTS para o pilar 3. Se alteramos o salário para R$ 5,6 mil, valor próximo do atual teto do que passará a ser chamado de velho sistema, o benefício de aposentadoria equivaleria a cerca de R$ 4,6 mil, destinando também 100% do FGTS para formação do fundo do pilar 3, uma reposição bastante significativa de cerca de 80% da renda que obtinha quando de seu período laboral.

Como se pode notar o sistema proposto para a nova previdência adota como premissa central a lógica da justiça social, proporcionando reposição maior de renda, na aposentadoria, para os trabalhadores que têm rendas menores, e exigindo maior esforço de poupança, incluindo a possibilidade de poupança voluntária no pilar 4, para os trabalhadores de salários mais elevados.

REFORMA PARAMÉTRICA

Ajuste do sistema vigente impacta o equivalente a 6% da população

A criação da nova previdência está associada a uma reforma paramétrica do modelo atual, imprescindível. De acordo com a proposta da Fipe, FenaPrevi, Abrapp, Fenaseg e ICSS, a reforma paramétrica afetará 13 milhões de pessoas (entre 2020 e 2060), ou seja, apenas 6% da população brasileira atual.
INSS – Para os que estão no Regime Geral de Previdência Social, a proposta prevê uma idade mínima de 57 anos para a aposentadoria para homens e 52 para mulheres.

A cada dois anos, a idade mínima será acrescida de um ano, até chegar a 65 anos. Para os professores, categoria que hoje tem direito a um regime especial, a idade mínima seria de 56 anos (homens) e 51 (mulheres), mas convergindo, com o tempo, para os 65 anos, segundo a mesma regra de transição (um ano a mais para cada dois anos). Vale frisar que as pessoas que se aposentam por tempo de contribuição o fazem hoje aos 55 anos e até antes disso. Para cálculo do valor da aposentadoria valerá o fator previdenciário (e não mais haverá a opção pela regra 95/85).

Quanto às pensões, sugerimos que sejam equivalentes a 60% do valor da aposentadoria, acrescentando-se 10% por dependente, até o limite do valor da aposentadoria.
RPPS – Para o Regime Próprio de Previdência dos Servidores, o projeto propõe a adoção da idade mínima de 61 anos para homens e 56 para mulheres (hoje é 60 e 55), com a mesma regra de acréscimo de um ano a cada dois e também o aumento na alíquota de contribuição de 11% para 14%.

Pelas simulações feitas pela Fipe, a reforma paramétrica proporcionará uma economia da ordem de R$ 1 trilhão no período de 2020 a 2029. O déficit do RGPS, de R$ 3 trilhões, poderá encolher em R$ 700 bilhões, e o do RPPS, de R$ 1,7 trilhão, encolherá em R$ 300 bilhões no período e estímulos (especialmente tributários) para seu incremento.

IMPACTO FISCAL

Economia de R$ 1 tri em uma década

De acordo com simulações feitas pela Fipe, com base na ferramenta que deixaremos disponível, a reforma paramétrica proporcionará uma economia da ordem de R$ 1 trilhão no período de 2020 a 2029. O déficit do RGPS, de R$ 3 trilhões, poderá encolher em R$ 700 bilhões, e o do RPPS, de R$ 1,7 trilhão, encolherá em R$ 300 bilhões no período.
Os ganhos sociais, políticos e econômicos de uma reforma estrutural da previdência serão enormes para a sociedade brasileira. É a oportunidade de se ampliar a transparência e a boa governança do sistema. De se promover mais distribuição de renda para a base da pirâmide. E de justiça social pelo fim dos privilégios, com adoção de um sistema previdenciário único para todos. Para a economia, o impacto positivo é imensurável, pela formação de poupança, tanto compulsória como voluntária.

Poupança que o país precisa para impulsionar o investimento e o desenvolvimento. Poupança que não mais precisará ser destinada ao financiamento do déficit do setor público.
Além disso, por se tratar de uma solução definitiva para a previdência, removerá incertezas dos horizontes de potenciais investidores, reduzirá o risco de crédito para o país, e, em consequência, as taxas de juros. Os gestores terão de ser ainda mais eficientes para se habilitarem às licitações públicas para a gestão dos recursos da nova previdência. Reduzirá os encargos sobre a folha de salários para as empresas, e aumentará a receita líquida dos assalariados. Reduzirá a rotatividade da mão de obra, estabilizando mais o mercado de trabalho e contribuirá para o crescimento da produtividade dos trabalhadores. E deixará as pessoas e suas famílias menos inseguras em relação às suas próprias finanças no futuro.

Sincor-SP mantém diálogo para o produtor rural compreender a importância do seguro rural

Lideranças do setor agropecuário se reuniram em meados de dezembro para comemorar a recente autorização do governo para remanejamento de R$ 16 milhões do Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista (Feap) para subvenção do prêmio de seguro rural.

A conquista acontece após meses de luta de diversos profissionais do mercado, em especial, da Comissão Rural do Sincor-SP, que esteve à frente do pleito. O presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo, agradeceu as autoridades presentes e, principalmente, os integrantes da Comissão pelos esforços recentes. “Temos orgulho desse grupo, que encabeçou todo o processo e, hoje, permite que venhamos a comemorar grandes conquistas e trazer uma luz de esperança para todos deste setor tão fundamental para o Brasil. O resultado do trabalho beneficia todos os players do setor: as seguradoras, os corretores de seguros, os produtores rurais e os consumidores”, completa.

Apresentando os números do setor agropecuário, a coordenadora da Comissão, Karen Matieli, agradeceu o empenho de todos na preocupação em assegurar o futuro do setor. “O agronegócio é um dos grandes impulsionadores da economia brasileira, por isso, é imprescindível garantir a proteção deste segmento”, revela.

Para o secretário, Francisco Jardim, a proteção oferecida pelo mercado de seguros é de extrema importância para o agronegócio. “O seguro é estratégico no segmento, pois garante a renda do produtor, quando algum evento acomete sua produção”, pontua. Jardim ainda ressalta a importância do corretor de seguros para o agronegócio. “Vocês, corretores, têm uma responsabilidade muito grande sobre o setor, de orientar, de aconselhar e de proteger o patrimônio dos brasileiros”, completa.

O valor alcançado foi o maior em volume de complementação da história do Estado de São Paulo, segundo o deputado federal Arnaldo Jardim. “Quero que me façam porta-voz das causas do seguro, em especial do agrícola. Começamos a redefinir o papel do Estado e a atividade produtiva precisa de um impulso para ir adiante, constituindo bases sólidas para o desenvolvimento de todos”.

O deputado estadual Itamar Borges disse que de R$ 5 milhões pretendidos inicialmente, foi possível alcançar R$ 16 milhões. “Isso mostra a importância do Sincor-SP, que representou a causa e abriu espaço para essa possibilidade. Contem com meu mandato para fortalecermos esse setor, permitindo que o seguro continue dando suporte, segurança e garantia para o produtor ter perspectiva e futuro”, destaca.

A Constituição trata da política agrícola como um instrumento poderoso, que precisa ser trabalhado. O governo estava em dívida com o mercado de seguros e, em 2018, conseguiu reverter a situação. “O governo pagou as seguradoras e criou uma comissão de entes privados, composta com a participação dos corretores de seguros, que incansavelmente levaram esse pleito adiante. Por isso, o seguro foi visto de uma maneira diferente e agora a questão é priorizar este mercado para que os produtores tenham proteção”, explicou Vitor Ozaki.

Os profissionais pretendem continuar discutindo melhorias, como o fornecimento de informações, transparência de dados e assessoria especializada para o produtor rural compreender a importância do seguro. O integrante da Comissão Rural do Sincor-SP, que também atua junto a Fenacor, David Elias Martin, abordou esses desafios. “Não podemos permitir que o homem do campo interrompa suas atividades pelos imprevistos que possam vir a acontecer. Por isso, esse trabalho que começamos deve continuar de maneira conjunta para oferecermos um bom produto de seguro e garantirmos a força de voz perante nossas lideranças políticas”.

O Encontro foi encerrado pela 2ª vice-presidente do Sincor-SP, Simone Martins. “Nosso objetivo é continuar trazendo resultados para os corretores de seguros e o mercado como um todo. Esperamos que, no próximo ano, trilhemos novos caminhos, novas conquistas, acreditando sempre neste País que é tão promissor para todos nós”.

A Comissão Rural do Sincor-SP é composta por Karen Matieli (coordenadora), Álvaro Bucceroni, Antonio Américo de Aquino, David Elias Martin e Fabiano Pinheiro da Cruz.

SulAmérica lança cobertura para vazamentos

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O seguro residencial da SulAmérica passou a oferecer cobertura para danos em tubulação, ruptura de caixa d’água, bem como eventuais problemas elétricos provocados pelo vazamento. A cobertura é válida para casas e apartamentos e está disponível em âmbito nacional. A solução deixa o seguro residencial da SulAmérica ainda mais completo e atende a uma necessidade de mercado, pois problemas com encanamento estão entre as maiores dores de cabeça dos proprietários de imóveis.

“A companhia trabalha para oferecer um amplo portfólio para o segurado, que contempla desde a estrutura da residência até serviços que facilitam o cotidiano do morador, de acordo com o seu perfil”, analisa o vice-presidente de Auto e Massificados da SulAmérica, Eduardo Dal Ri. “Sabemos que problemas em tubulações são imprevistos comuns que podem gerar grandes transtornos. Identificamos essa necessidade e acreditamos que a nova cobertura trará mais tranquilidade e comodidade para o cliente.”

O produto prevê atendimento em caso de ruptura ou vazamento repentino ou acidental de tubulações de água ou esgoto, bem como para danos elétricos decorrentes e para ruptura súbita e acidental da caixa d’água. Também contempla os danos nas tubulações do imóvel segurado, bem como os materiais necessários de alvenaria para o reparo, exclusivamente do ponto afetado.

Catástrofes causaram perdas de US$ 155 bilhões em 2018, revela estudo da Swiss Re

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As perdas econômicas totais de catástrofes naturais e provocadas pelo homem em 2018 caíram para US$ 155 bilhões, praticamente a metade dos US$ 350 bilhões registrados em 2017. As perdas seguradas globais estão estimadas em cerca de US$ 79 bilhões, acima da média anual do ano anterior. Catástrofes naturais causaram perdas de US$ 146 bilhões e desastres provocados pelo homem de US$ 9 bilhões.

De acordo com estimativas do tradicional estudo da Swiss Re, houve um número de eventos de desastre menores e de tamanho médio que causaram perdas em todas as regiões neste ano, afetando também regiões com cobertura de seguro bem estabelecida. Juntos, eles fizeram de 2018 o quarto ano mais caro desde os registros dos estudos da Sigma em termos de perdas cobertas pela indústria de seguros. Globalmente, mais de 11 mil pessoas morreram ou desapareceram em eventos de desastre em 2018, semelhante ao número de vítimas em 2017.

O clima extremo causou o quarto maior número de perdas seguradas. Não houve um grande evento singular de catástrofe natural (como Hurricanes Harvey, Irma, Maria em 2017) em 2018. No entanto, as perdas agregadas de um número de eventos menores e médios, juntamente com alguns grandes desastres provocados pelo homem, causou perdas seguras globais consideráveis. Como no ano passado, as perdas da série de eventos de 2018 destacam a crescente vulnerabilidade da crescente concentração humana e valores de propriedade.


Exemplos dos eventos de catástrofe natural devastadores deste ano incluem os furacões Michael e Florence; Tufões Jebi, Trami e Mangkhut; ondas de calor, secas e incêndios florestais na Europa e na Califórnia; inverno e tempestades ao redor do mundo; inundações no Japão e na Índia; terremotos no Japão, na Indonésia e no papa Nova Guiné; e erupções vulcânicas no Havaí.

O setor de seguros contribuiu com US$ 79 bilhões em pedidos pagos para diminuir as dificuldades para as pessoas e empresas afetadas pelos eventos de desastre deste ano. Em outras palavras, mais de 50% de todas as perdas econômicas foram seguradas, demonstrando novamente a contribuição significativa do setor de seguros para mitigar o risco de catástrofe.

As estimativas de perda neste comunicado de imprensa são preliminares e podem estar sujeitas a alterações, pois nem todos os eventos geradores de perdas foram totalmente avaliados.

Zurich projeta crescimento acima de 15% na venda de seguros massificados no Natal

Venda de seguros massificados acompanha crescimento do movimento no varejo

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A melhora na expectativa de movimentação e vendas no varejo no período de Natal, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) que projetou crescimento de 2,8% em relação ao ano passado, também deve se refletir na comercialização de seguros de Garantia Estendida e Roubo e Furto Qualificado.

A Zurich, seguradora global com 79 anos de atuação no mercado brasileiro, estima um aumento de 15% para Roubo e Furto e 17% para Garantia Estendida, em relação ao mês anterior (novembro de 2018). Além da projeção positiva do comércio, também colabora para a estimativa da seguradora uma conscientização maior do consumidor em relação aos produtos.

“A compreensão em relação aos seguros está aumentando para todas as linhas atreladas ao consumo. O brasileiro está tomando ciência que pagar uma porcentagem do preço para evitar novos gastos ou mesmo ampliar o ciclo de vida do bem adquirido é extremamente vantajoso”, comenta Luís Reis, Diretor de Afinidades da Zurich.

Porém, como lembra o executivo, é sempre muito importante que o consumidor esteja atento às condições do bilhete. Para Garantia Estendida, é altamente recomendado conferir as coberturas previstas no manual do fabricante no momento da compra e checar novamente as condições gerais quando houver algum problema com o produto. Já para o produto Roubo e Furto Qualificado, o usuário deve ficar atento às cláusulas de coberturas. “Aqui vale uma ressalva no que se refere ao tipo de furto, especialmente quando falamos de proteção para o celular, o item mais comum para este tipo de seguro. É muito importante que o consumidor entenda o tipo de cobertura que está comprando”, afirma Reis.

Entenda especificidades, coberturas e vantagens dos seguros:

Garantia Estendida

Produto oferece ao segurado a extensão da garantia original de fábrica para produtos como eletrodomésticos, eletroportáteis, equipamentos eletrônicos, móveis, celulares, equipamentos de fitness, entre outros.

A Garantia Estendida é um seguro que a pessoa contrata na hora em que adquire o produto, por meio de uma parceria entre a loja e a seguradora.

Se o produto, por exemplo, já vem com um ano de garantia de fábrica, a Garantia Estendida só iniciará após esse prazo. O período de validade dependerá da escolha dentre as opções disponíveis na loja, podendo chegar a até 3 anos após a garantia de fábrica.

O Seguro Garantia Estendida traz uma série de vantagens para o consumidor, que incluem economia, comodidade, qualidade e agilidade.

O custo de um único reparo tende a ser maior que o preço da garantia. Em caso de perda total, o cliente recebe um produto novo, sem custo adicional. Já em caso de defeito, a seguradora indica a assistência técnica mais próxima do cliente com a garantia de prestação de um serviço de qualidade com mão de obra especializada, além da utilização de peças ou componentes originais no reparo.

Caso não seja possível o reparo, a seguradora poderá definir pela troca do produto por outro igual ou similar de acordo com o descrito no manual.

Roubo e Furto Qualificado

Esse seguro garante a reposição de um bem (Celular, Notebook, Tablets, Câmeras, itens dentro da bolsa) por modelos iguais ou similares, limitado ao valor da cobertura contratada. Na impossibilidade de realizar a substituição do item, será pago ao cliente o valor em dinheiro conforme constar no bilhete.
O seguro traz como principais benefícios a praticidade e segurança no momento da reposição do equipamento, e a economia, já que o custo do seguro é menor do que a aquisição de um novo aparelho.

O seguro cobre Roubo, que é caracterizado quando a pessoa sofre ameaça física verbal ou uso de força bruta (exemplo: assalto com uma faca, canivete ou arma); e Furto Qualificado, identificado quando a pessoa não sofre ameaça e só percebe quando se depara com os vestígios do crime (exemplo: notar que o celular foi roubado através de um rasgo na bolsa).

É importante notar que o seguro não cobre furto simples, perda ou esquecimento, que é quando a pessoa não percebe o furto e tão pouco encontra vestígios de arrombamento (exemplo: chegar a um local e notar que o celular foi furtado no percurso).

Liberty compra a Fácil Assist

A aquisição permitirá que ambas as empresas atinjam a excelência na assistência e estejam mais próximas de seus clientes

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O Grupo Liberty Brasil anunciou hoje a aquisição da Fácil Assist, uma empresa de assistência formada por profissionais com mais de 20 anos de experiência em serviços de gestão de assistência, incluindo serviços de call center. A transação passa a vigorar em 2 de janeiro de 2019. Com a aquisição, a Fácil Assist se tornará uma unidade de negócios independente do Grupo Liberty Brasil e prestará serviços de assistência a Liberty Seguros para os produtos de Residência e Automóvel. A migração dos atendimentos dessas linhas de negócios para a Fácil Assist será concluída no final de 2018.

Oferecer a melhor experiência a seus clientes é um dos principais compromissos do grupo e a assistência é um ponto-chave neste processo. Com grande expertise em atendimento, a Fácil Assist tornou-se, em curto prazo, um dos negócios mais inovadores e respeitados nos mercados de assistência e call center, oferecendo um portfólio de serviços corporativos consistente e diversificado.

“A assistência é um dos principais pontos de contato com os clientes e, portanto, estamos fazendo tudo ao nosso alcance para tornar essa experiência a mais ágil e acolhedora possível”, diz Dennis Milan, Diretor de Operações e Sinistros da Liberty Seguros no Brasil. “Com a aquisição, a Fácil manterá seu organograma, processos e atuais clientes corporativos”, acrescenta.

“A Fácil Assist é uma empresa inovadora por essência e tem como missão ajudar as pessoas em suas necessidades, através de nossos serviços e tecnologia. E neste novo momento da empresa, manteremos nossa cultura inovadora, DNA jovem, nossos processos ágeis, bem como o relacionamento próximo com nossos clientes, que agora são fortalecidos com o aval de um dos maiores grupos seguradores do mundo “, afirma Adriano Silva, Diretor de Vendas da Fácil Assist.

“A Fácil Assist é uma referência no mercado de assistência e a missão, visão e valores da empresa são muito alinhados com os da Liberty Seguros. Essa aquisição é extremamente importante para o desenvolvimento de nossos negócios e para melhorar continuamente a experiência de nossos clientes”, afirma Carlos Magnarelli, CEO do Grupo Liberty Brasil.

SulAmérica dobra as vendas de seguro viagem

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Enquanto o mercado de seguro viagem cresceu 3,6% no período de janeiro a setembro, a SulAmérica comemora uma evolução de 108% nas vendas dessa modalidade de seguro no mesmo período, segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Essa porcentagem pode ser traduzida no valor de R$ 24 milhões em vendas do produto.

Para o vice-presidente de Investimentos, Vida e Previdência, Marcelo Mello, o grande diferencial da companhia nas vendas do seguro viagem está no papel estratégico do corretor de seguros. “É importante destacar a importância do corretor em todo o processo. Grande parte do nosso crescimento veio por meio desse profissional, que aumentou consideravelmente a nossa venda no varejo tradicional”, destaca o executivo.

A seguradora estima que 60% dos passageiros que chegam ao aeroporto para realizar uma viagem internacional não conhecem ou não compraram um seguro viagem. Aproveitando esta demanda, em parceria com uma corretora de seguros, a companhia instalou totens para a venda do produto na área de embarque dos terminais 2 e 3 do Aeroporto Internacional de Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, e, desde o início das operações, as vendas têm crescido mês a mês.

Como parte da estratégia para potencializar as vendas, a companhia fechou importantes parcerias no setor de turismo e viagem. Uma delas foi com a Gol Linhas Aéreas, que possibilita a compra do seguro juntamente à passagem, oferecendo comodidade ao cliente. Em mais uma parceria, dessa vez com a Smiles, os clientes do programa podem resgatar passagens com milhas ou milhas + dinheiro (Smiles & Money) e contratar o seguro viagem.

Dentre os pacotes oferecidos, destaque para Mundo e América Latina como os mais vendidos, sendo o público feminino o que mais compra o seguro viagem. Entre as coberturas ofertadas pelo seguro viagem da SulAmérica estão o cancelamento de viagens; extravio de bagagem; despesas médicas, hospitalares, odontológicas e jurídicas; prorrogação de estada; hospedagem de acompanhante; retorno de menores, e outras.