Reajuste de planos individuais terá nova metodologia de cálculo a partir de 2019


Índice será composto por variação de despesas assistenciais e IPCA; mudança garante mais transparência e reflete mais adequadamente os custos do setor

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) estabeleceu nova metodologia de cálculo para definir o índice de reajuste dos planos de saúde individuais e familiares. A proposta foi aprovada na última terça-feira (18/12) pela Diretoria Colegiada da reguladora e passa a vigorar a partir do ano que vem. O reajuste anual dos planos individuais e familiares é calculado pela ANS e só pode ser aplicado pelas operadoras a partir da data de aniversário de cada contrato.

Confira a Resolução Normativa nº 441 publicada hoje no DOU.

O novo Índice de Reajuste dos Planos Individuais (IRPI) se baseia na variação das despesas médicas das operadoras nos planos individuais e na inflação geral da economia, refletindo assim, a realidade desse segmento. Traz ainda outros benefícios, como a redução do tempo entre o período de cálculo e o período de aplicação do reajuste e a transferência da eficiência média das operadoras para os beneficiários, resultando na redução do índice de reajuste.

A metodologia é fruto de estudos efetuados pelo corpo técnico da Agência ao longo dos últimos oito anos e foi discutido amplamente com o setor e a sociedade, que colaborou através de contribuições feitas em audiências públicas, reuniões e sugestões enviadas através de formulário eletrônico disponibilizado pela agência. É importante destacar que os dados utilizados para o cálculo são públicos e auditados, conferindo, assim, mais transparência e previsibilidade ao índice.

“Esse modelo é um grande passo para a ANS, para os beneficiários de planos de saúde e para o setor regulado. É uma forma mais eficiente e transparente de cálculo e vai refletir com maior exatidão os custos em saúde”, avalia o diretor de Normas e Habilitação de Produtos da ANS, Rogério Scarabel. “O maior equilíbrio tende a se refletir no valor final pago pelo beneficiário. Porém, é preciso lembrar que a natureza dos custos do setor não é vinculada a um índice de preços, mas de valor. Ou seja, o custo final do plano de saúde é impactado por fatores como aumento da frequência de uso e inclusão de novas tecnologias, que não são aferíveis previamente”, explica.

O índice de reajuste autorizado pela ANS é aplicável aos planos de saúde médico-hospitalares contratados após 1º de janeiro de 1999 ou adaptados à Lei nº 9.656/98. Atualmente, 8 milhões de beneficiários se enquadram nessas condições, o que representa 17% do total de clientes de planos de assistência médica no Brasil, segundo dados de outubro.

Luis Barreto deixa OCS para seguir carreira solo

Um dos profissionais mais bem cotados no segmento de seguros de grandes riscos, Luis Barreto, postou no LinkedIn que ontem foi o último dia na Odebrecht Corretora de Seguros (OCS). “Após quase 12 anos no grupo decidi partir para uma carreira solo. Muito obrigado a toda a equipe da OCS pelo carinho e por me dar força nessa nova etapa”, escreveu.

Barreto participou da elaboração do programa de seguros dos principais projetos e obras de infraestrutura no Brasil e no exterior, sendo reconhecido como um dos principais especialistas no tema no mercado mundial. “Barreto, com seu profissionalismo, ganhou o respeito do mercadão nacional e internacional”, comentou José Cardoso, presidente do IRB Brasil Re.

BTG Pactual aguarda aval do BC para lançar seguradora

O BTG Pactual aguarda o aval do Banco Central para lançar uma nova seguradora do grupo, que atuará com seguros financeiros, como garantia, responsabilidade civil de executivos, conhecido como D&O, entre outras apólices desenhadas para atender a demandas de riscos corporativos, informou Thiago Moura, que está no grupo há 7 anos e agora assume como CEO da seguradora que já recebeu o aval da Superintendência de Seguros Privados (Susep). “Acreditamos que em janeiro tenhamos a autorização do BC e já possamos anunciar a nossa estratégia”, disse ele, que participou do almoço de final de ano do mercado segurador promovido pela CNseg, no Rio de Janeiro, nesta quarta-feira.

O BTG é um dos acionistas da Pan Seguros, juntamente com a Caixa, que agora chama-se Too Seguros. No passado, o grupo obteve autorização da Susep para atuar com garantia e riscos financeiros, mas com a crise econômica e também das construturas com as investigações da Lava Jato, o segmento de grandes riscos praticamente desapareceu nos últimos dois anos. Com novas perspectivas para 2019 para o segmento de infraestrutura e retomada dos investimentos, a nova seguradora surge para retomar sua atuação em seguros voltados para grandes e médios riscos, inicialmente. “Teremos muitas novidades em 2019. Aguarde”, avisou Moura, que também comanda a Resseguradora do grupo BTG.

ARTIGO: O Ambiente de Trabalho do Futuro

Tulio Fumis

Por Túlio Fumis, Associate Partner na Page Executive e líder para as áreas de serviços financeiros, saúde e seguros

Neste quarto artigo da série das oito mais importantes preocupações dos executivos em 2018, entenderemos como a automação e a tecnologia moldam a demanda por talentos.

Reflexões:

• Os talentos de amanhã precisarão passar a vida inteira aprendendo?
• As reuniões com clientes poderão ocorrer em realidade virtual?
• O mercado de seguros será muito ou pouco impactado por tecnologia no futuro?
• Você está preparado para isto?

Uma coisa nós sabemos com certeza: o ambiente de trabalho do futuro vai exigir líderes competentes e preparados para começar a pensar de maneira diferente da atual.

Contemplar o futuro do trabalho pode ser um exercício fascinante ao considerarmos como e onde as futuras gerações irão trabalhar. E mais: quais inovações poderão potencializar o nosso ambiente de trabalho futuro.

Uma vez que os avanços tecnológicos aceleram e os “futuristas” respondem de volta, as últimas previsões são de que o escritório do futuro será modificado por várias inovações como ambientes mais oxigenados e verdes, também conhecidos como “design biofílico”, impressoras 3D e secretárias-robôs. Porém, poucas previsões englobam os fundamentos de como a liderança e nosso uso dos talentos nas empresas deverá mudar.

Transformação Analítica

Um ativo garantido para transformar o ambiente de trabalho e as decisões tomadas por lá é a “big data”. De fato, uma prioridade para os líderes seniores será explorar uma quantidade enorme de informação de qualidade.

Larysa Melnychuk, CEO e fundadora do International FP&A Board, uma incubadora de idéias para profissionais de finança seniores, previu que inteligência artificial e sistemas avançados de conhecimento vão dar para os líderes do futuro um entendimento claro, exato e atualizado dos números que norteiam o sucesso ou fracasso de uma empresa.

Ela diz que como tudo é baseado em indicadores de negócio, e aproximadamente 20% destes indicadores explicam 80% dos resultados, obviamente estes indicadores mudarão. Menciona um cliente do mercado financeiro em New York que antigamente demorava por volta de um mês para rever seus números de balanços, na casa das dezenas de bilhões, e que atualmente demora trinta e seis minutos para fazer isto.

A chave para este processo, que ela descreve como “transformação analítica”, vai gerar uma necessidade crescente de profissionais de talentos, incluindo novas posições para cientistas de dados, arquitetos de informações e “contadores de histórias” que podem ajudar líderes seniores a trazer a estratégia para a realidade. Estas posições irão de certo modo tomar lugar de outras como a de um contador tradicional, por exemplo, cuja atividade será rapidamente ultrapassada por automação baseada em inteligência artificial.

Proteger pessoas acima dos trabalhos

Não existe disfarce para isto: o ambiente de trabalho de hoje está repleto de funções que irão ser redundantes no futuro. É uma mensagem difícil para o C-level de hoje e de sérias implicações para organizações e educadores.

As empresas podem não estar aptas a proteger as funções que serão redundantes devido a tecnologia e automação, mas elas devem manter a responsabilidade pelos colaboradores e por ajuda-los a se adaptarem e se “reinventarem” para as novas funções que surgem.

Existe um papel muito claro para a liderança nesta fase de transição. Laurence O’Neill, Coordenador de Infraestrutura para a Europa, no Grupo Page, comenta que continua sendo uma prioridade para os CEOs manterem-se focados em seus papéis de mantenedores do rumo da empresa. Ressalta que enquanto os avanços da tecnologia vão moldar o cenário dos ambientes de trabalho futuros, caberá às pessoas garantir que nós não percamos o foco do que nos faz humanos e caberá aos futuros líderes facilitar este tipo de pensamento.

Similarmente, no nível individual, será necessário para a força de trabalho do futuro entender a demanda de nos esforçarmos cada vez mais em engajarmos com outras pessoas neste processo e ao mesmo tempo manter nossa identidade e valores essenciais.

Para proteger os meios de subsistência e manter a competitividade em alta, os líderes do futuro devem estar preparados para as tarefas prioritárias, particularmente encontrando novas maneiras de responder aos grandes desafios que vão aparecer e construir os modelos para ajudar a resolvê-los.

Vender para as pessoas que a educação formal delas não irá travar seus caminhos aos vinte e pouco anos e que o trabalho deve ser um ambiente de readaptação de alto nível constante, vai requerer um pensamento diferente sobre como elas vão ver suas carreiras mais para frente. E se os nossos talentos precisam voltar constantemente para escola, para alavancar suas carreiras, que outros pilares neste “pós-guerra” do ambiente de trabalho, como dias fixos de trabalho na semana, também poderão ser desmantelados?

Os competidores de jogos online de hoje vão mudar o mercado

Mudar as expectativas dos consumidores irá levar também a uma mudança radical no mercado. Por exemplo, todos aqueles que atualmente estão envolvidos com jogos online, será que irão demandar do mercado as mesmas especificidades relativas a serviços bancários, comércio, reuniões ou e-commerce do que outras gerações? O tempo investido em análise de mercado de games e em jogos on-line, pode ter sido de bastante proveito.

Já há previsões de que dentro de uma década, a maioria dos consumidores terá um equipamento dentro de seus bolsos capaz de proporcionar uma experiência de realidade virtual impressionante. Isto poderia também ajudar-nos a superar o que muitos executivos chamam de “tirania da distância” que muitos CEOs globais enfrentam.
Com a melhoria da interação entre humanos e máquinas, que gera cada vez mais experiências mais envolventes, detentores de grandes marcas terão o potencial de engajar e se conectarem emocionalmente com consumidores de uma maneira que os líderes seniores jamais imaginaram.

Conclusões:

• Uma transformação analítica irá oferecer visões de indicadores exatos que levam um negócio ao sucesso ou à derrota;
• Planeje sua estratégia de talentos para proteger as pessoas e não as funções;
• Elabore o quanto antes seu discurso de mudança, incluindo re-treinamento de talentos chave;
• Os modelos de ambientes de trabalho serão cada vez menos baseados apenas em escritórios formais;
• Desenvolva uma perspectiva de realidade virtual e de experiências de realidade aumentada dentro de seu modelo futuro de oferta de serviços.

Atualmente liderando a área de serviços financeiros e seguros na Page Executive, consultoria global de recrutamento para o alto escalão executivo (pertence ao PageGroup Brasil), compartilharei mensalmente com o blog dicas sobre tendências, carreira, CVs, entrevistas e outros assuntos relacionados a recrutamento e seleção, voltados para empresas e profissionais de seguros.

Até breve!

Empresas lançam apólice com pagamento na conta de gás

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A Naturgy Soluções (antiga Gas Natural Serviços), empresa do grupo multinacional Naturgy, presente em mais de 30 países e uma das líderes no setor de gás e eletricidade, acaba de firmar uma parceria com a corretora Willis Towers Watson e com a seguradora Chubb para o desenvolvimento de um portfólio de produtos de seguro com garantias e condições diferenciadas.

O primeiro produto lançado será uma apólice de Acidentes Pessoais com Assistência Funeral Familiar que o segurado poderá pagar por meio da fatura de gás, através do modelo de arrecadação e sob a responsabilidade da Naturgy Soluções. “Essa parceria ratifica a nossa Política de Responsabilidade Corporativa, buscando oferecer serviços que ofereçam o melhor benefício e atendam as mais diversas necessidades de nossos clientes”, afirma Bianca Mascaro, Diretora Comercial da Naturgy.

A Willis Towers Watson foi escolhida como broker responsável pelo desenho e gestão do programa da Naturgy Soluções. “Estamos bastante entusiasmados com a parceria pois nos identificamos com as características de organização, responsabilidade e valorização da Naturgy Soluções, em relação a seus clientes e, também, com o objetivo de ampliação de seu portfólio de benefícios”, complementa Raquel Silva, Head de Affinity da Willis Brasil.

“A companhia acredita muito no sucesso dessa operação porque reunimos um parceiro que preserva sua relação com seus clientes e busca agregar valor, um broker especialista e com capacidades para gestão de programas de Affinity e um produto totalmente personalizado para atender a esse público de forma especial”, finaliza Claudio Oliveira, diretor da Chubb Seguros.

Mercado segurador deve encerrar o ano com arrecadação de R$ 430 bi

“2018 foi um ano muito produtivo para o setor. Apesar da lenta retomada do crescimento da economia, o setor manterá a estabilidade na arrecadação global da ordem de R$ 430 bilhões”, afirmou o presidente da CNseg, a Confederação das Seguradoras, Marcio Coriolano, durante almoço das lideranças do mercado segurador, no Copacabana Palace, no Rio de Janeiro.

Coriolano reafirmou que a taxa média de crescimento não reflete mais o que se passa na dinâmica do setor, com protagonismo dos ramos de Patrimônios Massificados, Crédito e Garantias e Rural, além do segmento de Vida Risco.

“Somos um mercado em crescente diversificação e reposicionamento estratégico”, ponderou. “Se é preciso sintetizar o comportamento de um setor com tamanha complexidade como o nosso, nos últimos três anos, ouso ressaltar algumas conquistas, como o forte ajuste da eficiência operacional e das regras de aceitação de riscos, a ampla revisão tarifária realizada, o elevado padrão de governança obtido, o redirecionamento de linhas de negócios em função de vantagens competitivas e de escala, a adoção acelerada de processos de inovação e, no campo externo ao setor, a previsibilidade e estabilidade regulatória propiciada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) e pela Agência Nacional de Saúde (ANS), além da crescente modernização e proatividade dos corretores de seguros”.

Sobre as perspectivas para 2019, o presidente da CNseg declarou-se otimista. “O governo que assumirá em 1º de janeiro dá demonstrações de ímpeto reformista em vários setores. Na economia, nada prometido pela equipe de transição difere muito dos fundamentos defendidos com empenho pela atual equipe econômica”, constatou. “Mas o tom é de aceleração das reformas estruturais, como as privatizações, a redução do tamanho e interferência do Estado, e a revisão dos marcos legais previdenciário e tributário”.

Antes de dar início a entrega da edição 2018 do  Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros, Marcio Coriolano salientou que a CNseg tem esperança nas estruturações das áreas que comandarão o ajuste fiscal e a ansiada recuperação econômica. “Alcançadas essas metas, virão junto oportunidades de emprego e ampliação da renda, além da recuperação da capacidade de investimento e da reconstrução da infraestrutura em geral. São os principais combustíveis dos seguros”, concluiu.

O evento contou com a presença do superintendente da Susep, Joaquim Mendanha de Ataides; do diretor-presidente substituto da ANS, Leandro Fonseca; do presidente da FenSeg, João Francisco Borges; do presidente da FenaPrevi, Edson Franco; da presidente da FenaSaúde, Solange Beatriz Palheiro Mendes e do vice-presidente da FenaCap, Ryvo Matias Pires dos Santos.

Conheça os vencedores do 8º Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros

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Os vencedores do 8º Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros, promovido pela CNseg, a Confederação das Seguradoras, foram aclamados nesta quarta-feira (19/12), durante o almoço das lideranças do mercado segurador, no Hotel Copacabana Palace, no Rio de Janeiro. Quinze projetos classificaram-se como finalistas – cinco por categoria (‘Processos e Tecnologia’, ‘Comunicação’ e ‘Produtos e Serviços’). No total foram inscritos 115 projetos, dos quais 87 habilitados para a disputa.

Como previsto, os autores fizeram a defesa oral de seus trabalhos entre os dias 28 e 30 de novembro, na sede da CNseg, no Rio de Janeiro. Depois dessa etapa, foram apontados os três primeiros colocados de cada categoria.

Para o presidente da CNseg, Marcio Serôa de Araujo Coriolano, o Prêmio não tem apenas o objetivo de brindar os melhores, mas também de trazer novos conceitos para o setor, novos olhares para um mercado que tem tudo para ser promissor. “O setor já começou inovando com Antonio Carlos de Almeida Braga, uma pessoa que colocou de cabeça para baixo esse mercado, não apenas em termos de objetivo, mas principalmente de ideias”, afirma Coriolano.

”A CNseg, por meio do Prêmio, incentiva que as empresas busquem novas soluções sustentáveis e que modernizem cada vez mais o conceito de seguro sob a ótica de uma sociedade que se transforma a cada dia”, afirma Solange Beatriz Palheiro Mendes, vice-presidente da CNseg e presidente da FenaSaúde.

Vencedores

Categoria Processos e Tecnologia

O 1º lugar foi conquistado pelo “Programa de Mobilidade SulAmérica”, de Luiz Eduardo Botelho Pires, em coautoria com Keila Poliana, Sinval Salomé, Ricardo Paiva, Raphael Wanderley (SulAmérica Seguros). Apresenta proposta inovadora de atuação, baseada no teletrabalho e na flexibilização da jornada. 

Para o 2º lugar, o projeto “Sério que é um robô?”, de Ricardo Prates, em coautoria com Daniel Sampaio, Tauá Vasconcelos, Fábio Zanelato e Alessandra Mendes (SulAmérica Seguros).  Nesse caso, o assistente virtual é chat cognitivo que usa tecnologia digital para gerar mais empatia no relacionamento com o cliente, atendimento eficaz, amigável e agilidade na resolução dos problemas ou solicitações.
E “Marina, a Primeira Colaboradora Digital do RH no Mercado Segurador”, de Juliana Zan, em coautoria com Wilson Leal (Tokio Marine Seguradora), foi o terceiro projeto premiado, a partir de um robô com inteligência artificial para atender o público interno da seguradora.

Categoria Comunicação

O projeto “Prêmio Inova+Saúde”, de Henrique João Dias, em coautoria com Rosângela Comminato, Daniel Alves Ramos e Samanta Amaral (Unimed Seguradora), conquistou o 1º lugar. Seu objetivo é fomentar a inovação em todo o Sistema Unimed e reconhecer práticas que contribuam para a sustentabilidade do setor de saúde.

O 2º lugar coube ao “Plano de Sucesso de Marketing para Franqueados”, de Samilo da Costa Lopes, em coautoria com Maria Luiza Bronzatto e Amauri Lourenço Junior (San Martin Corretora e Adm. de Seguros). A iniciativa busca conscientizar o público sobre a importância da contratação de seguros e de seus benefícios para a proteção dos bens e do padrão de vida do segurado. 

No 3º lugar, “Close The Loop – Remodulando o Processo de Contato com o Cliente”, de Ana Maria Baracat, em coautoria com Gleison José, Jessica Araújo, José Carlos Silva, Katia Gonzales, Marcel Arimathea e Roberto Hernandez (Zurich Minas Brasil Seguros). A Iniciativa envolve líderes da seguradora na solução de problemas dos clientes.

Categoria Produtos E Serviços

Os três projetos vitoriosos foram os seguintes: 1º lugar foi para o projeto “Assistência Auto 24h Bradesco Seguros e Waze”, de André Hirszberg (Bradesco Auto/RE), que permite acesso a serviço inovador de emergências em vias urbanas e estradas brasileiras. 

Em 2º lugar: “Health Analytics SulAmérica”, de Raquel Giglio, em coautoria com Cristiano Barbieri, Washington Vital, Rivaldo Viscardi, Catia Guedes, Dayanne Ferreira, Leticia Fajardo e Adriana França (SulAmérica Seguros).  A ferramenta de big data permite o gerenciamento e a visualização de dados das empresas clientes.

Em 3ºlugar, “BIA – Serviço de Voz no Google Assistente”, de Marcelo Araujo Correa, em coautoria com Aline Ferreira, Marcia Morozini e Gabriela Leal (Bradesco Seguros). A assistente digital lançada no aplicativo Google Assistente oferece vários serviços exclusivos para segurados do segmento Auto.

FenSeg, FenaPrevi e FenaSaúde terão novos presidentes; na FenaCap, Coltri é reeleito

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As novas diretorias das Federações associadas à CNseg, a Confederação das Seguradoras – FenSeg, FenaPrevi, FenaSaúde e FenaCap –, eleitas em assembleias realizadas nesta quarta-feira (19), no Copacabana Palace, serão empossadas em 7 de fevereiro próximo, para mandato de 07/02/2019 a 06/02/2022. À exceção da FenaCap, cujo presidente, Marcos Coltri, foi reeleito, as demais federações terão novos titulares no comando. Do grupo de cinco dirigentes empossados em 2016, o presidente da CNseg, Marcio Coriolano, é outra liderança que deverá renovar o mandato por mais um triênio (2019/2022). As eleições da CNseg ocorrerão em fevereiro de 2019. Seu mandato e o do novo Conselho Diretor começarão a 30 de abril.

Na Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), centrada no desenvolvimento dos seguros de danos e de responsabilidades, Antonio Trindade (Chubb) sucederá João Francisco Borges da Costa; na Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), que representa empresas e entidades atuantes nos segmentos de previdência privada e de seguros de pessoas, Jorge Pohlmann Nasser (Bradesco Vida e Previdência) ocupará o assento de Edson Franco. Na Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), João Alceu de Amoroso Lima (Notre Dame Intermédica Saúde) assumirá a vaga de Solange Beatriz Palheiro Mendes na presidência.

Os presidentes das Federações tornam-se automaticamente diretores natos da CNseg. Na Confederação das Seguradoras, Marcio Coriolano, deverá cumprir seu segundo mandato – desta vez de 30 de abril de 2019 até 31 de março de 2022. Na CNseg, o processo eleitoral do Conselho Diretor para o novo triênio (2019/2022) inicia-se com a divulgação da chapa no próximo dia 27 de dezembro. Depois, vêm as eleições em 28 de fevereiro de 2019 e a posse da nova diretoria da CNseg em 30 de abril. A data da cerimônia festiva de posse das Federações e da CNseg ainda será agendada tempestivamente.

Valores do Seguro DPVAT para 2019 são anunciados nesta quarta

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Os valores do prêmio do Seguro DPVAT para o ano de 2019 já estão disponíveis para consulta dos proprietários de veículos automotores de todo país. Foi divulgada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (19/12), a resolução do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) que trata sobre a regulação dos sinistros do Seguro DPVAT e as condições tarifárias para administração do benefício. A Resolução nº 371 não alterou a Resolução nº 332, de 2015, que prevê a cobrança de R$ 4,15 a título de custo de emissão e de cobrança do bilhete do seguro, e do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Com isso, o prêmio do Seguro DPVAT para 2019 será composto pelos valores dos prêmios tarifários, anunciados no último dia 13/12 pelo CNSP, custo do bilhete e IOF.

O bilhete do Seguro DPVAT é o documento que comprova o pagamento do seguro e vem integrado ao CRV (Certificado de Registro de Veículo) e CRLV (Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo) no momento do licenciamento. A Seguradora Líder é a responsável por confeccionar e fornecer os formulários de ambos os certificados aos Detrans – que personalizam e entregam os documentos aos proprietários dos veículos. O custo do bilhete, portanto, é destinado à confecção, fornecimento e distribuição aos Detrans, e está incorporado ao valor do Seguro DPVAT desde 2009.

O Seguro DPVAT deve ser pago, uma única vez ao ano, junto ao vencimento da cota única ou da primeira parcela do IPVA, acompanhando os calendários estaduais. Dos recursos arrecadados, 50% vão para a União, sendo 45% para o Sistema Único de Saúde (SUS) para custeio da assistência médico-hospitalar às vítimas de acidentes de trânsito, e 5% são direcionados para o Denatran (Departamento Nacional de Trânsito), para investimento em programas de educação e prevenção de acidentes de trânsito. Os outros 50% são direcionados para o pagamento de indenizações, despesas e reservas.

As informações completas de como pagar o Seguro DPVAT 2019 estão disponíveis no site www.seguradoralider.com.br.

Confira os valores do Seguro DPVAT para 2019:

SulAmérica conquista três Prêmios de Inovação CNseg 2018

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A SulAmérica conquistou três premiações na oitava edição do Prêmio Antônio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros 2018. Promovida pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), a cerimônia de premiação reuniu líderes do mercado segurador brasileiro nesta quarta-feira (19), no Hotel Copacabana Palace, no Rio de Janeiro.

Na categoria Processos e Tecnologia, a companhia ficou em primeiro lugar com o case “Programa de Mobilidade”, de autoria do gerente de Sustentabilidade, Luiz Pires, e de Raphael Wanderley, Sinval Salomé, Keila Poliana e Ricardo Paiva. Desenvolvido para endereçar vários desafios de negócio, como produtividade, mobilidade e continuidade, o objetivo é gerar resultado positivo para todos os envolvidos: melhora da qualidade de vida dos colaboradores e, simultaneamente, aumento da produtividade e a resiliência do negócio.

Ainda nessa categoria, o projeto “Sério que é um robô?”, de autoria do gerente de Inovação e Mobile da SulAmérica, Ricardo Prates, em colaboração com Tauá Vasconcelos, Daniel Sampaio, Fábio Zanelato e Alessandra Mendes, ficou em segundo lugar. Este projeto faz a utilização inovadora de inteligência artificial cognitiva no relacionamento via chat com clientes e corretores da companhia. Em 2018, mais de 1 milhão de atendimentos foi realizado pelo robô inteligente, com mais de 50% de resolução imediata e redução em 90% do tempo médio de resposta.

Já na categoria Produtos e Serviços, a seguradora novamente foi destaque, conquistando o segundo lugar com o case “Health Analytics: Ferramenta para Gestão de Saúde e Performance Financeira”. O trabalho apresenta a solução analítica de Big Data criada pela SulAmérica para aprimorar a tomada de decisão, o controle financeiro e a gestão de saúde. A autoria é de Raquel Giglio, Cristiano Barbieri, Washington Vital, Rivaldo Viscardi, Cátia Guedes, Dayanne Ferreira, Letícia Fajardo e Adriana França.

A seguradora conquistou troféus em sete das oito edições do prêmio, reflexo do investimento consistente da companhia em tecnologia e melhoria operacional. “A SulAmérica é uma empresa em constante movimento. Ao mesmo tempo em que investimos em uma transformação no mercado segurador, também focamos no bem-estar de nossos colaboradores. Nossos resultados e o reconhecimento por parte da CNseg nos mostram que estamos no caminho certo”, declara o presidente da companhia, Gabriel Portella.