Tokio Marine leva atleta mirim para Rio Open

Fonte: Tokio Marine

A Tokio Marine proporcionou a Kauã Martins Mendonça, de 12 anos, a experiência de participar do Rio Open 2019, maior torneio de tênis da América do Sul. Atleta de tênis desde os quatro anos, Kauã realizou o sorteio da moeda (coin toss), que definiu quem começaria a sacar e de qual lado da quadra cada jogador iniciaria a partida. A ação foi promovida em um dos principais jogos da noite, entre as duplas brasileiras: Thomaz Bellucci e Rogério Dutra Silva contra Marcelo Melo e Bruno Soares. Bellucci e Dutra Silva saíram vencedores e jogam a semifinal de duplas nesta sexta-feira (22).

Kauã é aluno do Instituto Futuro Bom, organização apoiada pela Tokio Marine, que promove a inclusão social de crianças e adolescentes de comunidades carentes no Rio de Janeiro por meio do tênis e do incentivo à educação.

Este é o quinto ano consecutivo em que a Tokio Marine é patrocinadora do Rio Open. A empresa trouxe ao torneio sua expertise em proporcionar tranquilidade e segurança às pessoas: ofereceu um espaço com 55 lockers para o público das partidas guardar com segurança seus pertences. Junto ao estande da Seguradora, há também um painel personalizado pelo artista Fabio Polesi, onde o público pode fazer fotos descontraídas e compartilhar sua experiência nas redes sociais.

Com os alunos do Instituto Futuro, além do sorteio da moeda, a seguradora também levou um dos atletas do projeto social para disputar um ponto com o tenista Felix Auger-Aliassime, vencedor de uma das partidas do evento.

AXA lança programa de relacionamento com corretores

Fonte: AXA

Eventos de lançamento em São Paulo (19) e No Rio de Janeiro (20) contaram com a presença de cerca de 60 corretores.

A AXA no Brasil lançou com eventos em São Paulo (19) e no Rio de Janeiro (20) seu programa de relacionamento para corretores, o AXA Experience Club. O objetivo é entregar a cada parceiro um rol de produtos, soluções e formatos de atendimento adequados ao tamanho, foco, produção e potencial de cada parceiro. A iniciativa parte da segmentação dos corretores em cinco grupos – Exclusive, Premium, Blue, Red e White.

“Estamos iniciando nosso quinto ano de operações no Brasil, com negócios estruturados em Grandes Riscos, Médio Mercado e PMEs. Entendemos que é fundamental aprimorar o modelo de atendimento em todas as frentes e trazer benefícios claros e tangíveis para cada perfil de parceiro. A ideia é trazer o corretor para perto e construir junto”, afirma Erika Medici, vice-presidente Comercial e Marketing.

Em São Paulo, o evento ocorreu no foyer do cinema do Shopping Cidade Jardim, no bairro do Morumbi. “Estou muito feliz em receber nossos parceiros. É uma oportunidade de eles conhecerem os executivos da companhia, conversar e, claro, conhecer o AXA Experience Club. Estamos muito entusiasmados com esse novo momento da companhia e queremos compartilhar isso”, comenta Alexandre Oliveira, diretor Comercial Regional São Paulo.

No Rio de Janeiro, a companhia recebeu os corretores da capital e região metropolitana no Lagoon, à beira da Lagoa Rodrigo de Freitas no Leblon. “É muito importante ter nossa CEO aqui, junto com os parceiros. Esse contato é fundamental e passa a mensagem de que a companhia está de portas abertas para todos que desejam trabalhar conosco. Vamos afinando a comunicação e a parceria”, explica Karine Brandão, diretora Comercial Regional Rio de Janeiro Espirito Santo e Nordeste, também responsável pelo modelo de atendimento focado em corretores White e Red, categorias de entrada no AXA Experience Club.

Seguro de vida deve se reinventar para conquistar novas gerações

seguro de vida

por Márcia Alves

Evento do CVG-SP apontou a necessidade de coberturas inéditas, maior uso da tecnologia e de produtos com foco no perfil do cliente e proposta de valor.

Apesar do bom desempenho registrado no ano passado, quando cresceu quase 10%, o seguro de vida ainda não desenvolveu todo o seu potencial de expansão – apenas 19% dos brasileiros possuem esse seguro, segundo estudo da Universidade Oxford. Para Silas Kasahaya, presidente do Clube Vida em Grupo São Paulo (CVG-SP), a expansão dos seguros de pessoas, em especial do seguro de vida, passa pela criação de novos produtos e formas de distribuição que atendam às necessidades de proteção da geração atual e dos novos consumidores. 

“Essa diversidade de gerações traz impactos demográficos e requer nova formatação dos produtos de vida”, disse Kasahaya durante sua participação na mediação do Workshop “O cenário atual no desenvolvimento de produtos de vida”, realizado pelo CVG-SP, no dia 21 de fevereiro, no auditório do Sindseg-SP. 

Debatedora no evento, Asenate Souza, coordenadora da área de Orçamentos e Aceitação Vida e Previdência na Porto Seguro, observou que a indústria de seguros tem evoluído na adoção de novas tecnologias e na criação de produtos adaptados ao perfil do consumidor, mas ressaltou que a mudança precisa ir além. “A inovação não deve ficar restrita ao desenvolvimento de novos produtos, e sim a todo o processo. Isso significa processos ágeis e simples e comunicação clara e assertiva a fim de atingir todos os perfis de clientes”, disse.

Na avaliação de Aline Cipolla, gerente de Produtos Vida e Dental na Metlife, o mercado de seguro de pessoas precisa se reinventar e, ainda, oferecer uma proposta de valor. “Criamos produtos pensando no pai de família, nas pessoas solteiras ou para doenças graves. São válidos estes produtos, mas precisam ter valor e fazer sentido para o consumidor. Por isso, o primeiro passo é entender o cliente”, disse. 

Gustavo Arruda, coordenador de Novos Produtos na Icatu Seguros, aproveitou a deixa para apresentar o perfil do novo consumidor, extraído de um estudo encomendado pela Icatu Seguros. “Os nativos digitais querem praticidade, comunicação simples, rápida e sem burocracia. Não gostam de preencher longos questionários, fazem tudo pelo celular, valorizam experiências e não se preocupam em acumular bens”, disse. 

“O foco nas novas gerações é importante, mas não podemos nos esquecer das gerações atuais”. O alerta partiu de um dos debatedores, Tiago Moraes, que é responsável pela área de Produtos e Operações da Mitsui Sumitomo Seguros. Ele reconhece que o uso de novas tecnologias no seguro é “um caminho sem volta”, porém, adverte que a dificuldade de comunicação com o cliente ainda permanece. “Temos de começar a distribuir valor, em vez de produto”, disse.

Disrupção em seguro

Além do foco nas novas gerações, Gustavo Toledo, diretor Relações com o Mercado do CVG-SP, entende que também é preciso investir em nichos para aumentar a penetração do seguro de vida. Em sua visão, a espera pela aprovação do Universal Life não pode justificar a falta de inovação, que tem a ver com disrupção. “Vejam o exemplo da Uber, que forçou a mudança de mercado. Esse é o nosso desafio”, disse. 

Gustavo Arruda foi buscar um conceito muito usado no mundo digital, que é a oportunidade do micro-momento, ou seja, pequenas fatias de tempo em que as decisões do cliente acontecem. “O cliente vive diversos micro-momentos. Qual seria o push (notificação por celular) para fazer uma oferta de seguros?”. Em sua visão, o mercado deve aproveitar os micros-momentos do cliente, como o nascimento do filho ou uma viagem, para gerar uma experiência de compra. 

Inovação em coberturas

Como mediador do evento, Kasahaya questionou os debatedores em relação à inovação na formatação de coberturas do seguro de vida. Aline Cipolla citou o avanço da cobertura de doenças graves, que cresceu mais de 12% no ano passado, segundo dados da Susep. Segundo ela, a MetLife tem revisitado essa cobertura, por meio da atualização da lista de doenças, consultoria com médicos e análise de sinistros. “Também revisamos saúde e perda de renda e verificamos que algumas assistências nunca eram usadas”, disse. 

Aline Cipolla lembrou, ainda, que na Ásia e África é possível contratar seguros para curto período de tempo e até para determinada enfermidade, como câncer ou diabete, caso da China. Outros países oferecem descontos para quem adota estilo vida mais saudável. “Isso quebra os padrões que trabalhamos e nos provoca a pensar se não podemos fazer o mesmo para aproveitar as oportunidades”, disse. “Nesse sentido, já estamos amadurecendo”, afirmou Tiago Moraes.

Ao final da segunda parte do evento, dedicada ao debate com a plateia, Kasahaya comentou o sucesso do workshop. Ele informou que devido à lotação do auditório, o CVG-SP já possuía uma lista de espera de mais de 60 inscritos para uma eventual segunda edição do evento. “O ano está apenas começando e já temos a agenda do semestre com eventos marcados para abril (11/04), para discutir a reforma da Previdência, e  maio (23/05), quando receberemos o novo presidente da FenaPrevi”, disse. 

Liberty lança cobertura de pneus, rodas e suspensão para clientes de seguros auto

Fonte: Liberty

Novidade foi disponibilizada para clientes em São Paulo e Curitiba

A Liberty Seguros lançou em janeiro sua mais nova cobertura para clientes de seguros de automóvel, a cobertura Proteção Roda e Pneu. Com a nova funcionalidade, os segurados de São Paulo e Curitiba podem contar com serviço exclusivo de troca de pneu, roda e substituição do sistema de suspensão em caso de impactos acidentais em guias, meio-fios, blocos de sinalização de pista, buracos, desníveis acentuados, pedras e vidros .

A Liberty é a primeira seguradora a disponibilizar esta cobertura no mercado em parceria com a Autoglass, e a mesma é válida para clientes dos produtos Auto Perfil, Affinity Auto Perfil e Auto Exclusivo e garante a mão de obra e a troca da peça avariada.

“A Liberty Seguros trabalha para sempre oferecer os produtos e serviços mais completos aos seus clientes, para que eles fiquem despreocupados. Em breve, os clientes de todas as regiões terão acesso a mais esta cobertura”, diz Paulo Umeki, Vice Presidente de Produtos da Liberty Seguros. “Com o lançamento dessa cobertura, corretores passam a ter mais um diferencial no momento de ofertar e fidelizar sua carteira de automóvel”, completa.

HDI Seguros se une a aceleradora Distrito para desenvolver insurtechs

Fonte: HDI

Apoio da seguradora ao Distrito Fintech, inaugurado hoje, visa acelerar a transformação digital da companhia

O Distrito Fintech é realidade: o campus de startups dedicado à inovação para serviços financeiros e seguros foi inaugurado nesta quinta-feira (21), em São Paulo. Murilo Riedel, CEO da HDI Seguros, cofundadora da iniciativa, participou da cerimônia de abertura e reforçou a importância do espaço no atual momento da seguradora, que tem digitalizado seus produtos e processos com o objetivo de humanizar sua atuação e relacionamento com os clientes.

O executivo defendeu que a inovação é item obrigatório no mundo dos negócios hoje e a agilidade é crucial nesse processo. De acordo com ele, a transformação do setor de seguros passa pela incorporação do pensamento disruptivo para o contínuo ciclo de desenvolver soluções, testar, aperfeiçoar e aplicar.

A companhia está investindo R$ 120 milhões em startups alocadas no Distrito voltadas à criação de serviços que, de alguma forma, componham a operação da HDI. “Visamos a construção de um ecossistema que representará 20% das nossas vendas no mercado, apoiado por ferramental e produtos novos, que estejam alinhados a essa nova forma de pensamento”, resume Riedel.

O Vice-Presidente Técnico da companhia, Fábio Leme, também debateu a questão no painel “Existe disrupção iminente na indústria de seguros?”. Ele argumentou que o próximo ciclo de vida das seguradoras passa diretamente pela conquista de quatro objetivos: ampliar a adesão da população aos seguros por meio de uma comunicação mais simples e clara; tornar a estrutura das empresas mais leve e eficaz; disponibilizar produtos que atendam necessidades simples, mas que sejam apoiados por tecnologias complexas, como big data e reconhecimento facial; e forjar novos modelos de negócios sob o conceito de cross learning, onde companhias firmam parcerias estratégicas para criar soluções novas a partir da complementaridade dos pontos fortes de cada uma.

“A HDI é uma empresa em pleno processo de reinvenção do seu negócio”, admitiu o executivo. “Estamos expandindo o conceito de proteção, para que o foco sejam as pessoas e a garantia de que tenham sua mobilidade plenamente assegurada, em qualquer meio que escolherem para ir de um ponto a outro”, finalizou.

IRB inicia road show nos EUA

Depois de uma semana em road show em Londres, agora a equipe do IRB Brasil Re parte para os Estados Unidos para a venda da participação do Fundo de Garantia de Operações de Crédito Educativo (FGEDUC)  segue agora para os Estados Unidos. O grupo fará apresentações entre 23 a 28 de fevereiro de 2019, nas cidades de Boston e Nova Iorque, nos Estados Unidos, segundo apurou o blog Sonho Seguro.

De 16 a 20 as apresentações foram em Londres, Inglaterra. A equipe apresenta aos investidores estrangeiros os bons resultados obtidos pelo maior ressegurador brasileiro desde a abertura de capital na bolsa, em julho de 2017, quando levantou R$ 2 bilhões.

De acordo com a Agência Estado, o ressegurador já tem demanda para emplacar sua oferta de ações (follow on). Até o momento, a companhia obteve 1,1 vez a operação. No preço de ontem, de R$ 92,75, a oferta movimentaria R$ 2,56 bilhões. A apresentação aos investidores (roadshow) vai até a próxima terça-feira, dia 26, quando o ressegurador deve precificar a oferta. Por ora, cerca de 75% da demanda vêm de estrangeiros. A operação visa a dar saída ao Fundo de Garantia de Operações de Crédito Educativo (Fgeduc), que detém uma fatia de 8,9% da companhia e é administrado pela Caixa Econômica Federal.

Antes de iniciar o road show, o IRB anunciou uma oferta secundária de ações que deve arrecadar cerca de R$ 2,5 bilhões. O fundo da Caixa Econômica Federal, que quer vender sua participação de 8,9% no IRB, participa do road show.

O preço do IPO elevou as ações a R$ 27,24, com cerca de 73,5 milhões de ações vendidas pelos principais detentores do IRB Brasil Re. O IRB também revelou que as unidades de banco de investimento da Caixa Econômica Federal, do Bank of America Merrill Lynch, do Banco Bradesco SA, do Itaú Unibanco Holding SA e do Banco do Brasil SA administrarão a oferta. No acumulado do ano, o lucro líquido ficou em R$ 1,21 bilhão, 31,8% superior ao resultado obtido em 2017. Em prêmios emitidos, o IRB totalizou R$ 6,7 bilhões, alta de 20%.

“Nos próximos quatro anos, a previsão de retomada do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) favorece a expansão do mercado de resseguros, que nos últimos seis anos apresentou um crescimento médio de 21% ao ano. Além disso, o retorno dos projetos de infraestrutura, somados aos novos leilões da Agência Nacional do Petróleo (ANP), às privatizações e à nova dinâmica para os planos VGBL, podem trazer um novo impulso para a indústria, uma expansão que pode superar o crescimento do PIB”, informou no relatório do balanço.

Chubb oferece estrutura para corretor expandir negócios em diversos nichos

Fonte: Chubb

A Chubb amplia parceria com corretores para que ambos possam aproveitar a retomada da economia em 2019 – que deverá crescer 2,55%, ao mesmo tempo em que o setor de seguros poderá expandir até 8,4%, de acordo com o Banco Central e CNseg, respectivamente. Conforme o presidente Antonio Trindade, a partir do incentivo da companhia, os corretores obtém êxito na diversificação dos negócios, no ingresso em novas regiões e no atendimento a nichos ainda pouco explorados no Brasil, entre outras conquistas.

Os parceiros aproveitam as diferentes áreas internas que a Chubb criou para atuar de forma especializada, competindo pela liderança dos principais setores do mercado corporativo de seguros: grandes empresas, PME, multinacionais e afinidades. “Após consolidar parceria com a Chubb, um corretor de PME, por exemplo, passou a encontrar meios para também atuar em segmentos como grandes empresas, afinidades e até mesmo multinacionais”, descreve. “Isso concede aos parceiros uma visão privilegiada para expandir os seus negócios em direção a outros lugares do país, buscando, sobretudo, os mercados que se encontram fora do eixo São Paulo-Rio”, comenta Trindade.

Reforma da Previdência promete economia de R$ 1,1 trilhão em 10 anos

operarios previdencia

O presidente Jair Bolsonaro entrou ontem na Câmara dos Deputados a íntegra da proposta da Reforma da Previdência. O texto traz a idade mínima para a aposentadoria de 62 para mulheres e 65 para homens como regra geral, com três modalidades de transição, e contribuição mínima de 20 anos para ambos os casos. Leia a íntegra publicada pela Agência Câmara.

Pitzi, especializada em seguro celular, projeta quintuplicar vendas em 2019

A Pitzi completou sete anos se sente madura para consolidar a operação em 2019. Os números obtidos neste período são significativos. “Temos projetos com cinco das maiores seguradoras globais em atividade no país e, por conta dessas e de outras parcerias, estamos presentes em mais de 2 mil pontos de venda em todo o país. Iniciamos o ano com mais de 90 funcionários e uma nova sede em São Paulo, que nos coloca mais próximos dos nossos parceiros”, conta Thiago Machado, diretor comercial da Pitzi, ao blog Sonho Seguro.

A Pitzi é uma insurtech ou uma “prestadora de serviços” para seguradoras?

Digamos que há sim uma série de fornecedores que trabalham no modelo clássico de prestador de serviço no mercado brasileiro de seguro para celular, geralmente oferecendo um serviço mais operacional, limitado a tarefas como gestão de assistências técnicas ou de atendimento. A Pitzi nasceu diferente, fundada como uma insurtech quando o termo ainda nem existia. Desde 2012, a empresa já tinha uma visão clara de que era possível fazer muito mais pelo setor no país. No lugar de uma estrutura mais tradicional ou familiar, a empresa é formada por um board global com experiência e capital para investir em tecnologia e data science – refletindo em soluções logísticas de ponta, algoritmos antifraude e outras melhorias do negócio. Em vez de um SAC numeroso e métricas de tempo médio de atendimento, criamos uma área de Customer Experience (CX) com autonomia suficiente para entender e resolver os problemas do cliente em um único contato, criando uma experiência humana e incrível. Somos muito mais que prestadores de serviços. Trabalhamos como parceiros e habilitadores para as seguradoras, utilizando pilares como rapidez, informação e empatia para permitir que elas possam criar programas de seguro celular que sejam viáveis comercialmente ao mesmo tempo que tragam valor e sejam acessíveis para o consumidor brasileiro.

Como foi 2018 para a Pitzi?

Tivemos um 2018 realmente fantástico. E não digo isso só porque crescemos mais de três vezes em relação a 2017 e expandimos nossa operação por todo o país, mas principalmente porque reforçamos nosso compromisso em relação às parcerias com algumas das principais seguradoras do mercado, com Sura, Mapfre, Zurich, Generali e Axa.

O que faz para atrair seguradoras de peso?

Isso é resultado de análises e escolhas que fizemos ao longo dos últimos dois anos, quando, para ampliar nossa busca por transformar o setor de proteção de celulares no Brasil e criar experiências positivas para o consumidor. Desenvolvemos soluções que podem ajudar a resolver grandes desafios das seguradoras e do próprio mercado. Todas elas ajudam não só a trazer eficiência para a operação das seguradoras como também permitem que eles busquem a inovação sem assumir novos riscos, levando à ofertas de produtos melhores e mais acessíveis para o consumidor final.

Qual o investimento do grupo no Brasil?

Já investimos mais de R$ 70 milhões em produto, estrutura, tecnologia e logística para garantir a entrega da melhor experiência possível. Não só para nossos parceiros, mas também para seus clientes – incluindo aqueles que estão longe dos grandes centros urbanos. Com isso, passamos da marca dos mais de 500 mil celulares protegidos e a perspectiva é que esse número cresça de forma ainda mais acentuada daqui para frente.

Quais são as expectativas para 2019?

Queremos acelerar o modelo de parcerias seguradora/insurtech e crescer nossa base de clientes em até 10 vezes ao longo deste ano. As sementes plantadas ao longo de 2018 fizeram com que pudéssemos traçar objetivos bastante agressivos para este ano. Provamos que conseguimos trabalhar em escala com altíssima qualidade e sabemos que há muito espaço para crescer. Queremos acelerar esse crescimento ao lado das seguradoras e, no mínimo, quintuplicar nossa operação em 2019.

E como pretende essa façanha?

As oportunidades são inúmeras. Uma delas é o potencial não explorado do mercado brasileiro de seguros celular. Apenas 4% dos mais de 220 milhões de aparelhos ativos no país têm algum tipo de proteção. Nos EUA, esse número fica na faixa dos 30%, enquanto o Japão protege 90% dos dispositivos. Ampliar essa penetração exige mudar a relação do consumidor com o seguro ao oferecer produtos acessíveis e que tragam experiências fantásticas quando ele mais precisa. Além disso, temos planos para a criação de fábricas e novos hubs logísticos para continuarmos a melhorar a qualidade do serviço, principalmente em regiões do país que, hoje, não são atendidas de forma ideal.

A empresa tem atraído talentos de seguradoras não?

A contratação de profissionais experientes do mercado é um exemplo claro dessa busca da Pitzi em inovar no ramo de seguros para celular. Além da minha chegada depois de 11 anos na Sura, trouxemos profissionais como Sheynna Hakim (ex-Itaú, Getnet e PayPal) e João Júnior (ex-Motorola e Apple) para reforçar o comprometimento da Pitzi em entender verdadeiramente as dores dos parceiros antes de resolvê-las.

O grupo pensa em expansão territorial?

Sim. Em novembro passado inauguramos a filial em Jundiaí. Bastante estratégico para nossa operação, o novo endereço permitiu que pudéssemos ganhar escala de forma saudável, absorvendo a demanda crescente das novas parcerias com as seguradoras sem nenhum prejuízo para a qualidade e velocidade do nosso atendimento de sinistros.

Liberty leva mais de 40 corretores a Campus Party e seleciona projeto vencedor de Hackathon

Fonte: Liberty

A fim de reforçar a importância da inovação em sua estratégia, a Liberty Seguros esteve entre as patrocinadoras da edição de 2019 da Campus Party, um dos maiores eventos de tecnologia e inovação do Brasil. Entre os dias 13 e 16 de fevereiro, a seguradora promoveu diversas atividades em seu estande e ao redor da feira, que foram desde palestras e workshops a um hackathon com mais de 150 pessoas inscritas. Além disso, a seguradora também levou um grupo de funcionários de diversas áreas da companhia e um grupo de clientes para aproveitarem o evento.

“Foi muito gratificante participar da Campus Party este ano, onde pudemos aprender com os participantes e destacar a importância da inovação para a companhia, apresentando aos campuseiros nossas iniciativas, desafios e formas de trabalhar”, conta Silvio Eduardo de Andrade, superintendente de inovação da Liberty Seguros.

Hackathon Liberty Seguros

Ao longo da semana, a seguradora ofereceu oito atividades diferentes em seu estande e nos diversos palcos da feira, dentre elas, o Hackathon Liberty Seguros. A ação, que propôs aos campuseiros o desafio de criarem uma solução gratuita para ajudar os corretores em início de carreira a terem mais sucesso em seus negócios contou com 160 inscritos, 36 finalistas e 12 ganhadores – 4 em primeiro lugar, 4 em segundo e 4 na terceira posição.

O projeto vencedor consiste em um atendimento virtual personalizado e gratuito para corretores no início de suas carreiras, que pode ajudá-los a eliminar parte do trabalho operacional diário e se dedicar a demandas mais estratégicas, como prospecção de clientes, relacionamento e outras atividades que irão fortalecer o seu negócio.

Palestra sobre robotização e automação

Além do hackathon e dos workshops, os campuseiros também puderam se aprofundar no tema de robotização e automação na palestra realizada por Silvio Eduardo de Andrade, superintendente de inovação da Liberty Seguros. Durante a explicação, o executivo se aprofundou no assunto e em como empresas de diversos setores estão implementando essas tecnologias em seus processos de forma a ajudar funcionários a organizar e otimizar suas tarefas diárias.

A apresentação contou com a presença dos participantes do evento e cerca de 10 mil pessoas assistiram ao streaming ao vivo na página do Facebook da seguradora.