AXA no Brasil atinge R$ 1,054 bilhão de receita

balanço axa 2018

 A AXA no Brasil divulgou hoje seu balanço anual referente a 2018, quarto ano operacional da companhia no país. A receita foi de R$ 1,054 bilhão, 4,7% maior do que o montante atingido em 2017. Para 2019, a companhia espera atingir a marca de R$ 1,5 bilhões em prêmios, considerando a produção integrada da AXA e da AXAXL.

“A receita da companhia manteve-se estável, o que consideramos muito positivo, tendo em vista nossas transformações internas, o cenário econômico brasileiro e o ano eleitoral”, disse Delphine Maisonneuve, CEO da AXA no Brasil.

A companhia conta com plano de longo prazo e olhar promissor em relação aos próximos anos. “Em 2018 continuamos investindo em nossas principais prioridades, que são as Linhas Comerciais P&C e Afinidades, e apresentamos balanços fortes, com os índices de liquidez e solvência acima dos requisitos da SUSEP, Superintendência de Seguros Privados”, afirma Sebastien Guidoni, CFO da AXA no Brasil.

O balanço anual 2018 revela ainda que o mix de negócios da empresa manteve-se em linha com o de 2017. O segmento mais representativo foi o Empresarial (Property), responsável por 35% da receita, seguido pelos produtos que compõem o segmento de Afinidades (Garantia Estendida, Roubo e Furto de Celulares, Prestamista, entre outros), que representou 24% da receita total, um crescimento de 9 p.p.

Segundo Guidoni, 2018 foi um ano de profundas transformações, ajustes e revisão de contratos em busca de maiores níveis de rentabilidade. “Passamos por ampla transformaçãoorganizacional que veio acompanhada de mais rigor técnico e disciplina de custos administrativos. Investimos muito em tecnologia – vamos continuar – e fizemos um aporte de capital relevante para fazer frente ao novo ciclo de crescimento da companhia”, finaliza.

Tokio Marine lucra R$ 331,3 milhões em 2018

A Tokio Marine Seguradora encerrou o ano de 2018 com R$ 5,15 bilhões em prêmios emitidos. Isso representa um crescimento de 7,9% em relação ao ano anterior, enquanto o mercado evoluiu 6,1% (sem VGBL, Saúde e Previdência). A companhia também registrou um aumento de 115,4% no lucro líquido, que chegou a R$ 331,3 milhões no período. O índice combinado foi de 93,5% e a sinistralidade caiu de 58,4%, em 2017, para 52,1%.

“Estamos muito felizes com esta ótima performance, fruto das ações que adotamos em 2018 em relação à precificação, regulação de sinistros e gestão de riscos. Conseguimos manter o crescimento acima da média de mercado, com base em uma estratégia de busca constante por Inovação, Qualidade de Produtos e Serviços e fortalecimento da relação com os nossos 29 mil Corretores e Assessorias”, celebra o presidente da Tokio Marine, José Adalberto Ferrara.

A companhia registrou crescimento em diversas carteiras ao longo de 2018. O ramo de automóvel manteve o histórico e cresceu 8,4%, contra um aumento de 3,2% do mercado. Outro destaque foi a boa aceitação do seguro vida individual, lançado em abril de 2017. O número de vidas seguradas em 2018 chegou a 54 mil, incluindo os produtos AP Individual e AP Estagiário.

Na diretoria de Produtos Pessoa Jurídica, os destaques de 2018 estão os desempenhos das carteiras de riscos de engenharia, D&O, transportes, riscos diversos e empresarial.

A Tokio Marine internalizou a Assistência 24 Horas do Seguro Automóvel, em um projeto que abrangeu 31 áreas. A seguradora foi também a primeira do País a ter autorização para realizar atendimentos por meio dos aplicativos WhatsApp e Messenger. “Essas iniciativas nos permitem atender cada vez melhor as demandas dos nossos parceiros de negócios e clientes”, complementa Ferrara.

A seguradora conquistou a quinta posição no ranking Melhores Empresas para Trabalhar e foi a terceira entre as Melhores Empresas para a Mulher Trabalhar, nas pesquisas organizadas pelo Great Place to Work® Brasil em parceria com a revista Época.

“É nossa missão proporcionar tranquilidade e segurança às pessoas e às empresas e contribuir para o desenvolvimento da sociedade. Estamos comprometidos com a manutenção do nosso ritmo de crescimento de forma sustentável, e queremos continuar a ser reconhecidos pela qualidade dos nossos produtos e excelência na prestação de serviços”, conclui o Presidente da Tokio Marine.

SulAmérica registra lucro líquido recorde de R$ 905 milhões em 2018

Fonte: SulAmérica

A SulAmérica registrou lucro líquido recorde de R$ 905 milhões em 2018, 17% superior ao ano anterior, marcando o melhor ano da história da companhia. O resultado mantém a trajetória de crescimento da empresa, que tem registrado consecutivos aumentos de receita, margens e lucro nos últimos anos.

Nas receitas operacionais foi alcançado um crescimento de 12,5%, resultando em R$ 20,5 bilhões em 2018. Crescemos 12,8% nas receitas de Seguros, 11,2% nas receitas de Previdência, 3,3% nas receitas de Capitalização e 21,3% nas receitas decorrentes de Gestão e Administração de Ativos. A margem bruta melhorou em 23,8%, totalizando R$ 2,5 bilhões, que conjuntamente com a evolução da receita, denota a execução adequada da nossa estratégia de buscar o crescimento com rentabilidade. 

O índice combinado foi de 97% em 2018, o melhor em uma série de pelo menos cinco anos. O índice combinado ampliado (considerando o resultado financeiro que, em virtude da queda da Selic, foi inferior em 24,6%), também apresentou importante avanço, chegando em 93,9% contra 94,1%, em 2017. O retorno sobre patrimônio líquido médio (ROAE) mostrou rentabilidade superior, alcançando 15,2% em 2018 frente aos 14,5% de 2017. 

“O ano de 2018 ficou marcado como mais um ciclo de excelente desempenho da companhia. Os índices de satisfação de nossos clientes, a força de nossa operação, o crescimento robusto apresentado no ano e o retorno consistente para acionistas evidenciaram nossa capacidade de gerar resultados em um ambiente ainda desafiador, sempre observando a disciplina na gestão de riscos e o equilíbrio na alocação de capital”, explica Gabriel Portella, presidente da SulAmérica.

As operações de seguros saúde e odontológico seguiram apresentando resultados sólidos, efeito da expansão das localidades atendidas, formatação de produtos e inovações que oferecem facilidade e conveniência aos segurados. No acumulado do ano, as receitas operacionais de seguros saltaram para R$ 15,8 bilhões, aumento de 13,4%. A margem bruta teve melhora de 16,1%, refletindo o aumento de receitas e a consistente redução de sinistralidade, que terminou 2018 em 79,2%, o menor índice desde 2010, além de consistente redução pelo 4º ano consecutivo. Os planos coletivos apresentaram um aumento líquido de 268 mil vidas, totalizando 3,3 milhões de segurados. 

A operação de seguros de automóveis alcançou uma receita operacional de R$ 3,4 bilhões em 2018, crescimento de 9,7% sobre o ano anterior. A sinistralidade da operação ficou em 60,2% no ano, uma relevante melhora de 5,3 p.p. frente a 2017, consolidando a força dessa carteira. A margem bruta teve crescimento de 66,5%, saltando para R$ 555,9 milhões. A frota segurada chegou a 1,641 milhão de veículos no fim de dezembro, 8,6% acima do número registrado no fim de 2017. Os resultados são reflexo do aprimoramento de ferramentas e processos de precificação e subscrição, além dos esforços comerciais junto aos corretores de seguros, assessorias e demais parceiros de negócios, somados à melhoria no ambiente concorrencial e de riscos.

As receitas operacionais do segmento de vida e acidentes pessoais alcançaram R$ 481,6 milhões, aumento de 14,1% em relação ao ano anterior, contribuindo para uma margem bruta 95,2% superior à de 2017. Além disso, um dos destaques do segmento foi o crescimento de 84,4% das receitas do seguro viagem em 2018.

As reservas de previdência privada tiveram um crescimento de 14,7% na comparação com o final de 2017, alcançando R$ 7,2 bilhões. Já as receitas operacionais tiveram aumento de 11,2% no acumulado de 2018 impulsionadas, principalmente, pelo crescimento no produto VGBL. 

No segmento de gestão de ativos, o volume total de ativos atingiu o saldo recorde de R$ 41,6 bilhões no fim do ano. O crescimento foi de 8,7% no comparativo com o saldo de 2017, mantendo nossa posição de destaque e liderança entre as gestoras e administradoras independentes no Brasil. As receitas operacionais no acumulado do ano apresentaram um aumento de 21,3%, levando a um ganho de 26,6% na margem bruta.

Capitalização registrou receitas de R$ 54 milhões, um crescimento de 3,3% em relação a 2017, com foco no principal produto dessa linha de negócios, o Garantia de Aluguel. Em massificados, que inclui seguros residenciais, empresariais e para condomínios, as receitas operacionais de 2018 foram de R$ 184,6 milhões, crescimento de 2,3%.

“Além dos sólidos resultados operacionais, 2018 foi um ano de intensificação de investimentos no capital humano e em inovação, pilares fundamentais para a sustentabilidade de nossas operações”, explica o presidente da SulAmérica.

Durante o ano passado, houve aperfeiçoamento do aplicativo de telemetria para seguro de automóveis; no desenvolvimento da plataforma virtual de cuidado coordenado; das funcionalidades que melhoram a experiência de nossos clientes, como o reembolso digital para saúde e agora para odontologia, além da ampliação da funcionalidade do serviço Médico em Casa para segurados de saúde. Os aplicativos da companhia já possuem mais de dois milhões de downloads e iremos continuar investindo em iniciativas que possam acelerar nosso desenvolvimento e a satisfação de nossos clientes.

“Com as perspectivas de melhora da economia brasileira, em particular com a esperada recuperação dos níveis de emprego e renda, aliadas ao nosso modelo de negócios e seguindo com investimentos em inovação e na busca da melhor experiência para os nossos segurados, acreditamos que podemos nos beneficiar desse cenário doméstico mais favorável”, conclui Portella.

Procura por seguro para fusões e aquisições no Brasil cresce 30% em 2018, segundo a AIG

Fonte: AIG

Estudo global da seguradora destaca que 1 a cada 5 apólices recebem notificação de sinistros no mundo

O ano de 2018 foi positivo para as operações de fusões e aquisições no Brasil: 16,5% a mais em relação ao ano anterior, segundo dados da consultoria KPMG. No mesmo caminho, a AIG Seguros aponta o crescimento pela procura do Seguro de Fusões e Aquisições (Representations & Warranties Insurance, em inglês), garantia adicional contratada pelo comprador para a cobertura de perdas financeiras decorrentes de passivo oculto na negociação. Somente em 2018, a alta foi de 30%, segundo a seguradora, com boas expectativas para este ano. 

“A apólice visa indenizar perdas financeiras resultantes de infração às garantias dadas pelo vendedor ao comprador no contrato de aquisição. A solução possibilita, ainda, o aumento de duração das garantias, oferecendo aos compradores tempo adicional para detectar e reportar problemas que talvez existam com a aquisição do negócio”, explica Flávio Sá, Gerente de Linhas Financeiras da AIG Seguros. 

O especialista ressalta também que é possível distinguir a oferta de compra em uma negociação competitiva, fazendo com que a necessidade de garantias do vendedor seja menor. “Outros pontos que sempre destacamos é que a apólice pode proteger o relacionamento entre as partes (futuros sócios ou fornecedores, por exemplo), e que essa cobertura também diminui o risco de não pagamento por parte do grupo vendedor, por conta de possíveis problemas relacionados, por exemplo, à saúde financeira”, lembra Sá.

Além de mais transações de M&A no Brasil, o interesse pelo seguro está ligado a riscos de fatos desconhecidos, não esperados ou não mencionados durante o processo de due diligence. Segundo o seguro “No cenário brasileiro, questões tributárias, ambientais e aquelas relacionadas aos demonstrativos financeiros são os principais riscos na operação”, completa Sá. 

Notificação de sinistros –De acordo com estudo global divulgado em 2018 pela AIG sobre sinistros nas apólices de M&A vendidas pela seguradora, uma em cada cinco apólices registrou notificação de sinistro, “o que mostra que mesmo o processo de due diligence mais detalhado pode falhar”, informa o relatório. Dentre as queixas registradas pela AIG, a maioria é referente a erros nas demonstrações financeiras (18%), seguida de situações tributárias irregulares (16%), falta de conformidade com legislação (15%), omissão de contratos relevantes (14%), relações trabalhistas (9%) e propriedade intelectual (7%). “No Brasil, desde que trouxemos o produto ao Brasil, em 2014, já registramos sinistro e atuamos com nossa experiência global para auxiliar o segurado durante o processo”, afirma Flavio Sá.

IRB deve precificar oferta nesta terça-feira

O IRB Brasil Re tem demanda de 1,4 vez para a sua oferta de ações (follow on), considerando ordens a mercado, ou seja, com base na cotação atual em bolsa, informa a Agência Estado. Se levada em conta a totalidade dos pedidos – que podem embutir algum desconto por parte dos investidores para adquirir o papel, a proporção sobe para 1,8 vez. Com base no valor do fechamento das ações do IRB ontem, de R$ 93,50, a oferta movimentaria R$ 2,58 bilhões. Até agora, 72% dos pedidos vêm de estrangeiros e a maioria está a mercado. Segundo o Valor, desde o anúncio do follow-on, no dia 15 de fevereiro, a ação do IRB subiu 1,6%, de R$ 92 para R$ 93,50.

HDI alerta sobre cuidados com o seguro de aluguel para temporada, como Carnaval

Fonte: HDI

A seguradora HDI oferece no seguro residencial cobertura específica para proteger o segurado que alugue seu imóvel para terceiros para períodos curtos como temporada ou feriado, algo muito comum no Carnaval. Fábio Leme, vice-presidente técnico da sexta maior seguradora de residências do Brasil, destaca quatro cuidados fundamentais que ambas as partes devem ter para garantir a melhor experiência possível durante e até depois do feriado:

1.A formalidade

Antes de qualquer coisa, o dono do imóvel precisa contratar a cobertura de anfitrião disponibilizada pelo seguro residencial HDI em Casa. A proteção assegura indenização específica para sinistros decorrentes do uso do imóvel e resguarda que a experiência seja a melhor possível.

2.Os objetos

Ao alugar um imóvel, loca-se também o que está dentro dele. Eventuais danos aos móveis, utensílios, equipamentos e eletrodomésticos da residência dão direito à indenização ao anfitrião, ou seja, o dono do espaço. O inquilino, por sua vez, deve atentar-se ao manuseio dos objetos, pois apenas as avarias acidentais são consideradas e cobertas pelo seguro.

3.A estrutura

A estrutura do imóvel precisa estar em dia. Danos materiais e corporais sofridos pelo inquilino, enquanto este estiver no local, são de responsabilidade do anfitrião. Aqui é importante ao anfitrião a adesão também à cobertura de Responsabilidade Civil Familiar, que garante a proteção adequada para estes casos.

4.Fim de festa

O fim do contrato de locação é, literalmente, o término de qualquer vínculo de responsabilidade do inquilino para com o anfitrião no âmbito do seguro. O não repasse do valor acertado pela locação e quaisquer perdas causadas pelo inquilino após o fim dela devem ser alinhadas caso a caso entre as partes envolvidas.

Susep autoriza operação da BTG Pactual Seguros, com capital de R$ 40 milhões

A BTG Pactual Seguros, controlada pelo banco, obteve autorização da Superintendência de Seguros Privados (Susep) para operar seguros de danos e pessoas em todo o território nacional. Segundo assembleia geral extraordinária realizada em 22 de janeiro de 2019, os acionistas decidiram aportar R$ 40 milhões para começar a operação.

Com novas perspectivas para 2019 para o segmento de infraestrutura e retomada dos investimentos, a nova seguradora surge para retomar sua atuação em seguros voltados para grandes e médios riscos, inicialmente. “Teremos muitas novidades em 2019. Aguarde”, avisou Thiago Moura, CEO da companhia, em entrevista concedida ao blog Sonho Seguro no final do ano passado.

Aplicativo do Seguro DPVAT atinge a marca de 50 mil downloads

Fonte: Líder

Desde o lançamento, em dezembro de 2018, o aplicativo do Seguro DPVAT já foi baixado por 51.589 pessoas e cerca de quase 2 mil avisos de sinistros foram computados diretamente pela plataforma digital. Por meio da ferramenta, vítimas ou beneficiários podem dar entrada diretamente no pedido de indenização nas coberturas morte, invalidez permanente ou reembolso de despesas médicas e suplementares, de maneira prática, rápida e segura. Além disso, o app permite o acompanhamento do andamento do processo e o recebimento de notificações sobre o envio de documentações complementares, que estejam pendentes para que a indenização seja concluída.

É importante reforçar que, seja pelo aplicativo ou em um dos 8 mil pontos de atendimento espalhados pelo Brasil, a documentação entregue precisa estar completa e de acordo com a cobertura solicitada. O aplicativo do Seguro DPVAT está disponível gratuitamente para download nas lojas Google Play (para celulares Android) e Apple Store (para iPhone).

D’Or Consultoria chega a 1,7 milhão de vidas em 4 anos

Bruno Blatt - CEO da Qualicorp

Fonte: release

A D’Or Consultoria, empresa do Grupo Rede D’Or São Luiz especializada em seguros e benefícios, começa 2019 acelerando. Por meio do modelo de negócio desenvolvido, o AceleraD’Or, a empresa vem atuando como uma espécie de aceleradora de pequenas e médias corretoras. “Quem, hoje, não quer ter um significativo aumento de carteira aliado à diminuição de custo operacional?”, questiona o CEO Bruno Blatt.

Em 2017, a empresa iniciou o processo de aquisições com a Chaw Om, corretora baiana especializada em benefícios corporativos. No mesmo ano, adquiriu, em São Paulo, a Gateway, hoje conhecida no mercado por D’Or PME. “O AceleraD’Or é intensificado num momento em que a empresa deseja expandir ainda mais sua atuação, mas sabe que, para isso, também precisa fortalecer o mercado”, conta Blatt.

Por isso, em poucos meses, fez significativas aquisições de corretoras como a Trix, Kappius, G3 e Basic no Rio de Janeiro; Sinapse, em São Paulo; além disso, outras estão em prospecção e mais novidades serão anunciadas em breve. “Só nesse início de projeto do AceleraD’Or, mais R$ 420 milhões  em prêmios anuais foram incorporados na D’Or”, destaca Blatt.

As corretoras investidas contam com inovação tecnológica e suporte especializado nas mais diversas áreas da operação. Assim, conseguem vender mais, melhor e reduzir custos, potencializando resultados e atendendo a empresas de todos os tamanhos sem necessidade de estrutura própria. 

A D’Or Consultoria conta com uma carteira com mais de 1.200 clientes; 1,7 milhão de vidas administradas; escritórios em 4 capitais (São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia); e projeto para a abertura de novas filiais em locais como Sergipe, Pernambuco, Ceará, Pará, Brasília, Paraná e Amazonas, e expansão no interior de São Paulo e Rio de Janeiro. Com o alicerce do maior grupo hospitalar da América Latina, a empresa nasceu em 2015 para ser uma das maiores corretoras do país – e o objetivo já foi alcançado. Hoje, menos de quatro anos depois, está no top 5 brasileiro, com mais de R$ 2,5 bilhões em prêmios só em 2018. 

Para Blatt, a expansão pelo AceleraD’Or será vital para aprimorar uma receita que já deu certo. As fusões fazem parte da estratégia do Grupo Rede D’Or São Luiz, que, através da D’Or Consultoria, se aproxima cada vez mais dos clientes e agrega valor na gestão dos custos em benefícios e seguros, com foco no segmento saúde.

SulAmérica muda estrutura de marketing e digital

Fonte: SulAmérica

A SulAmérica anunciou mudanças em sua estrutura. Duas diretorias foram elevadas ao nível de vice-presidências e as áreas de Marketing e Comunicação Institucional foram incorporadas pela vice-presidência Comercial.

A área de Estratégia Digital, Advanced Analytics, Inovação e TI, responsável pela transformação digital da companhia, passou a ser uma vice-presidência liderada pelo executivo Cristiano Barbieri. A SulAmérica tem investido continuamente em inovação tecnológica para aprimorar a experiência do cliente, um processo que tende a se intensificar nos próximos meses, com novidades na área de telemetria e teletriagem médica.

A área de Capital Humano, Administrativo e Sustentabilidade, que trata de dois temas fundamentais para a seguradora – o desenvolvimento das equipes de colaboradores e a agenda estratégica de sustentabilidade – também passa a ter status de vice-presidência e continua liderada por Patrícia Coimbra.

A SulAmérica anunciou também que as áreas de Marketing e de Comunicação Institucional foram incorporadas à vice-presidência Comercial, liderada por André Lauzana; o objetivo é proporcionar ainda mais sinergia para o relacionamento com o público externo, com destaque ao corretor de seguros.

Ainda na SulAmérica, a área de Estratégia e Gestão de Projetos passou a compor a diretoria Financeira, na vice-presidência de Controle e Relações com Investidores. O executivo Carlos Alberto Trindade sairá da companhia para desenvolver carreira como conselheiro e empreendedor.