Liberty lança cobertura de pneus, rodas e suspensão para clientes de seguros auto

Fonte: Liberty

Novidade foi disponibilizada para clientes em São Paulo e Curitiba

A Liberty Seguros lançou em janeiro sua mais nova cobertura para clientes de seguros de automóvel, a cobertura Proteção Roda e Pneu. Com a nova funcionalidade, os segurados de São Paulo e Curitiba podem contar com serviço exclusivo de troca de pneu, roda e substituição do sistema de suspensão em caso de impactos acidentais em guias, meio-fios, blocos de sinalização de pista, buracos, desníveis acentuados, pedras e vidros .

A Liberty é a primeira seguradora a disponibilizar esta cobertura no mercado em parceria com a Autoglass, e a mesma é válida para clientes dos produtos Auto Perfil, Affinity Auto Perfil e Auto Exclusivo e garante a mão de obra e a troca da peça avariada.

“A Liberty Seguros trabalha para sempre oferecer os produtos e serviços mais completos aos seus clientes, para que eles fiquem despreocupados. Em breve, os clientes de todas as regiões terão acesso a mais esta cobertura”, diz Paulo Umeki, Vice Presidente de Produtos da Liberty Seguros. “Com o lançamento dessa cobertura, corretores passam a ter mais um diferencial no momento de ofertar e fidelizar sua carteira de automóvel”, completa.

HDI Seguros se une a aceleradora Distrito para desenvolver insurtechs

Fonte: HDI

Apoio da seguradora ao Distrito Fintech, inaugurado hoje, visa acelerar a transformação digital da companhia

O Distrito Fintech é realidade: o campus de startups dedicado à inovação para serviços financeiros e seguros foi inaugurado nesta quinta-feira (21), em São Paulo. Murilo Riedel, CEO da HDI Seguros, cofundadora da iniciativa, participou da cerimônia de abertura e reforçou a importância do espaço no atual momento da seguradora, que tem digitalizado seus produtos e processos com o objetivo de humanizar sua atuação e relacionamento com os clientes.

O executivo defendeu que a inovação é item obrigatório no mundo dos negócios hoje e a agilidade é crucial nesse processo. De acordo com ele, a transformação do setor de seguros passa pela incorporação do pensamento disruptivo para o contínuo ciclo de desenvolver soluções, testar, aperfeiçoar e aplicar.

A companhia está investindo R$ 120 milhões em startups alocadas no Distrito voltadas à criação de serviços que, de alguma forma, componham a operação da HDI. “Visamos a construção de um ecossistema que representará 20% das nossas vendas no mercado, apoiado por ferramental e produtos novos, que estejam alinhados a essa nova forma de pensamento”, resume Riedel.

O Vice-Presidente Técnico da companhia, Fábio Leme, também debateu a questão no painel “Existe disrupção iminente na indústria de seguros?”. Ele argumentou que o próximo ciclo de vida das seguradoras passa diretamente pela conquista de quatro objetivos: ampliar a adesão da população aos seguros por meio de uma comunicação mais simples e clara; tornar a estrutura das empresas mais leve e eficaz; disponibilizar produtos que atendam necessidades simples, mas que sejam apoiados por tecnologias complexas, como big data e reconhecimento facial; e forjar novos modelos de negócios sob o conceito de cross learning, onde companhias firmam parcerias estratégicas para criar soluções novas a partir da complementaridade dos pontos fortes de cada uma.

“A HDI é uma empresa em pleno processo de reinvenção do seu negócio”, admitiu o executivo. “Estamos expandindo o conceito de proteção, para que o foco sejam as pessoas e a garantia de que tenham sua mobilidade plenamente assegurada, em qualquer meio que escolherem para ir de um ponto a outro”, finalizou.

IRB inicia road show nos EUA

Depois de uma semana em road show em Londres, agora a equipe do IRB Brasil Re parte para os Estados Unidos para a venda da participação do Fundo de Garantia de Operações de Crédito Educativo (FGEDUC)  segue agora para os Estados Unidos. O grupo fará apresentações entre 23 a 28 de fevereiro de 2019, nas cidades de Boston e Nova Iorque, nos Estados Unidos, segundo apurou o blog Sonho Seguro.

De 16 a 20 as apresentações foram em Londres, Inglaterra. A equipe apresenta aos investidores estrangeiros os bons resultados obtidos pelo maior ressegurador brasileiro desde a abertura de capital na bolsa, em julho de 2017, quando levantou R$ 2 bilhões.

De acordo com a Agência Estado, o ressegurador já tem demanda para emplacar sua oferta de ações (follow on). Até o momento, a companhia obteve 1,1 vez a operação. No preço de ontem, de R$ 92,75, a oferta movimentaria R$ 2,56 bilhões. A apresentação aos investidores (roadshow) vai até a próxima terça-feira, dia 26, quando o ressegurador deve precificar a oferta. Por ora, cerca de 75% da demanda vêm de estrangeiros. A operação visa a dar saída ao Fundo de Garantia de Operações de Crédito Educativo (Fgeduc), que detém uma fatia de 8,9% da companhia e é administrado pela Caixa Econômica Federal.

Antes de iniciar o road show, o IRB anunciou uma oferta secundária de ações que deve arrecadar cerca de R$ 2,5 bilhões. O fundo da Caixa Econômica Federal, que quer vender sua participação de 8,9% no IRB, participa do road show.

O preço do IPO elevou as ações a R$ 27,24, com cerca de 73,5 milhões de ações vendidas pelos principais detentores do IRB Brasil Re. O IRB também revelou que as unidades de banco de investimento da Caixa Econômica Federal, do Bank of America Merrill Lynch, do Banco Bradesco SA, do Itaú Unibanco Holding SA e do Banco do Brasil SA administrarão a oferta. No acumulado do ano, o lucro líquido ficou em R$ 1,21 bilhão, 31,8% superior ao resultado obtido em 2017. Em prêmios emitidos, o IRB totalizou R$ 6,7 bilhões, alta de 20%.

“Nos próximos quatro anos, a previsão de retomada do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) favorece a expansão do mercado de resseguros, que nos últimos seis anos apresentou um crescimento médio de 21% ao ano. Além disso, o retorno dos projetos de infraestrutura, somados aos novos leilões da Agência Nacional do Petróleo (ANP), às privatizações e à nova dinâmica para os planos VGBL, podem trazer um novo impulso para a indústria, uma expansão que pode superar o crescimento do PIB”, informou no relatório do balanço.

Chubb oferece estrutura para corretor expandir negócios em diversos nichos

Fonte: Chubb

A Chubb amplia parceria com corretores para que ambos possam aproveitar a retomada da economia em 2019 – que deverá crescer 2,55%, ao mesmo tempo em que o setor de seguros poderá expandir até 8,4%, de acordo com o Banco Central e CNseg, respectivamente. Conforme o presidente Antonio Trindade, a partir do incentivo da companhia, os corretores obtém êxito na diversificação dos negócios, no ingresso em novas regiões e no atendimento a nichos ainda pouco explorados no Brasil, entre outras conquistas.

Os parceiros aproveitam as diferentes áreas internas que a Chubb criou para atuar de forma especializada, competindo pela liderança dos principais setores do mercado corporativo de seguros: grandes empresas, PME, multinacionais e afinidades. “Após consolidar parceria com a Chubb, um corretor de PME, por exemplo, passou a encontrar meios para também atuar em segmentos como grandes empresas, afinidades e até mesmo multinacionais”, descreve. “Isso concede aos parceiros uma visão privilegiada para expandir os seus negócios em direção a outros lugares do país, buscando, sobretudo, os mercados que se encontram fora do eixo São Paulo-Rio”, comenta Trindade.

Reforma da Previdência promete economia de R$ 1,1 trilhão em 10 anos

operarios previdencia

O presidente Jair Bolsonaro entrou ontem na Câmara dos Deputados a íntegra da proposta da Reforma da Previdência. O texto traz a idade mínima para a aposentadoria de 62 para mulheres e 65 para homens como regra geral, com três modalidades de transição, e contribuição mínima de 20 anos para ambos os casos. Leia a íntegra publicada pela Agência Câmara.

Pitzi, especializada em seguro celular, projeta quintuplicar vendas em 2019

A Pitzi completou sete anos se sente madura para consolidar a operação em 2019. Os números obtidos neste período são significativos. “Temos projetos com cinco das maiores seguradoras globais em atividade no país e, por conta dessas e de outras parcerias, estamos presentes em mais de 2 mil pontos de venda em todo o país. Iniciamos o ano com mais de 90 funcionários e uma nova sede em São Paulo, que nos coloca mais próximos dos nossos parceiros”, conta Thiago Machado, diretor comercial da Pitzi, ao blog Sonho Seguro.

A Pitzi é uma insurtech ou uma “prestadora de serviços” para seguradoras?

Digamos que há sim uma série de fornecedores que trabalham no modelo clássico de prestador de serviço no mercado brasileiro de seguro para celular, geralmente oferecendo um serviço mais operacional, limitado a tarefas como gestão de assistências técnicas ou de atendimento. A Pitzi nasceu diferente, fundada como uma insurtech quando o termo ainda nem existia. Desde 2012, a empresa já tinha uma visão clara de que era possível fazer muito mais pelo setor no país. No lugar de uma estrutura mais tradicional ou familiar, a empresa é formada por um board global com experiência e capital para investir em tecnologia e data science – refletindo em soluções logísticas de ponta, algoritmos antifraude e outras melhorias do negócio. Em vez de um SAC numeroso e métricas de tempo médio de atendimento, criamos uma área de Customer Experience (CX) com autonomia suficiente para entender e resolver os problemas do cliente em um único contato, criando uma experiência humana e incrível. Somos muito mais que prestadores de serviços. Trabalhamos como parceiros e habilitadores para as seguradoras, utilizando pilares como rapidez, informação e empatia para permitir que elas possam criar programas de seguro celular que sejam viáveis comercialmente ao mesmo tempo que tragam valor e sejam acessíveis para o consumidor brasileiro.

Como foi 2018 para a Pitzi?

Tivemos um 2018 realmente fantástico. E não digo isso só porque crescemos mais de três vezes em relação a 2017 e expandimos nossa operação por todo o país, mas principalmente porque reforçamos nosso compromisso em relação às parcerias com algumas das principais seguradoras do mercado, com Sura, Mapfre, Zurich, Generali e Axa.

O que faz para atrair seguradoras de peso?

Isso é resultado de análises e escolhas que fizemos ao longo dos últimos dois anos, quando, para ampliar nossa busca por transformar o setor de proteção de celulares no Brasil e criar experiências positivas para o consumidor. Desenvolvemos soluções que podem ajudar a resolver grandes desafios das seguradoras e do próprio mercado. Todas elas ajudam não só a trazer eficiência para a operação das seguradoras como também permitem que eles busquem a inovação sem assumir novos riscos, levando à ofertas de produtos melhores e mais acessíveis para o consumidor final.

Qual o investimento do grupo no Brasil?

Já investimos mais de R$ 70 milhões em produto, estrutura, tecnologia e logística para garantir a entrega da melhor experiência possível. Não só para nossos parceiros, mas também para seus clientes – incluindo aqueles que estão longe dos grandes centros urbanos. Com isso, passamos da marca dos mais de 500 mil celulares protegidos e a perspectiva é que esse número cresça de forma ainda mais acentuada daqui para frente.

Quais são as expectativas para 2019?

Queremos acelerar o modelo de parcerias seguradora/insurtech e crescer nossa base de clientes em até 10 vezes ao longo deste ano. As sementes plantadas ao longo de 2018 fizeram com que pudéssemos traçar objetivos bastante agressivos para este ano. Provamos que conseguimos trabalhar em escala com altíssima qualidade e sabemos que há muito espaço para crescer. Queremos acelerar esse crescimento ao lado das seguradoras e, no mínimo, quintuplicar nossa operação em 2019.

E como pretende essa façanha?

As oportunidades são inúmeras. Uma delas é o potencial não explorado do mercado brasileiro de seguros celular. Apenas 4% dos mais de 220 milhões de aparelhos ativos no país têm algum tipo de proteção. Nos EUA, esse número fica na faixa dos 30%, enquanto o Japão protege 90% dos dispositivos. Ampliar essa penetração exige mudar a relação do consumidor com o seguro ao oferecer produtos acessíveis e que tragam experiências fantásticas quando ele mais precisa. Além disso, temos planos para a criação de fábricas e novos hubs logísticos para continuarmos a melhorar a qualidade do serviço, principalmente em regiões do país que, hoje, não são atendidas de forma ideal.

A empresa tem atraído talentos de seguradoras não?

A contratação de profissionais experientes do mercado é um exemplo claro dessa busca da Pitzi em inovar no ramo de seguros para celular. Além da minha chegada depois de 11 anos na Sura, trouxemos profissionais como Sheynna Hakim (ex-Itaú, Getnet e PayPal) e João Júnior (ex-Motorola e Apple) para reforçar o comprometimento da Pitzi em entender verdadeiramente as dores dos parceiros antes de resolvê-las.

O grupo pensa em expansão territorial?

Sim. Em novembro passado inauguramos a filial em Jundiaí. Bastante estratégico para nossa operação, o novo endereço permitiu que pudéssemos ganhar escala de forma saudável, absorvendo a demanda crescente das novas parcerias com as seguradoras sem nenhum prejuízo para a qualidade e velocidade do nosso atendimento de sinistros.

Liberty leva mais de 40 corretores a Campus Party e seleciona projeto vencedor de Hackathon

Fonte: Liberty

A fim de reforçar a importância da inovação em sua estratégia, a Liberty Seguros esteve entre as patrocinadoras da edição de 2019 da Campus Party, um dos maiores eventos de tecnologia e inovação do Brasil. Entre os dias 13 e 16 de fevereiro, a seguradora promoveu diversas atividades em seu estande e ao redor da feira, que foram desde palestras e workshops a um hackathon com mais de 150 pessoas inscritas. Além disso, a seguradora também levou um grupo de funcionários de diversas áreas da companhia e um grupo de clientes para aproveitarem o evento.

“Foi muito gratificante participar da Campus Party este ano, onde pudemos aprender com os participantes e destacar a importância da inovação para a companhia, apresentando aos campuseiros nossas iniciativas, desafios e formas de trabalhar”, conta Silvio Eduardo de Andrade, superintendente de inovação da Liberty Seguros.

Hackathon Liberty Seguros

Ao longo da semana, a seguradora ofereceu oito atividades diferentes em seu estande e nos diversos palcos da feira, dentre elas, o Hackathon Liberty Seguros. A ação, que propôs aos campuseiros o desafio de criarem uma solução gratuita para ajudar os corretores em início de carreira a terem mais sucesso em seus negócios contou com 160 inscritos, 36 finalistas e 12 ganhadores – 4 em primeiro lugar, 4 em segundo e 4 na terceira posição.

O projeto vencedor consiste em um atendimento virtual personalizado e gratuito para corretores no início de suas carreiras, que pode ajudá-los a eliminar parte do trabalho operacional diário e se dedicar a demandas mais estratégicas, como prospecção de clientes, relacionamento e outras atividades que irão fortalecer o seu negócio.

Palestra sobre robotização e automação

Além do hackathon e dos workshops, os campuseiros também puderam se aprofundar no tema de robotização e automação na palestra realizada por Silvio Eduardo de Andrade, superintendente de inovação da Liberty Seguros. Durante a explicação, o executivo se aprofundou no assunto e em como empresas de diversos setores estão implementando essas tecnologias em seus processos de forma a ajudar funcionários a organizar e otimizar suas tarefas diárias.

A apresentação contou com a presença dos participantes do evento e cerca de 10 mil pessoas assistiram ao streaming ao vivo na página do Facebook da seguradora.

IRB faz road show em Londres de 16 a 20 de fevereiro

Termina amanhã, dia 20, o road show que o IRB Brasil Re faz em Londres, Inglaterra, iniciado no dia 16. A equipe apresenta aos investidores estrangeiros os bons resultados obtidos pelo maior ressegurador brasileiro desde a abertura de capital na bolsa, em julho de 2017, quando levantou R$ 2 bilhões.

Antes de iniciar o road show, o IRB anunciou uma oferta secundária de ações que deve arrecadar cerca de R$ 2,5 bilhões. O fundo da Caixa Econômica Federal, que quer vender sua participação de 8,9% no IRB, participa do road show.

O preço do IPO elevou as ações a R$ 27,24, com cerca de 73,5 milhões de ações vendidas pelos principais detentores do IRB Brasil Re. O IRB também revelou que as unidades de banco de investimento da Caixa Econômica Federal, do Bank of America Merrill Lynch, do Banco Bradesco SA, do Itaú Unibanco Holding SA e do Banco do Brasil SA administrarão a oferta.

No acumulado do ano, o lucro líquido ficou em R$ 1,21 bilhão, 31,8% superior ao resultado obtido em 2017. Em prêmios emitidos, o IRB totalizou R$ 6,7 bilhões, alta de 20%. “Nos próximos quatro anos, a previsão de retomada do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) favorece a expansão do mercado de resseguros, que nos últimos seis anos apresentou um crescimento médio de 21% ao ano. Além disso, o retorno dos projetos de infraestrutura, somados aos novos leilões da Agência Nacional do Petróleo (ANP), às privatizações e à nova dinâmica para os planos VGBL, podem trazer um novo impulso para a indústria, uma expansão que pode superar o crescimento do PIB”, informou no relatório do balanço.

Sem seguro, jóias ficam fora da exposição Hebe Eterna

Nenhuma seguradora aceitou a fazer o seguro das jóias da artista Hebe Camargo e por isso elas ficaram fora da exposição Hebe Eterna, informou o curador Marcello Dantas, ao jornal Agora. O evento acontece no Farol Santander, em São Paulo. O público poderá acompanhar o que seria um dia na vida da artista. A abertura será hoje, dia 19, ficando em cartaz até 2 de junho. As jóias sempre foram uma marca registrada da artista, que ria alto quando alguém a criticava dizendo que parecia uma árvore de natal.

Aon anuncia Eduardo Takahashi com VP comercial

A Aon anuncia Eduardo Takahashi como Vice-Presidente Executivo para Commercial Risk Solutions da Aon Brasil. Além de passar a integrar o Comitê Executivo, Takahashi continua respondendo pela Diretoria Executiva Comercial desta mesma linha de negócios.

 “Temos o grande desafio de acelerar o ritmo de crescimento sustentável da Aon e tenho certeza que aliando a nossa contínua prestação de serviços, de valor e qualidade aos nossos clientes, vamos capturar o mundo de oportunidades que se apresenta à nossa frente”, comenta Eduardo Takahashi, Vice-Presidente Executivo para Commercial Risk Solutions da Aon Brasil.

 “Takahashi é um líder amplamente respeitado no mercado, com vasta experiência em gestão de riscos e estruturação de programas de seguros para grandes projetos, além de possuir visão estratégica para lidar com as oportunidades que vemos hoje no Brasil”, menciona Marcelo Homburger, CEO da Aon Brasil.