HDI Seguros patrocina Hyundai Copa HB20

HDI Corretor é um aplicativo móvel que permite acessar todos os dados do seu negócio em poucos cliques

Fonte: HDI

A HDI Seguros anuncia seu patrocínio à Hyundai Copa HB20, a mais nova e acessível categoria do automobilismo brasileiro. A temporada começa no 14 de abril, com a etapa de Campo Grande/MS, e terá outras 14 provas Brasil afora.

“A HDI vive hoje um momento em que a mobilidade, e não os meios utilizados para ela, estão no centro do seu negócio. É um modo novo de enxergar nosso papel no serviço que prestamos: este é o detalhe que estimulou nosso apoio à Copa HB20”, explica Murilo Riedel, CEO da HDI Seguros. “A igualdade de condições proporcionada aos pilotos pela Hyundai na competição é um jeito arrojado de democratizar o automobilismo e reforça a noção de que o esforço individual é o que de fato move as pessoas”, completa o executivo.

Swiss Re faz seguro contra dias nublados

Fonte: Bloomberg

A Bloomberg noticia que a elétrica AES refinanciou um portfólio de painéis solares no Arizona e em Massachusetts – e acrescentou uma apólice de seguro contra dias nublados. O seguro, chamado de “receita de energia solar”, garante receita mínima para o portfólio de 28 megawatts, segundo comunicado divulgado na quarta-feira pela KWh Analytics, empresa de software de gerenciamento de risco que desenvolveu o instrumento. A apólice tem garantia da seguradora Swiss Re, e esta foi a primeira vez que a receita de energia solar foi usada para refinanciamento. Os termos do acordo não foram divulgados.

ARTIGO: Juros baixos aumenta tendência a riscos em investimentos

Por John Liu, diretor executivo de investimentos da Zurich Brasil Seguros e Zurich-Santander Seguros e Previdência

O atual cenário de juros baixos tem sido uma novidade desafiadora para os investimentos dos brasileiros. Acostumados a um quadro bem diferente, com juros altos, as pessoas estavam confortáveis com suas aplicações conservadoras, optando em sua maioria por poupança, previdência renda fixa e fundos de renda fixa.

Porém, com a Selic a 6,5% e com as chances cada vez maiores de permanecer nesse patamar em 2019, o menor da história do País, o brasileiro terá que sair da zona de conforto e tomar mais riscos para obter retornos incrementais. Um levantamento recente do MIT e Harvard mostra que pessoas em ambientes de baixa taxa de juros investem significantemente mais em ativos de risco do que pessoas em ambientes de juros elevados. Investidores individuais quando submetidos a situações em que ativos de risco, que possuem o mesmo prêmio de risco e a mesma volatilidade, porém partindo de níveis distintos de juros básicos, tendem a alocar em ativos com maior risco quando o juro básico é menor.

Com isso, os investidores devem ter uma propensão maior a correr riscos para obter rendimentos melhores em suas aplicações em 2019. Adicionalmente, investidores individuais tendem a se movimentar por notícias recentes, variações extremas de preço e aumento de volumes negociados, ou seja, com o aumento de veiculações nas mídias sobre a performance da renda variável também poderá levar mais investidores a adquirir ativos de maior risco. 

Não haverá mais espaço para ficar acomodado na renda fixa. Segundo dados recentes da Fenaprevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), as aplicações que contém renda variável significam somente 2% do total das reservas dos planos de previdência.  Devido à grande quantidade de fundos de previdência disponíveis, cabe esclarecer que o primeiro passo para as pessoas se familiarizarem com risco são os fundos multimercados e balanceados com alguma parcela de renda variável.  Estes fundos apresentam uma volatilidade maior que a renda fixa, porém são mais amenos que uma exposição a ações.

Um estímulo adicional a aplicações em renda variável é a baixa penetração dos fundos de previdência. Somando os fundos de pensão e os de previdência aberta encontramos uma participação de 23% do PIB, enquanto em países da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) essa taxa alcança 130%. A combinação de taxa de juros menores com a necessidade de formação de poupança de longo prazo, gera a situação ideal para que os indivíduos iniciem suas alocações em ativos de maior volatilidade.

Fatores macroeconômicos também influenciam. A consolidação do novo governo, a possível entrega das reformas fiscais, a estabilização da inflação, a conjuntura internacional mais recessiva são fatores que contribuem para a manutenção da taxa de juros em níveis reduzidos, o que historicamente não presenciamos no passado e que poderá nos levar a outro nível de alocação em renda variável.

Para 2019, prevemos a continuação do movimento de maior apetite por riscos. Hoje, a indústria de previdência privada já oferece fundos com vários níveis de alocação em ações, desde 0% até 70%; além de fundos multimercados, de inflação e de crédito. Também observamos a necessidade de aumento da educação financeira para os investidores individuais; a qual permitirá que cada pessoa possa tomar as corretas decisões sobre seu patrimônio.*

Liberty lança faturas automáticas e personalizadas para transportes de cargas

Fonte: Liberty

A Liberty Seguros apresenta uma ferramenta inovadora de emissão de faturas automáticas para simplificar a vida dos corretores e clientes que trabalham com os seguros Liberty Transportes. Essa nova funcionalidade, disponível no Meu Espaço Corretor, permite que corretores parceiros da companhia consultem e gerem automaticamente as faturas de seus clientes de forma fácil e prática.

Antes do lançamento da novidade, os corretores precisavam percorrer algumas etapas até a emissão final da fatura. Agora, com a emissão automática, além de poderem consultar os valores rapidamente, podem escolher o vencimento da fatura para até 30 dias após a emissão.

“A Liberty Seguros investe constantemente em inovação para novos processos a fim de oferecer mais agilidade e simplicidade para corretores e clientes”, afirma Marcos Siqueira, Diretor de Seguros Corporativos da Liberty Seguros. “Com o lançamento da ferramenta de fatura automática, a Liberty é mais uma vez pioneira no segmento de transportes e facilita o dia a dia dos pagamentos para clientes e corretores”, completa.

Prudential patrocina Rock Rio 2019

Fonte: Prudential

A edição de 2019 do Rock in Rio terá um parceiro de peso entre seus apoiadores. É que a Prudential do Brasil acaba de anunciar que é a seguradora oficial do maior festival de música e entretenimento do mundo. Isso quer dizer que as mais de 700 mil pessoas — entre público, staff e artistas — presentes no evento estarão seguradas. O Rock in Rio acontece nos dias 27, 28 e 29 de setembro e 03, 04, 05 e 06 de outubro, na Cidade do Rock, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.  

A partir do mote “A seguradora mais rock, no Rock in Rio”, a Prudential do Brasil, que traz em sua marca um rochedo, elaborou uma campanha de marketing e publicidade para sua primeira participação neste megaevento. Com um plano de mídia forte e focado na web, o objetivo da seguradora é mostrar a força da sua marca, a aproximando do público jovem. As ativações desenvolvidas impactarão tanto público interno quanto o externo, antes e durante o festival.

“A Prudential do Brasil é uma empresa sólida, que tem o rochedo como seu símbolo. Com 21 anos de atuação no Brasil, chegamos a um novo momento, no qual buscamos tornar a nossa marca ainda mais conhecida, principalmente junto ao público jovem que ainda não pensa no seguro de vida. Por isso, nada mais relevante do que estar presente no maior festival de música e entretenimento do mundo”, destaca a vice-presidente de Marketing & Digital da Prudential do Brasil, Aura Rebelo.

Para a organização do Rock in Rio, o apoio da Prudential do Brasil ao Rock in Rio confirma toda a excelência que o projeto entrega ao público e a credibilidade que o evento tem junto às marcas que se associam ao festival. “O Rock in Rio é um evento que nasce em 1985 para se posicionar junto ao público jovem. Para dar voz a uma geração. Seguimos dessa forma e, sem dúvida, para a Prudential do Brasil, uma empresa com tamanha relevância internacional, será um excelente momento de se posicionar no Brasil e ganhar cada vez mais mercado, especialmente junto a um público tão diversificado”, garante Rodolfo Medina, vice-presidente de Parcerias e Marketing do Rock in Rio.  

Generali faz parceria com Lojas Americanas

Fonte: Generali

A Generali Brasil Seguros firmou parceria com a Lojas Americanas, na qual terá exclusividade de cinco anos para distribuir seguros de smartphones nos mais de 1.360 pontos de vendas da Lojas Americanas. Esta parceria se dá em duas modalidades: a primeira é o seguro de Roubo ou Furto Qualificado com cobertura de quebra acidental para smartphones e tablets adquiridos na Lojas Americanas. Há também a opção do seguro Roubo ou Furto Qualificado para quem possui aparelhos com até 12 meses de uso (comprovado via nota fiscal da compra).

“Estamos muito entusiasmados com a oportunidade de desenvolver nosso relacionamento com a Lojas Americanas e dar um passo significativo no mercado brasileiro de seguros de consumo em massa”, afirma Claudia Papa, Head de Mass Channels da Generali Brasil. “Tenho certeza que essa parceria solidificará ainda mais o modelo de negócios que a área de massificados vem construindo e, certamente, a estratégia de B2B2C é um trilho de sucesso para o futuro”.

Esta parceria conta com os serviços da TRR Corretora que assessora a Lojas Americanas nos projetos de seguros massificados. “É uma nova etapa para a Lojas Americanas que vem evoluindo continuamente em suas operações de seguros massificados, sempre buscando o crescimento dos negócios associados à qualidade e satisfação de seus clientes”, comenta Paulo Davidoff, Superintendente de Afinidades da TRR Corretora.

Os dados relativos ao mercado de celulares demonstram o potencial do negócio no Brasil. Segundo a consultoria Teleco, especializada no setor de telecomunicações, o país terminou o mês de setembro de 2018 com 234,3 milhões de aparelhos, alcançando 111,84 celulares/100 habitantes.

Em relação ao mercado de seguros para celulares, a procura por parte dos consumidores cresce a taxas elevadas. Segundo levantamento da FenSeg, o montante pago pelos clientes avançou 82% entre 2016 e 2017. O aumento pela procura por este tipo de proteção pode ser explicado pelo alto número de brasileiros que já tiveram um celular roubado ou furtado, que chega a 49%, segundo pesquisa realizada pelo Mobile Time em parceria com a Opinion Box. “Ou seja, é um mercado amplo e com enorme potencial à frente”, conclui Claudia Papa.

Porto Seguro inicia uso de drones para aceitar riscos em imóveis

Fonte: Porto Seguro

A Porto Seguro informa em release que começa a realizar o processo de vistoria com uso de drones para determinadas situações após sinistros em imóveis residenciais e empresariais. Brasília e Goiás são as primeiras regiões a operarem com a novidade, que contribui para maior agilidade e segurança para o cliente e dos prestadores de serviço em casos de sinistros nestes locais. 

Brasília e Goiás serão as primeiras regiões a receberem os drones, pois são estratégicas para a Porto Seguro nessas modalidades. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Brasília foi a unidade de Federação com maior crescimento populacional de 2012 a 2017. A região ampliou 11,4% o seu número de habitantes e contribuiu para que o Distrito Federal atingisse mais de 3 milhões de pessoas, se tornando a quarta maior capital do país.

Além disso, o DF teve quase o dobro da média nacional de renda domiciliar per capita no Brasil. Goiás também é um estado com constante crescimento populacional. Em 2017, os dados do IBGE apontaram para um crescimento de 1,24% de habitantes em relação ao ano anterior e com destaque para a renda domiciliar, que representa a oitava maior do país.

A expansão para outros estados deve acontecer em breve, mas ainda não há um calendário definido. As estatísticas de atendimentos a partir dessa implementação, direcionarão os próximos passos para a ampliação geográfica da iniciativa.

AIG apresenta seguros para um grupo de jovens empreendedores

AIG Empresario Sombra

No meio de tantos algoritmos e dessa correria danada para lucrar num cenário de mudanças e assim manter o interesse no acionista no negócio, uma pausa para o que realmente vai dar sustentabilidade para qualquer estratégia vencedora no futuro: o amor no coração.

Pelo terceiro ano, a AIG realiza a ação Empresário Sombra. Segundo explica Mariangela Morenghi, coordenadora de comunicação, abril é o mês do voluntariado na seguradora. “Hoje trouxemos 15 jovens de uma escola pública, que cursam entre o primeiro e terceiro ano do ensino fundamental. O objetivo é mostrar a eles o dia a dia de uma seguradora e abrir na mente deles outras possibilidades de profissões além das mais procuradas, como medicina”, cita.

Todos os jovens estão acompanhados de tutores, ou seja, funcionários da AIG que mostram a eles como é a rotina de trabalho em uma seguradora. Hector Dias de Araújo, que cursa o segundo ano, está decidido: quer ser empreendedor e atuar em tecnologia. “Gostei muito de conhecer como o Jorge, que cuida de negócios públicos, como é trabalhar em uma seguradora e saber que várias profissões se encaixam neste setor, como engenheiros, advogados, especialistas em marketing e tantas outras profissões”.

Nicole: Sinistro é muito legal

Realmente, medicina está no sonho de consumo de alguns deles. Nicole Yourrana, de 17 anos, é uma delas. “Se o plano A não der certo, certamente vou avaliar uma profissão em seguros”, contou ao blog Sonho Seguro. Sua colega, Maria Paula, ainda não decidiu a profissão que vai abraçar, mas certamente vai considerar trabalhar em uma seguradora depois de ter conhecido um pouco o departamento de sinistro visitado por sua amiga Nicole. “Nunca imaginei que um acidente era um sinistro. E quanta coisa podemos fazer neste departamento”, comentou.

Fiquei orgulhosa de noticiar uma ação tão legal. Coisa boa saber que tantos jovens se apaixonaram por seguro ao conhecer um pouco da importância dele na vida dos indivíduos, das famílias, do governo e das empresas. Assim como eu, eles aprenderam o quanto o seguro pode ajudar a reconstruir um sociedade diante de um imprevisto, seja ele a doença, a morte ou perdas materiais e financeiras.

Austral e Terra Brasis: questão de tempo

Depois de um período de expectativa, as conversas para unir o resseguro produzido pela Austral e pela Terra Brasis voltaram a dar o tom nos bastidores do resseguro, um mercado que se reinventa com a inovação e novos negócios para crescer. Como estou fechada em dois projetos, vou contar o que outras mídias têm publicado a respeito do assunto. Na minha singela opinião, é só uma questão de tempo para o negócio ser anunciado.

Conforme o Valor apurou, em uma eventual operação de fusão entre as companhias, não deve haver desembolso de valores, apenas troca de ações, com uma participação maior, de cerca de dois terços, para a Austral, considerando o tamanho da empresa. De acordo com outra fonte do mercado, “será positivo ter um concorrente com sede no Brasil e uma certa escala. Na prática, a Vinci Partners e a Brasil Plural vão tentar replicar um ‘mini IRB'”. Para essa mesma fonte, juntas, as empresas terão ativos totais de RS 1,5 bilhão, mas com grande potencial de valorização.

Estadão revela que a união das operações de resseguros da Austral, controlada pela Vinci Partners, e da Terra Brasis, da Brasil Plural, já tem ao menos uma definição: o comando da futura empresa. Segundo um acordo já encaminhado entre os sócios, o CEO da Austral Re, Bruno Freire, deve assumir a presidência da resseguradora que surgirá do negócio. Rodrigo Botti, presidente da Terra Brasis, por sua vez, ocupará o cargo de vice-presidente financeiro.

A ideia dos sócios é concluir a fusão da Austral e da Terra Brasis, que constituiria a terceira maior resseguradora do País, com quase R$ 500 milhões em prêmios, atrás de IRB Brasil Re e Munich Re, conforme dados do ano passado da Superintendência de Seguros Privados (Susep), ainda neste ano.

Na sequência, querem listar ações na bolsa brasileira para fazer frente à necessidade de capital de ambos os players e de quebra pegar carona no desempenho bem-sucedido do IRB na B3. Procuradas, Austral e Terra Brasis não comentaram o assunto.

8ºencontroresseguro: Blockchain já é usado no mercado de resseguros

Fonte: CNseg

As seguradoras e resseguradoras, assim como segurados e corretores, têm tudo a ganhar com o advento das soluções operacionais e gerenciais baseadas nas tecnologias do blockchain – protocolo digital que possibilita o armazenamento e compartilhamento de dados entre todas as partes envolvidas numa transação. Os benefícios da inovação, testada atualmente em vários países, foram tema do painel técnico “Aplicações de Blockchain em seguro e resseguro”, coordenado por Paulo Botti, do Conselho de Administração da Terra Brasis Resseguros.

No centro do debate sobre o tema esteve a palestra do estadunidense Antony Eliott, chairman da B3i (Blockchain Insurance Industry Initiative), uma das líderes globais no desenvolvimento da inovação para o mercado. Elliot apresentou o campo aberto à criação de aplicações da tecnologia no setor de seguro e resseguro e destacou como essas soluções poderão simplificar processos e otimizar a eficiência das companhias, preservando a segurança das informações e o respeito às regras de regulação dos mercados nacionais.

“Para o Brasil, é uma oportunidade imensa de reduzir custos de operação e aumentar a eficiência”, previu o dirigente da B3i, para exemplificar com a perspectiva de diminuição de até 30% dos custos administrativos de seguradoras e resseguradoras. Depois de definir o blockchain como “uma mudança de paradigma” e citar parcerias da empresa com algumas resseguradoras globais, ele previu que, no caso brasileiro, o País tem potencial para ser referência na inovação aplicada ao seguro na América do Sul.

Exemplo de aposta em aplicações baseadas em blockchain no Brasil foi dado pelo diretor de tecnologia e inovação do IRB Brasil RE, Marcelo Hirata. A empresa, ele contou, desenvolve projeto em parceria com a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e a seguradora Mongeral, visando a criação de soluções em que os dados de uma operação de seguro poderão ser acessados simultaneamente por seguradora, resseguradora, corretor e cliente. Hirata disse que o IRB se prepara para realizar experiência-piloto com a solução, que vem sendo construída desde o ano passado.

O diretor da empresa de tecnologia R3 no Braisl, Keijji Sakai, assinalou que um facilitador da difusão das aplicações baseadas no blockchain é o interesse dos reguladores, como a Superintendência de Seguros Privados (Susep), pelo tema. “O Brasil, os reguladores estão envolvidos em pesquisas de blockchain”, comentou. Uma das áreas em que essas soluções trariam muitas vantagens é a de grandes riscos, destacou Felipe Smith, da Tokio Marine Seguradora, lembrando a complexidade do segmento, no qual as resseguradoras têm forte atuação.