Como proteger o patrimônio digital da sua empresa, que está sempre em jogo

Fonte: blog da AIG

Os ataques cibernéticos são um dos principais riscos identificados pelo Relatório Global de Riscos, divulgado anualmente pelo Fórum Econômico Mundial com o objetivo de estudar a interconexão do nosso mundo e o impacto que ações podem ter em escala global. Desde que passaram a constar dessa lista, em 2012, ano a ano, esses riscos vêm subindo mais para perto do topo da lista pela probabilidade de ocorrência e impacto que trazem.

Em um mundo no qual, pela facilidade, cada vez mais vendas são feitas via e-commerce, toda atenção é pouca para quem resolve investir nesse canal de negócio. Basta um pequeno descuido e o prejuízo pode ser incalculável.

Um dos maiores incidentes recentes de segurança ocorridos no Brasil, o vazamento recente de dados de quase dois milhões de clientes da Netshoes, é um exemplo do que pode ocorrer em um cyber-ataque. Em acordo extrajudicial com o Ministério Público do Distrito Federal, que evitou uma ação civil pública, a empresa teve de desembolsar R$ 500 mil e se comprometer a reforçar a segurança de sua loja virtual. Se descumprir a medida, fica sujeita a uma ação coletiva no valor de R$ 10 milhões, somada a um processo por danos patrimoniais com potencial de indenização de até R$ 85 milhões.

E você? Está precavido de fraudes e ameaças cibernéticas na sua plataforma de e-commerce? Tomou todas as medidas de segurança necessárias para proteger os dados de seus clientes contra acessos não autorizados e / ou divulgações? Sua infraestrutura de TI é segura e confiável para sua operação?

Tiago Lino, especialista em riscos cibernéticos da AIG, uma das maiores seguradoras do mundo, com 100 anos de experiência e conhecimento em mais de 80 países e presente no Brasil há 70 anos, lista, abaixo, os principais riscos de segurança para negócios, baseada na experiência da companhia em ajudar clientes que já passaram por esse tipo de situação, e que as plataformas de e-commerce devem investir:

• Servidores externos com acesso remoto combinados com senhas fracas. Isso oferece uma oportunidade para a introdução de malware (qualquer parte de software que tenha sido feita para causar danos a dados, dispositivos ou pessoas) e ransomware, uma espécie de código malicioso que torna inacessíveis os dados armazenados em um equipamento, geralmente usando criptografia, e que exige pagamento de resgate -ransom – para restabelecer o acesso ao usuário. O acesso remoto deve ser cuidadosamente controlado.

• Protocolos de login fracos. O risco de phishing (o hacker se passa por uma pessoa confiável) é significativamente reduzido se a autenticação de dois fatores estiver ativada, requerendo uma segunda chave para acesso à conta. No mínimo, isso deve ser adotado para diretores de negócios e parceiros e funcionários envolvidos nos pagamentos.

Lei Geral de Proteção de Dados – Além dos itens acima, a empresa de e-commerce deve se adaptar à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), sancionada em agosto de 2018, pelo presidente Michel Temer, com o objetivo de aumentar a privacidade de dados pessoais e o poder das entidades reguladoras para fiscalizar organizações. 

Entre os fatores que levaram à aprovação do projeto de lei brasileira foi o GPDR, regulamento similar aprovado pela União Europeia em maio de 2018. Como este documento tem aplicabilidade extraterritorial, muitas empresas brasileiras já tiveram que se adequar para esta nova realidade.

De todo modo, as empresas têm até agosto de 2020 para se adaptarem à LGPD. A nova lei prevê sanções para quem não tiver boas práticas. Elas englobam advertência, multa ou até mesmo a proibição total ou parcial de atividades relacionadas ao tratamento de dados. As multas podem variar de 2% do faturamento do ano anterior até a R$ 50 milhões, passando por penalidades diárias.

Artigo: Como sobreviver aos reajustes de contratos empresariais de saúde

healthco


*Por Jorge Carvalho

Uma das maiores dores de cabeça dos empresários e gestores é planejar os seus orçamentos empresariais. Não bastasse a pressão por recursos exigidas pelas estratégias de crescimento do negócio, investimentos em geral e margens para um cenário econômico complexo, existe uma linha de custo que teima em crescer muito acima das outras. Os custos com Planos de Saúde empresariais nos últimos anos têm subido em média de 3 a 4 vezes a inflação corrente.

Existem diversas maneiras e estratégias para controlar os custos dos planos. A má notícia é que a busca pelo controle dos custos dos planos de saúde deve ser uma estratégia de médio a longo prazo  e ser bem planejada para trazer resultados efetivos. A boa notícia é que há sim formas de trabalhar no curto prazo e trazer reduções significativas.

A cada ano é feita uma renegociação de contrato com os fornecedores de plano de saúde. Dependendo do tamanho da empresa, essa negociação levará em consideração a utilização em saúde, ou seja, o quanto os beneficiários do plano ficaram doentes e/ou usaram da rede de hospitais, laboratórios ou médicos credenciados. Essa conta é chamada de sinistralidade e deve ser acompanhada e analisada constantemente no detalhe.

Com o entendimento profundo da sinistralidade, é possível entender o perfil de utilização de cada empresa, se está positivo ou negativo (em relação a meta contratual de utilização imposta pela seguradora, também chamada de limite técnico), se a utilização está dentro de padrões normais de uso, quais são as discrepâncias, conhecer as maiores patologias, entre outros. Poderá também entender se os casos de saúde que ocorreram foram de custo recorrente ou pontual, informação fundamental para interpretação correta do risco da apólice e para definição da melhor estratégia de reajuste contratual.

Além do entendimento profundo da utilização da própria empresa, é interessante o exercício de mapeamento de mercado, para avaliar como outras seguradoras enxergam esse risco.

De posse desses dados, e por meio de análises por uma equipe com conhecimento especializado no assunto, é possível fazer projeções futuras, encontrar o “reajuste ideal” e realizar uma negociação que faça sentido do ponto de vista da sustentabilidade do contrato.

Estamos falando de um mercado extremamente regulamentado e técnico, e é comum que gestores das empresas não tenham familiaridade com as particularidades desse segmento, e isso pode fazer a diferença a hora da negociação. Durante a negociação, por exemplo, é possível verificar se algumas provedoras estão utilizando de artifícios não coerentes para fidelização do cliente e/ou aumento acima do necessário, já que na outra ponta estão pressionadas por resultado a qualquer custo. 

Muitas vezes quando as provedoras estão intransigentes na negociação, clientes se sentem obrigados a uma mudança. Esse é um ponto de atenção. O mercado está cada vez mais consolidado com menos alternativas. Sair em um momento em que seu resultado foi negativo para operadora pode fazer com que acabe ali seu relacionamento com ela. Por isso, as mudanças de operadoras devem ser feitas estrategicamente, em momentos certos, e sempre deixando as portas abertas para o futuro, que é incerto. 

De uma forma geral é importante que os empresários busquem ajuda capacitada que sirva como alicerce estratégico para sua empresa. Ajuda essa que consiga aliar a qualidade do serviço de saúde para os colaboradores, mas também para saúde financeira da empresa. 

*Jorge Carvalho, é sócio fundador da HealthCO e lidera a área de Gestão de Saúde. É administrador de empresas com especialização em Gestão, Marketing e Tecnologia da Informação.

Sompo Seguros internaliza assistência 24 horas

A Sompo Seguros finalizou o processo de internalizar a gestão do serviço de Assistência 24 Horas. A expectativa é dinamizar o atendimento de demandas de clientes do ramo de seguro automóvel. Por meio da iniciativa, a seguradora investiu em recursos para disponibilizar uma infraestrutura própria em um de seus prédios, na qual uma equipe dos parceiros responsáveis pelo serviço de Assistência 24 Horas vai trabalhar com dedicação exclusiva aos clientes do seguro Automóvel da Sompo.

“Adotamos na área de Assistência 24 Horas um conceito semelhante ao que aplicamos no serviço de monitoramento de cargas, que deu muito certo, foi percebido como um diferencial competitivo pelos clientes e contribuiu para que chegássemos à liderança no segmento de Transporte”, observa Adailton Dias, diretor executivo de Produtos, Resseguro e Sinistros da Sompo Seguros. “Investimos em tecnologia, infraestrutura e capital humano para garantir um atendimento exclusivo e personalizado aos segurados. A companhia acaba de lançar um seguro Automóvel inovador e competitivo e precisávamos garantir que os serviços relacionados estivessem à altura do produto. Nosso objetivo é fazer com que o segurado tenha a melhor experiência desde a contratação da apólice até uma eventual necessidade de acionamento por uma assistência ou sinistro”, ressalta.

Por meio de uma parceria estratégica, a Sompo investiu em toda a infraestrutura necessária para que o atendimento ao cliente do serviço de Assistência 24 Horas seja desenvolvido dentro suas instalações. Todo o trabalho dos profissionais (operadores, coordenadores, supervisores, back office e suportes operacionais) tem o acompanhamento de uma equipe da Sompo formada por um gestor da operação, além de executivos responsáveis pela área de Experiência do Cliente e área Técnica do Produto Automóvel. “Essa medida faz com que nossos parceiros se conectem com a nossa Missão, que é ‘gerar bem-estar e proteção à sociedade provendo serviços da mais alta qualidade’”, acrescenta Priscila Guelfi, superintendente da área de Experiência do Cliente da Sompo Seguros. “Além disso, o acompanhamento, direcionamento e apontamento constante de melhorias faz com que esse trabalho atenda plenamente as necessidades dos clientes, agregue valor ao segurado ao estar presente em seu dia a dia e possibilite a identificação de oportunidades para o desenvolvimento de novos produtos e serviços que venham atender às demandas dos segurados e corretores de seguros”, conclui.   

“A ideia é que esse serviço seja expandido num futuro próximo para os demais ramos qme que a companhia atua. Desde o início do projeto tínhamos um objetivo principal já estabelecido: o de fazer com que o segurado fosse atendido de forma mais célere, com mais qualidade e de maneira personalizada. Estabelecer uma estratégia de ação para fazer com que corretores de seguros e segurados tenham a percepção da dedicação exclusiva no atendimento que recebem demandou uma série de estudos de viabilidade operacional e logística, que contou com especialistas de diferentes áreas da companhia”, destaca Celso Ricardo Mendes, diretor de Operações da Sompo Seguros. “A Sompo já vem investindo em novas tecnologias e processos para tornar a jornada do cliente junto à seguradora um diferencial competitivo. E essa iniciativa é mais um passo importante nesse sentido”, finaliza o executivo.

AXA escuta parceiros e agrega coberturas e serviços em seguro condomínio

AXA condominio

Fonte: AXA

Depois de ouvir parceiros, a AXA lançou novidades no seguro Condomínio. “Buscamos inputs com nossos parceiros para entender o que era mais relevante neste produto que tem demanda crescente no Brasil. Investimos na melhoria de todas as etapas e aprimoramos o processo operacional para oferecer a melhor experiência para o corretor e para o cliente, de forma simples e ágil”, destaca Clóvis Silva, Superintendente de Massificados na AXA no Brasil.

Para deixar o produto mais competitivo, o pacote de coberturas e serviços foi revisitado e passou a contar com soluções sob medida para cada tipo de condômino. Além da cobertura básica e modalidades obrigatórias, o novo Condomínio também oferece coberturas acessórias para danos de alagamento e inundação, responsabilidade civil do condomínio e do síndico, vazamento de tanques e tubulações, opção de contratação da cláusula de valor de novo na cobertura de danos elétricos, coberturas acessórias de vida e acidentes pessoais para os funcionários do condomínio e muitas outras.

Os esforços também incluem treinamentos sobre o novo Condomínio para toda a cadeia da AXA. “Já realizamos treinamentos em todas as filiais e também fizemos o 1º treinamento remoto de assessorias. Os corretores que quiserem receber essas capacitações podem acionar o seu comercial na AXA e solicitar uma capacitação na sua região”, comenta Clóvis.

“O Brasil precisa da telemedicina”, afirma IESS

telemedicina em saúde

 “A telemedicina é um recurso importantíssimo para ofertar atendimento assistencial aos brasileiros, especialmente considerando as proporções continentais do País e as diferenças estruturais entre suas diversas regiões.” A opinião de José Cechin, superintendente executivo do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), tem como base o levantamento inédito “A Telemedicina traz benefícios ao sistema de saúde? Evidências internacionais das experiências e impactos”, do IESS, sobre a experiência internacional com o uso do recurso em sete países além do Brasil: Albânia, Austrália, Bangladesh, China, Estados Unidos, México e Noruega. O estudo foi apresentado ontem (05/06), durante o Seminário Internacional de Saúde da População, organizado pelo Centro de Estudos em Planejamento e Gestão de Saúde da Fundação Getulio Vargas (FGV).

De acordo com o estudo, as experiências internacionais mostram que o uso da telemedicina pode trazer benefícios como a redução de tempo de atendimento, dos custos de deslocamento de pacientes e profissionais de saúde e mesmo a melhora na qualidade assistencial ao possibilitar o acesso a especialistas por profissionais de saúde (não especializados) em áreas remotas que não contam com centros de referência em certas especialidades. Para possibilitar o uso de todo o potencial das novas tecnologias em favor da telemedicina e da qualidade de vida dos pacientes no Brasil, entretanto, é preciso regular seu uso entre profissionais de saúde e pacientes, já que a legislação atual prevê apenas seu emprego para teleconsultoria, programas que relacionam médicos com outros médicos ou médicos com outros profissionais de saúde.

Não obstante, há relatos internacionais de uso de teleconsultoria com ótimos resultados. Na China, por exemplo, um projeto conectou 249 hospitais na região rural de Sichuan, que conta com uma população de 81,1 milhões de pessoas, a 112 centros altamente especializados localizados na capital. Entre 2003 e 2012, foram realizadas quase 12 mil teleconsultas dedicadas principalmente ao diagnóstico de neoplasias, lesões e doenças cardiovasculares. Como resultado, 39,8% dos diagnósticos originais realizados nos hospitais rurais foram modificados após a consultoria com os hospitais especializados e 55% dos tratamentos originais foram alterados. O que resulta em melhoria direta da qualidade assistencial. Do ponto de vista econômico, o projeto gerou uma economia líquida de cerca de US$ 2,3 milhões para pacientes (que não precisaram se deslocar para outros locais para serem atendidos) e de US$ 3,7 milhões para especialistas (que não precisaram se deslocar entre cidades para completar o diagnóstico ou validar o tratamento).

Já os benefícios de teleconsultas (relação direta entre médico e paciente) podem ser observados em um projeto conduzido nos Estados Unidos entre julho de 2012 e julho de 2014 que possibilitou que 296 pacientes veteranos de guerra que moram em zona rural da Flórida realizassem 755 consultas com especialistas em oncologia de grandes centros urbanos. Os pacientes tiveram uma redução de 80,7% na distância percorrida ao se consultar em um centro médico local ao invés de se deslocar para a instalação especializada em Miami. O que resultou em uma economia de US$ 155,6 mil (US$ 88, 4 mil em deslocamento e US$ 67,2 mil em hospedagem). Além disso, uma pesquisa de satisfação com os pacientes revelou que eles concordaram quase unanimemente que puderam receber todos os benefícios de uma consulta presencial por meio da telemedicina, incluindo a revisão de resultados de exames, aconselhamento adequado sobre sua doença e discussão dos riscos e benefícios de diferentes opções de tratamento.

“As novas tecnologias estão aumentando, cada vez mais, as possibilidades para a telemedicina, inclusive para a realização de teleconsultas. Por isso, apesar de entendermos a decisão do Conselho Federal de Medicina (CFM) de suspender a resolução 2.227/2018 em função do volume de mudanças sugeridas, acreditamos que é fundamental retomar agenda de regulação dessa possibilidade de atendimento. Ainda que em um primeiro momento alguns profissionais se incomodem com a nova realidade”, argumenta Cechin. “Se considerarmos o potencial deste recurso para levar atendimento assistencial de qualidade para brasileiros em regiões afastadas, como áreas rurais e a Amazônia, por exemplo, a iniciativa se torna ainda mais importante não apenas para a Saúde Suplementar, mas também para o Sistema Único de Saúde (SUS). O Brasil precisa da telemedicina”, completa.

Liberty Seguros beneficia mais de 45 instituições sociais no Brasil

Carlos Magnarelli LIberty

Fonte: Liberty

Realizada em todos os países em que atua, a campanha Serve With Liberty faz parte do programa de sustentabilidade do grupo

Com o objetivo de engajar seus funcionários em iniciativas sociais e reforçar a importância da sustentabilidade, a Liberty Seguros realizou no último mês, o Serve With Liberty, campanha global de voluntariado que, no Brasil, envolveu mais de 1 mil funcionários da seguradora, engajou 100% das filiais de vendas, beneficiou 46 instituições e arrecadou mais de uma tonelada em itens para doação.

“Aproveitamos a campanha de voluntariado deste ano para explorar os temas de sustentabilidade presentes na nossa estratégia. É fundamental que nossos funcionários se engajem para, individualmente e juntos, contribuirmos para um mundo mais sustentável”, afirma Patricia Chacon, Diretora de Transformação da Liberty Seguros.

Confira as ações realizadas na matriz, em São Paulo, e pelas filiais em todo o Brasil:

Durante o Serve With Liberty, alguns temas tiveram destaque, como a diversidade e o cuidado com as pessoas. Logo no início da ação, alguns funcionários puderam conhecer o Bellatucci Café, buffet da 1ª empreendedora com síndrome de Down do Brasil e participar de uma roda de conversa que teve como protagonistas os funcionários PCDs que, além de suas experiências, reforçaram a importância de trabalhar em um ambiente diverso e inclusivo.

A gestão ambiental também foi um dos tópicos da campanha. Além de uma palestra de conscientização ministrada por um especialista dentro da companhia, os funcionários tiveram a oportunidade de passar uma tarde em uma cooperativa de resíduos para entender e colocar a mão na massa no processo de reciclagem, incorporando diversos aprendizados em suas rotinas.

Outro ponto abordado foi a importância do consumo consciente, por meio de uma oficina na qual os voluntários aprenderam a transformar roupas velhas e pedaços de tecido em bonecos para crianças, que foram doados para a APAE. Esta fase também contou com um Hackaton pró-bono, durante o qual funcionários com diferentes expertises se uniram em prol de um desafio: trazer soluções inovadoras para garantir o crescimento sustentável de uma ONG parceira da Liberty.

Durante o período, também foram organizadas doações, que arrecadaram 355 kg em roupas, cerca de 1,5 toneladas de itens eletrônicos para serem descartados corretamente sem agredir o meio ambiente e mais de 2.000 unidades de lacres de alumínio que serão revertidos em cadeiras de rodas. Além disso, os funcionários também doaram tecidos para um projeto social que empodera mulheres através da costura.

Por fim, a iniciativa promoveu uma campanha de Crowdfunding que ultrapassou sua meta de arrecadação em mais de 170%, em benefício da ONG Litro de Luz que, com uma tecnologia simples, leva luz até moradores de comunidades locais que não têm acesso à energia elétrica.

Proteste elege seguro da HDI Seguros como o melhor custo-benefício ao cliente

29/05/18 - HDI - Fabio Leme

Fonte: HDI

Produto foi considerado a melhor escolha ao consumidor e superou nove concorrentes

O seguro residencial da HDI Seguros, sexta maior seguradora deste segmento no Brasil, foi eleito o produto com o melhor custo-benefício do gênero pela Proteste (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor), sendo classificado como a melhor escolha ao consumidor. O resultado foi alcançado pelo produto ter apresentado o preço mais em conta em comparação ao valor cobrado pelas coberturas nas simulações feitas pelo órgão.

Foram mensurados os montantes cobrados pelas seguradoras avaliadas em três modalidades de seguro: a que cobre a estrutura física da residência; a que assegura o conteúdo de dentro dela, como móveis e outros bens materiais; e uma terceira englobando as duas juntas. Também foram levados em conta bairros em regiões urbanas e litorâneas de seis cidades dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Pernambuco.

A Proteste avaliou 124 apólices diferentes, de 10 seguradoras, e o produto da HDI Seguros apresentou o valor mais vantajoso em 83% das localidades avaliadas, no cenário com os dois seguros juntos. Os preços variaram de R$ 215,88 a R$ 950,12 mensais, sendo o cenário da capital carioca o mais barato e o do Guarujá, cidade do litoral paulista, o mais caro.

“Todo seguro tem como função ser um apoio ao cliente em momentos de emergência. A conveniência e acessibilidade devem ser, portanto, objetivos a serem buscados por uma seguradora ao desenvolver seu produto: a HDI Seguros atingiu esse propósito e a sensação é de dever cumprido”, comemora Fábio Leme, Vice-Presidente Técnico da HDI Seguros.

O seguro residencial da HDI Seguros conquistou ainda o quarto lugar na categoria “Melhor do Teste”, que avalia, de 0 a 5 estrelas, a qualidade de nove atributos dos produtos avaliados. A seguradora somou 52 pontos no total, com destaque para a cobertura de Responsabilidade Civil, que conseguiu nota máxima dos avaliadores da Proteste.

Thinkseg faz parceira com Generali e lança seguro auto por assinatura do Brasil

andre gregori thinkseg

Acabou o mistério de quase seis meses sobre o parceiro internacional da ​Thinkseg​ para lançar o seguro de auto por assinatura. Ontem, a insurtech revelou que fechou acordo exclusivo com a ​Generali para lançar ​o primeiro seguro por assinatura, prêmio por km rodado, comportamento por direção e pagamento mensal do Brasil​. Chamado de ​Seguro Pay-Per-Use (pague pelo uso, em tradução livre), o serviço funciona com o pagamento de uma assinatura fixa média de R$ 94, acrescida por uma variável por km conforme a utilização do veículo – uma combinação de quilometragem rodada com a forma de condução do segurado.

A estimativa é que o serviço deva garantir ​uma economia de 50% para o motorista que dirige pouco, com o objetivo de democratizar o acesso ao seguro para o consumidor brasileiro que não possui nenhuma proteção ou que está insatisfeito com o preço da sua apólice. Segundo dados da ​Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais (CNseg), 70% dos veículos não tem cobertura no País.

Além de beneficiar o condutor que não roda muito, no modelo Pay-Per-Use, quanto mais prudente for a sua direção, melhor será o preço do seguro. Diferente de ter desconto, o usuário irá pagar um preço baixo por mês pela assinatura. Para oferecer esta personalização, os dados do motorista serão analisados por inteligência artificial por meio do aplicativo da Thinkseg. O produto estará disponível para contratação a partir de agosto deste ano.

“O objetivo é disponibilizar um seguro auto mais justo, transparente e mensal para o usuário, alinhado à tendência de transformação digital que influencia o modo como o consumidor compra produtos e serviços. Isso já ocorre em diversos setores da economia e irá revolucionar o setor de seguros também”, explica ​Andre Gregori​,​ ​ex-BTG Pactual, Fundador e CEO da Thinkseg.

Listada como uma das maiores empresas do mundo, a italiana Generali está presente em mais de 50 países pelo mundo, contando com cerca de 61 milhões de clientes, prêmios totais de ​66 bilhões de euros e 520 bilhões de euros de ativos​. Para lançar novos negócios, a companhia investe em parcerias exclusivas com startups e insurtechs no mundo inteiro como está fazendo com a Thinkseg no Brasil. Com o desenvolvimento do novo serviço, a seguradora europeia detém a exclusividade para vender o primeiro seguro por assinatura do Brasil.

Cresce procura por profissionais de seguros e resseguros, segundo Fesa

Fonte: Fesa

Posições específicas para áreas médica e proteção de dados foram buscas relevantes neste primeiro trimestre, de acordo com a Fesa Group

A busca por executivos para novas posições e trocas de posições no mercado de seguros e resseguros estão mais aquecidos em 2019. No ano anterior, muitos projetos se iniciaram, mas entraram em espera e avaliação devido ao momento político-econômico do Brasil. Em 2019, os projetos estão efetivamente saindo do papel e a dinâmica está mais acelerada.

Segundo Thayanie Ujino, sócia especialista no mercado de seguros da consultoria de executive search Fesa Group, a demanda no primeiro trimestre de 2019 cresceu 43% em relação ao mesmo período do ano anterior. “O aumento na busca por executivos no mercado de seguros e resseguros se deve tanto a reestruturação de áreas, substituições pontuais e turn over natural quanto a investimento em seniorização e especialização de times alinhadas às estratégias macro das companhias”, explica.

Em 2019, as áreas financeiras, de subscrição de risco, de resseguros, bem como executivos com formação na área atuarial continuam em alta para projetos em diferentes seguradoras e resseguradoras. No entanto, posições específicas para áreas médica e de desenvolvimento de produtos foram buscas relevantes neste primeiro trimestre, de acordo com executiva da Fesa Group. “O mercado de seguros e resseguros está cada vez mais aberto a trazer profissionais de outros setores econômicos”, comenta.

Com a mudança na dinâmica do mercado para uma vertente mais tecnológica, as áreas de tecnologia e de operações promovem mudança no perfil dos executivos que compõem o time, bem como indicam a necessidade de estruturação de novas vertentes envolvendo proteção de dados, privacidade e segurança da informação.

E quais características as seguradoras e resseguradoras buscam em um profissional em 2019? Mais do que background específico, o executivo precisa ter um mindsetdirecionado para inovação e estar aberto a novidades. Acompanhar as tendências dos outros setores econômicos é essencial, pois entender a necessidade do mercado é primordial para todos os subsistemas de seguros. “As seguradoras têm expectativa que os executivos possam fazer a gestão desta mudança no modus operandi, avaliar as tendências e se antecipar, mas que não deixem de lado o modelo de negócio atual que é o maior gerador de receita. Olhar para inovação é essencial, mas como inserir isso no mercado atual é o desafio”, finaliza Thayanie.

Corretora It’s Seg compra concorrente Bergus

Fonte: Its’Seg

A It´sSegCompany, maior consultoria de benefícios e corretora de seguros independente do país, concluiu nesta segunda-feira, 3, a aquisição da corretora Bergus, uma das maiores empresas do setor da região Sul do Brasil. Esta é a oitava aquisição realizada pela It´sSeg num período de 4 anos, o que coloca a companhia como a principal consolidadora do segmento no país.

A It´sSeg foi criada em meados de 2014 pelo executivo Thomaz Menezes (ex-presidente da corretora de seguros Marsh e ex-presidente do grupo SulAmérica Seguros), em parceria com o fundo inglês Actis, que tem mais de US$ 10 bilhões de ativos sob gestão globalmente. Desde que começou a operar no Brasil, a companhia adquiriu as operações das corretoras Torres Benefícios, Raduan, Você Clube, Barela Seguros, PMR Seguros, MBS e LP Corretora. 

“A operação marca nossa expansão regional e a diversificação de nosso portfólio de produtos”, diz Thomaz Menezes, presidente da It´sSeg. Esta é a primeira aquisição da companhia fora do eixo Rio-São Paulo. Além de expandir a atuação no sul do país, a compra da Bergus fortalece a nossa atuação em ramos elementares.

“Até agora vínhamos nos concentrando na aquisição de empresas especializadas na gestão de carteiras de benefícios, com foco em seguro saúde, odontológico e vida”, diz Menezes. A Bergus além de atuar no segmento, tem forte presença em ramos elementares e na oferta de gerenciamento de riscos para grandes, médias e pequenas empresas.

Com 30 anos de mercado, a Bergus tem sede em Curitiba e operações em Maringá, Londrina, Ribeirão Preto e Brusque (Santa Catarina), além de contar com escritórios em São Paulo e Blumenau. A empresa, que movimentou R$ 70 milhões em prêmios em 2018, tem 80% de suas operações concentradas em ramos elementares e 20% em benefícios. 

“A Bergus ganha a expertise do time de benefícios e gestão médica e a It’sSeg Company dobra seu tamanho nos ramos elementares, tendo agora também uma região nova para trabalhar e com uma excelente atuação no agronegócio” avalia LuisCarlos Tourinho Costa, sócio fundador da Bergus.

Com a operação, a It´s Seg, que movimentou R$ 2 bilhões em prêmios em 2018, chega à marca de 850 clientes corporativos e 750 mil vidas administradas no país e fortalece sua posição entre as maiores gestoras de planos de saúde e seguros de vida corporativos do mercado brasileiro.