Inscrições abertas para IX edição do Prêmio de Inovação em Seguros

Fonte: CNseg

Mais uma vez, projetos inovadores nas áreas de Produtos e Serviços, Comunicação e Processos e Tecnologia poderão concorrer ao Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros, promovido pela CNseg – a Confederação das Seguradoras – que está em sua nona edição consecutiva.  

Trata-se do mais importante concurso do setor segurador brasileiro, criado em 2011 para tornar públicas iniciativas que contribuam para a modernização do seguro. As inscrições podem ser feitas até 27 de setembro.

A diretora de Relações de Consumo e Comunicação da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes, enfatiza que o Prêmio contribui em prol do maior engajamento do setor para melhorar sua comunicação, seus processos e inovação no mercado. “O setor de seguros tem demonstrado o seu engajamento com a inovação, notadamente na busca das práticas que melhor atendem às necessidades dos segurados e otimizam processos”, afirma.

No ano passado, entre outros cases inspiradores premiados, foram apresentados projetos que propuseram a utilização do serviço de voz e inteligência artificial no Google Assistente; as melhorias no processo de comunicação; a ferramenta que aprimora a gestão da saúde pelo uso de dados qualitativos dos clientes; o uso da rede de franqueados para conscientizar os consumidores sobre a importância de contratação do seguro. Em 2018, foram 115 projetos inscritos e 87 habilitados para a disputa.

Podem concorrer trabalhos de seguradoras; entidades abertas de previdência complementar; sociedades de capitalização; operadoras de planos e seguros saúde; resseguradoras; corretoras de seguros e resseguros; corretores autônomos; prestadores de serviços; instituições de ensino e entidades afins do setor.

Além de inovação, a relevância para o negócio e prazos de implementação dos projetos são outros quesitos avaliados pelo concurso anual. São contemplados três projetos de cada categoria – Produtos e Serviços, Comunicação e Processos e Tecnologia – com um total de nove iniciativas premiadas. O regulamento do prêmio está disponível em premioseguro.com.br.

Mercado segurador registra lucro de R$ 4,2 bi no 1o. tri

O mercado segurador encerrou o primeiro trimestre de 2019 com lucro líquido de R$ 4,28 bilhões, bem acima dos R$ 3,4 bilhões registrados em mesmo período anterior, segundo dados compilados da Superintendência de Seguros Privados (Susep) analisados pela consultoria Siscorp, divulgados nesta segunda-feira.

Seguradoras ligadas a bancos seguem liderando as quatro primeiras posições do ranking de lucro. A Bradesco Seguros segue sendo a líder do ranking, com R$ 1,56 bilhão, com uma participação de quase 30% no lucro do banco. A BB Seguros vem em segundo lugar, com ganho de R$ 688 milhões. 

A Caixa, que vem negociando contratos de seguros e resseguros depois de ter acertado com a sócia francesa CNP, vem em terceiro, com R$ 499 milhões. O Itaú aparece em quarto, com R$ 239 milhões. A Porto Seguro acumulou lucro de R$ 235 milhões no período analisado pela Siscorp com base nos dados enviados à Susep.

Os números apresentados pela Susep podem diferir dos divulgados na safra de balanços financeiros das seguradoras , que começou na semana passada com o Bradesco, Itaú, Porto Seguro em razão de ganhos provenientes de outras atividades fora de seguros. Na quinta-feira está previsto o balanço da SulAmérica.

As companhias registraram avanço no lucro do primeiro trimestre e projetam boas perspectivas para 2019. Bradesco, Itaú e Porto Seguro comentaram que a alta do ganho veio de melhorias operacionais, que compensaram inclusive a queda do resultado financeiro. A CNseg, confederação das seguradoras, estima crescimento nas vendas do setor este ano entre 6,3% a 8,4% depois de um 2018 frustrante, com queda de 0,18%, segundo informou Marcio Coriolano em evento de resseguro realizado em abril.

Porto Seguro eleva lucro em 8%, para R$ 300 milhões

Bradesco Seguros participa com 29% do lucro com banco, com ganho de R$ 1,8 bi no primeiro trimestre

Resultado de seguros no Itaú só perde para cartões e tarifas de conta corrente

Entre os prejuízos, a tabela da Siscorp traz a Swiss Re com perdas de R$ 23 milhões no primeiro trimestre deste ano; Fator com R$ 13 milhões; Generali com R$ 8,2 milhões; Sura com R$ 7,7 milhões; e Axa XL, com R$ 6,9 milhões.

Bradesco compra banco na Flórida por US$ 500 milhões

Bradesco miami

A concorrência para conquistar brasileiros que vivem na Flórida, Estados Unidos, está acirrada. O Bradesco adquiriu o BAC Florida Bank (BAC Florida), por aproximadamente US$ 500 milhões, de acordo com o documento, segundo fato relevante divulgado nesta segunda-feira (6). O banco americano tem foco em serviços financeiros para pessoas físicas de alta renda não-residentes. Mês passado, o Itaú fez um evento relevante para conquistar clientes brasileiros que residem na Florida.

De acordo com o Bradesco, que tem 30% de seu lucro no Brasil proveniente do braço segurador, o principal intuito do movimento é “ampliar a oferta de investimentos nos EUA aos seus clientes de alta renda (Prime) e do Private Bank, além de outros serviços bancários, como conta corrente, cartão de crédito e financiamento imobiliário”. O banco também vê na aquisição a oportunidade de expandir negócios relacionados a clientes corporativos e institucionais.

A compra, assessorada pelo Banco Bradesco BBI S.A. e pela assessoria jurídica do Shearman & Sterling LLP, ainda está sujeita à aprovação de órgãos reguladores de ambos os países.

Susep caminha para criar blockchain em seguro?

Stephanie Peart Fundadora da Komus (startup/insurtech)

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) pavimenta o caminho para adotar o uso de blockchain na supervisão do mercado segurador? “Certamente sim”, afirma a jovem empreendedora Stephanie Peart, fundadora da insurtech Komus, uma das filiadas da Associação das Insurtechs do Brasil, criada recentemente pelo escritório de advocacia Pinheiro Neto.

O blog Sonho Seguro buscou a executiva, especialista em blockchain, para entender mais sobre a consulta pública lançada na semana passada pela Susep para criar o Sistema de Registro Eletrônico das Operações das Sociedades Seguradoras, Entidades Abertas de Previdência Complementar, Sociedades de Capitalização e Resseguradores Locais (SRO).

“Com certeza esse é um passo importante para a desburocratização de mercado como um todo e também é um primeiro passo para a implementação e experimentação da tecnologia blockchain no mercado de seguros”, afirmou.

Segundo ela, de forma simplificada, o blockchain permite que se tenha um banco de dados que é descentralizado, confiável e imutável, acessado e alterado por diferentes partes. “Se pensar em um ecossistema onde existam corretoras, seguradoras e resseguradoras, todas que precisam ter acesso aos documentos e dados do segurado, com o uso do blockchain é possível fazer isso de forma imediata e reduzir drasticamente o tempo e as falhas humanas que existem nos processos de trocas de documentos”, explica.

Para Stephanie, a tecnologia faz surgir possibilidades de automatização usando smart contracts para que todo o processo de análise do pagamento do sinistros seja automatizado e mais ágil como um todo, o que beneficia muito o consumidor, o alvo da Susep. “Pensando em uma perspectiva futura, certamente esse passo do órgão regulador vai convergir para o blockchain”.

O uso do blockchain em seguro já vem sendo avaliado desde 2017. Uma força tarefa de inovação e tecnologia organizada em 2017 pela National Association of Insurance Commissioners (NAIC), organização normativa e de apoio normativo dos EUA criada e administrada pelos principais reguladores de seguros dos 50 estados, monitora tecnologias emergentes como o blockchain. A força-tarefa fornece um fórum para discussão de inovações e desenvolvimentos tecnológicos no setor de seguros, a fim de instruir os reguladores de seguros sobre como esses desenvolvimentos afetam a proteção do consumidor e a seguradora.

De acordo com um relatório da McKinsey mencionado no portal da NAIC, no setor bancário os casos de uso de blockchain estão em processo de implementação desde tecnologia de pagamento voltada para o cliente até serviços de troca e negociação. Embora a indústria de seguros fique atrás do setor bancário, em termos de adoção de tecnologia, a tecnologia blockchain pode trazer uma grande oportunidade e eficiência.

Os possíveis benefícios e riscos da tecnologia blockchain para as seguradoras foram discutidos durante um webinar de duas partes intitulado “Understanding Blockchain Technology and Its Insurance Implations”, que forneceu uma visão geral da tecnologia blockchain e seus possíveis usos em seguros.

Segundo a Susep, o sistema de apólices eletrônicas possibilitará ao regulador, às suas entidades supervisionadas, aos consumidores, a órgãos públicos e demais interessados o acesso ágil, seguro e eficiente a uma base de dados consolidada contendo informações relevantes sobre as operações, resguardados evidentemente os preceitos legais de sigilo informacional.

O objetivo, segundo a Susep, é promover aprimoramentos no processo de regulação, de monitoramento e de supervisão, prover aos consumidores e participantes do mercado o acesso direto a informações que lhe assegurem melhores condições de segurança e de eficiência, bem como contribuir para a racionalização de processos de compliance e para a redução de custos de observância regulatória.

Os comentários e sugestões podem ser enviados até o dia 17 de maio, por meio de mensagem eletrônica dirigida ao endereço astec.rj.disol@susep.gov.br, devendo ser utilizado o quadro padronizado específico, disponível na página da Susep na Internet.

José Cechin assume a superintendência do IESS

Jose Cechin IESS

Fonte: IESS

O engenheiro e economista José Cechin será o novo superintendente-executivo do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), em substituição ao economista e atuário Luiz Augusto Carneiro. O executivo é reconhecido como um dos mais destacados conhecedores do setor de saúde do Brasil e participou da equipe de estruturação do IESS, em 2006.

O IESS é uma entidade sem fins lucrativos com o objetivo de promover e realizar estudos sobre saúde suplementar baseados em aspectos conceituais e técnicos que colaboram para a implementação de políticas e para a disseminação de melhores práticas. O Instituto busca debater os desafios do financiamento à saúde, como também aproveitar as imensas oportunidades e avanços no setor em benefício de todos que colaboram com a promoção da saúde. 

O IESS é uma referência nacional em estudos de saúde suplementar pela excelência técnica e independência, pela produção de estatísticas, propostas de políticas e a promoção de debates que levem à sustentabilidade da saúde suplementar.

Swiss Re Corporate mira PMEs interessadas em D&O

A Swiss Re Corporate Solutions conta com uma nova plataforma de cotação online para Directors & Officer (D&O) para pequenas e médias empresas, que também já está disponível na rede de distribuição da Bradesco Seguros. “Há uma busca crescente das PMEs por esse produto, que já se reflete no volume de prêmios emitidos. Temos hoje diversos corretores de pequeno e médio porte negociando apólices de D&O”, diz Marina Neufeld Schechner, Head de Responsabilidade Civil Geral e Linhas Financeiras da Swiss Re Corporate Solutions.

A Swiss Re Corporate Solutions oferece regras simplificadas para a contratação de D&O por empresas com até R$ 1 bilhão de receitas líquidas. A análise de risco leva em consideração algumas informações extraídas do balanço patrimonial da empresa e perguntas bastante simples. A plataforma de cotação online permite aos corretores atender seus clientes com agilidade, emitindo apólices e boletos.  

“Empresas de pequeno e médio porte estão sujeitas a grandes riscos. Uma eventual condenação por má interpretação da legislação tributária, por exemplo, pode fazer com que os executivos tenham que responder com o seu próprio patrimônio por uma decisão tomada em favor da empresa. O D&O é uma importante ferramenta para aumentar a resiliência das PMEs, que exercem um papel fundamental em nossa economia”, finaliza Marina

Coriolano, da CNseg, ressalta ações para incentivar o crescimento do setor durante o Congrecor

Fonte: CNseg

As reformas estruturais, a começar pela previdência social, a agenda liberal (como a MP da Liberdade Econômica assinada pelo presidente Bolsonaro esta semana) e ações específicas para destravar o mercado de seguros foram destacadas pelo presidente da Confederação das Seguradoras (CNseg), Marcio Coriolano, na abertura do 1º Congresso Regional Centro-Oeste e Minas dos Corretores de Seguros (Congrecor) realizado em 2 e 3 de maio, no Center Convention de Uberlândia (MG).  

Marcio Coriolano fez um breve diagnóstico dos problemas e soluções da atual conjuntura brasileira e dos desafios do setor de seguros. No plano macroeconômico, destacou que o atual governo e o Congresso Nacional ratificam a vontade de promover as reformas estruturais —  por ordem, a da Previdência, seguida pela tributária, mais as privatizações e as medidas microeconômicas —, fatores que considera estratégicos para melhorar os fundamentos da economia e o ambiente de negócios. 

No âmbito do setor de seguros, Coriolano afirmou que o setor depende da geração de mais empregos e  renda no País, para que mais “pessoas e famílias possam destinar parte de seu orçamento à compra de proteção proporcionada pelas seguradoras”. O presidente da CNseg reforçou a necessidade de o governo integrar o setor de seguros às suas políticas econômicas e setoriais. Defendeu, também, a abertura plena do mercado segurador à iniciativa privada, ao sugerir a privatização do Seguro de Acidentes do Trabalho e o novo modelo de seguro de crédito à exportação. Para Marcio Coriolano, é possível também constituir novos modelos de seguros para cobertura de acidentes de trânsito e de acidentes marítimos. Ao lado disso, a desburocratização e a desregulamentação do setor são, em sua análise, importantes para o mercado segurador avançar e demonstrar que pode contribuir na recuperação do País. 

Marcio Coriolano lembrou que o setor de seguros permanece resiliente, mas que, enfrentou cenários desafiadores, com o arrefecimento profundo da economia no período 2014/2016, seguido de baixo crescimento econômico, algo que, segundo ele, ainda se reflete na desaceleração de importantes modalidades de seguros, o que, segundo Marcio, explica o resultado obtido pelo mercado segurador em 2018, de R$ 460 bilhões, que permaneceu estável.

O 1º Congrecor, além de palestras e talk shows, conta com uma feira de exposição e negócios. Essa edição do Congresso, iniciativa pioneira dos Sindicatos dos Corretores de Seguros de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Distrito Federal, Goiás e Minas Gerais, tem como tema central de debates “Inovação, Negócios e Oportunidades. Nesta sexta feira, 03/05, o presidente Marcio Coriolano estará entre os participantes do talk show que discutirá  as perspectivas do setor de seguros.

Governo vai usar MP para fusão entre Susep e Previc

Fonte: Previc

Os superintendentes da Susep, Solange Vieira, e da Previc, Fábio Coelho, apresentaram o andamento dos trabalhos para a fusão das autarquias, com o propósito de otimizar as estruturas administrativas e de aperfeiçoar a supervisão dos mercados supervisionados, em evento realizado na terça-feira (30/4).

As mudanças organizacionais em curso abrangem a racionalização de recursos públicos, a melhoria de serviços prestados e o aproveitamento de sinergias nas atividades de fiscalização de previdência complementar e de seguros privados.

Solange Vieira enfatizou as vantagens da criação de um supervisor único, atendendo às demandas da sociedade por eficiência na gestão pública. “A união de forças nos torna mais capazes de produzir resultados”, ressaltou Solange.

Fábio Coelho abordou o interesse coletivo na consolidação do projeto. Segundo ele, “haverá ganhos de eficiência com a remoção de estruturas replicadas e com o compartilhamento de modelos de supervisão”.

Os servidores presentes na sede da Previc, em Brasília, tiveram a oportunidade de realizar questionamentos aos executivos, que compartilharam o estágio e próximos passos do projeto.

Susep abre audiência pública para discutir apólices eletrônicas

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) divulgou no Diário Oficial desta sexta-feira o início da consulta pública do Sistema de Registro de Operações (SRO). O objetivo, segundo a autarquia, é promover aprimoramentos no processo de regulação, de monitoramento, prover aos consumidores e participantes do mercado o acesso direto a informações que lhe assegurem melhores condições de segurança e de eficiência, bem como contribuir para a racionalização de processos de compliance e para a redução de custos de observância regulatória.

Superintendência de Seguros Privados

Edital de Consulta Públic a Susep nº 2/2019

1. A Superintendente da Superintendência de Seguros Privados – Susep decidiu colocar em consulta pública minuta de Resolução CNSP que cria o Sistema de Registro Eletrônico das Operações das Sociedades Seguradoras, Entidades Abertas de Previdência Complementar, Sociedades de Capitalização e Resseguradores Locais (SRO).

2. O estabelecimento dessa sistemática possibilitará à Susep, às suas entidades supervisionadas, aos consumidores, a órgãos públicos e demais interessados o acesso ágil, seguro e eficiente a uma base de dados consolidada contendo informações relevantes sobre a totalidade dessas operações supramencionadas, resguardados evidentemente os preceitos legais de sigilo informacional.

3. Objetiva-se, com isso, promover aprimoramentos no processo de regulação, de monitoramento e de supervisão desta Superintendência, prover aos consumidores e participantes do mercado o acesso direto a informações que lhe assegurem melhores condições de segurança e de eficiência, bem como contribuir para a racionalização de processos de compliance e para a redução de custos de observância regulatória.

4. Os interessados poderão encaminhar, em até 15 (quinze) dias corridos, a partir da data de publicação deste edital, seus comentários e sugestões, por meio de mensagem eletrônica dirigida ao endereço astec.rj.disol@susep.gov.br, devendo ser utilizado o quadro padronizado específico, disponível na página da Susep na Internet (http://susep.gov.br/menu/atos-normativos/normas-em-consulta-publica).

5. A minuta supracitada está disp onível na página da Susep, para ciência e, se for o caso, apresentação de comentários e sugestões.

Rio de Janeiro-RJ, 2 de maio de 2019.

SOLANGE PAIVA VIEIRA

Lucro do IRB avança 38% no 1o. tri, para R$ 350 milhões

IRB faz emissão

O IRB Brasil Re divulgou lucro líquido de R$ 350,4 milhões no primeiro trimestre de 2019, alta de 38% na comparação com o mesmo período do ano passado. O ROE avançou oito pontos percentuais, para 38%.Os prêmios emitidos avançaram 26,2% em relação ao mesmo período de 2018, para R$ 1,7 bilhão. No Brasil, os prêmios emitidos tiveram crescimento de 13,3% na comparação anual, para R$ 961,9 milhões. No exterior, os prêmios avançaram 46,3%, para R$ 801,9 milhões.