APP da Zurich contribui para trânsito mais seguro e redução de acidentes

Fonte: Zurich

O Movimento Maio Amarelo, que tem o objetivo de chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo, ganha nesta edição mais um aliado para estimular práticas de educação no trânsito.

app Zurich Driver da Zurich Seguros, lançado no início de abril, é uma plataforma intuitiva, prática e funciona por meio de sensores (telemetria) já existentes no próprio telefone celular, e que registra de forma automática o comportamento do condutor no trânsito, com base em seis parâmetros: Condução Distraída (utilização ou não do celular ao volante), Velocidade, Frenagem, Aceleração, Comportamento nas Curvas e Pontuação Geral (a somatória de todos os parâmetros).

O aplicativo, gratuito para clientes de seguro de automóvel da companhia, não precisa estar aberto enquanto o motorista dirige, e acompanha as viagens dos usuários em tempo real e avalia, por meio de scores, a performance na direção. “Transitar em velocidade alta, dirigir usando o telefone, frear bruscamente ou viradas repentinas podem ser sinais de direção agressiva, comportamentos que muitas vezes não são percebidos pelos condutores. Queremos gerar esta consciência e apoiar na prevenção”, comenta Rodrigo Barros, Diretor de Estratégia e Inovação da Zurich Seguros. “Nosso objetivo é ajudar as pessoas a serem melhores motoristas, prevenindo acidentes”, enfatiza.  

José Aurelio Ramalho, diretor-presidente do Observatório Nacional Segurança Viária e idealizador do Movimento Maio Amarelo, diz ser muito positiva esta iniciativa da Zurich. “Precisamos usar a tecnologia a nosso favor e aplicativos como Zurich Driver fazem com que o condutor passe a perceber sua conduta ao dirigir, gerando assim percepção de risco. Propagando informação, temos conhecimento e, consequentemente, a mudança no comportamento. Este ciclo virtuoso gera uma sociedade mais cautelosa e atenta”, afirma.

Além de apoiar os usuários a dirigirem de forma mais segura e consciente, o aplicativo Zurich Driver também oferece benefícios atrativos, de acordo com o score atingido na avaliação da condução. Os clientes podem receber descontos na renovação do seguro, que chegam a até 25%, bem como participar de desafios e sorteios mensais. O Zurich Driver está disponível nas lojas de aplicativos Google Play (Android) e Apple Store (IOS). 

Projetos brasileiros de Inovação em Seguros disputam 30 mil euros

Três propostas brasileiras que prometem gerar impactos sociais positivos para o mercado de seguros estão entre as semifinalistas da segunda edição dos Prêmios Fundación MAPFRE à Inovação Social. A iniciativa global vai premiar com 30 mil euros um projeto de Inovação em Seguros.

Uma das iniciativas, o 88Insurtech é uma plataforma digital que pretende revolucionar o mercado de proteção. Ela funciona também como um mercado de serviços de tecnologia de proteção mútua, permitindo prestadores de serviços (encanadores, chaveiros, eletricistas, guinchos etc.) ofereçam seus serviços, integrando todo o ecossistema de seguros. Uma característica importante do modelo de negócios é a possibilidade de personalizar o produto de acordo com as necessidades do usuário.

Já a rede social para pequenos agricultores, Manejebem, visa incentivar a adoção de práticas agrícolas sustentáveis, agregar valor à produção e permitir maior inteligência no controle de pragas e doenças, com a criação de alertas e a conexão entre os usuários.

O Psyalive consiste em conectar pacientes e psicólogos de todos os países da América Latina por meio de videoconferência. A plataforma funciona 24 horas, 7 dias por semana e o preço das consultas são de 30% a 40% mais baixos do que as sessões presenciais.

SulAmérica aprimora portal do corretor

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Fonte: SulAmérica

A SulAmérica desenhou, em parceria com corretores, uma série de novidades para o Portal do Corretor da seguradora, trazendo uma experiência mais rápida e intuitiva. Em linha com as evoluções do mercado e buscando a máxima satisfação de seus parceiros e clientes, a companhia disponibilizou em um novo formato as informações de gestão de negócios, cotações e comissões logo na primeira tela do Portal. Os corretores também podem encontrar dados dos clientes por meio da nova busca inteligente, que mostra os produtos adquiridos pelo segurado e os serviços que ainda podem ser ofertados.

“Fizemos uma imersão nas corretoras, sentamos ao lado dos parceiros e entendemos as necessidades de quem efetivamente acessa a ferramenta. A partir disso, detectamos as funcionalidades mais importantes e desenhamos uma ferramenta ainda mais ágil, produtiva e fácil, para dar ainda mais suporte para o corretor vender mais”, destaca o vice-presidente de Operações da SulAmérica, Marco Antunes.

Com um chat disponível em todas as telas da nova ferramenta, os corretores podem entrar em contato com a companhia para esclarecer suas dúvidas e questionamentos, além de poder fazer a visualização pelo computador, tablets e smartphones.

“As novidades no Portal reforçam a importância que damos à parceria com o corretor. Neste mundo cada vez mais dinâmico, a SulAmérica investe em ferramentas digitais para facilitar o dia a dia do corretor, de modo que ele possa gerar ainda mais negócios e oferecer a melhor experiência de seguros para seus clientes”, comenta o vice-presidente Comercial da SulAmérica, André Lauzana.

Em 2018, a SulAmérica bateu um recorde ao superar a marca de 17 milhões de acessos ao Portal do Corretor. O resultado pode ser creditado à criação de mais de 30 novas funcionalidades que já haviam sido inseridas no site ao longo do ano passado, igualmente construídas em conjunto com os corretores de seguros.

Saúde fecha março com 47 milhões de clientes em assistência médica e 24,5 milhões em odonto

Em março, o setor contabilizou 47 milhões beneficiários em planos de assistência médica e 24,5 milhões em planos exclusivamente odontológicos. 14 estados e o Distrito Federal registraram crescimento no período de um ano, sendo São Paulo, DF, Paraná, Mato Grosso e Goiás, os cinco com o maior ganho de beneficiários em planos de assistência médica, em números absolutos, segundo dados da Agência Nacional de Saude (ANS), divulgados hoje.

Nos planos odontológicos, a tendência de crescimento no quantitativo de beneficiários se mantém. Houve aumento em 24 estados e no Distrito Federal, sendo São Paulo o destaque em números absolutos deste segmento, com 535 mil beneficiários a mais no período de um ano.

Hipoteca reversa, uma engenharia financeira que aposta entre viver e morrer

hipoteca reversa

Depois de anos na pauta do mercado segurador, a equipe do super ministro Paulo Guedes chamou executivos do setor para entender melhor o produto hipoteca reversa. De forma simples, é um aluguel pago em forma de renda vitalícia a um idoso que tem uma casa por uma seguradora ou outra instituição financeira. Se o cliente morrer rápido, a seguradora ganha, pois passa a ser dona da casa e a vende para realizar o capital. Se o cliente viver mais anos do que o estimado no cálculo atuarial do contrato, prejuízo para a companhia de seguros, que pagará valores mensais por mais tempo do que o capital previsto. 

Acredita-se que este é um mercado que atrairá mais o interesse de seguradoras do que de bancos, uma vez que as características do produto são mais de riscos probabilísticos, como sobrevivência da pessoa e desvalorização do imóvel, e não financeiros, afirma um experiente segurador neste tema, que pediu anonimato.

Um exemplo financeiro. O cálculo para a renda vitalícia prometida para o cliente tem como base a idade, a expectativa de vida, a inflação e a desvalorização que o imóvel durante o período do contrato. Um cálculo simplista de hipoteca reversa para uma pessoa com 75 anos, com expectativa de vida de 15 anos, com imóvel avaliado hoje em R$ 2 milhões e depreciação de 50%, em bairro nobre de São Paulo, considerando-se inflação de 0,25% ao mês, resultaria numa renda vitalícia de R$ 6,9 mil. 

“Trata-se de um produto de nicho. Não é para todos”, afirma o especialista. Segundo ele, nenhuma seguradora vai negociar imóveis em regiões que tendem a sofrer uma potencial desvalorização por falta de mobilidade ou infraestrutura questionável, por exemplo. O produto é desenhado para aqueles que tiveram uma vida laboral plena, mas as reservas foram consumidas por “n” motivos.  E chegaram aos 75 anos vivendo do teto do INSS (cerca de R$ 5 mil) e mais uma aposentadoria privada que somadas resultam num valor insuficiente para pagar condomínio, impostos, saúde, remédios, empregados. 

Ai que entra o produto, já consolidado em países como Reino Unido, Canadá e Espanha, mas que no Brasil o governo estuda regulamentar. Seguradores enfatizam que esse produto serve somente para complementar uma renda e para ele existir é preciso que a regulamentação deixe clara a segurança jurídica. Um dos pontos citados é que o contrato assinado tem de ser respeitado, com risco de judicialização zero, afirma. O temor é que haja o risco de familiares entrarem com ações alegando ser o único imóvel da família e que o idoso tomou uma decisão sem ter sido bem informado. Os impostos e a manutenção do imóvel também devem estar em dia quando a seguradora for quitar o contrato diante do aviso de morte do cliente.

Outro ponto em discussão é o funding de longo prazo para o produto. Enquanto não existir um mercado de portabilidade, o lastro da operação pode sair de uma seguradora de vida e previdência, que tem reserva de longo prazo e que pode aportar um percentual das reservas no negócio, desde que se mude a regulamentação. Atualmente, as seguradoras são proibidas de aplicar em imóveis. 

A diferença entre condições da engenharia financeira estará no ponto de vista das seguradoras sobre o futuro do mercado imobiliário. Tem as companhias tradicionais, que apostam em imóveis acima de R$ 2 milhões, com mais de quatro suítes. Outras mais despojadas já apostam na valorização de imóveis menores, porém funcionais, uma vez que o número de filhos é bem menor, localizadas em bairros emergentes com infraestrutura moderna e construções feita com o uso de materiais evoluídos que requerem menos custos com manutenção. Esse ponto traz uma diferença significativa no valor da renda vitalícia a ser paga e deverá ser bem avaliado pelo comprador do produto, alertam especialistas.

Ainda não há um prazo para o governo regulamentar o produto. Mas sinaliza a intenção de inovação do mercado segurador.  O senador Paulo Bauer (PSDB-SC) apresentou, em 2018, proposta de criação do instrumento para maiores de 60 anos. O texto aguarda designação de um relator na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.

SulAmérica explica mudanças com novas regras para título de capitalização

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Fonte: SulAmérica

As diretrizes de comercialização dos títulos de capitalização, incluindo os de garantia locatícia como o SulAmérica Garantia de Aluguel, passaram por mudanças no mês de abril, em função das exigências regulatórias da Superintendência de Seguros Privados (Susep). As novidades trazem ainda mais segurança para os contratos de locação e preservam os direitos e benefícios que o título oferece a proprietários e inquilinos.

“O novo marco regulatório é fruto de um trabalho da Susep com as principais empresas do setor, inclusive a SulAmérica, que participou ativamente dos fóruns de debate sobre o tema. A nova normativa é composta de uma visão atualizada das modalidades, o que amplia a possibilidade de atuação da capitalização no mercado brasileiro”, comenta o superintendente de Negócios de Capitalização da SulAmérica, Natanael Castro.

As exigências regulatórias determinam que o produto passe a fazer parte de uma nova modalidade: o Instrumento de Garantia. Entre as mudanças, há a extinção da carta caução e o título, por sua vez, se torna necessário no contrato de locação na condição de garantia locatícia. As definições de valor e prazo de vigência do produto (que pode ser de 12 a 15 meses) continuam sendo definidos entre locatário e locador ou imobiliária.

“As mudanças na legislação dos títulos de capitalização são positivas para o mercado e para SulAmérica, pois ampliam nossa capacidade de gerar novos negócios, bem como atualizam as diretrizes normativas dos produtos com os quais atuamos. Na companhia já colocamos em prática um plano de comunicação para orientar nossos parceiros e clientes acerca das novas regras a fim de prepará-los para atenderem as novas demandas do mercado”, afirma o diretor comercial da Regional São Paulo Interior, Christian Menezes.

Relatório da Mapfre aponta desaceleração global; PIB do Brasil deve crescer 1,7%

Fernando Pérez-Serrabona,

Fonte: Mapfre

No relatório “Panorama Econômico e Setorial 2019: Perspectivas para o Segundo Trimestre”, o Serviço de Estudos Mapfre revisou para baixo as perspectivas de crescimento da economia global, que passa por um processo de desaceleração.

De acordo com a pesquisa publicada pela Fundación Mapfre, o cenário menos favorável se justifica pela perda do dinamismo econômico na zona do euro; pelo desaquecimento da economia chinesa; e pelo protecionismo norte-americano, que afetaram os investimentos em escala global. 

Outro sinal de alerta apontado no relatório é o aumento progressivo dos níveis de dívida pública e privada, o que afeta as economias desenvolvidas e emergentes em conjunto, mas de forma desigual. Esse risco, segundo o panorama, assume três formas: a dívida soberana volumosa das economias desenvolvidas e as emergentes de menor tamanho; a alavancagem corporativa emergente, especialmente em dólares, em um contexto de um ciclo descendente de matérias-primas e baixas receitas para as empresas se autofinanciarem, e o surgimento da “dívida corporativa estruturada”, que está localizada fora do setor bancário.

No caso do setor de seguros, a desaceleração econômica se traduzirá no crescimento dos prêmios globais, dada a forte vinculação com o desempenho do ciclo econômico.

No Brasil, a crise econômica fez com que o estudo apontasse as projeções do PIB de 2019 para 1,7%, ante os 2,3% previstos anteriormente. Apesar disso, há expectativa de melhora no comportamento do consumo privado e dos investimentos. No mercado segurador, o cenário segue favorável para o seguimento de seguros gerais e vida. A inflação controlada e uma certa estabilidade das taxas de câmbio devem contribuir para o desempenho dessas linhas de negócios.

“Os dados providos pelo Serviço de Estudos da Mapfre são essenciais para traçarmos a estratégia de atuação no país e identificar as oportunidades e os desafios que precisamos enfrentar. O Brasil é um mercado importante para nossa companhia e com grande potencial de crescimento no setor de seguros”, afirma Fernando Pérez-Serrabona, CEO da Mapfre Brasil.

Quatro amigos de infância investem em corretora dedicada a planos de saúde

Sócios da HealthCo

Ricardo, Roberto, Jorge e mais recentemente André (foto, da esquerda para a direita). Quatro amigos de infância, que trilharam caminhos diferentes na profissão, mas nunca deixaram de ser amigos. Até que pouco a pouco, todos se juntaram num propósito comum: tentar equacionar um bom plano de saúde para empresas e funcionários, com coberturas e custos que atendam as expectativas de todos. “Sabemos que a maioria dos players da cadeia de saúde estão infelizes com os custos ou atendimento. Nosso propósito é ganhar clientes ao atuar na melhora desses dois itens”, afirmou Ricardo Ramalho durante almoço com o blog Sonho Seguro.

Ramalho é o sócio fundador e que tem se dedicado exclusivamente a HealthCo nesses 11 anos em que a corretora opera com saúde empresarial, sendo os dois últimos com uma equipe de sócios dedicados 100%. No começo, Jorge Carvalho, que fez carreira na Amil e na HSM, e Roberto Vianna, com cerca de 20 anos de Citibank, dedicavam-se ao projeto da corretora apenas aos domingos e depois às terças-feiras também. Até que o Brasil foi mudando, assim como as empresas, e hoje todos estão dedicados 100% a corretora, que movimenta prêmios de R$ 80 milhões por ano e atende cerca de 25 mil vidas das empresas clientes nos produtos de saúde, Odonto, vida e farmácia.

Mais recentemente Andre Saigh, ex-Allianz e que atuou junto aos corretores por anos, se juntou ao grupo. O “pulo do gato” dos quatro amigos foi investir em tecnologia para controlar o uso dos serviços. “Não de uma forma punitiva, e sim para entender como ajudar aqueles que frequentam os médicos com freqüência a ter mais saúde”, diz Saigh.

A engenharia tecnológica criada cruza diversas informações, que vão desde criar um plano de acompanhamento a doentes crônicos até a detectar fraudes de vários recibos médicos por uma única consulta até erros cometidos por prestadores de serviços na lista de procedimentos utilizados em um atendimento ou cirurgia. “Temos uma equipe médica própria para checarmos algumas situações trazidas pelas incoerências detectadas pelo nosso “robô”. São casos que vão desde a cobrança de uma quantidade de gases que daria para embalsamar um elefante e era apenas para fazer curativo na perna de um motoboy, como despesas por partos cobrados no atendimento de funcionários do sexo masculino”, cita.

Muitas vezes as operadoras não pegam esses equívocos nas contas hospitalares. Como repassam o reajuste com base no uso, cabe ao corretor colocar a lupa nos custos para preservar os clientes. E pelos números parece que tem dado certo. “Nosso prazo médio de cliente em carteira é de 4,6 anos. Mas nossa meta é elevar esse índice de retenção, uma vez que nosso “robô” está mais inteligente e consegue nos dar mais informações para atuarmos na solução dos problemas de cada cliente”, diz Jorge Carvalho, que traz na bagagem anos de serviços prestados à Amil.

A HealthCo, com cerca de 70 clientes em carteira, opera com empresas de 100 a 10 mil vidas, com tíquete médio por funcionário acima de R$ 400 por mês. “Abaixo disso não compensa para nós o investimentos que nos propormos a fazer para ter um serviço diferenciado para a empresa, que tem o custo de saúde como o segmento maior dentro da diretoria de RH”, pondera Ramalho.

Segundo eles, muitas empresas se queixam que recebem reajustes acima de 20% das operadoras de saúde, sem explicar isso pessoalmente. Apenas mandam a conta e pronto. “Um desses empresários, indignados, nos procurou por recomendação de um amigo, e disse: eu não consigo repassar a inflação que fechou em 3,75% em 2018 para o preço do meu produto e eles me mandam 20% sem sequer vir pessoalmente para avisar? Isso nos mostra que realmente temos um mercado potencial para trabalhar”, sinaliza Saigh, animado com o novo desafio profissional assumido há dois meses.

Entre os principais redutores de custos dos planos de saúde já obtidos pela HealthCo em seus clientes estão as campanhas de conscientização do uso do plano pelos funcionários, tanto por meio de palestras de prevenção como no uso da co-partipação. “Tem cliente onde colocamos limites para conscientizar, como direito a usar o pronto-socorro por “x” vezes ao ano. Claro que num caso de emergência é autorizado, mas isso tem feito com que as pessoas pensem duas vezes antes de ir ao pronto atendimento”, explica Vianna.

A redução do desperdícios e das fraudes também são citados como redutores expressivos de custos, responsáveis por reduzir de forma significativa os reajustes anuais do plano de saúde, pontos cruciais que constam na agenda da Federação Nacional de Saúde (FenaSaúde) junto às suas associadas para melhorar a qualidade da prestação de serviço para toda a sociedade.

Markel está confiante no crescimento do seguro rural em 2019

O CEO da Markel, Carlos Caputo, está confiante com o desempenho do seguro rural em 2019, ainda mais em um cenário em que o presidente Jair Bolsonaro prioriza o setor e o seguro. Semana passada, durante sua visita a Agrishow,  em Ribeirão Preto (SP), o presidente anunciou a liberação de R$ 1 bilhão para o seguro rural do Plano Safra do Banco do Brasil, além de defender juros menores aos agricultores. Veja abaixo o que Caputo espera do futuro:

1 – Qual avaliação da Markel após esses  primeiros meses de trabalho da Ministra Tereza Cristina no comando do Ministério da Agricultura?

Nossa avaliação é bastante positiva e, apesar do pouco tempo, nota-se uma postura bastante firme e alinhada com os anseios do setor agrícola. Em evento realizado esta semana em Brasília, a ministra reiterou que o seguro rural é a ferramenta que dá tranquilidade ao produtor. Portanto, esperamos, com otimismo, que os R$ 1 bilhão em subsídios anunciados sejam liberados para os produtores.

Se a alocação dos recursos para o subsídio não puder ser feita conforme a expectativa do setor, a estratégia da Markel será afetada? 

Se não conseguirmos avançar na questão dos subsídios, o mercado será afetado como um todo, principalmente àqueles produtores com áreas e culturas onde os fatores de risco mais agravados dificultam a contratação de seguros. Nesse universo, o subsídio possui uma relevância ainda maior.  

A maior demanda diante da alta dos grãos puxada pelo apetite crescente da China,  anima a venda de seguros?

A demanda extra sempre traz o aquecimento do setor de forma direta e a toda a sua cadeia, incluindo os seguros. Temos uma meta a cumprir, sendo assim, esse tipo de notícia nos anima. Nos valemos dessas demandas flutuantes, mas, também, estamos percebendo um aumento na conscientização do produtor com relação aos riscos, o que gera, consequentemente, um aumento na demanda por seguro. Vale lembrar que somente 8% da área cultivada no Brasil é coberta por apólices seguro, segundo a Sociedade Nacional da Agricultura (SNA), logo, temos amplo espaço crescer

Qual seria essa meta para 2019, comparada com desempenho da Markel no último ano? 

Encerramos o ano com um resultado mais de três vezes maior do que a nossa expectativa, que era o de faturar R$ 22 milhões. Vendemos, aproximadamente, R$ 75 milhões em apólices.A meta para 2019 é bater R$ 125 milhões de receita e a Markel está no caminho certo. Encerramos o primeiro trimestre de 2019 com cerca R$ 34 milhões em prêmios emitidos, o que está alinhado com as nossas projeções originais. O fato de sermos relativamente novos nesse nicho e termos em nossa carteira a opção de apólices customizadas, nos ajudaram a crescer de forma importante. Mas também sabemos que o mercado incorpora, rapidamente, práticas que dão certo, portanto, temos que procurar outros diferenciais e continuar sempre inovando para mantermos uma margem de crescimento sólido e sustentavel.

CNseg realiza palestras de educação financeira promovida pelo ENEF

CNseg Enef

A Semana Nacional de Educação Financeira – Semana ENEF, que irá acontecer entre os dias 20 e 26 de maio de 2019, é uma iniciativa em parceria entre os setores público e privado, que visa promover a Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF).

Em sua 6ª edição, as instituições integrantes da ENEF, dentre as quais a CNseg, e demais parceiros irão realizar diversas ações gratuitas com o objetivo de disseminar a educação financeira, além de contribuir para o fortalecimento da cidadania.

Confira o ciclo de palestras sobre seguros, previdência privada e capitalização, que a Confederação das Seguradoras (CNseg) irá promover. 

Em breve, mais informações sobre os palestrantes!

PROGRAMAÇÃO

20 de Maio | Segunda-feira 
14h | Conceitos fundamentais do setor de seguros
14h45 | Coffee Break
15h | A Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF)

21 de Maio | Terça-feira 
14h | Seguro de Automóvel – O que saber para contratar e utilizar
14h45 | Coffee Break       
15h | Seguro Residencial – O que saber para contratar e utilizar

22 de Maio | Quarta-feira 
14h | A reforma da previdência na vida das pessoas 
e a necessidade de planejamento previdenciário 
14h45 | Coffee Break       
15h | Perguntas e respostas

23 de Maio | Quinta-feira 
14h | Como funciona a saúde suplementar?
14h45 | Coffee Break   
15h | Planos de saúde: tipos de planos, contratos, coberturas e carência

24 de Maio | Sexta-feira
14h | Disciplina financeira com títulos de capitalização: 1ª Parte 
14h45 | Coffee Break
15h | Disciplina financeira com títulos de capitalização: 2ª Parte 

Local
Sala Délio Ben-Sussan Dias (CNseg): 
Rua Senador Dantas, 74 – 16º andar – Centro – Rio de Janeiro