RJ recebe edição do evento Experiência Zurich, realizado em nove cidades

O Rio de Janeiro recebe no dia 14 de maio, terça-feira, uma nova edição do evento Experiência Zurich. Promovida pela Zurich, seguradora global com mais de 70 anos de atuação no mercado brasileiro, a ação acontecerá na Casa Camolese, no Jardim Botânico, a partir das 19h. O encontro reunirá cerca 20 corretoras e potenciais novos parceiros estratégicos da região. 

O objetivo do encontro é estreitar relacionamento através de networking, troca de conhecimento e momentos de descontração. Esta é a 2ª vez que o Rio receberá o evento. No ano passado, mais de 20 corretores da cidade e região participaram da ação.

“Desde 2017, quando o Programa de Relacionamento Experiência Zurich foi lançado, buscamos maximizar oportunidades de oferecer experiências únicas e exclusivas aos nossos parceiros. O evento é mais um momento para alavancar novos negócios, falar sobre nosso portfólio e principalmente construir uma relação mais próxima, pessoal e perene”, comenta Márcio Benevides, Diretor Executivo de Distribuição Brasil da Zurich. Ele conduzirá o evento ao lado de outros profissionais da companhia, entre eles Cristiane Mello (Diretora Regional), Ricardo Nemirovsky (Gerente Regional) e Luiz Gasperi (Gerente de Relacionamento com Corretores).

“Temos enfatizado em todos os encontros a capacidade da Zurich em apoiar os corretores e seus clientes com um portfólio completo de soluções que vão desde seguros pessoais, como residencial, até seguros corporativos de vida, riscos de engenharia, empresariais, riscos cibernéticos, garantia entre outros”, acrescenta Benevides.

Até o fim de 2019, o evento Experiência Zurich passará por outras nove cidades brasileiras, entre elas São Paulo, Brasília, Curitiba, Porto Alegre e Goiânia.

Caixa seleciona seguradoras

Fonte: Valor Econômico

A Caixa informou que abriu seleção para novos parceiros comerciais na área de seguros habitacional e residencial, capitalização, consórcios e seguros de automóveis. O banco também vai lançar na próxima semana um processo para mais três joint ventures, essas nas áreas de grandes riscos, saúde e planos odontológicos, segundo uma fonte contou ao Valor Econômico.

O jornal apurou que a instituição vai receber em dez dias as propostas dos interessados em participar da operação, prevista para o segundo semestre. A Caixa Seguridade terá listagem de ações na B3 e na bolsa de Nova York, por isso, o coordenador líder provavelmente será um banco estrangeiro. As seguradoras poderão explorar a rede de distribuição do banco para a venda de apólices por 20 anos, a partir de fevereiro de 2021. No modelo proposto, o parceiro terá metade das ações ordinárias mais uma, bem como 25% dos direitos econômicos, enquanto a Caixa Seguridade terá 100% das ações preferenciais.

No fim de semana, circularam rumores de que o presidente Jair Bolsonaro poderia anunciar o plano de privatizar a Caixa como um todo, em vez de prosseguir com as vendas de ativos. No evento em que participou com funcionários do banco, Bolsonaro falou na possibilidade de o governo enfrentar um tsunami na próxima semana, o que gerou especulações de que seria referente a Caixa. Fonte próxima à instituição, entretanto, afirmou que esse plano não existe. A ideia é apenas se desfazer dos ativos não ligados à atividade principal e as ações que compõem o capital do banco.

Nova norma para insurtechs deve sair em 30 dias, diz Solange Vieira, da Susep

Miriam Leitao entrevista Solange Vieira da Susep

Insurtechs, seguro garantia e mudanças nas regras de investimentos para planos de previdência aberta foram os principais temas abordados ontem Solange Vieira, titular da Superintendência de Seguros Privados (Susep), em entrevista a jornalista Miriam Leitão, realizada na GloboNews.

O primeiro passo será lançar novas regras para insurtechs. “Estamos muito atentos a tecnologia, pois achamos que no futuro as seguradoras serão bem diferentes do que são  hoje. Trabalhamos em uma norma que deve ser divulgada em 30 dias, no qual vamos permitir um período de testes para as insurtechs entrarem no mercado com regras diferenciadas, visando dar fôlego às novatas, pois inicialmente elas não conseguem cumprir exigências do aporte de capital determinado hoje para todos”.

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Solange afirmou que o mercado segurador tem muito a avançar, quando comparado a outros países. “A nossa participação no PIB está atrás de países como África e Chile”, citou. Isso mostra, acrescentou, que mesmo que o Brasil não avance, o setor de seguros tem muito a crescer.  Destacou as mudanças esperadas na legislação que envolve o seguro garantia, que prevê a entrega de uma obra mesmo se algo der errado. Sem citar percentuais, apenas enfatizou que o percentual será elevado para que a seguradora possa retomar a obra. “Isso vai ser uma revolução para o setor e para os investimentos em infraestrutura”, acredita. A expectativa do setor é de que a garantia ofertada por seguro para um financiamento de infraestrutura passe de 5% para 30%.

Em relação a previdência, Solange acredita que a reforma vai acontecer pois está acima dos partidos. “É uma demanda da sociedade”, afirmou. A jornalista ponderou que tudo vai depender do tipo de reforma que for aprovada para se afirmar que é uma demanda da sociedade.  Acontecendo ou não a reforma esperada, está na agenda da Susep desenvolver mudar as regras para que os fundos abertos como PGBL e VGBL possam desenvolver investimentos de longo prazo, pois hoje eles aplicam em curto e médio prazo. “Do lado do fundos de pensão, queremos que o participante tenha a chance de migrar para outra instituição, estimulando assim a concorrência”, citou.

Sobre a junção da Previc e Susep, Solange afirmou que são dois setores que tem muito em comum e por isso o assunto previdência, fundos abertos e fechados, pode ser unificado. 

Presidente da associação das insurtechs comemora promessas da Susep

Henrique Volpi, presidente da Associação das Insurtechs e CEO da insurtech Kakau, afirmou que ele e as associadas ficaram muito felizes com a entrevista da titular da Susep, Solange Viera, concedida para a jornalista Miriam Leitão, ontem no GloboNews. “Ela falou em investimentos em tecnologia, seguradoras totalmente digitais e principalmente insurtechs”, comentou.

Para ele, a perspectiva de uma nova norma, a ser lançada nas próximas semanas, com possibilidade de um período de testes em nichos específicos de mercados,  aproxima o setor de seguros definitivamente de mercados  que já obtiveram sucesso em inovação como a Grã-Bretanha, com o FCA, e Cingapura. “O Brasil passará assim por uma grande transformação, com a criação de novos produtos, mercados e modelos de negócios. Estamos democratizando seguros, aumentando a sua penetração na economia e gerando desenvolvimento.  A associação contribuirá ativamente com a Susep para que este processo aconteça rapidamente. A inovação chegou!”, disse ele ao blog Sonho Seguro.

CNseg realiza jantar para posse da diretoria eleita para o triênio 2019-2022

A Confederação das Seguradoras (CNseg) realizou ontem o jantar de posse do conselho diretor eleito para o triênio 2019 – 2022. A inovação, a desregulamentação, a aprovação da reforma da previdência, a retomada da economia do país e a criação da super agência reguladora que vai fundir Susep e Previc pautaram os discursos dos empossados.

O presidente Marcio Coriolano foi o primeiro, entre os nove executivos que compunham a mesa de posse da diretoria eleita, a discursar. “Costumo dizer que vivemos no setor segurador uma “revolução silenciosa”, disse Coriolano. Ele citou dinâmicas particulares entre os vários ramos dos seguros em termos de crescimento; o reposicionamento estratégico dos diferentes segmentos das seguradoras, conforme as suas vocações; o aumento do nível da solvência setorial – que alcançou R$ 1 trilhão em provisões tecnicas; a melhoria dos indicadores de eficiência operacional das associadas, em resposta às condições macroeconômicas desafiadoras; o incremento da inovação e do progresso tecnológico em nosso meio; os novos modelos de integração dos canais de distribuição, ampliando a especialização e responsabilidade dos corretores de seguros; e a definitiva presença do consumidor, do cliente, como protagonista de todas as dimensões da nossa atividade.

Jorge Nasser, presidente da FenaPrevi, afirmou que a agenda de vida e previdência precisa avançar. “Neste momento do cenário nacional temos a construção de um modelo regulador robusto para construção de um diálogo sustentável, um debate construtivo, com firmeza de propósito da nossa indústria que é proteger milhões de pessoas. Precisamos garantir o respeito aos direitos dos participantes e a invovação tem de ser feita com responsabilidade.”

Antonio Trindade, presidente da FenSeg, afirmou que a federação deverá priorizar uma agenda com foco nos seguros de grandes riscos e produtos de distribuição digital. “Os principais desafios estão ligados à retomada do desenvolvimento econômico e ao seu impacto nas seguintes áreas: recuperação da taxa de empregos; investimentos em infraestrutura; Concessões e Privatizações; Aumento da oferta de crédito e das vendas de bens, inclusive veículos”, elencou. Ele enfatizou que o otimismo do setor não se refere apenas a 2019. “O cenário atual permite vislumbrar um quadro positivo também nos próximos anos, pois sabemos que as mudanças em curso são de médio e longo prazo. As reformas estruturais, a privatizações e a desregulamentação ensejam um ciclo virtuoso em nossa economia, de forma a atrair novos investimentos e desonerar o Estado.”

João Alceu Amoroso, presidente da FenaSaúde, afirmou que em 2019 continuam presentes os velhos desafios do setor de saúde, sendo o principal deles a escalada de custos em ritmo bem superior ao aumento da renda e da inflação geral. Este “descasamento” entre custos da saúde e renda é também observado nas principais economias mundiais independente dos modelos adotados em seus sistemas de saúde (seja público, privado ou misto).  “O problema vem se agravando nos últimos anos e tem como principais vetores os impactos associados aos avanços tecnológicos, à mudança dos perfis epidemiológico e envelhecimento da população, à excessiva judicialização, além de fraudes, desperdícios, ineficiências, entre outros. A longevidade com qualidade é a conquista mais importante da sociedade, mas o financiamento dos custos associados a esta conquista ainda é o seu maior desafio”, citou. Diante desse cenário, a FenaSaúde, no papel de protagonista desse setor, propõe 11 medidas, com o objetivo de apoiar a tomada de decisão para as mudanças necessárias em prol da sustentabilidade do segmento, que vão desde a adoção de programas de APS – Atenção Primária à Saúde e Redes Hierarquizadas até a tipificação criminal da fraude contra o sistema de saúde suplementar. 

O presidente da Federação Nacional de Capitalização (Fenacap), Marcelo Farinha, afirmou que o ano de 2018 foi particularmente importante. “O marco regulatório do segmento foi revisto e consolidado em um novo normativo, que traz mais segurança jurídica para as partes e transparência nas relações de consumo. Foi necessário! Nos últimos anos, o mercado cresceu e se diversificou. O novo marco veio então refletir o grau de complexidade do universo da capitalização”. Segundo ele, suas associadas trabalharam intensamente na criação de condições para o crescimento sustentável de um setor que contribui para ampliar o bem-estar das famílias, movimentar a economia e reforçar a poupança de longo prazo no país. Nesta gestão, a pauta, segundo Farinha. é reforçar e disseminar a importância social e econômica da capitalização; fortalecer a percepção de valor dos produtos por meio de ações estruturadas de comunicação; e estreitar o relacionamento com o órgão regulador e demais públicos de interesse, para aprimoramento dos instrumentos das relações de consumo.

Solange Vieira, da Susep, é o assunto do jantar da CNseg

Antonio Trindade fenseg

Dois eventos de peso na noite desta quinta-feira. A nata do mercado segurador está reunida em um jantar para a posse do conselho diretor da Confederação das Seguradoras, a CNseg. Praticamente 100% do PIB de seguros (inclusive o presidente do conselho do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi também) está no Buffett Torres, em São Paulo. Mas estão de olho no relógio, pois querem assistir a primeira entrevista que Solange Vieira, titular da Superintendência de Seguros Privados (Susep), deu para a jornalista Miriam Leitão e que será transmitida as 21h30, na GloboNews.

Conversei com cerca de 20 CEOs e todos foram unânimes em afirmar que estão radiantes com as notícias que chegam sobre a forma de trabalhar de Solange. Semana passada ela recebeu Antonio Trindade, CEO da Chubb e presidente da Federação Nacional de Seguros Privados ( FenSeg). Amanhã, sexta-feira, receberá executivos da Federação Nacional de Previdência Privada (FenaPrevi).

Antonio Trindade, presidente da FenSeg, afirmou que saiu do encontro realizado na semana passada com Solange Vieira, titular da Susep, muito impressionado com os planos do órgão regulador para o mercado. “Conversamos por uma hora e meia e percebi que temos uma chance enorme de avançar com menos regulamentação e mais agilidade na aprovação de produtos. A impressão é de que a indústria de seguros terá um modelo de supervisão muito parecido com a de bancos, menos face to face, mais eletrônica, com uma supervisão praticamente online, o que certamente vai ajudar muito o setor a crescer”, afirmou ao blog Sonho Seguro durante o jantar da CNseg realizado ontem. Nos dois minutos de entrevista, Trindade sorriu a cada frase.

Susep vai facilitar a entrada de insurtechs, diz Solange

Solange Vieira, titular da Superintendência de Seguros Privados (Susep), que regula o mercado segurador, e candidata a assumir a super agência para regular seguros e fundos mencionada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que a Agência tem interesse em facilitar a vida das insurtechs,  como flexibilização de normas para elas.

“Criar uma estrutura de autorizações dentro da Susep por faixas e tamanhos de seguradora, com acontece em outros países. Hoje temos uma norma geral para todas as empresas, grandes e pequenas. Só que as pequenas têm dificuldade de entrar no mercado. Queremos criar um sistema, no qual nos três primeiros anos elas tenham condições diferenciadas para operar e depois disso passam a cumprir as regras comuns a todas ou são incorporadas por grupos maiores”, disse ela durante entrevista à jornalista Miriam Leitão, que será exibida nesta quinta-feira, as 21h30, no GloboNews.

SulAmérica divulga lucro de R$ 223,5 milhões no 1o. tri

sulamerica

A SulAmérica divulgou receitas totais de R$ 5,3 bilhões no primeiro trimestre de 2019, alta de 10,1% comparado ao mesmo período do ano anterior. O lucro líquido cresceu 58%, atingindo R$ 223,5 milhões. O Índice combinado de 97,6% no trimestre. O retorno sobre o patrimônio líquido médio de 16% nos últimos doze meses. Os beneficiários em planos coletivos de saúde e odonto aumentaram em 10,9% e a frota segurada de automóveis apresentou crescimento de 8,9%.

“Estamos ao lado do corretor para desenvolver soluções que atendam às suas necessidades e para ouvir as demandas dos clientes, com o objetivo de gerar mais negócios e garantir tranquilidade aos segurados. Neste contexto, investimos continuamente em inovação e tecnologia, com novos produtos e serviços para que os nossos parceiros elaborem uma oferta completa ao consumidor com ampla conveniência e prestação de serviço”, comenta o vice-presidente Comercial da SulAmérica, André Lauzana, em nota divulgada pela empresa.

Com o trabalho intenso da rede de mais de 36 mil corretores de seguros parceiros, a SulAmérica apresentou crescimento em todas as linhas de negócios: Saúde e Odonto (+12,3%), Vida (+16,1), Previdência (+7,8%), Capitalização (+20,9%) e Gestão e Administração de Ativos (+22,5%). A margem bruta operacional aumentou em 26% no trimestre, totalizando R$ 614,9 milhões, acompanhando o crescimento de receitas e o bom controle de custos e despesas.

O índice combinado do período foi de 97,6%, o melhor resultado para um primeiro trimestre em mais de dez anos, enquanto o índice combinado ampliado, que considera o resultado financeiro, também apresentou melhora, alcançando 94,2%, já refletindo uma taxa Selic estável entre os períodos e um bom desempenho do portfólio de investimentos que nesse período apresentaram retorno de 122,3% do CDI. 

As operações de seguro saúde e odontológico apresentaram redução no índice de sinistralidade e crescimento no número de beneficiários. As receitas operacionais do segmento atingiram R$ 4,2 bilhões, alta de 12,2% no período. A margem bruta cresceu 35,5% na comparação com o 1T18, refletindo o aumento de receitas e a menor sinistralidade no período, que caiu 1,7 p.p. na comparação com o primeiro trimestre do ano anterior. A carteira de planos coletivos atingiu 3,4 milhões de segurados (+10,9%), reflexo de um acréscimo de 333 mil vidas na comparação com o 1T18.

A operação de seguros de automóveis continuou apresentando resultados positivos, que vem se repetindo desde a implementação de novas ferramentas e dos processos de subscrição, somados a um contexto mais positivo na venda e licenciamento de veículos novos. A sinistralidade do segmento apresentou bom desempenho, com um ganho de 2,5 p.p. na comparação com o mesmo período do ano anterior, enquanto a margem bruta cresceu 27%, totalizando R$ 149,2 milhões.

A frota segurada continua em crescimento, atingindo 1,6 milhão de veículos, resultado 8,9% superior ao registrado no 1T18, embora a receita do trimestre tenha decrescido 1%, fruto da melhoria de risco apresentada, que também foi capturado pelo mercado e que se reflete em menores prêmios médios em comparação ao período anterior.

Em relação aos seguros massificados (empresariais, residenciais e para condomínios), as receitas operacionais totalizaram R$ 45,9 milhões no 1T19, ganho de 2,9% em relação ao mesmo período de 2018. A sinistralidade da carteira teve uma piora de 7,3 p.p. na comparação anual, motivada pelo período de fortes chuvas em algumas regiões.

As receitas operacionais do segmento de vida e acidentes pessoais atingiram R$ 118,9 milhões, 16,1% superior em relação ao ano anterior, acompanhando principalmente os crescimentos nos produtos de seguro viagem e prestamista.

As reservas de previdência privada tiveram alta de 13,9% na comparação com 1T18, alcançando R$ 7,3 bilhões. Já as receitas operacionais apresentaram aumento de 7,8% no trimestre, resultado do aumento do produto VGBL (+20,5%), que mais do que compensou as reduções nos produtos tradicional (-16,6%) e PGBL (-5,2%).

Já no segmento de gestão de ativos, a SulAmérica manteve posição de destaque, com um volume total R$ 40,8 bilhões de ativos sob gestão (alta de 6,1%). As receitas operacionais apresentaram uma expansão de 22,5%, somando R$ 13,5 milhões, elevando em 21,6% a margem bruta em relação ao 1T18.

A operação de capitalização obteve receitas de R$ 15,9 milhões, alta de 20,9%, e uma margem bruta 67,4% superior ao mesmo período do ano passado. O desempenho foi impulsionado principalmente pelo principal produto dessa linha de negócios, o SulAmérica Garantia de Aluguel, líder neste segmento.


Wiz adquire 40% da corretora do banco Inter, por R$ 114 milhões

A Wiz Soluções e Corretagem de Seguros fechou acordo com o Banco Inter na qual vai adquirir quotas representativas de 40% do capital social da Inter Digital Corretora e Consultoria em Seguros, por R$ 114 milhões, a serem pagos em cinco parcelas, sendo a primeira à vista de R$ 45 milhões e as restantes no valor de R$ 17,5 milhões, ajustáveis de acordo com o EBITDA da Inter Seguros e corrigidas pela variação da Taxa Selic. O acordo está sujeito a aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

O valor do negócio teve como base o equity value da Inter Corretora na data base de 31 de dezembro de 2018 e está sujeito a ajustes em função do atingir as metas atreladas ao EBITDA da Inter Seguros referentes aos exercícios sociais a se encerrarem em 31 de dezembro de 2020, 2021, 2022 e 2023.

“A escolha da Wiz tem tudo a ver com o Banco Inter, tanto pela cultura organizacional, quanto pela agilidade e capacidade de entregar resultados. É uma parceria em que a união faz a força: juntamos o banco com o maior canal de distribuição de seguros digitais, com a maior e mais completa corretora do país”, afirma em nota João Vitor Menin, CEO do Banco Inter.

“O Inter tem apresentado consistentes resultados de crescimento. Além disso, é um banco de vanguarda, que tem em seu DNA atributos semelhantes aos da Wiz, como agilidade, flexibilidade e capacidade de investimento em tecnologia. Por isso, faz todo o sentido buscarmos essa sinergia. Vamos juntar a capacidade de execução do Inter e da Wiz para potencializar a venda de seguros”, destaca Heverton Peixoto (foto), CEO da Wiz, em nota divulgada.

A Inter Seguros atua em corretagem de seguros de diversas modalidades através de uma equipe especializada e estruturada para atender diversos núcleos de negócios. Seu principal foco está na comercialização de seguros pela plataforma digital do Banco Inter, oferecendo suporte ao negócio imobiliário e corporativo, além dos demais ramos de seguros comercializados através do aplicativo mobile e internet banking , informa o fato relevante.

A administração da Wiz entende que a aquisição é estratégica, pois está inserida no contexto de ampliação e diversificação das Unidades de Negócios da Wiz, sendo a expansão das frentes de negócios um pilar deste movimento de reposicionamento da Companhia.

No âmbito da aquisição, a WIZ celebrará com o Banco Inter um acordo de sócios que lhe garantirá alguns direitos societários relacionados à condução dos negócios da Inter Seguros, dentre os quais: o direito de indicar um dos três membros do Conselho Consultivo da Inter Seguros e o direito de indicar o diretor de Marketing da Inter Seguros.

A WIZ se comprometeu a celebrar na data de fechamento da aquisição, um contrato de cessão fiduciária, pelo qual cederá fiduciariamente ao Banco Inter os lucros que venha a ter direito em razão do resultado anual positivo oriundo das atividades realizadas pela Inter Seguros, como garantia do pagamento das Parcelas Variáveis do Preço de Aquisição. Os valores cedidos fiduciariamente, acrescidos de juros e correção monetária, serão liberados à WIZ após o regular pagamento da última Parcela Variável, previsto para ocorrer em abril de 2024.

FenaSaúde promove 4º Workshop de Regulação e Análise de Impacto Regulatório

O 4º Workshop de Regulação e Análise de Impacto Regulatório (AIR) será realizado no próximo dia 30/05 (quinta-feira), no auditório da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais (CNseg), na Rua Senador Dantas 74/16º, no Rio de Janeiro. As inscrições poderão ser feitas neste link.

José Luiz Carvalho, PhD em Economia pela Universidade de Chicago, comandará o primeiro painel sobre ‘Liberdade Econômica e Regulação’, seguido de debate com a participação de Gustavo Binenbojm, professor de Direito da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) e Leandro Fonseca, diretor presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). 

Já o segundo painel, sobre “Sustentabilidade econômica dos planos de saúde” contará com palestra de Rogério Scarabel, diretor de Produtos da ANS. Em seguida haverá debate com as presenças de Flávio Bitter, diretor Gerente da Bradesco Saúde e Luiz Celso Dias Lopes, diretor Técnico Corporativo do Grupo NotreDame Intermédica.

Para finalizar o evento, Rodrigo Aguiar, diretor de Desenvolvimento Setorial da ANS, falará sobre “O alinhamento da ANS com as melhores práticas de Análise de Impacto Regulatório”.

Além de representantes dos setores de Saúde Suplementar e de Seguros Gerais, estarão presentes no encontro especialistas que debaterão entre outros aspectos, qual o impacto da ausência de liberdade para o desenvolvimento e a eficiência dos mercados; como a eficiência regulatória, um dos quatro componentes da liberdade econômica, pode ser aprimorada; e como a regulação pode reposicionar os incentivos para que o mercado evolua.

SERVIÇO 

Evento: 4º Workshop de Regulação e Análise de Impacto Regulatório (AIR)

Data: 30/05/2019 

Horário: das 8:30 às 13 horas 

Local: auditório da CNseg – Rua Senador Dantas 74/16º, Centro, Rio de Janeiro