Kuantta Consultoria realiza curso sobre Corretora Estilo Startup

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Com objetivo de ampliar os conhecimentos em relação ao futuro da profissão, a Kuantta Consultoria promove um curso com o tema “Corretora Estilo Startup – O que os corretores podem aprender com o método do Vale do Silício?” As aulas serão ministradas por Arley Boullosa e acontecem nos dias 18/06, 20/06 e 25/06, das 18:30 às 20:30, no Espaço de Treinamento Kuantta.

Boullosa explica que é fundamental para os corretores terem consciência em relação às novas tendências inseridas no mercado segurador. “Na minha concepção, é analisando outros setores que encontramos repostas para o nosso futuro. Falamos demais em transformação digital, em reinventar o nosso negócio e vejo pouca execução, e também me incluo nisso. No curso vamos abordar o que outras empresas estão fazendo para obter sucesso, através de estudos de casos e o que podemos colocar em prática adaptando a nossa realidade. Adotar o Estilo Startup atualmente é muito mais que simplesmente uma empresa surgindo em uma garagem com garotos que sonham em mudar o mundo. Hoje vemos a Magazine Luiza adotando um modelo de mudança do seu negócio e vem alcançando ótimos resultados. Vamos juntos durante o curso buscar alternativas, oportunidades e soluções.”                  

Arley Boullosa possui 28 anos de atuação no setor de seguros, é palestrante, ministrou aulas na Escola Nacional de Seguros por 22 anos. É Diretor de Ensino do Sincor-RJ, fundador da Kuantta Consultoria e da Dino Marketing Digital. É sócio da Moby Corretora de Seguros e da Resolve Sinistro.

Caixa seleciona Morgan Stanley como co-advisor na seleção de seguradoras

IPO Caixa Seguridade

Fonte: Reuters, por Tatiana Bautzer

O Morgan Stanley e o banco de investimentos da Caixa selecionarão juntos os parceiros para a Caixa Seguridade Participações, disse a fonte que pediu anonimato, para discutir a decisão interna. 

A Caixa Seguridade lançou, na sexta-feira, mais quatro processos de seleção de parceiros para venda de seguros de saúde, dental, de assistência e grandes riscos corporativos. A Caixa já havia mandado convites a seguradoras para venda de outros tipos de apólices no dia 10 de maio, que incluíam seguros residenciais e de automóveis.

Os parceiros em seguros terão o direito de vender apólices por 20 anos aos 93 milhões de clientes da Caixa em sua rede de mais de 4 mil agências.

O banco pretende primeiro fechar as parcerias com as seguradoras para só depois iniciar o processo de IPO da Caixa Seguridade, que faz parte do plano do banco estatal de levantar 100 bilhões de reais com vendas de ativos.

A Caixa e o Morgan Stanley não responderam de imediato a pedidos de comentários feitos na manhã de sábado.

Universidade Aconseg traz proposta inovadora para a capacitação em seguros

Fonte: Aconseg

Em evento que lotou o auditório do tradicional espaço RB1, no centro financeiro do Rio de Janeiro, foi lançada no dia 22 de maio a Universidade Aconseg-RJ. “Percebemos que a formação executiva está em alta, mas os investimentos na área ainda são escassos. A preocupação com a capacitação dos corretores e dos profissionais das nossas associadas, assim como com o desenvolvimento técnico, econômico e cultural do mercado nos motivou a tentar preencher esta lacuna”, afirmou o reitor da universidade e presidente da Aconseg-RJ, Luiz Philipe Baeta Neves, ao saudar o público presente.

Ele acrescentou que a iniciativa da Aconseg é mais um passo na direção do que se acredita ser essencial para o crescimento do setor: a educação corporativa. “Um treinamento exclusivo, com foco nas diretrizes organizacionais, elimina custos e tem uma eficácia maior, além de oferecer agilidade na absorção de conhecimento e na formação profissional”, observou Baeta Neves.

Já o decano da universidade, Wagner Attina, fez uma explanação sobre o funcionamento e objetivos da instituição, classificada por ele como “o projeto de ensino mais arrojado desenvolvido para o mercado de seguros”.

Ele lembrou que o ensino corporativo é uma tendência mundial, com foco nas habilidades, conhecimentos e atitudes que podem ser potencializadas, visando atender às necessidades das empresas.

Nesse contexto, a Universidade Aconseg-RJ surge para otimizar processos e ajudar corretores e empresas a produzirem mais, agregando valor ao mercado e ajudando a reduzir as lacunas provocadas pelo déficit de aprendizado e metodológico. “Vamos treinar e preparar mão de obra. Temos professores capacitados, com grande atuação no mercado, e nossos cursos terão curta duração, com imersão no período máximo de 72 horas e pílulas de conhecimento para desenvolver capacidades”, destacou o decano.

Haverá três opções de cursos: presenciais (na universidade), on-line ou in company (no ambiente das empresas). Além disso, os valores cobrados serão reduzidos para atender a todos os públicos. “Seguimos o lema do nosso presidente e reitor: não vai estudar quem não quiser, pois garantimos preços acessíveis”, ressaltou Attina.

Embora o lançamento tenha ocorrido agora, a primeira formatura já ocorreu em abril, quando 20 alunos receberam o diploma do curso “Seguro Saúde Suplementar”.

Os cursos serão promovidos em conjunto com a IndoRH, parceira na universidade. “Quem quiser aderir a nossa proposta, será muito bem vindo. Contamos neste evento com a presença do presidente da Aconseg-RS, Celso Azevedo, que já está disposto a embarcar conosco nesta missão e, em breve, já estaremos implementando os cursos da Universidade Aconseg no Rio Grande do Sul”, comemorou o reitor Baeta Neves.

O evento reuniu mais de 150 profissionais do mercado, entre executivos das seguradoras que apoiam a iniciativa (SulAmérica, Tokio Marine, Bradesco, Sompo, HDI, Suhai, Amil, Icatu, Mongeral Aegon e American Life), lideranças do setor, como os presidentes da Aconseg-RS, Celso Azevedo; do CVG-RJ, Carlos Ivo Gonçalves; e do Clube dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro, Fabio Izoton; dirigentes das assessorias associadas à Aconseg-RJ e corretores.

Premiação – Na ocasião, receberam as premiações os vencedores da 1ª campanha “Acelera Aconseg-RJ – 2019”, cujo objetivo é agraciar corretores que conquistam para as seguradoras parceiras da Aconseg-RJ as renovações de seguro de companhias que não trabalham com as assessorias.

Os vencedores dessa primeira etapa foram os corretores Daniele Borges (que recebeu como prêmio uma smart tv de 32 polegadas), Alexandre Oliveira (smart tv de 40 polegadas) e Sandra Moreira (moto Honda biz 110i zero km).

Haverá ainda mais duas etapas da campanha que premiará novos corretores. Os interessados deverão enviar para a sua assessoria a relação das apólices dos seguros novos ou de renovações das seguradoras que não trabalham com as associadas da Aconseg-RJ. Quanto maior o numero de apólices enviadas, maior a chance de ser premiado.

Seguros financeiros em debate no evento da Lockton

Seguros financeiros como ferramentas disponíveis no mercado de seguros para alavancagem de crédito corporativo, aumento de financiabilidade e operações estruturadas foram temas de debate do Lockton Financial Lines Day, promovido na manhã do dia 23 por uma das maiores corretoras de seguros do mundo. O encontro, voltado a clientes, prospects e profissionais de seguro, ocorreu no Hotel Grand Hyatt São Paulo.
 
“Para a Lockton é uma imensa satisfação ver um auditório lotado com os principais especialistas do mercado, prontos para apresentar as melhores soluções aos nossos clientes”, ressaltou Marcelo Elias, diretor executivo de Risk Solutions da Lockton, aos mais de 120 convidados.

O primeiro painel do dia teve como tema central “A evolução do seguro garantia judicial no Brasil e perspectivas de mercado” e contou com as participações de João Di Girolamo, Diretor da Swiss Re Corporate Solutions, Fernanda Felício, advogada da Pottencial Seguradora, Cassio Amaral, sócio da Mattos Filho Advogados, e Cristina Tseimatzidis, Head de Financial Lines da Lockton.
 
Durante a apresentação, os participantes explicaram o que é o seguro garantia judicial, assim como seu funcionamento e vantagens – tanto para o tomador quanto para o segurado. Cristina Tseimatzidis apresentou perspectivas de mercado avaliando o período de 2008 a 2018 e destacou a grande evolução dos produtos, além do potencial progresso.
 
Já o painel seguinte contou com a participação de Daniel Nobre, CEO da Atradius, Roque Mello, Vice-Presidente da Junto Seguros, Fabricio Bonadio, Superintendente da Fator Seguradora e Thais Ferreira, Head de Seguro Garantia da Lockton.  A partir do tema central - “O mercado de seguros como ferramenta para operações estruturadas, financiamentos e alavancagem de crédito corporativo” – Nobre salientou o seguro de crédito como “uma solução ao fortalecimento de competências em gestão de risco de crédito”.
 
Mello aproveitou sua apresentação para ressaltar a necessidade de maiores investimentos em obras de infraestrutura, como rodovias, ferrovias, aeroportos e saneamento, enquanto o destaque de Bonadio foi a utilização do seguro garantia em operações de Project Finance. Essa é uma modalidade de estruturação financeira onde a principal fonte de receita para o pagamento de serviços referentes à realização de projetos de grande porte é gerado pela sua própria operação.
 
O encerramento do evento ficou a cargo do economista e consultor, Ricardo Amorim, que realizou uma palestra com o tema: “Por que a economia deve melhorar e crescer mais do que você imagina nos próximos anos? Como aproveitar as oportunidades?”. Um dos focos centrais da apresentação foi a importância da aprovação da reforma da previdência como uma porta de entrada para uma futura reforma tributária – de acordo com ele, uma importante ação para que o Brasil deixe de ser somente um país produtor de commodities.
 
Amorim ainda destacou seu otimismo para o futuro econômico do Brasil, mas lembrou que a saída do buraco não virá senão a partir de muito suor. “Estamos no início de um novo ciclo de retomada do crescimento, após uma grande recessão e este é o momento para investir e acreditar”, finalizou o economista.

Custo médico deve crescer globalmente 7,6% em 2019, segundo estudo

custo da saude

Fonte: Willis Towers Watson

Espera-se que os custos do benefício de assistência médica fornecido pelos empregadores aumentem modestamente em todo o mundo em 2019, de acordo com uma pesquisa realizada pela Willis Towers Watson com seguradoras que atuam no segmento de saúde. Segundo as seguradoras pesquisadas, o alto custo da tecnologia médica, o uso excessivo e a prescrição excessiva de serviços são os principais responsáveis por esse aumento. Segundo o estudo Global Medical Trends 2019, o maior desse tipo no setor, as seguradoras de saúde estão projetando para 2019 um aumento de 7,6% do custo médico globalmente, um aumento pouco maior que os 7,1% de 2018. No Brasil, esse índice deve ser de 15,3%, quase quatro vezes a taxa geral de inflação.

Os menores aumentos projetados são da Europa (5,0%), enquanto os maiores aumentos são esperados no Oriente Médio e na África, onde os custos podem pular para 12,4%. Os aumentos projetados para as Américas, excluindo os Estados Unidos, devem cair ligeiramente mas continuam na faixa dos dois dígitos (10,7%). Nos EUA, os custos médicos devem sem um pouco mais baixos, com a projeção caindo de 8,7% em 2018 para 7,9% em 2019 de acordo com outra pesquisa da Willis Towers Watson.

O estudo também apontou que a expectativa de aumento do custo médico para os próximos três anos varia muito de região para região. Apenas um terço das seguradoras nas Américas (34%) acredita na tendência de custos maiores ou significativamente mais elevados nos próximos três anos. No entanto, 60% das companhias que atuam no Oriente Médio e na África e 54% das seguradoras europeias anteveem custos mais elevados. Globalmente, quase de metade das seguradoras (49%) espera custos mais altos ou significativamente mais altos.

Global Medical Trends: crescimento do custo médico, 2017-2019

 201720182019*
Globalmente6,7%7,1%7,6%
Estados Unidos7,5%8,7%7,9%
Américas (excluindo os EUA)11,1%11%10,7%
Brasil17,4%15%15,3%
Ásia e Pacífico7,1%7%7,8%
Europa4,4%5%5%
Oriente Médio e África8,5%9,9%12,4%

*Projeção

“Os custos crescentes com o benefício saúde continuam a ser uma questão importante para as seguradoras e empregadores em todo o mundo e aqui no Brasil, uma vez que os aumentos continuam a ultrapassar a inflação em uma margem acima de dois dígitos, o que torna o benefício insustentável a longo prazo”, explica Rene Ballo, líder da área de consultoria em benefícios da Willis Towers Watson. “Vemos hoje os empregadores buscando alternativas para a desaceleração dos aumentos do custo com a saúde. E não estamos nem falando de corte de custos, mas sim em como fazer para reduzir a margem de crescimento. Para isso, as empresas estão revendo o desenho de seus planos de benefícios, investindo em programas de gestão de saúde, programas de saúde e bem-estar, prevenção/ estilo de vida e gestão de crônicos  e avaliando  critérios de coparticipação, por exemplo”, explica.

Ainda de acordo com a pesquisa Global Medical Trends, as seguradoras estão prevendo que os custos com farmácia se tornarão uma parte cada vez mais significativa das despesas médicas nos próximos cinco anos. Oito em cada dez seguradoras (80%) das Américas e 66% das seguradoras do Oriente Médio e África acreditam que os custos do benefício farmácia aumentarão nos próximos cinco anos. A grande maioria das seguradoras, exceto as do Oriente Médio e da África, também acreditam que o custo dos cuidados com a saúde mental e comportamental aumentará no futuro.

Quando perguntados sobre os fatores que mais impulsionam o aumento dos custos e que estão fora do controle de empregadores e fornecedores, quase dois terços (65%) citaram o alto custo da tecnologia médica, seguido pelo lucro dos provedores (48%). Curiosamente, sete em cada dez seguradoras (70%) classificaram o uso excessivo de serviços por indicação desnecessária feita pelos médicos como o fator relacionado ao comportamento do funcionário e do provedor que mais impacta os custos. Pouco mais da metade (52%) citou o uso excessivo de serviços por má utilização do beneficiário. 

“Sabemos, por meio de nossa pesquisa, que as maiores despesas médicas continuam a ser os tratamentos para as doenças cardiovasculares, câncer e ortopedia. A cada ano, surgem novas tecnologias e medicamentos, ajudando a manter elevada a inflação médica”, complementa Ballo.

Outros apontamentos do estudo:

As seguradoras relatam as doenças cardiovasculares (54%), musculoesqueléticas (49%) e o câncer (42%) como as três principais condições que causam o maior número de sinistros. No entanto, a prevalência de outros quadros, como diabetes e saúde mental, está aumentando rapidamente.

Quase dois terços (63%) das seguradoras usam redes contratadas, enquanto 61% exigem pré-aprovação para serviços de internação programados para ajudar a gerenciar os custos. Quase seis em cada 10 companhias (57%) colocam limitam certos serviços médicos para controlar os custos.


Sobre a pesquisa

A Pesquisa Global Medical Trends foi realizada pela Willis Towers Watson entre agosto e setembro de 2018 e reflete as respostas de 307 seguradoras de saúde líderes em 77 países.

Seguro de pessoas deve assumir seu papel de protagonista no futuro

por Márcia Alves

Durante almoço do CVG-SP, o presidente da FenaPrevi concluiu que caberá ao mercado de seguro de pessoas assumir a responsabilidade de oferecer a proteção que a população necessita.

O CVG-SP recebeu nesta quarta-feira, 22 de maio, em seu tradicional almoço, o presidente da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), Jorge Nasser. Durante o evento, realizado no Terraço Itália, Nasser comentou o potencial do seguro de vida no Brasil. Em comparação com outros países, a participação dos prêmios de seguro de vida no PIB brasileiro é de apenas 0,58%, enquanto no Reino Unido, por exemplo, é de 9%. 

O dirigente também destacou a necessidade de reforma da Previdência Social, que já responde por 12% dos gastos do governo. Além do déficit de R$ 309 bilhões, estimado para este ano, outros motivos para a reforma, segundo Nasser, são a longevidade dos brasileiros e o aumento da expectativa de vida. Em 2060, o país contará com mais de 73 milhões de pessoas com 60 anos ou mais. Já expectativa de vida ao nascer, que era de 45 anos em 1960, aumentou para 76 anos em 2016 e chegará a 82 anos em 2019.

Nasser também abordou os desafios das novas tecnologias, observando que o avanço responde à demanda de conveniência da sociedade. “Os profissionais devem entender as mudanças provocadas pelas novas tecnologias como oportunidades. A tecnologia não vai substituir o nosso papel, mas trazer velocidade para desenvolvermos produtos e soluções”, disse.

Nesse aspecto, o presidente do CVG-SP, Silas Kasahaya, lembrou que o seguro de vida era tido no passado como a promessa do futuro. “O seguro de vida já é o presente e ainda temos muito a desenvolver”, disse.

Para Nasser, o futuro reserva o importante papel ao mercado de seguro de pessoas de suprir as necessidades de proteção da população que o Estado não poderá assumir. Ele destacou dois produtos que contribuirão muito para o mercado atingir o seu potencial: o Universal Life (um seguro de vida que une acumulação de recursos para o futuro e indenização para a família em caso de morte prematura do segurado) e o PrevSaúde (plano complementar específico, com a finalidade de acumular recursos para custeios com saúde suplementar na fase de aposentadoria). “Por isso, esse momento é histórico”, disse.

O almoço do CVG-SP também deu espaço a duas homenagens. Uma delas ao próprio Nasser, que recebeu o título de Sócio Honorário do CVG-SP, e outra para a União dos Corretores de Seguros (UCS), que recentemente completou 15 anos de existência. Para a UCS, a placa foi entregue pelo presidente do CVG-SP ao novo presidente Ezaqueu Bueno e à ex-presidente Mara Borges Sutto.

Presidente da Fenacor é recebido pelo ministro da Economia

Fonte: Fenacor

O presidente da Fenacor, Armando Vergilio, acompanhado pelo deputado Lucas Vergilio (SD-GO), foi recebido pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, nesta quarta-feira (22/05), em Brasília, para tratar de vários assuntos relacionados ao cenário econômico, à Reforma da Previdência e a outros temas específicos do mercado de seguros. A nova superintendente da Susep, Solange Vieira, foi convocada pelo ministro para participar da reunião. “Fomos muito bem recebidos e, no final, saímos com uma agenda de discussão bastante produtiva para as próximas semanas. Inclusive, já foram agendadas novas reuniões, tanto no âmbito da Susep quanto no ministério da Economia, praticamente todos os meses”, afirma Armando Vergilio.

Ele acrescenta que, entre os assuntos debatidos, foi destacada a atuação irregular de associações e cooperativas da chamada “proteção veicular”.

O presidente da Fenacor e o deputado Lucas Vergilio alertaram o ministro que esse segmento tem crescido muito e ocupado lugar importante na economia, sem recolher tributos ou constituir reservas para garantir o cumprimento de suas obrigações junto aos consumidores. “Não há um compromisso com a sociedade, com o cidadão ou com o Estado. Não pagam sinistros. Enfim, é um mercado marginal”, salienta Armando Vergilio.

O ministro da Economia recebeu ainda uma denúncia consistente relacionada à questão tributária, apontando que esse mercado marginal se esconde por trás da fachada de associações sem fins lucrativos e de cooperativas para fugir do pagamento de impostos, submetendo o mercado legal de seguros a uma concorrência desleal.

Além disso, foi dito a Paulo Guedes que essas associações não respeitam os marcos regulatórios nem os princípios básicos que devem ser seguidos, como a constituição de reservas. “O ministro ficou bastante interessado no tema e assegurou que vai determinar à Receita Federal que faça uma profunda análise em relação a isso”, revela o presidente da Fenacor.

CNseg promove live no Facebook sobre seguro auto

Fonte: CNseg

A presidente da Comissão de Assuntos Jurídicos da FenSeg, Sylvia Rocha, foi a entrevistada desta terça-feira, dia 21, na live da CNseg transmitida pelo Facebook sobre seguro de automóveis. O evento é uma das ações da Confederação das Seguradoras na 6ª Semana Nacional de Educação Financeira que, ao longo desta semana, está realizando diariamente lives pelo Facebook e palestras presenciais em sua sede, no Rio de Janeiro (veja aqui a programação).

A exposição de Sylvia Rocha teve início com um alerta sobre a importância de o consumidor ler e entender o seu contrato de seguro de automóvel, onde há responsabilidades, tanto para a seguradora como para o segurado. “Isto é importante, inclusive, para que o segurado saiba exatamente o que está contratando, visto que existem diversos tipos de cobertura”, afirmou.

A cobertura mais completa, chamada de cobertura básica compreensiva, por exemplo, protege contra colisões, roubo e furto, explosões, enchentes e alagamentos, entre outros eventos, mas há, também, a oferta de seguro apenas contra incêndio, roubo e furto, que é mais barata, mas não protege contra colisão.

Outra cobertura considerada importantíssima por Sylvia é a de responsabilidade civil facultativa, onde o segurado define o valor para reparação de danos causados a terceiros, ou seja, àqueles que não estão dentro do seu veículo. Para os que estão dentro, há a cobertura contra acidentes pessoais de passageiros. Ela também lembrou que o segurado tem a opção de contratar apenas a cobertura contra terceiros, sem nenhum tipo de proteção para seu veículo.

A assistência 24 horas também é uma garantia muito interessante no seguro do automóvel, segundo Sylvia, bem como a cobertura contra danos a retrovisores, lanternas e faróis que, dependendo do modelo do veículo, podem custar milhares de reais.

Outra dúvida surgida entre os internauta foi relativa ao bônus que, de acordo com a presidente da Comissão de Assuntos Jurídicos da FenSeg, trata-se de um benefício que o segurado ganha quando renova o seguro sem ter acionado sua garantia básica naquele ano. “Quanto maior o bônus, maior o desconto no seguro”, disse. E, ainda dentro do tema do custo do seguro, uma internauta perguntou se o seguro é mais barato para mulheres. Sylvia respondeu que, geralmente, sim, mas há, ainda, uma série de outros fatores que influenciam na precificação, como o local de residência, o modelo do veículo e a idade do contratante, entre outros.

Após a live pelo Facebook, Sylvia Rocha ainda ministrará, a partir das 14 horas, palestra presencial na sede da CNseg, no Rio de Janeiro, sobre o que saber para contratar e utilizar o seguro de automóveis. Às 15 horas, então, o gerente da FenSeg Danilo Sobreira apresentará a palestra sobre o que saber para contratar e utilizar o seguro residencial. Na quarta-feira, as ações da CNseg na 6ª Semana ENEF terão início às 10 horas, com live com a presença do professor de Economia e decano do Centro de Ciências Sociais da PUC-Rio, Luiz Roberto Cunha, que abordará o tema da reforma da previdência na vida das pessoas e a necessidade de planejamento previdenciário.

Mercado segurador arrecada R$ 59,9 bi no 1o. tri, alta de 5,9%, informa CNseg

Fonte: CNseg

Os números do setor segurador apresentados foram positivos no primeiro trimestre de 2019. A arrecadação no período avançou 5,9% sobre os três primeiros meses de 2018, subindo para R$ 59,9 bilhões (sem Saúde e sem DPVAT). As provisões técnicas foram superiores em março, subindo 10% (R$ 1,022 bilhão) sobre o mesmo mês do ano passado. A recuperação se deveu ao crescimento de ramos de seguros que continuam mais resistentes à estagnação de negócios gerada pelo baixo crescimento econômico. A receita da série anualizada (abril/18 a março/19, sem Saúde Suplementar) ampliou-se em 1,3%, um pouco abaixo dos 2% do resultado acumulado dos 12 meses até fevereiro. Os dados de mercado constam da nova edição da publicação Conjuntura CNseg.

Em editorial, o presidente da CNseg, Marcio Coriolano, diz que os dados da série anualizada móvel – que indicam tendência de prazo mais longo – sinalizam um desempenho promissor nesse ano, caminhando para um patamar superior ao observado em 2017/2018 (acumulado de 12 meses), depois da sequência de quatro períodos de taxas negativas. “Cabe ressaltar a grande contribuição do segmento de Danos e Responsabilidades para esta reação na taxa anualizada, tendo em vista o crescimento dessas modalidades, de 7,7%, nesse período”, assinalou. Ao mesmo tempo, houve assimetria na contribuição dos planos de Riscos e de Acumulação para a série móvel de 12 meses, acrescentou ele. “Enquanto os Planos de Riscos acumularam expansão de 10,1%, os Planos de Acumulação (PGBL e VGBL) recuaram 5,5% na série anualizada”, informou ele.

Na comparação trimestral com o mesmo período de 2018, os ramos que mais cresceram foram dos seguros Marítimos e Aeronáuticos (61,5%), de Créditos e Garantias (46,8%), dos Patrimoniais (13,2%), dos Planos de Vida Risco (12,8%), dos títulos de Capitalização (8,1%) e do Seguro Rural (6,5%). para acessar a última edição da Conjuntura CNseg.

Allianz Travel oferta seguro viagem anual para quem tem uma agenda agitada

seguro viagem anual

Com vários feriados, bom avaliar se é vantajoso comprar um seguro viagem anual, em vez de um para cada viagem programada. Uma das opções de contrato anual é ofertada pela Allianz Travel, líder global na oferta de seguro viagem e representante da Allianz Seguros no segmento, oferece o Plano Anual. O novo modelo traz mais comodidade, economia e segurança para aproveitar o tempo livre, durante 365 dias, sem limite de viagens por ano.

Carlos Cortez, diretor de marketing da Allianz Travel, explica que o plano é válido para viagens internacionais com duração máxima de até 60 dias cada, sendo que uma de suas vantagens é a liberdade de viajar para qualquer lugar do mundo sem precisar contratar uma nova apólice de seguro cada vez que for embarcar. Portanto, o viajante poderá realizar diversas viagens de curta duração dentro do período da vigência anual do seguro, sem limitação, observando o limite de duração máxima de até 60 dias.

“Além disso, para quem viaja frequentemente a lazer ou negócios, o plano oferece economia comparado aos planos tradicionais contratados para cada viagem”, completa o executivo da empresa.

E para quem quiser se preparar para as próximas viagens, confira os próximos feriados e pontos facultativos nacionais:

Feriados e pontos facultativos de 2019:

20 de junho (quinta-feira), Corpus Christi 
7 de setembro (sábado), Independência do Brasil 
12 de outubro (sábado), Nossa Senhora Aparecida
28 de outubro (segunda-feira), Dia do Servidor Público 
2 de novembro (sábado), Finados 
15 de novembro (sexta-feira), Proclamação da República 
24 de dezembro (terça-feira), Véspera de Natal
25 de dezembro (quarta-feira), Natal 
31 de dezembro (terça-feira), Véspera de Ano-Novo