Complexidade de modelo pode atrasar oferta de ações do IRB, informa o Valor

IRB faz emissão

Fonte: Valor Econômico

Valor Econômico revela que a venda de ações detidas pela União e pelo Banco do Brasil no ressegurador IRB Brasil Re, parte do plano de desinvestimentos do governo federal, pode demorar mais tempo do que o inicialmente previsto. A oferta subsequente de ações (“follow-on”) se revelou mais complexa do que as partes esperavam devido às discordâncias entre os acionistas controladores – o governo federal e os principais bancos do país – e à necessidade de mudanças de lei para efetivar a transação.

Mas a Superintendência de Seguros Privados (Susep) deu um parecer na semana passada impedindo o IRB de se tornar uma “corporation”, empresa sem controle definido. Essa discussão já tinha chegado também ao Banco Central, apurou o Valor. Não agradava ao BC abrir precedentes para instituições financeiras não terem controlador – mesmo que a mudança especificasse que valia apenas para resseguradoras, o que juristas consultados pelo Valor achavam difícil de emplacar. A sugestão da Susep é que o Bradesco e o Itaú, mesmo com 26,3% das ações, assumam a figura de controlador perante o regulador.

 “Se os bancos aceitarem, a oferta do governo federal no IRB pode ocorrer junto com a do BB. Caso contrário, precisaria de uma nova regulamentação para permitir que o IRB seja uma corporation, o que atrasaria a operação”, diz uma fonte.

Mercado segurador registra alta de 4,9% no acumulado até abril, segundo CNseg

Fonte: CNseg

O ritmo de expansão da arrecadação de prêmios continua discreto nos quatro primeiros meses do ano, mesmo com o forte crescimento apresentado por alguns ramos no período, como Marítimos e Aeronáuticos (52,5%), Crédito e Garantias (38,4%), Patrimoniais (16,1%) e Planos de Risco em Cobertura de Pessoas (14,8%). Nos quatro meses do ano, o crescimento foi de 4,9%, totalizando R$ 81 bilhões (sem Saúde e sem DPVAT) quando comparado com igual período do ano passado. Os dados constam da nova edição da publicação Conjuntura CNseg.

De janeiro a abril de 2019, houve outras modalidades com trajetória na casa de dois dígitos ou perto disso em termos de crescimento, mas sua participação de mercado (market share) não é suficiente para puxar o resultado do setor de forma significativa. Transporte (10,3%), títulos de Capitalização (9,8%) e Seguro Rural (6,5%) estão entre os exemplos de comportamento positivo. No acumulado do ano, os seguros de Automóveis e os Planos de Acumulação em Cobertura de Pessoas, entretanto, tiveram discreta queda de arrecadação até abril de 2019: -0,4% e -0,6%, respectivamente, colocando para baixo um crescimento mais vistoso, por conta de seu peso no resultado final.

A rigor, todo o mercado sente os reflexos do baixo crescimento da economia, taxa de desemprego elevada, freio nos investimentos, entre outros fatores que frustram o potencial de negócios do setor. Prova disso é que, na série de dados de 12 meses móveis, o crescimento que vinha sendo observado desde o início de 2019 foi quase anulado com a inclusão do resultado de abril, atingindo só 0,1% de alta.




Igor Di Beo é o novo diretor de subscrição e sinistros da AXA Seguros

Igor axa

Fonte: AXA

A AXA Seguros tem nova liderança na área de subscrição. Igor Di Beo, que já era responsável por Sinistros, é o novo diretor de Subscrição e Sinistros da companhia reportando-se para Delphine Maisonneuve, CEO da AXA no Brasil. Fazem parte da equipe as estruturas lideradas por Carla Almeida, diretora de P&C; Clóvis Silva, superintendente de Massificados, Arthur Mitke, superintendente de Sinistros; e Vivian Kautz, gerente atuarial.

“Espero poder contribuir de maneira significativa com o time para aprimorar nossas soluções de acordo com as necessidades de mercado. A experiência que trago das áreas de Riscos e Operações vão contribuir para dar ainda mais agilidade ao processo de cotações e fechamento de negócios”, afirma Di Beo.

Com a mudança, Fernanda Cortese, diretora de TI e Transformação, passa a ser responsável também por Operações, garantindo os padrões de entrega e os compromissos da AXA com seus corretores e parceiros.

SulAmérica reduz burocracia ao lançar endosso digital residencial

sulamerica

Fonte: SulAmérica

Os corretores parceiros da SulAmérica poderão efetuar o endosso de apólices residenciais de seus clientes em questão de minutos. A companhia lançou, nesta semana, uma nova funcionalidade no seu cotador para este fim: o que antes poderia levar dias para ser concluído agora acontece de forma rápida e eficiente. Com um processo automatizado, trata-se da solução mais completa do mercado, que proporciona ainda mais agilidade aos negócios dos parceiros da SulAmérica.

“Conforme os resultados que tivemos no primeiro trimestre do ano, temos observado um ritmo crescente na procura pelo seguro Residencial. Portanto, é fundamental estarmos prontos para garantir uma experiência diferenciada para o corretor e o cliente em todas as etapas, que só têm a ganhar”, completa Dal Ri.

A novidade está disponível para corretores da SulAmérica em todo o País. Para efetuar o endosso, o parceiro informa a apólice e os dados que deseja alterar.

“Esta é mais uma solução que demonstra o quanto a SulAmérica ouve os seus mais de 36 mil corretores parceiros. A nova solução para os endossos otimiza o fluxo de trabalho com uma interface intuitiva e que dá mais autonomia a eles. Estamos atendendo a uma demanda destes profissionais, que poderão, agora, atuar com ainda mais rapidez e encantar o cliente com entregas em um curto espaço de tempo”, destaca o vice-presidente Comercial e de Marketing da SulAmérica, André Lauzana.

Endosso

No endosso, o cliente solicita ao corretor de seguros alterações ou transferência de dados no contrato com a SulAmérica. Os pedidos passam por uma análise da seguradora, que, posteriormente, aprova ou recusa as modificações.

DPVAT traz histórias de superação de vítimas de acidentes de trânsito, como a bailarina Melina Reis

DPVAT bailarina

Fonte: DPVAT

Bailarina que voltou a dançar após amputação é a protagonista das peças publicitárias

“A superação nos inspira”. Este é o mote da nova campanha de mídia do Seguro DPVAT, que será veiculada nacionalmente a partir de 14 de junho. A proposta é ampliar o conhecimento sobre o direito ao benefício social, que protege os mais de 209 milhões de brasileiros em casos de acidentes de trânsito. Desenvolvida em parceria com a Agência 3, a campanha apresentará histórias reais de beneficiários do Seguro DPVAT que, apesar das dificuldades pós-acidente, seguiram em frente com ajuda do seguro. Uma delas é a de Melina Reis, bailarina que voltou a dançar após amputação de parte da perna esquerda.

A dançarina foi vítima de um acidente de trânsito quando a motocicleta na qual estava foi fechada por um automóvel em um cruzamento. A batida atingiu diretamente sua perna, resultando em uma fratura exposta. Foram anos de tratamento até que, em 2014, o quadro se agravou e Melina decidiu pela amputação. Para continuar a fazer o que mais amava, dançar balé, ela contou com o apoio de um médico de Campinas, que desenvolveu a primeira prótese para balé do mundo. 

De volta à rotina da dança, Melina se orgulha dos passos traçados até aqui. “Eu, quando olho para trás e vejo toda a minha caminhada, percebo que minha maior conquista foi não desistir dos meus sonhos, mesmo nos momentos em que recebi muitos retornos negativos. Mas com a ajuda das pessoas certas, tudo se realizou”, diz. 

A história da Melina será contada em uma websérie de cinco capítulos, destacando a perseverança da bailarina e a importância do Seguro DPVAT nas histórias de superação das vítimas de acidente de trânsito. Os filmes mostrarão a trajetória da bailarina até se apresentar em um grande teatro do Rio de Janeiro, e poderão ser conferidos em www.estamosaquiparavoce.com.br. 

Até julho, as peças publicitárias estarão presentes em TVs, rádios, busdoorsbackbus, outdoors, sites e mídias sociais. O estamosaquiparavoce.com.br também reúne informações sobre o Seguro DPVAT, dúvidas e um passo a passo de como dar entrada no pedido de indenização.

Renata Loyola assume recém criada área de gestão da inovação na Mongeral Aegon

Fonte: Mongeral Aegon

Com quase 200 anos de atividade ininterrupta no Brasil, a seguradora multinacional Mongeral Aegon acaba de criar a superintendência de Gestão da Inovação. A empresa contratou a executiva Renata Loyola para assumir a posição.

Graduada em Desenho Industrial pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e com MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas, Renata acumula mais de 20 anos de experiência em grandes empresas de diferentes mercados, com passagem na Oi S.A, Rede Globo e Globo.com.

Renata Loyola será responsável pela gestão de todo ecossistema e as mais de 30 iniciativas de inovação do Grupo Mongeral Aegon. A nova superintendente também passa a coordenar as edições do Insurtech Innovation Program e as ações de open innovation.

Renata reporta diretamente ao diretor de Marketing e Afinidades, Nuno Pedro David.

Negociação de papéis do IRB pode atingir R$ 8 bi, afirma Estadão

O Estadão informou que o governo federal e a BB Seguros Participações planejam vender suas fatias no IRB Brasil Re até julho por meio de uma oferta de ações que pode movimentar R$ 8 bilhões, afirmaram três fontes com conhecimento do assunto. O governo e a BB Seguros, companhia controlada pela holding de seguros BB Seguridade, têm fatias de 11,7% e 15,2%, respectivamente, no IRB, cita a nota.

Ainda no Estadão, a decisão de venda segue a estratégia da Caixa, que vendeu uma fatia de 8,9% detida por um fundo gerido pelo banco, em linha com uma estratégia do governo de alienar ativos para complementar a receita de impostos. As unidades de banco de investimentos de Caixa, Itaú Unibanco, UBS, Citigroup, Bank of America e Banco do Brasil, que controla a BB Seguridade, vão coordenar a oferta. Itaú e Bradesco, os dois maiores bancos privados do país, também são acionistas relevantes do IRB.

Solange Veira, da Susep, é cotada para assumir BNDES

Miriam Leitao entrevista Solange Vieira da Susep

Solange Vieira, titular da Superintendência de Seguros Privados (Susep) é cotada para assumir a presidência do Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES), segundo noticiou a jornalista Miriam Leitão, do O Globo. Ao mesmo tempo, a jornalista afirma que ela não deve aceitar. Solange chegou chegando na Susep em fevereiro, com todo o apoio do ministro Paulo Guedes e afins, como presidente do Banco do Brasil e da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

O nome Solange, segundo Miriam Leitão, agradaria o ministro da Economia, Paulo Guedes. Segundo interlocutores, porém, como funcionaria de carreira do banco poderia ser difícil a tarefa de tocar os planos do governo de reduzir o papel do banco de fomento.

A agenda de Solange tem sido extremamente intensa ao promover centenas de mudanças na autarquia, que deve ser incorporada com Previc e mais recentemente também com a CVM, segundo noticiou o jornalista Lauro Jardim, e que acabou virando uma verdade nos bastidores do setor.

Segundo Miriam Leitão, integrantes da equipe econômica enfrentem dificuldades para assumir a presidência do BNDES, no lugar de Joaquim Levy, que entregou sua carta de demissão na manha deste domingo. Entre os nomes mais contados, além de Solange, Salim Mattar, secretario de privatizacoes, Carlos da Costa, secretario de produtividade e emprego, e Gustavo Franco, ex-presidente do Banco Central e presidente do Conselho de Administração do BNDES.

Ou seja, Miriam convoca a economista e ao mesmo tempo afirma que não vai. Vamos aguardar os próximos capítulos, pois em política, somente um dia após o outro. Ainda mais se analisarmos a deselegância, para dizer o mínimo, com que o presidente Jair Bolsonaro tratou Levy, um técnico exemplar e competente, por meio da imprensa. Realmente uma penca de pontos negativos para Bolsonaro.

Segundo a jornalista Adriana Fernandes, do Estadão, seja quem for o sucessor “assume uma batata quente, principalmente com o avanço silencioso da CPI do BNDES no Congresso. Terá pela frente a resistência dos funcionários. Cobiçado por muitos, o posto de presidente do BNDES nos últimos tempos mais parece uma cadeira elétrica.”

O fato é: se ela sai, quem entra? Um dos quatro diretores já nomeados? Vão tocando a Susep até sair o Projeto de Lei para junção da Susep, Previc e da CVM numa única agencia reguladora, que tem Marcelo Trindade, ex-CVM, como um dos nomes cotados por Guedes para comandar, segundo noticiou Lauro Jardim? Mas será que alguém pode confiar nos planos de Guedes, que mostra completa insatisfação com a reforma da Previdência que foi apresentada pelo relator Samuel Moreira (PSDB-SP) ao Congresso na semana passada? Enfim… um clima de total insegurança para os investidores…

Ciclic, do BB, quer difundir o conceito de “open insurance”

Raphael Swierczynski, CEO

A Ciclic logo completará dois anos. Desde sua fundação almeja revolucionar o mercado de seguros. Pensada e implantada com foco total no digital e nas necessidades dos clientes. “Temos como acionistas a BB Seguros (com 75% das ações) e a Principal Financial Group (com 25%). Ja foram investidos algumas dezenas de milhões de reais no projeto, e continuamos investindo alto pra chegar onde queremos. Hoje temos 2 produtos disponíveis para compra 100% on-line – Previdência Digital, Seguro Viagem e Assistência Residencial – e outros produtos em desenvolvimento. Além, é claro, do nosso movimento Open Insurance, onde certamente teremos outras inovações que serão geradas em conjunto com o mercado – corretoras, seguradoras e empresas de outros setores. Temos muita novidade vindo por aí”, garante o CEO Raphael Swierczynski, durante o evento CQCS Insurtech, realizado nos dias 12 e 13 de junho, em São Paulo.

Como vê a inovação no mercado segurador brasileiro?

Acredito que o mercado brasileiro ainda é muito conservador e tradicionalista. Vejo um início de uma nova etapa, com surgimento de algumas inovações, mas ainda de forma tímida. Estamos muito atrás da evolução, por exemplo, da industria financeira. E nós, da Ciclic, queremos acelerar este processo.

Comparado com outros países, cite prós e contras.

Se compararmos com outros países da América Latina, não estamos muito diferentes. Quando olhamos algumas iniciativas em países mais desenvolvidos, como EUA, vemos que temos muito a caminhar pra chegar no nível deles. Obviamente o mercado lá é muito mais maduro, e a cultura de seguros está muito mais forte. Honestamente não vejo “prós” de estarmos atrasados neste sentido.

Como a sua empresa pode ajudar na transformação do mercado segurador?

Dia 11 divulgamos ao mercado que somos a primeira empresa Open Insurance do Brasil. Queremos empurrar este movimento. Já estamos convidando todo o mercado, seguradoras, corretoras e empresas de outros segmentos a se conectarem conosco para construirmos um ecossistema muito maior de produtos de proteção. Realmente incentivar a inovação, a troca de informações e experiências, buscando revolucionar este mercado. Sabemos que temos um longo caminho, mas já começamos esta jornada. Não se trata de um negócio de distribuição de seguros on-line, mas sim de levarmos os melhores produtos e serviços, existentes ou ainda não, a toda a população brasileira, construindo tudo isso de forma colaborativa em conjunto com outras empresas do nosso setor.

Quais as estratégias adotadas para manter os projetos num cenário tão adverso?

Realmente construir o negócio olhando pro consumidor, que é que vai decidir se compra ou não os produtos de seguros. Levar produtos que atendam as reais necessidades de cada cliente, e não um mesmo produto pra todos, como o mercado tem feito nas últimas décadas. As pessoas querem cada vez mais se sentir plenamente atendidas, com produtos personificados, feitos sob medida, e é nesse sentido que caminhamos na Ciclic. Estamos em constante contato com os consumidores, entendendo com eles o que gera valor nos produtos de proteção, para cada um deles, e buscando formas de traduzir isso em produtos e jornada do cliente. Um amplo trabalho de pesquisa e entendimento.


Carglass fecha parceria com Porto Seguro para serviços de reparo rápido

Fonte: Carglass

“Nova cláusula passa a valer em todo o território nacional e oferece serviços de pequenos e rápidos reparos”, destaca Arruda

A grande maioria das batidas, raspões e amassados ficam abaixo da franquia do seguro tradicional. De olho nesse filão, a Carglass – líder mundial em serviços automotivos, fez um movimento global. E o Brasil não ficou de fora. A empresa, criadora nacional da cobertura de vidros e acessórios (suporte a pequenos danos no veículo como troca de vidros, faróis, lanternas e retrovisores), diversificou sua linha de atuação e adquiriu a empresa DiskReparo, líder nacional no segmento de serviços de funilaria e pintura express. 

A Carglass traz a DiskReparo e criou uma cobertura adicional para seguro de automóvel. Com foco total no relacionamento com corretores de seguros, o serviço ganhou atenção e atraiu parceiros estratégicos. O Porto Seguro Auto, com o objetivo de oferecer ainda mais benefícios aos segurados, apresenta uma nova cláusula adicional com os seguintes serviços: Super Martelinho de Ouro e de Reparos Rápidos da Carglass.

O primeiro prevê desamassamento de pequenos danos na lataria do veículo de até 30 cm de diâmetro – que não sejam profundos e não necessitem de repintura da peça danificada –, enquanto o segundo executa a funilaria e repintura de amassados e arranhados na lataria externa ou para-choque para danos de até 50 cm de diâmetro. A contratação desta cláusula pode ser realizada no momento da aquisição do seguro auto junto ao corretor de seguros. “A Carglass, que no passado criou a cobertura de vidros, agora abre esse novo mercado. Há um potencial importante neste segmento”, afirma Milton Bissoli (foto), diretor e um dos fundadores da empresa no Brasil.

O funcionamento, segundo Fábio Arruda, COO da Carglass, é simples.  “Depois do agendamento, o serviço móvel vai à casa do segurado e faz consertos de até 50 centímetros nos veículos que sofreram pequenos danos. Além do reparo rápido, a empresa lançou também uma cobertura para martelinho de ouro sob a marca Super Martelinho. Na prática, para chegar nessa solução, que evita que o carro fique até dois dias estacionado em uma oficina tradicional, o laboratório técnico da empresa na Inglaterra desenvolveu, junto com fabricantes multinacionais, tintas e verniz que permitem que os serviços sejam executados em poucas horas, seja em uma das lojas da Carglass ou no local solicitado pelo cliente. Dá para fazer no prédio, ambiente de trabalho ou na garagem do segurado’”, enfatiza Arruda, revelando que “pretende dobrar o faturamento no Brasil até o fim de 2020″.

O grupo Belron, dono da Carglass, existe há mais de um século, é líder neste serviço de reparo rápido na Inglaterra e está expandindo para todo mundo, incluindo o Brasil. Segundo Luiz Novaes, CEO da Carglass no Brasil, a ideia do lançamento desse serviço nasceu da observação dos carros no trânsito. “Quase todos têm um amassado, ou mesmo, um risco na pintura. Como o brasileiro é apaixonado por carro e, não gosta de avarias, trouxemos essa solução que permite um reparo de altíssima qualidade sem atingir o valor da franquia”.

Conforme enfatiza Bissoli: “Essa parceria com o Grupo Porto Seguro, – que possui uma carteira de mais de 5 milhões de autos – é um passo importante para expansão dos serviços. Sempre fomos grandes parceiros dos corretores e, esses profissionais, são peças fundamentais para divulgação dos nossos serviços. Estamos otimistas com os resultados”, finaliza.