Deputado Lucas Vergilio entrega a Raquel Dodge ofício com denúncias contra proteção veicular

Lucas Vergilio deputado

Fonte: Fenacor

A Procuradora-geral da República, Raquel Dodge, recebeu das mãos do vice-presidente de Relações institucionais da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor), deputado Lucas Vergilio (SD-GO), nesta segunda-feira (17 de junho), um ofício solicitando a adoção urgente de medidas enérgicas contra a atuação irregular das associações e cooperativas de proteção veicular.

O documento aponta os mesmos riscos que o parlamentar já havia apresentado, há dois meses, ao ministro da Justiça, Sérgio Moro, com quem esteve acompanhado pelo presidente da Fenacor, Armando Vergilio. Na ocasião, ambos sugeriram ao ministro a criação de uma Comissão Especial visando a “investigar e analisar essa ação criminosa e os diversos impactos negativos e perniciosos para a sociedade e para a economia nacional”.

Nos dois encontros, Lucas Vergilio alertou sobre a séria ameaça que ronda a sociedade brasileira, principalmente as camadas da população de menor poder aquisitivo, diante da facilidade encontrada pelas associações de proteção veicular de atuarem mesmo estando totalmente a margem da lei.

O deputado também relembrou para a Procuradora-geral da República que algumas associações foram, inclusive, flagradas em negociações com milicianos e traficantes do Rio de Janeiro para que os carros roubados fossem devolvidos mediante pagamento de “resgate”.

Esses acordos tiveram como consequência imediata o aumento do volume de roubos de veículos em algumas regiões muito pobres daquele estado, ao estimular o roubo de carros pelo crime organizado para posterior negociação com as associações de proteção veicular.

Vale destacar ainda que o deputado Lucas Vergilio em diversos pronunciamentos no plenário da Câmara vem advertindo para o grave problema social causado por aquele segmento, inclusive pelos danos à poupança e ao patrimônio da população.

Por fim, Lucas Vergilio elogiou e agradeceu o engajamento de lideranças do mercado de seguros, principalmente dos corretores, na defesa da sociedade contra essas associações irregulares. “Espero um engajamento maior das seguradoras para que tenham mais chance de êxito a nossa missão e o nosso compromisso com a sociedade brasileira”, enfatizou.

FENACOR. O presidente da Fenacor tem estado ao lado do deputado em todas as audiências em Brasília. Na mais recente, eles estiveram com o ministro da Economia, Paulo Guedes, que prometeu acionar a Receita Federal para investigar a atuação das associações de proteção veicular. “Alertamos o ministro que esse segmento tem crescido muito e ocupado lugar importante na economia, sem recolher tributos ou constituir reservas para garantir o cumprimento de suas obrigações junto aos consumidores. Não há um compromisso com a sociedade, com o cidadão ou com o Estado. Não pagam sinistros. Enfim, é um mercado que atua totalmente a margem da lei”, salientou Armando Vergilio.

Prêmio Longevidade da Bradesco Seguros traz novidades

alexandre nogueira bradesco seguros

Um em cada quatro brasileiros terá mais de 65 anos em 2060, segundo projeções do IBGE. Pode parecer um cenário distante, mas o envelhecimento dos brasileiros é um fato que, a cada ano, transforma a estrutura etária da população e demanda, de diversos setores, ações para lidar com essa nova realidade. Especialmente no campo da saúde, avanços vêm contribuindo para a melhoria da qualidade de vida das pessoas com mais idade e, consequentemente, para o prolongamento de sua vida produtiva, o que modifica o perfil da força de trabalho e o modo como o envelhecimento é visto pela sociedade.

Desde 2011, o  Grupo Bradesco Seguros  promove os  Prêmios Longevidade Bradesco Seguros,  consolidados como uma das mais relevantes iniciativas voltadas à reflexão, difusão e discussão do tema em âmbito nacional. Em 2019, o Prêmio chega à sua nona edição com duas grandes novidades que pretendem ampliar o espectro de visibilidade e engajar uma quantidade cada vez maior e mais diversa de participantes. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas até 6/9/2019 pelo portal.

Este ano, o  Prêmio  Jornalismo aumenta para cinco as duas categorias anteriores – Impresso e Eletrônico –, que foram desdobradas em Jornal Impresso, Revista Impressa, TV, Rádio e Web. Já o Prêmio Histórias de Vida aposta na força da imagem e acrescenta, à categoria Texto, a Fotografia, dirigida a todos os públicos. Voltado à comunidade acadêmica, o Prêmio Pesquisa em Longevidade mantém as categorias Geriatria e Gerontologia.

– A evolução da discussão sobre o tema nos motivou a realizar mudanças para estimular, de maneira ainda mais consistente, a produção de trabalhos que reflitam a importância e os impactos da longevidade nas diferentes esferas da vida – destaca Alexandre Nogueira, diretor do Grupo Bradesco Seguros.

Desde a primeira edição, os Prêmios Longevidade Bradesco Seguros contam com a consultoria do médico e pesquisador em saúde pública Alexandre Kalache, ex-diretor do Departamento de Envelhecimento e Saúde da Organização Mundial da Saúde (OMS) e uma das maiores autoridades internacionais em gerontologia.

Os dois primeiros colocados em cada uma das categorias dos três Prêmios Longevidade receberão a premiação, além de troféus e certificados. A cerimônia de entrega ocorrerá durante o XIV Fórum da Longevidade Bradesco Seguros, que reunirá especialistas e convidados nacionais e internacionais em 12 de novembro de 2019, na cidade de São Paulo. 

Os Prêmios Longevidade fazem parte de um conjunto de ações mais abrangentes desenvolvidas pelo Grupo Bradesco Seguros desde 2006, com o intuito de difundir a importância de conquistar um envelhecimento ativo e saudável.

Além do Fórum da Longevidade, as iniciativas incluem o Circuito da Longevidade, que já reuniu, desde 2007, mais de 450 mil participantes, em corridas e caminhadas nas principais cidades do país; o  Programa Porteiro Amigo do Idoso, lançado em 2010 para capacitar porteiros a oferecer melhores serviços aos idosos, e que já treinou mais de 3,5 mil profissionais em bairros de Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo; o movimento Conviva, que visa a incentivar a convivência harmoniosa entre ciclistas, motociclistas, motoristas e pedestres, englobando, entre outras ações, a Ciclo Faixa de Lazer de São Paulo; e o Programa Juntos pela Saúde, conjunto de ações lançado em 2006 com o objetivo de estimular ações de promoção da saúde.

PRÊMIOS E CATEGORIAS

Prêmio Longevidade de Jornalismo

Em reconhecimento à importância da imprensa como formadora de opinião e difusora de conhecimento, a premiação busca estimular a elaboração de trabalhos jornalísticos que tratem o tema da longevidade com criatividade, contemplando cinco categorias: “Jornal Impresso”, “Revista Impressa”, “TV”, “Rádio” e “Web”. Estão habilitados a concorrer matérias, artigos ou outros trabalhos de cunho jornalístico veiculados no período de 9/10/2018 a 6/9/2019. Os vencedores em primeiro e segundo lugares de cada categoria receberão troféus, certificados e prêmios nos valores de R$ 10 mil e R$ 5 mil, respectivamente (a serem pagos mediante carga inicial e única em cartão de débito nominal ao premiado, sem função de saque, para aquisição de produtos ou serviços).

Prêmio Longevidade Histórias de Vida

Aberto à participação de maiores de 18 anos de idade, tem como principal objetivo reconhecer e estimular a transmissão de conhecimento entre gerações, incentivando o relato de histórias e a produção de imagens que, de alguma forma, contribuam para sensibilizar as pessoas e disseminar o conceito de longevidade com qualidade de vida e bem-estar. Este ano, apostando na força da imagem, foi incluída a categoria Fotografia. O primeiro e o segundo lugares de cada categoria receberão troféus, certificados e prêmios nos valores de R$ 5 mil e R$ 3 mil, respectivamente (a serem pagos mediante carga inicial e única em cartão de débito nominal ao premiado, sem função de saque, para aquisição de produtos ou serviços).

Prêmio Pesquisa em Longevidade

Direcionado à comunidade acadêmica, é composto pelas modalidades “Geriatria” e “Gerontologia”. Somente estão habilitados a concorrer projetos de pesquisa desenvolvidos no âmbito acadêmico e aprovados no período de 31/8/2009 a 6/9/2019 e que remetam ao tema longevidade no sentido amplo. Os vencedores em primeiro e segundo lugares de cada categoria receberão troféus, certificados e prêmios nos valores de R$ 10 mil e R$ 5 mil, respectivamente (a serem pagos mediante carga inicial e única em cartão de débito nominal ao premiado, sem função de saque, para aquisição de produtos ou serviços).

Em recuperação judicial, Odebrecht tem R$ 5 bi em apólices de seguros no Brasil, informa Agência Estado

odebrecht seguros

Fonte: Agência Estado

A Agência Estado informa que a exposição do mercado de seguros brasileiros à Odebrecht, que deu início na terça-feira, 18, ao maior processo de recuperação judicial do País, é de quase R$ 5 bilhões, conforme dados da lista de credores da holding, compilados pelo Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado. Dentre as companhias responsáveis pelas maiores cifras, estão nomes como os das americanas Chubb Seguros, AIG, Liberty Seguros e o da brasileira JMalucelli (atual Junto Seguros) de um total de 16 companhias inseridas no processo do grupo.

Na lista de credores, os contratos são mencionados apenas como seguros de garantia e classificados como quirografários, ou seja, sem garantias. Na prática, porém, abrangem diferentes modalidades como a de performance, que garante a entrega de obras em andamento e que responde pela maioria dos contratos, e o judicial, que protege o grupo de ações na Justiça.

Como a maior parte das apólices listadas é em dólar, foi considerado câmbio a R$ 3,85. Além disso, companhias do mesmo conglomerado no Brasil foram unificadas. É o caso da Chubb Seguros, antiga Ace e que no passado adquiriu a carteira de seguros de grandes riscos do Itaú Unibanco.

O grande número de seguradoras listadas no processo de recuperação judicial da Odebrecht é explicado, conforme fontes, justamente pelo fato de o seguro de garantia para obras envolver montantes elevados e que tradicionalmente são divididos em um pool de companhias, reduzindo o risco das mesmas.

Causou surpresa a vários players do mercado, porém, o fato de os grupos seguradores também integrarem o grupo de credores da holding uma vez que a maioria das apólices estão vigentes e não geraram sinistro ao menos até aqui.

A exceção, conforme fonte de mercado, é um contrato de seguros de US$ 131,334 milhões com a Chubb Seguros no Peru, que já estava sendo tratado antes do pedido de recuperação judicial da holding. Há até mesmo apólices cuja vigência já expirou.

No caso da seguradora Austral, controlada pela Vinci Partners, a maior parte dos contratos citados na lista de credores da Odebrecht, que totalizam quase R$ 200 milhões, já venceram, conforme apurou o Broadcast. A maior delas, de mais de US$ 25 milhões, teria sido rescindida, segundo uma fonte, uma vez que o projeto segurado foi cancelado.

Mas a estratégia da Odebrecht e seus assessores, o escritório E.Munhoz e a RK Partners, de incluir seguradoras em casos de recuperação judicial não é nova e já ocorreu em outras ocasiões como nos processos da OAS e da PDG. Na ocasião, lembra uma fonte, as companhias recorreram à Justiça para serem retiradas uma vez que não figuravam como credoras das empresas envolvidas.

“Agora, novamente, as seguradoras devem questionar na Justiça a retirada do processo uma vez que não são credoras da Odebrecht”, explica um advogado, especialista em seguros, na condição de anonimato. Outra fonte adverte que somente podem seguir esse caminho as seguradoras que não têm sinistro com a holding.

A inclusão das seguradoras no processo de recuperação judicial da Odebrecht divide opiniões entre executivos do mercado ouvidos pelo Broadcast. Tanto é que algumas seguradoras têm procurado os assessores da Odebrecht para marcar reuniões para entender os motivos de terem sido inseridas na lista de credores. A explicação, segundo uma fonte, é a de que as apólices representam um contrato de contragarantia que dá direito à companhia de seguros executar a Odebrecht e, por isso, faria sentido a inclusão na lista de credores.

No entanto, as empresas operacionais do grupo não entraram no pedido de recuperação judicial e, ao menos por ora, não há expectativa de sinistros, o que, na prática, dispensa a inserção das seguradoras no processo.

Para o presidente de uma das seguradoras que integra a lista de credores da holding, a reestruturação da Odebrecht na Justiça pode ajudar a companhia a gerar mais caixa uma vez que deixará de arcar com diversas despesas como juros dos empréstimos, por exemplo, por 60 dias tendo mais folga no orçamento para cumprir os projetos em andamento. Sob esta ótica, diz, o risco de sinistro se reduz.

“A recuperação judicial para seguradoras de garantia performance é um ponto positivo porque pode sobrar mais caixa para a Odebrecht tocar as obras”, diz.

Por outro lado, acrescenta um executivo de mercado, o pedido de recuperação judicial da Odebrecht pode servir de “teste de fogo” para o mercado de seguro garantia de obras caso o grupo e suas respectivas empresas passem a ter maior dificuldades para concluir os contratos em andamento. “Se o grupo começa a ter dificuldade de entregar as obras pode disparar sinistros e aí gente nunca sabe onde o trem vai parar”, alerta.

A maioria das apólices contam, contudo, com respaldo do resseguro, popularmente conhecido como o seguro das seguradoras. Isso porque as cifras envolvidas em apólices de garantia além de elevadas são consideradas de “cauda longa” – do inglês long tail, ou seja, que podem gerar sinistros após muitos anos, fora da vigência das apólices.

Esse foi o motivo, inclusive, que fez o líder do mercado de resseguros no País, o IRB Brasil Re, diminuir seu apetite no segmento. Questionada pelo Broadcast sobre sua exposição no caso Odebrecht, a companhia informa que o segmento de “garantia” não é foco da atuação da companhia desde 2014, uma vez que tem características de “long tail” e, portanto, não se amolda ao planejamento estratégico da empresa.

Resseguradoras

O presidente de uma resseguradora com exposição à Odebrecht diz que ainda é um pouco cedo para saber como o pedido de recuperação judicial da holding vai afetar o mercado, mas que o movimento já era aguardo pelos resseguradores. “As seguradoras têm uma noção mais precisa do risco atual. A informação demora um pouco para chegar nas resseguradoras”, afirma ele, acrescentando que a análise tem de ser feita contrato a contrato.

Além das apólices com seguradoras estabelecidas no Brasil, o grupo Odebrecht possui apólices de seguro garantia com companhias do Peru, Bogotá (Colômbia), Argentina, México, dentre outros players internacionais que também somam montantes elevados em importância segurada para fazer frente às obras e projetos fora do território brasileiro. A exposição da suíça Zurich à Odebrecht, por exemplo, sobe de menos de R$ 5 milhões para R$ 53,143 milhões, considerando apólices emitidas pela Zurich Argentina e a Zurich Insurance. Apesar do montante ser pequeno, a companhia é a que detém o maior número de contratos, com mais de 70 apólices incluídas na lista de credores da Odebrecht.

Também integra a lista de credores do grupo a sua própria corretora de seguros, com mais de R$ 1 milhão a receber. Procuradas, as seguradoras mencionadas não comentaram. A Odebrecht não se pronunciou. A Berkley informou que está “apurando os valores por isso não irá se posicionar neste momento”.

Zurich é a seguradora da 23ª Parada do Orgulho LGBT de SP

Parada Gay Zurich

A Zurich será a seguradora oficial da 23ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, considerada a maior do mundo. O evento, que acontece no próximo domingo, 23 de junho, na Av. Paulista, com expectativa de atrair mais de 3 milhões de pessoas, terá cobertura de Responsabilidade Civil Geral da Zurich.

“Para nós, da Zurich, é muito gratificante ser a seguradora da maior Parada do Orgulho LGBT do mundo. A parceria reforça o nosso comprometimento com a diversidade, respeito aos Direitos Humanos e a promoção de uma sociedade cada vez mais inclusiva”, comenta Edson Franco, CEO da companhia no Brasil.

As práticas da Zurich para os assuntos de Diversidade crescem ano após ano. “Hoje, temos dez compromissos públicos assinados em prol dessa temática, em linha com o Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+, e as certificações EDGE (Economic Dividend for Gender Equality) e Stonewall Top Global Employers 2018. Buscamos promover um ambiente de trabalho mais igualitário e sem preconceitos. Somos, inclusive, reconhecidos como uma marca amiga e empregadora LGBTI+”, acrescenta John Liu, Diretor Executivo de Investimentos da seguradora e sponsor do Pride, grupo criado pela Zurich para desenvolver discussões sobre temas como respeito, aceitação e inclusão dentro do universo LGBTI+.

A Zurich também participou, como empresa amiga, de Paradas do Orgulho LGBT em outros países, nas cidades de Zurique, Chicago, Milão, Londres e Tóquio, entre outras.

19 trios e atrações diversas

A organização da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo espera um público de mais de 3 milhões de pessoas para a 23ª edição do evento. Serão 19 trios elétricos, um a mais que o ano passado, com atrações como a ex-Spice Girl Mel C, Iza, Luisa Sonza, Gloria Groove, Aretuza Love, Lexa, Mc Pocahontas e outros. O tema deste ano são os “50 anos de Stonewall”, um conflito entre a polícia e o movimento LGBTI+ que aconteceu em 1969, no bar Stonewall Inn, em Nova Iorque, nos Estados Unidos, e foi um marco para o ativismo pelos direitos da comunidade.

MDS adquire Process, especializada em garantias

Fonte: MDS

A MDS Brasil – uma das principais corretoras do País no segmento de seguros, resseguros, gestão de benefícios e consultoria de riscos – anuncia a aquisição da Process, empresa especializada em P&C e Garantias. A compra é mais uma etapa da estratégia de negócios que busca expandir o já consolidado portfólio de serviços oferecido pela companhia luso-brasileira. “A Aquisição da Process reforça o investimento do grupo no Brasil, fortalece a nossa oferta de soluções para Riscos Empresariais e amplia a nossa carteira com novos clientes, que passam a contar com todos os produtos e serviços que oferecemos”, afirma Ariel Couto, CEO da MDS Brasil.

Com aproximadamente R$ 2 bilhões em prêmios sob sua gestão, a MDS Brasil tem ampliado sua presença no mercado. Em março deste ano, a empresa adquiriu a Ben’s, consultoria brasileira referência na gestão de benefícios corporativos, com mais de R$ 250 milhões em prêmios emitidos. Por meio desta nova compra, a companhia reforça a representatividade dos Seguros Empresariais em seu portfólio, que conta atualmente com diversas modalidades voltadas a Riscos. “Tenho certeza que a chegada da Process à MDS trará benefícios que vão muito além das questões de carteira e diversificação de produtos. Integraremos também boas práticas, conhecimento e, principalmente, o talento e especialização de ambas as equipes”, diz Thiago Tristão, Vice-presidente de Riscos Corporativos e Resseguros da MDS Brasil.

Com 21 anos de atuação, a Process é conhecida por sua expertise em seguros para Pessoa Jurídica e já contabiliza uma base superior a 120 clientes de médio e grande porte em sua carteira. Graças ao atendimento personalizado e próximo oferecido aos clientes, a empresa se tornou 10 vezes maior nos últimos cinco anos e, atualmente, acumula R$ 175 milhões em prêmios emitidos. “Integrar o time MDS foi a melhor escolha para a Process. Passamos a ser parte de uma das maiores corretoras do Brasil, dona de um portfólio variado e bastante completo. Ambas as empresas têm solidez financeira, foco em inovação e oferecem serviços de alta qualidade ao mercado”, explica o sócio Claudio Oliveira. Ao lado de Claudio, os sócios Marcus Schmitt e Carlos Rosolen também respondem pela empresa. “Esse novo passo foi decidido em comum acordo. Estamos igualmente convictos de que a nova união trará muita sinergia e elevará o grau de eficiência de ambas as companhias ao máximo, tanto em termos financeiros quanto em relação à expansão no mercado”, finaliza.

Fraudes comprovadas em seguros chegaram a R$ 723,2 milhões em 2018, segundo CNseg

fraudes em seguros CNseg

Fonte: CNseg

Os resultados consolidados de uma pesquisa realizada com seguradoras apontam que os sinistros ocorridos, ou seja, pedidos de indenizações solicitadas pelos clientes junto a companhia de seguro, somaram aproximadamente R$ 32,9 bilhões em 2018. Deste total, R$ 5,1 bilhões foram resultados de sinistros suspeitos, o que corresponde a 15,6% do valor total dos sinistros ocorridos. O valor das fraudes que puderam ser comprovadas neste período somou, aproximadamente, R$ 723,2 milhões, o que representa cerca de 14,1% do valor dos Sinistros Suspeitos, segundo o 16º Ciclo do Sistema de Quantificação de Fraudes (SQF), que é a ferramenta institucional da CNseg para coleta e compilação dos dados necessários à geração dos indicadores para quantificação da fraude.

Por intermédio deste sistema, alimentado pelas próprias seguradoras, desde 2004 são gerados anualmente indicadores de fraude contra o seguro, compondo-se assim uma inédita série histórica dessas ocorrências no segmento de Seguros Gerais.

Falsa declaração de roubo e furto, inversão de responsabilidade e superfaturamento de orçamentos estão entre os principais tipos de fraudes praticados contra seguros de automóvel. As tentativas de fraude comprovadas em relação ao sinistro ocorrido nesse ramo somaram R$ 2,5 bilhões, o que representou 12% do total de avisos de sinistros da carteira, que somaram R$ 20,7 bilhões em 2018. As fraudes comprovadas nos sinistros investigados totalizaram R$ 343 milhões, 1,7% do total.

Icatu é a nova parceria da OABPrev-RJ em vida e previdência

OABRJ Icatu

Fonte: OABPrev

A OABPrev-RJ firmou contrato com a Icatu Seguros, que passará a ser sua parceira de previdência privada e seguro de vida. O contrato, formalizado em evento na sede da seguradora, entrará em vigor a partir do dia 1º de julho.

Segundo o diretor-presidente da OABPrev-RJ, Rui Calandrini Filho, esse é mais um dos movimentos de reestruturação da entidade para retomar seu crescimento e levar melhor resultado a todos os advogados participantes do fundo. “Nossas expectativas em relação à nova parceria são as melhores. Já nos primeiros momentos, a Icatu se mostrou altamente profissional e comprometida. Temos um potencial muito grande de crescimento e, certamente, a troca de gestora nos ajudará a chegar ao lugar que desejamos”, diz.

Já no primeiro momento, os participantes poderão se beneficiar com um importante atrativo: uma valorização de 5% do seu patrimônio segurado pela Icatu.

Entidade sem fins lucrativos, a OABPrev é um fundo de pensão, multipatrocinado, que atende a advogados do Estado do Rio de Janeiro e suas famílias. Os participantes contam com o plano previdenciário RJPrev, que oferece benefícios de renda para aposentadoria, programa e cobertura de riscos por invalidez ou morte. 

A Icatu Seguros é a maior seguradora independente do Brasil em Vida, Previdência e Capitalização. Tem mais de 6,5 milhões de clientes em todo o país, com R$ 44 bilhões sob sua gestão. Segundo Luciano Snel Corrêa, presidente da Icatu, diante da grande responsabilidade e oportunidade, times de diversas áreas da empresa estarão envolvidos no trabalho. “Certamente nossa relação será pautada na transparência absoluta. Para ser um projeto de longo prazo, a parceria deve ser sustentável para os dois lados e faremos de tudo para atender – e superar – às expectativas”, diz Snel.

Unimed investe na expansão da rede própria em 2019

Orestes Pullin – Presidente

Fonte: Unimed

Maior sistema cooperativo de saúde do mundo, com 345 cooperativas, a Unimed registrou faturamento de R$ 63,9 bilhões em 2018 com planos de saúde, segundo dados divulgados hoje. A receita é 9,8% superior à obtida em 2017 (R$ 57,2 bi). A receita total cresceu 2,9% na comparação entre os anos: R$ 71,9 bilhões em 2018 x R$ 70 bilhões em 2017. No que tange às despesas assistenciais, a Unimed consolidou gastos de R$ 51,4 bilhões no período, 7,5% a mais do que no ano anterior (R$ 47,8 bi). As despesas totais foram de R$ 68,5 bilhões em 2018, contra R$ 67,2 bilhões em 2017.

O Sistema Unimed detém 37% do mercado de saúde suplementar brasileiro – a maior fatia entre as operadoras no País, com mais de 18 milhões de beneficiários e 115 mil médicos cooperados – e está presente em 84% do território nacional, sendo o mais abrangente do segmento. Com 119 hospitais gerais e 9.296 leitos, possui a segunda maior rede própria hospitalar do Brasil, atrás apenas das Santas Casas. Sua relação de serviços próprios contempla também 15 hospitais-dia, 199 prontos atendimentos, 102 laboratórios, 131 centros de diagnósticos e 91 farmácias.

Esta rede crescerá nos próximos anos, com a expansão da estratégia de verticalização da Unimed. Somente em 2018, foi investido R$ 1,052 bilhão na construção e estruturação de recursos próprios do sistema cooperativo. Sete hospitais estão em obras no momento, nas regiões Sul, Norte e Sudeste: Costa do Sol (RJ), previsto para 2020; Regional Jaú (SP), previsto para 2020; Araguaína (TO), previsto para 2022; Sul Capixaba (ES), previsto para 2020; Nova Iguaçu (RJ), previsto para 2021; Vale dos Sinos (RS), previsto para, no máximo, 2026; e Brusque (SC), previsto para 2021.

Além destes, foram inaugurados em março de 2019 o novo hospital em Juiz de Fora (MG) e em abril a primeira parte da nova unidade da Unimed BH, em Betim (MG), com as alas de internação clínica, lactário, centro de imagem, laboratório e áreas administrativa e de apoio. Em junho terá início a segunda fase do hospital, quando passarão a operar as internações cirúrgicas, UTI’s adulto, pediátrico e neonatal, centros cirúrgico e obstétrico – incluindo os quartos de pré-parto, parto e puerpério imediato (PPPs) – endoscopia e hemodinâmica, além de atendimento em 27 especialidades médicas e consultas em pronto-socorro com capacidade para 900 atendimentos por dia e 27 mil por mês.

Com um projeto inovador e tendo como foco a melhor assistência ao cliente, o novo Hospital Unimed – Unidade Betim terá as mais avançadas tecnologias do setor de saúde aliadas ao cuidado. A unidade conta com um sistema de correio pneumático, que liga todas as áreas do hospital e agiliza a circulação de medicamentos e exames entre os setores, reduzindo o tempo de atendimento ao cliente. Além disso, as estruturas possuem isolamento acústico e de calor em todas as áreas e reservatório de água pluvial para irrigação. 

A Unimed possui, ainda, a maior rede de hospitais acreditados do Brasil pela ONA (Organização Nacional de Acreditação). Ao todo, são 32 com a classificação, que considera critérios de segurança do paciente, gestão integrada de processos, comunicação e cultura organizacional.

No que se refere à Acreditação Internacional, tem sete hospitais certificados com os maiores índices pela HIMSS (Healthcare Information and Management Systems Society) – EMRAM (Electronic Medical Record Adoption Model), considerada uma das principais do mundo em Tecnologia da Informação em Saúde, além de três unidades hospitalares acreditadas pela ACI (Accreditation Canada International), que monitora padrões validados mundialmente em alta performance de qualidade e segurança, e um pela NIAHO (National Integrated Accreditation for Healthcare Organizations), certificado americano de excelência clínica e em negócios e segurança para o paciente.

Os números crescentes apresentados pela Unimed são respaldados pela intensificação dos trabalhos para sustentabilidade das cooperativas. Como resultado disso, na última medição do IDSS (Índice de Desempenho da Saúde Suplementar), da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), considerada a principal avaliação qualitativa dos serviços prestados pelas operadoras de planos de saúde no País, 98% das Unimeds foram classificadas nas duas faixas mais elevadas da listagem: 

“Os principais focos do Sistema Unimed para 2019 estão em uma agenda pautada por assuntos como a mudança de modelos assistencial e remuneratório, com o crescimento da implementação dos polos de Atenção Primária à Saúde (APS) (atualmente são 67 Unimeds em todo o Brasil, atendendo a aproximadamente 400 mil beneficiários)”, ressalta Orestes Pullin, presidente da Unimed do Brasil, representante institucional do Sistema Unimed.

Defendida por especialistas como um dos caminhos para a sustentabilidade da saúde no Brasil, a inserção da APS no modelo assistencial encara ainda a escassez de especialistas na área. Tendo em vista esse cenário, a Unimed do Brasil, em parceria com a Faculdade Unimed e o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), vai capacitar mil profissionais em APS até 2021. Para isso, lançou um curso de aperfeiçoamento para a área, voltado a médicos cooperados (especialistas em Medicina da Família e Comunidade, Clínica Médica, Pediatria, Geriatria, Ginecologia e Obstetrícia, Medicina Preventiva e Social), enfermeiros e gestores de APS ligados às cooperativas do Sistema Unimed. O curso acontece na modalidade de ensino a distância (EAD), e conta com 10 módulos teóricos e um módulo prático. 

Outros pontos importantes para a Unimed são a redução de desperdícios na atenção à saúde; as diretrizes assistenciais concentradas na medicina baseada em evidências; a entrada cada vez maior da filosofia do Jeito de Cuidar Unimed nas cooperativas, visando inserir as pessoas no centro das atenções em todo contato com a marca; a expansão do projeto de Registro Eletrônico de Saúde (RES) entre as cooperativas; a intensificação do investimento em projetos de inovação e de prevenção e qualidade de vida, como o movimento Mude1Hábito. 

“O reforço do DNA cooperativista, com a propagação da iniciativa SomosCoop, da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), da qual é apoiadora desde o ano passado, também está entre as prioridades do Sistema para os próximos meses”, conclui Orestes Pullin.

Agricultura anuncia R$ 1 bi para subsídio rural e espera chegar a 15,6 milhões de hectares segurados em 2020

subsidio rural 2020
foto: Agência Brasil

O Ministério da Agricultura anunciou ontem a liberação de R$ 225,5 bilhões em créditos para o Plano Safra, que serão usados para o financiamento de pequenos, médios e grandes agricultores. O crédito estará disponível a partir de 1 de julho. Cerca de R$ 222,7 bilhões vão para o crédito rural, R$ 1 bilhão para subvenção ao seguro rural e R$ 1,85 bilhão para apoio à comercialização.

A grande conquista foi o volume de R$ 1 bilhão para o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), mais do que o dobro comparado a última safra. Em 2019 foram previstos R$ 440 milhões para subvenção ao seguro, mas o valor disponível ficou em R$ 371 milhões após contingenciamento. A estimativa do Ministério da Agricultura é que a área segurada chegue a 15,6 milhões de hectares em 2020, com importância segurada de R$ 42 bilhões e 150 mil segurados. Números mais robustos do que em 2018, quando dos mais de 62 milhões de hectares com produção rural no Brasil, apenas 4,7 milhões de hectares (ou 7,5%) tinham seguro.

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, comemorou os valores anunciados. “Investir na agropecuária é uma aposta na interiorização do desenvolvimento, na geração de emprego e renda, na segurança alimentar, no superavit da nossa balança comercial, na nossa prosperidade como nação”, disse.

O presidente Jair Bolsonaro agradeceu a todos que participaram da construção do Plano Safra e destacou a importância das medidas anunciadas. “Ele é bom para cada um de nós, ele é bom para o Brasil.”

Dos recursos destinados ao crédito rural, R$ 169,33 bilhões vão para o custeio, comercialização e industrialização. Para investimento, são R$ 53,41 bilhões. Na parte de custeio, comercialização e industrialização, os juros para o Pronaf, que reúne os pequenos agricultores, são de 3% a 4,6% ao ano. Para o Pronamp, que reúne os médios agricultores, os juros serão de 6% ao ano e para os demais produtores, de 8% ao ano. Nos programas de investimento os juros vão de 3% a 10,5% ao ano.

Certamente a notícia deverá aguçar o apetite das seguradoras. A Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) acredita que os recursos serão integralmente absorvidos pelo setor, considerando o tamanho do mercado não subsidiado e seu potencial de crescimento.

Segundo Daniel Nascimento, vice-presidente da Comissão de Seguro Rural da FenSeg, o subsídio é suficiente para cobrir a totalidade das propostas já contratadas pelo mercado segurador, o que garante tranquilidade. Ele lembra que, em anos anteriores, muitos produtores ficaram sem acesso à subvenção federal por ausência de recursos.

“O valor anunciado para o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural representa um aumento de quase três vezes o programado para o ano corrente de 2019. São recursos suficientes para abranger uma área segurada de quase 16 milhões de hectares, com valor contratado de R$ 42 bilhões”, ressalta Nascimento.

  Vale lembrar que a arrecadação do Seguro Rural dobrou nos últimos cinco anos, passando de R$ 2,3 bilhões em prêmios para R$ 4,6 bilhões. É o maior crescimento registrado em comparação com os ramos tradicionais de seguros, como Patrimonial, Automóvel e Vida. Somente no ano passado, a expansão do segmento atingiu 11,5%.

  Atualmente, o mercado segurador opera com 12 companhias no segmento agrícola, segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP). O valor anunciado para o subsídio poderá atrair novas seguradoras e resseguradoras para este segmento, acredita Nascimento.

 “Outra atividade que poderá se beneficiar e crescer é o mercado de corretores de seguros. Novas tecnologias, produtos e serviços já estão sendo desenvolvidos pelo mercado segurador. Com o anúncio de R$ 1 bilhão ao PSR, teremos uma aceleração neste processo”, aposta.


Demanda por Intermédica supera duas vezes a oferta, informa o Estadão

Estadão registra que a demanda pela oferta subsequente (follow on) relâmpago da NotreDame Intermédica já supera em duas vezes o total pretendido, chamando a atenção dos investidores. Mesmo sem âncoras comprometidos antes do lançamento da oferta, a operadora de planos de saúde irá precificar o follow on hoje, quatro dias depois do início do Road show, com um fim de semana no meio do caminho.

A oferta, apenas secundária, faz parte do desinvestimento do fundo Bain Capital, que venderá cerca de 10% de sua participação da Intermédica, em seu segundo follow on em menos de seis meses. Neste ano a ação da operadora de planos de saúde acumula alta de quase 40%. Procurada, NotreDame Intermédica não comentou.

O volume de emissões de ações no acumulado deste ano alcançou mais de R$ 13 bilhões na B3, já superando o total de 2018, de R$ 11,2 bilhões. Depois de Intermédica, que pulou a fila, serão precificados os follow ons de Petrobras e BR Distribuidora. No fim do mês será a vez da Neoenergia, que está na rua com sua oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês).