DPVAT traz histórias de superação de vítimas de acidentes de trânsito, como a bailarina Melina Reis

DPVAT bailarina

Fonte: DPVAT

Bailarina que voltou a dançar após amputação é a protagonista das peças publicitárias

“A superação nos inspira”. Este é o mote da nova campanha de mídia do Seguro DPVAT, que será veiculada nacionalmente a partir de 14 de junho. A proposta é ampliar o conhecimento sobre o direito ao benefício social, que protege os mais de 209 milhões de brasileiros em casos de acidentes de trânsito. Desenvolvida em parceria com a Agência 3, a campanha apresentará histórias reais de beneficiários do Seguro DPVAT que, apesar das dificuldades pós-acidente, seguiram em frente com ajuda do seguro. Uma delas é a de Melina Reis, bailarina que voltou a dançar após amputação de parte da perna esquerda.

A dançarina foi vítima de um acidente de trânsito quando a motocicleta na qual estava foi fechada por um automóvel em um cruzamento. A batida atingiu diretamente sua perna, resultando em uma fratura exposta. Foram anos de tratamento até que, em 2014, o quadro se agravou e Melina decidiu pela amputação. Para continuar a fazer o que mais amava, dançar balé, ela contou com o apoio de um médico de Campinas, que desenvolveu a primeira prótese para balé do mundo. 

De volta à rotina da dança, Melina se orgulha dos passos traçados até aqui. “Eu, quando olho para trás e vejo toda a minha caminhada, percebo que minha maior conquista foi não desistir dos meus sonhos, mesmo nos momentos em que recebi muitos retornos negativos. Mas com a ajuda das pessoas certas, tudo se realizou”, diz. 

A história da Melina será contada em uma websérie de cinco capítulos, destacando a perseverança da bailarina e a importância do Seguro DPVAT nas histórias de superação das vítimas de acidente de trânsito. Os filmes mostrarão a trajetória da bailarina até se apresentar em um grande teatro do Rio de Janeiro, e poderão ser conferidos em www.estamosaquiparavoce.com.br. 

Até julho, as peças publicitárias estarão presentes em TVs, rádios, busdoorsbackbus, outdoors, sites e mídias sociais. O estamosaquiparavoce.com.br também reúne informações sobre o Seguro DPVAT, dúvidas e um passo a passo de como dar entrada no pedido de indenização.

Renata Loyola assume recém criada área de gestão da inovação na Mongeral Aegon

Fonte: Mongeral Aegon

Com quase 200 anos de atividade ininterrupta no Brasil, a seguradora multinacional Mongeral Aegon acaba de criar a superintendência de Gestão da Inovação. A empresa contratou a executiva Renata Loyola para assumir a posição.

Graduada em Desenho Industrial pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e com MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas, Renata acumula mais de 20 anos de experiência em grandes empresas de diferentes mercados, com passagem na Oi S.A, Rede Globo e Globo.com.

Renata Loyola será responsável pela gestão de todo ecossistema e as mais de 30 iniciativas de inovação do Grupo Mongeral Aegon. A nova superintendente também passa a coordenar as edições do Insurtech Innovation Program e as ações de open innovation.

Renata reporta diretamente ao diretor de Marketing e Afinidades, Nuno Pedro David.

Negociação de papéis do IRB pode atingir R$ 8 bi, afirma Estadão

O Estadão informou que o governo federal e a BB Seguros Participações planejam vender suas fatias no IRB Brasil Re até julho por meio de uma oferta de ações que pode movimentar R$ 8 bilhões, afirmaram três fontes com conhecimento do assunto. O governo e a BB Seguros, companhia controlada pela holding de seguros BB Seguridade, têm fatias de 11,7% e 15,2%, respectivamente, no IRB, cita a nota.

Ainda no Estadão, a decisão de venda segue a estratégia da Caixa, que vendeu uma fatia de 8,9% detida por um fundo gerido pelo banco, em linha com uma estratégia do governo de alienar ativos para complementar a receita de impostos. As unidades de banco de investimentos de Caixa, Itaú Unibanco, UBS, Citigroup, Bank of America e Banco do Brasil, que controla a BB Seguridade, vão coordenar a oferta. Itaú e Bradesco, os dois maiores bancos privados do país, também são acionistas relevantes do IRB.

Solange Veira, da Susep, é cotada para assumir BNDES

Miriam Leitao entrevista Solange Vieira da Susep

Solange Vieira, titular da Superintendência de Seguros Privados (Susep) é cotada para assumir a presidência do Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES), segundo noticiou a jornalista Miriam Leitão, do O Globo. Ao mesmo tempo, a jornalista afirma que ela não deve aceitar. Solange chegou chegando na Susep em fevereiro, com todo o apoio do ministro Paulo Guedes e afins, como presidente do Banco do Brasil e da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

O nome Solange, segundo Miriam Leitão, agradaria o ministro da Economia, Paulo Guedes. Segundo interlocutores, porém, como funcionaria de carreira do banco poderia ser difícil a tarefa de tocar os planos do governo de reduzir o papel do banco de fomento.

A agenda de Solange tem sido extremamente intensa ao promover centenas de mudanças na autarquia, que deve ser incorporada com Previc e mais recentemente também com a CVM, segundo noticiou o jornalista Lauro Jardim, e que acabou virando uma verdade nos bastidores do setor.

Segundo Miriam Leitão, integrantes da equipe econômica enfrentem dificuldades para assumir a presidência do BNDES, no lugar de Joaquim Levy, que entregou sua carta de demissão na manha deste domingo. Entre os nomes mais contados, além de Solange, Salim Mattar, secretario de privatizacoes, Carlos da Costa, secretario de produtividade e emprego, e Gustavo Franco, ex-presidente do Banco Central e presidente do Conselho de Administração do BNDES.

Ou seja, Miriam convoca a economista e ao mesmo tempo afirma que não vai. Vamos aguardar os próximos capítulos, pois em política, somente um dia após o outro. Ainda mais se analisarmos a deselegância, para dizer o mínimo, com que o presidente Jair Bolsonaro tratou Levy, um técnico exemplar e competente, por meio da imprensa. Realmente uma penca de pontos negativos para Bolsonaro.

Segundo a jornalista Adriana Fernandes, do Estadão, seja quem for o sucessor “assume uma batata quente, principalmente com o avanço silencioso da CPI do BNDES no Congresso. Terá pela frente a resistência dos funcionários. Cobiçado por muitos, o posto de presidente do BNDES nos últimos tempos mais parece uma cadeira elétrica.”

O fato é: se ela sai, quem entra? Um dos quatro diretores já nomeados? Vão tocando a Susep até sair o Projeto de Lei para junção da Susep, Previc e da CVM numa única agencia reguladora, que tem Marcelo Trindade, ex-CVM, como um dos nomes cotados por Guedes para comandar, segundo noticiou Lauro Jardim? Mas será que alguém pode confiar nos planos de Guedes, que mostra completa insatisfação com a reforma da Previdência que foi apresentada pelo relator Samuel Moreira (PSDB-SP) ao Congresso na semana passada? Enfim… um clima de total insegurança para os investidores…

Ciclic, do BB, quer difundir o conceito de “open insurance”

Raphael Swierczynski, CEO

A Ciclic logo completará dois anos. Desde sua fundação almeja revolucionar o mercado de seguros. Pensada e implantada com foco total no digital e nas necessidades dos clientes. “Temos como acionistas a BB Seguros (com 75% das ações) e a Principal Financial Group (com 25%). Ja foram investidos algumas dezenas de milhões de reais no projeto, e continuamos investindo alto pra chegar onde queremos. Hoje temos 2 produtos disponíveis para compra 100% on-line – Previdência Digital, Seguro Viagem e Assistência Residencial – e outros produtos em desenvolvimento. Além, é claro, do nosso movimento Open Insurance, onde certamente teremos outras inovações que serão geradas em conjunto com o mercado – corretoras, seguradoras e empresas de outros setores. Temos muita novidade vindo por aí”, garante o CEO Raphael Swierczynski, durante o evento CQCS Insurtech, realizado nos dias 12 e 13 de junho, em São Paulo.

Como vê a inovação no mercado segurador brasileiro?

Acredito que o mercado brasileiro ainda é muito conservador e tradicionalista. Vejo um início de uma nova etapa, com surgimento de algumas inovações, mas ainda de forma tímida. Estamos muito atrás da evolução, por exemplo, da industria financeira. E nós, da Ciclic, queremos acelerar este processo.

Comparado com outros países, cite prós e contras.

Se compararmos com outros países da América Latina, não estamos muito diferentes. Quando olhamos algumas iniciativas em países mais desenvolvidos, como EUA, vemos que temos muito a caminhar pra chegar no nível deles. Obviamente o mercado lá é muito mais maduro, e a cultura de seguros está muito mais forte. Honestamente não vejo “prós” de estarmos atrasados neste sentido.

Como a sua empresa pode ajudar na transformação do mercado segurador?

Dia 11 divulgamos ao mercado que somos a primeira empresa Open Insurance do Brasil. Queremos empurrar este movimento. Já estamos convidando todo o mercado, seguradoras, corretoras e empresas de outros segmentos a se conectarem conosco para construirmos um ecossistema muito maior de produtos de proteção. Realmente incentivar a inovação, a troca de informações e experiências, buscando revolucionar este mercado. Sabemos que temos um longo caminho, mas já começamos esta jornada. Não se trata de um negócio de distribuição de seguros on-line, mas sim de levarmos os melhores produtos e serviços, existentes ou ainda não, a toda a população brasileira, construindo tudo isso de forma colaborativa em conjunto com outras empresas do nosso setor.

Quais as estratégias adotadas para manter os projetos num cenário tão adverso?

Realmente construir o negócio olhando pro consumidor, que é que vai decidir se compra ou não os produtos de seguros. Levar produtos que atendam as reais necessidades de cada cliente, e não um mesmo produto pra todos, como o mercado tem feito nas últimas décadas. As pessoas querem cada vez mais se sentir plenamente atendidas, com produtos personificados, feitos sob medida, e é nesse sentido que caminhamos na Ciclic. Estamos em constante contato com os consumidores, entendendo com eles o que gera valor nos produtos de proteção, para cada um deles, e buscando formas de traduzir isso em produtos e jornada do cliente. Um amplo trabalho de pesquisa e entendimento.


Carglass fecha parceria com Porto Seguro para serviços de reparo rápido

Fonte: Carglass

“Nova cláusula passa a valer em todo o território nacional e oferece serviços de pequenos e rápidos reparos”, destaca Arruda

A grande maioria das batidas, raspões e amassados ficam abaixo da franquia do seguro tradicional. De olho nesse filão, a Carglass – líder mundial em serviços automotivos, fez um movimento global. E o Brasil não ficou de fora. A empresa, criadora nacional da cobertura de vidros e acessórios (suporte a pequenos danos no veículo como troca de vidros, faróis, lanternas e retrovisores), diversificou sua linha de atuação e adquiriu a empresa DiskReparo, líder nacional no segmento de serviços de funilaria e pintura express. 

A Carglass traz a DiskReparo e criou uma cobertura adicional para seguro de automóvel. Com foco total no relacionamento com corretores de seguros, o serviço ganhou atenção e atraiu parceiros estratégicos. O Porto Seguro Auto, com o objetivo de oferecer ainda mais benefícios aos segurados, apresenta uma nova cláusula adicional com os seguintes serviços: Super Martelinho de Ouro e de Reparos Rápidos da Carglass.

O primeiro prevê desamassamento de pequenos danos na lataria do veículo de até 30 cm de diâmetro – que não sejam profundos e não necessitem de repintura da peça danificada –, enquanto o segundo executa a funilaria e repintura de amassados e arranhados na lataria externa ou para-choque para danos de até 50 cm de diâmetro. A contratação desta cláusula pode ser realizada no momento da aquisição do seguro auto junto ao corretor de seguros. “A Carglass, que no passado criou a cobertura de vidros, agora abre esse novo mercado. Há um potencial importante neste segmento”, afirma Milton Bissoli (foto), diretor e um dos fundadores da empresa no Brasil.

O funcionamento, segundo Fábio Arruda, COO da Carglass, é simples.  “Depois do agendamento, o serviço móvel vai à casa do segurado e faz consertos de até 50 centímetros nos veículos que sofreram pequenos danos. Além do reparo rápido, a empresa lançou também uma cobertura para martelinho de ouro sob a marca Super Martelinho. Na prática, para chegar nessa solução, que evita que o carro fique até dois dias estacionado em uma oficina tradicional, o laboratório técnico da empresa na Inglaterra desenvolveu, junto com fabricantes multinacionais, tintas e verniz que permitem que os serviços sejam executados em poucas horas, seja em uma das lojas da Carglass ou no local solicitado pelo cliente. Dá para fazer no prédio, ambiente de trabalho ou na garagem do segurado’”, enfatiza Arruda, revelando que “pretende dobrar o faturamento no Brasil até o fim de 2020″.

O grupo Belron, dono da Carglass, existe há mais de um século, é líder neste serviço de reparo rápido na Inglaterra e está expandindo para todo mundo, incluindo o Brasil. Segundo Luiz Novaes, CEO da Carglass no Brasil, a ideia do lançamento desse serviço nasceu da observação dos carros no trânsito. “Quase todos têm um amassado, ou mesmo, um risco na pintura. Como o brasileiro é apaixonado por carro e, não gosta de avarias, trouxemos essa solução que permite um reparo de altíssima qualidade sem atingir o valor da franquia”.

Conforme enfatiza Bissoli: “Essa parceria com o Grupo Porto Seguro, – que possui uma carteira de mais de 5 milhões de autos – é um passo importante para expansão dos serviços. Sempre fomos grandes parceiros dos corretores e, esses profissionais, são peças fundamentais para divulgação dos nossos serviços. Estamos otimistas com os resultados”, finaliza.  

CIAB 2019: Data Center a serviço do negócio

trilha de seguros CIAB 2019

Fonte: CNseg

A Trilha de Seguros foi encerrada com a apresentação do case “Data Center a serviço do negócio”, da Tokio Marine, implantado pela Dell, que simboliza um rompimento da ideia tradicional de Data Center com a junção dos processos em hiperconvergência.

Para Camilo Ciuffatelli, gerente de Tecnologia da Tokio Marine e presidente da Comissão de Processos e Tecnologia da Informação da CNseg, o case da companhia indica para todo o mercado a necessidade de possuir uma estrutura capaz de suportar as inovações em termos de tecnologia, como telemetria, Internet das Coisas (IoT) e Analytics. “São processos novos que toda companhia vai ter que usar. Caso contrário,  corre-se o risco de ficar totalmente defasada e até sair do mercado”, afirmou.

Os investimentos em tecnologia na seguradora tiveram início em 2011 com o Insourcing do Datacenter com servidores Dell Blade e Storage DellEMC. “Uma das vantagens de utilizar a cloud de maneira híbrida é também desenvolver fora e trazer para dentro”, destacou Erick Pascoalato, da Dell.

Os resultados foram muito expressivos. “Esse foi o gatilho do diferencial da companhia frente ao mercado. O alto investimento foi revertido em uma capacidade de processamento três vezes maior e na redução de custo de 64%. Isso permitiu que dobrássemos de tamanho em três anos”, contou Wilson Leal, CIO da Tokio Marine.

Em sua visão, o mercado segurador já transcendeu a fase de transformação digital e agora está na etapa de Reinvenção Digital. “Não é só a tecnologia que faz parte do processo. Agora é o negócio, precisamos mudar o processo para que em dois cliques o cliente se resolva”, definiu Wilson Leal.

CIAB 2019: Grau de complexidade do IFRS 17 difere em cada companhia

trilha seguro ciab 2019

Fonte: CNseg

Prioridade na agenda das seguradoras, o IFRS 17, padrão internacional de contabilidade para as operações de seguros, publicado pela International Accounting Standards Board (IASB), organização responsável por estabelecer normas contábeis a nível internacional, foi discutida no painel “IFRS 17: grau de complexidade difere em cada companhia” da Trilha de Seguros.

Desafio para as seguradoras, a norma deverá ser implementada até 2022. Mediadora do painel, Karini Madeira, superintendente de Acompanhamento Técnico da CNseg, lembrou que desde maio de 2017, quando o padrão foi publicado, a Confederação formou um grupo multidisciplinar para discuti-la. O grupo produziu 13 memorandos técnicos e, em 2018, iniciou uma discussão junto à Susep.

Atualmente, as companhias têm desenvolvido estudos internos para entender os reflexos e quais áreas serão impactadas. Conforme Karini, o grau de complexidade é diferente para cada seguradora, pois varia de acordo com o segmento de atuação, os produtos oferecidos, exposição ao risco, grau de maturidade e o envolvimento com a convergência das normas. “Não temos uma ferramenta de prateleira ou uma solução mágica que faça com que a implementação aconteça”, disse Karini.

Alexandre Paraskevopoulos, da Deloitte, observou que, embora não tenha uma receita pronta, a implementação da norma possui uma sequência lógica e gira em torno de uma metodologia. “Mas ao mesmo tempo em que temos o IFRS 17, o IFRS 9, que versa sobre instrumentos financeiros, entra em conjunto. É importante entender que as duas normas conversam entre si”.

Ao compartilhar a experiência da companhia no painel sobre IFRS 17, a superintendente de Práticas Contábeis de Seguros da SulAmérica, Flávia Vieira, lembrou que a norma faz sentido para a operação de seguros, mas a definiu como de difícil implementação, dependendo da carteira. “Uma pessoa que não conhece a companhia não conseguirá implementar o IFRS 17 e o IFRS 9 em conjunto. É importante ter um grupo inicial formado pelas áreas financeira, contábil, TI e atuarial. O segundo passo é entender a norma”.

A visão de tecnologia da informação, transmitida também pelo gerente de Arquitetura Corporativa de TI da SulAmérica, Cristiano da Silva Bezerra, consiste no desafio da robustez de escabilidade. “É necessário também reconhecer, mapear e entender todas as origens de integração de dados que fazem parte do processo”, ressaltou, ao lembrar: “A norma é padrão, porém a jornada é particular”.

CIAB 2019: mercado segurador vive o estágio de Reinvenção Digital

trilha de seguros CIAB 2019

Fonte: CNseg

Os investimentos em startups de seguros (insurtechs) ao redor do mundo são direcionados majoritamente à América do Norte, com 60%; Europa, 24%; Ásia-Pacífico, 8%; Israel, 3%;  e apenas 2% para a América Latina. Os dados, resultados de uma pesquisa realizada pela consultoria Everis, foram apresentados por Roberto Ciccone, sócio da empresa, responsável pelo setor de Seguros na região das Américas, no painel Insurtechs Outlook – Inovação em Seguros, da Trilha de Seguros, em 12 de junho durante o CIAB Febraban 2019, que acontece de 11 a 13 de junho, em São Paulo e tem a CNseg como um parceiro estratégico.

Nos últimos anos, o Brasil vem registrando um crescimento das insurtechs, atualmente estimadas em mais de 80. “Temos inovação no Brasil, mas falta fluxo de capital para as empresas brasileiras, pois não temos fundos de investimento gigantes atuando no País”, apontou Ciccone.

Ainda segundo Ciccone, a pesquisa também apontou como as seguradoras percebem a atuação das gigantes de tecnologia em termos de distribuição, liderado pela Amazon e, em novas tecnologia, pela Google.

“O fato de as inovações trazidas pelas insurtechs serem incrementais, em um primeiro momento, leva a um alívio porque agregam valor ao negócio. Mas, por outro lado, o disruptivo não manda sinais. Quando ele vem, pode ser tarde para se adequar”, observou Alexandre Leal, diretor Técnico e de Estudos da CNseg e mediador do painel.

Com relação às demandas dos consumidores, Alex Körner, head de Seguros do Santander Brasil e presidente da Comissão de Inteligência de Mercado da CNseg, destacou que a forma como o cliente compra o plano de assinatura da Netflix é a mesma como ele vai querer comprar seguro. “Se não mudarmos, vamos ficar para trás. A minha preocupação não é com o avanço das bigtechs no mercado de seguros, mas sim com elas conseguirem oferecer um processo de compra de seguro mais atraente do que o nosso”, salientou.

O Insurtech Outlook ainda indica que o digital e a inovação têm de ser prioridade no foco estratégico das empresas, porém, o maior desafio é a mudança cultural e o engajamento de toda a organização no processo.  “A cultura organizacional devora qualquer belíssima estratégia. Envolver a companhia como um todo em uma jornada de transformação é essencial”, ressaltou Mariane Bottaro Berselli Marinho, diretora de Estratégia, Marketing e Governança, Zurich Santander Seguros e Previdência.

Raquel Giglio destaca potencial da tecnologia para transformar a saúde

sulamerica raquel

Fonte: SulAmérica

Em palestra durante o 2º CQCS Insurtech & Inovação, em São Paulo, a vice-presidente de Saúde e Odonto da SulAmérica, Raquel Giglio, destacou o potencial das novas tecnologias para transformar os sistemas de saúde no mundo, fortalecendo a gestão de saúde populacional e contribuindo para uma maior sustentabilidade do setor. Para a executiva, a inovação pode ser uma aliada na construção de um novo modelo assistencial, com coordenação dos diferentes níveis de cuidado e uma jornada de saúde pautada pela prevenção.

“As novas tecnologias devem transformar as ferramentas de promoção de saúde, diagnósticos e tratamentos, além de possibilitar um acesso cada vez mais amplo e de qualidade à assistência médica adequada. No entanto, essa medicina conectada ganha ainda mais valor se estiver alinhada com a coordenação do cuidado e com a utilização adequada dos recursos do sistema de saúde, de modo a evitar desperdícios e a focar no bem-estar dos beneficiários, na prática médica de excelência, com base em evidências, e no melhor encaminhamento clínico para cada caso”, afirmou Raquel Giglio.

Durante o painel, a executiva destacou duas iniciativas inovadoras no aplicativo SulAmérica Saúde que estão transformando a experiência do segurado: o Médico em Casa, que permite agendar atendimento médico em domicílio para crianças de até 12 anos e idosos a partir de 65 anos em 19 cidades brasileiras, e o Médico na Tela, por meio do qual pais e responsáveis podem agendar videochamadas com pediatras para orientações de saúde. Em 95% dos casos atendidos em domicílio após a chamada via app, a ida ao pronto-socorro mostrou-se desnecessária.

A vice-presidente da SulAmérica apresentou, ainda, um serviço pioneiro de gestão conectada de saúde para empresas clientes. Por meio de uma plataforma eletrônica exclusiva, médicos autorizados conseguem acompanhar, em tempo real, informações sobre procedimentos médico-hospitalares que envolvam os colaboradores pelos quais esses profissionais são responsáveis, incluindo as análises técnicas conduzidas pela SulAmérica em casos que exigem validação prévia da operadora, como exames e cirurgias. O objetivo é possibilitar à empresa cliente uma gestão cada vez mais eficiente e transparente da saúde dos colaboradores segurados.