MDS adquire Process, especializada em garantias

Fonte: MDS

A MDS Brasil – uma das principais corretoras do País no segmento de seguros, resseguros, gestão de benefícios e consultoria de riscos – anuncia a aquisição da Process, empresa especializada em P&C e Garantias. A compra é mais uma etapa da estratégia de negócios que busca expandir o já consolidado portfólio de serviços oferecido pela companhia luso-brasileira. “A Aquisição da Process reforça o investimento do grupo no Brasil, fortalece a nossa oferta de soluções para Riscos Empresariais e amplia a nossa carteira com novos clientes, que passam a contar com todos os produtos e serviços que oferecemos”, afirma Ariel Couto, CEO da MDS Brasil.

Com aproximadamente R$ 2 bilhões em prêmios sob sua gestão, a MDS Brasil tem ampliado sua presença no mercado. Em março deste ano, a empresa adquiriu a Ben’s, consultoria brasileira referência na gestão de benefícios corporativos, com mais de R$ 250 milhões em prêmios emitidos. Por meio desta nova compra, a companhia reforça a representatividade dos Seguros Empresariais em seu portfólio, que conta atualmente com diversas modalidades voltadas a Riscos. “Tenho certeza que a chegada da Process à MDS trará benefícios que vão muito além das questões de carteira e diversificação de produtos. Integraremos também boas práticas, conhecimento e, principalmente, o talento e especialização de ambas as equipes”, diz Thiago Tristão, Vice-presidente de Riscos Corporativos e Resseguros da MDS Brasil.

Com 21 anos de atuação, a Process é conhecida por sua expertise em seguros para Pessoa Jurídica e já contabiliza uma base superior a 120 clientes de médio e grande porte em sua carteira. Graças ao atendimento personalizado e próximo oferecido aos clientes, a empresa se tornou 10 vezes maior nos últimos cinco anos e, atualmente, acumula R$ 175 milhões em prêmios emitidos. “Integrar o time MDS foi a melhor escolha para a Process. Passamos a ser parte de uma das maiores corretoras do Brasil, dona de um portfólio variado e bastante completo. Ambas as empresas têm solidez financeira, foco em inovação e oferecem serviços de alta qualidade ao mercado”, explica o sócio Claudio Oliveira. Ao lado de Claudio, os sócios Marcus Schmitt e Carlos Rosolen também respondem pela empresa. “Esse novo passo foi decidido em comum acordo. Estamos igualmente convictos de que a nova união trará muita sinergia e elevará o grau de eficiência de ambas as companhias ao máximo, tanto em termos financeiros quanto em relação à expansão no mercado”, finaliza.

Fraudes comprovadas em seguros chegaram a R$ 723,2 milhões em 2018, segundo CNseg

fraudes em seguros CNseg

Fonte: CNseg

Os resultados consolidados de uma pesquisa realizada com seguradoras apontam que os sinistros ocorridos, ou seja, pedidos de indenizações solicitadas pelos clientes junto a companhia de seguro, somaram aproximadamente R$ 32,9 bilhões em 2018. Deste total, R$ 5,1 bilhões foram resultados de sinistros suspeitos, o que corresponde a 15,6% do valor total dos sinistros ocorridos. O valor das fraudes que puderam ser comprovadas neste período somou, aproximadamente, R$ 723,2 milhões, o que representa cerca de 14,1% do valor dos Sinistros Suspeitos, segundo o 16º Ciclo do Sistema de Quantificação de Fraudes (SQF), que é a ferramenta institucional da CNseg para coleta e compilação dos dados necessários à geração dos indicadores para quantificação da fraude.

Por intermédio deste sistema, alimentado pelas próprias seguradoras, desde 2004 são gerados anualmente indicadores de fraude contra o seguro, compondo-se assim uma inédita série histórica dessas ocorrências no segmento de Seguros Gerais.

Falsa declaração de roubo e furto, inversão de responsabilidade e superfaturamento de orçamentos estão entre os principais tipos de fraudes praticados contra seguros de automóvel. As tentativas de fraude comprovadas em relação ao sinistro ocorrido nesse ramo somaram R$ 2,5 bilhões, o que representou 12% do total de avisos de sinistros da carteira, que somaram R$ 20,7 bilhões em 2018. As fraudes comprovadas nos sinistros investigados totalizaram R$ 343 milhões, 1,7% do total.

Icatu é a nova parceria da OABPrev-RJ em vida e previdência

OABRJ Icatu

Fonte: OABPrev

A OABPrev-RJ firmou contrato com a Icatu Seguros, que passará a ser sua parceira de previdência privada e seguro de vida. O contrato, formalizado em evento na sede da seguradora, entrará em vigor a partir do dia 1º de julho.

Segundo o diretor-presidente da OABPrev-RJ, Rui Calandrini Filho, esse é mais um dos movimentos de reestruturação da entidade para retomar seu crescimento e levar melhor resultado a todos os advogados participantes do fundo. “Nossas expectativas em relação à nova parceria são as melhores. Já nos primeiros momentos, a Icatu se mostrou altamente profissional e comprometida. Temos um potencial muito grande de crescimento e, certamente, a troca de gestora nos ajudará a chegar ao lugar que desejamos”, diz.

Já no primeiro momento, os participantes poderão se beneficiar com um importante atrativo: uma valorização de 5% do seu patrimônio segurado pela Icatu.

Entidade sem fins lucrativos, a OABPrev é um fundo de pensão, multipatrocinado, que atende a advogados do Estado do Rio de Janeiro e suas famílias. Os participantes contam com o plano previdenciário RJPrev, que oferece benefícios de renda para aposentadoria, programa e cobertura de riscos por invalidez ou morte. 

A Icatu Seguros é a maior seguradora independente do Brasil em Vida, Previdência e Capitalização. Tem mais de 6,5 milhões de clientes em todo o país, com R$ 44 bilhões sob sua gestão. Segundo Luciano Snel Corrêa, presidente da Icatu, diante da grande responsabilidade e oportunidade, times de diversas áreas da empresa estarão envolvidos no trabalho. “Certamente nossa relação será pautada na transparência absoluta. Para ser um projeto de longo prazo, a parceria deve ser sustentável para os dois lados e faremos de tudo para atender – e superar – às expectativas”, diz Snel.

Unimed investe na expansão da rede própria em 2019

Orestes Pullin – Presidente

Fonte: Unimed

Maior sistema cooperativo de saúde do mundo, com 345 cooperativas, a Unimed registrou faturamento de R$ 63,9 bilhões em 2018 com planos de saúde, segundo dados divulgados hoje. A receita é 9,8% superior à obtida em 2017 (R$ 57,2 bi). A receita total cresceu 2,9% na comparação entre os anos: R$ 71,9 bilhões em 2018 x R$ 70 bilhões em 2017. No que tange às despesas assistenciais, a Unimed consolidou gastos de R$ 51,4 bilhões no período, 7,5% a mais do que no ano anterior (R$ 47,8 bi). As despesas totais foram de R$ 68,5 bilhões em 2018, contra R$ 67,2 bilhões em 2017.

O Sistema Unimed detém 37% do mercado de saúde suplementar brasileiro – a maior fatia entre as operadoras no País, com mais de 18 milhões de beneficiários e 115 mil médicos cooperados – e está presente em 84% do território nacional, sendo o mais abrangente do segmento. Com 119 hospitais gerais e 9.296 leitos, possui a segunda maior rede própria hospitalar do Brasil, atrás apenas das Santas Casas. Sua relação de serviços próprios contempla também 15 hospitais-dia, 199 prontos atendimentos, 102 laboratórios, 131 centros de diagnósticos e 91 farmácias.

Esta rede crescerá nos próximos anos, com a expansão da estratégia de verticalização da Unimed. Somente em 2018, foi investido R$ 1,052 bilhão na construção e estruturação de recursos próprios do sistema cooperativo. Sete hospitais estão em obras no momento, nas regiões Sul, Norte e Sudeste: Costa do Sol (RJ), previsto para 2020; Regional Jaú (SP), previsto para 2020; Araguaína (TO), previsto para 2022; Sul Capixaba (ES), previsto para 2020; Nova Iguaçu (RJ), previsto para 2021; Vale dos Sinos (RS), previsto para, no máximo, 2026; e Brusque (SC), previsto para 2021.

Além destes, foram inaugurados em março de 2019 o novo hospital em Juiz de Fora (MG) e em abril a primeira parte da nova unidade da Unimed BH, em Betim (MG), com as alas de internação clínica, lactário, centro de imagem, laboratório e áreas administrativa e de apoio. Em junho terá início a segunda fase do hospital, quando passarão a operar as internações cirúrgicas, UTI’s adulto, pediátrico e neonatal, centros cirúrgico e obstétrico – incluindo os quartos de pré-parto, parto e puerpério imediato (PPPs) – endoscopia e hemodinâmica, além de atendimento em 27 especialidades médicas e consultas em pronto-socorro com capacidade para 900 atendimentos por dia e 27 mil por mês.

Com um projeto inovador e tendo como foco a melhor assistência ao cliente, o novo Hospital Unimed – Unidade Betim terá as mais avançadas tecnologias do setor de saúde aliadas ao cuidado. A unidade conta com um sistema de correio pneumático, que liga todas as áreas do hospital e agiliza a circulação de medicamentos e exames entre os setores, reduzindo o tempo de atendimento ao cliente. Além disso, as estruturas possuem isolamento acústico e de calor em todas as áreas e reservatório de água pluvial para irrigação. 

A Unimed possui, ainda, a maior rede de hospitais acreditados do Brasil pela ONA (Organização Nacional de Acreditação). Ao todo, são 32 com a classificação, que considera critérios de segurança do paciente, gestão integrada de processos, comunicação e cultura organizacional.

No que se refere à Acreditação Internacional, tem sete hospitais certificados com os maiores índices pela HIMSS (Healthcare Information and Management Systems Society) – EMRAM (Electronic Medical Record Adoption Model), considerada uma das principais do mundo em Tecnologia da Informação em Saúde, além de três unidades hospitalares acreditadas pela ACI (Accreditation Canada International), que monitora padrões validados mundialmente em alta performance de qualidade e segurança, e um pela NIAHO (National Integrated Accreditation for Healthcare Organizations), certificado americano de excelência clínica e em negócios e segurança para o paciente.

Os números crescentes apresentados pela Unimed são respaldados pela intensificação dos trabalhos para sustentabilidade das cooperativas. Como resultado disso, na última medição do IDSS (Índice de Desempenho da Saúde Suplementar), da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), considerada a principal avaliação qualitativa dos serviços prestados pelas operadoras de planos de saúde no País, 98% das Unimeds foram classificadas nas duas faixas mais elevadas da listagem: 

“Os principais focos do Sistema Unimed para 2019 estão em uma agenda pautada por assuntos como a mudança de modelos assistencial e remuneratório, com o crescimento da implementação dos polos de Atenção Primária à Saúde (APS) (atualmente são 67 Unimeds em todo o Brasil, atendendo a aproximadamente 400 mil beneficiários)”, ressalta Orestes Pullin, presidente da Unimed do Brasil, representante institucional do Sistema Unimed.

Defendida por especialistas como um dos caminhos para a sustentabilidade da saúde no Brasil, a inserção da APS no modelo assistencial encara ainda a escassez de especialistas na área. Tendo em vista esse cenário, a Unimed do Brasil, em parceria com a Faculdade Unimed e o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), vai capacitar mil profissionais em APS até 2021. Para isso, lançou um curso de aperfeiçoamento para a área, voltado a médicos cooperados (especialistas em Medicina da Família e Comunidade, Clínica Médica, Pediatria, Geriatria, Ginecologia e Obstetrícia, Medicina Preventiva e Social), enfermeiros e gestores de APS ligados às cooperativas do Sistema Unimed. O curso acontece na modalidade de ensino a distância (EAD), e conta com 10 módulos teóricos e um módulo prático. 

Outros pontos importantes para a Unimed são a redução de desperdícios na atenção à saúde; as diretrizes assistenciais concentradas na medicina baseada em evidências; a entrada cada vez maior da filosofia do Jeito de Cuidar Unimed nas cooperativas, visando inserir as pessoas no centro das atenções em todo contato com a marca; a expansão do projeto de Registro Eletrônico de Saúde (RES) entre as cooperativas; a intensificação do investimento em projetos de inovação e de prevenção e qualidade de vida, como o movimento Mude1Hábito. 

“O reforço do DNA cooperativista, com a propagação da iniciativa SomosCoop, da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), da qual é apoiadora desde o ano passado, também está entre as prioridades do Sistema para os próximos meses”, conclui Orestes Pullin.

Agricultura anuncia R$ 1 bi para subsídio rural e espera chegar a 15,6 milhões de hectares segurados em 2020

subsidio rural 2020
foto: Agência Brasil

O Ministério da Agricultura anunciou ontem a liberação de R$ 225,5 bilhões em créditos para o Plano Safra, que serão usados para o financiamento de pequenos, médios e grandes agricultores. O crédito estará disponível a partir de 1 de julho. Cerca de R$ 222,7 bilhões vão para o crédito rural, R$ 1 bilhão para subvenção ao seguro rural e R$ 1,85 bilhão para apoio à comercialização.

A grande conquista foi o volume de R$ 1 bilhão para o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), mais do que o dobro comparado a última safra. Em 2019 foram previstos R$ 440 milhões para subvenção ao seguro, mas o valor disponível ficou em R$ 371 milhões após contingenciamento. A estimativa do Ministério da Agricultura é que a área segurada chegue a 15,6 milhões de hectares em 2020, com importância segurada de R$ 42 bilhões e 150 mil segurados. Números mais robustos do que em 2018, quando dos mais de 62 milhões de hectares com produção rural no Brasil, apenas 4,7 milhões de hectares (ou 7,5%) tinham seguro.

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, comemorou os valores anunciados. “Investir na agropecuária é uma aposta na interiorização do desenvolvimento, na geração de emprego e renda, na segurança alimentar, no superavit da nossa balança comercial, na nossa prosperidade como nação”, disse.

O presidente Jair Bolsonaro agradeceu a todos que participaram da construção do Plano Safra e destacou a importância das medidas anunciadas. “Ele é bom para cada um de nós, ele é bom para o Brasil.”

Dos recursos destinados ao crédito rural, R$ 169,33 bilhões vão para o custeio, comercialização e industrialização. Para investimento, são R$ 53,41 bilhões. Na parte de custeio, comercialização e industrialização, os juros para o Pronaf, que reúne os pequenos agricultores, são de 3% a 4,6% ao ano. Para o Pronamp, que reúne os médios agricultores, os juros serão de 6% ao ano e para os demais produtores, de 8% ao ano. Nos programas de investimento os juros vão de 3% a 10,5% ao ano.

Certamente a notícia deverá aguçar o apetite das seguradoras. A Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) acredita que os recursos serão integralmente absorvidos pelo setor, considerando o tamanho do mercado não subsidiado e seu potencial de crescimento.

Segundo Daniel Nascimento, vice-presidente da Comissão de Seguro Rural da FenSeg, o subsídio é suficiente para cobrir a totalidade das propostas já contratadas pelo mercado segurador, o que garante tranquilidade. Ele lembra que, em anos anteriores, muitos produtores ficaram sem acesso à subvenção federal por ausência de recursos.

“O valor anunciado para o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural representa um aumento de quase três vezes o programado para o ano corrente de 2019. São recursos suficientes para abranger uma área segurada de quase 16 milhões de hectares, com valor contratado de R$ 42 bilhões”, ressalta Nascimento.

  Vale lembrar que a arrecadação do Seguro Rural dobrou nos últimos cinco anos, passando de R$ 2,3 bilhões em prêmios para R$ 4,6 bilhões. É o maior crescimento registrado em comparação com os ramos tradicionais de seguros, como Patrimonial, Automóvel e Vida. Somente no ano passado, a expansão do segmento atingiu 11,5%.

  Atualmente, o mercado segurador opera com 12 companhias no segmento agrícola, segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP). O valor anunciado para o subsídio poderá atrair novas seguradoras e resseguradoras para este segmento, acredita Nascimento.

 “Outra atividade que poderá se beneficiar e crescer é o mercado de corretores de seguros. Novas tecnologias, produtos e serviços já estão sendo desenvolvidos pelo mercado segurador. Com o anúncio de R$ 1 bilhão ao PSR, teremos uma aceleração neste processo”, aposta.


Demanda por Intermédica supera duas vezes a oferta, informa o Estadão

Estadão registra que a demanda pela oferta subsequente (follow on) relâmpago da NotreDame Intermédica já supera em duas vezes o total pretendido, chamando a atenção dos investidores. Mesmo sem âncoras comprometidos antes do lançamento da oferta, a operadora de planos de saúde irá precificar o follow on hoje, quatro dias depois do início do Road show, com um fim de semana no meio do caminho.

A oferta, apenas secundária, faz parte do desinvestimento do fundo Bain Capital, que venderá cerca de 10% de sua participação da Intermédica, em seu segundo follow on em menos de seis meses. Neste ano a ação da operadora de planos de saúde acumula alta de quase 40%. Procurada, NotreDame Intermédica não comentou.

O volume de emissões de ações no acumulado deste ano alcançou mais de R$ 13 bilhões na B3, já superando o total de 2018, de R$ 11,2 bilhões. Depois de Intermédica, que pulou a fila, serão precificados os follow ons de Petrobras e BR Distribuidora. No fim do mês será a vez da Neoenergia, que está na rua com sua oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês).

Complexidade de modelo pode atrasar oferta de ações do IRB, informa o Valor

IRB faz emissão

Fonte: Valor Econômico

Valor Econômico revela que a venda de ações detidas pela União e pelo Banco do Brasil no ressegurador IRB Brasil Re, parte do plano de desinvestimentos do governo federal, pode demorar mais tempo do que o inicialmente previsto. A oferta subsequente de ações (“follow-on”) se revelou mais complexa do que as partes esperavam devido às discordâncias entre os acionistas controladores – o governo federal e os principais bancos do país – e à necessidade de mudanças de lei para efetivar a transação.

Mas a Superintendência de Seguros Privados (Susep) deu um parecer na semana passada impedindo o IRB de se tornar uma “corporation”, empresa sem controle definido. Essa discussão já tinha chegado também ao Banco Central, apurou o Valor. Não agradava ao BC abrir precedentes para instituições financeiras não terem controlador – mesmo que a mudança especificasse que valia apenas para resseguradoras, o que juristas consultados pelo Valor achavam difícil de emplacar. A sugestão da Susep é que o Bradesco e o Itaú, mesmo com 26,3% das ações, assumam a figura de controlador perante o regulador.

 “Se os bancos aceitarem, a oferta do governo federal no IRB pode ocorrer junto com a do BB. Caso contrário, precisaria de uma nova regulamentação para permitir que o IRB seja uma corporation, o que atrasaria a operação”, diz uma fonte.

Mercado segurador registra alta de 4,9% no acumulado até abril, segundo CNseg

Fonte: CNseg

O ritmo de expansão da arrecadação de prêmios continua discreto nos quatro primeiros meses do ano, mesmo com o forte crescimento apresentado por alguns ramos no período, como Marítimos e Aeronáuticos (52,5%), Crédito e Garantias (38,4%), Patrimoniais (16,1%) e Planos de Risco em Cobertura de Pessoas (14,8%). Nos quatro meses do ano, o crescimento foi de 4,9%, totalizando R$ 81 bilhões (sem Saúde e sem DPVAT) quando comparado com igual período do ano passado. Os dados constam da nova edição da publicação Conjuntura CNseg.

De janeiro a abril de 2019, houve outras modalidades com trajetória na casa de dois dígitos ou perto disso em termos de crescimento, mas sua participação de mercado (market share) não é suficiente para puxar o resultado do setor de forma significativa. Transporte (10,3%), títulos de Capitalização (9,8%) e Seguro Rural (6,5%) estão entre os exemplos de comportamento positivo. No acumulado do ano, os seguros de Automóveis e os Planos de Acumulação em Cobertura de Pessoas, entretanto, tiveram discreta queda de arrecadação até abril de 2019: -0,4% e -0,6%, respectivamente, colocando para baixo um crescimento mais vistoso, por conta de seu peso no resultado final.

A rigor, todo o mercado sente os reflexos do baixo crescimento da economia, taxa de desemprego elevada, freio nos investimentos, entre outros fatores que frustram o potencial de negócios do setor. Prova disso é que, na série de dados de 12 meses móveis, o crescimento que vinha sendo observado desde o início de 2019 foi quase anulado com a inclusão do resultado de abril, atingindo só 0,1% de alta.




Igor Di Beo é o novo diretor de subscrição e sinistros da AXA Seguros

Igor axa

Fonte: AXA

A AXA Seguros tem nova liderança na área de subscrição. Igor Di Beo, que já era responsável por Sinistros, é o novo diretor de Subscrição e Sinistros da companhia reportando-se para Delphine Maisonneuve, CEO da AXA no Brasil. Fazem parte da equipe as estruturas lideradas por Carla Almeida, diretora de P&C; Clóvis Silva, superintendente de Massificados, Arthur Mitke, superintendente de Sinistros; e Vivian Kautz, gerente atuarial.

“Espero poder contribuir de maneira significativa com o time para aprimorar nossas soluções de acordo com as necessidades de mercado. A experiência que trago das áreas de Riscos e Operações vão contribuir para dar ainda mais agilidade ao processo de cotações e fechamento de negócios”, afirma Di Beo.

Com a mudança, Fernanda Cortese, diretora de TI e Transformação, passa a ser responsável também por Operações, garantindo os padrões de entrega e os compromissos da AXA com seus corretores e parceiros.

SulAmérica reduz burocracia ao lançar endosso digital residencial

sulamerica

Fonte: SulAmérica

Os corretores parceiros da SulAmérica poderão efetuar o endosso de apólices residenciais de seus clientes em questão de minutos. A companhia lançou, nesta semana, uma nova funcionalidade no seu cotador para este fim: o que antes poderia levar dias para ser concluído agora acontece de forma rápida e eficiente. Com um processo automatizado, trata-se da solução mais completa do mercado, que proporciona ainda mais agilidade aos negócios dos parceiros da SulAmérica.

“Conforme os resultados que tivemos no primeiro trimestre do ano, temos observado um ritmo crescente na procura pelo seguro Residencial. Portanto, é fundamental estarmos prontos para garantir uma experiência diferenciada para o corretor e o cliente em todas as etapas, que só têm a ganhar”, completa Dal Ri.

A novidade está disponível para corretores da SulAmérica em todo o País. Para efetuar o endosso, o parceiro informa a apólice e os dados que deseja alterar.

“Esta é mais uma solução que demonstra o quanto a SulAmérica ouve os seus mais de 36 mil corretores parceiros. A nova solução para os endossos otimiza o fluxo de trabalho com uma interface intuitiva e que dá mais autonomia a eles. Estamos atendendo a uma demanda destes profissionais, que poderão, agora, atuar com ainda mais rapidez e encantar o cliente com entregas em um curto espaço de tempo”, destaca o vice-presidente Comercial e de Marketing da SulAmérica, André Lauzana.

Endosso

No endosso, o cliente solicita ao corretor de seguros alterações ou transferência de dados no contrato com a SulAmérica. Os pedidos passam por uma análise da seguradora, que, posteriormente, aprova ou recusa as modificações.