Tecnologia para melhorar a experiência do cliente amplia negócios da SIS Soluções Integradas

Resolver a dor do cliente, criando um circulo virtuoso para todos: população protegida, seguradora entregando resultados e estimulando acionistas investirem no negócio e, consequente, mais negócios para todos. Essa é a metodologia de Paulo Peret, fundador e presidente da SIS Soluções Integradas em Serviços, que está no mercado há 13 anos e provê soluções para as principais seguradoras do país na regulação de sinistros de garantia estendida, danos elétricos, residencial e proteção financeira.

O segmento que tem mais crescido atualmente é o de assistência ao cliente que compra seguro para celular e equipamentos eletrônicos. No entanto, assim como o segmento de saúde, as seguradoras tiraram o pé do acelerador no passado diante das fraudes e desgaste na imagem do produto pouco compreendido pelo cliente e com muitas limitações de coberturas. Mas agora, as companhias voltam a disputar esse mercado, amparadas pela tecnologia embarcada nos seguros.

Menos de 10% dos 230 milhões existentes no Brasil têm um seguro. Porém, é um dos que mais tem gerado insatisfação no momento do pedido de indenização, segundo dados registrados pelos órgãos de defesa do consumidor. A principal queixa é que o seguro não cobre furto. Ou seja: mesmo que o celular de um cliente seja furtado na rua, ao lado de seguranças de empresas, com imagens em câmeras, a maioria das seguradoras não indeniza pois não houve algum tipo de coação, ameaça ou violência.

Além desta frustração do cliente, de descobrir a diferença entre furto e roubo quando mais precisa recuperar seu bem, franquias e carências também incomodam os compradores de seguro para celular. Em alguns planos, a franquia chega a 25% do valor do aparelho e outros tem carência de até seis meses, num contrato de um ano, para serem acionados. Outra frustração é a não cobertura por danos causados por quedas e água. E tudo isso para evitar o grande volume de fraudes.

Nada como a competição para trazer melhorias para um mercado tão potencial, considerando-se tanto o número de aparelhos como a importância que ele tem hoje na vida das pessoas. Para conseguir atuar neste segmento de forma rentável, a tecnologia tem sido a principal aliada, pois ela tem possibilitado transformar a experiência do cliente ao mesmo tempo em que protege as seguradoras contra fraudes, explica Peret. Com alguns cruzamentos de dados e permissão para rastreamento do aparelho, os seguros para celulares começam a ser mais atraentes para os consumidores ao incluir cobertura para furto simples, danos por queda e água.

A SIS tem investido na tecnologia embarcada do processo para torná-lo ágil e facilitar de fato a vida dos usuários ao mesmo tempo que gera economia para seguradoras, explica Peret. “No Portal do Segurado, desenvolvido por nós, o usuário pode não só abrir o sinistro, enviar os documentos e acompanhar todas as fases do processo, como também efetuar o pagamento da franquia online – o que reduz em 27% o tempo da solução da demanda”.

“Temos buscado soluções na tecnologia para melhorar a experiência do cliente, que tem sido a principal preocupação das seguradoras”, afirma Peret. Segundo o executivo, um novo portal da SIS funciona como um market place, através do qual o segurado pode escolher seu equipamento de reposição como se estivesse em uma loja virtual, em vez de receber o dinheiro para comprar outro aparelho. São ofertadas opções de pelo menos três aparelhos semelhantes e o cliente escolhe o que mais lhe convém. “Com essa solução, a liquidação do sinistro é percebida pelo segurado como uma experiência de compra, o que vai ao encontro da lógica de transformar o seguro em serviço”, comenta Peret.

Em breve, a mesma metodologia será ofertada para os seguros de eletroeletrônicos e eletrodomésticos. “Para a seguradora, o modelo também é vantajoso. No seguro de Roubo & Furto Qualificado de celulares, o percentual de substituição do aparelho roubado por outro é de aproximadamente 80% com descontos que chegam a mais de 15%, gerando uma grande economia para as seguradoras. 

Outra novidade do mercado de celular vem da cobertura para reparos. Para os seguros com cobertura para reparo do celular, o segurado recebe seu equipamento de volta em uma caixa personalizada com a logo marca de cada seguradora e um manual de instruções para melhor usabilidade do produto. Ainda não se tem autorização para consertos com peças recondicionadas, o que possibilita a redução do preço do seguro. Em automóveis, por exemplo, a expectativa é de que o preço do seguro custe 30% menos do que o tradicional. Mas tornar o seguro celular viável a uma parcela maior da população é um assunto que está no radar da Superintendência de Seguros Privados (Susep).

Lei de Proteção de Dados impulsiona vendas de seguros cibernéticos

A vida atual, cada vez mais tecnológica, desafia o mercado segurador a pensar novos produtos. “Trata-se de um ritmo intenso de mudanças. Com isso, nossos produtos precisam evoluir e ter cada vez mais dinamismo para lidar com novos cenários, entre eles, o de riscos cibernéticos”, disse Luiz Fonseca, diretor da FenSeg (Chubb), na abertura do workshop “Riscos Cibernéticos – A Lei Geral de Proteção de Dados e os Impactos nos Diversos Produtos”, realizado na semana passada pela Federação Nacional dos Seguros Gerais (FenSeg).

Para Flávio Sá, mediador do primeiro painel sobre riscos cibernéticos, o avanço da tecnologia e dos meios digitais são um desafio, mas também uma oportunidade para o mercado de seguros. “O Brasil é o quinto país do mundo em ataques cibernéticos. Proteger esses dados e saber como proceder para criar apólices é ponto chave”, avalia. 

Segundo os presentes, a LGPD corrobora para mais investimentos visando o atendimento da legislação. As apólices devem prever danos decorrentes de riscos cibernéticos em razão da própria evolução tecnológica e “robótica”. Por isso, é necessário o mapeamento dos riscos em cada carteira para o devido tratamento.

Mapear eventos, checar sua magnitude e seus danos foi destacado como  processo desafiador para os presentes. A partir de 20 de agosto de 2020, todas as empresas deverão se enquadrar à  LGPD. “Estar numa conduta adequada a lei  ajudará  na proteção de ataques hackers. E também na manutenção de sua reputação frente aos clientes, sem danos à receita destas companhias”, avalia Fabio Protássio, um dos debatedores do terceiro sobre painel “Impacto dos Riscos Cibernéticos no Mercado de Seguros”. 

Mediador  do mesmo painel, Gustavo Galrão disse  que o mercado para riscos cibernéticos está aquecido. “A demanda já tem crescido bastante por conta da LGPD e as expectativas são de que esse crescimento significativo venha de maneira bem rápida. Esse movimento vem em linha com as exigências da nova lei e alinha também em uma maior celeridade na cultura e criação desse mercado”, avalia o executivo.

O aumento do número de ataques de hackers veiculados na mídia e o recente endurecimento das leis de proteção de dados preocupam segurados e seguradoras.  Diversas pesquisas de mercado apontam que os riscos cibernéticos são uma das maiores preocupações da atualidade. 

Mais de 100 pessoas participaram dos debates que aconteceram no auditório da Escola Nacional de Seguros. O evento foi composto por quatro painéis: “Riscos Cibernéticos”; “Lei de Proteção de Dados (LGPD); “Impacto dos Riscos Cibernéticos no Mercado de Seguros” e “Cyber Liability”.

Vendas de seguro de vida e acidentes avançam 14,8% até abril, para R$ 13,7 bilhões

O mercado de seguros de pessoas (seguros de vida, de acidentes pessoais, viagem, educacional, entre outras modalidades de proteção) registrou prêmios de R$ 13,7 bilhões de janeiro a abril. O valor, que se refere às contratações de coberturas para riscos pessoais, é 14,8% superior aos R$ 11,9 bilhões movimentados de janeiro a abril de 2018, segundo dados da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), que representa 68 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar no país.

Os dados do balanço mostram que as indenizações pagas aos segurados no período totalizaram R$ 3,3 bilhões, valor 8,4% maior em relação aos R$ 3,04 bilhões verificados no ano passado. 

Na análise por modalidade de produto, o seguro de vida registrou R$ 5,1 bilhões em prêmios nos primeiros quatro meses do ano, correspondendo a um aumento de 9,4% em relação ao mesmo período em 2018, quando o volume de contratações foi de R$ 4,69 bilhões. 

O seguro prestamista, que cobre o pagamento de parcelas realizadas em compras a prazo, no caso de morte ou invalidez do segurado, registrou um volume de R$ 4,4 bilhões em prêmios nos primeiros quatro meses do ano, valor 26,72% maior que o verificado em igual período de 2018.

De acordo com os dados da FenaPrevi, o seguro viagem também apresentou saldo positivo no período. As contratações movimentaram R$ 187,5 milhões e a expansão foi de 19,24% superior em relação aos R$ 157,3 milhões registrados de janeiro a abril de 2018.

Ainda segundo o balanço da entidade, o seguro de vida resgatável (dotais), apresentou evolução de 19,18% e prêmios de R$ 957,4 milhões. No ano anterior, o saldo foi de R$ 803,3 milhões.

O seguro com proteção para doenças graves ou terminais também apresentou saldo positivo com crescimento de 15% e prêmios de R$ 308,6 milhões. No mesmo período em 2018, os prêmios foram de R$ 268,3 milhões. 

O seguro auxílio funeral esteve entre as modalidades mais contratadas. Com isso, apresentou crescimento nominal positivo de 11,19% e prêmios de R$ 224 milhões. O maior interesse dos brasileiros pelo seguro auxílio funeral deve-se ao conforto que proporciona aos familiares em situações adversas.

O seguro de acidentes pessoais, que oferece coberturas em caso de morte e invalidez permanente (total ou parcial) e outros riscos causados por acidentes involuntários, provocando lesões físicas ou até mesmo falecimento, registrou crescimento de 7,26% e prêmios de R$ 1,97 bilhão, contra R$ 1,83 bilhão de janeiro a abril de 2018.

Resultado Mensal

No mês de abril as contratações tiveram também um crescimento expressivo. O valor, que se refere às contratações de coberturas para riscos pessoais foram 20,6% superiores e o prêmios foram de R$ 3,73 bilhões.

Participação de cada modalidade no resultado de abril de 2019 e 2018:

Argo supera a marca de 20 mil apólices de bicicletas

A Argo Seguros é seguradora que mais comercializa seguros para bicicletas de alto valor agregado no Brasil – aqueles modelos entre R$ 2 mil e R$ 75 mil – e acaba de superar a marca de 20 mil apólices. Desde que esse seguro foi criado, em 2014, aconteceram pouco mais de mil sinistros. Deste total, quase metade está relacionada a acidentes ou a roubo/furto, informou a companhia ao blog Sonho Seguro. 

Criado em 2012, o Protector, plataforma digital de serviços e venda de seguros, conta com um produto para bicicletas que possui coberturas para roubo, furto qualificado (com vestígios), acidentes (inclusive em competições), danos durante o transporte e causados a terceiros. Apesar do medo de roubo e furto, os acidentes respondem por cerca da metade dos pedidos de indenização.

No caso das bicicletas elétricas, o seguro é voltado para os modelos sem acelerador, com potência nominal abaixo de 800 watts, e sem sistemas que garantam o funcionamento do motor que não pelo pedalar do condutor. As coberturas oferecidas são para roubo e furto qualificado, acidentes e danos causados a terceiros (Responsabilidade Civil), e alcançam todo o território nacional.

Além de um seguro completo, a contratação do Seguro Bike pelo Protector é feita de forma 100% online, onde o segurado pode fazer a contratação e escolher a opção de pagamento diretamente no site. Após o checkout é enviado a cópia da apólice por e-mail. Caso o segurado troque de bicicleta ou faça um “upgrade” da bike, a atualização do seguro é feito de forma igualmente online.

A forma de contratação do seguro – tanto para as bikes convencionais de alto valor agregado, quanto para as bikes elétricas – é através do Protector Store, que traz coberturas, vantagens e benefícios exclusivos, e permite fazer simulação online. 

“O mercado de seguros para bicicletas tem crescido muito, devido principalmente a necessidade de maior agilidade na mobilidade urbana em trechos curtos, resultante do trânsito caótico, especialmente nas metrópoles do país. Atualmente comercializamos cerca de mil apólices por mês, um volume muito bom para um produto de nicho como esse”, afirma Vanessa Oliveira, responsável pelo Argo Consumer Lines, nova vertical de negócios da Argo Seguros. 

Icatu lança produto que combina previdência com cobertura de risco

A Icatu Seguros acaba de lançar um produto que vai permitir que os corretores vendam previdência com cobertura de risco, o Atitude. Com ele o cliente terá acesso a uma extensa grade de fundos oferecidos pela seguradora e opções de cobertura de risco, formando um produto completo para planejar o futuro e ao mesmo tempo se proteger para imprevistos no presente. Ao combinar as duas opções o cliente poderá, com contribuições mensais de R$ 100, ter acesso a fundos que só estariam disponíveis para aportes de R$ 10.000 ou R$ 30.000, por exemplo.

Entre as coberturas disponíveis, quem contrata pode contar com pecúlio por invalidez – em caso de invalidez total e permanente, por acidente ou doença, a pessoa recebe a indenização de uma só vez – ou renda vitalícia por invalidez, onde o contratante recebe a indenização mensalmente, de forma vitalícia, em caso de invalidez total e permanente, por acidente ou doença. É possível também escolher coberturas para beneficiários, a indenização destinada a cada um deles e a forma de pagamento. 

Já entre os fundos de previdência, o cliente tem acesso a mais de 50 opções para escolher a que melhor se adapta ao seu planejamento e perfil. O Atitude poderá ser contratado com planos PGBL ou VGBL, de acordo com a forma de declaração escolhida e também de acordo com o regime de tributação mais adequado – para curto/médio ou longo prazo. Uma opção completa de planejamento e proteção para o consumidor. 

Seguradoras querem exclusão da recuperação da Odebrecht, informa o Valor

Fonte: Valor Econômico

Valor Econômico informa que o grupo Odebrecht incluiu cerca de R$ 5 bilhões em contratos de seguros em seu processo de recuperação judicial, numa estratégia para “atenuar” eventual ressarcimento a essas empresas em caso de sinistro de seguro garantia.

Segundo o jornal apurou, em resposta, as seguradoras devem tentar impugnar os créditos junto ao administrador judicial e, caso não consigam, pedirão na Justiça para serem excluídas do processo, assim como fizeram no caso das construtoras PDG e OAS.

No caso das seguradoras, segundo cálculos feitos pelo Valor com base na lista de credores e no câmbio a R$ 3,85, o montante de dívidas estaria em cerca de R$ 4,8 bilhões, incluindo empresas da Argentina, Brasil, Colômbia, México e Peru, além de nomes como AIG, Liberty, Chubb e JMalucelli. Nenhuma empresa comentou.

Ao incluir as seguradoras na recuperação judicial, a Odebrecht ganha melhores condições para esse ressarcimento. “Na lista de credores, a seguradora é indenizada conforme o plano de recuperação judicial, com carência e desconto”, afirma uma fonte, que preferiu anonimato. “Fora da recuperação, ela é considerada credora extraconcursal e, portanto, pode receber 100% dos valores e penhorar bens da companhia.”

A reclamação das seguradoras é de que estão incluídas na recuperação judicial da Odebrecht, mesmo sem o sinistro ter ocorrido ainda, ou seja, sem terem se tornado credoras efetivamente do grupo – o único sinistro identificado se refere à construção de um gasoduto no Peru. Com base justamente nesse argumento, as seguradoras Austral, Allianz e Swiss Re conseguiram tirar seus nomes na lista de credores da recuperação judicial da PDG.

Procurada, a Odebrecht não se manifestou sobre o assunto até o fechamento da reportagem.

Deputado Lucas Vergilio entrega a Raquel Dodge ofício com denúncias contra proteção veicular

Lucas Vergilio deputado

Fonte: Fenacor

A Procuradora-geral da República, Raquel Dodge, recebeu das mãos do vice-presidente de Relações institucionais da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor), deputado Lucas Vergilio (SD-GO), nesta segunda-feira (17 de junho), um ofício solicitando a adoção urgente de medidas enérgicas contra a atuação irregular das associações e cooperativas de proteção veicular.

O documento aponta os mesmos riscos que o parlamentar já havia apresentado, há dois meses, ao ministro da Justiça, Sérgio Moro, com quem esteve acompanhado pelo presidente da Fenacor, Armando Vergilio. Na ocasião, ambos sugeriram ao ministro a criação de uma Comissão Especial visando a “investigar e analisar essa ação criminosa e os diversos impactos negativos e perniciosos para a sociedade e para a economia nacional”.

Nos dois encontros, Lucas Vergilio alertou sobre a séria ameaça que ronda a sociedade brasileira, principalmente as camadas da população de menor poder aquisitivo, diante da facilidade encontrada pelas associações de proteção veicular de atuarem mesmo estando totalmente a margem da lei.

O deputado também relembrou para a Procuradora-geral da República que algumas associações foram, inclusive, flagradas em negociações com milicianos e traficantes do Rio de Janeiro para que os carros roubados fossem devolvidos mediante pagamento de “resgate”.

Esses acordos tiveram como consequência imediata o aumento do volume de roubos de veículos em algumas regiões muito pobres daquele estado, ao estimular o roubo de carros pelo crime organizado para posterior negociação com as associações de proteção veicular.

Vale destacar ainda que o deputado Lucas Vergilio em diversos pronunciamentos no plenário da Câmara vem advertindo para o grave problema social causado por aquele segmento, inclusive pelos danos à poupança e ao patrimônio da população.

Por fim, Lucas Vergilio elogiou e agradeceu o engajamento de lideranças do mercado de seguros, principalmente dos corretores, na defesa da sociedade contra essas associações irregulares. “Espero um engajamento maior das seguradoras para que tenham mais chance de êxito a nossa missão e o nosso compromisso com a sociedade brasileira”, enfatizou.

FENACOR. O presidente da Fenacor tem estado ao lado do deputado em todas as audiências em Brasília. Na mais recente, eles estiveram com o ministro da Economia, Paulo Guedes, que prometeu acionar a Receita Federal para investigar a atuação das associações de proteção veicular. “Alertamos o ministro que esse segmento tem crescido muito e ocupado lugar importante na economia, sem recolher tributos ou constituir reservas para garantir o cumprimento de suas obrigações junto aos consumidores. Não há um compromisso com a sociedade, com o cidadão ou com o Estado. Não pagam sinistros. Enfim, é um mercado que atua totalmente a margem da lei”, salientou Armando Vergilio.

Prêmio Longevidade da Bradesco Seguros traz novidades

alexandre nogueira bradesco seguros

Um em cada quatro brasileiros terá mais de 65 anos em 2060, segundo projeções do IBGE. Pode parecer um cenário distante, mas o envelhecimento dos brasileiros é um fato que, a cada ano, transforma a estrutura etária da população e demanda, de diversos setores, ações para lidar com essa nova realidade. Especialmente no campo da saúde, avanços vêm contribuindo para a melhoria da qualidade de vida das pessoas com mais idade e, consequentemente, para o prolongamento de sua vida produtiva, o que modifica o perfil da força de trabalho e o modo como o envelhecimento é visto pela sociedade.

Desde 2011, o  Grupo Bradesco Seguros  promove os  Prêmios Longevidade Bradesco Seguros,  consolidados como uma das mais relevantes iniciativas voltadas à reflexão, difusão e discussão do tema em âmbito nacional. Em 2019, o Prêmio chega à sua nona edição com duas grandes novidades que pretendem ampliar o espectro de visibilidade e engajar uma quantidade cada vez maior e mais diversa de participantes. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas até 6/9/2019 pelo portal.

Este ano, o  Prêmio  Jornalismo aumenta para cinco as duas categorias anteriores – Impresso e Eletrônico –, que foram desdobradas em Jornal Impresso, Revista Impressa, TV, Rádio e Web. Já o Prêmio Histórias de Vida aposta na força da imagem e acrescenta, à categoria Texto, a Fotografia, dirigida a todos os públicos. Voltado à comunidade acadêmica, o Prêmio Pesquisa em Longevidade mantém as categorias Geriatria e Gerontologia.

– A evolução da discussão sobre o tema nos motivou a realizar mudanças para estimular, de maneira ainda mais consistente, a produção de trabalhos que reflitam a importância e os impactos da longevidade nas diferentes esferas da vida – destaca Alexandre Nogueira, diretor do Grupo Bradesco Seguros.

Desde a primeira edição, os Prêmios Longevidade Bradesco Seguros contam com a consultoria do médico e pesquisador em saúde pública Alexandre Kalache, ex-diretor do Departamento de Envelhecimento e Saúde da Organização Mundial da Saúde (OMS) e uma das maiores autoridades internacionais em gerontologia.

Os dois primeiros colocados em cada uma das categorias dos três Prêmios Longevidade receberão a premiação, além de troféus e certificados. A cerimônia de entrega ocorrerá durante o XIV Fórum da Longevidade Bradesco Seguros, que reunirá especialistas e convidados nacionais e internacionais em 12 de novembro de 2019, na cidade de São Paulo. 

Os Prêmios Longevidade fazem parte de um conjunto de ações mais abrangentes desenvolvidas pelo Grupo Bradesco Seguros desde 2006, com o intuito de difundir a importância de conquistar um envelhecimento ativo e saudável.

Além do Fórum da Longevidade, as iniciativas incluem o Circuito da Longevidade, que já reuniu, desde 2007, mais de 450 mil participantes, em corridas e caminhadas nas principais cidades do país; o  Programa Porteiro Amigo do Idoso, lançado em 2010 para capacitar porteiros a oferecer melhores serviços aos idosos, e que já treinou mais de 3,5 mil profissionais em bairros de Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo; o movimento Conviva, que visa a incentivar a convivência harmoniosa entre ciclistas, motociclistas, motoristas e pedestres, englobando, entre outras ações, a Ciclo Faixa de Lazer de São Paulo; e o Programa Juntos pela Saúde, conjunto de ações lançado em 2006 com o objetivo de estimular ações de promoção da saúde.

PRÊMIOS E CATEGORIAS

Prêmio Longevidade de Jornalismo

Em reconhecimento à importância da imprensa como formadora de opinião e difusora de conhecimento, a premiação busca estimular a elaboração de trabalhos jornalísticos que tratem o tema da longevidade com criatividade, contemplando cinco categorias: “Jornal Impresso”, “Revista Impressa”, “TV”, “Rádio” e “Web”. Estão habilitados a concorrer matérias, artigos ou outros trabalhos de cunho jornalístico veiculados no período de 9/10/2018 a 6/9/2019. Os vencedores em primeiro e segundo lugares de cada categoria receberão troféus, certificados e prêmios nos valores de R$ 10 mil e R$ 5 mil, respectivamente (a serem pagos mediante carga inicial e única em cartão de débito nominal ao premiado, sem função de saque, para aquisição de produtos ou serviços).

Prêmio Longevidade Histórias de Vida

Aberto à participação de maiores de 18 anos de idade, tem como principal objetivo reconhecer e estimular a transmissão de conhecimento entre gerações, incentivando o relato de histórias e a produção de imagens que, de alguma forma, contribuam para sensibilizar as pessoas e disseminar o conceito de longevidade com qualidade de vida e bem-estar. Este ano, apostando na força da imagem, foi incluída a categoria Fotografia. O primeiro e o segundo lugares de cada categoria receberão troféus, certificados e prêmios nos valores de R$ 5 mil e R$ 3 mil, respectivamente (a serem pagos mediante carga inicial e única em cartão de débito nominal ao premiado, sem função de saque, para aquisição de produtos ou serviços).

Prêmio Pesquisa em Longevidade

Direcionado à comunidade acadêmica, é composto pelas modalidades “Geriatria” e “Gerontologia”. Somente estão habilitados a concorrer projetos de pesquisa desenvolvidos no âmbito acadêmico e aprovados no período de 31/8/2009 a 6/9/2019 e que remetam ao tema longevidade no sentido amplo. Os vencedores em primeiro e segundo lugares de cada categoria receberão troféus, certificados e prêmios nos valores de R$ 10 mil e R$ 5 mil, respectivamente (a serem pagos mediante carga inicial e única em cartão de débito nominal ao premiado, sem função de saque, para aquisição de produtos ou serviços).

Em recuperação judicial, Odebrecht tem R$ 5 bi em apólices de seguros no Brasil, informa Agência Estado

odebrecht seguros

Fonte: Agência Estado

A Agência Estado informa que a exposição do mercado de seguros brasileiros à Odebrecht, que deu início na terça-feira, 18, ao maior processo de recuperação judicial do País, é de quase R$ 5 bilhões, conforme dados da lista de credores da holding, compilados pelo Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado. Dentre as companhias responsáveis pelas maiores cifras, estão nomes como os das americanas Chubb Seguros, AIG, Liberty Seguros e o da brasileira JMalucelli (atual Junto Seguros) de um total de 16 companhias inseridas no processo do grupo.

Na lista de credores, os contratos são mencionados apenas como seguros de garantia e classificados como quirografários, ou seja, sem garantias. Na prática, porém, abrangem diferentes modalidades como a de performance, que garante a entrega de obras em andamento e que responde pela maioria dos contratos, e o judicial, que protege o grupo de ações na Justiça.

Como a maior parte das apólices listadas é em dólar, foi considerado câmbio a R$ 3,85. Além disso, companhias do mesmo conglomerado no Brasil foram unificadas. É o caso da Chubb Seguros, antiga Ace e que no passado adquiriu a carteira de seguros de grandes riscos do Itaú Unibanco.

O grande número de seguradoras listadas no processo de recuperação judicial da Odebrecht é explicado, conforme fontes, justamente pelo fato de o seguro de garantia para obras envolver montantes elevados e que tradicionalmente são divididos em um pool de companhias, reduzindo o risco das mesmas.

Causou surpresa a vários players do mercado, porém, o fato de os grupos seguradores também integrarem o grupo de credores da holding uma vez que a maioria das apólices estão vigentes e não geraram sinistro ao menos até aqui.

A exceção, conforme fonte de mercado, é um contrato de seguros de US$ 131,334 milhões com a Chubb Seguros no Peru, que já estava sendo tratado antes do pedido de recuperação judicial da holding. Há até mesmo apólices cuja vigência já expirou.

No caso da seguradora Austral, controlada pela Vinci Partners, a maior parte dos contratos citados na lista de credores da Odebrecht, que totalizam quase R$ 200 milhões, já venceram, conforme apurou o Broadcast. A maior delas, de mais de US$ 25 milhões, teria sido rescindida, segundo uma fonte, uma vez que o projeto segurado foi cancelado.

Mas a estratégia da Odebrecht e seus assessores, o escritório E.Munhoz e a RK Partners, de incluir seguradoras em casos de recuperação judicial não é nova e já ocorreu em outras ocasiões como nos processos da OAS e da PDG. Na ocasião, lembra uma fonte, as companhias recorreram à Justiça para serem retiradas uma vez que não figuravam como credoras das empresas envolvidas.

“Agora, novamente, as seguradoras devem questionar na Justiça a retirada do processo uma vez que não são credoras da Odebrecht”, explica um advogado, especialista em seguros, na condição de anonimato. Outra fonte adverte que somente podem seguir esse caminho as seguradoras que não têm sinistro com a holding.

A inclusão das seguradoras no processo de recuperação judicial da Odebrecht divide opiniões entre executivos do mercado ouvidos pelo Broadcast. Tanto é que algumas seguradoras têm procurado os assessores da Odebrecht para marcar reuniões para entender os motivos de terem sido inseridas na lista de credores. A explicação, segundo uma fonte, é a de que as apólices representam um contrato de contragarantia que dá direito à companhia de seguros executar a Odebrecht e, por isso, faria sentido a inclusão na lista de credores.

No entanto, as empresas operacionais do grupo não entraram no pedido de recuperação judicial e, ao menos por ora, não há expectativa de sinistros, o que, na prática, dispensa a inserção das seguradoras no processo.

Para o presidente de uma das seguradoras que integra a lista de credores da holding, a reestruturação da Odebrecht na Justiça pode ajudar a companhia a gerar mais caixa uma vez que deixará de arcar com diversas despesas como juros dos empréstimos, por exemplo, por 60 dias tendo mais folga no orçamento para cumprir os projetos em andamento. Sob esta ótica, diz, o risco de sinistro se reduz.

“A recuperação judicial para seguradoras de garantia performance é um ponto positivo porque pode sobrar mais caixa para a Odebrecht tocar as obras”, diz.

Por outro lado, acrescenta um executivo de mercado, o pedido de recuperação judicial da Odebrecht pode servir de “teste de fogo” para o mercado de seguro garantia de obras caso o grupo e suas respectivas empresas passem a ter maior dificuldades para concluir os contratos em andamento. “Se o grupo começa a ter dificuldade de entregar as obras pode disparar sinistros e aí gente nunca sabe onde o trem vai parar”, alerta.

A maioria das apólices contam, contudo, com respaldo do resseguro, popularmente conhecido como o seguro das seguradoras. Isso porque as cifras envolvidas em apólices de garantia além de elevadas são consideradas de “cauda longa” – do inglês long tail, ou seja, que podem gerar sinistros após muitos anos, fora da vigência das apólices.

Esse foi o motivo, inclusive, que fez o líder do mercado de resseguros no País, o IRB Brasil Re, diminuir seu apetite no segmento. Questionada pelo Broadcast sobre sua exposição no caso Odebrecht, a companhia informa que o segmento de “garantia” não é foco da atuação da companhia desde 2014, uma vez que tem características de “long tail” e, portanto, não se amolda ao planejamento estratégico da empresa.

Resseguradoras

O presidente de uma resseguradora com exposição à Odebrecht diz que ainda é um pouco cedo para saber como o pedido de recuperação judicial da holding vai afetar o mercado, mas que o movimento já era aguardo pelos resseguradores. “As seguradoras têm uma noção mais precisa do risco atual. A informação demora um pouco para chegar nas resseguradoras”, afirma ele, acrescentando que a análise tem de ser feita contrato a contrato.

Além das apólices com seguradoras estabelecidas no Brasil, o grupo Odebrecht possui apólices de seguro garantia com companhias do Peru, Bogotá (Colômbia), Argentina, México, dentre outros players internacionais que também somam montantes elevados em importância segurada para fazer frente às obras e projetos fora do território brasileiro. A exposição da suíça Zurich à Odebrecht, por exemplo, sobe de menos de R$ 5 milhões para R$ 53,143 milhões, considerando apólices emitidas pela Zurich Argentina e a Zurich Insurance. Apesar do montante ser pequeno, a companhia é a que detém o maior número de contratos, com mais de 70 apólices incluídas na lista de credores da Odebrecht.

Também integra a lista de credores do grupo a sua própria corretora de seguros, com mais de R$ 1 milhão a receber. Procuradas, as seguradoras mencionadas não comentaram. A Odebrecht não se pronunciou. A Berkley informou que está “apurando os valores por isso não irá se posicionar neste momento”.

Zurich é a seguradora da 23ª Parada do Orgulho LGBT de SP

Parada Gay Zurich

A Zurich será a seguradora oficial da 23ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, considerada a maior do mundo. O evento, que acontece no próximo domingo, 23 de junho, na Av. Paulista, com expectativa de atrair mais de 3 milhões de pessoas, terá cobertura de Responsabilidade Civil Geral da Zurich.

“Para nós, da Zurich, é muito gratificante ser a seguradora da maior Parada do Orgulho LGBT do mundo. A parceria reforça o nosso comprometimento com a diversidade, respeito aos Direitos Humanos e a promoção de uma sociedade cada vez mais inclusiva”, comenta Edson Franco, CEO da companhia no Brasil.

As práticas da Zurich para os assuntos de Diversidade crescem ano após ano. “Hoje, temos dez compromissos públicos assinados em prol dessa temática, em linha com o Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+, e as certificações EDGE (Economic Dividend for Gender Equality) e Stonewall Top Global Employers 2018. Buscamos promover um ambiente de trabalho mais igualitário e sem preconceitos. Somos, inclusive, reconhecidos como uma marca amiga e empregadora LGBTI+”, acrescenta John Liu, Diretor Executivo de Investimentos da seguradora e sponsor do Pride, grupo criado pela Zurich para desenvolver discussões sobre temas como respeito, aceitação e inclusão dentro do universo LGBTI+.

A Zurich também participou, como empresa amiga, de Paradas do Orgulho LGBT em outros países, nas cidades de Zurique, Chicago, Milão, Londres e Tóquio, entre outras.

19 trios e atrações diversas

A organização da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo espera um público de mais de 3 milhões de pessoas para a 23ª edição do evento. Serão 19 trios elétricos, um a mais que o ano passado, com atrações como a ex-Spice Girl Mel C, Iza, Luisa Sonza, Gloria Groove, Aretuza Love, Lexa, Mc Pocahontas e outros. O tema deste ano são os “50 anos de Stonewall”, um conflito entre a polícia e o movimento LGBTI+ que aconteceu em 1969, no bar Stonewall Inn, em Nova Iorque, nos Estados Unidos, e foi um marco para o ativismo pelos direitos da comunidade.