IRB fará oferta de ações de R$ 8,5 bi para saída do BB e da União

O  IRB Brasil Re divulgou ontem fato relevante no qual anuncia oferta de ações subsequente ( follow on) para dar saída à União e ao Banco do Brasil. Segundo fato relevante, a precificação da oferta secundária, com esforços restritos, acontecerá na próxima quinta-feira, dia 18. As ações que são objeto do follow on começarão a ser negociadas em 22 de julho. Reportagem divulgada pela Agência Estado informa que a operação tem potencial para atingir cerca de R$ 8,5 bilhões. Nessa conta, a fatia do BB vale R$ 4,787 bilhões, e a da União, R$ 3,685 bilhões.

O lançamento da oferta, o segundo no ano com ações do IRB, foi possível após mudanças regulatórias que permitiram que o ressegurador se tornasse uma empresa com controle pulverizado (corporation) como B3 e Renner. Com a saída de BB e União do bloco de controle, a governança da companhia será revista com a dissolução do acordo de acionistas, traz a Agência Estado.

Itaú Unibanco e Bradesco concordaram em permanecer com suas participações no ressegurador. Se comprometeram a não se desfazerem de suas ações pelos próximos 180 dias após a oferta, período conhecido como lockup, informa a reportagem. Apesar de terem preferência em comprar as fatias da União e do BB, os sócios privados não tiveram interesse em ampliar suas participações no IRB.

O ressegurador é controlado pela União (11,7%) juntamente com Itaú Unibanco (11,1%), Bradesco (15,2%) e Banco do Brasil, por meio da sua holding de seguros, a BB Seguridade, com 15,2%, além do Fundo Barcelona, administrado pela Caixa Econômica Federal e com 3,0%.

No acumulado de 2019, os papéis do IRB acumulam alta de 24,4%.

Previdência: Câmara aprova idade mínima por 379 a 131 votos

A reforma da Previdência foi aprovada ontem à noite em primeiro turno na Câmara dos Deputados, com 379 votos a favor e 131 contra. O resultado superou por larga margem o mínimo exigido de 308 votos. Os parlamentares ainda precisam analisar 15 destaques apresentados pelos partidos para tentar alterar pontos específicos da proposta, o que deve ocorrer hoje. São votações feitas à parte sobre alguns trechos do projeto.

Um primeiro destaque que tentava abrandar mudanças para os professores foi rejeitado ontem. Após o plenário decidir sobre as emendas e destaques apresentados, Rodrigo Maia, presidente da Câmara, pode dar início à votação de segundo turno da reforma. Se aprovado novamente, o texto segue então para apreciação do Senado. 

A aprovação das novas regras da aposentadoria no primeiro turno de votação é creditada a Maia, que sai consagrado como um dos maiores políticos do país. Reeleito para o comando da Câmara em janeiro com 334 votos, ele ampliou a sua base na Casa com este resultado, destaca o Valor. Maia disse que está na hora de o Congresso recuperar seu protagonismo , sem tirar as prerrogativas do presidente da República. 

No fechamento do mercado ontem, a Bolsa brasileira bateu recorde de pontos, com alta de 1,23%. O dólar recuou para R$ 3,759, menor patamar desde fevereiro. Foi uma reação favorável de agentes do mercado financeiro e investidores pela perspectiva de aprovação da reforma da Previdência.

Programa Recomeço qualifica beneficiários do Seguro DPVAT em São Paulo

Fonte: Seguradora Líder

Após a turma-piloto no Rio de Janeiro, a Seguradora Líder, por meio do Programa Recomeço, promoveu a segunda fase da qualificação profissional de beneficiários do Seguro DPVAT, em São Paulo. Entre os dias 03 de junho e 05 de julho, os selecionados participaram do curso gratuito ministrado na Escola Nacional de Seguros (ENS).

A formação incluiu temas como atendimento ao cliente; conceitos básicos de seguros; língua portuguesa; orientação profissional; matemática financeira; rotinas administrativas e informação básica.

“Esse Programa é motivo de orgulho para todos nós, da Seguradora Líder. Finalizar mais uma turma, dessa vez em São Paulo, e saber que estamos contribuindo para uma ótima oportunidade de recomeço para todos eles, é incrível!”, afirmou Cinthia Zanotelli, Gerente de Gestão de Talentos.

O Programa Recomeço conta com uma Plataforma Digital, disponível em www.seguradoralider.com.br/recomeco, que permite a disponibilização de vagas pelas empresas parceiras e o cadastramento dos beneficiários do Seguro DPVAT interessados em uma oportunidade. Até o momento, há 32 empresas cadastradas no Programa e mais de 250 beneficiários com currículo ativo na plataforma virtual do Recomeço. Para recrutar os candidatos que integram o Programa, as empresas devem enviar um e-mail para recomeco@seguradoralider.com.br, manifestando o desejo de se tornar parceira.

Depois de sofrer um acidente de moto e ficar com sequelas neurológicas, Ana Claudia do Nascimento Marchi relata a dificuldade de conseguir uma nova oportunidade no mercado de trabalho, mas afirma que a experiência na qualificação é um marco em sua vida. “É um recomeço mesmo! O aprendizado e o conhecimento são importantes. Mas o saber que alguém se importa vale muito, muito mais!”.

Itaú e Bradesco formalizam permanência no IRB Brasil Re, informa Agência Estado

A Agência Estado informa que o Itaú Unibanco e o Bradesco formalizaram a intenção de não se desfazerem de suas fatias no ressegurador IRB Brasil Re na oferta que dará saída à União e ao Banco do Brasil. Um comunicado ao mercado sobre a decisão de Itaú e Bradesco deve ser divulgado na noite de hoje.

Os sócios do IRB negociam um período de lockup, que proíbe acionistas e administradores a venderem ações, após a oferta da União e do Banco do Brasil. O potencial é de cerca de R$ 8 bilhões e a operação é esperada ainda para julho se o processo não atrasar. O prazo do lockup pode ser de 180 dias, período tradicional e o mais provável, a 2 anos, traz a nota.

O IRB é controlado pela União (11,7%), Itaú Unibanco detém 11,1%, Bradesco, 15,2%, BB, 15,2%, e o Fundo Barcelona, administrado pela Caixa Econômica Federal e com 3%. Com a saída de BB e União do bloco de controle e as recentes mudanças regulatórias, que permitiram ao ressegurador se tornar uma empresa de capital pulverizado, a governança do IRB será ajustada e o acordo de acionistas dissolvido. Procurados, Bradesco, Itaú e IRB não comentaram informa a Agência Estado.

Lei que cria a Autoridade Nacional de Proteção de Dados é publicada com vetos

Fonte: Agência Brasil.

Foi publicada nesta terça-feira (9/7) a Lei 13.853, que cria a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), órgão federal que vai editar normas e fiscalizar procedimentos sobre proteção de dados pessoais. A lei tem origem na Medida Provisória 869/2018 e foi sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro com nove vetos.

Editada no final do ano passado pelo então presidente Michel Temer, a MP 869 altera a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD, Lei 13.709, de 2018), norma que regulamentou a forma como as organizações (empresas, bancos, órgãos públicos e outros) utilizam os dados pessoais. A MP foi aprovada em maio pela Câmara e pelo Senado, e saiu com diversas modificações em relação à redação original.

Atuação
De acordo com a nova lei, entre as competências da ANPD estão zelar pela proteção dos dados pessoais, elaborar diretrizes para a Política Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade e aplicar sanções em caso de tratamento de dados feito de forma irregular.

A ANPD terá natureza transitória, podendo ser transformada em autarquia vinculada à Presidência da República após dois anos, a critério do governo. O novo órgão terá a seguinte estrutura organizacional: Conselho Diretor (órgão máximo de direção), Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade, Corregedoria, Ouvidoria, órgão de assessoramento jurídico próprio e unidades administrativas necessárias à aplicação da lei. A ANPD será formada por diretores que serão nomeados para mandatos fixos.

O Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade será composto de 23 representantes, titulares e suplentes, de órgãos públicos e da sociedade civil.

Vetos
Todos os itens vetados haviam sido incluídos pelos parlamentares. Bolsonaro barrou o dispositivo que permitia à ANPD cobrar taxas por serviços prestados. A alegação do presidente foi de que, devido à natureza jurídica transitória da Autoridade, não seria cabível a cobrança de taxas. Com isso, o órgão terá como principal fonte de sustento o Orçamento da União.

Outro veto importante foi sobre o dispositivo que proibia o poder público de compartilhar, com outros órgãos públicos ou com pessoas jurídicas de direito privado, os dados pessoais de requerentes que utilizaram a Lei de Acesso à Informação (Lei 12.527, de 2011). Bolsonaro alegou que a medida afetaria “diversas atividades e políticas públicas”. Ele deu como exemplo o banco de dados da Previdência Social, que é construído com informações pessoas compartilhadas de outros órgãos.

Também foram vetados os dispositivos que ampliavam o rol de sanções administrativas aplicadas pela autoridade nacional. O Congresso aprovou três novos tipos de punição: suspensão parcial do funcionamento do banco de dados por seis meses, suspensão do exercício da atividade de tratamento dos dados pessoais também por até seis meses, e proibição parcial ou total do exercício de atividades relacionadas a tratamento de dados.

Bolsonaro afirmou que as novas sanções impossibilitariam o funcionamento de bancos de dados essenciais a diversas atividades públicas e privadas, como os utilizados por instituições financeiras. Atualmente a LGPD prevê, como sanção administrativa, advertência e multa de até 2% do faturamento da organização.

Os nove vetos serão analisados agora em sessão do Congresso. São necessários os votos de pelo menos 257 deputados e 41 senadores para derrubar um veto presidencial. 

O que as seguradoras já podem fazer para se adequar à LGPD?

O escritório Mattos Filho preparou uma lista de prioridades sobre o que as seguradoras já podem fazer para se adequar à Lei Geral de Proteção de Dados, a LGPD. Veja abaixo:

O que as seguradoras já podem fazer para se adequar à LGPD?

Após a aprovação pelo Congresso da MP 869, que cria a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) —, as seguradoras já têm sinal verde para desenvolver medidas que atendam às novas regras. Para o mercado de seguros, as mudanças prometem impactar não só a precificação dos serviços, mas também a estrutura corporativa, já que uma das medidas de adequação prevê um plano de resposta a incidentes de segurança, o que deverá exigir das seguradoras o investimento em uma equipe especializada, com peritos e consultores de tecnologia, para garantir a proteção de dados por meio do servidor.

Quais os desafios para o mercado segurador?

Diante das restrições com relação ao acesso de banco de dados, as empresas de seguros terão como desafio estabelecer alternativas para mapear os seus clientes. Neste sentido, por exemplo, as companhias que lidam com seguros massificados (vida e auto), e utilizam constantemente as bases externas de dados (“data analytics”) — fator que será revisto pelas novas regras da LGPD — precisarão encontrar mecanismos para elaborar o perfil de seus futuros e atuais consumidores respeitando os seus direitos como titulares destes dados. Neste cenário, uma medida que já pode ser implantada proativamente pelas seguradoras é a revisão de seus bancos de dados. Dessa forma, é possível checar, com base na lei, se as informações dos clientes inseridas no sistema da seguradora condizem com as regras estabelecidas pela LGPD conforme alterações pela MP 869.

Veja a íntegra das novas regras que vão impactar em seguros:

Guarda de dados pessoas para cotações não convertidas em apólices: os dados inseridos pelo cliente no momento de uma cotação de seguro, como de automóvel, por exemplo, sem efetivação do contrato, não poderão mais ser utilizados pela seguradora. Atualmente, as empresas utilizam essas informações para criar um “pré-perfil” do cliente e agilizar possíveis contratações no futuro, mantendo seus dados no banco de dados da companhia sem que tenham apólice vigente para aquele indivíduo.

Solicitação de dados em excesso à precificação do risco: Este é um dos grandes questionamentos do mercado de seguros, pois, atualmente, as seguradores utilizam massivamente os dados coletados por aplicativos e fontes públicas (Uber, Waze, Instagram, Serasa, Boa Vista, justiça e afins) por meio de empresas de enriquecimento de dados, para criar um perfil de risco do cliente. Com as novas regras, esse método precisará ser revisto e a forma como as seguradoras acessarão esse banco de dados externo deverá ser alterado.

Falta de procedimentos para exclusão de dados pessoais: Se o cliente fez um seguro em uma empresa, e este não está mais ativo (em casos, por exemplo, de cancelamento da apólice), a seguradora continua com o histórico arquivado. Pelas novas regras, isso também será revisto, com a exclusão dos dados após os prazos regulamentares.

Compartilhamento/ armazenamento de dados pessoais para prospecção em outros ramos de negócio da companhia: táticas de promoção de outros produtos de seguro e assistência deverão ser revisitadas.

Enriquecimento de dados pessoais com outros bancos de dados: Quanto mais as seguradoras investem em informações do cliente por meio de banco de dados externo, mais rápida é a reposta de uma cotação de seguro, o que permite, atualmente, a compra de forma de maneira mais ágil. Com a mudança na LGPD, esse processo será alterado, podendo, inclusive, impactar na precificação de serviços. O que se discute é a viabilidade do acesso a esse banco de dados externo sob a nova norma e o tipo de mudança que deverá ser feita para que esse tipo de compartilhamento de dados continue.

Mapeamento dos fluxos de dados pessoais: Como regra, os fluxos de dados dentro das companhias seguradoras, parceiros e corretores seguem hoje uma trilha definida de acordo com os sistemas de infraestrutura e tecnologia sob os quais operam. Não há, necessariamente, um fluxo definido de por onde ou por quem este dado passa, seus acessos e propósitos. Como a LGPD e a ANPD preveem a fiscalização e responsabilização por tal monitoramento (na pessoa do encarregado), as companhias deverão estabelecer uma política interna sobre isso.

Consulta para troca de plano de saúde por meio da portabilidade de carências cresce 858%

ans portabilidade

Desde que as novas regras para trocar de plano de saúde sem cumprir novos períodos de carências entraram em vigor, há um mês, houve um aumento expressivo na busca por informações para realização da portabilidade. De acordo com dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o número de protocolos emitidos diariamente através do Guia ANS de Planos de Saúde aumentou 858% em junho, na comparação ao mês anterior. O crescimento se deve, principalmente, à ampliação da portabilidade para os beneficiários de planos coletivos empresariais e ao fim da chamada “janela” – que restringia o pedido de portabilidade a um período de quatro meses ao ano.

Quando um consumidor utiliza o Guia ANS para pesquisar planos de saúde compatíveis para realizar a portabilidade de carências, a ferramenta disponibiliza relatórios e emite um número de protocolo que permite que o consumidor e a própria operadora do plano consultem as informações dos planos selecionados. A portabilidade de carências contribui para aumentar o poder de decisão do consumidor e estimular a concorrência no mercado.

Evolução da média diária de Protocolos de Portabilidade

Reforma precisa de 308 votos na Câmara para seguir ao Senado

Por 36 votos a 13, a comissão especial da Câmara aprovou ontem o texto do relator Samuel Moreira sobre a reforma da Previdência. A votação da proposta durou 16 horas, devolvendo ao setor rural um benefício tributário que retira R$ 83,9 bilhões da economia esperada de R$ 1,071 trilhão. Agora, em dez anos, a proposta, se aprovada, economiza R$ 987,5 bilhões. 

A proposta de emenda à Constituição (PEC) segue para o plenário da Câmara, onde terá de passar por dois turnos de votação e necessitará do apoio de ao menos 308 dos 513 deputados. Se aprovada, vai para o Senado. O relator Moreira defendeu a necessidade de inclusão dos Estados e municípios. “A meu ver, nós precisamos lutar para que Estados e municípios entrem na reforma ainda”, disse na Câmara.

O texto propõe que os homens só poderão se aposentar aos 65 anos e as mulheres, aos 62 anos, com um tempo mínimo de contribuição, de 20 anos (homens) e 15 anos (mulheres). Em pensão por morte, o relator manteve a proposta do governo: tanto para trabalhadores do setor privado quanto do serviço público, o benefício passa a 60% do valor mais 10% por dependente adicional. O texto garante um benefício de pelo menos um salário mínimo nos casos em que o beneficiário não tenha outra fonte de renda. 

A Agência Câmara divulgou uma arte simples que mostra as mudancas.

Lider Seguradora amplia programas de qualificação da equipe com foco no cliente

Fonte: Seguradora Líder

Com foco em capacitação e reconhecimento, estímulo à troca de conhecimento e à excelência nas entregas, a Seguradora Líder investe em iniciativas focadas em suas equipes. Até o próximo dia 12 de julho, todos os colaboradores da companhia passarão pela Avaliação de Competências que, em 2019, foi revisada e passa a ser semestral.

Os novos critérios de avaliação dão destaque a atitudes do dia a dia que representam a essência da Seguradora Líder, como olhar para o cliente e comunicar com eficiência. Além da avaliação semestral de competências, desde o ano passado, a companhia implementou uma avaliação de desempenho baseada no estabelecimento de metas para cada colaborador.

Outra importante iniciativa é o ColaboraLíder, que coloca as equipes da Seguradora Líder como protagonistas do compartilhamento de informações e experiências. São ciclos de workshops e encontros entre as equipes para fomentar o compartilhamento do conhecimento no ambiente interno e o empregado ser o multiplicador de suas expertises e atualizações de suas áreas. No ciclo do mês de julho, a comunicação no ambiente corporativo, abordando apresentações orais, escritas e dicas sobre o uso da língua portuguesa, e o curso de Excel Intermediário foram o destaque da ação que já treinou mais de 20 pessoas.

Além do empoderamento das equipes, a Seguradora Líder também promoveu um Programa de Desenvolvimento da Liderança, entre os meses de fevereiro e junho, para os seus gerentes e coordenadores. Com mais de 25 anos no mercado, sólida experiência e atuando em grandes seguradoras, a Consultoria Ornellas foi a parceira da companhia nesta iniciativa.

O Programa começou no final de fevereiro e contemplou seis módulos, concluídos no final de junho. Ao todo, 52 líderes foram convidados a participar do treinamento, divididos em duas turmas, que teve 48 horas de aula para cada uma, com temas como “As transformações, inovação e os desafios da Liderança para o futuro”; “Autoconhecimento e Desenvolvimento de Equipe”; “Estratégia, Cultura e papel do Líder; entre outros.

A próxima edição do programa acontecerá, ainda este ano, para o público de superintendentes e diretores.

As 15 maiores seguradoras da Europa

previdencia portabilidade

A AXA segue na liderança do ranking das maiores seguradoras europeias produzido pela Fundación Mapfre, com prêmios de 96,309 bilhões de euros em 2018, avanço de 4,6% em relação ao ano anterior. Os 15 principais grupos europeus de seguros emitiram 584,6 bilhões de euros em prêmios, 1,6% a mais do que no ano anterior, mas em um contexto de alta taxa de acidentes catastróficos pelo segundo ano consecutivo. Veja o ranking: