Lei que cria a Autoridade Nacional de Proteção de Dados é publicada com vetos

Fonte: Agência Brasil.

Foi publicada nesta terça-feira (9/7) a Lei 13.853, que cria a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), órgão federal que vai editar normas e fiscalizar procedimentos sobre proteção de dados pessoais. A lei tem origem na Medida Provisória 869/2018 e foi sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro com nove vetos.

Editada no final do ano passado pelo então presidente Michel Temer, a MP 869 altera a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD, Lei 13.709, de 2018), norma que regulamentou a forma como as organizações (empresas, bancos, órgãos públicos e outros) utilizam os dados pessoais. A MP foi aprovada em maio pela Câmara e pelo Senado, e saiu com diversas modificações em relação à redação original.

Atuação
De acordo com a nova lei, entre as competências da ANPD estão zelar pela proteção dos dados pessoais, elaborar diretrizes para a Política Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade e aplicar sanções em caso de tratamento de dados feito de forma irregular.

A ANPD terá natureza transitória, podendo ser transformada em autarquia vinculada à Presidência da República após dois anos, a critério do governo. O novo órgão terá a seguinte estrutura organizacional: Conselho Diretor (órgão máximo de direção), Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade, Corregedoria, Ouvidoria, órgão de assessoramento jurídico próprio e unidades administrativas necessárias à aplicação da lei. A ANPD será formada por diretores que serão nomeados para mandatos fixos.

O Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade será composto de 23 representantes, titulares e suplentes, de órgãos públicos e da sociedade civil.

Vetos
Todos os itens vetados haviam sido incluídos pelos parlamentares. Bolsonaro barrou o dispositivo que permitia à ANPD cobrar taxas por serviços prestados. A alegação do presidente foi de que, devido à natureza jurídica transitória da Autoridade, não seria cabível a cobrança de taxas. Com isso, o órgão terá como principal fonte de sustento o Orçamento da União.

Outro veto importante foi sobre o dispositivo que proibia o poder público de compartilhar, com outros órgãos públicos ou com pessoas jurídicas de direito privado, os dados pessoais de requerentes que utilizaram a Lei de Acesso à Informação (Lei 12.527, de 2011). Bolsonaro alegou que a medida afetaria “diversas atividades e políticas públicas”. Ele deu como exemplo o banco de dados da Previdência Social, que é construído com informações pessoas compartilhadas de outros órgãos.

Também foram vetados os dispositivos que ampliavam o rol de sanções administrativas aplicadas pela autoridade nacional. O Congresso aprovou três novos tipos de punição: suspensão parcial do funcionamento do banco de dados por seis meses, suspensão do exercício da atividade de tratamento dos dados pessoais também por até seis meses, e proibição parcial ou total do exercício de atividades relacionadas a tratamento de dados.

Bolsonaro afirmou que as novas sanções impossibilitariam o funcionamento de bancos de dados essenciais a diversas atividades públicas e privadas, como os utilizados por instituições financeiras. Atualmente a LGPD prevê, como sanção administrativa, advertência e multa de até 2% do faturamento da organização.

Os nove vetos serão analisados agora em sessão do Congresso. São necessários os votos de pelo menos 257 deputados e 41 senadores para derrubar um veto presidencial. 

O que as seguradoras já podem fazer para se adequar à LGPD?

O escritório Mattos Filho preparou uma lista de prioridades sobre o que as seguradoras já podem fazer para se adequar à Lei Geral de Proteção de Dados, a LGPD. Veja abaixo:

O que as seguradoras já podem fazer para se adequar à LGPD?

Após a aprovação pelo Congresso da MP 869, que cria a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) —, as seguradoras já têm sinal verde para desenvolver medidas que atendam às novas regras. Para o mercado de seguros, as mudanças prometem impactar não só a precificação dos serviços, mas também a estrutura corporativa, já que uma das medidas de adequação prevê um plano de resposta a incidentes de segurança, o que deverá exigir das seguradoras o investimento em uma equipe especializada, com peritos e consultores de tecnologia, para garantir a proteção de dados por meio do servidor.

Quais os desafios para o mercado segurador?

Diante das restrições com relação ao acesso de banco de dados, as empresas de seguros terão como desafio estabelecer alternativas para mapear os seus clientes. Neste sentido, por exemplo, as companhias que lidam com seguros massificados (vida e auto), e utilizam constantemente as bases externas de dados (“data analytics”) — fator que será revisto pelas novas regras da LGPD — precisarão encontrar mecanismos para elaborar o perfil de seus futuros e atuais consumidores respeitando os seus direitos como titulares destes dados. Neste cenário, uma medida que já pode ser implantada proativamente pelas seguradoras é a revisão de seus bancos de dados. Dessa forma, é possível checar, com base na lei, se as informações dos clientes inseridas no sistema da seguradora condizem com as regras estabelecidas pela LGPD conforme alterações pela MP 869.

Veja a íntegra das novas regras que vão impactar em seguros:

Guarda de dados pessoas para cotações não convertidas em apólices: os dados inseridos pelo cliente no momento de uma cotação de seguro, como de automóvel, por exemplo, sem efetivação do contrato, não poderão mais ser utilizados pela seguradora. Atualmente, as empresas utilizam essas informações para criar um “pré-perfil” do cliente e agilizar possíveis contratações no futuro, mantendo seus dados no banco de dados da companhia sem que tenham apólice vigente para aquele indivíduo.

Solicitação de dados em excesso à precificação do risco: Este é um dos grandes questionamentos do mercado de seguros, pois, atualmente, as seguradores utilizam massivamente os dados coletados por aplicativos e fontes públicas (Uber, Waze, Instagram, Serasa, Boa Vista, justiça e afins) por meio de empresas de enriquecimento de dados, para criar um perfil de risco do cliente. Com as novas regras, esse método precisará ser revisto e a forma como as seguradoras acessarão esse banco de dados externo deverá ser alterado.

Falta de procedimentos para exclusão de dados pessoais: Se o cliente fez um seguro em uma empresa, e este não está mais ativo (em casos, por exemplo, de cancelamento da apólice), a seguradora continua com o histórico arquivado. Pelas novas regras, isso também será revisto, com a exclusão dos dados após os prazos regulamentares.

Compartilhamento/ armazenamento de dados pessoais para prospecção em outros ramos de negócio da companhia: táticas de promoção de outros produtos de seguro e assistência deverão ser revisitadas.

Enriquecimento de dados pessoais com outros bancos de dados: Quanto mais as seguradoras investem em informações do cliente por meio de banco de dados externo, mais rápida é a reposta de uma cotação de seguro, o que permite, atualmente, a compra de forma de maneira mais ágil. Com a mudança na LGPD, esse processo será alterado, podendo, inclusive, impactar na precificação de serviços. O que se discute é a viabilidade do acesso a esse banco de dados externo sob a nova norma e o tipo de mudança que deverá ser feita para que esse tipo de compartilhamento de dados continue.

Mapeamento dos fluxos de dados pessoais: Como regra, os fluxos de dados dentro das companhias seguradoras, parceiros e corretores seguem hoje uma trilha definida de acordo com os sistemas de infraestrutura e tecnologia sob os quais operam. Não há, necessariamente, um fluxo definido de por onde ou por quem este dado passa, seus acessos e propósitos. Como a LGPD e a ANPD preveem a fiscalização e responsabilização por tal monitoramento (na pessoa do encarregado), as companhias deverão estabelecer uma política interna sobre isso.

Consulta para troca de plano de saúde por meio da portabilidade de carências cresce 858%

ans portabilidade

Desde que as novas regras para trocar de plano de saúde sem cumprir novos períodos de carências entraram em vigor, há um mês, houve um aumento expressivo na busca por informações para realização da portabilidade. De acordo com dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o número de protocolos emitidos diariamente através do Guia ANS de Planos de Saúde aumentou 858% em junho, na comparação ao mês anterior. O crescimento se deve, principalmente, à ampliação da portabilidade para os beneficiários de planos coletivos empresariais e ao fim da chamada “janela” – que restringia o pedido de portabilidade a um período de quatro meses ao ano.

Quando um consumidor utiliza o Guia ANS para pesquisar planos de saúde compatíveis para realizar a portabilidade de carências, a ferramenta disponibiliza relatórios e emite um número de protocolo que permite que o consumidor e a própria operadora do plano consultem as informações dos planos selecionados. A portabilidade de carências contribui para aumentar o poder de decisão do consumidor e estimular a concorrência no mercado.

Evolução da média diária de Protocolos de Portabilidade

Reforma precisa de 308 votos na Câmara para seguir ao Senado

Por 36 votos a 13, a comissão especial da Câmara aprovou ontem o texto do relator Samuel Moreira sobre a reforma da Previdência. A votação da proposta durou 16 horas, devolvendo ao setor rural um benefício tributário que retira R$ 83,9 bilhões da economia esperada de R$ 1,071 trilhão. Agora, em dez anos, a proposta, se aprovada, economiza R$ 987,5 bilhões. 

A proposta de emenda à Constituição (PEC) segue para o plenário da Câmara, onde terá de passar por dois turnos de votação e necessitará do apoio de ao menos 308 dos 513 deputados. Se aprovada, vai para o Senado. O relator Moreira defendeu a necessidade de inclusão dos Estados e municípios. “A meu ver, nós precisamos lutar para que Estados e municípios entrem na reforma ainda”, disse na Câmara.

O texto propõe que os homens só poderão se aposentar aos 65 anos e as mulheres, aos 62 anos, com um tempo mínimo de contribuição, de 20 anos (homens) e 15 anos (mulheres). Em pensão por morte, o relator manteve a proposta do governo: tanto para trabalhadores do setor privado quanto do serviço público, o benefício passa a 60% do valor mais 10% por dependente adicional. O texto garante um benefício de pelo menos um salário mínimo nos casos em que o beneficiário não tenha outra fonte de renda. 

A Agência Câmara divulgou uma arte simples que mostra as mudancas.

Lider Seguradora amplia programas de qualificação da equipe com foco no cliente

Fonte: Seguradora Líder

Com foco em capacitação e reconhecimento, estímulo à troca de conhecimento e à excelência nas entregas, a Seguradora Líder investe em iniciativas focadas em suas equipes. Até o próximo dia 12 de julho, todos os colaboradores da companhia passarão pela Avaliação de Competências que, em 2019, foi revisada e passa a ser semestral.

Os novos critérios de avaliação dão destaque a atitudes do dia a dia que representam a essência da Seguradora Líder, como olhar para o cliente e comunicar com eficiência. Além da avaliação semestral de competências, desde o ano passado, a companhia implementou uma avaliação de desempenho baseada no estabelecimento de metas para cada colaborador.

Outra importante iniciativa é o ColaboraLíder, que coloca as equipes da Seguradora Líder como protagonistas do compartilhamento de informações e experiências. São ciclos de workshops e encontros entre as equipes para fomentar o compartilhamento do conhecimento no ambiente interno e o empregado ser o multiplicador de suas expertises e atualizações de suas áreas. No ciclo do mês de julho, a comunicação no ambiente corporativo, abordando apresentações orais, escritas e dicas sobre o uso da língua portuguesa, e o curso de Excel Intermediário foram o destaque da ação que já treinou mais de 20 pessoas.

Além do empoderamento das equipes, a Seguradora Líder também promoveu um Programa de Desenvolvimento da Liderança, entre os meses de fevereiro e junho, para os seus gerentes e coordenadores. Com mais de 25 anos no mercado, sólida experiência e atuando em grandes seguradoras, a Consultoria Ornellas foi a parceira da companhia nesta iniciativa.

O Programa começou no final de fevereiro e contemplou seis módulos, concluídos no final de junho. Ao todo, 52 líderes foram convidados a participar do treinamento, divididos em duas turmas, que teve 48 horas de aula para cada uma, com temas como “As transformações, inovação e os desafios da Liderança para o futuro”; “Autoconhecimento e Desenvolvimento de Equipe”; “Estratégia, Cultura e papel do Líder; entre outros.

A próxima edição do programa acontecerá, ainda este ano, para o público de superintendentes e diretores.

As 15 maiores seguradoras da Europa

previdencia portabilidade

A AXA segue na liderança do ranking das maiores seguradoras europeias produzido pela Fundación Mapfre, com prêmios de 96,309 bilhões de euros em 2018, avanço de 4,6% em relação ao ano anterior. Os 15 principais grupos europeus de seguros emitiram 584,6 bilhões de euros em prêmios, 1,6% a mais do que no ano anterior, mas em um contexto de alta taxa de acidentes catastróficos pelo segundo ano consecutivo. Veja o ranking:

Sompo Seguros tem 48 agentes de inovação

Sompo inovacao

Fonte: Sompo

A Sompo Seguros alcançou posição de destaque entre as seguradoras no levantamento realizado pela Strategy&, consultoria estratégica da PwC, para a quinta edição do anuário Valor Inovação Brasil. “Esse é o resultado da evolução de um trabalho iniciado em 2017 e que vem amadurecendo e amealhando conquistas. A aferição de parâmetros por uma consultoria independente e reconhecida no mercado nos dá a certeza de que a equipe da área e os 48 agentes de inovação da Sompo estão no caminho certo”, destaca Sven Robert Will, diretor Financeiro da Sompo Seguros. 

Apesar de estar em segundo lugar em sua categoria (Seguros e Planos de Saúde), a Sompo é a seguradora com o melhor posicionamento. “A inovação deixou de ser um diferencial para ser questão de sobrevivência para as empresas, independentemente do seu segmento de atuação. Na Sompo Seguros temos a convicção de que a inovação não é limitada a ideias, mas à concretização delas, conquistada com propósito e engajamento das pessoas e com o respaldo dos altos executivos”, considera Claudio Quaglia, gerente de Inovação da Sompo Seguros. 

O anuário foi lançado em evento, que aconteceu na noite do dia 2 de julho na capital paulista, representaram a Sompo, Sven Robert Will (Diretor Financeiro), Claudio Quaglia e Lucas Pittigliani Ferreira, respectivamente, gerente e consultor da área de Inovação da Sompo.

A área de Inovação da Sompo foi criada em 2017, quando foi desenvolvido um canal para que ideias de colaboradores pudessem ser convertidas em projetos que tivessem como objetivo criar oportunidades de negócios ou melhorar a experiência do cliente junto à seguradora. A priorização dessas ideias é definida por meio de uma plataforma que utiliza Inteligência Artificial. Essa ferramenta também é utilizada para nos apoiar no recrutamento dos agentes de inovação, que são os responsáveis por difundir a cultura e desenvolver projetos, logo depois de passarem por um treinamento específico para essa finalidade. 

O objetivo da Área de Inovação é provocar o status quo da companhia e fomentar o “mindset” de intra-empreendedorismo por todos os setores. A ideia é que a inovação permeie toda a cadeia de valor da Sompo, sem a necessidade de que o desenvolvimento de projetos diferenciados esteja “centralizado” numa única área. “Para isso, questionamos os padrões existentes, provocando as áreas a saírem de sua zona de conforto para buscarem alternativas que melhorem sua forma de atuação. Afinal, o caminho que nos trouxe até aqui não é exatamente o que nos conduzirá ao futuro”, conclui Quaglia. 

Uma das soluções desenvolvidas por meio dessa iniciativa recebeu o reconhecimento ainda no ano de criação da área de Inovação. O Sompo Equipamentos de Mobilidade foi criado a partir de uma ideia que surgiu em um workshop de Inovação e que após o mapeamento das reais necessidades de um público específico, foi desenvolvido o projeto utilizando técnicas de Empatia, Design, “Agile” e outras ferramentas que lhes são ministradas durante os treinamentos. Com isso, a Companhia lançou o Seguro Sompo Equipamentos de Mobilidade, produto inédito no Brasil que indeniza danos causados a equipamentos utilizados por Pessoas com Deficiência (PcD) ou mobilidade reduzida, tais como próteses e cadeiras de rodas. O reconhecimento veio por meio do Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros, conferido pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização-CNseg, na categoria “Produtos e Serviços”, além de um prêmio internacional.

Internacionalmente, a Sompo conta com o SOMPO Digital Lab, que são laboratórios digitais distribuídos pelos principais polos de inovação do mundo, tais como Silicon Valey (EUA), Tell Aviv (Israel), Tokio (Japão), além das áreas de Inovação das demais subsidiárias da Sompo Holdings pelo mundo.

SulAmérica sobe 45 colocações no anuário Valor Inovação Brasil

A SulAmérica foi reconhecida como uma das empresas mais inovadoras do Brasil na quinta edição do anuário “Valor Inovação Brasil”, publicado pelo jornal Valor Econômico. A companhia conquistou a 126ª posição na listagem geral, subindo 45 colocações em relação ao ano passado, e ocupa o terceiro lugar no segmento “Seguros e Planos de Saúde”.

O vice-presidente de Estratégia Digital, Advanced Analytics, Inovação e TI da SulAmérica, Cristiano Barbieri, o superintendente de Digital e Inovação, Alexandre Putini, e o gerente de Inovação e Mobile, Ricardo Prates, representaram a companhia na premiação.

A pesquisa conduzida pela consultoria Strategy&, em conjunto com o Valor Econômico e a Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras (Anpei), avalia as práticas de inovação das companhias que atuam no Brasil em diferentes atividades. A elaboração do ranking se baseia em cinco pilares: intenção de inovar, esforço para realizar a inovação, resultados obtidos, avaliação do mercado e geração de conhecimento.

A SulAmérica vem investindo fortemente em inovação tecnológica para oferecer a melhor experiência para clientes, corretores e parceiros. Nos últimos meses, foram lançadas iniciativas de destaque como o Médico em Casa, que permite agendar, via aplicativo SulAmérica Saúde, um atendimento médico em domicílio para crianças de até 12 anos e idosos a partir de 65 anos, e o Médico na Tela, por meio do qual pais e responsáveis podem agendar videochamadas com pediatras para orientações de saúde.

Venda mundial de seguro ultrapassa US$ 5 trilhões em 2018, segundo Swiss Re

vendas seguro mundo 2018

Brasil é o 16o. maior mercado em vendas de seguros no mundo; 13o. lugar em seguros gerais; 14o. lugar em seguros de vida. Ocupa a 41a. posição considerando-se as vendas sob o PIB e o 50o. lugar no ranking mundial em consumo per capita

Pela primeira vez, as vendas de seguros no mundo ultrapassaram US$ 5 trilhões em 2018. O crescimento do prêmio de vida global foi fraco, mas houve um sólido desempenho em não vida em 2018, traz o tradicional estudo divulgado pela Swiss Re.

O estudo destaca o contínuo aumento dos mercados emergentes, principalmente Ásia e China em particular, como os principais impulsionadores do crescimento da indústria. De 11% em 2018, a participação da China nos prêmios globais aumentará para 20% até 2029. A China continua no caminho de se tornar o maior mercado de seguros do mundo em meados da década de 2030. Toda a região Ásia-Pacífico será responsável por 42% dos prêmios globais até 2029.

“A perspectiva é promissora. Enquanto o crescimento econômico global está desacelerando, esperamos que a demanda por seguro se sustente nos próximos dois anos”, diz. Jerome Jean Haegeli, economista-chefe do Swiss Re Group. “Até 2029, a Ásia-Pacífico será responsável por 42% dos prêmios globais – com a previsão de participação da China em 20%”, diz Moses Ojeisekhoba, CEO da Reinsurance Swiss Re. “A importância estratégica da Ásia e da China se tornará cada vez mais eminente em todo o mundo”.

O Instituto Swiss Re prevê um crescimento global de prêmios de 3% em termos reais por ano em 2019/20, contra um cenário econômico mais lento, mas ainda assim positivo. Os prêmios do mercado avançado crescerão em 1,5% e os mercados emergentes em 7,9%. A China será o maior contribuinte, tanto na vida quanto na vida. No geral, no entanto, os mercados avançados ainda fornecerão quase metade dos prêmios adicionais em termos absolutos nos próximos dois anos.

América Latina e Caribe: recuperação lenta à frente

Segmento Vida

Em 2018, os prêmios de vida na América Latina e no Caribe registraram contração de 4,2%, após uma queda de 0,1% em 2017. A forte contração deveu-se à fraca demanda por produtos relacionados à economia no Brasil e na Colômbia. O mercado de seguros de vida no Brasil é responsável por 55% do agregado regional, e a queda na demanda pelos produtos VGBL, com seguro de vida pura compensando o crescimento positivo em produtos relacionados à mortalidade. A contração do prêmio global no Brasil foi de 7,5%. No México, os prêmios cresceram 3,5%, apesar do recente cenário econômico moderado, e o mercado argentino contraiu 11%, devido aos fortes efeitos dos altos níveis de inflação (alta de 19% em termos nominais).

Esperamos que a demanda por produtos relacionados à mortalidade permaneça forte em 2019/20, já que as economias da região continuam a melhorar. O crescimento dos produtos-tipo de poupança será prejudicado por taxas de juros historicamente baixas em alguns países, mas será apoiado em certos bolsos por mudanças específicas na política fiscal. Por exemplo, na Argentina, o governo desvelou deduções fiscais para indivíduos e empregadores, em um economia. Na Colômbia, por outro lado, novos impostos sobre o seguro de vida da legislação recentemente proposta provavelmente farão o oposto. Enquanto isso, no México, as seguradoras de vida podem se beneficiar das taxas de juros atualmente mais altas. No entanto, as medidas de austeridade do presidente Andrés Manuel López Obrador provavelmente reduzirão cerca de 2% dos prêmios do mercado de vida, já que ele reduz alguns benefícios da cobertura vitalícia para funcionários federais.

Segmento Não vida (seguros gerais) – Os prêmios não vida ficaram estáveis ​​em termos reais (0,5%) na América Latina e no Caribe, devido ao crescimento econômico mais fraco no Brasil, Argentina e México. Como tendência geral, a demanda por prêmios relacionados à saúde e medex está se fortalecendo em toda a região, enquanto as linhas de negócios de propriedades, acidentes e especialidades têm moderado.

No Brasil, o crescimento robusto no seguro automóvel voluntário foi compensado por uma queda nos volumes de prêmios obrigatórios de automóveis devido a uma diminuição da taxa regulada. No México, os prêmios não vida cresceram 3,1% em 2018, com um aumento de 6,4% em relação aos negócios de acidentes e saúde. Os resultados de subscrição no México melhoraram notavelmente em relação ao ano anterior, devido ao efeito de base dos grandes terremotos em 2017.

Na Colômbia, o crescimento dos prêmios acelerou em conjunto com a economia. Esperamos que a Colômbia continue superando os pares regionais. A lucratividade, no entanto, foi prejudicada por reclamações relacionadas à inundação na represa Hidroituango, o maior projeto hidrelétrico do país.

Esperamos que o crescimento dos prêmios não-vida retorne aos níveis históricos (perto de 3,5%) até o final de 2020, dependendo do ritmo da recuperação econômica. A demanda por seguro saúde permanecerá forte em 2019, apesar do retorno a taxas de crescimento mais moderadas no Chile e Peru (de taxas de crescimento de dois dígitos no ano passado), e acreditamos que o segmento de saúde crescerá mais rapidamente do que a maioria das linhas de negócios não-vida.

No Brasil, o crescimento será impulsionado por propriedade e especialidade, enquanto os prêmios de automóveis continuarão a ser afetados por cortes na taxa regulada. No México, o acordo comercial US-México-Canadá (USMCA) ainda não-ratificado continua a ofuscar as perspectivas de investimento, que atrasa os fluxos de entrada de IDE e os projetos de grande escala. O USMCA poderia pesar em negócios relacionados a especialidades como engenharia e seguro marítimo. Na Argentina, o ambiente de alta inflação está restringindo o crescimento dos prêmios.

Brasil é o 16o. maior mercado em vendas de seguros no mundo…
…. Brasil ocupa a 41a. posição considerando-se as vendas sob o PIB…
… o 50o. lugar no ranking mundial em consumo per capita…
….13o. lugar em seguros gerais….
… 14o. lugar em seguros de vida….

AXA faz parceria com PLL para reduzir em até 95% atendimento ao cliente de seguro celular

Fonte: AXA

A equipe de Sinistros da AXA no Brasil firmou parceria com o Grupo PLL, que possui o centro de reparos mais moderno da América Latina e homologado pelos principais fabricantes de celulares. Com isso, a companhia lança a Nova Central de Reparos, que será responsável por todas as operações envolvendo aparelhos celulares (roubo, garantia e quebra).

A novidade vai reduzir em até 95% o tempo de atendimento ao cliente: o prazo médio de reparos, desde o recebimento do produto, passa a ser de 24 horas, com entrega do produto no endereço do cliente em 4 dias, totalizando um atendimento de 5 dias. Para os casos de roubo/furto, serão 6 dias de atendimento, sendo 48h para análise dos documentos e 4 dias para a entrega do produto no endereço de cliente.

“A parceria com a AXA fecha um ciclo importante de acordos com seguradoras. Acreditamos que essa parceria, além de douradora, será essencial para ambas as empresas e, principalmente,  benéfica para os consumidores”, Lucas Linhares, Sócio diretor do Grupo PLL, que conta com uma estrutura de 2 mil m² localizada em Moema, na capital paulista. O centro de reparos atende à grande demanda de serviços vindos de clientes de São Paulo, assim como das demais unidades da PLL localizadas no Rio de Janeiro e Salvador.

“O Grupo PLL é reconhecido por sua excelência, e juntos poderemos elevar o nível de satisfação dos clientes, com agilidade e precisão de serviço. Além disso, conseguiremos elevar a rentabilidade dos produtos, com a redução dos custos médios de sinistros e de despesas”, comenta Igor Di Beo, diretor de Subscrição e Sinistros da AXA no Brasil.