SulAmérica eleva comissão de corretor em previdência

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Fonte: SulAmérica

Os corretores parceiros da SulAmérica que trabalham com produtos de Previdência da companhia poderão ganhar ainda mais em comissão até o dia 26 de dezembro. A seguradora aumentou para 2,1% o valor pago ao parceiro sobre os aportes efetuados pelos clientes.

Entre as estratégias do corretor para crescer o volume de vendas em Previdência no fim do ano, a seguradora recomenda o incentivo ao cliente para o aporte dos rendimentos extras de fim de ano, ou parte deles, além de ressaltar a importância de se garantir um futuro financeiro tranquilo.

Carta de Conjuntura: 2019 comprova resiliência do setor de seguros

Apesar de cenário econômico desfavorável, estudo realizado pelo Sindseg-SP e Sincor-SP aponta crescimento de dois dígitos do mercado de seguros

Fonte: Sincor-SP

“O mercado de seguros brasileiro tem se mostrado resistente e flexível diante do momento econômico mais complicado do País, devendo, mais uma vez, ter crescimento real de receita neste ano”, é o que diz a última edição da Carta de Conjuntura do Setor de Seguros, produzida pelo Sindicato das Empresas de Seguros e Resseguros (SindsegSP) e pelo Sindicato de Empresários e Profissionais Autônomos da Corretagem e da Distribuição de Seguros do Estado de São Paulo (Sincor-SP).

Segundo o estudo, apesar do cenário desfavorável, o mercado de seguros deve fechar 2019 em alta. Um dos destaques é o segmento de pessoas, com taxas de crescimento acima de 10% ao ano.Nos ramos típicos de seguros, como automóvel, pessoas, residencial, empresarial, entre outros, a variação acumulada foi de 8% em valores até outubro. Já na separação, os ramos elementares registraram faturamento de R$ 6,4 bilhões, influenciados pela queda da receita do DPVAT. Os seguros de pessoas conseguiram registrar faturamento de R$ 3,7 bilhões até outubro deste ano. O segmento está crescendo acima de 15% nos últimos anos, superando a taxa de inflação.

Tokio Marine cria cobertura para carregadores de carros elétricos instalados em condomínios

Modalidades Condomínio e Residencial oferecem segurança aos equipamentos contra incêndio, danos elétricos, roubo e subtração de bens

Fonte: Tokio

A Tokio Marine acaba de disponibilizar, nos produtos Tokio Marine Condomínio e Tokio Marine Residencial, novas coberturas que garantem proteção a equipamentos de recarga de bateria para carros elétricos. O novo serviço está alinhado às mais novas tendências de mobilidade e a um projeto de cidade que mira em relações de consumo mais sustentáveis. 

Segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), até outubro foram vendidos 7,43 mil modelos de automóveis híbridos ou elétricos no Brasil, ante 3,97 mil em todo o ano passado. Como consequência desse mercado em expansão, muitos prédios e condomínios residenciais já estão considerando a instalação de pontos de abastecimento desde a sua construção. A adequação também é considerada um diferencial para os condomínios já existentes, a fim de atender a uma demanda cada vez mais comum entre seus moradores. 

“Em ambos os casos, há a necessidade de um investimento relevante para a aquisição e instalação dos carregadores, que, por consequência, demandam proteção. Trata-se de um patrimônio comum dos condôminos que diferencia o empreendimento e, a longo prazo, pode trazer conforto e praticidade aos moradores”, explica Arnaldo Bechara, Diretor de Precificação e RD Massificados da Tokio Marine. 

A partir de agora, tanto as apólices vigentes quanto as novas apólices do Tokio Marine Condomínio e Tokio Marine Residencial oferecem proteção contra incêndio, danos elétricos, roubo e subtração de bens, sem nenhum custo adicional aos Segurados. “São 50 mil condomínios e 250 mil residências em nossa carteira que já podem se beneficiar com mais essa proteção”, completa Bechara. 

Uma curiosidade, que comprova a proximidade da Tokio Marine com seus Corretores e a visão da Companhia para a inovação em seus produtos, é sobre como o serviço passou a ser estudado para inclusão no portfólio da Seguradora. A ideia partiu de um Parceiro de Negócios que já atendia um condomínio com a instalação do equipamento. “Isso mostra como estamos próximos dos Corretores e das Assessorias e, de fato, o quanto levamos em consideração suas avaliações. Eles são os agentes mais próximos dos Clientes, capazes de identificar com maior facilidade as necessidades diárias que se apresentam e é nosso compromisso desenvolver soluções cada vez mais aderentes, que muitas vezes antecipam demandas futuras de mercado”, ressalta o executivo.

Beatriz Protasio é a nova Deputy Manager da divisão de riscos especiais da Liberty

Fonte: Liberty Seguros

A Liberty Mutual Insurance, junto à divisão Liberty Specialty Markets (LSM), reuniu mais de 70 pessoas durante o LSM Experience, evento no Museu da Casa Brasileira, que discutiu as principais tendências do mercado de seguros, o desenvolvimento de soluções customizadas para clientes da companhia e as novidades para os corretores parceiros.

A cerimônia contou com a presença de corretores e parceiros da companhia e teve como objetivo apresentar a nova fase da divisão de seguros especiais de Liberty, além de anunciar Beatriz Protasio como a nova Deputy Manager para a região. A divisão Liberty Specialty Markets oferece produtos de seguros e resseguros especiais e comerciais para regiões como Reino Unido, Europa, Oriente Médio, Estados Unidos, entre outras. A divisão também fornece aos corretores e segurados uma ampla gama de produtos e tem aproximadamente 1.800 funcionários em cerca de 65 escritórios.

“Nós investimos fortemente em ferramentas de auto serviços, para que os parceiros possam incorporar a tecnologia cada vez mais em suas atividades diárias”

“Atualmente, estamos vivendo um novo momento na companhia, no qual nosso foco é estar cada vez mais próximos de nossos por meio de soluções customizadas e oferecer mais agilidade e flexibilidade aos nossos parceiros”, afirma Protasio.  “Nós investimos fortemente em ferramentas de auto serviços, para que os parceiros possam incorporar a tecnologia cada vez mais em suas atividades diárias, otimizando seu trabalho e, por fim, empoderando-os a ter uma a melhor performance possível”, completa. 

Com uma ampla rede de escritórios na América do Norte, Europa, Ásia, Oceania e América Latina, a LSM possui uma equipe de subscritores de riscos em cada área de atividade, que inclui Marinha, Energia, Gestão de Crise, Responsabilidade Civil, Ambiental, portuária, Transportes, Casco, Construção, Terrorismo, D&O e E&O e Cobertura Paramétrica para Energia Sustentável. 

HDI faz parceria com a Chevrolet e dá desconto no seguro no Onix com tecnologia OnStar

29/05/18 - HDI - Fabio Leme

Fonte: HDI

A HDI Seguros está oferecendo um desconto exclusivo no seguro automotivo aos novos modelos do Onix, recém-lançados pela Chevrolet. O benefício abrange ambas as versões Hatch e Sedan (Plus e Plus Black) dos veículos, que contam com novas funcionalidades da tecnologia OnStar, que proporcionam maior segurança e uma melhor experiência de uso dos carros, tanto em movimento, quanto parados.

O benefício é válido até o dia 31 de dezembro e estão contemplados os seguintes produtos do portfólio da seguradora para o ramo automotivo: HDI Auto Perfil, HDI Fit, HDI Flex e Auto Funcional. As coberturas dos produtos protegem o veículo em sinistros que envolvem colisão, incêndio, roubo e furto, tendo como principal característica a possibilidade de adequá-las ao estilo de vida do segurado.

A atual versão da tecnologia OnStar, que equipa os novos Onix oferece funcionalidades em cinco pilares: Emergência e Segurança; Acesso Remoto; Saúde do Veículo; Comportamento de Direção; e Navegação. Na matriz de Emergência e Segurança, especificamente, o motorista conta com o resguardo das soluções Resposta Automática de Acidentes, que monitora o veículo, mesmo quando guiado por terceiros, e auxilia automaticamente o usuário em casos de acidente; e Road Service, assistência gratuita e 24 horas, que atende ao motorista em todo o Brasil e também em Argentina, Uruguai e Paraguai.

“O Onix é o carro mais vendido do mercado brasileiro há quatro anos e o dado mais recente divulgado pela Fenabrave, de novembro, mostra que o veículo registrou um volume cerca de 114% superior em vendas, em relação ao segundo colocado no período”, afirma Fábio Leme, Vice-Presidente Técnico da HDI Seguros. “Para atender de forma satisfatória esse contingente, potencializamos o custo-benefício do produto, disponibilizando aos motoristas a inteligência matemática por trás da solução”, explica o executivo.

Bradesco Seguros divulga vídeo de Natal…

Nada do que vivemos tem sentido se não tocamos o coração das pessoas. Concordo Bradesco Seguros. Temos de tocar o coração de todos… Linda mensagem de natal…

NOTA DE FALECIMENTO

Faleceu nesta madrugada o presidente do IBRACOR, Gumercindo Rocha Filho. O velório está marcado para este sábado, dia 07 de dezembro, das 08 às 12 horas, no Cemitério da Penitência (Caju) onde o corpo será cremado

FENACOR – O advogado Gumercindo Rocha Filho sempre foi uma referência para todo o mercado, com uma extensa e primorosa folha de serviços prestados à FENACOR, aos SINCORs, à ENS, em suma, a todo o mercado de seguros e, particularmente, em especial, à categoria dos Corretores de Seguros, que devem a ele algumas ações e alguns memoráveis pareceres que foram a base para relevantes conquistas no âmbito da Justiça e no Congresso Nacional. Nos últimos três anos, o “Doutor Gumercindo” – como era carinhosa e respeitosamente conhecido no mercado de seguros – vinha oferecendo o seu extremo conhecimento, sabedoria e competência profissional na presidência do IBRACOR.  Mais recentemente, comandou o processo de estruturação da entidade para a nova fase que chega com a autorregulação dos Corretores de Seguros. A diretoria, funcionários, colaboradores e amigos da FENACOR externam o seu reconhecimento e a sua eterna admiração e gratidão ao querido “Doutor Gumercindo”!

Mercosul moderniza normas sobre comércio de seguros

Os presidentes dos países-membros do Mercosul assinaram nesta quinta-feira, 5, um entendimento para modernizar normas sobre comércio de serviços de bancos e seguradoras na região. A mudança foi incluída como um anexo de Serviços Financeiros no Protocolo sobre Comércio de Serviços do bloco.

Segundo informações da agencia Estado, o entendimento estabelece o significado de termos como banco de fachada (shellbank); prevê a prestação de novos serviços financeiros; atualiza o artigo sobre medidas prudenciais para garantia da estabilidade do sistema de pagamentos; adiciona artigo sobre regulação efetiva e transparente; e prevê o processamento e transferência de dados a outro estado parte, apontou documento divulgado pelo bloco.

Banco Central inclui seguros em consulta pública para Open Banking

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O Banco Central colocou em consulta pública propostas de regulamentação do Open Banking no País, incluindo seguros, uma vez que praticamente todos os bancos vendem apólices de risco em parceria com alguma seguradora, seja ela do grupo ou independente. Além de planos de previdência e títulos de capitalização. A consulta pública termina em 30 de janeiro de 2020.

As propostas de circular e de resolução pretendem definir, entre outros aspectos, o escopo mínimo de instituições participantes e de dados e serviços abrangidos pelo Open Banking, bem como os requisitos para compartilhamento, as responsabilidades, a convenção celebrada entre os participantes e o cronograma de implementação.

O Open Banking consiste no compartilhamento padronizado de dados e serviços por meio de abertura e integração de plataformas e infraestruturas de sistemas de informação, com o uso de interface dedicada para essa finalidade, por instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central. 

Para fins do compartilhamento de dados, as instituições financeiras de maior porte, no caso aquelas que possuem porte igual ou superior a 1% do PIB ou que exerçam atividade internacional relevante, integrantes dos segmentos S1 e S2 de acordo com a regulação prudencial), estão obrigadas a participar do Open Banking. Por sua vez, as demais instituições autorizadas pelo Banco Central poderão participar, desde que tenham disponível interface dedicada para o compartilhamento na condição de instituição doadora de dados e registrem a sua participação em repositório de participantes definido na convenção pactuada entre os participantes.

“O Open Banking tem o potencial de modificar a forma como o cidadão se relaciona com o sistema financeiro e como as instituições vão se relacionar entre si. A base do modelo é a Lei Geral de Proteção de Dados, que confere a titularidade dos seus dados pessoais ao próprio cidadão. É o cidadão que escolhe para onde a informação sobre seu relacionamento com instituições financeiras vai ser direcionada”, disse o diretor de Regulação do Banco Central, Otávio Damaso, em comunicado divulgado no portal do BC. “Esse processo tem um potencial muito grande de aumentar a eficiência e a competição no sistema financeiro. Vários países ao redor do mundo estão implementando o Open Banking, mas hoje o modelo brasileiro é o que propõe o escopo mais abrangente de dados e serviços”, completou.

O que é Open Banking? – Assista aqui ao vídeo

Entre outras aplicações práticas, o Open Banking favorece o surgimento de modelos de negócios que facilitam a comparação entre produtos e serviços disponíveis no sistema financeiro, contribuindo para criar um ambiente mais competitivo e eficiente na oferta de serviços financeiras, inclusive operações de crédito e de pagamento.  No modelo de Open Banking, as informações são compartilhadas por meio eletrônico, de forma segura, ágil, precisa e conveniente, observando, entre outros, requisitos de transparência e de prévio consentimento do cliente.

No Brasil, a implantação do modelo será feita em quatro etapas:

1. Compartilhamento de dados de produtos e serviços oferecidos pelas instituições financeiras:  as instituições participantes do Open Banking deverão compartilhar informações sobre canais de acesso e as características de seus produtos e serviços relacionados a contas de depósitos ou de pagamentos, bem como de operações de crédito, a exemplo de seus preços e público-alvo. Dessa forma, uma instituição pode agregar essas informações e prestar um serviço de assessoramento para o consumidor de produtos e serviços financeiros;

2. Dados cadastrais e de transações de clientes: mediante prévio consentimento do cliente, a instituição financeira compartilhará os dados de cadastro e de suas transações relacionadas a contas de depósitos e de pagamentos, bem como de operações de crédito;

3. Serviços: nessa etapa, será viabilizado, mediante prévio consentimento do cliente, os serviços de encaminhamento de proposta de operação de crédito, por meio de correspondentes no País, e de inicialização de pagamentos. Esse último permitirá a instrução de transação de pagamento, a pedido do cliente, relativamente a uma conta de depósitos ou de pagamento, por meio de instituição que não necessariamente participará da liquidação financeira da transação;

4. Outros dados: nessa fase, também, serão compartilhados dados de outros produtos e serviços, tais como investimentos e seguros.

Benefícios do Open Banking – Assista aqui ao vídeo

Acesse o edital da Consulta Pública 73/2019.

Seguradoras vendem R$ 220,6 bi até outubro, alta de 12,6%

Fonte: CNseg

Com acréscimo de R$ 24 bilhões em outubro (15,2%) a mais sobre o mesmo mês do ano passado, a receita de prêmios do setor segurador alcançou R$ 220,6 bilhões nos 10 primeiros meses do ano, 12,6% acima do mesmo período do ano passado. Nos dois casos, a arrecadação exclui saúde suplementar e DPVAT. O resultado mensal de outubro manteve, pelo sexto mês consecutivo, a sequência de crescimento de dois dígitos na comparação ao mesmo mês do ano anterior.

No resultado mensal, a forte expansão de algumas modalidades contribuiu para os números vistosos do setor como um todo. Entre os destaques, seguros Patrimoniais – Riscos de Engenharia (28,3%), Crédito e Garantia – Garantia de Obrigações (44,2%), Responsabilidade Civil – D&O (84,2%), Rural (24,1%), além dos seguros de Vida (26,3%) e Prestamista (21,2%), dos produtos da família VGBL (25,0%) e dos títulos de Capitalização (15,2%).

No acumulado do ano, o seguro de cobertura de Pessoas é o grande protagonista da expansão. Nos planos de risco, o avanço foi de 15,5% no período, com destaque para os seguros de Vida (20,1%) e Prestamista (23,5%); os planos de acumulação (17,6%) também apresentam desempenho favorável, tendo em vista a evolução dos produtos da família VGBL (18,7%).

O segmento de Danos e Responsabilidades (sem DPVAT) cresceu também até outubro – apesar de sua forte dependência do ramo de Automóveis – mas seu ritmo foi mais discreto: de 5,4% em dez meses, ao passo que a carteira de veículos subiu 0,4% no período. Outras modalidades, entretanto, puxaram o desempenho para cima. Somam-se à lista ramos como Patrimonial (12,6%), Responsabilidade Civil (18,2%), Rural (15,3%) e Marítimos & Aeronáuticos (19,3%), todos na casa de dois dígitos de crescimento.

Outro destaque foi segmento de Capitalização, com arrecadação 12,4% acima da apresentada nos dez primeiros meses de 2018. Deixa para trás o ciclo de baixo crescimento de anos anteriores e responde cada vez positivamente ao novo marco regulatório de capitalização.

“A persistência do bom desempenho dos Planos de Risco em Cobertura de Pessoas, a recuperação dos Planos de Acumulação e da Capitalização parece confirmar a trajetória que levará o setor a um crescimento de dois dígitos em 2019 e é reflexo da preferência pela reposição das perdas financeiras causadas por eventos indesejáveis que afetam o próprio indivíduo (morte, acidente, invalidez…), pela aprovação da reforma da previdência e pelo novo marco regulatório de capitalização, respectivamente. Da mesma forma, o desempenho acumulado em 12 meses, que expurga eventuais sazonalidades no comportamento dos segmentos, ratifica a indicação de um excelente desempenho em 2019”, expressa o presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Marcio Coriolano, em editorial da nova edição da publicação Conjuntura CNseg.