Zurich vai além de leis de proteção de dados e divulga compromisso com clientes

O grupo Zurich quis ir além do que regem as regulamentações sobre proteção de dados no Brasil (Lei Geral de Proteção de Dados/LGPD) e na Europa (General Data Protection Regulation/GDPR) e divulgou, no início do mês, um compromisso global de dados, no qual promete proteger os dados pessoais dos clientes e nunca vendê-los, nem compartilhá-los, sem ser totalmente transparente com o cliente, explica Washington Silva (foto), diretor de compliance da subsidiária brasileira do grupo. “O grupo acredita que inspirar confiança em uma sociedade digital faz toda a diferença para clientes e parceiros”, comentou ele ao blog Sonho Seguro.

O compromisso inclui a promessa de nunca vender dados de clientes nem compartilhar dados pessoais sem ser totalmente transparente, o que significa que os clientes sempre serão notificados se seus dados pessoais forem compartilhados e com quem. Além disso, qualquer terceiro com quem a Zurich compartilhe dados pessoais está vinculado a um contrato que define como esses dados pessoais podem ser usados, explica Silva.

Segundo o diretor da Zurich, o grupo também se compromete a usar dados para fazer o melhor para os clientes. “Usaremos dados para melhorar o serviço prestado, ampliar uma cobertura, por exemplo, como serviços inteligentes para proteção da casa ou para melhorar a saúde e o bem-estar dos clientes e seus beneficiários. No seguro viagem, por exemplo, poderemos mandar pushs alertando sobre a segurança do passeio”, exemplificou. 

“No mundo digital de hoje, conquistar a confiança de nossos clientes depende de cibersegurança de ponta e políticas de proteção de dados transparentes e líderes de mercado”, disse Mario Greco, CEO do grupo, em release divulgado. “Por 150 anos, os clientes confiaram em Zurich para fazer a coisa certa e, com essa nova promessa, nossa abordagem ao comprometimento de dados honra essa confiança com transparência sobre como usamos os dados pessoais dos clientes”.

As quatro promessas para os clientes na promessa de dados de Zurich são:

• Mantenha seus dados seguros

• Nunca venda seus dados pessoais

• Não compartilhar seus dados pessoais sem ser transparente sobre eles

• Coloque seus dados em funcionamento para que Zurich os proteja melhor e para que eles possam tirar o máximo proveito da vida.

Mario Greco continuou: “Nossa ambição é ser uma das empresas mais responsáveis ​​e impactantes do mundo. Nenhum ator isolado pode resolver questões sociais complexas, como globalização, digitalização ou mudança climática. Para ajudar a gerenciar os riscos e se beneficiar das oportunidades que eles apresentam, devemos tomar ações ousadas. Nosso novo compromisso de dados está alinhado com essa ambição. É o ponto principal de como nos comportamos como empresa, e acreditamos que é a coisa certa a fazer. ”

Marsh patrocina festival de música ao ar livre em São Paulo

A Marsh patrocina, nos dias 28 e 29 de setembro, o festival Music in The Park que acontece no Parque do Povo, na capital paulista. O evento está em sua terceira edição e terá como tema a estilização dos principais instrumentos de Jazz, em uma releitura da cena musical dos anos 50 e 60.

Cerca de 20 mil pessoas são esperadas nos dois dias do evento que visa propagar o jazz para o grande público e promover a cultura para toda a família. O público poderá se divertir ao som dos músicos como Daniel Daibem, Alma Thomas e Tercia Guimarães. Criado em 2018, o festival também é uma plataforma de conteúdo que tem como objetivo gerar experiência na vida dos paulistanos celebrando música, arte e sustentabilidade.

Music in the Park 
Data: 28 e 29 de setembro de 2019

Horário: 10h30 às 18h
Local: Parque Povo, na Av. Henrique Chamma, 420 – Pinheiros, São Paulo

Entrada: Gratuita

Mais informações: http://www.musicinthepark.com.br/

Liberty Mutual Insurance anuncia novos executivos para divisão de seguros especiais

Fonte: Liberty

A Liberty Mutual Insurance, junto à divisão LSM – Liberty Special Markets – anuncia a nomeação de Alexander Montoya (foto) como presidente da LSM nos Estados Unidos, Bermudas e América Latina. O executivo, que nos últimos quatro anos foi presidente da Liberty International Underwriters (LIU), tem mais de 20 anos de experiência em resseguro de linhas especiais e ingressou no Grupo Liberty Mutual Insurance em 2014. Além disso, Alexander foi responsável por construir a presença da divisão LSM na região da América Latina.

No mesmo anúncio, a empresa também divulgou a chegada de Wilhelm Schaugg à equipe da LSM. Schaugg ingressa no time como Head de Estratégia para as mesmas regiões, tendo atuado anteriormente como Head de Linhas Comerciais & Resseguro no Global Retail Markets East da Liberty Mutual. Sua posição foi criada para apoiar a região em planejamento estratégico, marketing e análise de novos negócios. Ele reporta a Alexander Montoya e está baseado em Miami, na Flórida.

CNseg lança Dia da Diversidade e Inclusão do Setor de Seguros

cnseg dive in

Fonte: CNseg

A diversidade não só entrou no radar dos negócios das seguradoras, como também merece agora ter um dia específico de celebração no calendário do setor. O Dia da Diversidade e Inclusão do Setor de Seguros será celebrado, anualmente, em 25 de setembro.

A decisão de ratificar o compromisso institucional com a diversidade foi aprovada pelo Conselho Diretor da Confederação das Seguradoras (CNseg), em sua última reunião mensal. A ideia de dedicar um dia para celebrar, refletir, reforçar boas práticas e, também, compartilhar ideias inovadoras consta da agenda conjunta do grupo de trabalho da diversidade e inclusão da CNseg e da Comissão de Recursos Humanos da Confederação.

Em vídeo divulgado nesta terça, dia 24, no portal da CNseg, a diretora de Relações de Consumo e de Comunicação da Confederação das Seguradoras, Solange Beatriz Mendes, afirma que a iniciativa torna público o compromisso do setor com as melhores práticas de promoção da diversidade e da inclusão, contribuindo para atração ou retenção dos talentos na carreira de seguros, algo que reflete a riqueza demográfica, étnica, cultural e social do país.

No vídeo, ao saudar a iniciativa, a presidente da Comissão de RH da CNseg e vice-presidente de Capital Humano, Sustentabilidade e Facilities da SulAmérica Seguros, Patricia Coimbra, disse que integrar o tema diversidade às decisões tomadas pelas seguradoras é bom para a sustentabilidade do negócio, para toda a sociedade e contribui para mais inovação, produtividade e ganhos, fatores que seguem o rastro de equipes com perfis diversificados.

Na mensagem em vídeo, o membro do Conselho Diretor da CNseg e CEO da Zurich Brasil, Edson Franco, elogia o compromisso público do setor em fomentar o respeito à diversidade e igualdade, dentro e fora do ambiente de trabalho.

Coordenadora do grupo de trabalho e diretora jurídica da Care Plus, Ana Paula de Almeida Santos, destaca a boa acolhida que os temas diversidade e inclusão têm no mercado e assinala que a criação da data amplifica os debates envolvendo gênero, raça e as questões LGBT, além de seu caráter estratégico para a sustentabilidade dos negócios.

Terra Brasis publica ranking de resseguro com dados até junho de 2019

A resseguradora Terra Brasis lança nesta semana a segunda edição do Terra Ranking, referente aos 12 meses terminados em junho de 2019. O estudo tem como base o resseguro cedido pelas seguradoras brasileiras, bruto de comissão, seja ele cedido às resseguradoras locais ou resseguradoras offshore que operam no Brasil através das licenças de resseguradora admitida ou eventual. Este ranking não contempla o resseguro de riscos do exterior cedido às resseguradoras locais.

Os autores ressaltam que incluiram nesta edição linhas de negócio adicionais completando a análise de todas as linhas de negócio do mercado brasileiro. Os dados desta edição indicam a continuação das tendências mencionadas na primeira edição do Terra Ranking. A concentração de negócios por grupo econômico continua a diminuir, uma possível indicação de que a competição continua acirrada e positiva para o desenvolvimento do mercado brasileiro de resseguro.

Os cinco maiores grupos receberam 53,6% do resseguro cedido por seguradoras brasileiras (comparado a 55,5% para 2018 e 62,9% para 2014) e os 10 maiores grupos receberam 72,2% do volume (comparado a 74,2% em 2018 e 81,4% em 2014).

Na análise dos países de origem dos resseguradores que operam no país, o Brasil aparece em primeiro lugar, com 43,9% de participação. Os Estados Unidos e a Alemanha são os principais parceiros internacionais, com 14,4% e 13,4% de participação de mercado, respectivamente.

A participação de 43,9% do Brasil pode ser ainda decomposta em 33,1% referente ao IRB, que segue sendo líder isolado do mercado brasileiro e 10,8% referentes aos demais grupos econômicos com sede no Brasil (em 2018 este volume representava 8,8% do total). Desta maneira, o combinado de grupos econômicos com sede no Brasil, excluindo-se o IRB, aparece agora em quarto lugar (em 2018 ocupava o quinto lugar na lista), à frente de Suíça, França, Inglaterra, Espanha e Bermuda. Tal fato impressiona positivamente, principalmente por se tratar de um grupo jovem, com menos de 10 anos de existência, comentam os autores.

Fenacor analisa medidas e apresenta sugestões à Susep

Fonte: Fenacor

A diretoria da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor) esteve duas vezes na sede da Superintendência de Seguros Privados (Susep), somente nos últimos 10 dias, para tratar de assuntos de extrema relevância para o setor, especialmente para os corretores de seguros, incluindo a possível divulgação da comissão de corretagem de seguros, a partir da consulta pública nº 8/19; a atuação irregular da empresa Onsurance no mercado de seguros; e os termos de recente carta circular divulgada pela autarquia, segundo o qual o recolhimento ao Fundo de Ensino da comissão de corretagem habitualmente praticada seria opcional na venda direta de seguros, exclusivamente por meio de bilhete.

Nessas ocasiões, foram protocolados três documentos, nos quais a Fenacor, utilizando consistentes argumentos, alerta para as possíveis consequências negativas que podem advir de tais decisões.

No caso específico da atuação da Onsurance no mercado de seguros, o presidente da Fenacor, Armando Vergilio, e o deputado federal Lucas Vergilio – vice-presidente desta Federação – entregaram à superintendente da Susep, Solange Paiva Vieira, um documento contendo grave denúncia baseada, sobretudo, no teor da reportagem “Seguro de carro por minuto é até 80% mais barato do que o tradicional”, publicada na Coluna “Seu Dinheiro”, da versão digital da Revista Exame.

A Fenacor solicitou que a Susep adote as “devidas medidas administrativas cabíveis e urgentes”. Em resposta, Solange Vieira respondeu que irá determinar, entre outras medidas, o encaminhamento de procedimento ao Ministério Público Federal e, possivelmente, o ajuizamento da ação judicial na esfera federal.

COMISSÃO – Em outro documento, a Fenacor demonstrou a sua total contrariedade, a dos Sindicatos filiados e a da própria categoria econômica dos corretores de seguros, com a proposta contida no inciso IV, do §1º, do art. 4º, da Minuta de Resolução do CNSP posta em consulta pública (Nº 8/2019). 

O referido dispositivo estabelece que o “distribuidor”, cuja definição na referida Minuta engloba os corretores de seguros (aliás, enquadramento com o qual a Fenacor não concorda) antes do contrato de seguro ou plano de previdência complementar aberta ou título de capitalização ser celebrado, disponibilize ao cliente, entre outros, “o montante de sua remuneração objeto do contrato, detalhando os valores referentes a taxas, comissões, ou qualquer outro tipo de remuneração associada à intermediação ou distribuição”.

A Federação questionou a Autarquia se “já há essa definição e/ou construção de um texto tratando do tema”. Caso haja, a Federação solicitou acesso ao mesmo para ter uma melhor compreensão de como isso se daria na prática e visando a sua análise e oferecimento de sugestões. 

A Fenacor propôs inicialmente que seja inserida no art. 2º da minuta de Resolução, uma definição legal, específica e própria para o corretor de seguros, pois a sua atividade “possui elementos e características que diferem sobremaneira dos demais ali citados, podendo ser mencionados, por exemplo, a sua independência profissional e o seu caráter autônomo”, também por serem os corretores de seguros oficialmente integrantes do Sistema Nacional de Seguros, conforme dispôs o Decreto Lei 73/66.

A Federação destacou ainda que, além da habilitação legal, da capacitação e do necessário aprimoramento profissional, os Corretores de Seguros passaram a ter elevadas despesas na captação e na manutenção de negócios; na administração de riscos; e, principalmente, na assistência técnica e atendimento permanente e direto aos seus clientes/segurados, na contratação, na vigência, na renovação do contrato, na necessidade de endossos, e na ocorrência de sinistros. “O setor de seguros é dinâmico; registra índices altamente positivos de crescimento; mas guarda situações próprias de mercado que não há a necessidade de se promover mais regulamentação, além da já existente, sob pena de causar indesejado engessamento do setor”, enfatizou a Fenacor no documento entregue à SUSEP.

A Federação argumentou ainda que, tecnicamente, a comissão de corretagem, regulamentada pela Lei nº 4.594, de 1964, não prevê a sua divulgação, a qual já está integrada ao “carregamento do prêmio” devido pelo segurado, estando nele contido, inclusive, todas as despesas administrativas e demais rubricas. “Essa pretendida proposição de disponibilização de informações prévias sobre o comissionamento de forma proativa pelo Corretor de Seguros, não deve prosperar, pois, não proporcionará, no final, nenhum tipo de benefício em prol do consumidor, muito pelo contrário, somente irá prejudicá-lo, além de criar situações de conflitos e de desnecessários constrangimentos na relação corretor e segurado, e corretor com outro corretor, gerando uma imagem negativa para o setor, afetando a sua credibilidade, e muito provavelmente prejudicando, frisamos, o próprio segurado que poderá não contar com uma assessoria e assistência adequadas como a que é feita hoje pelos corretores”, advertiu o texto.

BILHETE – Por fim, no que se refere ao parecer e à carta circular divulgados pela autarquia, segundo os quais o recolhimento da comissão de corretagem é opcional na venda direta de seguros, exclusivamente por meio de bilhete, a Fenacor alertou que a questão merece uma reanálise criteriosa haja vista a existência de alguns pontos considerados como controvertidos no respectivo parecer.

De acordo com a Federação, é necessário empregar a devida cautela no uso do instrumento que constitui a “venda direta”, sem a utilização de intermediários, entre seguradora e segurado. “Pretender superar a disposição legal a pretexto de flexibilizar e criar condições para inovação ou evolução tecnológica na distribuição de produtos prontos, desenhados pelas seguradoras, com o fito de aumentar o volume de vendas, nesse aspecto e sentido, não deve prosperar, sob pena de colocar o consumidor sob eminente e irreparável risco e dano”, arguiu a Fenacor.

O texto acrescenta que ninguém pode ser contra a evolução, seja ela em qualquer setor econômico. Contudo, a Federação entende que “no universo das relações civis e comerciais reservadas especificamente para o seguro, existem regras bem definidas e que não se pode desconhecer ou descartar, sob pena de se estar cometendo ilegalidades”.

Nesse contexto, a Federação sugeriu que, juridicamente, é preciso buscar, primeiramente, a mudança do marco legal, junto ao Congresso, para alterar ou modificar o Decreto-Lei 73/66, visando dar a necessária guarida ou segurança jurídica, no pleito que se pretende implementar, ainda que por período experimental e temporário.

Nesse contexto, a Fenacor argumentou que, na esteira desse entendimento jurídico, no momento atual, “venda direta”, na forma de contratação por bilhete de seguro, deve ser processada sempre “mediante solicitação verbal do interessado”, o que é indiscutível, não implicando ou confundindo com declaração, recusa e aceitação tática ou expressa do produto oferecido com aceitação de proposta, mesmo que seja o negócio firmado na hipótese de emissão de bilhete.

A Federação acentuou ainda que não se pode perder de vista, também, o contido no art. 127, do Decreto-Lei 2.063 e em algumas resoluções do CNSP, estabelecendo que uma Seguradora quando se propõe a atuar no território nacional, ou em parte dele, adotando o modelo e a forma de comercialização baseada no mundo virtual (internet), precisa, ainda assim, manter representantes em cada unidade da Federação que ela possua riscos vigentes ou responsabilidades não liquidadas. 

A Fenacor e os Sincor’s permanecerão atentos e sempre atuarão para colaborar com o órgão de supervisão visando à melhoria, o crescimento e o desenvolvimento do setor, cumprindo ainda o seu dever de defender os consumidores e corretores de seguros do Brasil.

Grupo português MDS lança livro sobre Jayme Garfinkel

Jayme Garfinkel MDS Faces Insurance

O livro faz parte da coletânea “Faces of Insurance”, uma coletânea de entrevistas com grandes lideres da indústria mundial de seguro, que movimenta vendas anuais de US$ 5 trilhões

Hoje eu tive o privilégio de almoçar com o português José Manuel Fonseca. Um executivo que faz questão de investir boa parte de seu tempo em compartilhar conhecimento sobre riscos e seguros e, assim, contribuir para um melhor entendimento do nosso mundo e dos riscos que nos rodeiam. Ele é CEO e fundador do MDS Group, a maior corretora de seguros de Portugal, presente em 19 países, inclusive no Brasil, que tem como CEO Ariel Couto.

Fonseca também fundou, em 2004, a Brokerslink, uma rede internacional que conecta corretoras mundo afora com o objetivo de encontrarem, em cada país, apoio para protegerem clientes dos riscos a que estão expostos. “Se um corretor na Ásia tem um cliente com necessidades de seguro no Brasil, poderá contar com apoio do corretor local, neste caso a MDS. Se for nos EUA, a Brokerslink conta com a Alliant Insurance Service. E assim por diante. São 96 corretores em 113 países. Uma rede conectada para oferecer serviço diferenciado aos clientes”, explica. 

José Manuel Fonseca, CEO do MDS Group e fundador da Brokerslink, é apaixonado por compartilhar conhecimento

Um almoço rico em conhecimento e novidades. Bom, como também sou obcecada por compartilhar informações e novidades, vou contar tudo. Só que aos poucos. Pois são muitas as novidades. Hoje quero mostrar a edição #12 da revista Full Cover, apelidada como a “Vogue dos Seguros”. 

Ao bater o olho na edição impressa, sempre elegante, dei de cara com uma capa preta, com as chamadas escritas em preto. Sorri, pois sabia que tinha inovação ali. Já meu marido, engenheiro civil, comentou: mas quem foi o designer que fez uma capa desta que não conseguimos ler? Engenheiros…

Acostumada com as insurtechs, já direcionei meus olhos e achei a simplicidade: “uma bula” no rodapé: 1. Instale o app Artivive. 2. Aponte o celular para a capa. Pronto. Um vídeo aparece na tela do celular e comenta as manchetes da edição. 

Já maravilhada com a inovação em uma revista impressa, que muitos afirmam que vai acabar, mas esta soube se reinventar, outra surpresa. O nome de Jayme Garkinkel, que comandou a Porto Seguros por cinco décadas, na capa. E por que ele está em destaque? Mais um investimento da MDS na comunicação e no compartilhamento do conhecimento. Além da revista, José Manuel Fonseca investe num projeto batizado de “Faces of Insurance”, uma coletânea de entrevistas com grandes lideres da indústria mundial de seguro, que movimenta vendas anuais de US$ 5 trilhões.

Além da matéria sobre o livro sobre Jayme na Full Cover, publicação que já alcançou a marca de 4,5 mil exemplares e é lida por executivos do mercado segurador e líderes de todos os segmentos em mais de 100 países, a edição #12 traz José Carlos Cardoso, CEO do IRB Brasil Re, no qual ele elucida os principais desafios, oportunidades e mudanças que envolvem o setor de resseguros.

Outro conteúdo imperdível é um encarte sobre gestão de saúde, que resume uma mesa redonda realizada para debater o tema “Este país não é para velhos”, que aborda desafios como longevidade, como ela ameaça os planos de saúde e como a telemedicina pode ser uma aliada nestes tempos de tecnologia avançada na comunicação com consumidores. 

Quem quiser ler a #12 edição pode pedir um exemplar para o Ariel Couto, CEO da MDS Brasil. Vale a leitura e também ter a experiência de ler a capa pelo app e se sentir inserido no mundo digital. Em breve o conteúdo da FullCover #12 estará disponivel online. Boa leitura.

Brasil é mercado promissor para ‘insurtech’, informa Valor Econômico

Fonte: Sérgio Tauhata, jornalista do Valor, que viajou a Las Vegas a convite do CQCS Insurtech & Inovação

O jornalista traz duas importantes matérias apuradas no evento ITC InsureTech em Las Vegas, no EUA, a maior feira internacional do gênero.

Segundo o Valor, o Brasil é um dos maiores mercados consumidores do mundo, mas tem uma baixa disseminação de seguros em geral. Essa combinação torna o país um dos mais atraentes entre os emergentes para investidores e empreendedores de insurtechs, como são conhecidas as empresas inovadoras que aliam tecnologia a seguros.

Executivos, gestores de fundos de venture capital e empreendedores presentes no ITC InsureTech em Las Vegas, no EUA, a maior feira internacional do gênero, apontaram o Brasil como uma das mais promissoras fronteiras para o desenvolvimento de um mercado de seguros baseado em tecnologia.

“O que gostamos no Brasil é o tamanho do mercado e o fato de que o governo começou a ter políticas que nos levam a acreditar em uma estabilidade econômica de longo prazo”, afirma Jonathan Kalman, CEO da EOS Ventures Capital, um fundo de capital de risco especializado em empresas iniciantes de seguros. “O país tem 200 milhões de pessoas e há um grande ‘gap’ no mercado – desse total, só 10% são bons consumidores de seguros”, acrescenta o gestor.

Na América Latina, “o Brasil torna os outros mercados muito pequenos em comparação: é quatro vezes maior que a Argentina e quase três vezes o México”, aponta o codiretor de insurtechs da aceleradora global Plug and Play, Eugenio Gonzalez. Segundo o executivo, “na região como um todo há um baixo nível de concentração e de penetração de seguros nos países, com apenas seis países concentrando a maior parte das grandes companhias do setor”.

A Plug and Play, uma das mais importantes aceleradoras de startups do Vale do Silício, nos Estados Unidos, com presença em 26 países, vai iniciar um novo programa de aceleração de insurtechs no Brasil em novembro. Segundo Gonzalez, “a ideia é lançar um programa completo em 2020, com cinco grandes empresas e acelerar entre 20 e até 40 startups”.

Em pouco mais de um mês, a Plug and Play vai fazer um “soft launch” do programa “para mostrar às corporações sua plataforma e sistema” que reúne grandes companhias, startups e fundos de venture capital. “Já estamos em contato com algumas corporações brasileiras há alguns meses”, afirma o executivo.

Garantia Judicial – O Valor relata que o governo se prepara para apresentar em 20 dias um projeto de lei complementar para liberar a troca de depósitos recursais efetuados antes da reforma trabalhista (Lei nº 13.467, de 2017) por seguros de garantia judicial. Após a entrada em vigor da nova legislação, a substituição passou a ser permitida. A informação é de uma fonte próxima das discussões. O estoque de depósitos, exigidos para a apresentação de recursos contra sentenças trabalhistas desfavoráveis, soma hoje R$ 65 bilhões. A mudança da regra atual faz parte de um pacote em estudo pelo Ministério da Economia para destravar investimentos das empresas. Com a medida, o dinheiro represado em contas judiciais poderia voltar ao caixa das companhias. A insurtech brasileira Avita, especializada na automação de cotaçã o e emissão de seguros garantia judicial, já criou um sistema que torna automática a substituição dos valores depositados pela garantia da cobertura, informa o Valor. Segundo o executivo da insurtech, o processo de emissão de uma apólice de garantia judicial recursal leva 30 segundos dentro da plataforma, com previsão de renovação automática.

Moraes Velleda recupera carregamento de bebidas avaliado em R$ 315 mil

por Thais Ruco

A equipe de pronta resposta da Moraes Velleda, consultoria de prevenção de perdas e gestão de riscos, coordenou um trabalho de recuperação de carga de bebidas roubada, em parceria com seguradora, gerenciadora de riscos e forças policiais, no último mês, conseguindo evitar o prejuízo do cliente no valor de R$ 315 mil.

Fortemente armados, os assaltantes abordaram o motorista no município de Francisco Sá (Minas Gerais), fazendo-o refém enquanto assumiram a condução do veículo. A gerenciadora registrou a perda de sinal do veículo às 2h da madrugada, em um posto de gasolina localizado nas imediações da cidade de Divisa Alegre (MG), na chegada à Bahia. Notando circunstâncias estranhas à operação, a Moraes Velleda foi notificada e deu início às buscas por equipes de pronta resposta e força policial da região. “A gerenciadora foi orientada pela MV a aumentar o raio de acionamento das autoridades policiais da região e, em comunicação permanente com o time de gestão, a Polícia Rodoviária Federal da Bahia empreendeu intensa busca pela região”, conta o CEO da empresa, André Moraes Velleda.

Eram quase 5h da manhã quando o veículo voltou a se posicionar no sistema da gerenciadora, indicando estar na região de Cândido Sales (Bahia), a 45,8KM do posto de gasolina em Minas Gerais onde deveria fazer o pernoite. Imediatamente foram acionadas as tecnologias de bloqueio e sirene no veículo.

Às 6h30 o veículo foi localizado pela Moraes Velleda em um posto de gasolina abandonado com cinco pessoas em volta, e o prestador retornou com policiamento. Entre as pessoas estava o motorista, que indicou que o interior do baú estava vazio. As buscas seguiram com informações de inteligência sobre possíveis paradeiros da carga. A Polícia Rodoviária Federal da Bahia então localizou um grupo suspeito que, avistando a proximidade das equipes policiais, empreendeu fuga iniciando uma troca de tiros e perseguição.

A rápida ação da Moraes Velleda, em consonância com os times da seguradora, gerenciadora de riscos e PRF/BA, resultou no resgate do motorista ileso, recuperação do veículo e, posteriormente, da carga de bebidas, na cidade de Vitória da Conquista (BA).

O motorista, que havia sido levado pelos homens que o abordaram a uma mata fechada onde esteve vigiado enquanto comparsas seguiram com o caminhão, foi encaminhado à PRF de Pedra Azul (MG) para realizar o boletim de ocorrência e ajudar na identificação dos criminosos, que foram apreendidos.

Segundo Andre Velleda, a ação coordenada da MV, mais uma vez conseguiu evitar prejuízos ao patrimônio de clientes e parceiros. “Nosso bom relacionamento com o mercado e com as polícias de diversas localidades, somado aos esforços para entregar os melhores resultados no mercado de transportes, evita perdas e minimiza riscos para a operação de transportes, cujos sinistros são tão comuns hoje nas estradas brasileiras”.

NotreDame Intermédica lança plano de saúde individual focado no público acima de 50 anos

NotreLife 50+ oferece atendimento proativo e diferenciado, com equipe multidisciplinar e atividades voltadas à melhoria da qualidade de vida

Fonte: NotreDame Intermédica  

O Grupo NotreDame Intermédica (GNDI) lança, durante a Longevidade Expo, em São Paulo, um produto que irá atender às necessidades em saúde da população com mais de 49 anos de um jeito inovador. Trata-se do NotreLife 50+, um plano de saúde individual desenhado para o público maduro, baseado em um modelo caracterizado pela individualização das necessidades do cliente, sejam elas assistenciais, sociais ou culturais, no qual a relação de consumo será invertida porque, proativamente, os beneficiários serão procurados antes que eles pensem ou precisem utilizar os serviços de saúde.

A essência desse conceito será entregue por uma equipe interdisciplinar liderada por um Consultor de Saúde, profissional de saúde responsável por traçar um plano de vida para cada beneficiário, estabelecendo um fluxo de atividades necessárias para o cuidado e a promoção da saúde. As ações podem incluir desde consultas presenciais num determinado espaço de tempo, indicação de atividades e terapias até conversas periódicas diretamente por telefone. 

Segundo o presidente do Grupo NotreDame Intermédica, Irlau Machado Filho, o futuro dos negócios será determinado por empresas que se anteciparem às oportunidades de mercado e, com a inversão da pirâmide etária no Brasil e no Mundo, é preciso garantir acesso à saúde a este grupo de pessoas denominado “geração prateada”. “Ofertar planos individuais é – e sempre será – um grande desafio para o setor de Saúde Suplementar, mas estamos confiantes de que seremos bem-sucedido, isto porque o GNDI possui um modelo de negócios já consagrado, baseado na verticalização, no acolhimento e no direcionamento dos atendimentos para as Unidades mais especializadas em cada situação e etapa do atendimento”, destaca.  

Outro diferencial do produto são os Espaços Vida+, locais exclusivos dedicados ao cuidado desta população por meio de atividades voltadas à promoção da qualidade de vida e integrações socioculturais. Neste local, serão promovidas aulas de ginástica, ioga, dança, alongamento, atividades de convívio social, oficinas de memória, entre outros atendimentos feitos por meio de equipe multidisciplinar. Esse conjunto traz conceitos que derrubam as barreiras que separam o serviço de saúde das demais necessidades dos pacientes, estabelece vínculos e oferece maneiras simples para promover o bem-estar. “É um ambiente projetado especialmente para proporcionar acolhimento, conforto e estímulo ao convívio social para pessoas acima de 50 anos. Neste espaço, o beneficiário colocará em prática seu plano de vida com apoio do seu Consultor de Saúde e de uma equipe especializada”, destaca Irlau Machado Filho. 

Inicialmente, o NotreLife 50+ estará disponível nas cidades de Jundiaí e Sorocaba, praças onde o Grupo NotreDame Intermédica já possui Hospitais que estão se preparando para receber o selo Amigo do Idoso, que referencia as Unidades em uma série de especificidades para melhorar a acessibilidade dos pacientes e manter os ambientes mais seguros. Os planos serão individuais, sem coparticipação, com possibilidade de contratação em enfermaria ou apartamento, e ainda dão direito ao Interclube, um clube de descontos em drogarias, compras on-line, beleza e bem-estar, cursos, alimentação, viagens e entretenimento. 

Longevidade Expo – Trata-se de um evento inédito, pensado para o público 50+, que em sua primeira edição pretende oferecer uma rica troca de experiências com o consumidor e servirá para ver como as empresas estão se posicionando e se movimentando diante de um cenário que tem se alterado rapidamente. Nele, o GNDI terá um estande que proporcionará pílulas experimentais com simulações reais dos benefícios do novo plano. Dentre as atividades, destacam-se: oficinas de atividades lúdicas, aulas de yoga, alongamento, automaquiagem, biodanza, entre outros.  

No primeiro dia do evento (29), às 15h30, o GNDI promoverá uma palestra na Arena Longevidade do apresentador Serginho Groisman, que vai fazer um relato pessoal de como chegar à senioridade com vitalidade e energia para comandar um programa semanal, entre outras atividades. Em seguida, às16h10, a diretoria executiva do Grupo NotreDame Intermédica apresentará oficialmente a novidade. No dia 30, será oferecida uma palestra da médica geriatra, diretora Médica dos Centros Clínicos do GNDI, Vanessa Moraes Assalim, que vai falar sobre os 7 passos para se viver bem e melhor. Durante o evento, o GNDI também vai promover o GreenSenior, plano de saúde que já integra o portfólio de soluções para a população com mais de 50 anos.