Liberty Seguros expande sua atuação no setor de energia solar com novo produto para painéis fotovoltaicos

Liberty Seguros brasil

Fonte: Liberty

O Brasil possui uma das melhores condições no mundo para geração de energia solar. De acordo com dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), o setor fotovoltaico deve movimentar até 21,3 bilhões de reais até 2022.

Pensando no potencial desse mercado, a Liberty Seguros acaba de lançar o Liberty Equipamentos Energia Solar, para completar seu portfólio focado em energia sustentável.  O novo produto protege a estrutura completa dos equipamentos de coleta de energia e pode ser instalados em telhados, solos, galpões e tetos de garagens.

Entre as coberturas básicas do produto estão: danos acidentais de origem externa causados ao equipamento, roubo e furto, vendavais e tempestades de granizo. Já nas coberturas adicionais, estão assegurados danos elétricos aos equipamentos que compõem o sistema fotovoltaico.

Com a chegada do novo produto na família de energia solar, o outro produto lançado recentemente, Liberty Painéis Fotovoltaicos, passa a ser Liberty Engenharia Energia Solar. Esse seguro protege os painéis solares e os riscos que podem acontecer durante todo o processo de instalação e montagem.

“A Liberty Seguros é uma empresa que tem a sustentabilidade como um de seus principais pilares e está em constante busca por produtos completos que contribuam para um futuro mais sustentável para nosso planeta. Esse lançamento chega para oferecer mais uma opção para os clientes que investem nessa forma de captação de energia “, diz Mario Cavalcante, Diretor de Massificados da Liberty Seguros.

AIG, Care Plus e Marsh participam do Dive In Festival

AON dive in

A AIG Seguros, Care Plus e Marsh promovem, na próxima quinta-feira (26 de setembro), o Café Sensorial: diferentes olhares para a inclusão da pessoa com deficiência”. O encontro é parte do Dive In Festival, evento global do setor de seguros destinado à diversidade e inclusão, que acontece anualmente e movimenta o segmento e seus parceiros em mais de 60 cidades em mais de 30 países.

O objetivo do evento promovido pelas três empresas é incentivar uma exploração dos sentidos e a prática da escuta ativa em uma discussão sobre oportunidades, superação, acolhimento e inclusão das pessoas com deficiência. Para compartilhar vivências e histórias de superação, voluntários do IN Movimento Inclusivo liderarão um café sensorial, que permitirá aos presentes vivenciarem algumas situações desafiadoras às que portadores de deficiência passam diariamente. O time da Folguedo Produções, do Rio de Janeiro, mostrará sua experiência com a Cidade Acessível, uma exposição interativa que acontece na cidade. Para encerrar a manhã, funcionários das empresas promotoras compartilharão suas histórias de superação e desenvolvimento profissional.

“Estamos muito felizes em promover mais um evento no DIVE IN. É o terceiro ano consecutivo que participamos e, neste ano, procuramos trazer uma reflexão sobre possibilidades para incluir e respeitar cada indivíduo como ele é, com suas qualidades e limitações. Equidade é incluir com representatividade, respeitando as diferenças e valorizando a capacidade de cada um”, afirma o CEO da AIG Seguros, Fabio Protásio Oliveira.

“Tratar de Diversidade não é apenas colocar iniciativas de inclusão nas empresas. É uma jornada de autoconhecimento e de reconhecimento. Tenho certeza que a experiência do Café Sensorial será mais um passo em nossa jornada na construção de uma sociedade mais justa e acessível a todos”, completa Ana Paula Santos, Diretora Jurídica da Care Plus.

“Não se trata apenas de ver o outro como um igual, mas de respeitar sua diversidade e estimular nele o sentimento de pertencimento. O mercado segurador ainda tem um longo caminho a percorrer quando o assunto é acessibilidade e inclusão como um todo, mas estamos evoluindo com diversas iniciativas nesse sentido”, afirma Eugenio Paschoal, Presidente e CEO da Marsh Brasil. 

O Dive In Festival deste ano será realizado em 33 países, sendo a primeira vez no Bahrein, Indonésia, Nigéria, Omã e Turquia. No Brasil, além do Café Sensorial promovido pela AIG, Care Plus e Marsh, há uma série de outras discussões em andamento, entre os dias 24 e 26 de setembro. Para mais informações, agenda completa e confirmação de presença, acesse o site oficial: www.diveinfestival.com.

ARTIGO: Mercado de seguros já aponta para o fim da recessão

Ariel Couto mds

Por Ariel Couto, CEO da MDS Brasil

A performance do mercado local de seguros está intimamente atrelada ao desempenho da economia. Após uma recessão nos últimos cinco anos, há uma expectativa positiva para a recuperação econômica e as projeções indicam que um novo ciclo de alta no País pode começar entre este semestre e o início do próximo ano, dependendo do ambiente político e da consequente retomada da confiança dos investidores. Esses dois fatores afetam diretamente a cadeia produtiva e de serviços, inclusive o mercado de seguros, já que, com a economia mais saudável, a tendência é que as empresas retomem os investimentos.

O Brasil é responsável, hoje, por aproximadamente 50% dos prêmios de seguros da América Latina e a recuperação econômica do País deve aumentar ainda mais essa participação. Afinal, quanto menor for o desemprego, maior será o número de segurados nas apólices de Vida e Saúde. Da mesma forma, quanto mais investimentos tivermos em infraestrutura, maior será o volume de negócios nas carteiras de Seguro Garantia, Riscos de Engenharia, Equipamentos Móveis, entre outras. O mesmo vale, nesse cenário, para os negócios associados ao varejo: um volume de vendas maior levará ao incremento dos prêmios nas carteiras de Affinity e Transportes.

A recuperação econômica também implica em tornar o mercado mais acessível. A indústria automobilística, por exemplo, vem apresentando os primeiros sinais de recuperação, com um crescimento de aproximadamente 14% no número de veículos licenciados no período de janeiro a maio de 2019, segundo a Anfavea. O índice traz reflexos imediatos na carteira de Seguro de Automóveis – uma das principais do mercado brasileiro, com quase 50% de participação no segmento de Seguros Gerais e arrecadação de prêmio superior a R$ 36 bilhões em 2018, de acordo com a Susep.

Sob a ótica da inovação em produtos, observa-se no Brasil a mesma dinâmica do mercado global: o surgimento dos primeiros produtos “paramétricos” e o amadurecimento da carteira de Riscos Cibernéticos, impulsionado, sobretudo, pelo crescente interesse provocado pela Lei Geral de Proteção de Dados, que entrará em vigor no País em 2020. Entretanto, ainda que o interesse ou a curiosidade dos clientes acerca desses novos produtos tenha crescido exponencialmente, o desafio ainda é transformar essa aproximação em resultado. Ambas as carteiras ainda apresentam um número muito pequeno de apólices efetivamente contratadas – o que deve mudar no futuro próximo.

No caminho dos desafios atuais e futuros está a necessidade de desenvolver produtos e serviços que se encaixem nas necessidades de empresas e clientes individuais. Há também a oportunidade de inclusão de um número cada vez maior de novos clientes no mercado de seguros – o que está diretamente relacionado ao desenvolvimento do Brasil e à disseminação da cultura de seguros.

Com tantas oportunidades sobre a mesa é possível afirmar que, com um pequeno empurrão da atividade econômica, o mercado securitário brasileiro tem tudo para deixar para trás  os sinais da recessão e retornar às taxas de crescimento de dois dígitos comumente vistas nos anos anteriores.

SulAmérica lança serviço de vistoria digital para automóveis

sulamerica

Em linha com a sua estratégia de transformação digital e colocar o cliente no centro do processo de inovação, a SulAmérica lançou o serviço “Vistoria Fácil”. Agora, os segurados têm uma nova opção para fazer a vistoria do veículo sem precisar, necessariamente, deslocar-se a uma oficina. Com duração média de até cinco minutos, a vistoria do sinistro pode ser feita pelo celular, com o envio de fotos que permitem a avaliação, a distância, dos danos ao veículo segurado. O orçamento e a autorização do reparo ocorrem em até duas horas úteis (dentro do horário comercial de 9h às 18h), enviados via e-mail ou SMS para o cliente. 

Além da vantagem para os clientes, os corretores também saem ganhando, com um reforço em sua estratégia para ofertar produtos e serviços completos e aderentes às necessidades do consumidor. “Em um mundo hiperconectado e com mais de 220 milhões de smartphones ativos somente no Brasil, a vistoria digital agrega muito valor ao dia a dia das pessoas, garantindo mais agilidade no processo de análise e autorização de reparos dos veículos”, comenta André Lauzana, vice-presidente Comercial e de Marketing da SulAmérica. “O corretor que fizer uso desse argumento no momento da venda certamente encantará o cliente, entregando uma oferta completa e com comodidade, e gerará ainda mais negócios”, completa. 

O segurado SulAmérica Auto tem a sua disposição uma série de facilidades e canais de comunicação para que, nos momentos em que tiver qualquer ocorrência com seu veículo, possa acionar a seguradora para resolver seu problema com segurança e tranquilidade. “No nosso aplicativo, por exemplo, é possível acionar o guincho, com acompanhamento de deslocamento em tempo real, e a contratação de pequenos reparos. O lançamento da ‘Vistoria Fácil SulAmérica’ vem a somar na experiência do cliente, que passa a ter ainda mais comodidade em momentos tão delicados”, conta Renato Roperto, diretor de Sinistro Auto da SulAmérica.

O serviço “Vistoria Fácil SulAmérica” está disponível, por enquanto, no interior de São Paulo e em cidades da região Sul, atendendo veículos de passeio e pick-ups leves.

Precisamos desmistificar a franquia em planos de saúde, afirma IESS

Fonte: IESS

“O mercado de saúde suplementar no Brasil precisa trabalhar para desmistificar ferramentas como a franquia se queremos possibilitar que mais brasileiros realizem o desejo de contar com um plano de saúde.” A afirmação é de José Cechin, superintendente executivo do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), que acaba de publicar o estudo “Mecanismos Financeiros de Regulação: conceitos e impactos no sistema de saúde suplementar”.

Além de explicar detalhadamente o funcionamento desses recursos de regulação da utilização e seus efeitos no sistema de saúde, o trabalho também analisa a experiência internacional de Estados Unidos, Portugal, França e Suíça. “É fundamental que a sociedade entenda que esse não é um recurso para fazer o beneficiário pagar mais pelo plano. Na verdade, é justamente o oposto. Um meio para baratear as mensalidades e possibilitar que mais brasileiros contem com um plano de saúde, o 3° maior desejo da população segundo pesquisa recente do Ibope Inteligência”, comenta Cechin.

O executivo explica que apesar de os mecanismos estarem previstos em Lei no Brasil, é necessário atualizar a norma infralegal sobre coparticipação, pois já ficou defasada no tempo, e introduzir norma sobre franquia agregada anual, ambas com o objetivo de garantir segurança jurídica e transparência em sua aplicabilidade no sistema de saúde. “Com essas medidas, o mercado conseguiria ofertar planos com mensalidades menores e, simultaneamente, trabalharia para a conscientização do beneficiário quanto ao uso dos recursos de saúde”, afirma. “Outra grande vantagem é que o uso mais racional dos serviços de saúde tende a reduzir os desperdícios e, portanto a velocidade de avanço dos custos médico-hospitalares e, consequentemente, o reajuste dos planos”, completa.

Uma das grandes preocupações da sociedade é o desincentivo que tais mecanismos poderiam gerar para a realização de exames e consultas necessários, já que os beneficiários pagariam por esses serviços do próprio bolso até atingir o valor da franquia ou uma parcela deste valor após isso. O estudo do IESS, entretanto, aponta que há mecanismos simples para evitar que isso aconteça já aplicados com sucesso em outros países. Não cobrar franquia ou coparticipação para exames e consultas que têm caráter preventivo é uma das medidas mais eficientes nesse sentido. “Não é do interesse de ninguém que o beneficiário deixe de realizar exames necessários. Do ponto de vista financeiro, a não realização de exames necessários significaria aumentar os custos posteriores com internação e o tratamento de doenças que só serão detectadas em estágios mais avançados. Não é inteligente e iria contra as iniciativas que as Operadoras de Planos de Saúde têm implementado de incentivar programas de promoção de saúde e médicos de família”, argumenta Cechin. “E dizer que as medidas fariam com que os planos ficassem duas vezes mais caros, como algumas entidades apontaram que aconteceria quando a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) tentou regular a questão em 2018, me parece no mínimo ilógico. Planos que custassem duas vezes mais não seriam interessantes para o público e nem para a operadora, que não manteria sua carteira.”

Olhando a questão do ponto de vista de qualidade de vida, tornar o beneficiário consciente dos custos de cada procedimento é ainda mais importante na opinião do executivo. “O antibiótico é bom quando precisamos combater uma bactéria, mas se tomado sem necessidade causa males à saúde. Realizar exames desnecessários é o mesmo que expor nosso corpo à radiação e outras substâncias que podem nos fazer mal, sem nenhum benefício para a saúde, apenas com os efeitos colaterais. É uma questão de equilíbrio”, conclui.

Prudential cresce 21% no primeiro semestre do ano

A seguradora fechou o período com R$ 1,2 bilhão em prêmios de seguros de vida individual e mais de 450 mil apólices

Fonte: Prudential 

A Prudential do Brasil registrou um aumento de 21%, em prêmios emitidos de seguros de vida individual, no primeiro semestre de 2019, em comparação ao mesmo período de 2018, atingindo o montante de R$ 1,2 bilhão. O lucro líquido da companhia, no primeiro semestre do ano, foi de R$ 65,3 milhões. Comparado ao mesmo período de 2018, a Prudential do Brasil também obteve aumento de 22,7% no valor somado do capital segurado de seus clientes, chegando a R$ 372,7 bilhões. Já as reservas técnicas atingiram, aproximadamente, R$ 4,7 bilhões nos primeiros seis meses de 2019.  

A companhia encerrou o primeiro semestre de 2019 com mais de 450 mil apólices de seguro de vida individual em vigor, uma elevação de cerca de 13%. Já as aplicações financeiras, no mesmo período, foram da ordem de R$ 5,2 bilhões, investidas exclusivamente no Brasil. Os dados dos resultados da companhia são aferidos com base nas práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às entidades supervisionadas pela Superintendência de Seguros Privados (Susep).  

Segundo a vice-presidente de Financeiro & CFO da companhia, Thereza Moreno, os resultados do balanço financeiro semestral reforçam, ainda mais, toda a solidez, credibilidade e confiança que a seguradora possui no mercado e na relação com os cliente, corretores e parceiros.   

“O ano de 2019 tem sido muito especial para a Prudential do Brasil. Estamos em um novo momento, no qual lançamos projetos importantes para a companhia, que ampliam o fortalecimento da marca, aproximam de novos públicos e fortalecem a experiência com os clientes por meio de soluções digitais com a modernização de sistemas e processos”, destaca a executiva, que reforça ainda a importância da estratégia comercial. “Permanecemos evoluindo no nosso modelo de franquia, fortalecendo as nossas parcerias comerciais e ampliando a operação de vida em grupo. Continuaremos trazendo novidades para o ano de 2019 e uma delas é o lançamento de um produto inovador”, conclui.   

Porto Seguro entra na briga das plataformas, destaca o Valor Econômico

Nova ferramenta oferece de maneira integrada seguro, crédito, previdência e fundos

O jornal Valor Econômico informa na edição desta segunda-feira que a Porto Seguro lança hoje a plataforma Conquista, na qual vai reunir seguros, financiamentos, cartão de crédito, consórcio, previdência e investimentos. A solução vai permanecer aberta apenas a funcionários da holding até 7 de outubro, quando haverá o lançamento oficial.

A novidade é que, além de engajar os corretores de seguros, a companhia quer atrair também os agentes autônomos. A proposta é que, por meio da ferramenta, os profissionais possam administrar toda a vida financeira do cliente. Seria uma atuação semelhante a que os próprios escritórios de agentes autônomos já fazem com investimentos a partir de ambientes digitais de corretoras e bancos, como XP, Guide e BTG Pactual.

“A Porto já tem um portfólio de produtos financeiros quase equivalente a de um banco comercial”, afirma Rivaldo Leite, diretor geral de produção do grupo ao Valor. “A plataforma integra essa oferta e permite que um corretor ou um agente tenha à disposição um conjunto completo de soluções para as necessidades de curto e de longo prazo de qualquer um”, acrescenta.

Conforme Marcelo Picanço, diretor-geral de seguros e investimentos, a partir do novo ambiente digital, tanto corretores quanto agentes autônomos poderão vender produtos que não têm à disposição em outros canais. “O agente, por exemplo, poderá oferecer consórcio, crédito, cartão e seguros para estruturar de maneira mais completa a realização do objetivo do cliente, seja uma viagem ou a aposentadoria e, do mesmo modo, o corretor terá à disposição fundos de dezenas de gestoras e previdência para montar uma carteira.”

Picanço explica que a área de investimentos e previdência da plataforma é aberta e hoje reúne mais de 60 fundos de 20 gestoras, incluindo os da própria Porto. “Para lançar a ferramenta, quintuplicamos a nossa oferta de fundos”, reforça o diretor.

O nome Conquista remete a um ambiente no qual a pessoa pode planejar e concretizar os objetivos de vida. “Nossa ideia é ter uma plataforma que parte da necessidade do cliente e não de um foco na oferta de produtos; a pessoa vai nos dizer o que quer, por exemplo, adquirir um automóvel, comprar uma casa, viabilizar uma viagem ou complementar a renda no futuro”, diz Picanço. O sistema conta com uma camada de inteligência artificial que simula os caminhos para alcançar a meta “e os produtos serão o meio para isso”.

De acordo com Leite, o papel do corretor e do agente autônomo passa a ser fundamental nesse formato. “Os intermediadores vão ter um ‘banco portátil’ para atender o cliente. São eles quem vão fazer o efetivo acompanhamento do avanço desse objetivo, que vão cuidar do usuário. É uma atuação mais consultiva e de relacionamento efetivo com as pessoas”, afirma.

O executivo explica que a plataforma traz uma aplicação “inédita” da inteligência artificial para uso dos intermediadores. Os “robot advisors”, ou seja, os consultores robôs, vão acompanhar o comportamento do cliente e fornecer ao corretor ou ao agente recomendações para ajustar carteira ou ainda corrigir alguma recomendação. “Por exemplo, é relativamente comum a pessoa autodeclarar ter mais tolerância ao risco, mas, em toda queda mais acentuada de bolsa, resgatar seu investimento, então, o sistema identifica essa discrepância e indica algumas ações.”

A Porto já estuda uma segunda fase. “No momento, a oferta é só de fundos, mas queremos incluir a opção de o cliente investir diretamente em papéis e atuar como corretora”, diz o diretor de investimentos. Segundo Picanço, “não descartamos, no futuro, se fizer sentido, nos tornarmos um banco” para oferecer mais produtos, especialmente de crédito. Para o executivo, a plataforma é um ambiente em constante evolução e vai oferecer cada vez mais produtos. “Nada impede, por exemplo, que a gente faça parcerias para oferta de crédito imobiliário no futuro ou alguma outra solução”, diz.

A Conquista também vai oferecer um programa de relacionamento com pontuação. O usuário poderá resgatar os pontos para a aquisição de seguros e serviços, além dos programas parceiros do cartão de crédito, como milhas aéreas e outros produtos.

Marcelo Blay leva aos participantes do InsureTech Connect um pouco do Brasil

Marcelo Blay Las Vegas

Os participantes do InsureTech Connect, que acontece de 23 a 25 de setembro, em Las Vegas, Estados Unidos, conhecerão um pouco mais do mercado segurador brasileiro com a palestra do CEO da Minuto Seguros, Marcelo Blay. Ele é o único brasileiro a palestrar no evento. O fato se deve ao empreendedorismo de Blay, que fundou a corretora há oito anos. Inicialmente, a proposta era ser totalmente digital. Mas, precisou adaptar o projeto para atender as necessidades do mercado. Seguradoras ainda se preparavam tecnologicamente para se conectar com plataformas digitais e o consumidor brasileiro precisava de um tempo para se adaptar a uma venda sem interferência humana em todos os passos do processo.

De 2011 para cá, a corretora conta com uma base de 120 mil clientes e exibe crescimento médio anual de 53%. São mais de 500 mil apólices vendidas, com taxa de renovação e retenção de 85%. Os fundos de venture capital Redpoint eventures e Intact Ventures se tornaram sócios efetivos da insurtech ao converter em participação os US$ 60 milhões (R$ 230 milhões) investidos na empresa por meio de debêntures, em três rodadas de aporte de recursos realizadas entre 2014 e 2019. O Redpoint assumiu uma participação societária de 20%, enquanto o Intact adquiriu 25%.

A partir deste ano, o mercado segurador também entra numa fase mais promissora de crescimento, com novas regras que facilitam a vida das insurtechs, bem como com o compromisso da nova titular do órgão regulador em estimular a inovação e a concorrência no setor, para que o Brasil avance na proteção securitária ofertada à sociedade. Atualmente, a receita anual de prêmios do setor representa cerca de 6,5% do Produto Interno Bruto (PIB) e soma R$ 1,3 trilhão em ativos financeiros. “Ninguém tem dúvidas de que o setor é um dos principais investidores institucionais do país, com reservas acima de R$ 1 trilhão. Seguro é um instrumento importante. Se não funcionar, o setor público se sobrecarrega. É preciso desonerar o estado e buscar um maior bem estar social”, afirmou Solange Vieira, titular da Superintendência de Seguros Privados (Susep).

“É uma honra ser convidado para falar em um evento dessa magnitude, ainda mais internacional, com palestrantes tão gabaritados. Serão visões de três mercados grandes, comparando como se dá tecnologia e seguros nos Estados Unidos, um país com 350 milhões de habitantes; no Brasil, que tem mais de 200 milhões de pessoas; e na Índia, com mais de um bilhão”.

O blog Sonho Seguro perguntou a Blay, que também é Coordenador da Comissão de Inovação do SINCOR-SP e membro da Comissão de Insurtech e Inovação da Susep, perguntou a Blay como ele vê as mudanças promovidas pela Susep e como isso pode beneficiar o mercado segurador brasileiro, que voltou a crescer dois dígitos no acumulado de janeiro a julho deste ano, segundo dados divulgados pela CNseg na semana passada.

Como mensura o impacto do seguro intermitente no mercado local?

É difícil prever se seguros intermitentes serão bem aceitos pelos consumidores, pois dependem muito de como serão construídos e ofertados no mercado. A princípio imagina-se que sim, pois irão atender uma suposta demanda de pessoas que usam pouco o veículo e/ou estejam com restrições orçamentárias. No entanto é necessário entender o que será coberto e se existirão serviços atrelados ao produto para verificar se atenderão as expectativas do consumidor.

Acredita que ele começa a ser ofertado ainda neste ano?

Não acredito, dado que é necessário estudar uma série de aspectos os seguintes: como medir o liga/desliga do produto; como evitar fraudes; como fazer a cobrança; como liquidar sinistros; o desenho de coberturas e serviços e a respectiva precificação. Não são tarefas simples nem rápidas. Acredito que veremos o lançamento de pilotos antes da tentativa de massificação. Sabemos que erros de produto e aceitação de riscos podem ser muito deficitários.

Quais as mudanças que tem percebido no consumidor brasileiro de seguro auto neste ano?

Temos percebido a volta do consumidor ao mercado neste ano. A retomada do emprego, do financiamento de veículos e o pequeno crescimento econômico têm levado a uma retomada de vendas, ainda tímida, mas positiva.

O que falta para o mercado local deslanchar em inovação? investimentos? infraestrutura de TI? dinheiro no bolso do consumidor?

Acredito que falta investimento em inovação, principalmente direcionado às insurtechs,  que por sua vez podem ser grandes parceiras das seguradoras dada sua capacidade desenvolver soluções com foco e velocidade. As insurtechs podem ser entendidas como laboratórios de testes, ainda mais com a possibilidade de atuar dentro de um sandbox regulatório que vem sendo normatizado pela Susep. Obviamente que dinheiro do bolso do consumidor funciona como um grande lubrificante que estimula a economia como um todo.

Seguro DPVAT: Brasil tem 18 indenizações por morte no trânsito a cada 100 mil habitantes

Fonte: Seguradora Líder

A Semana Nacional de Trânsito (18 a 25/9) é mais um momento de mobilização para a conscientização para um trânsito mais seguro. Um levantamento especial produzido pela Seguradora Líder para marcar o período mostra que, apesar da diminuição nos números de acidentes, a situação no Brasil ainda é preocupante. Em 2018, o país atingiu a quantidade de 18 indenizações pagas por morte, pelo Seguro DPVAT, a cada 100 mil habitantes. Como comparação, a taxa de mortalidade por crimes violentos, como homicídio, latrocínio e lesão corporal seguida de morte, foi de 24,75. As estatísticas indicam, portanto, que o trânsito ainda deixa milhares de vítimas fatais no país: nos últimos dez anos, foram pagas mais de 485 mil indenizações do seguro obrigatório por este tipo de ocorrência, sendo as motocicletas as principais responsáveis. De 2009 para 2018, o veículo foi o único a apresentar aumento de sinistros pagos por morte, saltando de 16.974 para 18.955 benefícios.

Os números são do Relatório Especial – 10 anos – Taxa de Mortalidade no Trânsito, que apresenta os pagamentos do Seguro DPVAT por morte para cada 100 mil habitantes, entre 2009 e 2018. No ano passado, Tocantins (38), Piauí (34), Mato Grosso (33) e Rondônia (29) foram os estados que registraram as maiores taxas de mortalidade no trânsito. Já em 2009, as primeiras posições eram ocupadas por Acre (279), Mato Grosso, Santa Catarina e Paraná (41).

A análise por região indica mudança na geografia das indenizações por morte. Em 2018, o Centro-Oeste foi a localidade com a maior taxa de acidentes fatais no trânsito, concentrando 23 sinistros indenizados a cada 100 mil habitantes. Já em 2009, a posição era ocupada pelo Sul, que registrou 38 pagamentos para a mesma proporção populacional. O Sudeste, no entanto, teve o indicador mais baixo no ano passado, com 15 pagamentos. Em 2009, o último lugar era do Nordeste, com 21.

Quando observada apenas a quantidade de benefícios pagos por acidentes fatais, sem relacionar à estimativa populacional, a Região Nordeste foi a única a apresentar aumento das indenizações por morte devido a ocorrências no trânsito entre 2009 e 2018. O Maranhão foi a unidade federativa com maior crescimento (46%), seguido do Piauí (42%). Já os estados de São Paulo e Rio Grande do Sul tiveram redução de cerca de 50% nas indenizações pagas por acidentes fatais entre 2009 e 2018.

Ainda segundo os dados, os principais atingidos pelos casos fatais são motoristas. Em 2018, eles somaram mais de 21 mil (ou 55%) indenizações por morte. O sexo masculino também predomina, somando 82% dos pagamentos destinados à cobertura no ano passado. Quando analisada a faixa etária, os jovens de 18 a 34 anos foram os que mais morreram, com 39% (15.045) dos sinistros pagos por morte pelo Seguro DPVAT no último ano. A maioria dos acidentes ocorreu no horário do anoitecer (17h às 19h59h).

O superintendente de Operações da Seguradora Líder, Arthur Froes, explica que os números do Seguro DPVAT reforçam a importância de mobilizações como a Semana Nacional do Trânsito para mudar a realidade da violência nas ruas e estradas brasileiras.

“Apesar da redução nas estatísticas de indenizações pagas por morte pelo Seguro DPVAT nos últimos dez anos, este documento mostra a grave realidade do trânsito brasileiro, que é reforçada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Dados de 2018 da instituição mostram que o Brasil é o quinto país com mais vítimas fatais durante o tráfego de veículo. Além disso, a cada 24 segundos, uma pessoa morre no trânsito. Desta forma, torna-se fundamental o constante investimento em prevenção, educação e conscientização da população sobre a importância de um trânsito seguro”, esclarece Arthur Froes.

O Relatório Especial – 10 anos – Taxa de Mortalidade no Trânsito é mais uma iniciativa da Seguradora Líder para contribuir com a redução dos acidentes de trânsito. Além de amparar as vítimas das ocorrências causadas pelo tráfego de veículos, a companhia tem como compromisso atuar proativamente para conscientizar a população, bem como melhorar a segurança viária.

MDS Brasil é a corretora de seguros oficial do SP Oktoberfest e a HDI a seguradora

MDS Ortobefest

Evento deve reunir cerca de 100 mil pessoas e movimentar R$ 40 milhões no turismo 

A MDS Brasil informou que é a corretora de seguros oficial da 3° São Paulo Oktoberfest. Por confidencialidade do contrato, não pode citar quem é a seguradora. O blog Sonho Seguro foi atrás e descobriu na primeira: HDI. Caminho fácil esse. Certamente seria uma seguradora de origem alemã para fazer o seguro de uma festa alemã.

A MDS será responsável pela gestão do seguro da festa, que acontecerá entre os dias 20 de setembro e 6 de outubro, no Jockey Club de São Paulo. Nesta edição, o festival contará com 20.000 m2 de área ocupada, 190 horas de programação cultural e artística, espaços dedicados à culinária alemã, danças típicas, atrações musicais e parque de diversões. 

“Estamos construindo um grande festival no calendário de entretenimento de São Paulo e fazemos isso com atenção focada fortemente na segurança das pessoas que nos ajudam a construir essa história”, afirma o embaixador da festa, Walter Cavalheiro Filho. A festividade alemã é considerada uma experiência gastronômica, cultural e cervejeira que guarda uma relação íntima e histórica com a comunidade germânica. O evento já está se consolidando no calendário paulistano como uma das grandes atrações anuais da cidade. A expectativa é que cerca de 100 mil pessoas de todo o país marquem presença e vivenciem a Alemanha de verdade.

A MDS já atuou em grandes eventos no País, tais como Jornada Mundial da Juventude, Jogos Olímpicos Rio 2016, Rock in Rio 30 anos, Disney Magic Run Rio de Janeiro, entre outros shows, musicais e ações esportivas. O principal objetivo do seguro de responsabilidade civil (RC) é garantir a proteção aos frequentadores em caso de danos materiais, corporais ou morais involuntários a terceiros. “Nosso principal diferencial é disponibilizar um seguro de fácil contratação e com coberturas completas”, diz o vice-presidente de Riscos Corporativos e Resseguro da MDS Brasil, Thiago Tristão. 

O executivo explica ainda que, além de proteger o segurado em caso de incidentes e ações judiciais, o RC é um grande aliado diante de imprevistos que envolvem multidão e grandes infraestruturas: “Esta é uma proteção para situações que fogem do nosso controle durante festas, shows, feiras e outros”. E a personalização também é um ponto-chave: “Por ser feito sob medida, o produto compreende várias realidades e garante a continuidade dos negócios do segurado em qualquer situação”, conclui.