Com foco na democratização da previdência, Brasilprev Fácil terá nova campanha de vendas neste mês

O objetivo é aumentar o acesso ao produto e atrair mais de 100 mil novos planos em dois meses, com comerciais em TV aberta e por assinatura, mídias sociais e outdoors nas principais capitais nacionais.

Fonte: Brasilprev

Este mês terá uma grande campanha de vendas do Brasilprev Fácil, produto em prol da democratização da previdência privada no país, da especialista e líder de mercado em previdência privada, a Brasilprev. Voltado ao público que ainda não tem a cultura de acumular recursos para o futuro, a solução tem contratação simples, valor de aporte acessível (a partir de R$ 100) e visa inserir a consciência previdenciária na vida dos brasileiros. 

“Com o aumento da longevidade as pessoas precisarão se preparar financeiramente para viver mais e melhor. O Brasilprev Fácil é um meio que traz acesso a esse produto de acúmulo de recursos de longo prazo e faz com que cidadãos de diferentes estratos sociais iniciem desde cedo a ação de planejar o seu amanhã. A união do sucesso desse produto com a força de distribuição do Banco do Brasil é um elo diferenciado a fim de democratizar a previdência privada em nosso país.”, comenta Carlos Motta, vice-presidente de Distribuição de Varejo do BB.

O Brasilprev Fácil é um dos grandes sucessos da companhia: em menos de dois anos de lançamento soma 325 mil planos. Com a campanha, a meta é conquistar mais de 100 mil novos planos nos meses de fevereiro e março, com a veiculação de peças e vídeos no meio digital, propaganda em mídias sociais (Facebook, Instagram e YouTube), comerciais em TV aberta e fechada e outdoors em Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Brasília, Porto Alegre e Curitiba. Além disso, parte da rede de agências do Banco do Brasil ganhará uma roupagem referente à campanha, contando com móbiles, pancards, folders, moleskines e coletes. A ação terá os atuais campeões mundiais de vôlei de praia, Bruno Schmidt e Evandro, nas peças promocionais.

“Essa é uma campanha ampla, que vai atingir diferentes cidadãos, principalmente na faixa entre 25 e 45 anos”, adianta o diretor-presidente da Brasilprev, Marcio Hamilton. “Nós acreditamos que essas pessoas estão entendendo a necessidade de acumular recursos para subsidiar um futuro mais tranquilo, seja para complementar a aposentadoria ou realizar um outro projeto, como viajar ou até mesmo abrir um negócio. O Brasilprev Fácil é um excelente caminho para construir objetivos de longo prazo”.

Brasilprev Fácil – Lançado em agosto de 2018, o Brasilprev Fácil foi desenhado para o público com renda entre R$ 2.000,00 e R$ 10.000,00, com possibilidade de contribuições mensais a partir de R$ 100,00. Traz como default, na largada, um plano na modalidade VGBL na Tabela Progressiva do IR e aportes num fundo Premium. No entanto, caso a cliente queira, essas características podem ser alteradas, de acordo com o perfil desejado. 

Mercado de seguros encerra 2019 com lucro de R$ 17,8 bi, alta de 21%

Houve movimentação entre os dez maiores lucros, com ligeiras trocas de posição, bem como no ranking das maiores perdas, com Mapfre e AXA XL revertendo elevadas perdas em ganhos significativos

O mercado segurador encerrou 2019 com lucro líquido de R$ 17,8 bilhões, segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep) analisados pela consultoria Siscorp. Em razão disso, o ranking traz apenas os valores de seguros e exclui saúde, sob supervisão de outro regulador, a Agência Nacional de Saúde (ANS). O valor ficou 21% acima dos R$ 14,7 bilhões registrados no mesmo período do ano passado, mesmo com o recuo da Selic, taxa de juros que remunera boa parte das reservas técnicas, ter iniciado 2019 em 6,5% ao ano e terminado em R$ 4,5% ao ano. Em fevereiro deste ano, novo corte, para 4,25% ao ano, décimo sétimo corte desde quando a taxa atingiu o pico de 14,25% ao ano, entre julho de 2015 e outubro de 2016.

A maior parte dos balanços financeiros será divulgado e comentado pelas seguradoras ao longo deste mês. Boa parte delas opta por deixar para os dois últimos das do mês. Mas já é possível ter uma noção do que ajudou e o que piorou o desempenho de algumas delas. Houve certa movimentação entre os dez maiores lucros, com ligeiras trocas de posição.

Já no ranking dos piores prejuízos, um movimento interessante. Mapfre, que liderava as perdas com R$ 468 milhões, agora ocupa a 15a. posição, com lucro de R$ 122,2 milhões. A AXA XL, que em 2018 amargou perdas de R$ 197 milhões, passou para a 22a. colocação, com ganhos de R$ 57,5 milhões. Já a AIG ainda pertence ao grupo de perdas, que foram reduzidas de R$ 51 milhões para R$ 13 milhões.

Segundo os balanços 2019 já divulgados no inicio deste ano, as seguradoras têm conseguido baixar custos operacionais e com melhor subscrição de riscos reduzir o volume de indenizações, o que traz uma melhora significativa para a lucratividade expressa no índice combinado (receitas de venda menos indenizações e custos operacionais), que mede a eficiência das companhias. Quanto mais abaixo de 100%, melhor. índice de sinistralidade tem sido reduzido.

Seguradoras ligadas a bancos seguem liderando as três primeiras posições do ranking de lucro, com exceção do Itaú, que caiu para a sétima posição. A Bradesco Seguros segue sendo a líder do ranking. O grupo divulgou lucro líquido de R$ 7,5 bilhões em 2019, expansão de 16,6% em relação ao obtido em 2018. Já no ranking consta R$ 5,6 bilhões, pois não considera o ganho de saúde, área supervisionada pela ANS. Segundo o grupo, o resultado foi beneficiado pelo crescimento de 12,7% no ganho operacional e pela alta de 10,9% do resultado financeiro. Aqui fica claro a importância do ganho financeiro para a número um do ranking de lucro do setor. As projeções para o resultado com seguros estimam um crescimento entre 4% e 8%.

Leia mais: Bradesco Seguros lucra R$ 7,5 bilhões em 2019

A BB Seguros vem em segundo lugar, com ganho de R$ 2,8 bilhões. Em setembro, o grupo informou que decidiu fazer uma redução de capital depois de concluir que tem recursos de sobra no balanço e devolveu R$ 2,7 bilhões aos acionistas.

A Caixa Seguridade, que tem costurado parcerias e se prepara para um IPO ainda neste semestres, vem em terceiro, com R$ 2,1 bilhão. A Caixa estima que o IPO de sua subsidiária valerá entre R$ 50 bilhões e R$ 60 bilhões na Bolsa de Valores de São Paulo (B3). Já anunciou a reformulação da parceria que tinha com a francesa CNP, num negócio avaliado em R$ 7,8 bilhões; parceria com a Icatu, que deverá fazer um aumento de capital de R$ 180 milhões na nova sociedade para a venda de títulos de capitalização; e com a Tokio Marine para a venda de seguro habitacional e residencial, no valor de R$ 1,5 bilhão. Icatu e Tokio terão 25% de participação nas sociedades específicas de cada ramo de negócio. O grupo promete ainda anúncios de novos sócios nas áreas de grandes riscos, saúde e odontologia, assistência 24 horas e também com um ressegurador. Em janeiro, houve troca de CEO. Para presidir a Caixa Seguridade foi escolhido Eduardo Dacache, até então vice-presidente de atacado e braço direito do presidente da Caixa, Pedro Guimarães.

A Zurich Seguros, que tem uma joint venture com o Santander, segue em quarto lugar, com R$ 1,3 bilhão. O grupo se destacou em 2019 por parcerias fechadas com bancos, varejos e fintechs após ter investido fortemente em uma plataforma digital que já está preparada para se conectar com parceiros para a venda de seguro em a intervenção humana, o que no jargão do mercado é conhecido como APIs, “ponte”, ou sistema de “plugue e use”. Com tal tecnologia já embarcada, a expectativa é de grande crescimento para 2020.

A SulAmérica saltou da sétima posição em 2018 para a quinta em 2019, com ganhos de R$ 996,4 milhões. Por pouco não entrou no restrito clube do bilhão. Anunciou a venda da carteira de seguros de ramos elementares, que envolve autos, residências, condomínios e pequenas e médias empresas para a Allianz. O negócio ainda aguarda o fechamento para este ano. Com foco em saúde e munida de tecnologia que já atende as exigências de rapidez e facilidades que o consumidor digital exige, as ações do grupo tem apresentado valorização destacada.

A Porto Seguro, segundo dados da Siscorp, perdeu uma posição no período analisado e vem na sexta colocação, com ganhos de R$ 982 milhões. Segundo Celso Damadi, vice-presidente de Finanças, Controladoria, Investimento e Planejamento da Porto Seguro, o resultado financeiro da Porto Seguro alcançou R$ 269,7 milhões, queda de 9,3%. Apesar da redução, o executivo citou que os resultado vieram dentro do esperado beneficiado por uma sinistralidade abaixo da média histórica e uma taxa básica de juro mais alta, proporcionando uma rentabilidade melhor ao negócio.

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O Itaú caiu para a sétima posição, com R$ 996 milhões, ultrapassado pela Porto Seguro, agora em quarto lugar no ranking, com lucro de R$ 725 milhões no período analisado pela Siscorp com base nos dados enviados à Susep. O ajuste de ganho faz parte ainda do reposicionamento estratégico de deixar de operar em alguns segmentos e focar esforços na plataforma digital, que já conta com vários parceiros de negócios, como MetLife em dental, Prudential em vida resgatável e outros que em breve devem ampliar o Portfolio do banco, com saúde e seguros empresariais. Bastidores de mercado indicam a Amil para saúde. Já o parceiro em seguros para PME ainda não foi revelado.

A Allianz saiu de um prejuízo de R$ 15,5 milhões em 2018 para a nona colocação no ranking de 2019, com ganho de R$ 349 milhões. O grupo vem retomando seu crescimento, depois de um período de perdas. Um dos impactos no balanço de 2019 pode ter vindo de recuperação de impostos (CS e IR) dos prejuízos acumulados. Em 2019 anunciou a compra da carteira de ramos elementares da SulAmérica, por R$ 3 bilhões, que deve ser concluída neste ano e desta maneira os impactos só serão observados no balanço de 2020.

E fechando o ranking dos 10 maiores lucros de 2019 temos a Icatu, que trouxe muitas novidades ao longo do ano passado. Liderou o ranking de portabilidade de recursos dos fundos de previdência praticamente em todos os meses do ano, ao ofertar uma gestão mais ativa e taxas menores. Além disso, ampliou de forma significativa os canais de distribuição de seus produtos, tanto fundos como títulos de capitalização.

Projeto do governo cria novos regimes para socorrer instituições financeiras, incluindo seguradoras

O projeto prevê ainda a criação de fundos para fornecer liquidez ao sistema e empréstimos às instituições em dificuldade

Fonte: Agência Câmara

Projeto de Lei Complementar (PLP) 281/19 cria dois mecanismos para socorrer instituições financeiras em dificuldade, como bancos, seguradoras, bolsas e entidades de previdência privada: o Regime de Estabilização (RE) e o Regime de Liquidação Compulsória (RLC). Eles substituem os instrumentos atuais usados pelo Banco Central (intervenção, liquidação e Regime de Administração Especial Temporária – Raet).

A proposta, que tramita na Câmara dos Deputados, é de autoria do Poder Executivo. Segundo o BC, que elaborou o texto, o projeto segue orientação do Financial Stability Board (FSB), que o Brasil se comprometeu a adotar. O FSB é um organismo criado pelos países mais ricos do mundo para promover a estabilidade financeira mundial.

Dependendo do mercado regulado, os dois regimes poderão ser instaurados pelo BC, Comissão de Valores Mobiliários (CVM) ou Superintendência de Seguros Privados (Susep), nomeados no projeto como “autoridades de resolução”. Além de aplicar os “regimes de resolução” (RE e RLC), elas poderão exigir que as instituições sob a sua competência elaborem plano de recuperação, com medidas para restaurar a viabilidade do negócio, e plano de saída organizada, com medidas pós-regime.

Características

Pela proposta, a autoridade de resolução poderá decretar o regime de resolução que considerar mais adequado ao caso. As pessoas jurídicas que mantém vínculo com instituição sob RE ou RLC também poderão ser incluídas nas medidas determinadas pela autoridade.

O RE deverá ser aplicado, preferencialmente, em instituições de importância sistêmica, que não podem ter suas atividades paralisadas repentinamente sem risco de causar instabilidade na economia. Ele será executado por um administrador nomeado pela autoridade de resolução, que deverá buscar uma solução privada para a retomada dos negócios.

De imediato, o RE suspende o exercício dos direitos dos acionistas e afasta os administradores da instituição. Poderá haver suspensão temporária da cobrança de débitos da instituição, a exceção de alguns, como tributos.

O RLC será aplicado quando não houver riscos à estabilidade financeira. O regime, executado por liquidante nomeado, implica o encerramento das atividades da instituição, a submissão ao regime concursal (que classifica os credores por ordem de prioridade) e a venda dos ativos.

O texto também detalha as situações que podem levar à decretação do RE e do RLC. Entre elas estão a insolvência, a exposição a risco incompatível com o patrimônio, a insuficiência de ativos para cobrir perdas e reiteradas violações às normas legais e regulamentares.

Fundos

O projeto do Executivo prevê ainda a criação de Fundos Garantidores de Créditos, para fornecer liquidez ao sistema, e Fundos de Resolução, para prover empréstimos às instituições financeiras em dificuldade. Os recursos para a capitalização dos fundos sairão do próprio sistema financeiro, que também cuidará da administração deles.

Em caso de RE, o fundo de resolução poderá constituir uma instituição financeira de transição (conhecida como “banco ponte”), que será capitalizada para receber os ativos e passivos da instituição sob resolução até que eles sejam assumidos por terceiros ou descontinuadas.

Se os recursos privados não forem suficientes para assegurar a estabilidade financeira, a União poderá emprestar recursos aos fundos de resolução. Nesse caso, algumas condições devem ser atendidas, como o esgotamento de recursos dos acionistas e a possibilidade de grave ameaça ao sistema financeiro.

O texto prevê ainda que a União será a primeira a ser reembolsada quando houver a recuperação da instituição.

Tramitação

A Câmara criará uma comissão especial para analisar a proposta do governo. O texto aprovado será posteriormente submetido a votação no Plenário, antes de ser enviado ao Senado.

Apólice de seguro da cervejaria Backer “é ínfima”

Isso [contaminação de dietilenoglicol na produção de cervejas] nunca aconteceu no mundo e a gente nunca imaginou que isso poderia acontecer logo com a nossa empresa”, a sócia e CEO da companhia, Paula Lebbos

O caso da cervejaria Backer é um daqueles que ilustram a importância de um seguro bem feito, pois se for feito de qualquer jeito, melhor nem ter. Em entrevista ao Valor, a sócia e CEO da cervejaria Backer, Paula Lebbos, disse que tem apólice de seguro de lucros cessantes mas que o valor contratado é ínfimo para cobrir os prejuízos. Interditada desde 10 de janeiro por ordem do Ministério da Agricultura após casos de intoxicação e mortes de pessoas que afirmam ter consumido sua cerveja, a cervejaria Backer, de Belo Horizonte, está com o caixa zerado, renegociando dívidas e demitindo funcionários.

A empresária afirmou ao jornal que considera várias hipóteses. Uma delas, erro interno. Outra, que o fornecedor do monoetileno tenha vendido à cervejaria um produto misturado com o dietileno. Outra hipótese ainda, sabotagem.

Segundo a reportagem, a empresa tem uma apólice de seguros de lucros cessantes, mas o valor da cobertura se mostrou pequeno para o tamanho da crise. “Nosso seguro é ínfimo porque isso [contaminação de dietilenoglicol na produção de cervejas] nunca aconteceu no mundo e a gente nunca imaginou que isso poderia acontecer logo com a nossa empresa”, a sócia e CEO da companhia, Paula Lebbos.

Além da apólice de lucro cessantes, que indeniza o prejuízo pelo tempo em que está parada, já se foram dois meses, a empresa pode ser responsável por 30 casos de intoxicações e por seis mortes.

Ontem, o Ministério da Justiça, por meio da Secretaria Nacional do Consumidor, instaurou processo administrativo contra a Backer. A secretaria diz que empresa decidiu recolher lotes que poderiam ser nocivos à saúde somente depois de ter sido notificada, e não logo após tomar conhecimento dos problemas. Se condenada, a empresa pode ter de pagar multa de R$ 10 milhões.

AM Best eleva de estável para positiva a perspectiva para rating da Austral

Revisão reflete solidez financeira da Austral Re e Austral Seguradora

Fonte: Austral

A AM Best, agência global de avaliação de riscos do segmento de seguros, retirou de observação e afirmou o rating de Força Financeira (FSR) de B++ (Bom) e o Rating de Crédito de Longo Prazo (ICR de Longo Prazo) de “bbb+” da Austral Seguradora e da Austral Re. A perspectiva para ambos os ratings foi elevada de estável para positiva.

Na avaliação da AM Best, a perspectiva positiva reflete a melhora sobre a força do balanço patrimonial das duas companhias, categorizado pela agência como muito forte. Isso se reflete na capitalização ajustada ao risco da Austral, medida pelo Best’s Capital Adequacy Ratio (BCAR), atualmente avaliado no nível mais forte.

O relatório pontua ainda o amplo programa de gerenciamento de riscos das empresas e a sólida estratégia de retrocessão para proteção e mitigação de riscos, em especial com a diversificação de negócios e melhor distribuição geográfica após a fusão da Austral Re e Terra Brasis.

Para a Austral Re, a avaliação é um atestado de eficiência e solidez financeira que credencia a companhia a participar dos principais programas nacionais e internacionais de resseguros e dá sustentação à sua estratégia de expansão dentro e fora do Brasil. Para a Austral Seguradora, a análise reforça a posição competitiva e a expertise em subscrição da equipe.

MDS Brasil é a corretora de seguros do Baile da Vogue 2020

O Seguro RC Eventos oferece cobertura para danos corporais e materiais a terceiros

A MDS Brasil é a corretora de seguros oficial do Baile da Vogue 2020, que este ano acontece pela primeira vez no Rio de Janeiro. O tema do evento é “Jardim das Delícias – uma noite de surrealismo tropical em ode ao Rio de Janeiro”. A tradicional festa carnavalesca será realizada no hotel Copacabana Palace, no dia 7 de fevereiro.

“Nosso Seguro RC Eventos é um grande aliado para situações que fogem do controle durante festas, shows, feiras e outros. Por ser feito sob medida, o produto garante a continuidade dos negócios do segurado”, destaca Thiago Tristão, vice-presidente de Riscos Corporativos e Resseguro da MDS Brasil

Além do Baile, a MDS é a corretora de outros eventos que fazem parte da programação. No sábado (8), a Vogue recebe convidados para feijoada, no recém-inaugurado Hotel Fairmont. Já no domingo (9), prepara um passeio de catamarã pela orla da Cidade Maravilhosa. A parceria é nos seguros obrigatórios.

AGCS e Allianz realizam evento para debater as tendências do mercado dos seguros financeiros

O aumento nos preços das apólices de D&O e os impactos da Lei de Proteção de Dados em Cyber foram os principais temas abordados 

Fonte: Allianz e AGCS

Na última terça-feira, 4 de fevereiro, a AGCS, braço de seguros corporativos do Grupo Allianz e a Allianz Seguros, realizaram o primeiro Experts Meeting – evento no qual especialistas internacionais e executivos do setor discutiram os maiores riscos e as principais tendências para o segmento de Financial Lines na América Latina.

Eduard Folch, CEO da Allianz no Brasil, abriu o evento reforçando a importância da parceria entre as duas empresas do Grupo. “ A troca de conhecimento entre os especialistas internacionais e os profissionais com uma grande expertise sobre o mercado e as regulações nacionais fazem com que a companhia seja um forte player na área de seguros financeiros”.

Já Glaucia Smithson, CEO da AGCS para a América do Sul, complementou que “O conhecimento dos diferentes mercados ao redor do mundo, tanto em seguros como em resseguros, faz com que a AGCS e a Allianz consigam entender mais rapidamente as novas tendências e estejam um passo à frente na compreensão de novos riscos, entregando experiências mais completas aos nossos clientes”.

A primeira apresentação foi feita por João Scandiuzzi, Chief Investment Strategist do BTG Pactual, na qual foi feito um resumo dos desafios econômicos mundiais com um olhar mais apurado para a economia brasileira.  Segundo o especialista, a correta identificação de tendências econômicas, financeiras e concorrenciais é elemento fundamental para o sucesso de empresas a longo prazo. “Ter a oportunidade de discutir o quadro de juros baixos no mundo e no Brasil e seus impactos sobre agentes da cadeia de seguros e resseguros é de suma importância para o desenvolvimento dos negócios”, explica.

O primeiro painel do dia abordou as megatendências no segmento de D&O e contou com a mediação de Alessandro Carrigllio, Regional Head of Financial Lines da AGCS na América do Sul. O debate foi aberto por Shanil Williams, Global Head de Financial Lines da AGCS, que apresentou as principais tendências segundo a seguradora. “O aumento de sinistros ao redor do mundo; os litígios ocasionados pelas mudanças climáticas; o aumento das ações de classe de valores mobiliários; o crescimento das falências; e o financiamento de litígios irão continuar impactando fortemente o mercado nos próximos anos, além de ocasionarem exposições mais sofisticadas em todo o mundo”, explica.

Ainda neste painel, Gustavo Galrão, Head da área na AGCS no Brasil, apontou que o país segue as mesmas tendências mundiais. “Temos o desafio de melhorar a qualidade da subscrição, identificando os principais riscos de cada empresa e buscar precificar de uma forma mais assertiva tanto para as seguradoras quanto para os clientes”. Fez parte do debate também o advogado Ricardo Lewandowski, sócio do escritório Clyde & Co. O especialista em ações de D&O contribuiu com um panorama da modalidade no Brasil. “Há dez anos tínhamos cerca de 100 apólices no país hoje são mais de 7 mil. Há poucos anos quase não tínhamos sinistros, fomos aprendendo os riscos conforme os sinistros aconteciam. Hoje percebemos mais a importância de ajustar as expectativas de cobertura do seguro tanto por parte da seguradora quanto do segurado”, explica.

O segundo e último painel, mediado por Gustavo Galrão, abordou as ameaças cibernéticas. O principal assunto foi como a Lei Geral de Proteção de Dados, que entrará em vigor em agosto desse ano e deve impactar fortemente o mercado. “As empresas brasileiras ainda não estão preparadas para os desafios que a LGPD irá proporcionar e entre as empresas que estão mais preparadas a grande maioria é do setor financeiro, o que já era esperado”, explica Dennys Zimmermann, advogado e sócio do escritório F.Torres Advogados. 

Já Viviane Schmidt, CRC manager da MDD Brasil Consultoria, comparou a diferença entre um sinistro por interrupção de negócio em uma empresa que pega fogo de uma ocorrência de interrupção de negócios por cyber, por exemplo. “Quando uma empresa pega fogo e ocasiona uma interrupção de negócios, você sabe quanto aquilo irá te custar, quanto tempo você levará para reformar o prédio e o que será necessário para aquela empresa voltar a operar. Quando há uma interrupção de negócios em decorrência de um ataque cibernético, primeiro que não é apenas uma fábrica, ou uma unidade de negócios que para, é uma empresa inteira. Além disso, é preciso calcular, por exemplo, quanto se deixou de vender, sem falar nos impactos em reputação, etc.”. 

Leonardo Semenovitch, CEO da Crowford & Company, destacou os tipos mais frequentes de ataques sofridos no país, que é o terceiro no mundo a sofrer ataques ficando atrás apenas de China e Estados Unidos. Paul Schiavone, Global Head of Long Tail Lines & Alternative Risk Transfer na AGCS finalizou o debate pontuando que o mercado de Cyber é um segmento emergente e que deve crescer com uma velocidade maior que o mercado de D&O, por exemplo. “Acredito também que no futuro haverá apenas uma única apólice de cyber e não diversas apólices que incluem a cobertura de cyber”, finaliza o executivo.

Brasilprev anuncia Jorge Marino Ricca como diretor financeiro

Com mais de 20 anos de carreira no mercado financeiro, Jorge Marino Ricca assume este mês a área financeira da companhia

Fonte: Brasilprev

A Brasilprev Seguros e Previdência, especialista e líder do mercado de previdência privada, com mais de 2 milhões de clientes e ativos sob gestão superiores a R$ 289,2 bilhões, anuncia Jorge Marino Ricca, 47 anos, para ocupar o cargo de diretor Financeiro. Ricca substitui Marcelo Wagner, que atuava na liderança da equipe Financeira desde outubro de 2017.

Funcionário de carreira do Banco do Brasil, o novo diretor é formado em Ciências Econômicas pela Universidade Gama Filho – RJ, possui pós-graduação em Finanças e Mercado de Capitais pela PUC-RJ e mestrado em Administração pela Escola Brasileira de Administração Pública e Empresarial da FGV-RJ. Com mais de 20 anos de experiência no mercado financeiro, Ricca é especialista na gestão investimentos, principalmente dos ativos de Multimercado. Em seu cargo mais recente, atuou na gerência Executiva de Fundos de Ações, Multimercados e Off Shore da BB DTVM.

Erika Medici é a nova CEO da AXA no Brasil

Ela é a primeira CEO brasileira do grupo que atua em mais de 60 países e foi escolhida entre diversos candidatos de outros países

Um dos maiores grupos seguradores do mundo anunciou a primeira CEO brasileira para liderar a operação local. Erika Medici foi escolhida num concorrido processo seletivo, disputado por diversos executivos de todo o mundo. “Estar entre os seis países prioritários para o grupo AXA já é por si só um chamariz e tanto. Mas liderar uma unidade que tem grande potencial para crescer num país como o Brasil é algo realmente interessante e desafiador”, comentou Matthieu Bébeár, responsável pela estratégia de negócios do Grupo AXA para América Latina, reforçando a posição-chave do Brasil para o desenvolvimento do grupo no continente.

Erika Medici substitui a francesa Delphine Maisonneuve que, em dezembro passado, foi promovida a CEO da AXA Next e Chief Innovation Officer do Grupo AXA. Questionado se ser mulher determinou a escolha, Bébeár acrescentou: “Temos uma política forte de diversidade e queremos chegar a 50% 50% de homens e mulheres no comando. Mas certamente se tivesse um homem com melhores qualificações que ela, seria ele”. Atualmente, o grupo conta com 38% de mulheres em cargos de comando.

Segundo Bébeár, Erika vem demonstrado grande capacidade de liderança e possui uma ampla vivência de mercado, já tendo atuado em diversas frentes – estratégia digital, distribuição, produtos, precificação, processos, resseguros e operações de fusão e aquisições. “Junto à liderança executiva da AXA no Brasil consolidada por Delphine, Erika vai dar continuidade ao plano estratégico já traçado, buscando consolidar a companhia entre as três maiores do país em nossas linhas de atuação prioritárias”, afirma ele em sua primeira visita ao Brasil.

A experiência de Erika, com 18 anos de histórico no mercado segurador brasileiro, foi decisiva. Desenvolveu sua carreira na SulAmérica e foi responsável pela operação de venda da carteira de grandes riscos para a AXA em 2016. Com a operação concluída, liderou a transição de negócios e desde então vem expandindo sua atuação na companhia. Nos últimos dois anos, foi vice-presidente comercial e marketing responsável pela estratégia de vendas, parcerias e marca da AXA Seguros. 

“A ambição do grupo para o Brasil é enorme e vamos continuar perseguindo a expansão comercial com rentabilidade e disciplina técnica. Vamos intensificar o relacionamento com médios e pequenos corretores e buscar novas parcerias com o varejo e instituições financeiras para distribuição de nossos produtos. Conto com o empenho e o engajamento de todo o time para alcançarmos nossos objetivos, fazer um 2020 fenomenal, com crescimento, com rentabilidade e com felicidade. Um time feliz vai muito mais longe”, afirma Erika.

Crescer em parcerias com corretores, varejistas e em todos os nichos do seguro empresarial é o foco de 2020. “Estamos na reta final para consolidar as operações AXA e AXA XL, para que os corretores e parceiros tenham todos os riscos de seus clientes cobertos pelo grupo AXA”, comentou. Ainda neste primeiro semestre as operações da AXA XL estarão instaladas no mesmo prédio da AXA, que tem sede no bairro Itaim, em São Paulo.

Tal crescimento tem como base otimizar a expertise instalada nos últimos anos, mas não descarta a aquisição de carteiras, porfolios e canais de distribuição. Sem poder revelar dados do balanço financeiro que será publicado oficialmente no final de fevereiro, Erika disse apenas que será um resultado consistente e que traz mais força para o crescimento esperado pelo grupo para 2020. “A companhia vem sendo construída ao longo desses cinco anos de Brasil e está pronta para aproveitar todas a oportunidades que o mercado segurador brasileiro oferece. Nossa plataforma digital está pronta para crescermos de forma sustentável e nos torna uma seguradora simples de trabalhar com parceiros de negócios”, afirmou.

Como em todo o mundo, o foco do grupo está em ser rentável. “Não existe mais crescimento a qualquer preço, pois sem dinheiro não há como sobreviver num mercado em plena transformação digital, cultural, e social, o que exige investimentos significativos para seguirmos como líder em diversos aspectos, como inovação e diversidade. Aliado a isso, temos uma realidade de juros baixos em todo mundo, com taxas negativas em alguns países, o que torna a busca por ganho operacional uma questão de sobrevivência, uma vez que o ganho financeiro é um desafio para os gestores das reservas técnicas das seguradoras”, comentou o executivo francês.

Apólice eletrônica entra no ar até março, segundo Susep

O presidente da CNSeg, Marcio Coriolano, alerta que é preciso ”um debate mais aprofundado para evitar que medidas regulatórias possam ser adotadas de forma não produtiva, que podem ter partido de premissas que merecem ser aprofundadas”

Durante evento promovido ontem no Rio de Janeiro, a titular da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Solange Vieira, defendeu medidas para aumentar concorrência e ampliar uso de tecnologia, segundo divulgou nesta quinta-feira o Valor. O mercado de seguros no Brasil ainda é concentrado e tem baixo uso de tecnologia, o que diminui sua transparência, comentou Solange.

Oficialmente chamada de Sistema de Registro de Operações (SRO), a apólice eletrônica visa dar à autarquia e consumidores o acesso aos seus contratos de forma digital. O objetivo é reduzir o custo de observância, modernizar a captação de dados do setor e diminuir o risco de fraudes. “As plataformas tecnológicas terão de ser alteradas. Temos de discutir como fazer”, afirmou, durante abertura de workshop sobre registro das operações, na Susep. “Temos que correr atrás do tempo que passou. Nessa corrida sobrevivem os melhores e espero que sobrevivamos todos”, registra o Valor.

“A implementação de uma base tecnológica inicialmente é cara. A mudança de plataforma tem um custo inicial e se você não é pressionado pela concorrência é natural que se acomode. Por isso, acho tão importante incentivar a concorrência, criar o mecanismo de sandbox e segmentação para que novas empresas surjam nos mercados e que pressionem as grandes seguradoras a buscar uma mudança no modo de negócios que elas têm hoje.” 

Outro ponto defendido pela economista da Susep é uma menor desintermediação do setor, com a contratação de seguros via corretor de forma voluntária. A MP Verde e Amarela altera a regulação dos corretores, lembra. Em relação a esse tema, um post no Instagram de Dorival dos Santos, da Fenacor, os corretores de seguros vão invadir o Congresso Nacional no dia 11, quando haverá audiência publica na comissão especial da MP 905. 

“Queremos um debate mais aprofundado para evitar que medidas regulatórias possam ser adotadas de forma não produtiva, que podem ter partido de premissas que merecem ser aprofundadas”, disse Coriolano

O presidente da CNSeg, Marcio Coriolano, alerta que é preciso ”um debate mais aprofundado para evitar que medidas regulatórias possam ser adotadas de forma não produtiva, que podem ter partido de premissas que merecem ser aprofundadas”. Para ele, uma referência usada globalmente para aferir a concentração é o índice Herfindahl-Hirschman, que é de 9,7% para o ramo de automóveis no Brasil e de 6,4% nos Estados Unidos – valores abaixo de 25% apontam baixa concentração. No segmento de ramos elementares, o indicador no Brasil é de 5,4% e no Chile, de 8,2%.

Coriolano também defende que a concorrência aumentou nos últimos anos, com a entrada de novos participantes, inclusive Caixa e BB, além de acordos extra societários. “Queremos um debate mais aprofundado para evitar que medidas regulatórias possam ser adotadas de forma não produtiva, que podem ter partido de premissas que merecem ser aprofundadas”, disse. Para ele, não há falta de transparência de informações, mas incapacidade da Susep de trabalhar e divulgar os dados que recebe. O regulador diz que tem investido em tecnologia e elevou a área a um status de diretoria.