Como será a “Indústria de Seguros 4.0”, segundo o CEO da IIS

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Como será a indústria de seguro no futuro? Esta foi uma das questões abordadas por Michael J. Morrissey, presidente e CEO do International Insurance Society (IIS). “Insurance 4.0 vai muito além de novos produtos, novos riscos e nova forma de fazer o seguro chegar aos clientes. Significa uma concepção totalmente nova sobre o que o seguro pode ser e fazer pela sociedade”, afirma. 

Segundo ele, existem três tipos separados, mas conectados, de interrupções acontecendo simultaneamente: transformação tecnológica, perturbação econômica e ruptura social. Ele descreveu a revolução do mundo e como ela traz desafios para o mercado de seguros do futuro. Ele destacou o envelhecimento em várias partes do mundo, com consequências na economia, como o financiamento de aposentadoria e de assistência médica. Já outros países, principalmente no Hemisfério Sul, têm grande desequilíbrio, com pessoas mais jovens e sem oferta de emprego na na quantidade necessária. 

Além desses fatores, ele citou também as mudanças nos hábitos de consumo. As pessoas querem poder usar as coisas sem necessariamente possui-las, os conceitos de trabalho mudaram, e a igualdade de renda e igualdade de gênero são questões importantes. “Tudo isso exige uma rápida mudança da indústria de seguros”, sentenciou.

Ele recomenda que a indústria deve atrair mais a atenção dos governos, abrindo um canal de comunicação mais amigável com políticos diante do poder que tem como investidor de longo prazo. Globalmente, o setor possui mais de US$ 35 trilhões em ativos investidos. “Como investidoras institucionais, de longo prazo, ao lado de fundos de pensão, são vitais para o financiamento da infraestrutura. Recursos para financiar projetos de crescimento para o mundo emergente e financiamento de reconstrução para o mundo desenvolvido. Certamente isso chama a atenção dos estrategistas políticos e, portanto, esse atributo pode contribuir para melhorar a estatura do setor”, afirma.

Ter regulamentações mais aderentes é vital para enfrentar as mudanças do setor. Alguns especialistas afirmam que todas as seguradoras serão empresas de tecnologia. Mas todos os atuais players serão? Segundo ele, não. “Alguns não têm a mentalidade para se adaptar à inovação. Conheço muitas seguradoras que empregam apenas versões ligeiramente modernizadas dos mesmos processos que já existem há mais de 100 anos e que ainda sobrevivem. Elas continuarão tentando manter o jogo como sempre foi até serem realmente forçadas a mudar. Acredito que o movimento Insurance 4.0 apresentará uma consolidação acelerada da indústria global, impulsionada pelos líderes que avançam “em” e “na” tecnologia.”

Certamente, afirma ele, a melhor utilização dos dados pelas seguradoras levará a preços mais acessíveis e redução de fraudes, otimizando os ciclos de subscrição. Por sua vez, isso fará com que o setor se torne mais ativo em gerenciamento de risco do que em pagamento de indenizações. “Fico chocado ao descobrir que muitas pessoas ainda pensam que nossa indústria existe apenas para pagar indenização a pessoas depois que coisas ruins acontecem. De fato, o papel do setor na mitigação e até na prevenção de perdas antes que elas ocorram é a principal razão para o rápido aumento de parcerias pelos governos para ajudá-los a antecipar e reduzir, e não apenas pagar as perdas”, afirma.

Para Morrissey, o maior valor da indústria para seus clientes será a capacidade de prever melhor os riscos e mitigar perdas como com eventos climáticos extremos, ataques cibernéticos, riscos ambientais e terrorismo. “Veremos, certamente, uma consolidação em torno de seguradoras especialistas e não mais em grandes seguradoras”, prevê. A verdadeira mudança está em centrar o modelo de negócios no atendimento das necessidades do cliente. “Quando isso realmente acontecer, chegaremos no esplendor do Insurance 4.0! Um novo nível de organização e controle sobre toda a cadeia de valor de um produto personalizados a um cliente consciente dos riscos.”

Kaspar Mueller é nomeado presidente da Swiss Re para a América Latina

Fonte: Swiss Re

Kaspar Mueller, atualmente COO de resseguradora, foi nomeado presidente da Swiss Re para a América Latina, a partir de 1º de novembro de 2019 e ficará baseado em Miami. Ele sucede a Urs Baertschi, que recentemente foi nomeado CEO da Swiss Re para Europa, Oriente Médio e Ásia.

Kaspar é um líder com forte experiência na definição e na condução de estratégias de resseguros da Swiss Re. Possui larga experiência nos mercados da América Latina, atuando de 2012 a 2015 como Head Regional de Estratégia e Operações para os EUA, Canadá e América Latina. Também já presidiu o Supervisory Committee da Swiss Re no Brasil. Kaspar iniciou sua carreira como analista financeiro para investimentos alternativos na Swiss Re e também trabalhou como consultor sênior para clientes de seguradoras e bancos em uma empresa de consultoria.

“O trabalho de Kaspar será desenvolver e executar a estratégia da Swiss Re baseado no trabalho de seu antecessor levando os negócios e o relacionamento com clientes na América Latina para um próximo patamar. Estou ansioso pelo seu retorno à região e desejo-lhe muito sucesso”, comemora Eric Smith, presidente e CEO da Swiss Re Americas.

Liberty Seguros lança campanha para corretores com novos produtos

Conexão Mundo e Conexão Brasil: emissões de apólices poderão premiar corretores com viagens para destinos como Portugal e Praia do Forte

Fonte: Liberty Seguros

A Liberty Seguros lança mais uma edição de suas campanhas para corretores parceiros – a Conexão Brasil e a Conexão Mundo. Ambas as iniciativas consistem em rankings de pontuação que irão premiar os participantes vencedores com viagens a destinos nacionais, como a Praia do Forte, e fora do Brasil, para Portugal, além de vouchers para resgatar no catálogo de premiação.

Os produtos participantes são Auto, Vida, API, Caminhão, Frota, Comércio e Serviços, Residência, Engenharia, Responsabilidade Civil e Transporte, além dos seguros Imobiliário e Fiança Locatícia, que não eram considerados nos outros anos. Além disso, neste ano, a campanha conta com uma categoria especial de Vida, na qual parceiros que se destacarem em vendas desse tipo de seguro concorrem a viagens nacionais e prêmios catalogados

São válidas todas as vendas (novas e renovações) durante o período da campanha, que vai de outubro deste ano até fevereiro de 2020. 

Conexão Brasil – Os corretores serão divididos em grupos com um número limitado de vagas para cada região do país e devem apresentar um crescimento mínimo de 7% nas suas emissões de apólice em relação ao mesmo período do ano anterior, além de um índice combinado igual ou inferior a 100%.  Os parceiros vencedores desta etapa serão premiados com uma viagem com acompanhante para Praia do Forte, na Bahia. 

Além das viagens, como parte da Conexão Brasil, os corretores vencedores também ganharão um voucher de e-commerce no valor de R$1.500,00 que pode ser convertido em produtos de lojas como Americanas, Fast Shop, Casas Bahia, entre outras.  Ao todo, nessa etapa, serão realizadas 161 viagens com acompanhante e mais de 100 vouchers distribuídos.

Conexão Mundo – Assim como a Conexão Brasil, a Conexão Mundo também dividirá os participantes em chaves separadas por região. No entanto, para essa ação, os corretores deverão apresentar um crescimento mínimo de 5% em relação ao mesmo período do ano anterior e índice combinado igual ou inferior a 100%. Os parceiros vencedores deste ranking serão premiados com 61 viagens internacionais com acompanhante para Portugal. 

“Na Liberty Seguros nós temos muito orgulho dos nossos corretores, da parceria e dos resultados apresentados por eles a cada ano. Com essas duas campanhas de incentivo, nossos principais objetivos são reconhecer a importância desses profissionais para nosso negócio, reforçar nossa conexão e estimulá-los com recompensas pela sua dedicação”, diz Marcos Machini, Vice Presidente Comercial da Liberty Seguros.

Os ganhadores da Conexão Brasil e Conexão Mundo serão divulgados pela própria seguradora ao fim da campanha, em abril de 2020.

UNEP-FI dedica o dia ao seguro para promover práticas sustentáveis no setor

Mesa Redonda Regional da Iniciativa Financeira do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente acontece em São Paulo

Fonte: CNseg

A Mesa Redonda Regional da Iniciativa Financeira do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP-FI), que aconteceu em São Paulo (SP) na terça-feira, 15 de outubro, teve um dia de programação voltada para o seguro. O evento contou com a abertura do superintendente de Relações de Consumo e Sustentabilidade da CNseg, Pedro Pinheiro, e da vice-presidente de Capital Humano, Administrativo e Sustentabilidade da SulAmérica Seguros e presidente da Comissão de RH da CNseg, Patricia Coimbra.

Em sua participação, Pedro Pinheiro destacou a importância de, ao pensarmos na sustentabilidade do setor de seguros brasileiro, considerarmos que o Brasil é um país de renda baixa. O superintendente da CNseg destacou a segmentação dos mercados de ramos elementares e de pessoas para adaptar a materialidade da agenda global ao contexto nacional. Ele também repassou alguns temas da agenda econômica, social e regulatória que pautarão o desenvolvimento do setor de seguros no curto e médio prazo, como a reforma da previdência social, o incentivo à comercialização de seguros por meios digitais no projeto de inovação (sandbox) da Susep e a incorporação de critérios ambientais, sociais e de governança na gestão de investimentos das seguradoras.

Patrícia Coimbra, por sua vez, abordou a trajetória dos Princípios para Sustentabilidade em Seguros (PSI, na sigla em inglês) no Brasil e a importância da integração das questões ambientais, sociais e de governança na estratégia e no dia-a-dia dos negócios.

No painel seguinte, o líder da Iniciativa Financeira do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP-FI, na sigla em inglês), Butch Bacani, falou sobre como os PSI estão moldando a agenda global de seguros sustentáveis, com cada vez mais empresas ao redor do mundo adotando práticas de sustentabilidade desde a criação dos Princípios. “O papel do seguro não deve se limitar a cobrir o choque financeiro, devendo ser ativo no gerenciamento de riscos para a transição para um futuro mais sustentável. A maneira como os investimentos serão feitos também tem impactos para uma agenda de seguros sustentável”, afirmou.

Bacani também informou que o PSI vai lançar o primeiro estudo sobre os riscos do plástico para o mercado de seguros, visando uma agenda de economia azul que garanta que os oceanos sejam sustentáveis. “Se queremos resolver os problemas climáticos, temos que resolver o problema dos oceanos. Tudo está relacionado”, disse. Ele também destacou a importância da preservação dos patrimônios naturais e culturais, como o parque de Foz do Iguaçu e a ilha de Fernando de Noronha. “É triste é que mais da metade dos sítios naturais no mundo – as joias da coroa da humanidade – estejam ameaçados, mas a indústria de seguros pode exercer um papel importante para protegê-los”, concluiu.

No painel seguinte, que abordou a integração dos riscos Ambientais, Sociais e de Governança (ASG) na subscrição de seguros, a superintendente de Estratégia de Negócios e Engenharia de Riscos da Mapfre Brasil, Helga Tomagnini, falou sobre o guia produzido pela seguradora sobre aspectos de sustentabilidade em grandes riscos. “Queríamos trazer esse trabalho para uma ação prática. Nós já fazíamos comitês ambientais e de governanças e queríamos colocar isso no nosso dia a dia da subscrição e o resultado foi o guia”, afirmou.

Comentando a experiência da Mapfre, Pedro Pinheiro afirmou que o guia permite o engajamento com o cliente para melhorar o gerenciamento de risco, o que é muito importante e faz parte da função social do setor. “Hoje, as seguradoras já têm áreas de sustentabilidade integradas às áreas de negócio e a expertise que os resseguradores trazem também é muito importante”, afirmou.

O superintendente da CNseg também abordou os indicadores do Relatório de Sustentabilidade do Setor de Seguros, editado anualmente pela Confederação, que apresentam um diagnóstico setorial sobre a integração dos fatores ASG (Ambiental, Social e Governança) não só no planejamento estratégico, mas também na política de subscrição de riscos. “Os indicadores apontam que ainda há um caminho importante a percorrer, mas experiências como as que estamos comentando hoje demonstram que as empresas brasileiras são inovadoras e acompanham as tendências globais de integração das questões ambientais, sociais e de governança ao negócio”.

Abrapp propõem Lei de Proteção ao Poupador Previdenciário

Fonte: Abrapp

O presidente da Abrapp, Luís Ricardo Martins, anunciou hoje (16/10) a proposta da Lei de Proteção ao Poupador Previdenciário (LPPP), que tem o objetivo de proteger e fomentar a poupança previdenciária dos trabalhadores. O projeto já foi apresentado ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia. “Assim como existe uma legislação específica para proteger o consumidor, é preciso criar uma lei de proteção ao poupador previdenciário”, afirma Luís Ricardo Martins. “Afinal, a formação de poupança de longo prazo é capaz de gerar inúmeros benefícios sociais e econômicos para o Brasil”.

Ele informa que o projeto conta com a consultoria técnica do professor José Roberto Afonso, do IBRE-FGV. A Abrapp considera que a atual proteção ao poupador, pelo poder público e por instituições privadas, não é feita de maneira integrada e coordenada para proteger o investidor de longo prazo – o que reforça a necessidade de criação de mecanismos adicionais, como a Lei de Proteção ao Poupador Previdenciário. 

Entre os princípios que norteiam a proposta, a Abrapp destaca que o poupador tem direito a informações, entre outras, em relação a: 

• Transparência;

• Perfil de risco;

• Estratégia de investimento;

• Custos dos serviços;

• Portabilidade. 

As sugestões apresentadas pela Abrapp no projeto incluem:• Tratamento tributário adequado e consistente à formação de poupança de longo prazo;• Oferta de renda continuada;• Incentivo aos planos coletivos de adesão voluntária, como forma de estimular a participação de pequenas e médias empresas;• Opção de saída (“opt out”), que obriga os trabalhadores a se manifestar explicitamente quando não desejarem permanecer no sistema de aposentadoria. O projeto será levado ao Congresso Nacional e a previsão é de que a primeira versão esteja concluída no prazo de 60 dias.

Estatísticas – As entidades fechadas de previdência complementar (EFPCs) tiveram rentabilidade de 6,94% até junho, ficando acima da taxa padrão que foi de 5,54%, e acumularam R$ 940 bilhões de ativos, o que representa 13,4% do PIB, no primeiro semestre de 2019. Os dados foram divulgados hoje pela Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (ABRAPP), no 40º Congresso Brasileiro da Previdência Complementar Fechada, realizado no Transamérica Expo Center, na capital Paulista.  Quando considerado o longo prazo o resultado também foi positivo: a rentabilidade no acumulado (2003 a jun/19) foi de 790,44%, superior à meta atuarial do período, que foi de 569,80%. 

A distribuição por tipo de aplicação no primeiro semestre mostra que a maior parcela dos investimentos está alocado na Renda Fixa, totalizando 74,0% em junho, somando R$ 668,5 bilhões. Na modalidade Renda Variável os investimentos correspondem a uma parcela de 18,2%, com R$ 164 bi.  

Mesmo diante do cenário mais desafiador para os investimentos, o índice de solvência dos planos de previdência complementar fechada chegou a 100% em junho de 2019, compatível com padrões internacionais e superior a países como os Estados Unidos, Canadá e Reino Unido.  O índice de solvência representa a saúde financeira de um fundo de pensão. Isso quer dizer que ele indica a capacidade de honrar os pagamentos aos participantes no futuro. 

O total de participantes ativos das EFPCs supera 2,7 milhões e os assistidos chegam a mais de 857 mil, enquanto o número de dependentes fica acima de 3,9 milhões de pessoas.  O valor médio mensal da aposentadoria programada foi de R$ 6,26 mil, segundo o levantamento, enquanto a média da aposentadoria por invalidez foi de R$ 2,73 mil e o valor das pensões chegou à média de R$ 2,96 mil. Dos participantes ativos das EFPCs 64,6% são homens e 35,4% são mulheres.  A faixa etária predominante na carteira é de 35 a 54 anos (34,4% homens e 18,8% mulheres). Entretanto, vale destacar também a faixa etária de 25 a 34 anos (15,7% homens e 9,0% mulheres). 

Ariel Couto é nomeado gerente regional para Americas da Brokerslink

Ariel Couto brokerslink

Durante coquetel de abertura da 11a. Conferência Internacional da Brokerslink, que acontece em Bordeaux, França, Ariel Couto, foi nomeado para posição de Americas Regional Manager da corretora global representada pela MDS no Brasil, da qual é o CEO. Ele será responsável por identificar oportunidades de colaboração internacional e também pelo desenvolvimento de negócios entre corretoras independentes da organização nas Américas do Norte e do Sul. Além disso, o executivo também terá a função de facilitar a comunicação das parcerias americanas com a rede global.

“Estou orgulhoso por desempenhar um papel tão importante na construção e no fortalecimento da presença da Brokerslink nas Américas. O próximo passo é formar uma equipe regional para me apoiar no gerenciamento das atividades de negócios e também para termos um olhar mais estratégico e aprofundado das peculiaridades dos mercados das Américas”, diz Couto.

“As Américas são uma região de grande importância estratégica para a Brokerslink. Neste ano, continuamos fortalecendo nossas representações tanto na América do Norte como na do Sul, com uma nova afiliada no Canadá, um novo parceiro estratégico de serviços jurídicos e, o mais importante, a entrada da Alliant como acionista. Para nós, é vital termos a capacidade de coordenar essas e outras futuras ações para maximizar nossas oportunidades de negócios e aumentar a comunicação nessa grande região”, disse o presidente da Brokerslink, José Manuel Dias da Fonseca.

Fonseca ressaltou que desde que assumiu a posição de CEO da MDS Brasil, há um ano, Couto sempre atuou como um defensor apaixonado da Brokerslink. “Tenho uma expectativa positiva em relação ao trabalho que ele desenvolverá junto à equipe regional para avançarmos em novas oportunidades de negócios”. 

Ariel Couto, da MDS e Brokerslink, e Daniela Reia, da Zurich: parceria de longo prazo

A 11ª Conferência Anual da Brokerslink acontece em Bordeaux, França, entre os dias 16 e 18 de outubro. O evento conta com 330 participantes de 82 países. O coquetel desta quarta-feira, realizado na La Cité du Vin, um dos cartões postais de Bordeaux, foi patrocinado pela Zurich. “É uma honra poder estar aqui com vocês. A Brokerslink é um dos nossos principais parceiros tanto local, regional como também global. Queremos estreitar cada dia mais a nossa parceria, que tem sido vencedora, não só em grandes riscos e afinidades como também em riscos para pequenas e médias empresas”, disse Daniela Reia, superintendente comercial da seguradora suíça.

iFood passa a oferecer seguro de acidente

O iFood passou a oferecer aos entregadores da Grande São Paulo um seguro de acidente pessoal para entregadores de todos os modais, moto ou bicicletas. 0 seguro será gratuito e em caso de acidentes as despesas médicas e odontológicas estão cobertas no pacote de seguros desenvolvido e garantido pela corretora MDS e pela seguradora MetLife. Todos os modais utilizados pelos entregadores cadastrados na plataforma serão contemplados.

“A MDS Brasil tem um papel estratégico na parceria. Avaliamos as coberturas necessárias aos entregadores do iFood, levando em conta a necessidade do entregador, conforto da sua família e dependentes em caso de acidente. Por se tratar de um novo risco para as seguradoras, temos a missão de manter esse programa atraente para o mercado segurador”, diz Thomaz Tescaro, vice-presidente de varejo e IT da MDS Brasil e head global de inovação e transformação digital do MDS Group.

Segundo nota da Ifood, até o final de novembro, o produto estará disponibilizado em todas as 662 cidades onde o iFood opera. 0 seguro faz parte de um conjunto de ações do foodtech para valorizar “os mais de 72 mil parceiros de entrega que utilizam a plataforma”, segundo a empresa. No pacote, estão cursos profissionalizantes em parceria com o Sesi-SP, um programa de benefícios por ponto, e um portal de informações dirigido para os entregadores.

Outros pacotes de seguros estão no forno. Este certamente será um programa que vai exigir muitas mudanças de paradigmas das seguradoras.

MetLife Brasil anuncia nova Head de Marketing

Fonte: MetLife

Carolina Montanino chega com a missão de continuar a evolução da companhia no setor de seguros, contribuindo com sua sólida formação e experiência profissional desempenhados ao longo de 20 anos em diferentes funções na área de Marketing e Experiência do Cliente.

“Estou muito feliz em fazer parte de uma companhia sólida como a MetLife, com mais de 150 anos no mundo e 20 no Brasil. O segmento de seguros está a todo vapor. Tenho certeza de que esta é uma grande oportunidade e também um desafio valioso para a minha carreira”, acrescenta Carolina.

Carolina reportará localmente a Breno Gomes, VP Strategy, Business Development & Engagement e regionalmente a Federico Acuna, VP CMO LatAm. Antes de se juntar à MetLife, construiu uma trajetória de sucesso em empresas, como Mastercard, Multiplus e Santander.

Amil lança nova grade de produtos com planos a partir de R$ 94

Lançamento marca nova fase da empresa, que busca a retomada de clientes

Fonte: Amil

A Amil lançou em São Paulo sua nova grade de produtos. O objetivo é retomar o crescimento de vendas e reforçar a entrega do cuidado certo aos clientes, conforme posicionamento da marca desde 2018. “Estamos lançando uma grade de produtos disruptiva, que busca oferecer mais por menos. Muito mais que o tamanho da rede, estamos investindo na oferta de uma série de serviços realmente diferenciados. Desde um plano regional com preço acessível e atendimento de urgência nacional, até um plano com os melhores hospitais do país, coberturas além das obrigatórias e seguro internacional. Segurança, acesso, comodidade e qualidade é o que estamos disponibilizando ao mercado”, conta Carolina Lorenzatto, diretora de produtos da Amil.

Com produtos a partir de R$ 94,00, a operadora quer se tornar ainda mais competitiva no segmento popular, lançando dois níveis de planos (Amil Fácil S60 e S80). Apesar de regional, o plano garante assistência de urgência e emergência nacionalmente e passa a ter uma abrangência de municípios maior. Com até 104 hospitais disponíveis na rede de atendimento, o plano Amil Fácil dá acesso ainda a unidades de atendimento com médico de família, parcerias para desconto em farmácias, serviços digitais de agendamento de consultas e exames por aplicativo e canal telefônico 24 horas para tirar dúvidas sobre saúde (Amil Ligue Saúde).

Já os planos de saúde intermediários (Amil S380, S450 e S750) têm como característica principal a cobertura em hospitais, maternidades e laboratórios de referência, com cobertura nacional e centros de especialidade em Oncologia, Cardiologia e Neurologia reconhecidos internacionalmente. Alguns exemplos de prestadores credenciados, variando conforme plano contratado, são os hospitais Samaritano (SP), Oswaldo Cruz (SP), Pró-Cardíaco (RJ), Perinatal (RJ), Beneficência Portuguesa (SP), Hospital Vitória (RJ) e Casa de Saúde São José (RJ), Hospital Nipo-Brasileiro (SP) e São Lucas (RJ).

Outros adicionais são os serviços de emergência médica domiciliar, cobertura de transplantes mais ampla do que a obrigatória e sessões de fonoaudiologia, RPG, escleroterapia e cirurgia oftalmológica refrativa sem limite de grau. Os clientes que adquirirem os planos dessa linha poderão optar, ainda, por incluir o serviço Amil Resgate e assistência para viagens internacionais.

Essas e outras coberturas estão previstas também nos planos Amil One (S2500 e S6500). Além dos serviços comuns aos outros planos, a linha premium da operadora oferece atendimento em hospitais de referência como Sírio Libanês (SP), Einstein (SP) e Samaritano (RJ), além de acesso a uma lista de médicos exclusiva, a Rede Black, da qual fazem parte alguns dos principais especialistas do país.

Outro diferencial é o atendimento virtual por vídeo-chamada através do celular ou tablete, para orientações médicas com profissionais do Einstein, disponível 24horas por dia, 7 dias por semana. Reembolso simplificado em até 24 horas, vacinas – inclusive as exigidas para viagens – check-up, coleta domiciliar e courier são outras vantagens. Seguro internacional de até US$ 300 mil e resgate domiciliar aéreo e terrestre nas cidades do Rio e São Paulo, além de transferência intra-hospitalar nacional completam os serviços exclusivos a esses planos.

Os produtos estão disponíveis para empresas de todos os portes a partir de dois beneficiários e alguns planos contam com a opção de coparticipação que podem deixar a mensalidade até 25% mais barata. “Acredito que essa é uma ótima novidade para o corretor. Para impulsionar ainda mais as vendas, lançaremos uma série de campanhas, mas sabemos que o melhor estímulo é termos um produto competitivo. Aliado a isso, estamos desburocratizando o processo de vendas, com menos papelada e mais informatização”, destaca Fabio Almeida, diretor de Vendas e Pós-Vendas da Amil.

Nesta quarta-feira, 16/10, será lançada a primeira campanha de incentivo da Amil após o lançamento da nova grade de produtos. A campanha “Seleção Premiada” sorteará 2 carros Gol 0KM, além de smartphones e notebooks. Os “corretores CPF” receberão cupons para concorrer aos prêmios a cada venda de plano médico e poderão participar aqueles que converterem a partir de 15 vidas no período de 16/10/2019 a 29/2/2020. Mais informações estarão disponíveis no site www.selecaopremiadaamil.com.br.

Seguradoras lucram R$ 11,3 bilhões até agosto deste ano

lucro seguradoras

O mercado segurador brasileiro registrou lucro líquido, ainda não auditado, de R$ 11,3 bilhões de janeiro a agosto deste ano, segundo dados divulgados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), organizados pela consultoria Siscorp. Apesar da queda na taxa Selic, que remunera quase a totalidade da carteira de investimento das seguradoras, o ganho superou os R$ 9,9 bilhões obtidos no mesmo período de 2018.

A Bradesco Seguros segue com grande vantagem no topo do ranking, com R$ 4 bilhões em lucro, quase R$ 700 milhões (o que equivale ao ganho da quarta maior seguradora) a mais do que o registrado em mesmo período do ano anterior. Ainda no clube do bilhão, Banco do Brasil e Caixa. Veja o ranking da Siscorp abaixo: