Amil lança nova grade de produtos com planos a partir de R$ 94

Lançamento marca nova fase da empresa, que busca a retomada de clientes

Fonte: Amil

A Amil lançou em São Paulo sua nova grade de produtos. O objetivo é retomar o crescimento de vendas e reforçar a entrega do cuidado certo aos clientes, conforme posicionamento da marca desde 2018. “Estamos lançando uma grade de produtos disruptiva, que busca oferecer mais por menos. Muito mais que o tamanho da rede, estamos investindo na oferta de uma série de serviços realmente diferenciados. Desde um plano regional com preço acessível e atendimento de urgência nacional, até um plano com os melhores hospitais do país, coberturas além das obrigatórias e seguro internacional. Segurança, acesso, comodidade e qualidade é o que estamos disponibilizando ao mercado”, conta Carolina Lorenzatto, diretora de produtos da Amil.

Com produtos a partir de R$ 94,00, a operadora quer se tornar ainda mais competitiva no segmento popular, lançando dois níveis de planos (Amil Fácil S60 e S80). Apesar de regional, o plano garante assistência de urgência e emergência nacionalmente e passa a ter uma abrangência de municípios maior. Com até 104 hospitais disponíveis na rede de atendimento, o plano Amil Fácil dá acesso ainda a unidades de atendimento com médico de família, parcerias para desconto em farmácias, serviços digitais de agendamento de consultas e exames por aplicativo e canal telefônico 24 horas para tirar dúvidas sobre saúde (Amil Ligue Saúde).

Já os planos de saúde intermediários (Amil S380, S450 e S750) têm como característica principal a cobertura em hospitais, maternidades e laboratórios de referência, com cobertura nacional e centros de especialidade em Oncologia, Cardiologia e Neurologia reconhecidos internacionalmente. Alguns exemplos de prestadores credenciados, variando conforme plano contratado, são os hospitais Samaritano (SP), Oswaldo Cruz (SP), Pró-Cardíaco (RJ), Perinatal (RJ), Beneficência Portuguesa (SP), Hospital Vitória (RJ) e Casa de Saúde São José (RJ), Hospital Nipo-Brasileiro (SP) e São Lucas (RJ).

Outros adicionais são os serviços de emergência médica domiciliar, cobertura de transplantes mais ampla do que a obrigatória e sessões de fonoaudiologia, RPG, escleroterapia e cirurgia oftalmológica refrativa sem limite de grau. Os clientes que adquirirem os planos dessa linha poderão optar, ainda, por incluir o serviço Amil Resgate e assistência para viagens internacionais.

Essas e outras coberturas estão previstas também nos planos Amil One (S2500 e S6500). Além dos serviços comuns aos outros planos, a linha premium da operadora oferece atendimento em hospitais de referência como Sírio Libanês (SP), Einstein (SP) e Samaritano (RJ), além de acesso a uma lista de médicos exclusiva, a Rede Black, da qual fazem parte alguns dos principais especialistas do país.

Outro diferencial é o atendimento virtual por vídeo-chamada através do celular ou tablete, para orientações médicas com profissionais do Einstein, disponível 24horas por dia, 7 dias por semana. Reembolso simplificado em até 24 horas, vacinas – inclusive as exigidas para viagens – check-up, coleta domiciliar e courier são outras vantagens. Seguro internacional de até US$ 300 mil e resgate domiciliar aéreo e terrestre nas cidades do Rio e São Paulo, além de transferência intra-hospitalar nacional completam os serviços exclusivos a esses planos.

Os produtos estão disponíveis para empresas de todos os portes a partir de dois beneficiários e alguns planos contam com a opção de coparticipação que podem deixar a mensalidade até 25% mais barata. “Acredito que essa é uma ótima novidade para o corretor. Para impulsionar ainda mais as vendas, lançaremos uma série de campanhas, mas sabemos que o melhor estímulo é termos um produto competitivo. Aliado a isso, estamos desburocratizando o processo de vendas, com menos papelada e mais informatização”, destaca Fabio Almeida, diretor de Vendas e Pós-Vendas da Amil.

Nesta quarta-feira, 16/10, será lançada a primeira campanha de incentivo da Amil após o lançamento da nova grade de produtos. A campanha “Seleção Premiada” sorteará 2 carros Gol 0KM, além de smartphones e notebooks. Os “corretores CPF” receberão cupons para concorrer aos prêmios a cada venda de plano médico e poderão participar aqueles que converterem a partir de 15 vidas no período de 16/10/2019 a 29/2/2020. Mais informações estarão disponíveis no site www.selecaopremiadaamil.com.br.

Seguradoras lucram R$ 11,3 bilhões até agosto deste ano

lucro seguradoras

O mercado segurador brasileiro registrou lucro líquido, ainda não auditado, de R$ 11,3 bilhões de janeiro a agosto deste ano, segundo dados divulgados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), organizados pela consultoria Siscorp. Apesar da queda na taxa Selic, que remunera quase a totalidade da carteira de investimento das seguradoras, o ganho superou os R$ 9,9 bilhões obtidos no mesmo período de 2018.

A Bradesco Seguros segue com grande vantagem no topo do ranking, com R$ 4 bilhões em lucro, quase R$ 700 milhões (o que equivale ao ganho da quarta maior seguradora) a mais do que o registrado em mesmo período do ano anterior. Ainda no clube do bilhão, Banco do Brasil e Caixa. Veja o ranking da Siscorp abaixo:

Como atender às novas demandas por seguros dos consumidores em um mundo incerto?

brokerslink 2019

Este será um dos temas em debate na 11a. Conferência Global Brokerslink, que acontece na França entre 16 e 18 de outubro

Começa nesta quarta-feira (16), em Bordeaux, cidade que é a porta de entrada para as vinícolas francesas mais visitadas do mundo, a 11a. Conferência Global Brokerslink, uma companhia global de corretores especialistas em riscos e empresas de consultoria presente em mais de 110 países. “A Brokerslink foi fundada em 2004, com o sonho de ser uma rede global para apoiar corretores independentes locais a maximizarem as oportunidades multinacionais aos seus clientes. E esse sonho é hoje uma realidade, graças ao empenho de uma equipe fantástica”, conta José Manuel Fonseca, fundador e chairman da Brokerslink e também CEO do MDS Group, maior corretora de seguros de Portugal com presença no Brasil, Angola, Moçambique e Espanha.

O evento conta com debates em importantes áreas da indústria de seguros. Como se desenha o futuro do mercado segurador 4.0 diante da revolução digital e mudanças de hábitos de consumo? Qual o papel da indústria no dia a dia da sociedade? Como atender às novas demandas dos consumidores em um mundo incerto? Como a longevidade impacta o seguro de saúde? Como o seguro de entretenimento tem se reinventado para os novos riscos mundiais?

“A cada ano, o evento reúne um número maior de participantes, oriundos de várias partes do mundo, incluindo corretores de varejo, especializados em segmentos específicos e em resseguros, além de empresas de consultoria de risco e gerentes de risco. O objetivo do encontro é discutir tendências importantes, desafios e inovações que impactam a comunidade de seguros e o gerenciamento de riscos”, diz José Manuel.

Mais de 330 profissionais, de 82 países, estarão reunidos durante três dias para debater temas relevantes. Michael J. Morrissey, presidente e CEO do International Insurance Society (IIS), abordará o futuro da indústria de seguros. Thomas Buberl, CEO mundial da seguradora AXA, abordará o tema “Como seguro pode ajudar e preparar a sociedade para riscos globais?”.

O painel sobre “Os desafios da longevidade e os impactos no seguro saúde” contará com Jose Brem, diretor do centro de competência em saúde da Munich Re para a Espanha, Portugal e América Latina; Humphrey Cuzner, da Allianz; Jean-Louis Etienne, doutor e cientista; e Maria do Carmo Fonseca, professor da University of Lisbon Medical School & President e do Institute of Molecular Medicine João Lobo Antunes (IMM).

No Brasil, a MDS Seguros representa a rede Brokerslink composta por 18 mil profissionais dedicados a atender às necessidades de proteção de multinacionais. Para conectar tantos profissionais, a Brokerslink lançou uma plataforma de relacionamento chamada Agora. “Neste marketplace estão produtos e serviços de seguros especializados, recursos humanos e beneficios dos colaboradores desenvolvidos com várias seguradoras e parceiros estratégicos. Há também disponível na rede materiais de formação e uma base de dados global de contatos para o desenvolvimento de novos negócios”, destaca o executivo.

A jornalista Denise Bueno viajou a Bordeaux para cobrir a conferência à convite da MDS Seguros.

Grupo SURA está no Índice Global de Sustentabilidade Dow Jones

Fonte: Grupo Sura

O Grupo SURA está entre as 318 empresas que compõem o Índice Global de Sustentabilidade Dow Jones (DJSI, sua sigla em inglês), publicado nesta sexta-feira o qual destaca às organizações com melhores práticas de sustentabilidade, após avaliar sua gestão econômica, social e ambiental. A companhia foi incluída pelo 9° ano consecutivo e está entre as três primeiras a nível mundial no setor de Serviços Financeiros Diversos e Mercados de Capitais, com uma qualificação superior a 98% entre as 16 companhias do setor que foram incluídas no índice global. Além disso, está posicionada como a única de origem latino-americana nesta indústria e, novamente, foi incluída no índice DJSI Mercados Emergente e o índice MILA.

O Grupo SURA, que tem entre seus acionistas a Munich Re, obteve uma pontuação de 72 em 100, que analisa o resultado em três dimensões: econômica (67), social (80) e ambiental (82). Destaca-se a liderança na avaliação dos capítulos de inclusão financeira e relatório social, assim como avanços nas políticas e medidas anticrime, impacto na dinâmica pública e eco eficiência operacional.

Com esse reconhecimento, o Grupo SURA, como holding, e suas filiais Suramericana (seguros, tendências e riscos) e SURA Asset Management (aposentadorias, poupanças, investimentos e gestão de ativos), demonstram seu compromisso de gerenciar práticas que respondam a um ambiente de constantes mudanças, que lhes permitam permanecer vigentes e aproveitando oportunidades.

“Para nós, o Índice Global de Sustentabilidade Dow Jones é importante porque nos permite avaliar nossa gestão e identificar oportunidades de transformação e crescimento, com base nas melhores práticas empresariais. A cada ano, os padrões são mais exigentes e precisamos nos repensar para definir como permanecer relevantes e úteis para a sociedade, em um ambiente dinâmico e de mudanças constantes”, afirmou David Bojanini, presidente do Grupo SURA.

O setor privado é um parceiro chave no cumprimento dos objetivos da agenda de 2030 relacionados ao desenvolvimento sustentável. Fazer parte do DJSI mostra um maior compromisso com a gestão responsável, o desenvolvimento de novos modelos de inovação e a convicção de contribuir desde os fatos para os maiores desafios da sociedade.

“A sustentabilidade tem sido uma busca permanente nesses 75 anos de Suramericana, em nosso trabalho diário de contribuir para o bem-estar e para a competitividade das pessoas e das empresas, primeiro na Colômbia e depois em nove países da América Latina. Avaliações como a da Dow Jones reafirmam a convicção de sermos coerentes e promover um crescimento harmonioso entre o econômico, o social e o ambiental, para nos fortalecer como gestores de tendências e riscos”, disse Gonzalo Pérez, presidente da Suramericana.

Da mesma forma, o Índice Dow Jones mostra que a sustentabilidade é um critério cada vez mais relevante nas decisões de investimento, uma vez que apoia e justifica estratégias abrangentes em aspectos financeiros e não financeiros que influenciam as melhores decisões de investimento.

“Fazer parte do índice Global de Sustentabilidade Dow Jones ratifica nosso compromisso de gerar confiança e relacionamentos de longo prazo com aqueles que nos escolhem na região para gerenciar seus recursos para a aposentadoria, assim como outros objetivos de poupança e investimento em diferentes momentos da sua vida. É também um sinal do nosso compromisso de ir além dos negócios e contribuir para o desenvolvimento dos países nos quais estamos presentes”, afirmou Ignacio Calle, presidente da SURA Asset Management.

Iniciativas destacadas

A perspectiva e a vocação de longo prazo do Grupo SURA têm sido fundamentais em sua experiência de crescimento e expansão na América Latina, para gerenciar tanto os investimentos quanto os relacionamentos. O objetivo tem sido permanecer e contribuir para os 10 países em que está presente, além das conquistas imediatas e dos resultados, pois a Organização se foca na forma de como alcançá-los.

Estas são algumas iniciativas que contribuem para materializar a estratégia de sustentabilidade do Grupo Empresarial SURA:

  • 4 milhões de beneficiários na América Latina com soluções de seguros e produtos de poupança e investimento com foco em inclusão financeira.
  • Aproximadamente 27.000 colaboradores formados virtualmente sobre o Sistema de Ética e Governo Corporativo.
  • 1.600 líderes de equipes da SURA na América Latina formados na Escola para o Desenvolvimento da Liderança.
  • USD 5.738 milhões foi a soma em 2018 dos investimentos temáticos de bônus verdes, sociais, laranjas, entre outros.
  • USD 1.926 milhões totalizaram os novos investimentos em renda fixa feito por SURA AM em 2018 que consideraram critérios ambientais, sociais e de governo corporativo (ASG).
  • A Suramericana trabalha visando incrementar um 10% os investimento de portfólio com qualificação ASG em 2020.

Finalmente, vale apontar o que foi mencionado pela firma Deloitte no seu relatório “2030 Purpose: Good Business and a Better Future”, baseado em diferentes estudos econômicos: as empresas que assumiram um forte compromisso com a sustentabilidade alcançaram resultados superiores a 11%, em relação aos resultados de seus concorrentes no mercado de valores.

Por esse motivo, na atualidade as empresas se deparam com ter de eleger entre focar nos rendimentos a curto e médio prazo ou, em vez disso, redirecionar sua estratégia de negócios para objetivos de longo prazo, alcançando desta forma a diferenciação e tendo uma avaliação mais positiva frente aos grupos de interesse.

AIG disponibiliza e-books sobre gestão de risco

aig ebooks

A AIG Seguros criou seis e-books para ajudar clientes, corretores e o público interessado em seguros a entender mais sobre riscos. As publicações podem ser lidas neste link. Quem quiser, pode fazer também o download. Basta apenas fazer um rápido cadastro. Entre os temas já disponíveis estão:

  • Produtos contaminados e o risco para as empresas
  • Riscos tributários e o seguro D&O
  • Guia de planejamento estratégico para viagens corporativas
  • Infográfico camadas da Deep Web
  • Supermercados estão expostas a riscos?
  • Agora é lei – Empresas são responsáveis pela proteção e privacidade de dados de seus clientes

C6 Bank compra a Som.us, informa Estadão

O banco digital já fechou parcerias comerciais com players como a canadense Fairfax, a suíça Zurich, a alemã HDI, a americana Chubb e a brasileira Porto Seguro

O C6 Bank, de ex-executivos do BTG Pactual, comprou a empresa Som.us, que atua com seguro e resseguro nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás e Distrito Federal, informa o Estadão. Segundo a reportagem, a companhia vai agregar uma carteira de R$ 300 milhões em prêmios de seguros e uma plataforma que assessora mais de 3 mil corretoras, que somam uma força de vendas de 10 mil profissionais. O valor do negócio não foi revelado.

Essa é a quinta aquisição do C6 desde que a instituição foi fundada, há quase 18 meses. As conversas entre o C6 e a Som.us começaram em dezembro. O negócio marca a entrada do banco na área de resseguros, que é o seguro das seguradoras. Outros alvos foram avaliados, mas, segundo o responsável pela área comercial do C6, Marcos Massukado, a empresa tem sentido estratégico à medida que se encaixa no plano do banco de ser um marketplace (plataforma aberta em seguros).

“Nosso objetivo é reinventar a oferta de serviços financeiros com tecnologia e o seguro se encaixa perfeitamente. É um mercado grande – apesar da baixa penetração no Produto Interno Bruto (PIB), ao redor de 6,5% – e com mais oportunidade de reinvenção do que o próprio setor bancário”, afirmou o executivo ao Estadão/ Broadcast.

O foco do C6 é operar em diversos ramos de seguros com maior foco no varejo como automóvel, prestamista (atrelado a financiamentos) e outros, mas sem ser uma seguradora. Nesse sentido, já fechou parcerias comerciais com players como a canadense Fairfax, a suíça Zurich, a alemã HDI, a americana Chubb e a brasileira Porto Seguro. “Não temos a mínima intenção de sermos uma seguradora”, disse Massukado.

Prudential lança seguro com proteção ampliada para doenças graves

Em meio ao aumento da preocupação dos brasileiros com a saúde, seguradora lança produto que cobre 25 doenças graves e procedimentos, além pagar até duas indenizações 

Fonte: Prudential

A saúde está entre as principais preocupações dos brasileiros. Pesquisas recentes revelam que o tema, em conjunto com a dificuldade financeira para pagar tratamentos, está no topo da lista do que tira o sono dos brasileiros. Soma-se ainda o fato de que três milhões de pessoas perderam acesso a planos de saúde privados nos últimos quatro anos. Com o aumento acelerado da expectativa de vida, a proteção financeira torna-se fundamental para enfrentar os problemas de saúde.

Com esse cenário, a Prudential do Brasil, que detém de 60% de participação de mercado no ranking de Doenças Graves no segmento de seguro de vida individual, lança novas possibilidades de proteção à saúde. O produto inovador, DDR Modular, tem como foco a proteção ampliada de doenças graves, incluindo quatro módulos que englobam 25 doenças e procedimentos. Possibilita ainda o pagamento de até duas indenizações para doenças cobertas em módulos distintos e 50% adicional ao capital segurado para mulheres que tenham câncer de mama diagnosticado em estágio avançado e homens com câncer de próstata na mesma situação.

O DDR Modular será comercializado como uma cobertura opcional, não sendo vendida separadamente, mas sim, fazendo parte de um plano de proteção mais amplo. Ela é dividida nos módulos “Câncer”, “Doenças Cardiovasculares”, “Falência de Órgãos” e “Doenças Neurológicas”.

“Nosso objetivo sempre será proteger vidas. Por isso, ao olhar as doenças que mais afetam a população brasileira de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), desenvolvemos esse produto com conceito de módulos que atendam às necessidades das pessoas e, quando possível, as ajudem em suas recuperações. Só quem já viveu o impacto de uma doença grave, sabe o quão devastador é esse momento para a pessoa e sua família, e a importância de receber uma indenização em vida”, destaca a vice-presidente de Marketing & Digital da Prudential do Brasil, Aura Rebelo.

Cada módulo engloba uma série de doenças como: câncer, infarto agudo do miocárdio, derrame, doença pulmonar crônica, esclerose múltipla, Parkinson idiopático, Alzheimer, entre outras.  Com o novo produto, a Prudential estende a cobertura para procedimentos como transplante de medula óssea, coração ou rins, cirurgias coronarianas (Bypass), cirurgia das válvulas cardíacas e situações como cegueira (perda profunda da visão), surdez (profunda e irreversível) e coma por traumatismo crânio-encefálico (TCE). “Depois de um ano de pesquisa e desenvolvimento, estamos muito orgulhosos em entregar ao mercado brasileiro um produto tão atual, abrangente e inclusivo” complementa Aura.

Acesso à cobertura – Para ter acesso à cobertura, o cliente passará por um processo de análise do seu histórico e condição de saúde e, após ser aprovado, poderá ter acesso a três ou quatro módulos do DDR Modular. “Esse é um grande diferencial. O seguro sempre será aplicado para os quatro módulos da cobertura e, caso o cliente não seja aceito em um dos módulos por pré-existência ou histórico familiar, poderá contar com a proteção nos outros três. Anteriormente, ao ser rejeitado no momento da subscrição, o cliente não conseguia contratar a cobertura opcional de doenças graves”, explica o gerente de Produtos da Prudential do Brasil, Sandro Cespes.

Sandro traz ainda mais detalhes sobre como funciona essa contratação e o processo de indenização. “Para tornar esse conceito modular mais claro, imagine que um cliente foi aceito nos quatro módulos de coberturas. Se ele apresentar um sinistro (um evento coberto) de uma das doenças do módulo Doenças Cardiovasculares, um infarto por exemplo, ele será indenizado. E a grande novidade é que a cobertura dele continuará vigente para os outros três módulos. Então, se esse mesmo segurado apresentar um segundo sinistro, por exemplo, uma pancreatite crônica, prevista em um dos outros três módulos, ele será indenizado novamente. Somente após o segundo sinistro é que a cobertura é encerrada. Atualmente, o mercado permite apenas um único sinistro nesse tipo de segmentação para encerrar a apólice”.

Indenização adicional para doenças em estágio avançado – Outra característica que torna o DDR Modular um produto diferenciado no mercado é a oferta adicional de 50% ao capital segurado para mulheres que forem diagnosticadas com câncer de mama em estágio avançado e para homens que forem detectados com câncer de próstata, também nesta situação. Ou seja, se um cliente que tivesse direito ao benefício recebesse R$ 500 mil em indenização ao ser diagnosticado com câncer de próstata, no caso da descoberta do tumor em estágio avançado, o valor da indenização passaria a ser de R$ 750 mil.

O DDR Modular já está sendo comercializado para novas contratações de seguro de vida e apresentado ao público pelos corretores franqueados Life Planner e pelas corretoras de seguros das empresas parceiras da seguradora. A cobertura tem vigência de cinco anos e o capital segurado mínimo (valor de indenização) é de R$ 55 mil. Há carência de três meses para o primeiro sinistro e, no caso de o cliente possuir os quatro módulos, haverá uma carência de seis meses para o segundo sinistro, contados a partir da ocorrência do primeiro.

Zurich busca startups para participar de Campeonato de Inovação

Na segunda edição do concurso global, a suíça Zurich procura
ideias para proteger futura geração

Fonte: Zurich Seguros

A seguradora Zurich lançou a segunda edição do seu Campeonato de Inovação, voltado para startups e empreendedores de todo o mundo, que contam com tecnologias comercialmente viáveis e modelos de negócios inovadores.

Com o tema “Protegendo a Próxima Geração”, o concurso tem um foco claro em buscar soluções sustentáveis para problemas globais e que contribuam positivamente para a sociedade, com ideias em torno de prevenção e mitigação de riscos que possam ser aplicados em áreas como saúde, mobilidade, viagens, riscos cibernéticos, previdência e mudanças climáticas.

O concurso terá três etapas: nacional, regional e global. Os vencedores nacionais serão selecionados em janeiro de 2020 e continuarão nas rodadas regionais, divididas em Ásia-Pacífico, América do Norte, América Latina, Europa e Oriente Médio. Os vencedores gerais da rodada regional, a serem selecionados em junho de 2020, participarão de uma rodada global final, que acontecerá em agosto de 2020.

As startups vencedoras da rodada final terão oportunidade de desenvolver projetos pilotos nas unidades locais da Zurich, com a finalidade de disponibilizar produtos e serviços aos clientes da seguradora em seus países e regiões, podendo ser expandidas globalmente.

“A competição está alinhada com nossa missão de ajudar os clientes a se tornarem mais sustentáveis ​​e resilientes, além de promover o crescimento de startups que trazem novas abordagens inovadoras para esse trabalho”, disse Giovanni Giuliani, Chefe de Estratégia, Inovação e Desenvolvimento de Negócios do Grupo Zurich.

A primeira edição do Campeonato de Inovação (2018-2019) recebeu mais de 450 inscrições de 49 países. A empresa está trabalhando com todos os quatro vencedores em projetos, que vão desde melhorar o bem-estar físico e mental, reduzir o desperdício de água até simplificar e acelerar os processos para os clientes.

Rodrigo Barros, Diretor de Inovação e Estratégia da Zurich no Brasil, destaca que a competição é uma excelente oportunidade para as startups locais, que já vêm desenvolvendo um relevante trabalho na área da inovação. “O Brasil tem um destaque incrível nessa área, com insurtechs extremamente capacitadas. Participar do concurso é uma chance de trabalhar com uma das principais seguradoras do mundo, ampliando sua ideia e expandindo negócios, além de aumentar a credibilidade junto aos investidores.” 

Vale lembrar que as startups participantes do Campeonato de Inovação podem continuar a buscar investimentos e parceiros no mercado, sem exigência alguma de exclusividade para o Campeonato.

As inscrições para o segundo Campeonato de Inovação estão abertas no site zurich.innovationchallenge.com até o dia 17 de dezembro. As startups que se inscreverem antes de 24 de outubro terão a oportunidade de serem selecionadas a receber treinamento, com a finalidade de melhorar suas chances de chegar à próxima rodada.

MDS Brasil anuncia nova estrutura para Região Sul

A nova diretoria regional será responsável pelos Estados de Santa Catarina e Paraná

Fonte: MDS

A MDS Brasil anuncia nova equipe na região Sul do País. O executivo William Puccini Lanfranchi assume como Diretor Regional Sul e Fabrizio Mascena ocupa a posição de Gerente Executivo da filial Curitiba. O reforço na equipe regional está alinhado à estratégia de negócios da MDS, que prevê expansão geográfica e crescimento também nos mercados do Sul.

“O Sul do Brasil é a segunda maior região do setor de seguros, com um total de R$ 36 bilhões de prêmios emitidos entre os meses de janeiro e agosto de 2019. A companhia está focada em oportunidades para ampliar ainda mais sua atuação local”, diz Ariel Couto, CEO da MDS Brasil. A empresa já está presente em 8 Estados – São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Pernambuco e Bahia – com 11 escritórios e mais de 550 colaboradores.

O Diretor de Filiais da MDS Brasil, Paulo Loureiro, afirma que a companhia vê a forte atuação regional como um dos pilares para sustentar o crescimento dos próximos anos. “Reforçamos o time da MDS Brasil com dois executivos experientes para mantermos o atendimento diferenciado aos nossos clientes e também para sermos mais competitivos na nossa estratégia comercial de crescimento”, explica Loureiro.  

William Puccini Lanfranchi é formado em Administração de Empresas pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e em Engenharia Mecânica pela Universidade Federal de Santa Catarina. Com 30 anos de experiência profissional, já esteve em cargos de liderança em grandes empresas nacionais e multinacionais na área de seguros. É considerado um especialista em Gerenciamento de Riscos.

 Já o executivo Fabrizio Mascena é formado em Relações Internacionais pelas Faculdades Integradas Curitiba e está no mercado de seguros há mais de 14 anos. Já trabalhou na MDS entre os anos de 2009 e 2011 e também esteve em posições estratégicas em outras corretoras e grandes seguradoras do mercado.

 A MDS Brasil é uma das maiores corretoras do Brasil e faz parte do Grupo MDS. A corretora registrou um incremento de 30% nos prêmios administrados de clientes no primeiro semestre de 2019, ritmo que deve se manter até o final do ano. A previsão é encerrar o ano com R$ 2 bilhões de prêmios de clientes colocados em seguradoras, acima dos R$ 1,5 bilhão obtidos em 2018.

Sudeste – O executivo Eduardo de Paranaguá, que estava no comando das operações da MDS Brasil no Sul e em Minas Gerais, ficará, a partir de agora, dedicado exclusivamente ao mercado mineiro. Recentemente, a MDS fez a aquisição da Ben’s, corretora com vasto portfólio de clientes no Estado, o que, somado a outras iniciativas, amplia a presença da companhia na região. Com sólida experiência em gestão, Paranaguá terá a responsabilidade de liderar o crescimento da operação no Estado. “A ampliação dos nossos negócios e a consequente necessidade de reforço na gestão fez com que investíssemos em duas regiões prioritárias para a MDS Brasil. O papel do Eduardo, que passa a ter foco exclusivo em Minas Gerais, será fundamental para o sucesso da nossa estratégia”, destaca Paulo Loureiro. 

Fenacor: Ajustes necessários para o setor de seguros avançar ainda mais

Fonte: CNseg

Conceitos como desburocratização, desregulamentação, enxugamento e eficiência do Estado são mantras que, se materializados, poderão colocar o mercado segurador no protagonismo da recuperação econômica. Essa foi a mensagem transmitida pelo presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Marcio Coriolano, em  prognóstico apresentado na última sexta, 11/10, no painel “Os caminhos para a retomada do crescimento e a reforma da Previdência”, do 21º Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros, realizado na Bahia.

Ele lembrou que o novo ciclo de investimentos em infraestrutura no Brasil, a democratização do sistema financeiro, as novas fronteiras tecnológicas e um novo ambiente de negócios em linha com os padrões de economias maduras criam as precondições para alavancar o desenvolvimento e, em consequência, novos negócios para o mercado segurador. 

Coriolano destacou o fato de a equipe econômica, em vez de apostar em uma “bala de prata”, como já ocorreu no passado, vem adotando medidas que historicamente o País precisava. Como exemplos, citou o ajuste fiscal e “a manutenção obsessiva dos fundamentos econômicos, ancorados em boas políticas fiscal, monetária e cambial, entre as ações do cordão sanitário criado que reúne as melhores práticas”.

O presidente da CNseg fez questão de lembrar uma questão no mercado que não está restrita e nem ficará restrita à Susep, mas que permeará todo o Executivo, o Legislativo e o Judiciário, que é o mercado marginal oferecendo proteção. “A questão é muito grave. Não se trata de concorrência e de que é preciso que o nosso mercado formal de seguros se ajuste a preços. Essa concorrência não está se fazendo com base em cálculos técnicos, nem de margens nem de carregamentos, mas está se fazendo pela ausência absoluta de recolhimento de impostos aos cofres públicos,  entre outras práticas danosas”, assinalou. Concluindo esse ponto pediu que a Susep coordene, no Executivo, os instrumentos de combate ai mercado marginal.

Em sua fala, Marcio Coriolano elogiou o papel relevante do corretor de seguros e deixou claro que sem esses profissionais – ao lado da adesão voluntária da sociedade brasileira aos diversos planos de seguros – não seria possível ao mercado manter sua resiliência durante os piores anos da crise ou do baixo crescimento, alcançando taxas sempre melhores que a do PIB e atingido os R$ 1,3 trilhão em poupança nacional.

O painel contou também com a participação da superintendente da SUSEP, Solange Vieira. Ela ressaltou que, independentemente de gostarmos ou não, o mundo está mudando muito rapidamente e nós precisamos também mudar nessa direção, utilizando a tecnologia como aliada. “No futuro, não existirá mais setor de vendas se o produto não estiver no celular e precisamos estar preparados para esse novo processo produtivo que se coloca”, afirmou. E para acelerar esse processo, disse que a apólice eletrônica e os seguros temporários e intermitentes serão importantes aliados.

Identificando o Estado como o maior segurador do Brasil, visto ser o fornecedor do seguro saúde (por meio do SUS), do seguro desemprego, do seguro de acidente de trabalho e de previdência, entre outros, afirmou que está na hora de se começar a incentivar o setor privado a suprir esses seguros. “O governo só deve estar onde o setor privado não consegue estar ou onde precisa estar por questões sociais”.

A superintendente da Susep identifica espaço para que a penetração do seguro chegue a dobrar em nosso País. E, para justificar, lembrou que, apesar de o PIB per capita brasileiro ser seis vezes menor que o dos Estados Unidos, o prêmio per capita é 12 vezes menor, e um trabalho de educação securitária junto à população poderia muito contribuir para esse crescimento.

O secretário Especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, afirmou que, este ano, o Brasil alcançará um déficit em seu sistema previdenciário beirando R$ 300 bilhões e que há um nexo causal entre a reforma da Previdência e o crescimento econômico. E “quando há crescimento econômico, há crescimento de empregos, de renda e de negócios e o negócio do seguro se integra perfeitamente neste ambiente”, disse.

O secretário Especial apresentou uma série de ações, além da reforma da Previdência, visando reduzir esse déficit e, assim, trazer benefícios à população e, sobretudo, aos mais pobres.

No debate, o presidente da FenaPrevi, Jorge Nasser, afirmou que a reforma da Previdência propiciará a diminuição da dívida pública e a retomada dos investimentos estrangeiros, destravando o crescimento do País. Entretanto, ele acredita que um dos maiores benefícios dessa discussão seja fazer a população entender que o Governo não opera milagres, como a falta de cultura sobre educação financeira leva a crer.

Afirmando que a reforma em curso é a possível, disse acreditar que será o primeiro grande passo para a transformação do sistema como um todo e para que seja retomada a crença dos brasileiros em nosso País.

Dirigindo-se aos corretores de seguro, afirmou que estes devem continuar acreditando na evolução do mercado segurador e na importante e indiscutível missão que têm de proteger.

Falando de tecnologia, Nasser defendeu que os processos digitais melhorarão os processos e o atendimento, gerando mais fluidez e conveniência. Entretanto, disse ele, continuaremos fundamentalmente analógicos na figura do corretor de seguros e seu contato indispensável com os clientes. “Enquanto houver o contato humano, continuaremos a precisar do corretor de seguros”, concluiu.

Também esteve presente no painel o presidente da Fenacor, Armando Vergílio, que mediou os debates, comentando e endereçando as principais questões abordadas pelos palestrantes e debatedores.

Foto: Da esquerda para a direita: o presidente da FenaPrevi, Jorge Nasser; o secretário Especial da Previdência Social, Rogério Marinho; a superintendente da Susep, Solange Vieira; o presidente da Fenacor, Armando Vergílio; e o presidente da CNseg, Marcio Coriolano