Ministro da Saúde afirma que lei atual de planos de saúde é “engessada”

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A Lei 9.656/98, que regula o setor de saúde, é “engessante” e “restritiva”, afirmou o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, na palestra magna do 5o. Fórum de Saúde, realizado em Brasília. “Eu, que já presidi empresa de saúde (ele foi presidente da Unimed em Campo Grande), sei que o país saiu de um cenário de ausência regulamentação para uma situação em queremos regulamentar até a cor da cadeira que a pessoa senta.”

A sugestão do ministro para modernizar a lei do setor é a adoção de medidas ‘infralegais’, que não exigem mudanças nas leis. Para ele, mudanças legislativas são com o Congresso Nacional. Mandetta defendeu a volta do Conselho de Saúde Suplementar (Consu), formado por membros do governo. “A lei 9656/98 foi pensada tendo em vista os estados da região Sudeste. Saímos de uma situação em que não havia nenhuma ordem para a regulação extrema. A Agência já fez o trabalho de depurar e deixar apenas as empresas que têm condições de competir. Agora, elas precisam de condições para a concorrência”, afirmou em sua rápida fala no evento.

O secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, que falou logo após o ministro Mandetta, defendeu a participação do Congresso Nacional. “Acredito que esse desafio não pode mais ser procrastinado. Precisa ser enfrentado pelo Congresso”, disse ele que foi relator na comissão especial que analisou mudanças na lei para os planos de saúde.

Outro ponto alto da fala de Marinho foi sobre a segmentação dos planos e os reajustes para usuários mais velhos. “Considero restrição de reajuste anacrônica. Em vez de ter um aumento forte aos 59 anos, o reajuste poder vir em doses menores, como na faixa de 15% aos 60 anos e outros 15% aos 80 anos, por exemplo. As pessoas estão vivendo mais e, se o aumento é impedido, é evidente que pessoas de outras idades vão ser penalizadas”, afirmou o secretário.

Marcio Coriolano, presidente da CNseg, afirmou que “a superação só prevalecerá com muito diálogo entre os participantes da cadeia de valor do setor”. Para ele, tais desafios não são particulares do Brasil, como é o caso da dinâmica dos custos médicos face à renda das pessoas e dos orçamentos públicos, “presente tanto onde prepondera a atenção pública, como onde prepondera a privada ou o regime misto”. Outro desafio citado por Coriolano é o da busca pelo melhor modelo de acesso à saúde que consiga compatibilizar e dar sustentabilidade à relação de custos e capacidade de pagamento.

Andre Medici, economista senior em saúde do Banco Mundial, em Washington, afirmou que a criação da ANS foi fundamental no processo de criação de um sistema de saude suplementar. Mas ao longo de 20 anos, o mundo mudou, especialmente o Brasil, e é realmente preciso mudar muita coisa para se construir um sistema de saude suplementar que seja eficiente, com possibilitar que o setor tenha condições de ser mais competitivo para ofertar produtos e a população tenha liberdade de escolha, com alternativas assistencais viáveis para todos os elos da cadeia. Ele apresentou oito pontos para reflexão.

Fernando Meneguin, diretor do departamento de proteção de defesa do consumidor no Ministério da Justiça e Segurança Pública: Nossos esforços estão em trabalhar com evidencias que levem em conta os incentivos que estão sendo colocados na pauta da reformulação do setor de saúde, dentro de um diálogo equilibrado. Algumas vezes o Estado intervém e por não ter tido o cuidado devido a intervenção acaba tendo um efeito contrário à proteção do consumidor. Temos de cuidar para os contratos serem respeitados, pois ninguém tem em mente deixar o setor insolvente, e priorizar a comunicação, com informações claras, e assim se chegar a um ponto de equilíbrio. Nosso papel é a racionalidade: proteger o vulnerável, mas sem efeitos boomerangs. Estamos numa sociedade democrática e por isso conseguimos superar os obstáculos.

Rogerio Scarabel, diretor de normas e habilitação ide produtos da ANS: A lei pode ser considerada um sucesso no ponto de vista de ter trazido ao pais uma cobertura mais clara dos planos vendidos pelas operadoras. Mas agora devemos avançar mais para um foco mais baseado em saude e não em assistência. O plano ambulatorial nunca saiu de 4%. Mas temos regiões nas quais ele atinge 20%. Estamos debruçamos para descobrir quais são as causas de atrito e trabalharmos internamente para aprimorarmos a regulação e assim tornar o setor mais acessível. Na Agência temos isso muito claro na discussão da agenda diária: como o impacto regulatório pode agora ajudar na busca por um equilíbrio deste setor.

Armirio Fraga, fundador do Instituto de Estudos para Políticas de Saúde e ex-presidente do Banco Central, disse ser o setor de saúde um tema novo para ele e pediu um ano para falar com mais desenvoltura. “Estou apenas começando nesta área”, respondeu. Menos de um ano e te responderei”. Na palestra, na qual disse estar usando uma “cola” dos amigos, Fraga afirmou que do ponto de vista econômico, esse é um setor que vai crescer, vai gerar receita. Ja na politica é mais complicado. “A conjuntura que estamos vivendo é complicada. Estamos saindo da recessão”. O importante é que o setor tem características parecidas com outros setor, mas se diferencia porque mexe com as emoções das pessoas”, disse ele. E com o bolso de todos, o que torna os ânimos ainda mais acirrados.

SulAmérica lança campanha de aporte em Previdência e sorteará viagem para Nova York

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Fonte: SulAmérica

Os corretores parceiros da SulAmérica que atuam com Previdência ganharam um reforço para potencializar as vendas de planos PGBL e VGBL e uma oportunidade para garantir ainda mais tranquilidade a seus clientes no futuro.

Na recém-lançada Promoção Aporte Premiado, a cada R$ 1 mil investidos o cliente ganha um número da sorte para participar do sorteio de uma viagem para Nova York. A campanha da SulAmérica segue até 26 de dezembro. 

Ainda, os clientes que fizerem o aporte no plano PGBL até a data final da promoção têm isenção fiscal de 12% sobre a renda bruta anual de Imposto de Renda (IR). 

Tokio Marine apoia Teleton pelo oitavo ano consecutivo

Além de doação de R$ 300 mil, Seguradora cedeu sua estrutura de Contact Center para receber as ligações do público no programa, que será transmitido nos dias 25 e 26, pelo SBT

Fonte: Tokio Marine

A Tokio Marine é apoiadora do Teleton pela oitava vez consecutiva. A maratona solidária é realizada há 22 anos, com o objetivo de arrecadar recursos para a Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD). Como resultado da mobilização de Colaboradores e Parceiros de Negócios, que permeia as ações da Companhia ao longo de todo o ano, a Tokio Marine fará uma doação de R$ 300 mil. 

“A missão da Tokio Marine é proporcionar tranquilidade e segurança às pessoas e às empresas, contribuindo para o desenvolvimento da sociedade. Assim como trabalhamos na construção e manutenção de uma companhia diversa, em que as pessoas recebem apoio para desenvolver todo o seu potencial, por meio da ação social também buscamos amparar a comunidade na qual estamos inseridos e engajar o nosso entorno com o propósito de desenvolvimento do potencial humano”, afirma a Superintendente de Recursos Humanos da Tokio Marine, Juliana Zan. 

Da mesma forma que em anos anteriores, além da doação feita pela Companhia, a arrecadação para o Teleton é realizada por meio de uma campanha de solidariedade mais ampla, que engaja os Colaboradores e Parceiros. Corretores e Assessorias são motivados a trocar pontos do programa de estímulo às vendas, denominado Programa Nosso Corretor (PNC), por doações à AACD. Para os Resolvedores, como são chamados os Colaboradores da Tokio Marine, a doação pode ser feita por meio de desconto em folha de pagamento. 

Outra ação que inclui a participação voluntária dos Colaboradores, seus familiares e amigos é a disponibilização da estrutura do Contact Center da Tokio Marine para receber as doações do público. “Para nós, é motivo de muito orgulho ver a colaboração da nossa equipe para viabilizar essa campanha de arrecadação. Ajudar uma instituição de reconhecida seriedade é mais um fator de estímulo ao engajamento de todos”, complementa Juliana. 

O objetivo da campanha deste ano é arrecadar R$ 30 milhões para a manutenção das sedes da AACD em todo o Brasil. O programa será transmitido nos dias 25 e 26, pelo SBT, mas desde setembro as doações podem ser feitas pelo site. 

Captação liquida em previdencia aberta soma R$ 32,1 bi até agosto, informa FenaPrevi

A captação líquida no acumulado dos oito primeiros meses do ano fechou em R$ 32,1 bilhões, volume 42,4% maior que o verificado em igual intervalo do ano anterior

A indústria de previdência privada complementar aberta registrou um expressivo crescimento no mês de agosto. As novas contribuições somaram R$ 11,5 bilhões no mês, valor 23,4% maior que o verificado em igual período do ano anterior. A captação líquida (diferença entre novos depósitos e resgates) foi de R$ 5,3 bilhões, com expansão de 66,3% frente a agosto do ano anterior. Os dados são da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), entidade que representa 67 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar no país.

No acumulado de janeiro a agosto, a previdência complementar aberta registrou R$ 79,7 bilhões em novos depósitos, consolidando um crescimento de 15,5% frente ao mesmo período do ano anterior. A captação líquida no acumulado dos oito primeiros meses do ano fechou em R$ 32,1 bilhões, volume 42,4% maior que o verificado em igual intervalo do ano anterior.

Com o resultado, as reservas dos planos de previdência alcançaram a marca de R$ 904,7 bilhões, montante 13% superior ao registrado em agosto de 2018.  O sistema fechou o mês com 13,3 milhões de participantes, 2,2% superior aos 13,0 milhões verificados em agosto de 2018.

Os planos VGBL lideraram os novos depósitos em agosto, com 93% dos aportes realizados no período. Os planos PGBL responderam por 6% dos novos ingressos no mês. O 1% restante dos depósitos foi direcionado para planos tradicionais, não mais comercializados pelas seguradoras.

Os planos individuais lideram a captação no oitavo mês do ano, com 90% novos depósitos. Os planos coletivos, oferecidos por empresas a seus funcionários, responderam por 9% do total da captação no mês. Os planos para menores, por sua vez, ficaram com 1% das contribuições.

Brasileiros investem mais em multimercado

Segundo a FenaPrevi, a queda na taxa de juros continua impulsionamento o apetite por risco dos participantes dos planos de previdência complementar aberta. Os participantes estão se deslocando gradativamente para fundos multimercado em busca de maior rentabilidade. Até agosto deste ano, 12,05% dos recursos foram alocados nesta modalidade. O índice era de 10,2% em 2018; 8,1% em 2017; e 5,7% em 2016. 

O que é um plano PGBL?

A opção por planos de previdência privada deve considerar e priorizar uma visão de longo prazo, dada a tributação diferenciada para o participante. No PGBL, modalidade de plano indicada para quem declara o Imposto de Renda (IR) pelo formulário completo, o participante pode deduzir anualmente da base de cálculo do tributo, o valor total das contribuições a ele efetuadas durante o exercício social, até o limite de 12% da sua renda bruta, reduzindo o imposto a pagar ou, até mesmo, podendo ter direito à restituição.

É o chamado diferimento fiscal, ou seja, o pagamento do IR devido sobre esses recursos, acrescidos dos rendimentos auferidos, é realizado apenas no momento do resgate total ou parcial, ou do recebimento do benefício.

Para usufruir da dedução, o participante desse tipo de plano tem de estar contribuindo para a previdência oficial, inclusive no caso do titular, com mais de 16 anos, ser dependente de quem faz a declaração do imposto de renda.  

O que é um plano VGBL ?

Já no VGBL, modalidade de plano indicada para quem declara o Imposto de Renda pelo formulário simplificado, para quem se encontra na faixa de isenção do IR, ou para quem já atingiu o limite de dedução previsto para a previdência complementar (12% da renda bruta), não é possível deduzir da base de cálculo do IR os valores dos aportes realizados ao plano. No entanto, no momento do resgate ou do recebimento do benefício, o IR incide apenas sobre o valor dos rendimentos auferidos, e não sobre o valor total do resgate ou do benefício recebido, como ocorre no PGBL.

É importante destacar que, para ambas as famílias de planos (PGBL e VGBL), não há cobrança do imposto de renda a cada seis meses, sobre os rendimentos obtidos, como ocorre em alguns tipos de aplicações. Outra característica dessas famílias de planos (PGBL e VGBL) é a possiblidade do participante, quando do ingresso no plano, optar pelo regime de alíquotas regressivas do imposto de renda, significando, deste modo, que, quanto mais tempo os recursos permanecerem nesses planos, menor será a alíquota do Imposto de Renda incidente quando do resgate de recursos ou de recebimento do benefício.

Argo Seguros anuncia novos executivos

Fonte: Argo

A Argo Seguros anunciou a contratação de dois novos executivos para darem suporte ao crescimento da companhia aqui no Brasil. Larissa Cordeiro dos Santos Gonçalves é a nova gerente de Casualty. Ela será responsável pelo planejamento, direcionamento e o desenvolvimento da carteira, além de visitar corretores, fomentar novos relacionamento e prospectar novos negócios. A executiva, que tem 11 anos de atuação, acumula passagens por diversas outras seguradoras.

O outro executivo que chegou para reforçar o time da Argo Seguros foi Gabriel Petrosevicius Cale, gerente de Property. Com 15 anos de atuação e passagens por várias outras empresas do setor – incluindo a implantação das operações de uma seguradora startup – ele é especialista em seguros Patrimoniais e acumula experiência também em transportes.

“Estamos trazendo executivos com bastante experiência para suportar a crescente demanda de novos negócios e capazes de atender com excelência as solicitações de nossos principais parceiros comerciais”, afirma Juliana Begnami, Head de RH da Argo Seguros.

“Estas contratações vão de encontro com a estratégia que estamos comunicando ao mercado, de diversificação de portfólio. Além disso, é uma grande satisfação constatar que grandes talentos veem a Argo como uma ótima empresa para trabalhar. Aproveito para parabenizar a Juliana e sua área pelo excelente desempenho no que diz respeito a ambiente de trabalho e cultural organizacional”, disse Newton Queiroz, CEO e presidente da Argo Seguros.

A companhia anunciou crescimento de 18% no primeiro semestre, em comparação ao mesmo período do ano passado, e 109% da meta estabelecida. A seguradora registrou R$ 131,5 milhões de prêmio emitido, bem acima dos R$ 111,5 milhões alcançados em 2018.

FenaSaúde apresenta proposta para tornar planos mais acessíveis e diz ser fake news PL secreto com políticos

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Está descartado que foi entregue um projeto de lei ao Congresso Nacional, afirmou, enfaticamente, João Alceu Amoroso Lima, presidente da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde). Ele disse ser fake news noticias veiculadas sobre projeto secreto circulando nos bastidores da política. “Desde sempre temos entregado documentos com solicitação em Brasilia para melhorarmos o cenário da saude suplementar no Brasil. E vale lembrar que esse é um tema dos principais países do mundo e não poderia ser diferente no Brasil”, afirmou.

Amoroso se refere a um manifesto divulgado nesta semana, assinado por 25 entidades que representam associações médicas e de consumidores. Nele, ha acusações de que as propostas sugeridas pelas operadoras fere os direito dos consumidores, pacientes e médicos.

Segundo Amoroso, o objetivo das operadoras é aumentar as vendas com planos que caibam no bolso do consumidor. “O foco de tantos estudos e discussões é trazer para o setor quem não tem uma proteção privada de saude para que ela tenha alguma proteção, que poderá escolher de acordo com o orçamento que possuiu. Queremos aumentar a prateleira de oferta para o consumidor. Simples assim”, afirmou durante coletiva de imprensa realizada em Brasília.

“Descartem essas noticias de manifestos, pois o que queremos é ter uma discussão madura, de um documento entregue a todos os jornalistas nesta coletiva. Leiam e verão que a discussão esta na mesa é para trazer um setor mais sustentável para o país, agregando serviços e aliviando o SUS. São 160 milhões estão excluídos do sistema de saúde privada. Parte continuará no SUS por não ter renda, mas uma parte significativa pode ter uma cobertura privada para cuidar da saúde. Estamos falando de novos entrantes, dos menos aos mais complexos planos, que atenderão a todos os bolsos. Temos hoje um sistema engessado, que tira o apetite das empresas para atuar no segmento. É isso que queremos melhorar. Que o sistema passe a ser viável para todos”, finalizou Amoroso.

Vera Valente, diretora da FenaSaúde, fez uma apresentação dos números do setor, que está xeque há pelo menos uma década, com a insatisfação de todos os envolvidos: operadoras, prestadores, clientes e governo. Atualmente, o setor está em 17o. lugar no ranking de reclamações do Procon. Perdeu mais de 3 milhões de clientes de 2014 para 2018 (de 50,2 milhões para 47,2 milhões). Mesmo com menos beneficiários, foi detectado um uso maior uso do sistema, com encarecimento devido ao avanço da tecnologia, que passou R$ 2 mil para R$ 3,3 mil por beneficiário, elevando o volume de indenização de R$ 105,2 bilhões para R$ 159,8 bilhões.

Os principais “culpados” deste cenário são legislação restritiva, desperdícios e fraudes, e a longevidade. A população de idosos dobrou nos últimos anos. A expectativa de vida aumentou quase 7 anos, o que é bom, mas isso tem um custo para tratar de doenças com as tecnologias trazidas dia a dia pela indústria farmacêutica. Isso leva a uma mudança no perfil epidemiológico, mudando o perfil de gastos de “epidemiológico” para “doenças crônicas”. “Estamos curando doenças que não tínhamos antes, mas isso traz um impacto grande nas finanças de todos”, ressaltou Vera Valente.

Diante disso, o foco das operadoras e empresas que contratam planos para seus funcionários e nao estão mais “aguentando” arcar com os custos diante de ciclos recessivos da economia, a estratégia passou a ser a prevenção e não mais a doença. Dai surge o termo Atenção Primaria a Saúde, que traz atuação forte na promoção da saúde e na prevenção.

Outro pilar da estratégia é a volta dos planos individuais, sem as amarras da legislação que controla os preços dos planos médicos. Os reajustes seriam definidos nos custos de cada operadora, com a fiscalização da ANS. O consumidor tem a liberdade de migrar, com o uso da portabilidade que já está em uso há alguns anos. Atualmente, a ANS estabelece números e serviços mínimos para a cobertura dos planos. Entre as propostas é a oferta de novos produtos aos clientes, além da autorização para a criação de planos segmentados, com versões reduzidas e focadas em serviços e atendimentos específicos.

Outro pedido é ter o reajuste no decorrer da vida e não somente ate 59 anos, como manda a lei hoje. “Não sabemos como vai ser. Nossa proposta é que se discuta o tema. O que estamos dizendo que as 59 anos tem um aumento medio de 60%. Em vez disso, porque não 15% ao longo do tempo. Isso, matematicamente, é melhor. Mas tudo bem, todos defendem que isso não pode acontecer. Mas o que queremos e diluir o reajuste e não ser uma paulada na faixa dos 50 e isso fazer com que o cidadão desista do plano”, explicou.

Fee for service – O termo também é uma novidade do documento entregue pela FenaSaúde. Trata-se de um modelo de pagamento por uso. E uma discussão mundial. E difícil uma transição, de sair do pagamento pelo procedimento para outros modelos baseados em valor para o paciente. “Temos varias discussões dentro deste tema e ainda nao há nada definido além de vários testes”, informou Vera.

Segundo Amoroso, a livre concorrência só ajuda. Queremos tirar a mão regulatória para que possamos expandir, criar produtos e o consumidor vai escolher o que melhor cabe as suas necessidades. O Brasil soma 47,1 milhões de pessoas com planos de saúde, dos quais 9 milhões (19% do total) são individuais e familiares e os demais, coletivos (empresariais ou por adesão). Queremos chegar a um publico maior e para isso precisamos ter uma regulação mais flexível e certamente isso trará uma autoregulaçao do mercado”.

O evento da FenaSaúde acontece hoje, em Brasilia. Conta com a presença do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, e do secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho. O objetivo é debater soluções para garantir a sustentabilidade do setor.

Easynvest faz parceria com Icatu para entrar em previdência privada

Fonte: Easuvest

No momento de grande discussão sobre a recente aprovação da reforma da previdência social, a Easynvest, maior corretora independente do Brasil, anuncia a entrada no setor de previdência privada, com a distribuição de fundos estruturados para a plataforma. O lançamento será gradual: a partir do dia 23 de outubro, será habilitada a portabilidade de planos, para aqueles que já têm previdência em outras instituições, para a Easynvest; na sequência, a plataforma abrirá opções para novas contratações, para aqueles que não possuem e vão começar o seu plano agora. 

O produto vem como complemento para a prateleira da corretora, que tem a proposta de oferecer a melhor e mais rápida experiência do mercado e todas as opções de investimentos em um único lugar. “Queremos oferecer uma carteira unificada para o cliente, com uma experiência de contratação de previdência privada muito mais fluida, rápida e digital do que o que vemos hoje no mercado”, explica Fernando Miranda, presidente da Easynvest, lembrando que todo o processo de portabilidade e contratação dos novos planos será online e durará até 13 minutos, desde a solicitação até a assinatura, sem preenchimento de nenhum papel físico. 

Primeiros produtos na prateleira

O modelo de negócio da Easynvest foi desenvolvido em parceria com a Icatu Seguros — as reservas de previdência da seguradora superaram os R$ 32 bilhões de reais e representam mais que a soma de todas as seguradoras independentes do mercado juntas. A partir do dia 23 serão distribuídos fundos de previdência na plataforma com aporte inicial de R$ 1 mil e aportes adicionais que partem de R$ 100, a depender do produto escolhido. “Trabalhamos muito próximos com a Icatu para trazermos as melhores opções para os investidores e para atender todos os perfis de risco, oferecendo amplo leque de planos do mercado”, pontua Miranda. 

A partir do lançamento, os 16 melhores fundos do mercado estarão disponíveis aos clientes da Easynvest. Os produtos foram definidos a partir de um processo de curadoria interna, com diferentes características para que o investidor possa montar uma carteira diversificada na categoria. 

Para Henrique Diniz, superintendente de Previdência da Icatu Seguros, a parceria com a Easynvest é uma oportunidade para democratizar ainda mais o acesso dos brasileiros a soluções financeiras para planejar a aposentadoria. “Especialmente nesse novo cenário de taxas de juros e reforma da previdência, o consumidor está muito mais atento à comparação de produtos. Isso significa que ele está buscando as melhores alternativas disponíveis e conectado a estratégias de investimento de acordo com seu perfil”, destaca. 

Saúde é o assunto em debate em Brasília nesta 5a. feira

O 5◦ Fórum da FenaSaúde, o primeiro realizado em Brasília, irá aprofundar o debate sobre os rumos da saúde no Brasil, pois o sistema de saúde – em todo o mundo – enfrenta o grande desafio da sustentabilidade. Seja qual for o modelo adotado – público, privado ou misto –, todos os países precisam lidar com o mesmo descompasso. De um lado, os custos crescentes da saúde, de outro, as limitações de orçamento e renda.

O impacto da longevidade nos planos de saúde é grande. As principais causas o envelhecimento populacional, a ampliação da incidência de doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes e hipertensão, e o surgimento de novas e dispendiosas tecnologias de tratamento estão entre os principais temas do evento organizado pela FenaSaúde, que apresentará sugestões para viabilizar mais acesso e qualidade no atendimento à população e, ao mesmo tempo, a favorecer a sustentabilidade do sistema.

Com o tema “Novos Rumos da Saúde Suplementar”, o fórum propõe o debate de propostas de mudanças para garantir que mais brasileiros tenham acesso aos planos de saúde e que o setor alcance a sustentabilidade. O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, fará a abertura do evento com a palestra magna “O desafio da saúde suplementar na ampliação do acesso da população aos serviços de saúde”.

A mediação será feita por André Médici, economista sênior em Saúde do Banco Mundial, em Washington, que participou do planejamento, desenvolvimento e implementação do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil. O evento também reunirá palestrantes com diferentes perspectivas sobre o tema, como Rogério Marinho, secretário especial da Previdência Social do Ministério da Economia e ex-relator do PL 7.419/06, e Armínio Fraga, fundador do Instituto de Estudos para Políticas de Saúde (IEPS) e ex-presidente do Banco Central, entre outros nomes.

Para Vera Valente, diretor executiva da FenaSaúde, o diagnóstico sobre os problemas da saúde no Brasil é praticamente consensual entre operadoras, prestadores de serviço, contratantes, reguladores e legisladores. “Sabemos o que é preciso mudar para que mais brasileiros tenham acesso à saúde de qualidade e a agenda das operadoras inclui, por exemplo, a volta da oferta dos planos individuais, maior segmentação de coberturas e o incentivo à atenção primária”, destaca Vera.

A diretora executiva da FenaSaúde explica que o fórum será centrado na discussão da legislação que regulamenta o setor, a Lei 9656/98, que completou 20 anos de vigência. “Dividimos o fórum em dois momentos. O primeiro irá avaliar essa legislação após duas décadas, o que trouxe de benefícios e o que precisa ser aprimorado e modernizado. No segundo momento, apresentaremos as sugestões para manter a sustentabilidade da saúde suplementar e atrair novos beneficiários, garantindo não apenas o crescimento do setor, mas também o desafogamento do SUS”, diz.

“As sugestões de mudanças são boas para o Estado, para as empresas e, principalmente para a população, que percebe no setor um atendimento de qualidade”, relata a executiva. “Temos muitas coisas para fazermos juntos e nós da FenaSaúde queremos incentivar um grande debate em torno desses aperfeiçoamentos, envolvendo toda a sociedade brasileira. Por isso, convido a todos para que venham debater conosco os novos rumos da saúde suplementar no Brasil”, conclui.

A FenaSaúde representa 15 grupos de operadoras de saúde responsáveis pelo atendimento a mais de 26 milhões de brasileiros, 36% do total de beneficiários de planos de saúde no País.

Tokio Marine dá até 20% de desconto no seguro empresarial em ação de vendas de Halloween

Redução chega a 20% para novos contratos e renovação de Congêneres, válida para Empresarial Pequenas e Médias Empresas, LMI Único e Nichos

A Tokio Marine, uma das maiores Seguradoras do País, promove uma ação especial de vendas para o Seguro Empresarial, entre os dias 28 e 31 de outubro. A oferta de Halloween oferece até 20% de desconto para novos contratos e renovação de Congêneres nos produtos Empresarial Pequenas e Médias Empresas, LMI Único e Nichos, como Clínicas e Consultórios, Escolas, Escritórios, Academias e Salões de Beleza e Estética. 

O desconto deve ser aplicado pelo Corretor na hora do cálculo, limitado a 30% de comissão. Durante a Oferta de Halloween Tokio Marine, o Disque Repique estará disponível somente para renovações Tokio com prêmio a partir de R$ 3 mil. 

O Seguros Empresariais da Tokio Marine possuem coberturas flexíveis e desenvolvidas de forma a atender às necessidades de cada tipo e tamanho de negócio. Mais informações sobre a ação podem ser obtidas com os gerentes comerciais. 

SulAmérica é eleita uma das 100 empresas mais inovadoras em TI do Brasil

Na última quarta-feira (16), durante o IT Forum X, realizado em São Paulo, a SulAmérica foi reconhecida como uma das empresas mais inovadoras em tecnologia da informação no Brasil. “Ficamos muito orgulhosos com a premiação. É um reconhecimento do nosso empenho em inovar e investir em tecnologia para entregar aos nossos clientes, corretores e parceiros as melhores experiências e ferramentas para facilitar suas vidas”, afirmou Cristiano Barbieri, vice-presidente de Estratégia Digital, Inovação e Tecnologia da SulAmérica. A empresa recebeu o troféu de 8ª colocada entre 100 companhias participantes — no ano passado, ocupou o 11º posto no ranking-geral. 

No evento, Barbieri participou do painel “Eu Empreendedor”, no qual falou sobre como o investimento em inovação é crucial para o sucesso de novos negócios. “Com 124 anos, a SulAmérica sempre foi inovadora, por isso chegou até aqui como a maior seguradora independente do Brasil. Agora, nesse novo mundo conectado e dinâmico, nossa missão é criar um exército de empreendedores para acelerar nossa transformação digital”, disse Barbieri. “Para isso buscamos pessoas criativas e ousadas. A SulAmérica é uma empresa moderna, aberta e quem vem fazer parte da nossa equipe tem se surpreendido positivamente com nossa velocidade de transformação. Nosso ambiente de trabalho tem se tornado mais similar ao de uma start up, por exemplo”, completou. 

Washington Vital, head de Data Analytics e Transformação Digital da SulAmérica, também participou do primeiro dia do IT Forum X, no painel “Da Ciência de Dados para AI Driven”, no qual explicou como a empresa está se preparando para a chegada e implementação de novas tecnologias.