IRB lucra R$ 329,5 milhões no terceiro trimestre de 2019

IRB faz emissão

A resseguradora IRB Brasil teve lucro líquido de R$ 329,5 milhões no terceiro trimestre, aumento de 28,9% ante mesma etapa de 2018, mais abaixo dos R$ 409,4 milhões da previsão média de analistas apurada pela Refinitiv. De julho a setembro, os prêmios emitidos pela companhia somaram R$ 2,3 bilhões, avanço de 18% ano a ano.

A rentabilidade anualizada sobre o patrimônio líquido do IRB Brasil no trimestre foi de 37%, avanço de cerca de 3,7 pontos percentuais sobre um ano antes. O resultado financeiro consolidado do grupo no período somou R$ 239,4 milhões, ante R$ 178,2 milhões no mesmo intervalo de 2018. Em julho, uma oferta secundária de ações do IRB, de papéis detidos pelo governo brasileiro e pela BB Seguros, levantou cerca de R$ 7,4 bilhões, destaca a Reuters.

Na teleconfencia com analistas ontem, José Cardoso disse que apesar de um ritmo de expansão menor em 2019 comparado ao exterior, no próximo ano há vários fatores positivos para, possivelmente, acelerar o crescimento dos prêmios no Brasil. “Registramos uma melhoria no setor de óleo e gás, é aguardada a retomada de grandes obras, além de privatizações, e do marco regulatório de licitações no país”.

O presidente do IRB destacou a parceria com o banco digital C6 e afirmou que se trata de um segmento inteiramente novo para explorar. “Nossa ideia é fomentar o mercado primário com novos produtos mais simples, mas com bastante penetração e capturar parte dos resultados”. O grupo ressegurador tem analisado novas parcerias com insurtechs e fintechs, disse Cardoso.

“Registramos uma melhoria no setor de óleo e gás, é aguardada a retomada de grandes obras, além de privatizações, e do marco regulatório de licitações no país”, diz Fernando Passos, vice-presidente executivo, financeiro e de relações com investidores do IRB, destacam Folha e Valor.

“Até o final de 2024, o mercado segurador dobra de tamanho”, afirma CEO da Tokio Marine

podcast sonho seguro Ferrara

2019 trará o melhor resultado da Tokio Marine nos 60 anos em que atua no Brasil, graças aos corretores e assessorias, diz José Adalberto Ferrara

José Adalberto Ferrara, CEO da Tokio Marine, bateu um papo com o podcast Sonho Seguro News. Antes da entrevista começar, ele contou muitas piadas e fez todos rirem muito, como sempre. Entusiasta e otimista, Ferrara lança várias ideias para o corretor aumentar a sua renda. “Inclusive a corretora que treinar novos vendedores estará mais apta para conquistar novos clientes. Além de faturar mais, gera empregos e ajuda a girar a roda da economia brasileira. E quanto mais pudermos ajudar o corretor a vender, mais vamos investir milhões de reais em plataformas para eles venderem mais. Essa filosofia faz todos crescerem juntos”, diz.

Em 2012, a Tokio Marine faturou R$ 1,6 bilhão e prevê fechar 2019 com R$ 5,8 bilhões. “Em sete anos mais que triplicamos a companhia, com projeção de encerrar o ano com índice combinado de 91%, o melhor do grupo já registrado no Brasil”, afirmou. Realmente quem acompanha o setor sabe que este é um excelente indicador para enfrentar 2020, ano com taxa de juros prevista abaixo de 5%, o que deve impactar a receita financeira das seguradoras, que tinham no inicio do ano mais de 90% das reservas aplicadas em renda fixa. “Esse é o melhor ano da Tokio Marine em 60 anos do Brasil”, afirma Ferrara.

O podcast Sonho Seguro News está disponível no Spotify, Apple Podcast e Deezer

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Caixa Seguridade eleva faturamento para R$ 25,2 bi e lucro sobe para R$ 1,2 bilhão até setembro de 2019

Fonte: Caixa

A Caixa Seguridade Participações divulgou que o faturamento bruto do terceiro trimestre de 2019 foi de R$ 9 bilhões, crescimento de 35,2% sobre o mesmo período do ano anterior. O acumulado das empresas da Caixa Seguridade nos primeiros nove meses de 2019 foi de R$ 25,2 bilhões, o que representa um incremento de 23,2% em relação ao mesmo período de 2018, com destaque para os crescimentos registrados nos produtos de seguridade (seguro, previdência e capitalização) de 25,5%; prêmios emitidos da Caixa Seguradora de Seguro Prestamista (26,2%); e Previdência Privada (33,6%).

O lucro líquido trimestral de R$ 437,1 milhões é 22% superior ao lucro registrado no 3T18. O acumulado de R$ 1,2 bilhão até setembro de 2019, reflete crescimento de 16% em relação aos nove meses de 2018, principalmente devido às receitas obtidas a partir do bom desempenho dos produtos Seguro Prestamista e Previdência Privada.

A receita operacional atingiu R$ 519,5 milhões no trimestre, 22% acima do 3T18. O acumulado de R$ 1,5 bilhão nos primeiros nove meses de 2019, representa crescimento de 14% sobre o mesmo período de 2018. Contribuíram para este desempenho as receitas de investimentos em participações societárias (“MEP”), que subiram 19,7% se comparado ao 3T18, e a receita de acesso à rede de distribuição e uso da marca (“BDF”), que foi a maior em todas as comparações com períodos anteriores e cujo crescimento está ligado diretamente ao aumento da produção. Os destaques do período foram o seguro prestamista e os planos de previdência privada vendidos no balcão CAIXA.

A margem líquida foi de 83,4%, 1.1 ponto percentual acima da margem do mesmo período do ano anterior (82,3%). O incremento decorre, principalmente, do aumento no resultado de equivalência na composição do lucro líquido da Companhia, na ordem de 17% em relação ao mesmo período do ano anterior, e da redução de despesas administrativas.

O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) evoluiu de 33,7% a.a. no 3T18 para 35,3% a.a. no 3T19, em decorrência da agregação dos lucros apurados ao longo de 2019 e da distribuição antecipada de dividendos no montante de R$ 210 milhões.

A participação de mercado da Caixa Seguridade atingiu 11,92%, uma elevação de 1,7 ponto percentual em comparação com setembro de 2018, em razão do aumento da venda de planos de previdência no balcão CAIXA, atingindo 15,7% na participação de mercado no produto, comportamento também apresentado na produção do seguro prestamista, com 22,5% na participação de mercado, influenciado pelo crescimento da concessão de crédito na CAIXA.

Segundo comentários divulgados pelo grupo na nota de balanço, o terceiro trimestre de 2019 foi caracterizado por importantes marcos para a Caixa Seguridade. Em 9 de agosto de 2019 a Companhia recebeu a Certificação Nível 1 no 4º Ciclo de avaliaçãodo Indicador de Governança Corporativa da Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais, do Ministério da Economia (IG-SEST). O 4º ciclo do IG-SEST priorizou avaliar a efetividade do funcionamento da governança corporativa, de modo que a obtenção do Nível 1 evidencia a robustez da estrutura de governança implementada na Caixa Seguridade.

“Desde a sua constituição, a Caixa Seguridade vem aprimorando os seus mecanismos de governança interna e evoluindo na adoção das melhores e mais atualizadas práticas do mercado em governança corporativa. O resultado obtido neste ciclo de avaliação do IG-SEST – o primeiro de que participou – demonstra o nosso compromisso com os princípios de transparência, prestação de contas, equidade e responsabilidade corporativa,” comenta Marco Antonio da Silva Barros, diretor-presidente da Caixa Seguridade.

Em 19 de setembro de 2019, a Caixa Seguridade assinou aditamento contratual ao acordo celebrado em agosto 2018 com a CNP Assurances. As empresas decidiram conjuntamente reabrir as negociações para definir ajustes e eventuais complementos. Dentre os ajustes, está previsto que a empresa francesa pagará à Caixa Seguridade o montante de R$ 7 bilhões pela participação de 40% na parceria, agora com duração de 25 anos. O acordo trata de uma nova estrutura societária para exploração, com exclusividade, da rede de distribuição da CAIXA, nos ramos de seguros de vida e prestamista e de produtos de previdência.

Para o fechamento e implementação da operação, que abrange apenas uma parte do perímetro da parceria atual, ainda são necessárias as aprovações dos órgãos regulatórios, como da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), do Banco Central do Brasil (Bacen), da Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (SEST) e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE).

A revolução tecnológica e o fim do seguro como conhecemos

Autor norte-americado de best-seller sobre o assunto discute com lideranças brasileiras sobre a disrupção no setor

Fonte: CNseg

“O fim do seguro como conhecemos” foi o tema da palestra apresentada por Rob Galbraith, diretor de Inovação da AF Group e autor do livro “The End of Insurance as We Know It: How Millenials, Insurtechs and Venture Capital Will Disrupt the Ecosystm” no 13º Insurance Service Meeting, evento realizado pela CNseg, em São Paulo, simultaneamente ao 4º Encontro de Inteligência de Mercado.

O palestrante provocou, apontando o que considera serem as sete falhas fatais do mercado de seguros de hoje. Na visão do consumidor, ele é muito caro, muito confuso, muito fácil de burlar, gera muito escoamento de recursos, não cobre todo tipo de perda, não cobre tudo e não cobre todos. “Muitas startups estão empenhadas em tentar resolver esses problemas e, caso isso ocorra, será um grande avanço”, afirmou.

Em sua visão, o seguro é um produto perfeito para a era digital, por não necessitar de grande investimento em capital físico e não se utilizar de cadeias globais de suprimentos, como ocorre com montadoras de carros como a Tesla, que precisou investir mais de 1 bilhão de dólares para construir uma fábrica baseada em novas tecnologias. “No setor de seguros, não temos essa necessidade. É somente o dinheiro indo e vindo. Então, porque nossos seguros continuam sendo tão tradicionais?”, questionou.

Márcio Coriolano, presidente da CNseg, moderou o debate e contextualizou o palestrante sobre o mercado brasileiro. “Quando se fala das dificuldades para levar o seguro ao consumidor, é importante lembrar que nossa penetração, hoje, é de 6,5% do PIB, não podendo ser comparada com a dos Estados Unidos, pois nós temos uma renda per capita muito baixa, com 67% da população brasileira ganhando menos de um salário mínimo. A baixa penetração é muito menos por desconfiança com relação ao sistema e muito mais pela questão da renda per capita”, afirmou. “Nós temos várias soluções, cada vez mais velozes, para questões ainda não levantadas. Para os seguradores, em geral, ainda não houve a possibilidade de vislumbrar todo esse cenário e verificar todas as oportunidades de melhorias de processos e de produtos e todas as ameaças para o negócio”.

Marcelo Farinha, presidente da FenaCap e da Brasilcap, por sua vez, afirmou que a inovação sempre esteve no DNA do setor de seguros, lembrando da carta de princípios assinada pelo setor em 1992, que tem a inovação como um destes princípios. Entretanto, para ele, o desafio é balancear o novo com o atual. “Disrupção leva tempo e não dá para abandonar o atual e ir direto para o novo. Precisamos chegar, mas há essa preocupação de como endereçar as coisas”.

Luis Gutiérrez, CEO da Mapfre Seguros, afirmou que as mudanças acontecem de forma diferente na realidade brasileira. “Queremos um Brasil melhor e precisamos ser eficientes para continuar gerando valor. Temos que pensar como vamos nos relacionar com os clientes, pois o caminho não pode mais ser o mesmo, já que as pessoas querem outra forma de relacionamento e de comercialização”. Para Gutiérrez, o que se vê hoje no país são estágios de evolução pelos quais já passaram os mercados mais avançados. “O que está claro é que temos que reagir”.

Foto: Da esquerda para a direita: o diretor de Inovação do Grupo AF e autor do best-seller da Amazon “The End Of Insurance As We Know It”, Rob Galbraith; o CEO da Mapfre, Luis Gutiérrez; o presidente da FenaCap e da Brasilcap, Marcelo Farinha; e o presidente da CNseg, Marcio Coriolano

ARTIGO: Reflexões sobre o futuro das insurtechs

por Marcelo Blay, CEO da Minuto Seguros, único brasileiro da fazer palestra no evento InsurTech Connect (ITC), em Las Vegas, em outubro

Um mês se passou desde que voltei da maior convenção de seguros e tecnologia do mundo, InsurTech Connect (ITC). Foi uma experiência enriquecedora compor um painel de debates onde comparamos os mercados brasileiro, indiano e americano, além de ter sido uma grande honra ser o primeiro brasileiro a participar como palestrante. Entretanto, foram as informações colhidas em mais de 20 palestras e inúmeros encontros profissionais durante a convenção que me indicaram quatro reflexões sobre o futuro e o impacto das insurtechs no mercado de seguros. São elas:

1) Insurtechs entraram de vez no radar de grandes investidores

O surgimento dos primeiros “unicórnios” no mercado de seguros foi destaque logo na apresentação de abertura da ITC. “Unicórnio” é o jargão usado no Vale do Silício para nomear as empresas de tecnologia que atingem um valor de mercado acima de US$ 1 bilhão. Entrar neste radar não é pouca coisa. Trata-se de um indicativo claro de que gente muito grande e capitalizada descobriu que um dos melhores atalhos para atingir o estágio de transformação digital é através de aquisições e parcerias com as insurtechs.

O curioso, entretanto, é que estes grandes investidores têm se revelado velhos conhecidos: são as próprias seguradoras existentes e estabelecidas, as resseguradoras, os fundos de pensão, os fundos soberanos e fundos de private equity. Mesmo assim, é para ficar de olho.

2) As insurtechs deixaram de ser percebidas como ameaça

Passou o medo de 3 anos atrás. Foi um alento notar que as insurtechs são cada vez mais percebidas como catalisadoras da transformação da indústria de seguros.

Um exemplo disso foi apresentado pela States Title, uma insurtech de apenas 24 funcionários que adquiriu North American Title Insurance Company (NATIC), uma companhia de seguros estabelecida. A aquisição ocorreu após a NATIC concluir que não tinha as habilidades necessárias para fazer uma transformação digital capaz de potencializar seus resultados. Detalhe: a NATIC tem 14 mil funcionários.

Outro caso interessante foi mostrado pela Travelers. A seguradora tinha o objetivo de reduzir a percepção do tempo de liberação de pagamento de sinistro de colisão parcial. Na percepção das seguradoras, o processo levava 10 dias; na dos segurados, 30 dias! Para rever seus processos e desenvolver novas soluções mais transparentes para os clientes, investiram em tecnologia. O resultado: a percepção do prazo caiu pra zero.

Que bom que exemplos reais como estes, de empresas que alcançaram grande sucesso ao apostar em tecnologia e insurtechspara buscar inovação em seus modelos de negócios, foram muito comuns nesta ITC. Dá segurança de que estamos num caminho certo e inevitável.

3) A disrupção no mercado de seguros ainda não aconteceu

Uma das provocações que achei mais interessantes na ITC 2019 foi feita por Glenn Shapiro, da Allstate. Em sua excelente apresentação ele ilustrou que mesmo com a aplicação de tecnologia de ponta, grandes mudanças não são impossíveis – mas estão longe de serem fáceis. Há alguns obstáculos apontados por ele, como a grande necessidade de capital para atender os preceitos atuariais, a natureza dos riscos que cobrimos com nossas ofertas, a complexidade inerente à indústria (subscrição de riscos, sinistros, serviços acoplados às apólices, fraudes, etc.) e as exigências regulatórias. 

A estes pontos acrescento que, apesar da expectativa do mercado, aspectos atemporais do seguro como a integridade, a transparência e a confiança não sofrerão mudanças na transição do ambiente analógico para o digital. Por isso, ainda resta a dúvida: como será a grande disrupção no mercado de seguros?

4) Google e Microsoft podem concorrer com seguradoras – ou não!

Os ataques cibernéticos são um dos riscos mais característicos do século XXI e o sinistro de maior preocupação na convenção. A expectativa das empresas em relação a ciberataques não é apenas receber o dinheiro da indenização, mas ter alguém que ajude-as a recolocar a empresa em funcionamento de novo, bem como traga sugestões de como fazer para que o problema não volte a acontecer. Foi uma surpresa ouvir as gigantes da tecnologia Google e Microsoft, que poderiam atuar diretamente neste mercado, negar que isto esteja em seus planos. 

Igualmente curioso foi ouvir na palestra seguinte, de Richie Whitt, CEO da Markel Insurance Company, uma grande seguradora americana: “Não acreditem no que eles (Microsoft e Google) acabaram de falar…”. Fiquei com a pulga atrás da orelha. 

E o Brasil?

Refletindo sobre estas constatações que trouxe da ITC, pude concluir que o potencial de crescimento para o mercado de seguros no Brasil é maior que eu imaginava. Ainda que nosso mercado esteja em um estágio de desenvolvimento diferente do resto do mundo, está claro que as insurtechs podem ser importantes agentes da transformação necessária para que consigamos capturar inúmeras oportunidades.

SulAmérica: lucro líquido cresce 42,7% até setembro, para R$ 729,7 milhões

Companhia soma R$ 729,7 milhões de lucro líquido nos nove meses do ano e R$ 245,4 milhões no terceiro trimestre 

Fonte: SulAmérica

A SulAmérica divulgou seus resultados do 3º trimestre de 2019 e continua mostrando crescimento sustentável com uma série de números positivos. O lucro líquido deste trimestre aumentou 4,6% na comparação com o mesmo período do ano anterior, alcançando R$ 245,4 milhões. As receitas operacionais somaram R$ 5,9 bilhões no trimestre, 10,9% superiores ao terceiro trimestre de 2018, sem perder o foco na busca permanente por aumento da eficiência operacional. 

O índice de despesas administrativas (medido pela razão entre o total de despesas administrativas e as receitas operacionais totais) alcançou neste trimestre 7,6%, uma melhora de 1,0 p.p. frente ao mesmo período do ano anterior, mesmo considerando os investimentos recorrentes em tecnologia, digitalização e inovação, fundamentais para o desenvolvimento dos negócios da Companhia. No acumulado de nove meses, a SulAmérica registrou lucro de R$ 729,7 milhões, aumento de 42,7% em relação ao ano anterior, com índice combinado consolidado de 97,7%.

Tais resultados levaram o retorno sobre o patrimônio médio (ROAE) a 17,2% nos últimos 12 meses, 1,2 p.p. melhor que o retorno registrado ao fim de setembro de 2018. 

As operações de seguro saúde e odontológico, responsáveis por 77% das receitas da Companhia, apresentaram aumento no número de beneficiários em mais um trimestre, crescendo de forma consistente e acima do mercado, com alto nível de retenção e bom ritmo de vendas novas.

Neste trimestre foi iniciada a integração da Prodent, cuja aquisição foi concluída no fim de julho e contribuiu para a operação em odontologia atingir 1,7 milhão de beneficiários e cerca de 7% de market share em receitas, reforçando a estratégia de crescimento no segmento. A sinistralidade permaneceu sob controle no trimestre, em 80,2%, e também no acumulado dos primeiros nove meses do ano, em 80,5%, 0,4 p.p. melhor que no mesmo período do ano passado.

“Nossos resultados são frutos de uma visão de longo prazo, com uma adequada estratégia de subscrição, força de vendas, qualidade dos serviços e da nossa operação, conjugada com a gestão de sinistros e dos nossos custos e despesas”, comenta Gabriel Portella, presidente da SulAmérica. “Continuaremos intensificando nossos investimentos na expansão da plataforma de Cuidado Coordenado”, completa, referindo-se aos mais de 250 mil beneficiários na plataforma, 1.700 médicos e mais de 450 mil consultas realizadas. 

Nos segmentos de automóveis e ramos elementares, cuja operação é objeto do contrato de venda assinado em agosto com a Allianz, em uma das mais importantes transações da história recente do mercado segurador do Brasil, a SulAmérica apresentou crescimento da frota segurada, tanto na comparação com o trimestre anterior como em relação ao ano anterior, ao mesmo tempo em que manteve a sinistralidade sob controle, considerando importante redução no prêmio médio em virtude principalmente da melhoria do risco e do ambiente competitivo.

Com relação à transação com a Allianz, que deve ser concluída em até 12 meses contados desde o anúncio do acordo e, portanto, até lá reforçamos que não haverá nenhuma mudança na administração, nas equipes, nas relações comerciais, no fornecimento e na oferta de produtos pela SulAmérica. 

Auto – A operação de automóveis voltou a mostrar crescimento em receitas de seguros, que totalizaram R$ 981,8 milhões neste trimestre, aumento de 8,4% na comparação com o 3T18. O índice de sinistralidade permaneceu controlado, em 60,6%, ainda que 2,4 p.p. acima do registrado no 3T18. A frota segurada totalizou aproximadamente 1,7 milhão de veículos ao final de setembro, um crescimento de 3,7% em relação ao 3T18, ou aumento de 60 mil veículos. As receitas operacionais de seguros de ramos elementares totalizaram R$ 47,4 milhões, redução de 5,5% em relação ao 3T18. A sinistralidade da carteira apresentou melhora de 4,0 p.p. no trimestre, atingindo 35,7%. 

Previdência, Vida e AP – No segmento de vida e acidentes pessoais, as receitas operacionais totalizaram R$ 133,4 milhões neste trimestre, aumento de 5,7% em comparação ao 3T18, refletindo a continuidade do crescimento dos produtos viagem e prestamista que vem sendo observado nos últimos trimestres. Já em previdência, as reservas cresceram 12,7% em relação a setembro de 2018, atingindo R$ 7,8 bilhões. O relevante crescimento deve-se principalmente ao aumento de contribuições na modalidade VGBL, onde as reservas cresceram 27%, além da rentabilidade acumulada dos saldos dos fundos de previdência. 

Investimentos – A SulAmérica Investimentos, gestora de ativos da Companhia, encerrou o terceiro trimestre com o montante recorde de R$ 45 bilhões em ativos sob gestão, um aumento de 17,9% quando comparado com o mesmo período de 2018. As receitas operacionais totalizaram R$ 16,8 milhões no 3T19, crescimento de 38,5% em comparação ao 3T18, em função de maiores receitas com taxa de administração (+34,9%) e taxa de performance (+341,5%), acompanhando a busca por produtos de investimento mais sofisticados e com maior potencial de retorno. A margem bruta acompanhou esse movimento e apresentou crescimento de 38,2% para um total de R$ 15,4 milhões no trimestre. 

Seguindo na constante busca por maior eficiência operacional e administrativa, a Companhia apresentou boa performance no controle e gestão das Despesas Administrativas, que foram menores em 1,7% em relação ao 3T18 e apresentaram crescimento de 4,2% no acumulado de nove meses, com redução de 0.4 p.p. no índice em relação as Receitas Operacionais, que atingiram 8,0%. 

Como ser 4.0 e ter as competências do profissional do futuro, segundo diretor da seguradora Sura

sura seguros

Anote as dicas de Marcelo Biasoli sobre ser 4.0 e ter as competências do profissional do futuro

“As mudanças sempre aconteceram, continuam acontecendo, mas a velocidade do mundo atual não se compara. Tudo o que estamos vivendo é muito rápido. 89% empresas desapareceram entre 1955/2014 no mundo e 50% delas serão substituídas nos próximos 10 anos”, disse Marcelo Biasoli, diretor de marketing e estratégias de negócios da Seguros SURA no Brasil, aos participantes do WTW 2019, maior evento de mobilidade da América Latina realizado nesta semana, para conectá-los às transformações digitais tanto na vida pessoal quanto na profissional, que exigirá novas competências no futuro.

Com base em estudos sobre neurociências, comportamentos e mais de 20 anos de experiência corporativa, Biasoli apresentou as características que conectam as pessoas com as transformações digitais da atualidade, e ainda explorou as competências necessárias do profissional do futuro e como estas competências se conectam com o dia a dia das pessoas e das cidades.

Conectividade global – Tudo é impulsionado por vários fatores junto com a evolução da tecnologia que está proporcionando algo único: permite que sejamos um grande alavancador do novo modelo de negócios e novas iniciativas, como cidades inteligentes, hubs de conectividade de pessoas e Inclusão social. “As oportunidades de locomoção e mobilidade já estão transformando a nossa vida. Sem sombra de dúvidas as pessoas vão poder escolher os seus modais: carro, bicicleta, patinete entre outros”, disse.

Experiência x conveniência – Cada vez mais as empresas investem em experiência e conveniência como diferencial para o seu cliente, por isso conhecer a jornada de compra é fundamental. Em um momento #ficaadica, o executivo da Sura afirmou  nosso cérebro funciona por associação, ativa a memória de longo prazo quando nos conectamos emocionalmente ou quando tem processo de repetição. As empresas estão fazendo exatamente isso, porque entenderam como tudo isso acontece. “A experiência do cliente é importante porque ele precisa se conectar com a proposta e valor da sua empresa.”

Desafios pessoais e profissionais: você 4.0 – Para ser uma empresa 4.0 é preciso entender que você faz parte desse movimento e as pessoas que são responsáveis pela gestão também. Todos devem estar conectados com o movimento de transformação. E também não tem como ser 4.0 sem olhar para si. “Quem é curioso sobre si mesmo? A partir dessa pergunta  começamos uma jornada de conhecimento sobre nós mesmos para encontrar o nosso propósito. E o mais importante é se permitir passar por isso. Temos que avançar e enfrentar nossos medos, é preciso ter coragem. Você quer ser mais criativo? Então enfrente os seus medos, isso permitirá uma experiência com você mesmo.” 

Anote as dicas de Marcelo Biasoli sobre ser 4.0 e ter as competências do profissional do futuro:

  • Storytelling e comunicação 
  • Fazer as coisas com paixão 
  • Ser curioso para aprender coisas novas 
  • Adaptação à tecnologia 
  • Estar aberto às mudanças 
  • Engajado para mudar a si mesmo 
  • Criatividade e improviso 
  • Aprendizado por projeto contínuo 
  • Resolver problemas de forma criativa 
  • Pensamento algorítmico 
  • Empreendedorismo 
  • Pensamento de crescimento, pensar exponencialmente na vida pessoal e profissional 

Bradesco investe em plataforma que facilita a vida do corretor de seguros

Data: 29.05.2017 Local: Alphaville, São Paulo Assunto: Retrato de Francisco Rosado, diretor da área de corretores da Bradesco Seguros na sede empresa. Assistente: Luiz Michelini Foto: Bitenka

Leonardo Freitas, diretor da Organização de Vendas do Grupo Bradesco Seguros, conversou com o blog Sonho Seguro sobre canais digitais e novas formas de comunicação com o cliente. Leia abaixo a entrevista:

Cite soluções e ferramentas digitais para ajudar corretores na comercialização de produtos?

Nos últimos anos, o relacionamento com o cliente passou por diversas mudanças e, hoje, a transformação digital permeia todo esse processo de relacionamento. Pensando nisso, a Bradesco Seguros estruturou o Portal de Negócios e o Aplicativo BS Corretor, plataformas que visam facilitar e tornar mais ágil o processo de vendas e a rotina dos corretores. Nesses canais, os corretores encontram o portfólio completo de produtos, oportunidades de vendas e ainda podem lançar suas propostas dentro do portal.  No caso específico da Bradesco Seguros, por ser uma empresa multilinha e multicanal, a estratégia é, cada vez mais, prover soluções e conveniência para que os corretores possam se concentrar na geração de negócios.

Pode citar alguns exemplos práticos de como isso é aplicado na companhia?

O Portal de Negócios é a principal ferramenta de vendas do corretor. Este canal foi pensando para que o corretor possa encontrar todas as funcionalidades que ele precisa para trabalhar. Por exemplo, em Auto, a Bradesco Seguros entendeu todas as dificuldades dos corretores referentes a esse produto e optou por segmentar um projeto específico, para trazer melhorias efetivas. Para isso, utilizou a metodologia ágil, a qual trabalha com sprints e entregas fracionadas – um método de grande relevância nesse processo. O portal auxilia o corretor em todas as etapas – de venda e pós-venda, por exemplo: faz assistência, cálculo de apólice, apresenta funcionalidade para o dia a dia dos corretores, acompanha propostas e realiza endossos (se um segurado muda de endereço, o corretor consegue fazer pelo portal o endosso dessa apólice). Já o aplicativo, permite que o corretor faça cotações de produto dental para pessoa física, visualize e acompanhe suas propostas, envie propostas por e-mail ou WhatsApp, gere boletos para pagamento e encontre diversos materiais de apoio para as vendas. A ferramenta tornou-se um facilitador de negócios, oferecendo maior praticidade e agilidade nas contratações.

Qual o impacto do uso das ferramentas digitais no aumento percentual de vendas e de base de clientes?

Por ser uma informação estratégica, a companhia não divulga percentuais de venda. Entretanto, a Bradesco Seguros acredita que o principal impacto das ferramentas, foi a otimização dos processos internos, que trouxe agilidade e qualidade para toda experiência de venda. Importante destacar que, no caso do Grupo Bradesco Seguros, os corretores participam de todo processo de validação, certificação e aprovação tanto do portal quanto do aplicativo. Toda a experiência é testada pelo próprio corretor. Desse modo, todas as dificuldades apontadas pelos corretores foram solucionadas em uma só ferramenta, ele pode consultar desde materiais de apoio para conhecimento dos produtos, até serviços de cotações e propostas para venda. 

Quais as principais tecnologias utilizadas pelo grupo no uso dos canais de distribuição para otimizar ganhos de eficiência e redução de custos?

A inteligência artificial foi um dos principais avanços, a Bradesco Seguros conta com a BIA, Vendas Online, CRM 2.0 e ofertas real time. Para o grupo a ideia é facilitar os processos e projetos, tanto na hora de comercializar o produto, quanto no uso dos serviços por parte do usuário como, por exemplo, acionar a cobertura do seguro nas áreas de Previdência, Saúde ou Residencial, sem precisar mudar de plataforma ou aplicativo. Sabendo que os consumidores estão cada vez mais à vontade com a inteligência artificial e fazem buscas em canais digitais por meio da voz, a Bradesco Seguros vem levando também o recurso para seus segurados por meio do Serviço de Assistência Auto, para casos de guincho, pane, pneus ou ajuda com chaveiro.

Pode citar alguns exemplos de processos internos e externos da companhia que foram automatizados e quais os ganhos em termos de tempo?

Hoje, todos os processos são registrados a partir dos inputs dos corretores. Conforme citado anteriormente, dentro do Portal de Negócios são levantados diariamente mudanças e melhorias, apontadas segundo a visão do corretor. A cada três meses um novo projeto é entregue com base nas sugestões dos corretores e das assessorias de seguros e os próprios parceiros conseguem acompanhar se a solução surtiu efeito na ferramenta, se a melhoria foi aplicada, sendo medida a evolução do desempenho dessas mudanças. Por isso, o objetivo é otimizar cada vez mais os processos, entregas e soluções para os corretores e segurados. Além disso, entregar ao cliente uma experiência memorável e inspiradora pode ser o caminho mais rápido para ganhar preferência e confiança. Além disso, o grupo Bradesco Seguros também vem adotando a metodologia agile para impactar os processos que envolvem seus 7 mil colaboradores. Isto significa formar equipes multidisciplinares e, com isto, mudar a maneira e a velocidade como se desenvolve e testa produtos, por exemplo. Este modelo permite que, ao incorporar soluções de insurtechs, os funcionários tenham uma mentalidade semelhante aos das startups e, assim, possam trabalhar em conjunto para colocá-las em prática.

Liberty Seguros apresenta Plano 2023 de sustentabilidade

liberty sustentabilidade

Companhia assumiu dez compromissos com o tema e o Relatório de Sustentabilidade ilustra as ações já desenvolvidas 

Fonte: Liberty Seguros

A Liberty Seguros apresenta sua nova estratégia de sustentabilidade para os próximos anos, alinhada com os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, que devem ser implementados em todos os países do mundo até 2030. 

“Na Liberty Seguros, nós temos uma forte estratégia de sustentabilidade que, além de atender às expectativas dos consumidores, cria valor para a sociedade”, afirma Carlos Magnarelli, Presidente da Liberty Seguros. “O Plano 2023 reforça o nosso compromisso de agir com transparência e ética, além de promover a diversidade e colaborar para a preservação do ambiente”, completa.

Plano de Sustentabilidade 2023 – No início de 2018, a Liberty começou uma nova etapa de seu planejamento estratégico com duração de 5 anos, que tem como objetivo fortalecer a presença da companhia em todos os seus setores de atuação e posicionar a empresa como referência em inovação e rentabilidade.

Para tratar especificamente dos assuntos relacionados a sustentabilidade e responsabilidade social, a seguradora criou o Comitê de Sustentabilidade. O grupo, que é composto por representantes de todas as diretorias da empresa, desenvolveu o Plano de Sustentabilidade levando em consideração os assuntos prioritários para cada stakeholder do negócio e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU para chegar em 10 temas estratégicos: qualidade de serviço, crescimento sustentável, empoderamento social, seguro consciente, inovação, ética, gestão de riscos, cuidado com as pessoas e diversidade, produtos mais sustentáveis e por fim, gestão ambiental e de resíduos.

Empoderamento Social – Dentro desse plano, o empoderamento feminino e dos jovens destacam-se com diversas ações já realizadas nos últimos anos pela companhia. Para apoiar a educação e empregabilidade de jovens, a Liberty apoia diversas instituições do terceiro setor, como o Centro Educacional Assistencial Profissionalizante (CEAP), o Espro – Ensino Social Profissionalizante -, que também atua na capacitação profissional para inclusão de jovens no mercado de trabalho, e o Instituto da Oportunidade Social, o IOS. Além disso, a seguradora também patrocina a Fundação Tênis, que promove o desenvolvimento de crianças e adolescentes de comunidades carentes por meio do tênis. 

Para empoderar as mulheres a conquistar ainda mais no ambiente profissional, a empresa criou o programa Liberty Mulheres Seguras, com o qual oferece conteúdo de qualidade nas redes sociais, disponibiliza serviços exclusivos, como o projeto de mentoria online para empreendedoras, realizado em parceria com a Rede Mulher Empreendedora; promove eventos para corretoras em todo o Brasil abordando temas como Negociação e Influência; engaja funcionárias da companhia com palestras e eventos, além de apoiar instituições sociais e promover feiras com empreendedoras sociais.

“Um dos grandes objetivos do nosso plano de sustentabilidade é contribuir positivamente com a sociedade que estamos inseridos. Os dez temas nos ajudarão a olhar para as frentes necessárias de atuação e construir o futuro que desejamos ver”, completa Magnarelli. 

Para conhecer todas as iniciativas da companhia, acesse o Relatório de Sustentabilidade 2018 no link: https://www.libertyseguros.com.br/Pages/sobre-a-liberty/responsabilidade-social.aspx 

Corretoras de seguros estão entre os alvos preferidos de ataques virtuais

Seminário organizado pela APTS com apoio da ENS, trará orientações do especialista Claudio Macedo Pinto para as empresas de corretagem se defenderem.

por Márcia Alves

É um erro imaginar que apenas grandes empresas são alvo de ataques virtuais. Pesquisas indicam que as pequenas e médias empresas são as mais visadas pelos hackers, justamente porque não acreditam nesse risco. O problema é que pelo menos 20% não resistem e quebram. Nesse universo PME, muitas corretoras de seguros têm sido vítimas constantes de cibercriminosos. 

Como as corretoras podem se defender? Este é um dos assuntos que o especialista em riscos cibernéticos Cláudio Macedo Pinto, fundador da corretora de seguros Clamapi Seguros Cibernéticos, apresentará no seminário “LGPD na prática e Soluções para Cybers Risks”. O evento, promovido pela APTS e a ENS, será realizado no dia 21 de novembro, das 8h30 às 13h, no auditório da ENS, na Rua Augusta, 1.600, Consolação, São Paulo (SP).

“Qualquer empresa, seja qual for o tamanho, corre o risco de ser atacada por hackers e sofrer prejuízos incalculáveis”, diz o especialista. No evento, ele orientará as corretoras de seguros sobre como investirem em segurança da informação, treinamento de funcionários e na contratação de seguro. Aliás, parte da palestra será dedicada a ensinar as corretoras a não apenas se defenderem como também aproveitarem a oportunidade de comercializar seguros para riscos cibernéticos.

No campo das oportunidades para os corretores, o especialista responderá as seguintes questões: Como se preparar para vender o seguro de Responsabilidade Civil Cibernética e de Proteção de Dados? Quais são as principais características deste seguro (coberturas, exclusões e perda de direitos)? Como agir em caso de sinistro? Por que há resistência no mercado para a contratação do seguro cibernético? 

Cláudio Macedo ainda fornecerá argumentos de venda para ajudar na comercialização do produto. “O objetivo da palestra é conscientizar os corretores sobre os riscos para a sua empresa, além de mostrar o potencial de comercialização do seguro para risco cibernético, que poderá trazer novas receitas para a corretora”, diz. 

O evento também contará com a participação do “hacker do bem”, João Lucas Brasio, Diretor da Elytron Security, para falar sobre cibercrime, e do especialista em tecnologia, Marcos Nehme, CTO Field & Director, Latin America & Caribbean da RSA, para tratar de segurança cibernética.

Programe-se

LGPD na prática e Soluções para Cyber Risks

Data e horário: 21 de novembro de 2019 – das 8h30 às 13h

Local: Rua Augusta, 1.600, Consolação, S. Paulo (SP)

Programa completo e inscrições no site da ENS: