Como ser 4.0 e ter as competências do profissional do futuro, segundo diretor da seguradora Sura

Anote as dicas de Marcelo Biasoli sobre ser 4.0 e ter as competências do profissional do futuro

“As mudanças sempre aconteceram, continuam acontecendo, mas a velocidade do mundo atual não se compara. Tudo o que estamos vivendo é muito rápido. 89% empresas desapareceram entre 1955/2014 no mundo e 50% delas serão substituídas nos próximos 10 anos”, disse Marcelo Biasoli, diretor de marketing e estratégias de negócios da Seguros SURA no Brasil, aos participantes do WTW 2019, maior evento de mobilidade da América Latina realizado nesta semana, para conectá-los às transformações digitais tanto na vida pessoal quanto na profissional, que exigirá novas competências no futuro.

Com base em estudos sobre neurociências, comportamentos e mais de 20 anos de experiência corporativa, Biasoli apresentou as características que conectam as pessoas com as transformações digitais da atualidade, e ainda explorou as competências necessárias do profissional do futuro e como estas competências se conectam com o dia a dia das pessoas e das cidades.

Conectividade global – Tudo é impulsionado por vários fatores junto com a evolução da tecnologia que está proporcionando algo único: permite que sejamos um grande alavancador do novo modelo de negócios e novas iniciativas, como cidades inteligentes, hubs de conectividade de pessoas e Inclusão social. “As oportunidades de locomoção e mobilidade já estão transformando a nossa vida. Sem sombra de dúvidas as pessoas vão poder escolher os seus modais: carro, bicicleta, patinete entre outros”, disse.

Experiência x conveniência – Cada vez mais as empresas investem em experiência e conveniência como diferencial para o seu cliente, por isso conhecer a jornada de compra é fundamental. Em um momento #ficaadica, o executivo da Sura afirmou  nosso cérebro funciona por associação, ativa a memória de longo prazo quando nos conectamos emocionalmente ou quando tem processo de repetição. As empresas estão fazendo exatamente isso, porque entenderam como tudo isso acontece. “A experiência do cliente é importante porque ele precisa se conectar com a proposta e valor da sua empresa.”

Desafios pessoais e profissionais: você 4.0 – Para ser uma empresa 4.0 é preciso entender que você faz parte desse movimento e as pessoas que são responsáveis pela gestão também. Todos devem estar conectados com o movimento de transformação. E também não tem como ser 4.0 sem olhar para si. “Quem é curioso sobre si mesmo? A partir dessa pergunta  começamos uma jornada de conhecimento sobre nós mesmos para encontrar o nosso propósito. E o mais importante é se permitir passar por isso. Temos que avançar e enfrentar nossos medos, é preciso ter coragem. Você quer ser mais criativo? Então enfrente os seus medos, isso permitirá uma experiência com você mesmo.” 

Anote as dicas de Marcelo Biasoli sobre ser 4.0 e ter as competências do profissional do futuro:

  • Storytelling e comunicação 
  • Fazer as coisas com paixão 
  • Ser curioso para aprender coisas novas 
  • Adaptação à tecnologia 
  • Estar aberto às mudanças 
  • Engajado para mudar a si mesmo 
  • Criatividade e improviso 
  • Aprendizado por projeto contínuo 
  • Resolver problemas de forma criativa 
  • Pensamento algorítmico 
  • Empreendedorismo 
  • Pensamento de crescimento, pensar exponencialmente na vida pessoal e profissional 

Denise Bueno
Denise Buenohttp://www.sonhoseguro.com.br/
Denise Bueno sempre atuou na área de jornalismo econômico. Desde agosto de 2008 atua como jornalista freelancer, escrevendo matérias sobre seguros, previdência, educação financeira, longevidade e saúde para o blog Sonho Seguro, do qual e fundadora, e para cadernos especiais produzidos pelo jornal Valor Econômico, bem como para revistas como Época, Veja, Você S/A, Valor Financeiro, Valor 1000, Revista de Seguros (CNSeg) entre outras publicações. É colunista do SindSeg-SP, entrevistadora em eventos e podcasts, bem como palestrante sobre temas diversos que envolvem o setor de seguros. Escreveu artigos diariamente sobre seguros, resseguros, previdência e capitalização entre 1992 até agosto de 2008 para o jornal econômico Gazeta Mercantil. Recebeu, por 17 vezes, o prêmio de melhor jornalista de seguro em concursos diversos do setor e da grande mídia.

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