AGCS nomeia novo chefe de subscrição de riscos especiais

AGCS novo subscritor

Fonte: AGCS

A Allianz Global Corporate & Specialty SE (AGCS), a seguradora para riscos corporativos do Grupo Allianz, anuncia Henning Haagen como Chief Underwriting Officer Specialty e membro do Conselho de Administração da companhia, sujeito a aprovação regulatória. Ele iniciará no novo posto em 1° de março, sucedendo Paul O’Neill, que deixou a AGCS em 2019. 

Como Chief Underwriting Officer Specialty, Haagen será responsável pelas linhas de Aviação, Entretenimento, Marine e Mid Corporate. Ele também supervisionará a função de Integridade e Soluções de Subscrição Global da AGCS, que estabelece práticas comuns de subscrição em todas as linhas de negócios e em conformidade com os padrões Allianz de Property & Casualty, além da Academia de Subscrição da AGCS, que oferece treinamentos especializados para os colaboradores.

Haagen é hoje o Diretor Regional de Specialty e Executivo para região Nordeste da AGCS América do Norte, papeis que desempenha desde Janeiro de 2017. Em breve, a companhia anunciará seu(s) sucessor(es). 

NA AGCS Haagen já passou por diversas áreas, como Diretor Global de Aviação,  Chief Aviation Underwriting Officer para EMEA e Asia Pacifico, Diretor Global de Resseguros e, ainda, Diretor de Subscrição de Resseguros – Aviação.  Ele possui mais de 20 anos de experiência em subscrição e trabalhou em empresas como GE Frankona Reinsurance, Augsburg Re e Gerling Insurance and Reinsurance.

Joachim Mueller, CEO AGCS comenta: “Precisamos de um forte foco na subscrição dentro do Conselho, e Henning traz muita experiência nessa área, com anos no mercado global de Resseguros e Specialty. Ele assumirá a responsabilidade por uma parte essencial de nossos negócios, e espero que trabalhemos juntos para gerenciar nosso portfólio global, com um foco contínuo na subscrição de excelência e lucratividade. ”

Cartilha da Zurich detalha medidas preventivas contra infecção do coronavírus

Para reduzir o risco de contágio, a seguradora sugere proteger os colaboradores reavaliando a real necessidade de viagem de pessoas para as áreas afetadas, monitorar o estado de saúde dos colaboradores que tenham viajado à China recentemente, reforçar as boas práticas de higiene pessoal nos escritórios, entre outros cuidados

Fonte: Zurich Seguros

No ambiente de trabalho cada vez mais dinâmico e competitivo, riscos de todos os tipos são um aspecto frequente no dia a dia corporativo, em maior e menor grau. Com a infecção causada pelo coronavírus (2019-nCoV), que segundo informações se espalhou a partir da região de Wuhan (China) em dezembro de 2019 e, agora, chegou a quatro continentes, a Zurich, seguradora global com mais de 80 anos de atuação no mercado brasileiro, sugere que as empresas tomem medidas para limitar a exposição dos colaboradores a esse vírus com risco de vida.

Como qualquer surto de doença, as informações sobre o coronavírus estão mudando rapidamente e as referências recentes devem ser monitoradas com frequência para obter informações atualizadas. “Há preocupações sobre o vírus se tornar uma ameaça pandêmica. Considerando que a China é o parceiro econômico mais importante do Brasil, o que certamente resulta em muitas viagens de negócios entre os dois países, nossa exposição pode ser maior e precisamos ser mais precavidos”, diz Carlos Cortés, Head de Engenharia de Riscos da Zurich.

Para reduzir a exposição a esse vírus, a seguradora considera algumas medidas importantes a fim de proteger os colaboradores, como reavaliar a real necessidade de viagem das pessoas para as áreas afetadas. “As tecnologias de colaboração remota são muito confiáveis e têm altos níveis de segurança de informação, o que as faz ótimas alternativas para continuar os negócios entre os países”, afirma Cortés. 

Para os colaboradores que já estão no local contaminado, é recomendável que sigam todas as indicações das autoridades sanitárias, além de reforçar as práticas de limpeza, como lavar as mãos frequentemente, usar desinfetantes, evitar tocar os olhos, nariz ou boca com as mãos sujas, evitar aglomerações de pessoas e contato com doentes. No Brasil, as empresas devem trabalhar na prevenção, mantendo todos informados sobre a doença e seus sintomas, monitorando o estado de saúde dos colaboradores que tenham viajado à China recentemente e reforçando as práticas de higiene pessoal nos escritórios.

O executivo também ressalta que, eventualmente, segundo a evolução da doença, as empresas devem evitar reuniões de muitos colaboradores num único espaço. O momento desse surto coincide com o pico da gripe sazonal e com o período do Ano Novo Lunar, quando muitas pessoas viajam pelo país e pelo mundo. O vírus afeta mais severamente pessoas com sistema imunológico enfraquecido, como crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas, como diabetes, câncer e doenças pulmonares. Por isso, as empresas devem avaliar se a viagem é necessária e optar por fazer as negociações remotamente. 

Caso a viagem seja imprescindível, é extremamente importante:

  • Consultar o médico sobre vacinas e problemas de saúde antes da viagem. 

(NOTA: Não há vacinação ou terapia profilática para 2019-nCoV.)

  • Estar preparado para participar da triagem secundária, tanto em Wuhan, como no seu retorno.
  • Praticar precauções especiais, já citadas acima, antes, durante e após a viagem.
  • Evitar o transporte público ou áreas lotadas, sempre que possível, para evitar contato próximo com pessoas potencialmente doentes.
  • Trabalhar remotamente por até 14 dias após seu retorno da China.

Se o funcionário desenvolver algum sintoma, ele não deve ir ao trabalho. Deve procurar atendimento médico imediatamente e usar uma máscara cirúrgica para minimizar a possível propagação da doença.

Assim como a Zurich tem orientado as empresas e parceiros de negócios, ela também implantou medidas internas para orientar e proteger os seus colaboradores. 

Liberty Seguros finaliza edição do treinamento Academia Digital com corretores de todo o Brasil

Focado em Whatsapp Business e Google Ads, o treinamento registrou a participação de mais de 650 corretores 

Fonte: Liberty Seguros

A Liberty Seguros realizou na última terça feira, 28, a aula final da Academia Digital, treinamento inovador para profissionais de seguros se especializarem em vendas de produtos por meio das mídias sociais. Realizada em São Paulo, a aula reuniu50 parceiros de todo o Brasil, selecionados por terem o melhor desempenho durante o curso.

A programação da aula presencial incluiu palestras sobre Marketing Digital, Planejamento, Produção de Conteúdo, com a condução de Lorran Souza, da Agência Maristo, e uma palestra motivacional com o tema “Vai lá e faz!”, realizada por Guilherme Piletti, da escola Perestroika. Já é o sexto ano em que a Liberty realiza treinamentos para corretores com foco nas redes sociais e segunda edição da Academia Digital. 

“Nós sabemos da importância do corretor para a Liberty e isso faz com que a gente busque conhecimento para atender melhor os clientes e prestar um serviço de melhor qualidade. A Academia Digital nos proporcionou uma imersão sobre marketing digital, tendências para comunicação e vendas para, assim, fortalecermos cada vez mais o mercado de seguros no Brasil”, afirma Edgar Torres, da Torres Norte Corretora de Seguros.

No fim do dia, todos os corretores finalizaram o treinamento com um happy hour na matriz da Liberty Seguros, para comemorar e estreitar o relacionamento com os executivos participantes.

“A Academia Digital é uma de nossas iniciativas de alto potencial de crescimento dos negócios dos nossos corretores parceiros, que melhoram a experiência do cliente e ampliam suas possibilidades de atuação no ambiente digital”, diz Patricia Chacon, Diretora de Transformação da Liberty Seguros. “Ficamos muito felizes em finalizar essa segunda edição do treinamento com a participação de mais de 650 corretores em todo o país.”

MAG Seguros fortalece estrutura comercial para 2020

Fonte: MAG

A MAG Seguros, que completou 185 anos em janeiro deste ano, apresentou seu novo modelo de estrutura comercial da diretoria de Varejo, comandada por Marcio Batistuti, com cinco superintendentes regionais. Ari Lima passa a comandar a regional SP/SUL que, além das duas unidades na capital paulista, conta com outras oito praças localizadas na região Sul do país. Karina Castro, que era superintendente em São Bernardo do Campo, assume o desafio de liderar uma das maiores sucursais da MAG Seguros: a de São Paulo. 

Leandro Fortunato é o responsável pela regional SP/Interior, que passa a contar com 13 unidades da seguradora. Reforçam o time Juan Alves, promovido a superintendente de São Bernardo do Campo; Paulo Emílio Fortunato, que assume São José dos Campos; Rodrigo Pereira, que passa a comandar São José do Rio Preto, e Felipe França, que volta para a MAG Seguros assumindo a unidade de Campinas. 

A regional Norte/Nordeste é comandada por Miguel Duarte, incorporou a Sucursal Manaus e conta agora com cinco sucursais da seguradora. Já a regional Sudeste/Centro é liderada por Ronaldo Gama. Reforçam o time o superintendente Rafael Rocha, que deixa Salvador para assumir a unidade de Belo Horizonte; WaleskaSevergnini, que passa a comandar as operações em Vitória; e João Manoel Rezende, promovido a superintendente de Salvador. 

Por fim, a regional Leste é chefiada por Wagner Lima, que tem sob o seu comando sete unidades. Tem como novidades as promoções de Rodrigo Prevot, superintendente do Rio de Janeiro e de Marcos Veríssimo, que assume a superintendência em Niterói. A companhia também passa a contar com um novo escritório na Barra da Tijuca, comandada por Fabio Cardoso. O objetivo da MAG Seguros é fortalecer o atendimento dos corretores de seguros da Zona Oeste, do Rio de Janeiro. 

“Nós somos uma empresa muito dinâmica e estamos sempre atentos ao mercado e às oportunidades que ele nos mostra. Isso se reflete tanto em produtos, linhas de negócio, como estrutura. Isto é fundamental para que possamos contar com uma boa dinâmica de relacionamento e ações para nossos corretores e parceiros em todo o país”, reforça Batistuti. 

GEO mira bancos digitais e seguradoras para operações de crédito digital

Empresa conta com soluções tecnológicas para apólices obrigatórias em operações como home equity, que tiveram crescimento no últimos anos no mercado brasileiro

A inovação avança no crédito digital. A GEO, empresa de tecnologia pioneira na gestão e comercialização 100% online de seguros, divulgou que já tem em sistema para esse segmento como o DFI Sistema Financeiro e o Seguro Habitacional – Apólice de Mercado, que contam com a garantia da seguradora Zurich, e o Seguro Prestamista, em parceria com a seguradora MetLife.

Um dos grandes nichos no alvo da empresa é bancos digitais. Apesar de numerosos (Nubank, Original, Inter, C6, Next…), os bancos digitais ainda não entraram em segmentos como na oferta de crédito consignado e empréstimo com garantia de imóvel – atualmente com forte presença dos concorrentes já estabelecidos, que inclusive tem parcerias estratégicas com seguradoras para essas operações.

Segundo resolução 4.676 do Banco Central, a oferta de crédito pessoal com garantia de imóvel é classificada como um modelo de financiamento imobiliário e assim conta com duas coberturas obrigatórias no ramo Habitacional, são elas: Morte e Invalidez Permanente (MIP Prestamista) e Danos Físicos ao Imóvel (DFI). “Dessa forma, o seguro Habitacional Apólice de Mercado disponível no Portal GEO contempla todo o marco regulatório em apenas uma apólice”, ressalta.

O seguro Prestamista oferecido ao mercado pelo portal GEO em parceria com a Metlife atende às exigências necessárias na contratação de apólices de seguro para cobrir morte ou invalidez de devedores, decorrente da tomada de crédito – parcelamento de cartões de crédito, financiamento para aquisição de bens ou crédito pessoal ou credito consignado, consórcios, entre outros. Além da emissão da apólice em tempo real, a GEO oferece taxa única, independente da idade do devedor, e a opção de flexibilização do pagamento do seguro, que pode ser mensal e sem juros.

A apresentação da Declaração Pessoal de Saúde (DPS), só é necessária caso ultrapasse os limites de Importância segurada x idades, conforme tabela, abaixo.

  • Até 55 anos: R$ 750 mil
  • De 56 a 65 anos: R$ 500 mil
  • De 66 a 75 ans: R$ 300 mil
  • De 76 a 80 anos: R$ 150 mil

Segundo nota divulgada pela GEO, esses serviços podem ser aproveitados por bancos digitais que ainda não contam com ofertas de crédito, assim como por bancos tradicionais que ainda não digitalizaram todo o seu portfólio. No caso do mercado brasileiro, uma modalidade de crédito que tem se destacado é o home equity, com a utilização de imóveis como garantia para empréstimos ou cartões de crédito.

“Entendemos que esse guia serve também para reforçar ao mercado segurador as possibilidades que surgem ao trabalhar em conjunto das fintechs bancárias e de crédito. Analisamos o panorama local e também o global, que pode servir de indicador do trabalho feito em outros países e que pode ser reproduzido no Brasil. Apesar de ser parte de um movimento recente da GEO, esse é um mercado com tendência de forte crescimento no país”, analisa Rossana Costa, diretora da GEO.

Diante do crescimento, a GEO anuncia o lançamento do Guia do Seguro para o Crédito Digital. A iniciativa busca educar sobre o papel do seguro e como ele pode influir positivamente na cadeia de crédito, seja na entrada de novos devedores ao oferecer maior eficiência no processo de adesão, ou no aumento da escalabilidade de oferta em decorrência da sua facilidade de contratação e capilaridade, ou até ao padronizar as atividades do segmento.

O mercado de crédito digital conta com rápida expansão no Brasil. Segundo pesquisa da PwC e da ABCD (Associação Brasileira de Crédito Digital), as fintechs brasileiras receberam o dobro de pedidos de crédito por pessoas físicas em 2018 em comparação com o ano anterior.

O portal GEO garantiu mais agilidade às contratações de seguros para mais de 7,5 mil empresas em todo o território nacional. Desde 2001, quando foi fundada em Porto Alegre, o grupo acumula mais de mil corretoras de seguros em todo o Brasil, as quais se cadastraram em no portal para comercializar as apólices que disponibilizamos ao mercado. “Somente em 2019, o montante de crédito imobiliário que ajudamos a segurar passou a marca de R$ 78 bilhões”, cita o ebook. “Por escolhermos um modelo de negócio sustentável e sem qualquer impressão de papel, alcançamos em 2019 o total de 75 milhões de folhas poupadas. Isso representa quase 900 mil árvores e outros recursos naturais poupados pela digitalização.”

O guia em formato ebook pode ser acessado nesse link: http://bit.ly/guia-credito

Morre em SP, aos 72 anos, o advogado Victor José Petraroli Neto

Atuante há mais de trinta anos com Responsabilidade Civil, Contratos de Seguro, Resseguro e Direito Bancário, Petraroli foi superintendente de uma das maiores seguradoras da América Latina. 

Pela sua perda, o escritório Petraroli Advogados Associados divulgou a nota abaixo:

Queridos parceiros,  

 É com imenso pesar que comunicamos o falecimento do nosso sócio fundador Dr. Victor José Petraroli Neto. Para os que tiveram a alegria da convivência, ficam as recordações de seu sorriso largo, das palavras sempre gentis e dos ensinamentos ilimitados. Contudo, para aqueles que não tiveram essa oportunidade, resta a certeza que irão colher os frutos de um legado. Com a permissão de breves palavras, o Victor é luz. Uma pessoa que tratava a todos de forma indistinta, sempre preservando o “bom dia”, “como você está?” e “o que posso fazer para ajudar?”. Transformou a impessoalidade comum de grandes escritórios em um ambiente familiar, acolhedor, onde cada advogado cuida da carteira de forma única, respeitando suas nuances e detalhes. Em suas sábias palavras, “tão importante quanto ganhar a ação é não permitir a perda um segurado. Trate-os com respeito, simpatia e justiça. Lidamos com a dor de quem aciona um seguro e dentre as várias formas de demonstrar a correta postura da Seguradora, a única opção é a ética.” Ele nos engrandeceu, acolheu, compartilhou conhecimento e sabedoria, tornando a Petraroli um patrimônio de todos os funcionários, parceiros e colaboradores. Acreditamos que essa foi a sua missão, se perpetuar na história de tantas pessoas além de sua família. O mundo jurídico não perdeu um grande mestre, ganhou com todas as suas contribuições e faremos questão de lembrar a todos disso. Por essa enorme parte dele que habita em cada um de nós seguiremos em frente, mantendo a honra do seu nome, que ele dizia ser: trabalho. Sigamos. Ele ficará cada dia mais orgulhoso de nós.

Equipe Petraroli.

Coronavírus: dicas para multinacionais

Brasil tem 9 casos suspeitos de coronavírus. O governo, no entanto, não vê necessidade de adotar qualquer medida especial para prevenir a infecção durante o Carnaval e não restringirá o trânsito de chineses. A Air China, que oferece dois voos semanais do Brasil para a China, cancelou os voos de janeiro e fevereiro. O surto de coronavírus matou ao menos 170 pessoas desde dezembro, todas na China. Com epicentro na cidade de Wuhan, a onda de casos confirmados de infecção já atingiu outros 15 países.

Mesmo sem medidas específicas no Brasil, grandes companhias decidiram se precaver, informa o Valor. A Vale suspendeu, por tempo indeterminado, viagens para a China ou do país asiático para qualquer unidade da empresa. As operações nos portos chineses seguem normalmente. Na Weg a orientação é postergar todas as viagens para depois de 8 de fevereiro, data que as autoridades chinesas estipularam para as empresas voltarem a trabalhar. Na Marcopolo, a situação é similar. BMW restringiu as viagens de executivos para a China, seguindo a recomendação da OMS e do governo alemão.

Alimentos e banco. A BRF suspendeu as viagens de executivos para países da Ásia afetados pelo coronavírus, disse Lorival Luz, CEO da companhia. O Itaú Unibanco não tem escritório na China, mas recomendou aos funcionários com viagem marcada que as adiassem.

Turismo. Arnaldo Franken, sócio do Grupo AD Turismo e Viagens, disse que muitos clientes com viagens programas para março, abril e maio estão pedindo cancelamentos.

Feiras. O Grupo BTR Varese, que realiza semestralmente missões de empresários para a China, também avalia suspender uma missão prevista para abril, que levaria 90 pessoas. A Maringá Turismo, do grupo Arbaitman, informou que só ontem três empresas adiaram comitivas para Indonésia, Cingapura e Hong Kong.

Segundo relatório da Marsh, embora a maioria dos casos relatados até agora tenha sido na China, outros também foram relatados no Japão, Cingapura, Coreia do Sul, Tailândia, Vietnã e EUA. “As organizações multinacionais devem agir agora para proteger sua equipe e operações”, reforça a corretora aos seus clientes gestores de risco.

Riscos de Longo Alcance

Os coronavírus podem causar uma variedade de doenças, desde o resfriado comum até doenças severas, como Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS) e Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS). Os sintomas comumente apresentados no surto atual incluem febre, tosse e dificuldade para respirar, segundo a OMS; casos leves se assemelham à gripe.

O destaque de Wuhan como destino turístico, cidade portuária e centro de transporte, e um centro regional de educação e fabricação levantaram preocupações de que o surto possa continuar se espalhando, especialmente durante o período de férias do Ano Novo Lunar. As autoridades chinesas restringiram as viagens em Wuhan e em outros lugares e cancelaram algumas grandes reuniões de feriados. Aeroportos em diversas grandes cidades dos EUA e de outros lugares iniciaram a triagem de entrada de viajantes de Wuhan e os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) agora recomendam evitar viagens não essenciais para a região; o Departamento de Estado, por sua vez, recomenda que os viajantes na China “exerçam maior cautela“.

Organizações com populações significativas de funcionários na China correm um risco particular, enquanto restrições de viagem, interrupções na cadeia de suprimentos e absenteísmo de funcionários dentro de fornecedores e outros parceiros no país poderiam reduzir a produtividade e eficiência para empresas sediadas em outros lugares.

Os temores sobre o vírus também poderiam reprimir viagens e turismo e afetar negativamente a economia global. As organizações multinacionais devem revisar, testar e atualizar planos críticos relacionados à continuidade de negócios, gerenciamento de crise e comunicações de crise. Ao examinar os planos existentes, considere os efeitos potenciais que uma piora do surto poderia ter sobre funcionários, receita, fornecedores, reputações e muito mais e trabalhe com stakeholders interessados para se preparar de acordo.

Atenção especial:

  • Políticas de Viagens. Se a viagem para Wuhan for necessária, o CDC recomenda evitar o contato com pessoas doentes; evite contato com animais, com mercados de animais, carne e outros produtos animais; e lave as mãos frequentemente. Os viajantes que retornam apresentando sintomas devem procurar imediatamente atendimento e evitar contato com outros.
  • Bem-estar dos funcionários. Monitore as atualizações de funcionários de saúde pública e governos e mantenha os funcionários informados e educados sobre o surto e quaisquer medidas que estão sendo tomadas para salvaguardar sua saúde. Incentive os funcionários a permanecerem em casa quando doentes e fazerem home office se o surto piorar.  
  • Cadeias de suprimentos. Identifique os impactos operacionais e de receita de possíveis interrupções a fornecedores e distribuidores-chave. Considere também a viabilidade de fornecimento de bens, ingredientes e componentes de fornecedores alternativos.
  • Cobertura do seguro. Revise as apólices de seguro aplicáveis, prepare-se para possíveis sinistros e consulte o seu corretor se tiver perguntas. 

Os impactos de uma potencial piora no surto de coronavírus de Wuhan para o seu negócio podem ser severos, mas tomar essas medidas agora pode ajudá-lo a preparar melhor, planejar e proteger as pessoas e as operações.

“Seguros orientados por dados: pronto para a nova fronteira?”

Fonte: Swiss Re

A transformação digital capacita os consumidores para que sejam mais informados e independentes do que nunca, e mune as seguradoras de ferramentas que lhes permitem dar resposta às necessidades atuais e futuras dos clientes. Isto leva ao desenvolvimento de novos modelos de negócio orientados por dados, afetando toda a cadeia de valor de seguros, segundo o mais recente estudo sigma “Data-driven insurance: ready for the next frontier? (Seguros orientados por dados: pronto para a nova fronteira?)“.

Ainda que os pontos de contato entre o consumidor e o fornecedor se tornem predominantemente digitais, a interação humana continuará a desempenhar um papel: através do feedback e da análise do consumidor, as seguradoras continuarão a ser capazes de identificar quando um compromisso presencial é mais eficaz. Até o momento, as seguradoras em mercados emergentes assumem a liderança ao otimizarem o potencial oferecido pela digitalização, como em muitos outros mercados.

O ponto de partida é digital ao invés de analógico.A disponibilidade de dispositivos com conexão à internet e conectividade universal alterou os comportamentos e expectativas do consumidor, especialmente entre as gerações mais novas. Empoderados com informações facilitadas pela tecnologia digital, os consumidores esperam um acesso rápido às informações, transparência e mais experiências de compra personalizadas que correspondam aos seus estilos de vida.

“Como resultado da digitalização, as seguradoras possuem agora uma conexão direta com os seus clientes“, afirma Jeffrey Bohn, Diretor de Inovação e Investigação do Swiss Re Institute. “Com a disponibilidade de dados granulares, as seguradoras poderão segmentar os clientes mais facilmente, permitindo o desenvolvimento em tempo real de novos produtos e serviços personalizados, além de aperfeiçoar os existentes. Isto beneficia tanto os clientes quanto as seguradoras.“

Com a crescente granularidade de insights no que diz respeito aos comportamentos de clientes, o papel das empresas de seguros está evoluindo de indenizações por perdas a um serviço de consultoria mais abrangente de prevenção de riscos e mitigação, incluindo as novas necessidades do cliente, tanto privadas quanto comerciais, ao longo do tempo. Por exemplo, as fontes de dados digitais apontam mudanças nas condições de vida de um indivíduo, como o casamento, uma nova casa ou trabalho. Em resposta, as seguradoras podem direcionar uma orientação personalizada para o cliente em relação às próximas ações previsíveis e prescritivas de mitigação de riscos.

A relação direta com clientes evoluirá para novos pontos de contato e os canais serão normalizados. Processos administrativos, tais como marketing/vendas, subscrições e administração de sinistros, serão cada vez mais automatizados. Para complementar os níveis de eficiência da digitalização, as seguradoras serão capazes de fazer um uso mais eficaz dos insights e orientar compromissos presenciais em casos em que os consumidores esperam uma resposta empática, tais como uma crise de saúde ou morte de um familiar. O toque pessoal em situações delicadas tornará a área de seguros mais humana.

Cada vez mais as seguradoras operarão em um ambiente no qual possuem acesso contínuo a diferentes fontes de dados, incluindo de fornecedores de plataformas e de objetos conectados, e insights comportamentais do consumidor e dados do ambiente. Esta mudança representará a evolução de novos modelos de negócio orientados por dados, levando as seguradoras além das suas cadeias de valor existentes. A verdadeira vantagem surgirá através de parcerias com fornecedores de dados-chave.

“A inovação continuará a transformar a indústria de seguros“, afirma Thierry Léger, presidente executivo da Swiss Re Life Capital. “As alterações nos ambientes de risco, as mudanças nas atitudes do consumidor e os avanços crescentes na tecnologia serão os fatores-chave nos próximos anos. Teremos de aproveitar os insights provenientes dos nossos dados e parcerias para atualizar as nossas práticas comerciais.“

Emergentes – Até o momento, as seguradoras em mercados emergentes assumem a liderança ao otimizarem o potencial do acesso a diferentes fontes de dados e pontos de contato com o consumidor. Elas estão estabelecendo parcerias com plataformas e ecossistemas digitais consagrados para combinar elementos normalmente oferecidos por empresas independentes estabelecidas em um serviço de balcão único. As seguradoras trazem conhecimentos em subscrição, enquanto as plataformas e ecossistemas oferecem aos clientes acesso através da sua capacidade para atingir segmentos específicos e extrair comportamentos dos usuários, bem como oferecer pontos de contato múltiplos para captar a atenção dos usuários.

A regulação terá um papel importante no suporte da integração de nova tecnologia e dados na área de seguros entre diferentes jurisdições. Ao atribuir um valor monetário ao potencial da digitalização, as seguradoras precisarão gerir os requisitos locais de proteção de dados e de privacidade. A longo prazo, as seguradoras bem-sucedidas serão aquelas que conseguirem aproveitar os insights dos seus investimentos e parcerias sobre dados e analíticas, e desenvolver soluções de proteção de riscos atrativas alinhadas à evolução das regulações.

A.M. Best: mercado de seguros da AL aumenta se os riscos econômicos e políticos diminuírem em 2020

Agência de Rating espera que as economias latino-americanas se recuperem um pouco em 2020, o que ajudaria os mercados de seguros nesses países a explorar melhor seu potencial de crescimento

Em um novo relatório especial, intitulado “América Latina: os riscos econômicos e políticos podem diminuir em 2020”, a AM Best ressalta que os países latino-americanos estão emergindo de dois anos de baixo crescimento e ventos contra devido a uma série de fatores. Esses fatores incluíram o fim do super ciclo de preços das commodities, instabilidade política e a incerteza política resultante, um menor crescimento global e regional e fluxos de investimento voláteis. Apesar desses desafios, os mercados de seguros permaneceram resilientes. Estima-se que o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2020 seja de 1,8%, após 0,2% no ano anterior e 1,0% em 2018.

As economias dos países latino-americanos são diversas e dinâmicas, com grande potencial devido à abundância de recursos naturais, afirma a agência em seu relatório. No entanto, a dependência de produtos básicos torna a região vulnerável a condições e choques externos. Esses países são amplamente heterogêneos e as diferenças podem ser atribuídas a reações individuais e exposições a choques internos e externos.

A AM Best avalia e incorpora o risco-país em todas as suas classificações de crédito, o que implica identificar os vários riscos em um país que podem afetar direta ou indiretamente uma companhia de seguros. Os riscos se dividem em três categorias principais: riscos do sistema econômico, político e financeiro. O risco do sistema financeiro é dividido em riscos de seguro e não seguros.

As taxas de penetração de seguros na região são em média 2,3% e, dada à baixa taxa de penetração, a região tem um potencial de crescimento significativo. No entanto, o crescimento dos prêmios, que atingiu um máximo de US$ 165 bilhões em 2013, ficou abaixo da tendência nos últimos anos. Quatro dos cinco principais mercados: Brasil, México, Colômbia e Venezuela, não atingiram o nível dos prêmios de 2013 nos últimos anos. O Brasil, o maior mercado por prêmios, registrou US$ 75 bilhões em 2013 e diminuiu aproximadamente a metade em 2016, antes de se recuperar levemente em 2017. O México, o segundo maior mercado da região, estagnou nos últimos anos. O mercado venezuelano entrou em colapso completamente e é pouco provável que se recupere por algum tempo.

No entanto, para os dois maiores mercados de seguros da América Latina e para a maior parte da região, a AM Best espera uma melhoria no entorno econômico, externo e nacional, bem como uma diminuição na incerteza das políticas públicas impulsione o entorno de seguros da região.

Para acessar a cópia completa deste relatório especial, visite http://www3.ambest.com/bestweek/purchase.asp e faça o cadastro.

AXA adere ao Movimento Mulher 360

Seguradora junta-se ao grupo que reúne empresas comprometidas em impulsionar a liderança feminina e promover a diversidade no mundo corporativo. 

Fonte: AXA

A AXA no Brasil, que integra um dos maiores grupos seguradores do mundo, acaba de aderir ao Movimento Mulher 360, associação sem fins lucrativos que articula e mobiliza a comunidade empresarial com o propósito de empoderar as mulheres dentro do ambiente corporativo. 

“Com a adesão ao Movimento abrimos mais um canal para de discussão e troca de experiências sobre as melhores práticas de mercado em relação à equidade de gênero” comenta Fabiana Moreira, Superintendente de Recursos Humanos e integrante do Comitê de Diversidade e Inclusão da AXA no Brasil

“A agenda da AXA no Brasil é pautada pela diversidade de forma ampla, incluindo gênero, LGBTI+, geracional, racial e necessidades especiais. A equidade de gênero é uma das prioridades estabelecidas local e globalmente, e desenvolvemos iniciativas focadas não apenas na mudança de mindset e cultura, mas no aumento real do número de mulheres em cargos de liderança” explica Alexandre Campos, Diretor de Recursos Humanos da companhia. 

Grupo AXA na Lista de Equidade de Gênero da Bloomberg

Globalmente o grupo AXA tem o compromisso de atingir, no máximo até 2023, a paridade entre homens e mulheres na alta liderança, formada por 150 posições. Como reconhecimento desses esforços o Grupo integra, pelo terceiro ano consecutivo, o Bloomberg Gender-Equality Index (Lista de Equidade de Gênero), índice anual que mapeia as empresas com melhor desempenho em relação inclui tema.