“Seguros orientados por dados: pronto para a nova fronteira?”

Fonte: Swiss Re

A transformação digital capacita os consumidores para que sejam mais informados e independentes do que nunca, e mune as seguradoras de ferramentas que lhes permitem dar resposta às necessidades atuais e futuras dos clientes. Isto leva ao desenvolvimento de novos modelos de negócio orientados por dados, afetando toda a cadeia de valor de seguros, segundo o mais recente estudo sigma “Data-driven insurance: ready for the next frontier? (Seguros orientados por dados: pronto para a nova fronteira?)“.

Ainda que os pontos de contato entre o consumidor e o fornecedor se tornem predominantemente digitais, a interação humana continuará a desempenhar um papel: através do feedback e da análise do consumidor, as seguradoras continuarão a ser capazes de identificar quando um compromisso presencial é mais eficaz. Até o momento, as seguradoras em mercados emergentes assumem a liderança ao otimizarem o potencial oferecido pela digitalização, como em muitos outros mercados.

O ponto de partida é digital ao invés de analógico.A disponibilidade de dispositivos com conexão à internet e conectividade universal alterou os comportamentos e expectativas do consumidor, especialmente entre as gerações mais novas. Empoderados com informações facilitadas pela tecnologia digital, os consumidores esperam um acesso rápido às informações, transparência e mais experiências de compra personalizadas que correspondam aos seus estilos de vida.

“Como resultado da digitalização, as seguradoras possuem agora uma conexão direta com os seus clientes“, afirma Jeffrey Bohn, Diretor de Inovação e Investigação do Swiss Re Institute. “Com a disponibilidade de dados granulares, as seguradoras poderão segmentar os clientes mais facilmente, permitindo o desenvolvimento em tempo real de novos produtos e serviços personalizados, além de aperfeiçoar os existentes. Isto beneficia tanto os clientes quanto as seguradoras.“

Com a crescente granularidade de insights no que diz respeito aos comportamentos de clientes, o papel das empresas de seguros está evoluindo de indenizações por perdas a um serviço de consultoria mais abrangente de prevenção de riscos e mitigação, incluindo as novas necessidades do cliente, tanto privadas quanto comerciais, ao longo do tempo. Por exemplo, as fontes de dados digitais apontam mudanças nas condições de vida de um indivíduo, como o casamento, uma nova casa ou trabalho. Em resposta, as seguradoras podem direcionar uma orientação personalizada para o cliente em relação às próximas ações previsíveis e prescritivas de mitigação de riscos.

A relação direta com clientes evoluirá para novos pontos de contato e os canais serão normalizados. Processos administrativos, tais como marketing/vendas, subscrições e administração de sinistros, serão cada vez mais automatizados. Para complementar os níveis de eficiência da digitalização, as seguradoras serão capazes de fazer um uso mais eficaz dos insights e orientar compromissos presenciais em casos em que os consumidores esperam uma resposta empática, tais como uma crise de saúde ou morte de um familiar. O toque pessoal em situações delicadas tornará a área de seguros mais humana.

Cada vez mais as seguradoras operarão em um ambiente no qual possuem acesso contínuo a diferentes fontes de dados, incluindo de fornecedores de plataformas e de objetos conectados, e insights comportamentais do consumidor e dados do ambiente. Esta mudança representará a evolução de novos modelos de negócio orientados por dados, levando as seguradoras além das suas cadeias de valor existentes. A verdadeira vantagem surgirá através de parcerias com fornecedores de dados-chave.

“A inovação continuará a transformar a indústria de seguros“, afirma Thierry Léger, presidente executivo da Swiss Re Life Capital. “As alterações nos ambientes de risco, as mudanças nas atitudes do consumidor e os avanços crescentes na tecnologia serão os fatores-chave nos próximos anos. Teremos de aproveitar os insights provenientes dos nossos dados e parcerias para atualizar as nossas práticas comerciais.“

Emergentes – Até o momento, as seguradoras em mercados emergentes assumem a liderança ao otimizarem o potencial do acesso a diferentes fontes de dados e pontos de contato com o consumidor. Elas estão estabelecendo parcerias com plataformas e ecossistemas digitais consagrados para combinar elementos normalmente oferecidos por empresas independentes estabelecidas em um serviço de balcão único. As seguradoras trazem conhecimentos em subscrição, enquanto as plataformas e ecossistemas oferecem aos clientes acesso através da sua capacidade para atingir segmentos específicos e extrair comportamentos dos usuários, bem como oferecer pontos de contato múltiplos para captar a atenção dos usuários.

A regulação terá um papel importante no suporte da integração de nova tecnologia e dados na área de seguros entre diferentes jurisdições. Ao atribuir um valor monetário ao potencial da digitalização, as seguradoras precisarão gerir os requisitos locais de proteção de dados e de privacidade. A longo prazo, as seguradoras bem-sucedidas serão aquelas que conseguirem aproveitar os insights dos seus investimentos e parcerias sobre dados e analíticas, e desenvolver soluções de proteção de riscos atrativas alinhadas à evolução das regulações.

A.M. Best: mercado de seguros da AL aumenta se os riscos econômicos e políticos diminuírem em 2020

Agência de Rating espera que as economias latino-americanas se recuperem um pouco em 2020, o que ajudaria os mercados de seguros nesses países a explorar melhor seu potencial de crescimento

Em um novo relatório especial, intitulado “América Latina: os riscos econômicos e políticos podem diminuir em 2020”, a AM Best ressalta que os países latino-americanos estão emergindo de dois anos de baixo crescimento e ventos contra devido a uma série de fatores. Esses fatores incluíram o fim do super ciclo de preços das commodities, instabilidade política e a incerteza política resultante, um menor crescimento global e regional e fluxos de investimento voláteis. Apesar desses desafios, os mercados de seguros permaneceram resilientes. Estima-se que o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2020 seja de 1,8%, após 0,2% no ano anterior e 1,0% em 2018.

As economias dos países latino-americanos são diversas e dinâmicas, com grande potencial devido à abundância de recursos naturais, afirma a agência em seu relatório. No entanto, a dependência de produtos básicos torna a região vulnerável a condições e choques externos. Esses países são amplamente heterogêneos e as diferenças podem ser atribuídas a reações individuais e exposições a choques internos e externos.

A AM Best avalia e incorpora o risco-país em todas as suas classificações de crédito, o que implica identificar os vários riscos em um país que podem afetar direta ou indiretamente uma companhia de seguros. Os riscos se dividem em três categorias principais: riscos do sistema econômico, político e financeiro. O risco do sistema financeiro é dividido em riscos de seguro e não seguros.

As taxas de penetração de seguros na região são em média 2,3% e, dada à baixa taxa de penetração, a região tem um potencial de crescimento significativo. No entanto, o crescimento dos prêmios, que atingiu um máximo de US$ 165 bilhões em 2013, ficou abaixo da tendência nos últimos anos. Quatro dos cinco principais mercados: Brasil, México, Colômbia e Venezuela, não atingiram o nível dos prêmios de 2013 nos últimos anos. O Brasil, o maior mercado por prêmios, registrou US$ 75 bilhões em 2013 e diminuiu aproximadamente a metade em 2016, antes de se recuperar levemente em 2017. O México, o segundo maior mercado da região, estagnou nos últimos anos. O mercado venezuelano entrou em colapso completamente e é pouco provável que se recupere por algum tempo.

No entanto, para os dois maiores mercados de seguros da América Latina e para a maior parte da região, a AM Best espera uma melhoria no entorno econômico, externo e nacional, bem como uma diminuição na incerteza das políticas públicas impulsione o entorno de seguros da região.

Para acessar a cópia completa deste relatório especial, visite http://www3.ambest.com/bestweek/purchase.asp e faça o cadastro.

AXA adere ao Movimento Mulher 360

Seguradora junta-se ao grupo que reúne empresas comprometidas em impulsionar a liderança feminina e promover a diversidade no mundo corporativo. 

Fonte: AXA

A AXA no Brasil, que integra um dos maiores grupos seguradores do mundo, acaba de aderir ao Movimento Mulher 360, associação sem fins lucrativos que articula e mobiliza a comunidade empresarial com o propósito de empoderar as mulheres dentro do ambiente corporativo. 

“Com a adesão ao Movimento abrimos mais um canal para de discussão e troca de experiências sobre as melhores práticas de mercado em relação à equidade de gênero” comenta Fabiana Moreira, Superintendente de Recursos Humanos e integrante do Comitê de Diversidade e Inclusão da AXA no Brasil

“A agenda da AXA no Brasil é pautada pela diversidade de forma ampla, incluindo gênero, LGBTI+, geracional, racial e necessidades especiais. A equidade de gênero é uma das prioridades estabelecidas local e globalmente, e desenvolvemos iniciativas focadas não apenas na mudança de mindset e cultura, mas no aumento real do número de mulheres em cargos de liderança” explica Alexandre Campos, Diretor de Recursos Humanos da companhia. 

Grupo AXA na Lista de Equidade de Gênero da Bloomberg

Globalmente o grupo AXA tem o compromisso de atingir, no máximo até 2023, a paridade entre homens e mulheres na alta liderança, formada por 150 posições. Como reconhecimento desses esforços o Grupo integra, pelo terceiro ano consecutivo, o Bloomberg Gender-Equality Index (Lista de Equidade de Gênero), índice anual que mapeia as empresas com melhor desempenho em relação inclui tema.

AIG Brasil cria grupos de diversidade que apoiam o avanço na carreira

Fonte: AIG Seguros

Os três grupos de diversidade da AIG no Brasil estão trazendo grandes avanços na conscientização sobre a comunidade LGBTQ +, recrutando mais profissionais negros para a empresa e promovendo o avanço das mulheres para cargos sênior. Juntos, os funcionários da seguradora estão envolvidos em esforços para promover uma cultura inclusiva para todos. 

Dos 250 funcionários da AIG no Brasil, cerca de 20% (em torno de 50 pessoas) participam ativamente e de forma voluntária de algum grupo de diversidade. 

Ajudando as mulheres a progredir em suas carreiras 

O grupo Women@Work (WOW) – Mulheres e Aliados está focado no empoderamento e desenvolvimento profissional para as mulheres na AIG Brasil. No ano passado, com o apoio da área de Recursos Humanos, o grupo iniciou um programa piloto de mentoria onde a diretoria da companhia foi treinada para apoiar dezfuncionárias que se voluntariaram para a atividade. O programa continuará com mais dez funcionárias este semestre. 

“Trabalhamos no desenvolvimento do autoconhecimento e da autoconfiança entre as mulheres, enfatizando as relações e a conscientização, inclusive com os homens, que são aliados importantes”, diz Mariangela Morenghi, líder do grupo WOW e coordenadora de comunicação corporativa da AIG. 

O grupo, que ganhou o Prêmio AIG de 2018 na categoria “Desenvolvimento de Carreira”, iniciou no mesmo anouma iniciativa com sessões de treinamento realizadas a cada dois meses para mulheres e homens em temasque vão desde falar em público e contar histórias, até finanças pessoais e competência em inglês. O grupo também promove uma iniciativa de mulheres empreendedoras, quando abre as portas da AIG para donas de pequenas empresas a cada dois meses para mostrar seus negócios e vender seus produtos. 

Este ano, elas pretendem envolver mais homens e parceiros de negócios para promover discussões sobre igualdade de gênero e desenvolvimento profissional para as mulheres. Em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, em março, o grupo planeja convidar mulheres negras, transgêneros e mais experientes para falar sobre os desafios que enfrentam em sua vida profissional, em parceria com outros grupos de diversidade da AIGBrasil. 

Segundo um estudo de 2016 do Banco Interamericano de Desenvolvimento e do Instituto Ethos, as mulheres ocupavam 31,3% dos cargos de gerente e 13,6% dos cargos executivos nas 500 maiores empresas brasileiras. 

Recrutamento de profissionais negros 

De acordo com o mesmo estudo, enquanto os negros representam 52,9% da população brasileira, eles ocupam apenas 6,3% dos cargos de gerente e somente 4,7% dos cargos executivos. Já a participação entre o total detrabalhadores de 35,7%. 

O grupo DÆRC (Diversidade Étnico-Racial Consciente) foi lançado na AIG em julho de 2019 com o objetivo de aumentar o número de profissionais negros na empresa através de uma variedade de abordagens. O grupo, que já tinha 20 membros e aliados até o final do ano passado, trabalhou em parceria com Recursos Humanospara contratar sete estudantes universitários negros para estágios de dois anos, que começaram em novembro. 

Durante o Mês Global do Voluntário, em abril de 2019, e em parceria com a Junior Achievement, uma organização sem fins lucrativos que oferece aos jovens as habilidades necessárias para alcançar o sucesso profissional, a AIG recebeu um grupo de estudantes negros do ensino médio na empresa e os colocou ao lado de líderes da companhia para que eles tivessem a experiência de trabalhar em uma empresa multinacional, em um programa denominado “empresário-sombra”.. O DÆRC tem programado ainda visitas a escolas para encorajar estudantes negros a se sobreporem às barreiras que venham a encontrar e falar sobre as habilidades necessárias para que os jovens possam se desenvolver em suas carreiras. 

“Estamos mostrando que nos preocupamos com essas pessoas e estamos fazendo algo diferente”, diz Jorge Sousa, presidente do grupo e executivo sênior de contas da AIG. “O mais importante é mostrar à comunidade negra que estamos discutindo esse tema e ajudando a encurtar caminhos”, completa. 

Aumentando a inclusão de transgêneros 

O grupo Diversitas LGBT & Aliados, por sua vez, é focado na conscientização em um país onde os direitos LGBTQ+, como casamento entre pessoas do mesmo sexo e proteção contra discriminação, foram garantidospor decisões do Supremo Tribunal Federal (STF), e ainda não por lei. Este ano, o grupo tem o objetivo de darvisibilidade à comunidade de transgêneros. “Nosso principal objetivo para 2020 é trabalhar mais intensamente na inclusão de transgêneros”, disse Vinicius Mercado, co-presidente do grupo e subscritor sênior de linhas financeiras da AIG. 

Os eventos planejados incluem levar estudantes e jovens profissionais transgêneros à AIG para apresentá-los aos colaboradores e fazer uma apresentação sobre seguros, a participação na parada do Orgulho LGBT, em junho, e uma campanha para destacar a proibição brasileira de doações de sangue da comunidade gay. “Queremos que as pessoas saibam que o grupo é um espaço seguro para discussão e que se sintam incluídas”, disse Vinicius. “Estamos construindo a AIG do futuro e um ambiente em que as pessoas podem sentir que fazem parte dela”, completa. 

No mundo todo existem 142 grupos de diversidade da AIG em 37 países, todos com o objetivo de diversificar a força de trabalho da empresa e promover um sentimento de pertencimento a todos os funcionários. 

Kuantta Consultoria realiza curso prático Facebook e Instagram Ads

A Kuantta Consultoria realiza um curso sobre Facebook e Instagram Ads, nos dias 18, 19 e 20 de fevereiro, das 9h15min às 11h45min. Aprenda a criar campanhas, gerar leads e aumentar as vendas na sua corretora, usando ferramentas técnicas nas redes sociais. As aulas serão ministradas por Alan Rodrigues, sócio da Kuantta Digital e terá a participação do Sócio da Moby Corretora de Seguros e Diretor de Ensino do Sincor-RJ,  Arley Boullosa.

Coronavírus: Morgan Stanley prevê perdas significativas para resseguradoras

Entre as maiores resseguradoras do mundo, a Munich Re pode ter a maior exposição a uma pandemia chinesa. Sua divisão de vida e saúde subscreveu 2,3 ​​bilhões de euros (US$ 2,54 bilhões) em prêmios na Ásia em 2018

As seguradoras e resseguradoras estão acompanhando cada minuto da situação do surto do coronavírus. O presidente Xi Jinping fala em “situação grave”. A China suspendeu viagens turísticas ao exterior. Dados atualizados neste domingo revelam que, na China, já são 2.761 casos confirmados, com o número de mortos subindo para 80. Há ainda outros 5.794 casos suspeitos sob supervisão.

Os EUA confirmaram o quinto caso da doença. O governo Trump marcou para amanhã a evacuação de cidadãos norte-americanos da cidade chinesa de Wuhan, epicentro do surto. Japão e a França anunciaram voos fretados para a retirada de seus cidadãos.

“É muito cedo e as divulgações são muito limitadas para estimar possíveis perdas em um surto mais amplo”, segundo Emanuele Musio, analista do Morgan Stanley, escreveu para seus clientes, afirmando que o potencial para uma perda segurada significativa é claro.

Entre as maiores resseguradoras do mundo, a Munich Re pode ter a maior exposição a uma pandemia chinesa. Sua divisão de vida e saúde subscreveu 2,3 ​​bilhões de euros (US$ 2,54 bilhões) em prêmios na Ásia em 2018 e pode ser o maior acúmulo de risco de pandemia, citou o analista em seu relatório divulgado pela mídia internacional.

A Scor, que subscreve prêmios de vida e saúde de € 1,2 bilhão (US$ 1,33 bilhão) na Ásia, diz em seu relatório de solvência e condição financeira que um evento de pandemia que ocorre a cada 200 anos absorveria 20% e representaria o mais grave cenário entre todos os fatores de risco. No entanto, a principal área de foco da Scor na China é uma doença crítica.

A Hannover Re subscreve € 1,37 bilhão (US$ 1,51 bilhão) em prêmios de vida e saúde na Ásia. O grupo não fornece detalhes de sua exposição à pandemia, mas afirma que a pandemia é uma parte significativa de seu requisito de capital de solvência, citou o portal Insurance Asia News.

A Swiss Re informou em seu relatório financeiro mais recente que havia aumentado sua exposição pandêmica letal na Ásia e que um evento de 200 anos geraria perdas de US$ 2,8 bilhões, o que teria um impacto de cerca de 10% em seu capital de risco.

O surgimento de um novo vírus em uma cidade chinesa de 11 milhões de pessoas, pouco antes do feriado lunar do ano novo, soa como a abertura de um filme sobre desastres. Para modeladores de catástrofes, é precisamente o tipo de cenário que eles esperam para dar início à próxima grande pandemia.

A gripe espanhola pós-Primeira Guerra Mundial é normalmente usada como uma referência de pior caso para os modelos. Matou pelo menos 40 milhões de pessoas, muitas delas jovens e saudáveis. O Banco Mundial calcula que um surto semelhante hoje possa custar até 5% da produção econômica global, analisa o portal de notícias chinês.

Resta saber se o coronavírus de Wuhan afetará os resseguradores, que estão principalmente expostos ao risco de mortalidade sob as políticas de vida, acrescenta. Mas também é possível que um surto de gripe na Espanha em uma cidade chinesa moderna possa redefinir a referência, já que as pessoas hoje são muito mais móveis do que há um século atrás.

“Do aeroporto de Wuhan, existem vôos para mais de 100 destinos em 20 países”, disse o especialista em riscos de catástrofes da RMS, Gordon Woo, em um post do blog. “Com 3 bilhões de viagens realizadas no período do Ano Novo Chinês, até uma pequena taxa de infecção de uma em um milhão de viagens aumentaria o número de infecções em uma ordem de magnitude”.

A rápida disseminação do vírus fora da China sugere que a gripe de Wuhan está sendo transmitida entre as pessoas, segundo Woo, e os números oficiais sugerem uma taxa de mortalidade de mais de 2,5%. Isso é potencialmente mais preocupante do que a síndrome respiratória do Oriente Médio que apareceu há alguns anos atrás, que apresentava uma taxa de mortalidade muito alta, mas não era altamente infecciosa.

Resta saber se o coronavírus de Wuhan afetará os resseguradores, que estão principalmente expostos ao risco de mortalidade sob as apólices de vida. Certamente, a falta de transparência por parte das autoridades chinesas não ajudou a controlar a propagação da doença, a identificar de onde ela veio ou a prever a gravidade da doença.

Neil Ferguson, epidemiologista do Imperial College de Londres e consultor da RMS, estima que o número de infecções seja muito superior ao número oficial de cerca de 600. Em um artigo publicado na quarta-feira, ele e vários colegas estimam que havia um total de 4 mil casos em Wuhan até 18 de janeiro, informa a Asia News.

“É provável que o surto de um novo coronavírus em Wuhan tenha causado substancialmente mais casos de doenças respiratórias moderadas ou graves do que as que foram atualmente detectadas e relatadas”, diz o artigo citado pelo portal de notícias Asia News. “No entanto, recentes aumentos rápidos nos números de casos confirmados oficialmente informados na China sugerem que a detecção e os relatórios de casos foram substancialmente aprimorados nos últimos dias.”

A subnotificação de infecções também pode sugerir uma taxa de mortalidade muito menor, supondo que as mortes relatadas pela doença estejam menos sujeitas a informações incorretas.

Isso pode ser uma boa notícia para os resseguradores, mas a cidade de Wuhan é, no entanto, uma cidade fantasma no momento, sugerindo que existem perdas não seguradas significativas – a produção econômica da cidade em 2018 foi de aproximadamente US$ 577 milhões por dia.

Apesar de tais perturbações em larga escala nos negócios, as pandemias raramente são seguradas. Dos quatro resseguradores detalhados pelo Morgan Stanley, apenas o Hannover Re menciona cobertura pandêmica específica em seu relatório de condição financeira – oferece cobertura pandêmica baseada em índices por meio de títulos vinculados a seguros.

O surto de Wuhan pode não ser o grande problema, mas deve servir como lembrete de que são necessárias melhores soluções.

Tranparência já – A Indonesia Life Insurance Association (AAJI), a única associação para empresas de seguro de vida na Indonésia, emitiu uma declaração instando o governo a estabelecer imediatamente uma Policy Guarantee Institution (LPPP) conforme estipulado na Lei de Seguros. A declaração acrescenta que isso estaria de acordo com os esforços do governo para resolver o problema de Jiwasraya, para que os pagamentos devidos aos clientes possam ser feitos imediatamente.

A associação informa que dados do terceiro trimestre de 2019 mostram que o setor de seguros de vida fez contribuições significativas para a sociedade e o desenvolvimento da Indonésia. 62.581.600 pessoas possuíam cobertura de seguro de vida no terceiro trimestre de 2019, um aumento de 14,7% em relação ao mesmo período do ano anterior. Em termos de criação de empregos, havia 622.286 agentes de seguros de vida e 21.493 funcionários no setor de seguros de vida em 30 de setembro de 2019.



 


 


 

TEx lança primeira campanha nacional para Portabilidade de Dados

TEx tecnologia portabilidade de dados

Objetivo é conscientizar as corretoras e seguradoras de que a migração de dados é um direito do corretor

Fonte: TEx

TEx, empresa especializada em soluções online para o mercado segurador, acaba de lançar o Movimento de Portabilidade de Dados, que visa compartilhar todas as informações necessárias para que o corretor garanta seu direito de receber as informações fornecidas ao prestador de serviços de forma estruturada, legível e transparente para migrá-las a outro fornecedor. Segundo nota enviada pela empresa, a TEx, desde sua fundação, em 2009, conta com uma cláusula de portabilidade em todos seus contratos e está enquadrada nas normas nacionais do LGPD e, inclusive, no Regulamento Geral de Proteção de Dados Pessoais da Europa.

O banco de dados é o bem mais valioso de qualquer corretora, onde se encontra toda informação vital da empresa, como dados dos clientes, documentos, propostas, e apólices, por exemplo. “A falta de cuidado com essas informações pode ser extremamente danosa para corretora, por esse motivo, tomamos a iniciativa de lançar essa campanha com intuito de contribuir para evolução do mercado segurador”, explica Omar Ajame, CEO e fundador da TEx.

Ainda de acordo com o executivo, algumas empresas de tecnologia têm dificultado a migração do banco de dados para outros sistemas, ou até mesmo não fornecem a garantia de que será possível fazer a implantação em outra plataforma. “O mercado sofre por essa escassez de informação e essa situação pode fazer com que as corretoras acabem presas a um prestador de serviço, por isso queremos conscientizar os corretores de que é direito deles a portabilidade de dados e que nenhuma empresa tem o direito de reter ou dificultar a migração dos mesmos”, ressalta.

Na própria página do Movimento de Portabilidade de Dados o corretor pode fazer os downloads das cláusulas que vão servir para incluir no contrato com o fornecedor atual. “Desta forma, os dados ficarão seguros e será possível migrá-los de forma estruturada quando for necessário”, explica.

LGPD – Importante ressaltar que a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), sancionada em agosto de 2018 e que entrará em vigor em agosto deste ano, garante a portabilidade de dados a outro fornecedor de serviço ou produto, mediante requisição. “Certamente, a LGPD permitirá relacionamentos mais confiáveis com os proprietários dos dados, que criarão novas oportunidades de negócios”, finaliza Omar.

Chubb treina corretores para conscientizar clientes sobre os riscos do carnaval

SÃO PAULO, SP, BRASIL, 01-10-2013 : Retratos dos executivos da Chubb. - (Foto: Rodrigo Capote/trëma)

As principais ameaças seriam quedas de estruturas, atropelamentos, acidentes envolvendo carros alegóricos, choques elétricos, danos corporais em função de tumultos, intoxicação com alimentos ou bebidas, danos a equipamentos, incêndios e outros casos

A Chubb treina parceiros corretores de todo o Brasil para intensificar a conscientização em torno da necessidade do seguro para cobrir riscos associados com eventos do carnaval. De acordo com a companhia, as principais ameaças seriam quedas de estruturas, atropelamentos, acidentes envolvendo carros alegóricos, choques elétricos, danos corporais em função de tumultos, intoxicação com alimentos ou bebidas, danos a equipamentos, incêndios e outros casos.

O esforço de conscientização está sendo feito junto a empresas, clubes e entidades que organizam o carnaval por meio de blocos de rua, camarotes e bailes em recinto fechado nos mais variados municípios do país. “O principal objetivo é capacitar os promotores de eventos a oferecer uma justa indenização em caso de sinistro, a partir de um modesto investimento em uma apólice de seguro”, diz Juliana Santos, responsável pela área de seguros de Entretenimento da Chubb. 

Em especial, a executiva lembra que os incidentes com vítimas fatais, que não são incomuns no carnaval, hoje em dia podem condenar o promotor a efetuar a reparação com valores que chegariam a inviabilizar o prosseguimento do seu negócio. “Do mesmo modo, um eventual cancelamento do evento pode ser igualmente severo, uma vez que o promotor não poderá contar com a renda da bilheteria para saldar dívidas com fornecedores e honrar compromissos com patrocinadores, entre outros prejuízos”, acrescenta.

Conforme Juliana Santos, a Chubb está trabalhando para que seus parceiros corretores iniciem o quanto antes os contatos com promotores envolvidos com o carnaval, que em 2020 vai acontecer na última semana de fevereiro. “Temos seis preciosas semanas para ampliar a conscientização em torno da necessidade do seguro”, lembra. Como as oportunidades deverão surgir até a véspera da folia, ela destaca que a seguradora dispõe de um sistema que emite boleto, certificado e apólice em até 24 horas. 

A Chubb iniciou sua atuação com seguros de entretenimento de forma pioneira no Brasil, a partir de 2001. De lá para cá, a companhia introduziu diferentes soluções no mercado nacional de entretenimento, tais como os seguros de cancelamento, adiamento e interrupção de eventos, seguro de produções audiovisuais, responsabilidade civil de eventos e outras.

MAG Seguros anuncia dez patrocínios para 2020

Opus Promoções, que é responsável pela administração de nove casas em sete cidades brasileiras, é uma das escolhidas

Fonte: MAG Seguros

No mês em que celebrou seus 185 anos de atuação ininterrupta, a MAG Seguros anuncia os projetos patrocinados pela seguradora especializada em vida e previdência durante o ano de 2020 nas linhas de cultura, esporte e social. 

Pelo segundo ano consecutivo a MAG Seguros patrocina uma das maiores redes de teatros do país, a Opus Promoções, que é responsável pela administração de nove casas em sete cidades brasileiras. 

A seguradora também patrocina pela primeira vez a Nova Orquestra, regida pelo maestro Éder Paolozzi. Composta por vinte músicos, ela tem como proposta promover a democratização e o acesso do público a peças e concertos clássicos. Outro projeto que contou com o investimento da MAG Seguros é o de restauração dos filmes do diretor Hector Babenco. 

“Entendemos que também é nosso papel investir na cultura nacional. Por isso, realizamos uma curadoria em torno de alguns projetos e definimos, conforme nossos critérios e política, aqueles que receberiam nosso patrocínio”, explica Mirella Lavrini, superintendente de Comunicação e Marca da MAG Seguros. 

Já no viés esportivo, a seguradora realizou patrocínio em três corridas de rua em São Paulo, Ribeirão Preto e em Brasília. A MAG Seguros tem como objetivo promover a qualidade de vida e, como consequência, a longevidade das pessoas, tema que é a causa do grupo Mongeral Aegon. 

“Os nossos patrocínios acontecem em um momento em que acabamos de modernizar as nossas marcas comerciais e acreditamos que contribuirão para o nosso reconhecimento nas praças as quais realizamos investimentos”, completa Lavrini. 

A MAG Seguros também realizou doações para o Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba; para a APAE, em Goiânia; Associação Mário Penna, em Belo Horizonte; e para o Instituto de Pesquisas e Projetos Empreendedores, em Contagem, na região metropolitana de Minas Gerais. 

Decoração de Natal da SulAmérica é premiada no concurso Cidade Iluminada

SulAmerica Zeca Vieira

Show de luzes com 500 mil lâmpadas no prédio da seguradora em Pinheiros venceu na categoria de voto popular 

Fonte: SulAmérica

Com 60% do voto popular, a SulAmérica foi a grande vencedora do Concurso Cidade Iluminada 2019 no segmento de estabelecimentos comerciais. O prêmio, promovido pela Rede Globo em parceria com a Prefeitura de São Paulo, elegeu as melhores decorações de Natal de São Paulo. 

O espetáculo de música e luzes natalinas promovido pela SulAmérica ficou um mês em cartaz no Largo da Batata, em Pinheiros, onde fica a sede da seguradora. Mais de 500 mil lâmpadas de LED foram instaladas na fachada do edifício e outras 500 mil em árvores mágicas no Largo, presenteando os paulistanos com seis apresentações diárias para alegrar o fim de ano.

“Cuidar de pessoas é também fazê-las sorrir, e a SulAmérica, especialista em cuidado, não poderia ficar de fora da maior festa do ano. Entregamos um presente de Natal inesquecível para a cidade e recebemos de volta o voto do público, que reconheceu o nosso trabalho”, diz Zeca Vieira, diretor de Marketing da SulAmérica.