Caixa Seguridade lucra R$ 1,7 bi em 2019

IPO Caixa Seguridade

Crescimento de 18% comparado a 2018. Retorno sobre patrimônio foi de 34,5% a.a.

A Caixa Seguridade registrou receitas de R$ 34,6 bilhões em 2019, incremento de 26,2%, em relação ao mesmo período de 2018, impulsionado pelo seguro Prestamista (26,0% e Previdência Privada (33,9%). O lucro líquido recorrente foi de R$ 1,7 bilhão, crescimento de 16% em relação aos nove meses de 2018. A receita operacional atingiu R$ 2 bilhões no ano 2019, crescimento de 20% sobre o mesmo período de 2018.

Marcos e parcerias – O ano de 2019 foi caracterizado por importantes marcos para a Caixa Seguridade. Em 9 de agosto de 2019 a Companhia recebeu a Certificação Nível 1 no 4º Ciclo de avaliação do Indicador de Governança Corporativa da Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais, do Ministério da Economia (IG-SEST). O 4º ciclo do IG-SEST priorizou avaliar a efetividade do funcionamento da governança corporativa, de modo que a obtenção do Nível 1 evidencia a robustez da estrutura de governança implementada na Caixa Seguridade.

Em 19 de setembro de 2019, a Caixa Seguridade assinou aditamento contratual ao acordo celebrado em agosto 2018 com a CNP Assurances. As empresas decidiram conjuntamente reabrir as negociações para definir ajustes e eventuais complementos. Dentre os ajustes, está previsto que a empresa francesa pagará à Caixa o montante de R$ 7 bilhões pela participação de 40% na parceria, agora com duração de 25 anos. O acordo trata de uma nova estrutura societária para exploração, com exclusividade, da rede de distribuição da caixa, nos ramos de seguros de vida e prestamista e de produtos de previdência.

Novas parcerias foram estabelecidas no início de 2020. No dia 06 de janeiro, foi firmado acordo de associação com a Tokio Marine Seguradora S.A. para a formação de uma nova sociedade que explorará, pelo prazo de 20 anos, os ramos de seguros Habitacional e Residencial na rede de distribuição da Caixa. A acordo prevê o repasse de R$ 1,52 bilhão para a Caixa. A nova companhia terá gestão e governança compartilhada entre Caixa Seguridade e Tokio Marine de forma a potencializar os pontos fortes de cada acionista.

Também no mês de janeiro, foi firmado acordo pelo prazo de 20 anos com a Icatu, para a formação de uma nova sociedade que explorará o ramo Capitalização no Balcão CAIXA. para isto, será repassado à caixa o valor de r$ 180 milhões. a nova companhia irá remunerar a caixa seguridade com as despesas totais de comercialização por produto em valores pré-definidos, além de uma taxa de performance atrelada ao desempenho anual em volume e lucratividade.

Para o fechamento e implementação das operações ainda são necessárias as aprovações dos órgãos regulatórios, como da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), do Banco Central do Brasil (Bacen), da Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (SEST) e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE).

No dia 24 janeiro de 2020, João Eduardo de Assis Pacheco Dacache foi eleito pelo Conselho de Administração da Caixa Seguridade para ocupar o cargo de Diretor-Presidente da companhia, em substituição a Marco Antonio da Silva Barros.

Segundo Dacache, “em 2019, a Caixa Seguridade atuou em mais de 20 ações comerciais da Caixa, bem como realizou melhorias de produtos e processos, que aliadas à expansão da concessão de crédito consignado na Caixa e da maior conscientização da população em relação ao planejamento da aposentadoria, no contexto da reforma previdenciária, foram refletidas positivamente no resultado da Caixa Seguridade”.

A Caixa Seguridade foi constituída em 21 de maio de 2015, como uma subsidiária integral da Caixa, com o objetivo de consolidar, sob uma única sociedade, todas as atividades da Caixa nos ramos de seguros, capitalização, previdência complementar aberta, consórcios, corretagem e atividades afins, incluindo quaisquer expansões futuras dessas atividades, no Brasil ou no exterior, orgânicas ou não, proporcionando ganhos de escala nessas atividades e em suas operações e obtendo reduções de custos e despesas no segmento de seguridade.

Chuvas: seguradoras dão suporte para atender pedidos de indenização

Fonte: FenSeg

As fortes chuvas que castigaram o estado de  Minas Gerais nos últimos dias tem provocado dúvidas na população em relação à coberturas de seguros. De acordo com a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), existem coberturas nos seguros de Automóvel, Residencial, Condomínio e Empresarial que preveem indenização em caso de prejuízos provocados por enchentes e eventos climáticos. Nesse caso, os segurados terão suas perdas cobertas pelo seguro. O pagamento de indenização ocorre após a entrega da documentação completa e análise da seguradora.

Para a FenSeg, entidade que representa as seguradoras, o mais importante é garantir agilidade e segurança no atendimento aos clientes, como forma de minimizar as perdas. Daí a importância de entrar logo em contato com a seguradora e comunicar o sinistro. Basta informar todos os dados do veículo, explicando exatamente o que ocorreu. Além do acesso via central de atendimento, várias empresas já oferecem atendimento pela Internet ou pelo aplicativo do telefone celular.

O segurado pode ficar confiante. Aquele que contrata seguro não deixará de receber sua indenização por falta de dinheiro em caixa. Para fazer frente aos pedidos de indenização, as seguradoras contam com reservas técnicas e a supervisão da Superintendência de Seguros Privados (Susep), órgão vinculado ao Ministério da Economia. É importante registrar que as empresas seguradoras são previamente autorizadas a operar de acordo com a legislação vigente, seguindo exigências de patrimônio para garantia do cumprimento de todas as responsabilidades com os seus segurados.

Tokio Marine registra 55 pedidos de indenização pelas chuvas em BH e ES

A Tokio Marine possui já há alguns anos um plano de emergência que é acionado sempre em situações de concentração de danos, como vem ocorrendo em Minas Gerais e no Espírito Santo em razão do alto volume de chuvas. Até o momento, a seguradora registrou 55 sinistros avisados, o que representa aproximadamente R$ 1,1 milhão. Esse número deve crescer, tendo em vista que as chuvas continuam, em especial, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

O plano de emergência da Tokio Marine consiste basicamente em aproximar a operação de sinistros da seguradora da Equipe Comercial e dos Corretores que atuam localmente na região atingida para reduzir o tempo de atendimento. 

Com isso, a vistoria em um veículo sinistrado, por exemplo, é realizada assim que o mesmo é descarregado do guincho, sendo que o valor da indenização já é definido de imediato e, então, comunicado ao Cliente para conclusão da regulação do sinistro.

Os casos em que os veículos são levados diretamente para oficinas também têm tratamento diferenciado, tendo em vista que a rede referenciada da Tokio Marine já foi orientada a priorizar essas ocorrências com o uso de vistoria por imagem. 

Ainda em relação ao Seguro Auto, a cobertura compreensiva (colisão, incêndio e roubo) já contempla o risco de enchente. Para a Tokio Marine, isso inclui a submersão parcial ou total do veículo em água doce proveniente de enchentes ou inundações, inclusive nos casos de veículos guardados no subsolo. 

Já no caso dos seguros Residencial, Condomínio e Empresarial, cada Seguradora oferece um leque diferente de coberturas e assistências 24 horas. Portanto, é importante checar se a apólice possui cobertura de alagamento ou inundação e quais são as excludentes.

Na Tokio Marine, as principais coberturas desses seguros são em caso de incêndio, queda de raio, explosão e fumaça. Também é possível contratar coberturas adicionais para danos elétricos, danos causados por vendaval e granizo, quebra de vidros e espelhos, danos a mármores e granitos, danos ao jardim, proteção de joias e relógios, seguro de obras de arte e responsabilidade civil de danos morais. São mais de 10 coberturas acessórias que o cliente pode escolher de acordo com suas necessidades.    

AGCS nomeia novo chefe de subscrição de riscos especiais

AGCS novo subscritor

Fonte: AGCS

A Allianz Global Corporate & Specialty SE (AGCS), a seguradora para riscos corporativos do Grupo Allianz, anuncia Henning Haagen como Chief Underwriting Officer Specialty e membro do Conselho de Administração da companhia, sujeito a aprovação regulatória. Ele iniciará no novo posto em 1° de março, sucedendo Paul O’Neill, que deixou a AGCS em 2019. 

Como Chief Underwriting Officer Specialty, Haagen será responsável pelas linhas de Aviação, Entretenimento, Marine e Mid Corporate. Ele também supervisionará a função de Integridade e Soluções de Subscrição Global da AGCS, que estabelece práticas comuns de subscrição em todas as linhas de negócios e em conformidade com os padrões Allianz de Property & Casualty, além da Academia de Subscrição da AGCS, que oferece treinamentos especializados para os colaboradores.

Haagen é hoje o Diretor Regional de Specialty e Executivo para região Nordeste da AGCS América do Norte, papeis que desempenha desde Janeiro de 2017. Em breve, a companhia anunciará seu(s) sucessor(es). 

NA AGCS Haagen já passou por diversas áreas, como Diretor Global de Aviação,  Chief Aviation Underwriting Officer para EMEA e Asia Pacifico, Diretor Global de Resseguros e, ainda, Diretor de Subscrição de Resseguros – Aviação.  Ele possui mais de 20 anos de experiência em subscrição e trabalhou em empresas como GE Frankona Reinsurance, Augsburg Re e Gerling Insurance and Reinsurance.

Joachim Mueller, CEO AGCS comenta: “Precisamos de um forte foco na subscrição dentro do Conselho, e Henning traz muita experiência nessa área, com anos no mercado global de Resseguros e Specialty. Ele assumirá a responsabilidade por uma parte essencial de nossos negócios, e espero que trabalhemos juntos para gerenciar nosso portfólio global, com um foco contínuo na subscrição de excelência e lucratividade. ”

Cartilha da Zurich detalha medidas preventivas contra infecção do coronavírus

Para reduzir o risco de contágio, a seguradora sugere proteger os colaboradores reavaliando a real necessidade de viagem de pessoas para as áreas afetadas, monitorar o estado de saúde dos colaboradores que tenham viajado à China recentemente, reforçar as boas práticas de higiene pessoal nos escritórios, entre outros cuidados

Fonte: Zurich Seguros

No ambiente de trabalho cada vez mais dinâmico e competitivo, riscos de todos os tipos são um aspecto frequente no dia a dia corporativo, em maior e menor grau. Com a infecção causada pelo coronavírus (2019-nCoV), que segundo informações se espalhou a partir da região de Wuhan (China) em dezembro de 2019 e, agora, chegou a quatro continentes, a Zurich, seguradora global com mais de 80 anos de atuação no mercado brasileiro, sugere que as empresas tomem medidas para limitar a exposição dos colaboradores a esse vírus com risco de vida.

Como qualquer surto de doença, as informações sobre o coronavírus estão mudando rapidamente e as referências recentes devem ser monitoradas com frequência para obter informações atualizadas. “Há preocupações sobre o vírus se tornar uma ameaça pandêmica. Considerando que a China é o parceiro econômico mais importante do Brasil, o que certamente resulta em muitas viagens de negócios entre os dois países, nossa exposição pode ser maior e precisamos ser mais precavidos”, diz Carlos Cortés, Head de Engenharia de Riscos da Zurich.

Para reduzir a exposição a esse vírus, a seguradora considera algumas medidas importantes a fim de proteger os colaboradores, como reavaliar a real necessidade de viagem das pessoas para as áreas afetadas. “As tecnologias de colaboração remota são muito confiáveis e têm altos níveis de segurança de informação, o que as faz ótimas alternativas para continuar os negócios entre os países”, afirma Cortés. 

Para os colaboradores que já estão no local contaminado, é recomendável que sigam todas as indicações das autoridades sanitárias, além de reforçar as práticas de limpeza, como lavar as mãos frequentemente, usar desinfetantes, evitar tocar os olhos, nariz ou boca com as mãos sujas, evitar aglomerações de pessoas e contato com doentes. No Brasil, as empresas devem trabalhar na prevenção, mantendo todos informados sobre a doença e seus sintomas, monitorando o estado de saúde dos colaboradores que tenham viajado à China recentemente e reforçando as práticas de higiene pessoal nos escritórios.

O executivo também ressalta que, eventualmente, segundo a evolução da doença, as empresas devem evitar reuniões de muitos colaboradores num único espaço. O momento desse surto coincide com o pico da gripe sazonal e com o período do Ano Novo Lunar, quando muitas pessoas viajam pelo país e pelo mundo. O vírus afeta mais severamente pessoas com sistema imunológico enfraquecido, como crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas, como diabetes, câncer e doenças pulmonares. Por isso, as empresas devem avaliar se a viagem é necessária e optar por fazer as negociações remotamente. 

Caso a viagem seja imprescindível, é extremamente importante:

  • Consultar o médico sobre vacinas e problemas de saúde antes da viagem. 

(NOTA: Não há vacinação ou terapia profilática para 2019-nCoV.)

  • Estar preparado para participar da triagem secundária, tanto em Wuhan, como no seu retorno.
  • Praticar precauções especiais, já citadas acima, antes, durante e após a viagem.
  • Evitar o transporte público ou áreas lotadas, sempre que possível, para evitar contato próximo com pessoas potencialmente doentes.
  • Trabalhar remotamente por até 14 dias após seu retorno da China.

Se o funcionário desenvolver algum sintoma, ele não deve ir ao trabalho. Deve procurar atendimento médico imediatamente e usar uma máscara cirúrgica para minimizar a possível propagação da doença.

Assim como a Zurich tem orientado as empresas e parceiros de negócios, ela também implantou medidas internas para orientar e proteger os seus colaboradores. 

Liberty Seguros finaliza edição do treinamento Academia Digital com corretores de todo o Brasil

Focado em Whatsapp Business e Google Ads, o treinamento registrou a participação de mais de 650 corretores 

Fonte: Liberty Seguros

A Liberty Seguros realizou na última terça feira, 28, a aula final da Academia Digital, treinamento inovador para profissionais de seguros se especializarem em vendas de produtos por meio das mídias sociais. Realizada em São Paulo, a aula reuniu50 parceiros de todo o Brasil, selecionados por terem o melhor desempenho durante o curso.

A programação da aula presencial incluiu palestras sobre Marketing Digital, Planejamento, Produção de Conteúdo, com a condução de Lorran Souza, da Agência Maristo, e uma palestra motivacional com o tema “Vai lá e faz!”, realizada por Guilherme Piletti, da escola Perestroika. Já é o sexto ano em que a Liberty realiza treinamentos para corretores com foco nas redes sociais e segunda edição da Academia Digital. 

“Nós sabemos da importância do corretor para a Liberty e isso faz com que a gente busque conhecimento para atender melhor os clientes e prestar um serviço de melhor qualidade. A Academia Digital nos proporcionou uma imersão sobre marketing digital, tendências para comunicação e vendas para, assim, fortalecermos cada vez mais o mercado de seguros no Brasil”, afirma Edgar Torres, da Torres Norte Corretora de Seguros.

No fim do dia, todos os corretores finalizaram o treinamento com um happy hour na matriz da Liberty Seguros, para comemorar e estreitar o relacionamento com os executivos participantes.

“A Academia Digital é uma de nossas iniciativas de alto potencial de crescimento dos negócios dos nossos corretores parceiros, que melhoram a experiência do cliente e ampliam suas possibilidades de atuação no ambiente digital”, diz Patricia Chacon, Diretora de Transformação da Liberty Seguros. “Ficamos muito felizes em finalizar essa segunda edição do treinamento com a participação de mais de 650 corretores em todo o país.”

MAG Seguros fortalece estrutura comercial para 2020

Fonte: MAG

A MAG Seguros, que completou 185 anos em janeiro deste ano, apresentou seu novo modelo de estrutura comercial da diretoria de Varejo, comandada por Marcio Batistuti, com cinco superintendentes regionais. Ari Lima passa a comandar a regional SP/SUL que, além das duas unidades na capital paulista, conta com outras oito praças localizadas na região Sul do país. Karina Castro, que era superintendente em São Bernardo do Campo, assume o desafio de liderar uma das maiores sucursais da MAG Seguros: a de São Paulo. 

Leandro Fortunato é o responsável pela regional SP/Interior, que passa a contar com 13 unidades da seguradora. Reforçam o time Juan Alves, promovido a superintendente de São Bernardo do Campo; Paulo Emílio Fortunato, que assume São José dos Campos; Rodrigo Pereira, que passa a comandar São José do Rio Preto, e Felipe França, que volta para a MAG Seguros assumindo a unidade de Campinas. 

A regional Norte/Nordeste é comandada por Miguel Duarte, incorporou a Sucursal Manaus e conta agora com cinco sucursais da seguradora. Já a regional Sudeste/Centro é liderada por Ronaldo Gama. Reforçam o time o superintendente Rafael Rocha, que deixa Salvador para assumir a unidade de Belo Horizonte; WaleskaSevergnini, que passa a comandar as operações em Vitória; e João Manoel Rezende, promovido a superintendente de Salvador. 

Por fim, a regional Leste é chefiada por Wagner Lima, que tem sob o seu comando sete unidades. Tem como novidades as promoções de Rodrigo Prevot, superintendente do Rio de Janeiro e de Marcos Veríssimo, que assume a superintendência em Niterói. A companhia também passa a contar com um novo escritório na Barra da Tijuca, comandada por Fabio Cardoso. O objetivo da MAG Seguros é fortalecer o atendimento dos corretores de seguros da Zona Oeste, do Rio de Janeiro. 

“Nós somos uma empresa muito dinâmica e estamos sempre atentos ao mercado e às oportunidades que ele nos mostra. Isso se reflete tanto em produtos, linhas de negócio, como estrutura. Isto é fundamental para que possamos contar com uma boa dinâmica de relacionamento e ações para nossos corretores e parceiros em todo o país”, reforça Batistuti. 

GEO mira bancos digitais e seguradoras para operações de crédito digital

Empresa conta com soluções tecnológicas para apólices obrigatórias em operações como home equity, que tiveram crescimento no últimos anos no mercado brasileiro

A inovação avança no crédito digital. A GEO, empresa de tecnologia pioneira na gestão e comercialização 100% online de seguros, divulgou que já tem em sistema para esse segmento como o DFI Sistema Financeiro e o Seguro Habitacional – Apólice de Mercado, que contam com a garantia da seguradora Zurich, e o Seguro Prestamista, em parceria com a seguradora MetLife.

Um dos grandes nichos no alvo da empresa é bancos digitais. Apesar de numerosos (Nubank, Original, Inter, C6, Next…), os bancos digitais ainda não entraram em segmentos como na oferta de crédito consignado e empréstimo com garantia de imóvel – atualmente com forte presença dos concorrentes já estabelecidos, que inclusive tem parcerias estratégicas com seguradoras para essas operações.

Segundo resolução 4.676 do Banco Central, a oferta de crédito pessoal com garantia de imóvel é classificada como um modelo de financiamento imobiliário e assim conta com duas coberturas obrigatórias no ramo Habitacional, são elas: Morte e Invalidez Permanente (MIP Prestamista) e Danos Físicos ao Imóvel (DFI). “Dessa forma, o seguro Habitacional Apólice de Mercado disponível no Portal GEO contempla todo o marco regulatório em apenas uma apólice”, ressalta.

O seguro Prestamista oferecido ao mercado pelo portal GEO em parceria com a Metlife atende às exigências necessárias na contratação de apólices de seguro para cobrir morte ou invalidez de devedores, decorrente da tomada de crédito – parcelamento de cartões de crédito, financiamento para aquisição de bens ou crédito pessoal ou credito consignado, consórcios, entre outros. Além da emissão da apólice em tempo real, a GEO oferece taxa única, independente da idade do devedor, e a opção de flexibilização do pagamento do seguro, que pode ser mensal e sem juros.

A apresentação da Declaração Pessoal de Saúde (DPS), só é necessária caso ultrapasse os limites de Importância segurada x idades, conforme tabela, abaixo.

  • Até 55 anos: R$ 750 mil
  • De 56 a 65 anos: R$ 500 mil
  • De 66 a 75 ans: R$ 300 mil
  • De 76 a 80 anos: R$ 150 mil

Segundo nota divulgada pela GEO, esses serviços podem ser aproveitados por bancos digitais que ainda não contam com ofertas de crédito, assim como por bancos tradicionais que ainda não digitalizaram todo o seu portfólio. No caso do mercado brasileiro, uma modalidade de crédito que tem se destacado é o home equity, com a utilização de imóveis como garantia para empréstimos ou cartões de crédito.

“Entendemos que esse guia serve também para reforçar ao mercado segurador as possibilidades que surgem ao trabalhar em conjunto das fintechs bancárias e de crédito. Analisamos o panorama local e também o global, que pode servir de indicador do trabalho feito em outros países e que pode ser reproduzido no Brasil. Apesar de ser parte de um movimento recente da GEO, esse é um mercado com tendência de forte crescimento no país”, analisa Rossana Costa, diretora da GEO.

Diante do crescimento, a GEO anuncia o lançamento do Guia do Seguro para o Crédito Digital. A iniciativa busca educar sobre o papel do seguro e como ele pode influir positivamente na cadeia de crédito, seja na entrada de novos devedores ao oferecer maior eficiência no processo de adesão, ou no aumento da escalabilidade de oferta em decorrência da sua facilidade de contratação e capilaridade, ou até ao padronizar as atividades do segmento.

O mercado de crédito digital conta com rápida expansão no Brasil. Segundo pesquisa da PwC e da ABCD (Associação Brasileira de Crédito Digital), as fintechs brasileiras receberam o dobro de pedidos de crédito por pessoas físicas em 2018 em comparação com o ano anterior.

O portal GEO garantiu mais agilidade às contratações de seguros para mais de 7,5 mil empresas em todo o território nacional. Desde 2001, quando foi fundada em Porto Alegre, o grupo acumula mais de mil corretoras de seguros em todo o Brasil, as quais se cadastraram em no portal para comercializar as apólices que disponibilizamos ao mercado. “Somente em 2019, o montante de crédito imobiliário que ajudamos a segurar passou a marca de R$ 78 bilhões”, cita o ebook. “Por escolhermos um modelo de negócio sustentável e sem qualquer impressão de papel, alcançamos em 2019 o total de 75 milhões de folhas poupadas. Isso representa quase 900 mil árvores e outros recursos naturais poupados pela digitalização.”

O guia em formato ebook pode ser acessado nesse link: http://bit.ly/guia-credito

Morre em SP, aos 72 anos, o advogado Victor José Petraroli Neto

Atuante há mais de trinta anos com Responsabilidade Civil, Contratos de Seguro, Resseguro e Direito Bancário, Petraroli foi superintendente de uma das maiores seguradoras da América Latina. 

Pela sua perda, o escritório Petraroli Advogados Associados divulgou a nota abaixo:

Queridos parceiros,  

 É com imenso pesar que comunicamos o falecimento do nosso sócio fundador Dr. Victor José Petraroli Neto. Para os que tiveram a alegria da convivência, ficam as recordações de seu sorriso largo, das palavras sempre gentis e dos ensinamentos ilimitados. Contudo, para aqueles que não tiveram essa oportunidade, resta a certeza que irão colher os frutos de um legado. Com a permissão de breves palavras, o Victor é luz. Uma pessoa que tratava a todos de forma indistinta, sempre preservando o “bom dia”, “como você está?” e “o que posso fazer para ajudar?”. Transformou a impessoalidade comum de grandes escritórios em um ambiente familiar, acolhedor, onde cada advogado cuida da carteira de forma única, respeitando suas nuances e detalhes. Em suas sábias palavras, “tão importante quanto ganhar a ação é não permitir a perda um segurado. Trate-os com respeito, simpatia e justiça. Lidamos com a dor de quem aciona um seguro e dentre as várias formas de demonstrar a correta postura da Seguradora, a única opção é a ética.” Ele nos engrandeceu, acolheu, compartilhou conhecimento e sabedoria, tornando a Petraroli um patrimônio de todos os funcionários, parceiros e colaboradores. Acreditamos que essa foi a sua missão, se perpetuar na história de tantas pessoas além de sua família. O mundo jurídico não perdeu um grande mestre, ganhou com todas as suas contribuições e faremos questão de lembrar a todos disso. Por essa enorme parte dele que habita em cada um de nós seguiremos em frente, mantendo a honra do seu nome, que ele dizia ser: trabalho. Sigamos. Ele ficará cada dia mais orgulhoso de nós.

Equipe Petraroli.

Coronavírus: dicas para multinacionais

Brasil tem 9 casos suspeitos de coronavírus. O governo, no entanto, não vê necessidade de adotar qualquer medida especial para prevenir a infecção durante o Carnaval e não restringirá o trânsito de chineses. A Air China, que oferece dois voos semanais do Brasil para a China, cancelou os voos de janeiro e fevereiro. O surto de coronavírus matou ao menos 170 pessoas desde dezembro, todas na China. Com epicentro na cidade de Wuhan, a onda de casos confirmados de infecção já atingiu outros 15 países.

Mesmo sem medidas específicas no Brasil, grandes companhias decidiram se precaver, informa o Valor. A Vale suspendeu, por tempo indeterminado, viagens para a China ou do país asiático para qualquer unidade da empresa. As operações nos portos chineses seguem normalmente. Na Weg a orientação é postergar todas as viagens para depois de 8 de fevereiro, data que as autoridades chinesas estipularam para as empresas voltarem a trabalhar. Na Marcopolo, a situação é similar. BMW restringiu as viagens de executivos para a China, seguindo a recomendação da OMS e do governo alemão.

Alimentos e banco. A BRF suspendeu as viagens de executivos para países da Ásia afetados pelo coronavírus, disse Lorival Luz, CEO da companhia. O Itaú Unibanco não tem escritório na China, mas recomendou aos funcionários com viagem marcada que as adiassem.

Turismo. Arnaldo Franken, sócio do Grupo AD Turismo e Viagens, disse que muitos clientes com viagens programas para março, abril e maio estão pedindo cancelamentos.

Feiras. O Grupo BTR Varese, que realiza semestralmente missões de empresários para a China, também avalia suspender uma missão prevista para abril, que levaria 90 pessoas. A Maringá Turismo, do grupo Arbaitman, informou que só ontem três empresas adiaram comitivas para Indonésia, Cingapura e Hong Kong.

Segundo relatório da Marsh, embora a maioria dos casos relatados até agora tenha sido na China, outros também foram relatados no Japão, Cingapura, Coreia do Sul, Tailândia, Vietnã e EUA. “As organizações multinacionais devem agir agora para proteger sua equipe e operações”, reforça a corretora aos seus clientes gestores de risco.

Riscos de Longo Alcance

Os coronavírus podem causar uma variedade de doenças, desde o resfriado comum até doenças severas, como Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS) e Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS). Os sintomas comumente apresentados no surto atual incluem febre, tosse e dificuldade para respirar, segundo a OMS; casos leves se assemelham à gripe.

O destaque de Wuhan como destino turístico, cidade portuária e centro de transporte, e um centro regional de educação e fabricação levantaram preocupações de que o surto possa continuar se espalhando, especialmente durante o período de férias do Ano Novo Lunar. As autoridades chinesas restringiram as viagens em Wuhan e em outros lugares e cancelaram algumas grandes reuniões de feriados. Aeroportos em diversas grandes cidades dos EUA e de outros lugares iniciaram a triagem de entrada de viajantes de Wuhan e os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) agora recomendam evitar viagens não essenciais para a região; o Departamento de Estado, por sua vez, recomenda que os viajantes na China “exerçam maior cautela“.

Organizações com populações significativas de funcionários na China correm um risco particular, enquanto restrições de viagem, interrupções na cadeia de suprimentos e absenteísmo de funcionários dentro de fornecedores e outros parceiros no país poderiam reduzir a produtividade e eficiência para empresas sediadas em outros lugares.

Os temores sobre o vírus também poderiam reprimir viagens e turismo e afetar negativamente a economia global. As organizações multinacionais devem revisar, testar e atualizar planos críticos relacionados à continuidade de negócios, gerenciamento de crise e comunicações de crise. Ao examinar os planos existentes, considere os efeitos potenciais que uma piora do surto poderia ter sobre funcionários, receita, fornecedores, reputações e muito mais e trabalhe com stakeholders interessados para se preparar de acordo.

Atenção especial:

  • Políticas de Viagens. Se a viagem para Wuhan for necessária, o CDC recomenda evitar o contato com pessoas doentes; evite contato com animais, com mercados de animais, carne e outros produtos animais; e lave as mãos frequentemente. Os viajantes que retornam apresentando sintomas devem procurar imediatamente atendimento e evitar contato com outros.
  • Bem-estar dos funcionários. Monitore as atualizações de funcionários de saúde pública e governos e mantenha os funcionários informados e educados sobre o surto e quaisquer medidas que estão sendo tomadas para salvaguardar sua saúde. Incentive os funcionários a permanecerem em casa quando doentes e fazerem home office se o surto piorar.  
  • Cadeias de suprimentos. Identifique os impactos operacionais e de receita de possíveis interrupções a fornecedores e distribuidores-chave. Considere também a viabilidade de fornecimento de bens, ingredientes e componentes de fornecedores alternativos.
  • Cobertura do seguro. Revise as apólices de seguro aplicáveis, prepare-se para possíveis sinistros e consulte o seu corretor se tiver perguntas. 

Os impactos de uma potencial piora no surto de coronavírus de Wuhan para o seu negócio podem ser severos, mas tomar essas medidas agora pode ajudá-lo a preparar melhor, planejar e proteger as pessoas e as operações.