Zurich anuncia nova head de Canais Digitais e Atendimento ao Cliente

Fonte: Zurich

 Lucía Aparicio Sarraceno é a nova líder da área de Canais Digitais e Atendimento ao Cliente da Zurich no Brasil, que chega para inovar a linguagem dos serviços digitais, melhorando cada vez mais a experiência do cliente. 

Com 12 anos de experiência no Grupo Zurich, sendo oito anos na Zurich Argentina, Lucía ocupou importantes posições no grupo como Assistente Estratégica da CEO Latam, Claudia Dill, com foco em Inovação, Clientes e Estratégia para toda a região. Agora, a executiva passa a compor o time de Estratégia, Marketing e Inovação da Zurich no Brasil e terá um importante papel nas práticas de relacionamento com os clientes e na condução da Zurich em sua estratégica jornada digital para atingir os seus três públicos – parceiros de negócios, clientes e corretores. 

Formada em Ciências Atuariais pela Universidade del Salvador, Lucía iniciou sua trajetória profissional no Grupo Zurich como operadora júnior e, hoje, toma a frente dessa nova área.

SulAmérica conclui venda para Icatu

sulamerica

A SulAmérica informou em comunicado que concluiu a venda das suas operações de capitalização para a Icatu. A operação havia sido anunciada em maio do ano passado, com o valor podendo chegar a R$ 183 milhões, dependendo do cumprimento de algumas condições. Além da carteira de capitalização da própria SulAmérica, o negócio inclui também a fatia de 24,5% que a companhia tinha na Caixa Capitalização. Com isso, a Icatu passa a ter 49% desse negócio, sendo a fatia restante da Caixa Seguros, joint venture entre a Caixa e a francesa CNP Assurances.

Contratar seguro para o novo coronavírus, uma missão quase impossível

O famoso mercado de seguros Lloyd’s of London ainda não constatou uma explosão das atividades de seus membros que gostariam de cobrir sua exposição, segundo duas fontes no famoso mercado londrino

Fonte: AFP

Londres, 4 Fev 2020 (AFP) – Diante da disseminação do novo coronavírus chinês e da perturbação que causa, empresas e turistas terão dificuldade em obter indenizações de seguradoras que frequentemente se recusam a cobrir epidemias desse tipo.

Embora seja difícil, nesta fase, avaliar o impacto econômico do vírus, que já deixou mais vítimas na China que a SARS no início dos anos 2000, ele perturba os planos de muitos turistas e cadeias de abastecimento.

Mas obter indenização será um obstáculo e ocorrerá nos detalhes dos contratos, especialmente para empresas presentes em vários territórios. É, por exemplo, muito improvável que os seguros contratados ao comprar uma viagem cubram epidemias.

Em vez disso, os turistas deverão procurar seus fornecedores de cartão de crédito, ou operadoras de turismo, para reembolso em caso de cancelamento, ou custos médicos.

Para as empresas, especialmente as companhias aéreas que interromperam ou reduziram o serviço para a China, pode até não haver qualquer recurso, alerta Clarissa Franks, diretora de gerenciamento de riscos da corretora londrina Marsh.

“O diabo está realmente nos detalhes”, disse ela à AFP, enfatizando que certas disposições nas apólices de seguro podem cobrir doenças transmissíveis, mas que, em geral, epidemias como o coronavírus são excluídas.

– “Converse primeiro com a seguradora” -O novo vírus contaminou mais de 20.400 pessoas e a Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou a epidemia como uma “emergência de saúde pública de alcance internacional”, embora nesta terça-feira tenha afirmado que ainda não é uma pandemia.

O famoso mercado de seguros Lloyd’s of London ainda não constatou uma explosão das atividades de seus membros que gostariam de cobrir sua exposição, segundo duas fontes no famoso mercado londrino.

Mas, na própria China, a epidemia “deve pesar sobre os resultados e sobre as receitas das seguradoras” do país em 2020, estima a agência de classificação S&P, que evoca razões como a volatilidade dos mercados financeiros e menos trocas com os clientes.

No entanto, a epidemia de SARS iniciada na China em 2002 pode dar uma ideia dos possíveis conflitos entre seguradoras e clientes. Somente para o setor de turismo, o impacto da SARS foi estimado entre 30 e 50 bilhões de dólares pelo Conselho Mundial de Viagens e Turismo.

À época, porém, a economia chinesa pesava apenas 5% do Produto Interno Bruto (PIB), contra 20% agora, sem mencionar que os chineses se tornaram os viajantes mais frequentes do mundo.

O setor de seguros estará “muito atento”, segundo Malcolm Tarling, porta-voz da Associação de Seguradoras Britânicas (ABI). “Se alguém viajar (para a China) sem seguir as diretrizes do governo, muitos seguros não serão válidos. Se você acha que sua viagem é essencial, deve falar com sua seguradoraprimeiro”, disse.

A seguradora britânica Aviva explica à AFP que os clientes devem ter cobertura especial para “interrupções de viagens”, a fim de garantir o reembolso. “Estamos monitorando a situação de perto, mas até agora a grande maioria dos pedidos está relacionada a clientes que viajam de e para a China”, mais do que empresas preocupadas, disse um porta-voz do grupo.

A gigante alemã Allianz acredita que os indivíduos devem primeiro entrar em contato com a companhia aérea, ou a agência de viagens, antes da seguradora.

Para as empresas, as doenças contagiosas são cobertas por políticas específicas, cujo custo pode desencorajar os assinantes. “Os seguros tradicionais não podem cobrir tudo, e os seguros não convencionais tendem a ser muito caros”, alega Franks.

Startups avançam em parcerias com as seguradoras

Melhorar a experiência dos clientes é a maior demanda, segundo as novatas

A parceria entre as seguradoras e startups está a todo vapor. Reduzir custos e melhorar a experiência do usuário são as principais demandas. Segundo informações passadas pelas startups, os resultados já são significativos para as seguradoras. Interessante são os nomes das novatas. Quero ver a turma 50+ gravar todos esses nomes. Mas fica a dica para quem está em busca de conhecer mais sobre inovação.

Segundo dados da FollowiZe, a SulAmérica saiu de 1,5% para 10% de conversão nas vendas, após iniciar parceria com a plataforma de gestão de leads. Uma outra seguradora da área de saúde, cujo nome não foi revelado, conseguiu reduzir custos de tratamentos e melhorar a qualidade de vida dos pacientes, após contratarem o software SenseData, primeira startup de sucesso do cliente da América Latina.

A personalização, seja no atendimento ou no desenvolvimento de produtos, é um ponto importante de atenção com o cliente, que pode fidelizá-lo. A ilegra, empresa global de inovação, design e software, auxilia as seguradoras a desenvolverem soluções personalizadas para os seus clientes, como foi o caso da Sompo Seguros.

Já a Inbenta é especialista no relacionamento com o cliente online, oferecendo soluções como chatbots, FAQs e buscadores inteligentes. Entre os clientes da empresa estão a Porto Seguro, Generali, Mapfre e Allianz.

Segue um resumo das startups…

FollowiZe – Criada em 2014 pelos fundadores e irmãos Anderson e André Gil, a startup de tecnologia desenvolveu um software de gestão de leads que permite ao usuário simplificar e padronizar o processo de atendimento e vendas, além de permitir analisar o retorno das ações de marketing. No ano de 2019, a empresa faturou R$ 2 milhões e chegou a 180 clientes. Além disso, gerou mais de R$ 3 bilhões de faturamento para seus clientes. Para 2020, a expectativa é crescer 200% e chegar ao faturamento de R$ 5 milhões. O case de sucesso com seguradoras da Followize é com a SulAmérica. A parceria teve início em fevereiro de 2019 e os resultados vêm sendo muito promissores. Com média de 5 mil leads recebidos por mês, os quais são direcionados aos corretores parceiros da SulAmérica, o grupo saiu de 1,5% para 10% de conversão de leads em vendas em menos de um ano. 

SenseData – A SenseData foi fundada no ano de 2016, se tornando a primeira plataforma de gestão de Customer Success da América Latina. Com a transformação digital cada vez mais intensa, focar no sucesso do cliente é mandatório para a continuidade do sucesso das companhias. A startup chegou a um faturamento de R$ 700 mil em 2017; R$ 2 milhões em 2018 e R$ 4 milhões em 2019. A expectativa é chegar a R$ 8 milhões em 2020. Ou seja, em termos de faturamento, conseguiram dobrar de valor todos os anos. O case de sucesso da empresa é com seguradoras da área de saúde. Para que os planos de saúde consigam gerenciar o relacionamento com seu beneficiário de forma personalizada e em escala, é necessário utilizar a tecnologia e, principalmente, a análise de dados. Apenas dessa forma é possível fazer a gestão da jornada do paciente de forma completa, desde a central de relacionamento, até o atendimento clínico.

Ilegra – A ilegra é uma empresa global de design, inovação e software. Com 17 anos de existência, a empresa busca trazer agilidade para estratégias digitais, auxiliando as companhias para a realidade de um mercado inquieto. Com parcerias estratégicas com Google, AWS e GitHub, a empresa possui em seu portfólio de clientes companhias líderes de mercado que tem a inovação em seu DNA, como Whirlpool, FCA, Bradesco, Cielo, Sapore, Agibank, Orizon, Embraco, AGCO, Thomson Reuters e Thyssen Krupp Elevadores.

Inbenta – Fundada na Espanha em 2005 e presente no Brasil desde 2011, a empresa é focada em sites comerciais e corporativos, a Inbenta é pioneira em uma nova classe de tecnologia de busca semântica para empresas, com o objetivo de melhorar a experiência dos clientes on-line. Utilizando tecnologias de processamento de linguagem natural e inteligência artificial, a Inbenta ajudou várias empresas a reduzir a quantidade de consultas via e-mail recebidos e chamadas de suporte ao cliente, uma vez que o usuário resolve suas dúvidas ao acessar o site da empresa, aplicativo ou redes sociais. A Inbenta também é especializada em autoatendimento, pesquisa de e-commerce, assistentes virtuais, chatbots, ticketing de suporte e gerenciamento da base de conhecimento.

Bradesco Seguros registra 127 chamados com chuvas e estima indenizações de R$ 1,8 milhão

Fonte: Bradesco Auto RE

Em consequência das fortes chuvas ocorridas na região Sudeste, que atingiram mais de 19 mil pessoas em mais de 100 municípios – dados da Defesa Civil, a Bradesco Auto/RE iniciou o ‘Plano de Contingência’ para atendimento de sinistros de seguros de automóveis e residenciais em situações climatológicas severas. Somente nas duas primeiras semanas de operação, a seguradora foi acionada 127 vezes para reparos de danos emergenciais e a estimativa total de avarias ultrapassa o valor de R$ 1,8 milhão. Os principais sinistros acionados foram em virtude de enchentes e inundações.

Esta é a primeira edição da operação, desenvolvida pelo Grupo Segurador, para quantificar e indenizar segurados envolvidos em tragédias naturais no menor prazo possível. Essa mobilização, em caráter especial, será estendida até a normalização do número de sinistros na região. 

“Para manter a excelência do serviço oferecido aos segurados, mesmo em um período de adversidade, reforçamos o contingente interno para dar suporte ao aumento na demanda, a fim de agilizar o processo de indenização” comenta Carlos Eduardo Oliva, Superintendente Executivo da Bradesco Auto RE.

Gestora questiona dados do IRB Brasil Re e ações despencam

irb cai na bolsa

O ressegurador informa ainda que está avaliando com seus assessores legais, as medidas cabíveis a serem tomadas neste cenário. Desde o começo de maio de 2018 até a última sexta-feira, as ações do IRB Brasil haviam acumulado valorização de 196%

A Squadra Investimentos divulgou uma carta a seus cotistas no dia 2 de fevereiro questionando alguns aspetos dos números divulgados pelo IRB Brasil Re. O conteúdo da carta fez as ações do IRB despencarem 15% na abertura do pregão. Ao meio dia, os papéis perdiam 10,55%, a R$ 40,21 , maior queda do Ibovespa, que subia 1,16%. A gestora citou as razões para estar vendida, ou seja, apostando na queda nas ações do IRB.

EM um detalhado estudo de quase 30 páginas a Squadra que a intenção do estudo é justificar aos cotistas a opinião de que há uma grande disparidade entre preço e valor nas ações do IRB, causada principalmente por uma percepção de parcela do mercado sobre a sustentabilidade dos seus elevados níveis de retorno sobre o capital.

“Com um lucro projetado de R$ 1,6 bilhão para o ano de 2019, o IRB está avaliado a 25x o lucro de 2019, enquanto a mediana das resseguradoras negocia a 16x. Porém, é no múltiplo em relação com o valor patrimonial que o prêmio sem paralelos atribuído à qualidade do negócio do IRB se torna mais evidente. Considerando o patrimônio líquido de R$ 4,3 bilhões em seu balanço mais recente , o IRB é cotado em bolsa a 9,6x valor patrimonial, ao passo que a mediana das resseguradoras globais negocia a 1.2x”, informa a carta.

Em comunicado ao mercado, o IRB-Brasil Resseguros afirmou que reforça que as suas demonstrações financeiras anuais, semestrais e intermediárias, assim como os respectivos relatórios da administração e comentários de desempenho que a acompanham são elaboradas segundo as normas contábeis e atuariais vigentes no Brasil com absoluta precisão, passando por um rigoroso processo de governança. O ressegurador informa ainda que está avaliando com seus assessores legais, as medidas cabíveis a serem tomadas neste cenário, onde o emissor da carta tem interesse econômico diametralmente conflitante com os interesses da companhia, finaliza o IRB em nota, que estar em período de silêncio por estar próximo da data de divulgar o balanço financeiro de 2019.

Zurich cria estrutura dedicada para atendimento aos clientes em Minas Gerais

Fonte: Zurich

Devido às consequências das fortes chuvas que atingem Minas Gerais e têm provocado perdas nas regiões mais afetadas, a Zurich implantou uma estrutura dedicada para atendimento aos seus clientes (pessoa física e empresas). 

A seguradora tem prestado assistência a todos que têm seguro auto, residencial e para empresas com serviços de guinchos, atendimentos domiciliares e cobertura de telhados, entre outros. Os clientes contam com o suporte integral da companhia que está sendo prestado por uma equipe dedicada para esses casos. 

“Estamos sempre pensando no melhor para atender nossos clientes e para amenizar o desconforto em situações como essa”, diz Adriana Heideker, Diretora Executiva de Sinistros da Zurich.

“Os profissionais da seguradora estão atendendo os serviços de vistoria em regime de urgência, apurando os danos e realizando os pagamentos o mais rápido possível. Em seguro auto, por exemplo, já identificamos e tratamos diversos veículos atingidos e continuamos monitorando e acompanhando outros casos, pois ainda pode existir veículos em garagens no subsolo de edifícios”, afirma Adriana.

No caso das empresas com seguros para riscos patrimoniais, a Zurich já deu assistência para imóveis e comércios atingidos. 

Outra iniciativa na região, é o apoio da Z Zurich Foundation à Cruz Vermelha MG, com sede em BH, para ajudar no atendimento da população.

Presidente novo no Sindicato das Seguradoras RJ/ES

A presidência do Sindicato das Seguradoras do RJ/ES terá novo ocupante. Antonio Carlos Costa, da HDI Seguros, foi o escolhido em eleição, no dia 10 de janeiro, para assumir o cargo. A posse será em 19 de fevereiro para mandato de dois anos na função. 

Com mais de 35 anos de experiência no mercado segurador, Antonio Carlos já ocupou os cargos de conselheiro fiscal e diretor no Sindicato e teve passagem em grandes seguradoras nacionais e internacionais, atuando em várias regiões do Brasil. Formado em Administração de Empresas, com MBA em Seguros pela PUC-RJ, está há 20 anos na HDI Seguros. Antes de assumir a diretoria regional RJ/ES, cargo que ocupa desde 2014, foi diretor regional Norte/Nordeste, liderando a implantação das filiais nessas regiões. 

Ele assume a presidência com o fim do mandato de Roberto Santos, presidente da Porto Seguro, que estava na função desde 2013. 

Porto Seguro lucra R$ 1,3 bi em 2019 e busca diversificar receita

Damadi Porto Seguro

ATUALIZADA ÀS 15H30

O índice combinado de seguros atingiu 94,5%, uma elevação de 2,3 pontos percentuais em relação ano anterior. Em relação as chuvas em ES e MG, a Porto afirma que não será muito afetada por estar mais concentrada em SP e RJ

A Porto Seguro registrou lucro líquido de R$ 1,3 bilhão no ano, alta de 5% em comparação a 2018. Os prêmios encerram 2019 com crescimento de 1% em comparação a 2018. Se desconsiderarmos o Auto, os demais seguros tiveram crescimento de 6% no ano. Celso Damadi, vice-presidente de Finanças, Controladoria, Investimento e Planejamento da Porto Seguro, comemorou o resultado e esta bastante otimista com 2020: “Temos capacidade para crescer sem aumentar custo neste ano, com um ganho de produtividade interessante”, afirmou ele em entrevista ao blog Sonho Seguro.

A Porto Seguro vem nos últimos 10 anos investindo na diversificação da carteira de auto e tem obtido sucesso. O seguro de carro encerrou o ano passado representando 54% do faturamento do grupo. Em lucro, a participação do segmento no resultado do grupo foi de 31%, dez pontos percentuais a menos do que em 2018, ano em que o grupo obteve um resultado “fantástico na carteira”, segundo o executivo.

Damadi destaca o crescimento do segmento de vida individual, de 17%, e o de saúde, de 13%. “São carteiras rentáveis e que ajudam bastante no resultado geral”, comentou. O crescimento de 11% na base de cartões de crédito da marca da seguradora também foi um dos destaques do balanço. “Fizemos uma campanha concedendo 10% de desconto no seguro para os clientes do cartão, que também podem parcelar o valor em até 10 vezes se feito através do plástico”, citou.

O ROAE 19,3% em 2019. Excluindo o efeito do excesso de capital e considerando uma remuneração de 100% do CDI para os investimentos, a rentabilidade dos negócios da empresa seria de 21,0% no 4T19 e de 22,0% em 2019.

Segundo informa o release, o volume de despesas administrativas e operacionais de 2019 recuou 1% em comparação ao ano anterior, resultando numa melhora de 0,5 pontos percentuais no índice anual (D.A + D.O), ao passo que a inflação (IPCA) do País foi de 4% no período. Nos últimos 4 anos, as despesas recuaram 6%, enquanto a inflação acumulada do período foi de 18%, levando a uma queda acumulada de 3,6 pontos percentuais no índice consolidado de despesas administrativas e operacionais. O aumento de eficiência operacional observado é decorrente da realização de investimentos em tecnologia combinados com o foco em melhorias e automatização de processos.

No ano, o índice combinado de seguros atingiu 94,5%, uma elevação de 2,3 pontos percentuais em relação ano anterior. O release ressalta que os resultados alcançados no trimestre e no ano são respectivamente 1,1 e 2,5 p.p. melhores do que a média dos últimos 10 anos.

Nos Negócios Financeiros e Serviços, o Cartão de Crédito superou pela primeira vez o patamar de um milhão de clientes ativos através de um crescimento de 11% em relação ao mesmo período do ano anterior. A elevação do faturamento, alavancada pelo Cartão de Crédito e CDC, combinado com a redução do prejuízo dos demais negócios (especialmente a Conecta), colaboraram para o aumento de 37% no lucro consolidado desses negócios, além de um aumento de 3,3 p.p. no ROAE, que atingiu 32,1% no quarto trimestre de 2019.

O aumento de receitas é um dos principais objetivos estratégicos da Porto Seguro. Diversas ações realizadas em 2019 devem contribuir para um crescimento sustentável no longo prazo, com destaque para:

  • Co-branding, que simplificou a oferta de produtos e a apresentação das marcas e trouxe ganhos significativos de eficiência operacional e de competitividade;
  • Seguro Auto + Cartão de Crédito, com desconto no seguro e parcelamento em até 10x sem juros no Cartão de Crédito Porto Seguro;
  • Porto Seguro Essencial, seguro de Auto com serviços essenciais que atendem às principais necessidades do cliente;
  • Conquista, plataforma digital de soluções financeiras e relacionamento;
  • Campanhas comerciais e ajustes nas regras de aceitação para impulsionar o Saúde PME;
  • O início da comercialização de seguros D&O e de Responsabilidade Civil Profissional;
  • Reppara, primeiro clube de serviços emergenciais para residências no País;
  • O seguro Bike, solução completa de proteção para todos os tipos de bicicleta.

A empresa segue otimista com a perspectiva da retomada da expansão econômica e acredita que os esforços realizados nos últimos anos e as iniciativas em andamento permitirão impulsionar o crescimento, dar continuidade ao aumento dos ganhos de eficiência operacional, avançar no processo de transformação digital e continuar aperfeiçoando os modelos de negócio para aproveitar as diversas oportunidades que o mercado oferece.

Use o seguro de vida para planejar o seu futuro

liberty podcast

#7 PODCAST SONHO SEGURO NEWS – Seguro de vida que antes só pagava os familiares quando o cliente morria, agora oferece indenização para o próprio segurado usar os recursos em vida diante de um diagnostico de doenças graves, diante de um desemprego ou mesmo para despesas do dia a dia em caso de internação hospitalar. E muito mais. Ouça e saiba mais com Alexandre Vicente, executivo especialista no assunto da Liberty Seguros.

Hoje o mercado de seguros tem um volume maior de venda de seguro de vida do que de carros, que liderou o faturamento do setor por décadas. O volume de arrecadação dos planos de risco já é 28% maior do que o ramo de automóveis, com R$ 41,9 bilhões, enquanto auto acumula R$ 32,7 bilhões, segundo dados da Susep analisados pela Confederação das Seguradoras, a CNseg.

Ouça o podcast com Alexandre Vicente disponível no Spotify, Apple Podcast e Deezer, e saiba mais. Se gostar, compartilhe com os amigos.