Válido para seguros de Vida em Grupo, Vida Individual, Prestamista, Educacional e Condomínio
Em atenção às recomendações dos órgãos de saúde e governamentais, a Tokio Marine vem adotando uma série de iniciativas que visam preservar o bem-estar de seus Colaboradores, Parceiros de Negócios e Clientes devido à pandemia de COVID-19.
A Tokio Marine informa que indenizará os sinistros decorrentes da contaminação por COVID-19, especificamente nas coberturas contratadas de Morte, Funeral e Diárias de Internação Hospitalar, dos Seguros de Vida nos ramos de Vida em Grupo, Vida Individual, Prestamista, Educacional e Condomínio, para contratos vigentes nesta data. Para novas contratações haverá carência de 90 dias para indenizações da COVID-19.
No produto Vida Individual, a Tokio Marine reduziu o período de carência de 30 para 7 dias para utilização do serviço Einstein Conecta. Esse benefício de orientação médica a distância oferece suporte 24 horas por dia, 7 dias por semana, e está disponível para utilização dentro e fora do Brasil.
A Tokio Marine reafirma assim seu compromisso com seus Clientes, Corretores e Assessorias, no sentido de fortalecer a relevância do Seguro de Vida na proteção financeira e familiar da sociedade brasileira.
Empresários de várias corporações, entre elas Porto Seguro, Bradesco, Rodobens, Rede D’Or, XP entre outros, idealizaram um manifesto convocando outros empresários para não demitir funcionários. “A primeira responsabilidade social de uma companhia é retribuir à sociedade o que ela proporciona a você – começando pelas pessoas que dedicam suas vidas, todo dia, ao sucesso do seu negócio. É por isso que nossa maior responsabilidade, agora, é manter nosso quadro de funcionários”, traz a carta.
Uma das empresas que já aderiu foi a corretora Alper Seguros. Em seu perfil do LinkedIn, o CEO Marcos Couto informou que o ponto alto da teleconferência com a equipe foi poder “me comprometer com todos os nossos colaboradores, nessa situação de insegurança que assola o mundo, anunciando nossa adesão ao programa hashtag#NÃODEMITA, onde nos comprometemos a não realizar nenhuma demissão pelos próximos 60 dias. Isso demonstra nosso compromisso e preocupação com cada uma das famílias que dependem do nosso negócio de alguma forma, além do cuidado com nossos colaboradores.”
Diogo Arnt, CEO da Lojacorr, postou no dia 4 de abril: “Acabei de assinar o manifesto hashtag#nãodemita em nome da Rede Lojacorr. Nosso país precisa do nosso protagonismo e esforço máximo para minimizarmos os impactos dessa pandemia em nossa sociedade. Se todos fizerem sua parte, para mantermos o isolamento social e empenharmos nossos esforços para sustentar a atividade econômica, logo sairemos dessa.”
Leia o texto na íntegra no link acima e faça a sua adesão. “Esta crise tem data para acabar. Vamos juntos fazer essa travessia até o final de maio”.
Clientes Omintcontarão com canal exclusivo para envio de recibos, notas fiscais e notas fiscais eletrônicas
Fonte: Omint
A Omint, que já oferecia aos seus clientes de saúde e vida a facilidade do reembolso digital, já disponível pelo APP da companhia, agora também possibilitou a facilidade via WhatsApp. Seus clientes precisam apenas fotografar o recibo ou nota fiscal, enviar no WhatsApp e acompanhar o processo nas plataformas digitais da Omint, como app e site.
“Nosso objetivo é cada vez mais desburocratizar as experiências e oferecer uma jornada simples, segura e eficiente ao cliente Omint. A Omint acredita que a experiência do cliente deve estar no centro da estratégia corporativa, por isso segue investindo de forma consistente em excelência da operação”, declara Flávio Galeano, gerente de Atendimento da Omint. Segundo o executivo, os beneficiários agora contam com um canal robusto e, ao mesmo tempo, simples e seguro para envio de recibos ou notas fiscais comuns, além das NFes.
“O projeto vai ao encontro da atual necessidade de priorizar o atendimento à distância em meio à pandemia do novocoronavírus. Para isso, não terceirizamos o serviço, fizemos tudo dentro de casa, com equipe própria. Isso consolida as premissas do nosso pilar de qualidade, oferecendo ao cliente uma experiência com a assinatura Omint, levando a ele nossa reconhecida qualidade em todas as interfaces”, aponta o executivo.
A companhia lançou recentemente um hotsite responsivo com informações sobre o novo coronavírus, reunindo vídeos com diretores e médicos dos principais prestadores Omint, que atuam nos mais importantes hospitais e laboratórios do Brasil. Também está no ar um podcast com especialistas de sua rede credenciada com conteúdo sobre o coronavírus. A playlist está disponível no Spotify com áudios curtos e objetivos. Nas redes sociais – Facebook, Instagram e LinkedIn , o plano de saúde também disponibiliza vídeos com orientações sobre a doença. Além do hotsite, os vídeos produzidos pela Omint também estão disponíveis nos perfis da companhia do Facebook ,Instagram e Linkedin .
Área financeira coordena empréstimos e descontos visando perenidade de operações
A Rede Lojacorr, maior rede de corretoras de seguros independentes do Brasil, acaba de disponibilizar duas novas soluções para atender às necessidades dos profissionais de seguros da rede, visando proporcionar uma forma de contribuir para a perenidade das operações. As novidades fazem parte de um rol de ações que vêm sendo desenvolvidas nas duas últimas semanas, após o início do isolamento social imposto no Brasil, em virtude da pandemia do Coronavírus (COVID-19).
As alternativas estão sendo pensadas para manter as estruturas das empresas mais sólidas, já que a economia do país está passando por oscilações, devido ao fechamento temporário do varejo e das estruturas físicas de algumas empresas. Por consequência, o brasileiro está segurando mais recursos e girando menos o dinheiro, o que fatalmente afeta toda a economia.
Diante disso, foram elaboradas algumas ações estratégicas. A primeira delas foi a liberação de R$ 2 milhões do Fundo de Reserva Técnica do Grupo Econômico Lojacorr para fomento de microcrédito para a Rede (exclusivo para Corretores 100% Lojacorr), com seis meses de carência e parcelado em até 12 meses, sem juros (apenas IOF e correção inflacionária).
Da mesma forma, foi aplicada automaticamente uma carência de seis meses para continuidade do pagamento das parcelas dos empréstimos que estão vigentes; a redução da mensalidade do sistema de Multicálculo Teleport para R$99,00/usuário até dezembro de 2020 e carência de 12 meses para pagamento da Taxa de Licenciamento para novas corretoras da Rede.
Andre Duarte, diretor Financeiro da Rede Lojacorr, diz que o Fundo foi criado na fundação da Rede para compor uma reserva técnica, visando manter a saúde financeira da empresa no longo prazo, garantindo assim possíveis necessidades de indenizações securitárias de segurados e terceiros, que sejam transitadas em julgado ou em acordos extrajudiciais.
Também tem por finalidade a contratação de uma apólice de responsabilidade civil, a qual aumenta essa capacidade de indenização, contribuindo ainda mais para a Governança Corporativa da Lojacorr. “O recurso está sendo disponibilizado para permitir um fôlego financeiro para que as corretoras possam enfrentar essa crise com mais estabilidade, antecipando eventuais necessidades. Dessa forma, sabemos que juntos conseguiremos passar por esse tão delicado momento com um pouco mais de tranquilidade. Estamos preparados para isso e também estamos fazendo nossa ‘lição de casa’, revendo todos os gastos que possam ser postergados e renegociados, que não prejudiquem as entregas do negócio principal da empresa”, explica o diretor.
O diretor de Mercado e Operações, Luiz Longobardi Júnior, conta que a tecnologia apoia diretamente o corretor no seu dia a dia, por isso que a empresa procura sempre as melhores soluções para atender essa necessidade. “Há algum tempo estávamos estudando novas condições junto à TEX-Teleport, que é uma ferramenta web service, integrada ao Broker One (sistema multicálculo), e faz total diferença na gestão de negócios do corretor. Conseguimos ter um custo muito acessível para que o corretor possa aderir à ferramenta, bem como uma redução substancial de preço para nossos corretores. O plano de contingência envolve várias esteiras da operação, visando dar suporte e orientações para que a operação não seja impactada durante este momento”, acrescenta.
Para CEO da Rede Lojacorr, Diogo Arndt Silva, o momento exigiu que as decisões fossem rápidas e assertivas para colocar a equipe em segurança o mais rápido possível. “Para isso criamos um Comitê multidisciplinar para avaliar todos os aspectos necessários e pudéssemos agir de forma coordenada e ágil. Estamos em constante contato com as seguradoras para entender e comunicarmos de forma coordenada as ações. A grande corrida é ajustar condições de renovação e manutenção das apólices para que os segurados continuem sendo protegidos. Estamos promovendo ainda uma séria de Lives com as companhias para alinhar com as corretoras as ações de apoio a manutenção das carteiras e novas oportunidades de coberturas e proteção a riscos nesse momento de volatilidade e incertezas. Está sendo um trabalho intenso do time para garantir a operação”, finaliza.
A Porto Seguro, maior seguradora de carro e residências do Brasil, anunciou neste dia 3 de abril que “dada as circunstâncias de calamidade e considerando as dificuldades na realização de diagnóstico preciso, que os eventos de morte devem ser amparados pela cobertura securitária”. “Com responsabilidade e atenção nesse período, nosso time dedicou-se a analisar e entender as características destes eventos que tem preocupado a todos, em especial quando é necessário responder se há cobertura para indenização por morte no seguro de vida”, informou Rivaldo Leite, vice-presidente comercial e marketing do grupo. Em vida, a Porto é a 13a maior do Brasil.
Segundo ele, a decisão foi tomada após profunda análise. “Desse modo, os casos acima relacionados ao coronavírus (COVID-19), serão indenizados pela Porto Seguro, respeitando todos os processos de regulação do sinistro. Acompanharemos os níveis de solvência e liquidez do negócio, sem prejuízo para os clientes da carteira. Nossa missão é estar sempre ao seu lado, zelando e atuando para cuidar dos nossos clientes, e trabalhando para continuar merecendo a sua confiança. Afinal, Corretor é para sempre”.
Ação social apoia os profissionais que atuam diretamente na lutacontra a pandemia do coronavírus
Fonte: HDI
A HDI Seguros doará máscaras de proteção ao Hospital das Clínicas, da Faculdade de Medicina de São Paulo, em apoio aos profissionais de saúde da instituição que estão trabalhando durante a pandemia de COVID-19 no Brasil.
As máscaras doadas são 3D e produzidas em cristal e, diferente dos protetores mais convencionais, cobrem todo o rosto dos profissionais evitando que entre em contato com gotículas e respingos durante sua rotina de trabalho e, consequentemente, diminuindo o contágio da doença. Seiscentas máscaras foram fornecidas pela Exhimia e entregues na última sexta-feira ao hospital.
“Em um momento em que o empenho e dedicação de todos se mostra fundamental para controlarmos a pandemia de COVID-19 no Brasil, a HDI decidiu doar máscaras ao Hospital das Clínicas como medida de apoio social. A seguradora também está amplamente comprometida com a proteção de seus colaboradores, parceiros e segurados. Por isso estamos operando quase que 100% em home office e disponibilizando estrutura digital para atendimento a clientes e corretores, além de benefícios para facilitar a manutenção de contratos de seguros. Acreditamos que todos devem fazer o que está a seu alcance para que superemos juntos esses dias difíceis e desafiadores”, Murilo Riedel, presidente da HDI Seguros.
A contribuição da companhia está alinhada à valorização do aspecto humano, um dos pilares da HDI, pois ajuda a garantir a segurança dos profissionais mais expostos à doença por estarem lidando diariamente com o atendimento ao público.
Oito das 10 maiores seguradoras de vida já divulgaram que, mesmo com exclusão para pandemias/endemias, irão indenizar clientes por sinistro relacionado ao coronavírus
Tomar a iniciativa de pagar uma indenização, mesmo com cláusula de exclusão no contrato, não é algo simples, uma vez que não se trata de uma “gripezinha”. Balanço de quinta-feira do Ministério da Saúde contabilizava 240 mortes pelo novo coronavírus no Brasil, com 6.836 contaminações. No mundo, as vítimas fatais se aproximavam de 42 mil, com 853.200 infectados.
Isso é uma pandemia, com consequências desastrosas para vidas e economias em todo o mundo. E como tal mexe com a solvência de governos, empresas, famílias. Neste caso específico do segmento segurador, pode ter impactos em todo o mercado, pois com o maior número de adesão de companhias aceitando pagar o seguro, mesmo com exclusão, outras acabam seguindo para não perder market share.
Entre as dez maiores seguradoras de vida, apenas duas ainda fazem cálculos sobre o impacto de pagar algo que não estava previsto no preço atuarial do produto: Bradesco, líder do segmento, e a décima maior, a Cardif, que tem uma carteira significativa de seguro prestamista, aquele que cobre a divida do tomador de crédito por morte, invalidez e também desemprego.
Apólices de vida somaram R$ 43,1 bilhões em 2019, segundo dados da Susep analisados pela consultoria Siscorp
O Itaú, que num primeiro momento assumiu que pagaria as indenizações no seguro de vida, mesmo nos contratos em que constam exclusões para pandemias, voltou atrás e revisa o posicionamento inicial divulgado pelo portal Exame. Em ordem alfabética, as seguradoras que já decidiram pela cobertura de pedidos de indenização do seguro de vida por coronavírus até dia 3 de abril são: Capemisa, Caixa, Centauro, Chubb, Icatu, Liberty, MAG, Mapfre, MetLife, Mitsui, Omint, PASI, Porto Seguro, Previsul, Prudential, Sura, Seguros Unimed, SulAmérica e Zurich.
Há que se pensar na carteira de crédito do banco. Se uma das garantias é o seguro de vida em suas diversas modalidades, não pagar a indenização pode afetar até mesmo os cálculos do índice de Basileia. Sem a garantia, o risco do banco é maior e por isso tem de aportar mais capital para ficar dentro do exigido pelo Banco Central.
Outro fator importante é saber se a resseguradora, que faz o seguro da seguradora, vai acompanhar o pagamento em contratos com exclusão. Pelo que tenho ouvido, não. E se os casos de mortes por Covid-10 chegarem a patamares elevados, certamente o prejuízo será desastroso para as seguradoras. Uma companhia que tem uma carteira pequena de vida assumir o risco de pagar com exclusão é uma coisa. Uma grande, é outra.
Por que as re/seguradoras determinam exclusões? Para evitar que eventos cuja extensão imprevista supere de modo expressivo o cálculo do risco originalmente definido pela técnica atuarial comprometa a solvência do segurador.
Os reguladores, as agências de rating, os acionistas e os investidores estão de olho nisso. E fazem seus cálculos. Já as seguradoras e advogados se empenham em alertar governo e órgãos reguladores sobre os impactos de obrigar seguradoras a cobrirem riscos excluídos. Além da insolvência, que traz junto o desemprego, pode gerar algumas centenas de disputas judiciais.
Por isso a união de todos — três poderes (executivo, legislativo e judiciário), bancos, seguradoras, empresas e órgãos reguladores — é vital neste momento. O Banco Central tem direcionado esforços para mitigar riscos para os bancos. Os empréstimos do Banco Central do Brasil com lastro em letras financeiras e o novo DPGE, suportado pelo aumento de cobertura do FGC, são duas medidas importantes para reforçar a liquidez dos bancos pequenos e médios neste momento, detalha a jornalista Talita Moreira, do Valor.
É um tema que tem sido discutido em todo o mundo e vai muito além do seguro de vida, como contratos de riscos por interrupção de negócios, viagem, saúde, acidentes em homeoffice, D&O, riscos operacionais, entre outros. A Usiminas, por exemplo, divulgou nesta sexta-feira que vai paralisar o alto-forno 2 da Usina de Ipatinga (MG) a partir de sábado, por causa da queda na demanda provocada pela pandemia do novo coronavírus (covid-19). O alto-forno 1 da mesma usina também vai parar a partir do dia 22. O seguro vai cobrir uma perda de tamanho valor? Certamente o contrato da mineradora tem exclusões para pandemias. Será preciso muita calma nesta hora para discutir e chegar a um parecer em conjunto. Uma decisão mandatória vai realmente trazer grande desequilíbrio para todos.
Também é preciso lembrar que as perdas das resseguradoras em outros segmentos seguem a rotina. E ainda nem
comecou a safra de
furacao nos EUA. O Covid-19 é apenas mais um evento. Talvez o maior do ano, mas veio agregar a outros riscos tradicionais. A Munich Re, maior resseguradora do mundo, por exemplo, já anunciou que não conseguirá cumprir com a previsão de lucro feita inicialmente de 2,8 bilhões de euros para 2020. No primeiro trimestre de 2019, o grupo apresentou lucro líquido de 633 milhões de euros. “Devido à grande incerteza relativa aos impactos macroeconômicos e financeiros do COVID-19, da perspectiva de hoje – e assumindo um ônus das principais perdas provocadas pelo homem e por catástrofe natural que, de outra forma, estão alinhadas às expectativas -, a Munich Re não alcançará sua orientação de lucro para o ano de 2020”.
Legislativo – O Projeto de Lei (PL) nº 1.200/2020, institui a moratória em contratos essenciais, bancários, securitários e educacionais em favor dos consumidores afetados economicamente pela pandemia de coronavírus. Barbara Bassani, sócia da área de seguros e resseguros de TozziniFreire Advogados, ressalta que se o PL for aprovado, suas previsões deverão ser observadas em conjunto com o quanto já sumulado pelo STJ. “O maior desafio será compatibilizar o regime regulatório Susep à previsão contida no PL, tendo em vista que o PL prevê o pagamento parcelado dos valores devidos até 30/06/2020 em doze parcelas e, do ponto de vista regulatório, no que se refere a seguros de danos, a data de vencimento da última parcela do prêmio não poderá ultrapassar o término de vigência da apólice. Em outras palavras, se aprovado o PL alguns prêmios serão pagos após o término da vigência da apólice, sendo incompatível com as regras regulatórias”, citou ela em boletim.
Judiciário – Thiago Junqueira, doutor em Direito Civil pela Uerj e sócio de Chalfin, Goldberg & Vainboim Advogados Associados, escreve em seu artigo: “Quase na mesma velocidade da expansão do vírus, surgiram propostas legislativas que visam a obrigar as seguradoras a garantir as mortes causadas por pandemias, tal qual a Covid-19, nos seguros de vida. De igual sorte, começa a ganhar eco a defesa de que o Judiciário deveria afastar a aplicabilidade das cláusulas de exclusão de riscos. Antes da tomada de medidas precipitadas, porém, o cenário deve ser analisado de forma sóbria e individualizada”.
E acrescenta: “assim como foi considerada infeliz a manifestação de algumas autoridades defendendo que a economia não poderia ficar suspensa em virtude de um “resfriadinho”, não se deve endossar acriticamente a afirmação de que o segurador não poderia negar cobertura por um sinistro associado a uma “gripe”. Para além dos gastos com a liquidação dos sinistros, a forte desvalorização das bolsas de valores tende a impactar as reservas técnicas dos seguradores e a diminuir consideravelmente o retorno de investimentos feitos com os prêmios dos segurados. Ainda que se argumente que os resseguradores e retrocessionários contribuirão na quitação de indenizações, o afastamento de cláusula de exclusão de riscos, em tempos de sinistros abundantes como o atual, é uma medida séria, e não deve ser feita sem a devida reflexão”.
Consumidores – Cientes da extensão da crise, importante que cada qual busque solucionar seus riscos com a ajuda de corretores de seguros. A Enel, por exemplo, estabeleceu uma apólice de seguro para cobrir os mais de 68 mil funcionários do grupo em todo o mundo em caso de hospitalização por conta do Covid-19. O seguro abrange subsídio em dinheiro para funcionários hospitalizados após contrair o coronavírus. A empresa afirma que a apólice é um “benefício adicional”, informou o Valor na edição do dia 3 de abril.
EUA – No maior mercado segurador do mundo, as discussões estão acaloradas, tanto pelos danos como também por cada estado ter uma regulação diferente. Na última semana, os legisladores de Nova York juntaram-se a Ohio, Massachusetts e Nova Jersey na introdução de um projeto de lei que forçaria as seguradoras a cobrir retroativamente os pedidos de interrupção de negócios devido ao COVID-19.
O projeto 10226, apresentado por membros da Assembléia de Nova York, Robert Carroll e Patricia Fahy, cita a exigência de as seguradoras fornecerem cobertura para interrupção de negócios durante um período de uma emergência estadual declarada devido à doença de coronavírus 2019 (COVID-19 ) pandemia. O projeto de lei de Nova York seria aplicado às políticas em vigor até 7 de março e emitido para empresas com menos de 100 funcionários em período integral. Grupos do setor de seguros reagiram, alegando que a iniciativa de forçar as seguradoras a oferecer cobertura retroativa de interrupção de negócios para pandemias poderia afetar a estabilidade financeira do setor.
Doações – Se pelo lado atuarial do contrato de seguro não é possível indenizar clientes, por outro a doação é factível. A Bradesco Seguros, por exemplo, é um dos doadores do novo hospital de campanha para atender os pacientes do SUS, vítimas da Covid-19, localizado em um terreno do governo do Estado ao lado do 23º Batalhão da Polícia Militar, na autoestrada Lagoa-Barra. Terá 200 leitos, sendo 100 de UTI e 100 de enfermaria. Contará com tomografia digital, radiologia convencional, aparelhos de ultrassom e ecocardiograma e laboratório de patologia clínica. Deverá ficar pronto até o fim de abril e funcionará por 4 meses, durante o período mais grave da pandemia.
A Rede D’Or liderará a construção e operação do Hospital. O investimento total será de R$ 45 milhões provenientes exclusivamente da iniciativa privada. A Rede D’Or arcará com R$ 25 milhões e R$ 20 milhões serão custeados pela Bradesco Seguros, Lojas Americanas, Instituto Brasileiro de Petróleo (IBP) e Banco Safra em partes iguais.
“Cientes de nosso papel social, anunciamos a doação de R$ 150 milhões para infraestrutura hospitalar, compra de equipamentos médicos, cestas de alimentação e kits de higiene que serão direcionados a comunidades vulneráveis, por meio da Fundação Itaú para Educação e Cultura e do Instituto Unibanco”, informou o presidente do Itaú, Candido Bracher, em redes sociais.
Outra doação vem da parceria dos tres maiores bancos privados. Itaú, Bradesco e Santander anunciaram que vão importar 5 milhões de testes rápidos para a detecção da doença e comprar tomógrafos e respiradores, entre outros aparelhos. Todos serão doados ao Ministério da Saúde.
A BB Seguros anunciou também anunciou a doação de R$ 40 milhões para ajudar pessoas em situação de vulnerabilidade social. Os recursos serão destinados para a compra de alimentos e produtos de higiene e limpeza. A iniciativa também apoia micro e pequenos empreendedores que serão os principais fornecedores dos insumos, promovendo, assim, um ciclo de solidariedade. Os recursos serão disponibilizados à sociedade por meio de entidades assistenciais de todo o país.
A Fundación Mapfre anunciou a doação de € 3 milhões (o equivalente a mais de R$ 16 milhões) para o enfrentamento da pandemia de covid-19 no Brasil. O valor terá como destino o apoio a iniciativas de autoridades governamentais e entidades de saúde, tanto de prevenção da disseminação do novo coronavírus quanto tratamento da infecção. Desse valor, R$ 1,5 milhão foi para a doação de 10 leitos de UTI para o Hospital de Campanha do Pacaembu (região central de São Paulo), que possui capacidade para 200 leitos, será aberto nos próximos dias e receberá pacientes de baixa complexidade diagnosticados com a Covid-19.
O Instituto Caixa Seguradora vai financiar a produção de protetores faciais para proteger profissionais de saúde durante a pandemia do coronavírus. O material será doado a hospitais do Distrito Federal. Atualmente, o Ministério da Saúde está com estoque zerado de equipamentos de proteção individual para profissionais de saúde. Centenas desses profissionais já foram infectados ao atender pacientes que estavam com o novo vírus. Esses protetores diminuem consideravelmente a chance de infecção. O material, que será produzido pelo Instituto Me Viro, pode ser lavado e reutilizado pelos profissionais. Serão entregues mil protetores-faciais até o final da primeira quinzena de abril.
O fundador do grupo de corretoras e assessoria de investimentos XP Inc., Guilherme Benchimol, anunciou em uma live em seu Instagram um movimento de apoio social em face à pandemia do coronavírus e seu impacto econômico. No programa “Transformando Juntos”, a XP vai doar inicialmente R$ 25 milhões, que devem atender a 100 mil pessoas com abastecimento de alimentos.
E assim vamos, com muitos debates e doações, que podem salvar milhões de vidas.
#ficaemcasa
Veja o video do SindSeg-SP, no qual o consultor Francisco Galiza fala sobre o tema:
A Mitsui Sumitomo Seguros informa que fará o pagamento de indenizações para casos de sinistros de morte e funeral por Covid-19, sobrepondo a existência explícita em nossas condições gerais (riscos excluídos para eventos decorrentes de pandemias e epidemias) dos contratos de seguro de vida em grupo.
O grupo informou que as cotações já apresentadas até o dia 2 de abril serão tratadas da mesma forma. “Nossa empresa está atenta e focada em colaborar neste momento de pandemia, onde nós demonstramos todo nosso respeito e cuidado com as vidas que estão protegidas pelos seguros Mitsui Sumitomo Seguros”, afirma o vice presidente Helio Kinoshita.
Segundo o executivo, neste momento desafiador e de incertezas, a prioridade é com a saúde e segurança dos colaboradores, corretores e clientes. “A operação do grupo está 100% em homeoffice, preparados para o atendimento comercial e operacional de forma remota, mantendo nossa qualidade de atuação e parceria de sempre”.
Também lança campanha em mídias digitais para estimular doações
Fonte: BB Seguros
A BB Seguros anuncia a doação de R$ 40 milhões para ajudar pessoas em situação de vulnerabilidade social. Os recursos serão destinados para a compra de alimentos e produtos de higiene e limpeza. A iniciativa também apoia micro e pequenos empreendedores que serão os principais fornecedores dos insumos, promovendo, assim, um ciclo de solidariedade. Os recursos serão disponibilizados à sociedade por meio de entidades assistenciais de todo o país.
Os brasileiros vivem um momento que pede empatia e superação no esforço de isolamento social para reduzir os danos da pandemia do coronavírus. Além da doação dos R$ 40 milhões, a BB Seguros também lança uma campanha online para incentivar doações. O humorista Renato Aragão lidera a campanha convidando todos a se juntarem à BB Seguros nessa hora de grandes desafios. O vídeo da campanha será divulgado hoje nas principais mídias digitais.
“A BB Seguros tem como prioridade proteger e cuidar dos clientes, colaboradores e parceiros. Neste momento excepcional, não poderíamos deixar de contribuir com a redução dos efeitos da pandemia na vida das pessoas mais vulneráveis”, diz Bernardo Rothe, presidente da companhia.
Para garantir que essa ajuda chegue a quem mais precisa, os recursos arrecadados serão distribuídos com a supervisão da Fundação Banco do Brasil (FBB), que atua há 34 anos em busca da inclusão socio-produtiva dos segmentos mais vulneráveis da sociedade.
As doações podem ser realizadas por meio de transferência bancária, incluindo DOC e TED, para conta da FBB, além de cartão de crédito ou débito. Para saber mais, acesse o site do coronavirus.fbb.com.br.
Dados Bancários – Coronavírus FBB Banco: 001 Agência: 1607-1 Conta corrente: 19.000-4
A AT&M Tecnologia, que atua com processo de averbação do seguro da carga, anunciou Thiago Marques, como diretor de Operações. Em 2019, a AT&M foi responsável por mais de 95% das viagens averbadas no Brasil, registrou a média R$ 500 bilhões em movimentação de cargas por mês e 45 milhões de CT-es emitidos.
O executivo está à frente de processos como na implantação do Programa de Compliance, que terá foco principal na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Thiago Marques ressalta que apesar da pandemia que o Brasil e o mundo enfrentam em relação ao Coronavírus (COVID-19), a AT&M já registrou aumento na quantidade de clientes conquistados que automaticamente, impulsionaram a quantidade de averbações do seguro da carga. “Nos primeiros 15 dias de março/2020 foram quase 24 milhões de pedidos de cargas averbadas que passaram pelos nossos sistemas, representando um aumento de 148% em relação ao mesmo período de 2019”.
Com passagem pelas empresas Claro, Consultoria Peppers & Rogers Group e Ricardo Eletro, Thiago Marques possui experiência em gestão de projetos e processos em segmentos de telecom, internet, TI, marketing, varejo e finanças.
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