A FenaSaúde acaba de ganhar mais uma associada. A Central Nacional Unimed ingressou neste mês na entidade, que agora passa a representar 16 grupos de operadoras de planos e seguros privados de assistência à saúde, que juntos atendem 28,6 milhões de beneficiários, ou 40% do mercado brasileiro de saúde suplementar.
A CNU é operadora nacional dos planos de saúde Unimed. Trata-se da sexta maior do setor em número de beneficiários de planos de assistência médica, com carteira de mais de 1,7 milhão de vidas. Faz parte do Sistema Unimed, composto por 344 cooperativas médicas presentes em todo o território nacional.
A chegada da nova associada fortalece ainda mais a FenaSaúde, em um momento em que a saúde suplementar mostra-se ainda mais importante para que o sistema de saúde brasileiro como um todo consiga fazer frente ao desafio de conter o avanço do novo coronavírus, superar a pandemia e salvar vidas.
Por meio de inteligência artificial, ferramenta mostra nível de proteção de clientes e sinaliza produtos que fazem mais sentido para cada momento de vida
O Banco Inter acaba de lançar uma nova Plataforma de Proteção para facilitar a aquisição de seguros dentro do Super App, com contratação personalizada para cada tipo de perfil de cliente. Agora, ao acessar o aplicativo, o correntista vai conhecer o seu nível de proteção e visualizará todos os produtos disponíveis, segmentados de acordo com o seu momento de vida.
Com a novidade, o cliente ganha mais informação e autonomia para escolher o que realmente precisa. “Com esse lançamento pretendemos dar nossa contribuição para destravar mais um mercado engessado, como o de seguros. Nosso objetivo é uma operação com foco genuíno no que interessa aos nossos clientes, 100% digital e completa, indo além dos seguros mais tradicionais.” diz Paulo Padilha, diretor da Inter Seguros.
Ao utilizar a Plataforma, toda a contratação pode ser feita pelo celular. A oferta personalizada combina a análise de comportamento do correntista e os produtos disponíveis. Com um amplo portfólio de produtos, o Inter oferece seguro residencial, de cartão, odonto, auto, viagem, entre outros. “Existe um seguro certo para cada pessoa. A ideia é mostrar isso de forma transparente e parceira para nossos clientes”, completa Padilha.
Canal no YouTube possibilita alunos de assistirem às aulas e estreita relacionamento com a comunidade em meio à pandemia
Fonte: Allianz
O período de isolamento social está exigindo que diversas áreas tenham sua forma de trabalhar adaptada e com a Associação Beneficente dos Funcionários do Grupo Allianz (ABA) não é diferente. A entidade inaugurou oficialmente o canal “Portal ABA Digital” no YouTube, para permitir que a proximidade com as pessoas atendidas na instituição fosse mantida. Uma equipe de 11 educadores produz conteúdo para manter o canal abastecido diariamente, com aulas de audiovisual, ballet, cultura digital para adultos e terceira idade, espanhol, programação, entre outras.
Já são mais de 12 mil visualizações no “Portal ABA Digital” em menos de 15 dias, desde a inauguração oficial do canal. As aulas têm duração de 3 a 30 minutos, variando de acordo com a faixa etária e o tema da videoaula.
De acordo com a diretora da ABA, Rose Oliveira, o desafio inicial não foi utilizar ferramentas tecnológicas, mas sim a superar a timidez para gravar um vídeo, encontrar o melhor enquadramento e preparar a voz, que foram todos superados.
“Com o lançamento do Portal ABA Digital, conseguimos alcançar de forma bem-sucedida, o maior objetivo da entidade: manter o vínculo com a comunidade Santa Rita. É importante que as crianças, adolescentes e os pais percebam que é o momento de estarmos juntos, mesmo que distantes. Precisamos utilizar a cultura digital para fortalecer a nossa relação e nos mantermos próximos. É uma forma de continuarmos contribuindo com a formação educacional de todo público atendido em um momento de dificuldade para todos. Além disso, o canal possibilita que eles falem com a gente também”, conta.
A comunicação aberta pode ser vista nos comentários das aulas, no Youtube. Mesmo diante das dificuldades encontradas por muitas pessoas da região, como a falta de acesso à internet ou por possuir apenas um aparelho celular por família, o contato tem sido possível. Em alguns casos, os pais das crianças pequenas (4 e 5 anos) passam as mensagens dos filhos para os educadores e a troca de informações acontece, fortalecendo e mantendo o vínculo.
Os comentários e as mensagens recebidas demonstram que estão acompanhando as videoaulas, deixando clara a eficiência dessa nova maneira de comunicação da ABA.
A ABA oferece, diariamente, atividades complementares ao ensino formal a crianças e adolescentes, de 4 a 17 anos, provenientes de 50 escolas públicas do distrito de Cangaíba e região, além de atender adultos e pessoas da terceira idade. A entidade retornará às suas atividades assim que o Governo de São Paulo decretar o fim do isolamento social para este segmento atendido.
“Esta crise tem provocado grande volatilidade nos mercados globais e local, fato que impactou adversamente nossos resultados advindos da margem financeira com mercado e do resultado financeiro da operação de seguros deste trimestre”, informa o banco
O Bradesco viu seu lucro líquido recorrente encolher 39,8% no primeiro trimestre deste ante o mesmo período de 2019 ano em meio à pandemia do novo coronavírus, o que empurrou a cifra no período para R$ 3,753 bilhões. O lucro da Bradesco Seguros caiu 36,2%, passando de R$ 1,8 bilhão para R$ 1,1 bilhão. O resultado das operações de seguros apresentou uma queda de 23,4%, passando de R$ 3,8 bilhões para R$ 2,9 bilhões, segundo dados apresentados nesta manhã. O resultado do braço segurador passou para 30,9% do ganho do banco, acima dos 29,1% do primeiro trimestre de 2019.
A queda do lucro líquido consolidado da seguradora em relação ao trimestre anterior e ao primeiro trimestre de 2019 é justificada, em grande parte, pela volatilidade do mercado, que impactou o nosso resultado financeiro, principalmente nas posições de renda variável e multimercado. Além disto, cita o relatório divulgado pelo grupo, o resultado de nossas posições em títulos indexados ao IPCA foi impactado pela redução do indicador quando comparado aos períodos anteriores.
Os prêmios ganhos de seguros, contribuições de previdência e receitas de capitalização atingiram R$ 11,4 bilhões no trimestre, alta de 4,1% no trimestre. O índice de sinistralidade ficou em 72,9% no primeiro trimestre e o índice combinado ficou em 83,6%.
A Bradesco Saúde: comparando com o 1T19, apresentou crescimento de 8,5% no faturamento, em função, das ações estratégicas que melhoraram o nível de retenção de clientes, bem como a oferta de novos produtos e novas formas dos contratos.
A Bradesco Auto/Re: a evolução nos processos e subscrição tem contribuído para a Companhia crescer nos segmentos de maior resultado operacional, o que pode ser observado nos indicadores de performance.
A Bradesco Vida e Previdência: em relação ao 1T19, o faturamento foi impulsionado pelo desempenho do segmento “Vida”, que evoluiu 14,2%.
A Bradesco Capitalização: comparando com o 1T19, a redução do lucro líquido está impactada pelo menor resultado financeiro.
“Destacamos ainda o avanço da comercialização de produtos por meio dos canais digitais, cujo faturamento do 1T20 ultrapassou R$ 225 milhões, totalizando mais de 378 mil transações, crescimento de 40,2% em relação ao mesmo período de 2019”.
Na noite desta quarta-feira (29), a Susep realizou mais uma live para responder às dúvidas dos corretores de seguros em relação ao recadastramento dos profissionais. Desde o seu início, o sistema já recebeu 11.400 registros, sendo 9.500 recadastramentos e cerca de 2000 de novos profissionais, informa a Revista Apólice.
De acordo com Rafael Scherre, diretor da Susep, a autarquia foi pega de surpresa com a revogação da MP 905, porque ela estava tramitando no sentido de ser aprovada. “Nós tínhamos a obrigação de viabilizar um sistema para não prejudicar os corretores que estavam trabalhando no período em que não havia a determinação legal de um registro na Susep”.
Danilo Moura, diretor responsável pela Cadastramento e Autorizações, afirmou que a ideia é criar um canal aberto com todos os entes do setor para esclarecer qualquer dúvida, por isto estão acontecendo as lives semanais. O sistema tem uma interface amigável. É uma ferramenta nova, rápida e gratuita. “Os acessos estão crescendo muito rapidamente, por isso enxergo como um sinal claro de que a categoria abraçou a causa do recadastramento”, classificou.
Coordenador geral da área de autorizações e regimes especiais da Susep, Carlos Augusto, disse que a autarquia conseguiu sucesso porque eliminou o papel e chegou a um outro nível ao pensar em sistema.
SAIBA MAIS: Susep inicia recadastramento de corretores no novo sistema de registro
Rodrigo Gama, responsável pela área de tecnologia, disse que algumas arestas estão sendo acertadas e que se trabalha agora na disponibilização de um aplicativo para que o corretor possa ter a Susep na palma de mão, com carteira e outras informações. “Ele deve ficar pronto na primeira quinzena de maio”, ressaltou.
O objetivo da Susep era desburocratizar o cadastro e torná-lo mais acessível. Gama reforçou que para encontrar os corretores de seguros, por enquanto, é necessário navegar pelas páginas com 25 registros cada uma, procurando pelo CPF ou CNPJ da empresa. “Já está no pipeline de entregas a possibilidade de acessar diretamente cada corretor no cadastro, pelo seu número de documento”.
Haverá também uma numeração nova para corretores PJ e PF, mas a Susep não exigirá alteração contratual para atualização do número. “O importante é ter no contrato social a identificação do responsável técnico”, disse Carlos Augusto.
Para sanar as dúvidas recorrentes dos corretores de seguros, a Susep elaborou um manual para o sistema de recadastramento, com uma aba com perguntas e respostas para esclarecer as principais dúvidas dos corretores de seguros.
Levantamento da consultoria Siscorp considera dados do bimestre divulgados pela Susep neste semana, ainda sem o efeito do Covid-19
Enquanto as companhias de seguros começam a divulgar seus balanços financeiros referentes ao primeiro trimestre do ano, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) divulgou neste semana dados estatísticos apresentados pelas companhias referentes ao primeiro bimestre do ano. Em relação ao lucro, a notícia é de uma pequena redução nos ganhos, comparando com o mesmo período anterior, de R$ 2,6 bilhões em 2019 para 2,5 bilhões nos dois primeiros meses de 2020, quando os efeitos do Covid-19 ainda não afetam o setor, que sentirá um baque, se levarmos em consideração o balanço da Bradesco Seguros divulgado nesta manhã.
A Bradesco, que divulga seu balanço do primeiro trimestre hoje, dia 30, segue líder do ranking, com ganho de R$ 1,036 bilhão no período analisado, acima dos R$ 953 milhões do primeiro bimestre de 2019. No entanto, nos resultado do primeiro trimestre a curva começou a declinar. O banco registrou queda de 43,5% no ganho deste primeiro trimestre deste ante o mesmo período de 2019 ano em meio à pandemia do novo coronavírus. Segundo comunicado do grupo, pesou nos resultados o reforço de R$ 2,7 bilhões em provisões para devedores duvidosos.
O resultado das operações de seguros apresentou uma queda de 23,4%, passando de R$ 3,8 bilhões para R$ 2,9 bilhões, segundo dados apresentados nesta manhã. O resultado do braço segurador passou para 30,9% do ganho do banco, acima dos 29,1% do primeiro trimestre de 2019. Já o lucro do braço segurador caiu 36,2%, passando de R$ 1,8 bilhão para R$ 1,1 bilhão.
Resultados do Bradesco, com grupo segurador representando 30,9% no primeiro trimestre deste ano
A BB Seguridade perdeu a segunda colocação do ranking elaborado pela consultoria Siscorp que vinha mantendo há anos para a Caixa, que apresentou ganho de R$ 416 milhões no primeiro bimestre de 2020.
Em terceiro vem a BB Seguridade, com R$ 301 milhões em ganho apresentado nos boletins enviados ao órgão regulador. Itaú vem em quarto lugar, com R$ 143 milhões, e Porto Seguro, com R$ 144 milhões. BB Seguridade, Itaú e Porto divulgam balanço na próxima segunda-feira, dia 4 de maio.
Generali, Chubb e Mitsui lideram o ranking de perdas, com R$ 20,8 milhões, R$ 14,2 milhões e R$ 7,7 milhões, respectivamente.
A Swiss Re reportou um prejuízo líquido de US$ 225 milhões no primeiro trimestre de 2020, refletindo o impacto da crise COVID-19 nos resultados de subscrição (US$ 476 milhões) e investimentos (US$ 300 milhões).
O resultado do primeiro trimestre também foi impactado negativamente pela avaliação de marcação a mercado das ações do Phoenix Group Holdings plc, que a Swiss Re receberá após a conclusão da venda do ReAssure.
“A pandemia do COVID-19 teve um profundo impacto na sociedade, governos e empresas em todo o mundo. Nossas condolências sinceras vão para aqueles que perderam um ente querido ou sofreram na crise. Esses tempos difíceis reforçam nossa determinação de continuar trabalhando em direção à visão da Swiss Re, que é tornar o mundo mais resiliente”, disse o CEO do Grupo Swiss Re, Christian Mumenthaler.
O segmento de seguros gerais reportou lucro líquido de US$ 61 milhões no primeiro trimestre, ante US$ 13 milhões no mesmo período de 2019. O negócio permaneceu lucrativo, apesar dos encargos relacionados ao COVID-19 e catástrofes naturais. A crise impactou o resultado em US$ 253 milhões, uma vez que foram constituídas reservas para pagamento de sinistros, principalmente no segmento de evento, seja por cancelamento ou adiamento.
As grandes perdas por catástrofe natural de US$ 397 milhões excederam um pouco as perdas esperadas para o trimestre. Isso refletiu a forte presença da unidade de negócios na Austrália, onde tempestades de granizo e inundações significativas compuseram as principais perdas de incêndios florestais já reservadas para 2019, além de perdas por tempestades de inverno na Europa.
Os prêmios líquidos de resseguros de ramos elementares avançaram 12%, para US$ 4,7 bilhões. O ROE anualizado foi de 3%, comparado a 0,6% no primeiro trimestre de 2019. Excluindo o impacto do COVID-19, o ROE foi de 13,2%. O índice combinado foi de 110,8%. Excluindo as reivindicações relacionadas ao COVID-19, o segmento está no caminho de atingir a estimativa de 97% para todo o ano de 2020.
Renovações bem-sucedidas apólices de ramos elementares em abril registraram melhoria de preços, particularmente no Japão. As renovações de abril foram realizadas sem interrupções, apesar dos desafios da crise.
O volume de prêmios aumentou 4%, o segmento de resseguros de ramos elementares alcançou um aumento de preço nominal de 8%, com um forte aumento do risco de tempestade do Japão em mais de 50%. Os reajustes de preços ajustados ao risco permaneceram inalterados, refletindo taxas de juros mais baixas e ajustes relevantes nas premissas de perda.
Diretores nomeados e membros do conselho de Administração reduzirão os salários em 50%. Maioria terá redução de 20% e uma parte dos funcionários ficam livres de cortes
Em carta divulgada aos funcionários do dia 27, Greg Case, CEO da Aon, solicitou que a equipe apoiasse a decisão do grupo para implementar “reduções temporárias de remuneração”. O plano começa a valer a partir de 1 de maio. No Brasil, pelas notícias postadas no LinkedIn, alguns executivos anunciam desde o início do ano que estão em busca de novos desafios.
Veja a íntegra neste link e a tradução livre abaixo:
Preservando a flexibilidade operacional
Consistente com nossos princípios, nossas primeiras ações foram focadas em oportunidades que não têm um impacto direto e pessoal em colegas individuais. Já reduzimos substancialmente os gastos com contratados e fornecedores terceirizados e agora estamos solicitando à nossa equipe de serviços comerciais da Aon que tome medidas adicionais. Eles estão mobilizando um esforço monumental em toda a empresa para reduzir todas as despesas discricionárias não relacionadas ao atendimento ao cliente.
Também pausamos nosso plano de recompra de ações. É importante observar que pretendemos preservar nosso dividendo. O pagamento de um dividendo regular é consistente com a manutenção de uma classificação de grau de investimento e é fundamental para acessar o mercado de capitais.
Ao avaliarmos os riscos econômicos no horizonte, não acreditamos que essas ações sejam suficientes para fornecer a flexibilidade operacional que precisamos. É por isso que também estamos pedindo a colegas da empresa que nos apoiem nesse período com reduções temporárias de remuneração.
Nossos Diretores Executivos Nomeados (NEOs), incluindo eu, Christa Davies, Eric Andersen, John Bruno e Tony Goland, bem como nosso Conselho de Administração, reduzirão os salários em 50%.
Trabalhamos com líderes locais em todo o mundo para determinar a maneira mais equitativa de aplicar uma redução temporária de salário à nossa base mais ampla de colegas e desenvolvemos uma abordagem personalizada com base em um conjunto de critérios, incluindo o custo de vida.
Com base nessa análise, estabelecemos um piso em cada país. Isso significa que aproximadamente 30% de nossos colegas não verão redução. Estamos trabalhando com líderes locais e planejando que os 70% restantes de nossos colegas obtenham uma redução de aproximadamente 20% do salário, que será implementado de acordo com as práticas locais.
Essas ações, que entrarão em vigor em 1º de maio, foram desenvolvidas em colaboração com o Comitê Operacional da Aon.
Nosso objetivo é que todos saiam desse período desafiador no melhor lugar possível; infelizmente, é muito cedo nesta crise econômica para determinar como finalmente mitigamos essas ações.
Nosso compromisso é que agiremos com integridade para proteger nossos colegas e nossa empresa. Continuaremos a aplicar nossa abordagem baseada em princípios à maneira como administramos essa crise e revisaremos essas ações mensalmente. ”
O plano começará a funcionar gradualmente a partir de 11 de maio, inicialmente até setembro, embora sua duração dependa da evolução da pandemia do coronavírus
O grupo espanhol Mapfre assinou ontem um protocolo com sindicatos um plano de reincorporação progressiva dos funcionários para os escritórios. Depois de mais de seis semanas em que mais de 30 mil funcionários da empresa em todo o mundo mantêm o atendimento ao cliente trabalhando em casa, a Mapfre prevê um retorno de parte dos funcionários às instalações nas próximas semanas, enquanto o restante continuará funcionando remotamente.
Segundo comunicado do grupo, essa reincorporação será ajustada às circunstâncias de cada país, realizada em etapas e terá como objetivo prioritário preservar os mais importantes: a saúde dos trabalhadores, mediadores, colaboradores e clientes; especialmente garantindo a proteção das pessoas vulneráveis.
A duração do plano será ajustada para o que as autoridades de cada país determinarem. Durante essa fase, chamada “Normalidade Transitória”, uma série de medidas de prevenção será estabelecida para reforçar a segurança de todos os funcionários em seus empregos.
Para garantir, na medida do possível, que a incorporação do pessoal seja realizada nas condições sanitárias adequadas, será desenvolvido um protocolo sanitário no qual a situação de cada funcionário em relação a esta doença seja avaliada e que deva ser aplicada previamente à incorporação do mesmo às instalações.
Na Espanha, a modalidade de trabalho remoto é mantida como prioritária ao longo desta fase, especialmente para os seguintes grupos trabalhadores especialmente vulneráveis ao COVID-19, grávidas ou em risco durante a gravidez e empregados com crianças menores de 16 anos ou com crianças em situações especiais.
MEDIDA PARA A ESPANHA
No caso dos mais de 10 mil funcionários da Mapfre na Espanha, o plano começará a funcionar gradualmente a partir de 11 de maio, inicialmente até setembro, embora sua duração dependa da evolução da pandemia e das condições que eles são determinados. Ontem, sua execução foi assinada com a representação legal dos trabalhadores na Espanha.
Roberta Porcel se junta aos líderes de Saúde e Benefícios da MDS e criará área de Previdência Complementar e Consultoria Atuarial
Roberta Porcel é a nova Superintendente de Previdência da corretora MDS e atuará na estruturação de uma área focada em Previdência Complementar e Consultoria Atuarial, serviços que serão disponibilizados aos clientes da empresa e ao mercado em geral.
“O objetivo principal da nossa área de atuação é prever riscos e proteger as empresas, trabalhadores e seus beneficiários em cenários que envolvam aposentadoria, assistência médica, seguro de vida e demais situações. Acreditamos que o seguro seja a força para o desenvolvimento do País. É um mercado gigante para trabalharmos e a Previdência Complementar tem papel fundamental no mesmo”, diz a executiva.
“Como superintendente, Roberta Porcel agregará valor ao serviço de Previdência já prestado aos clientes e reforçará a estrutura elaborada e atendimento completo, tornando o pacote final de serviços ainda mais vantajoso e diferenciado no mercado. Nosso objetivo é sempre intensificar as soluções que oferecemos aos nossos clientes, e parte desse caminho consiste em investir em lideranças de qualidade”, destaca Gustavo Quintão, Vice-presidente de Saúde e Benefícios da MDS Brasil.
“Ao trazer uma profissional do porte e com a experiência da Roberta, reforçamos o nosso foco em Previdência, ampliando o escopo e buscando elevar ainda mais a qualidade dos serviços que já prestamos aos nossos clientes”, complementa Ariel Couto, CEO da companhia.
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